30 de jun de 2014

SISTEMA AÉREO NÃO TRIPULADO HERON DA IAI PARTICIPA NA SEGURANÇA DO RIO DE JANEIRO DURANTE OS JOGOS DA COPA DO MUNDO




O Sistema Aéreo Não Tripulado (UAS – Unmanned Aerial System) HERON, da Israel Aerospace Industries (IAI), está participando nas operações de segurança no Rio de Janeiro e redondezas durante a Copa do Mundo FIFA 2014.

O sistema HERON está sendo implantado operacionalmente na área do Rio de Janeiro pela Polícia Federal brasileira. Isto como parte de um conjunto abrangente de medidas de segurança durante os jogos da Copa do Mundo.

O HERON executa continuamente missões de reconhecimento para monitorar qualquer atividade suspeita ou incomum nas redondezas do Rio, incluindo a sua periferia e áreas litorâneas.

O sistema HERON está sendo usado operacionalmente pela Polícia Federal brasileira desde 2010. A Polícia Federal já acumulou uma experiência operacional significativa com o sistema HERON, possibilitando a operação do sistema em uma grande variedade de cenários complexos. O sistema também está sendo operado diariamente no Estado do Paraná em missões de policiamento, tais como segurança da fronteira e prevenção do contrabando e narcotráfico.


O sistema HERON carrega múltiplas cargas úteis, incluindo sensores eletro-ópticos para visão diurna e noturna. Um sistema exclusivo de comunicação satelital permite que o HERON seja operacional em uma ampla gama de altitudes de voo e que cubra áreas além de mil kilometros, podendo operar contínuamente no ar por mais de quarenta horas.

O CEO da IAI do Brasil , Henrique Gomes, comentou: “A IAI está orgulhosa das atividades do HERON com a Polícia Federal, e honrados com o fato do HERON estar participando na segurança do Rio durante os jogos da Copa do MUndo. Enquanto os olhares de bilhões de pessoas em todo o mundo estão afixadas na Copa do Mundo, é reconfortante saber que os olhos do HERON no céu estão contribuindo para a segurança do Rio.”

O Dr. José de Freitas Iegas, Diretor de Inteligência da Polícia Federal, declarou: “A Polícia Federal, através da sua Diretoria de Inteligência Policial, está promovendo esforços operacionais em prol da segurança do Grande Evento Copa do Mundo FIFA 2014 no campo da prevenção e repressão ao Terrorismo e à Criminalidade Organizada. Para suporte destas operações está sendo empregado o Sistema de Veículos Aéreos Não Tripulados da Polícia Federal, o conhecido VANT. As principais missões do VANT são angariar e prover dados e informações de Inteligência Policial para subsidiar o emprego de meios operacionais no enfrentamento de organizações criminosas e terroristas que possam afetar a paz social no transcorrer da Copa do Mundo.



DIVULGAÇÃO: Rossi Comunicação/VIA PODER AÉREO

RÉUS DA G7 FATURAM MAIS DE R$ 40 MILHÕES COM CONTRATOS DA MINHA CASA MINHA VIDA


Empresários envolvidos na G7 participaram do ato de entrega de mais casas neste domingo.

Veja trecho do inquérito da PF que cita a empresa Etenge
Assem Neto, Do Brasil Notícias - A Construtora ETENGE, do empresário Sergio Murata, preso na Operação G-7, tem contratos de mais de R$ 40 milhões para a edificação de unidades habitacionais na Cidade do Povo, o maior programa em andamento na gestão Tião Viana (PT). O empresário foi preso no ano passado no escândalo conhecido como G-7, a mando do Tribunal de Justiça, após escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal, autorizadas judicialmente.

Todos os empresários, que são réus em ação penal e estão proibidos de deixar o Acre, compareceram no ato solene com a presença do ministro das Cidades, neste domingo, exatamente para entregar unidades habitacionais financiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida.



Já o ex-diretor do Departamento de Rodagens do Acre (Deracre), Sérgio Nakamura, também preso à época, assinou contrato com o governo local no valor de R$ 14,3 milhões. As informações constam em publicação do Diário Oficial da União da última terça-feira (24). Nakamura é dono da construtora Ábaco Engenharia e está responsável pela construção de casas nos loteamentos Luiz Ângelo e José Firmino Neto, em Rio Branco. Aliás, a Ábaco, venceu outra licitação, em abril deste ano, no valor global de R$ 5.2 milhões.

O parecer que deu origem á homologação foi dado pelo Departamento Estadual de Pavimentação, Água e Saneamento (DEPASA), órgão cujo ex-gestor, Gildo Cezar, também foi preso em maio de 2013 acusado de fazer parte do esquema de favorecimento a empresários.

Há 10 dias, o juiz da 3ª Vara Federal, Jair Facundes, criticou a demora do Ministério Público Federal em apresentar a denúncia contra os envolvidos no escândalo. O MPF pediu, pela segunda vez, novo prazo, sob o argumento de que a Polícia Federal ainda faz as diligências necessárias para a construção de provas.



Ao discorrer sobre a Concorrência 196-2012, a Polícia Federal afirma que o então secretário de Obras do Governo do Acre, Wolvenar Camargo, direciona a construção do Hospital Regional de Brasiléia, orçado em R$ 51 milhões. Grampos autorizados pela justiça flagraram o então secretário em diálogos com terceiros, afirmando que a obra deveria ficar pronta antes da nova eleição do governador Tião Viana. Ele “estaria vendo se consegue botar uma empresa que consiga fazer os serviços nesse tempo”, diz o relatório da PF. Wolvenar também foi preso na operação G-7. Após ser libertado, por ordem do STF, ele foi afastado da Seop mas voltou ao governo, com salário semelhando, desta vez no cargo de assessor especial do governador.

ENTREVISTA JOHN DEASY: "DEMITIR PROFESSORES INEFICIENTES É UMA DECISÃO CORRETA"


O responsável pela rede pública de educação de Los Angeles conta por que apoiou a ação judicial que quebrou a estabilidade dos docentes da Califórnia: "A questão é garantir ensino de qualidade às crianças. É um direito constitucional"

Bianca Bibiano - John Deasy, superintendente de educação do distrito de Los Angeles, testemunha na Justiça durante o julgamento do caso "Vergara versus Califórnia" (Monica Almeida/AP)

 - A batalha judicial conhecida com Vergara versus Califórnia começou em 2012 com uma ação movida por nove estudantes do Estado — entre eles, as irmãs Beatriz e Elizabeth Vergara, alunas de Los Angeles que acabaram cedendo o sobrenome ao caso. Durante o processo, os estudantes foram apoiados pela ONG Student Matter, criada em 2010 pelo magnata das telecomunicações David Welch, que contratou seis advogados de um dos mais renomados escritórios de advocacia dos Estados Unidos para assumir a causa. Antes de proferir o veredicto, a Justiça ouviu depoimento de mais de 30 pessoas.
Em 2012, nove estudantes da Califórnia pediram na Justiça a revogação da lei que dificultava a demissão de professores de escolas públicas do Estado. O objetivo era impedir que maus docentes continuassem atuando em sala de aula. Há três semanas, veio o veredito favorável — e inédito — da Suprema Corte da Califórnia, elogiado pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos e criticado pelos sindicatos. "A questão central não é demitir ou não maus professores, mas garantir ensino de qualidade às crianças. É um direito constitucional", diz John Deasy, superintendente de Educação de Los Angeles, que testemunhou no processo em favor dos estudantes. Deasy chefia a maior rede de escolas públicas da Califórnia e segunda maior dos Estados Unidos, com 1.300 escolas, 27.800 professores e mais de 900.000 alunos (a cidade de São Paulo tem 3.154 escolas, cerca de 59.856 professores e 932.174 estudantes). Apesar da decisão judicial, vai demorar até que o primeiro professor seja demitido por mau desempenho. Antes, sindicatos devem recorrer da decisão e legisladores precisam pavimentar a via legal até a demissão. Isso não diminiu a importância do veredicto, diz Deasy. "Essa é a maior decisão já tomada na área de educação na Califórnia. Faremos o possível para levá-la adiante." Na entrevista a seguir, ele conta por que abraçou a causa e como devem ser avaliados os professores, uma tarefa necessária para apontar quem sabe ou não ensinar.

Por que o senhor testemunhou na Justiça em defesa dos estudantes? Há situações em que precisamos escolher uma verdade e nos apoiar nela. O pedido dos nove estudantes tinha muito mais a ver com a garantia dos direitos dos estudantes do que com a redução dos benefícios dos professores. Por isso, decidi apoiá-los. Os professores querem fazer um bom trabalho, mas não apreciam quando alguém quer observar suas aulas, ainda mais com base em leis e regras que eles acreditam ferir sua autonomia. Ainda assim, não acho que esse seja o único ponto para melhorar a qualidade da educação. Precisamos de bons funcionários ao mesmo tempo em que devemos oferecer boas condições de trabalho a eles. Há um número enorme de professores fazendo um excelente trabalho. Após meu testemunho, recebi apoio de um grande grupo, incluindo pais e estudantes, que ficou feliz com a decisão. Houve, é claro, um grupo que ficou desapontado com o resultado: os sindicatos.

O senhor previa a reação negativa dessas entidades? Sim, sabia do risco. E logo após a decisão, os sindicatos anunciaram que vão recorrer da decisão. Estão em seu direito. Qualquer um pode fazer uma apelação à Suprema Corte, inclusive o Estado, que era o acusado em questão. Até o momento, não fizeram. Acredito, porém, que antes haverá negociação entre as partes, o Estado e os sindicatos, com quem o governo mantém boas relações. Desde que assumi o cargo, em 2011, não enfrentamos greves de professores. Houve uma ameaça em 2012, mas não se efetivou. A relação com esses grupos é boa.

Quando a decisão da Justiça deve começar a ser posta em prática? Infelizmente, não antes de dois ou três anos, uma vez que há margem de apelação de ambas as partes. Se isso acontecer, teremos que percorrer um novo e longo caminho na Justiça. O caso cresceu tanto que não sabemos ao certo quantas organizações nos apoiam e quantas estão dispostas a apelar na Corte.

O que a administração de Los Angeles terá de fazer para colocar a medida em prática? Essa é uma das partes do dilema desse caso: a lei não foi alterada ainda. O embasamento que temos é a decisão da Justiça, mas não sabemos em que situações poderemos usar o embasamento judicial para demitir um professor. Primeiro, precisamos esperar que o Estado mude o código de educação em vigor, para só assim colocar a medida em prática. Os legisladores precisão agora fazer novas leis para que a decisão entre em vigor de fato. Isso toma anos de debates e votações e não há nenhum projeto consistente encaminhado. Considero essa a maior decisão já tomada na área da educação na Califórnia. Faremos o possível para levá-la adiante.

Afinal, do ponto de vista do ensino, qual é o problema com os professores que justifique a luta pela quebra da estabilidade deles? É importante dizer que as dificuldades que enfrentamos com alguns professores não são específicas de Los Angeles. Com as regras vigentes no código de educação da Califórnia, é praticamente impossível demitir um professor, salvo em certas razões específicas como abandono de trabalho ou agressão. E esse processo custa muito caro: 400.000 dólares, em média. Se a demissão for motivada por ineficiência do docente, o processo custará ainda mais e poderá levar anos. Se tentarmos demitir um professor que não sabe ensinar matemática, por exemplo, mesmo sendo essa a sua disciplina, os sindicatos vão apelar incessantemente até esgotarem as possibilidades.

O que o senhor quer dizer exatamente quando fala em ineficiência do professor? Quando falamos de eficiência e ineficiência de um professor precisamos considerar três fatores. Primeiro, ele deve ter conhecimento do conteúdo que irá ensinar. Segundo, ser licenciado para lecionar. Terceiro, saber como proceder para garantir o sucesso da turma, com todos os fatores que cabem nessa questão: como o professor gerencia a aula, como ele apresenta os conteúdos etc. Ineficiência é o oposto disso.

Como Los Angeles mede a eficiência ou ineficiência dos professores? Temos uma avaliação anual que mede as habilidades dos docentes: como ele dá aula, qual o desempenho dos estudantes em sala e outros pontos específicos. No caso dos professores em estágio probatório, período de treinamento que dura dezesseis meses, eles ganham estabilidade no cargo antes da segunda avaliação anual, ainda que passem por um exame final do curso de formação. Esse é um dos pontos questionados no distrito e que devemos revisar em breve.

Nos últimos cinco anos, o desempenho de estudantes de Los Angeles melhorou consideravelmente em avaliações nacionais e estaduais. A que fatores o senhor atribui isso? Estou muito orgulhoso dos resultados. O desemprenho dos estudantes tem melhorado significativamente. Acredito que muito disso se deve ao fato de termos focado em metodologias de ensino, ao sistema de avaliação de professores e à ênfase na necessidade de termos bons docentes nas escolas, que inclui o desenvolvimento profissional desses funcionários. Também tem grande influência na melhora a busca por novos talentos, que fazemos em universidades que formam professores.

Que trabalho é feito para o aprimoramento dos professores? Em geral, são atividades de formação continuada. Em Los Angeles, 97,6% dos estudantes não falam inglês em casa. Em 93,4% dos casos, fala-se espanhol. Ao todo, são 92 idiomas e dialetos usados pelos estudantes das escolas públicas. Por isso, precisamos formar professores para trabalhar tanto o ensino dos conteúdos curriculares quanto o do inglês. Colocamos grande ênfase nesse tipo de trabalho e acredito que essa também é uma das razões de estarmos avançando.

SETOR PÚBLICO TEM DÉFICIT PRIMÁRIO DE R$11,046 Bi EM MAIO


Resultado foi pior que o esperado por analistas, cuja mediana mostrava déficit primário de 9,25 bilhões de reais no mês passado



Sede do Banco Central: dívida pública representou 34,6 por cento do PIB

Silvio Cascione e Alonso Soto, da  REUTERS/Ueslei Marcelino Brasília - O setor público brasileiro registrou déficit primário de 11,046 bilhões de reais em maio, informou o Banco Central nesta segunda-feira.

O resultado foi pior que o esperado por analistas consultados pela Reuters, cuja mediana mostrava déficit primário de 9,25 bilhões de reais no mês passado.

Em 12 meses até maio, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 1,52 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). O BC informou ainda que o déficit nominal ficou em 32,444 bilhões de reais no mês passado, enquanto a dívida pública representou 34,6 por cento do PIB.

'O FUTEBOL É UMA ILUSÃO. ELE MAQUEIA A REALIDADE DA PESSOA NAQUELAS DUAS HORAS DE JOGO' , DIZ MORADOR DE RUA


Uma estátua viva que sonha com o fracasso da seleção


Gabriel Gama – especial para O Estado de S. Paulo/BELO HORIZONTE – Em fevereiro de 1950, cinco meses antes do Maracanazo – a fatídica derrota canarinha para os uruguaios por 2 a 1 na final da Copa do Mundo –, nasceu “Eu sou o que sou”. É desta forma que um senhor de cabelos grisalhos e mechas loiras de 63 anos gosta de ser chamado. O notório cidadão faz parte de um grupo de 60 moradores de rua que se reuniram em uma sala no fundo do albergue municipal Tia Branca, no bairro Floresta, para acompanhar a partida de oitavas de final, entre Brasil e Chile, na tarde do último sábado, 28.
Entretanto, “Eu sou o que sou” era bem diferente dos demais. Não pelo fato de ter vivido apenas um ano na rua (menos tempo que os demais), ter sido despejado de casa pela mulher ou por trabalhar dez horas por dia como estátua viva no centro da cidade. Aquele senhor, que não quis revelar seu nome de batismo, era o único que não vibrava com a seleção brasileira a cada lance.
Às 12h, enquanto os alberguistas saíram correndo para a sala em busca de um lugar privilegiado para ver o jogo, “Eu sou o que sou” permanecia imune às emoções patrióticas. Ele pouco se importava com a movimentação frenética de seus colegas.
“Isso tudo é ilusão. Sabe o que eu e estes outros vamos ganhar com a vitória do Brasil? Nada. Só vai é aumentar o imposto, o preço do arroz, do feijão, da carne, da água, da luz e nossa vida ficará cada vez mais miserável”, disse.
Os primeiros moradores de rua a chegar no espaço ficavam com os melhores lugares. Os últimos, em pé. Uns deitados no chão de cimento, outros sentados em cadeiras de plástico e muitos encostados nas paredes. Mas todos com os olhos vidrados na partida e em seus pertences – há muitos casos de roubo entre os próprios alberguistas. Já “Eu sou o que sou” encontrou um canto isolado à direita do telão e ficou por lá mesmo.
Todos devidamente acomodados, a partida começa. À medida que o jogo avançava, os 59 moradores de rua se agitavam, xingavam, roíam as unhas, esbravejavam. Gritos de “Vai, Neymar” e “Bora, Brasil” eram entoados. Mas “Eu sou o que sou” seguia impassível e fazia um esforço tremendo para conter a sua torcida a favor dos chilenos. Aquela raiva aflorava por dentro a cada minuto. “Se eu comemorar contra o Brasil aqui, vou ser é linchado. Por isso, prefiro ficar quieto e só observar a inocência de meus colegas.”
Filho de judeus de Israel, “Eu sou o que sou” foi abandonado pelos pais ainda bebê em uma cidade no sudeste de Minas Gerais chamada Raul Soares, a 230 quilômetros da capital, na Zona da Mata. Criado por uma dona de casa, ele passou uma infância humilde com apenas os recursos necessários para a sua sobrevivência.

Morador de BH desde a década de 1970, “Eu sou o que sou” vive do seu trabalho artístico de estátua viva na Praça Sete, no centro da cidade, ganhando de R$ 30 a R$ 40 por dia. Ele sai às 7 horas do albergue e com o sustento do que comeu no café da manhã e um pouco do que consegue no almoço, só para de trabalhar quando o dia escurece. Às 18h, ele volta para o albergue.
A vida difícil e a realidade dura justificam a visão cética e, muitas vezes, niilista. “Eu sou o que sou” acredita que ninguém é obrigado a ajudar ninguém e que, por isso, o homem precisa correr atrás de seus objetivos e não baixar a cabeça para nada.
“O futebol é uma ilusão. Ele maquia a realidade da pessoa naquelas duas horas de jogo. Estes que estão aqui vivendo na miséria não é aquela fantasia que está na televisão. A realidade é outra e muitos moradores de rua não conseguem enfrentá-la.”

Desilusão. Vestido com um casaco de lã bege surrado em pleno sol de meio-dia, um boné cinza desbotado na cabeça e um par de tênis de corrida, Marcos Júnior Souza, 26, era um dos poucos moradores de rua que não fumava ou estava em alguma roda de conversa antes de começar o jogo.
Sozinho, encostado no muro do lado oposto à porta de entrada do albergue, o jovem tinha um semblante sério e parecia estar se concentrando para a partida, mas não era nada disso. Souza até iria torcer para a seleção brasileira, porém, o que importava para ele era o futuro de sua vida.
“O jogo realmente faz você esquecer por um tempo dos problemas, como se fosse uma fuga. Mas quando a partida acaba e a gente põe o pé aqui fora? O que será de nós? Sempre penso nisto. Eu gosto de torcer para o Brasil, mas ganhar a Copa não mudará nada”, afirma.
Souza teve uma infância conturbada com uma mãe traficante e um pai alcóolatra. Segundo ele, ambos o desmoralizavam e batiam. Com dez anos, não aguentou, fugiu de casa e, desde então, percorreu por várias metrópoles brasileiras em busca de oportunidades. “Não vejo minha mãe há 14 anos. A verdade é que nunca tive uma família, mas ao longo da vida encontrei pessoas que me acolheram por um tempo”.
Em meio às dificuldades, Souza busca algumas referências e exemplos para não desistir de continuar lutando por uma condição melhor. As trajetórias vitoriosas de jogadores da seleção brasileira, muitos oriundos de classe baixa e que viveram na periferia, são algumas destas referências. Souza não sente inveja, mas, sim, orgulho das histórias de superação.
“Fico feliz que agora eles vivem bem. Estes jogadores são grandes exemplos. Batalharam e conseguiram sucesso. Temos que nos espelhar neles e não invejá-los. Se eu tivesse 1% do dinheiro que o Neymar tem, construiria um abrigo decente para que gente como nós vivesse de maneira mais digna”, diz.
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PROJETO DA FAB LEVA PRÓTESE DENTÁRIA PARA COMUNIDADE DA FRONTEIRA COM A BOLÍVIA


Escola de Especialistas promove atendimento médico e odontológico no Mato Grosso

FAB - Cerca de 80 atendimentos odontológicos e outros 80 atendimentos médicos foram realizados no início de junho pela equipe de saúde da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) na comunidade de São Simão (MT), na fronteira com a Bolívia. Para chegar à localidade, distante 700 km da capital Cuiabá, a aeronave C-98 da FAB pousou numa pista de terra.

Os cinco dentistas, um médico e uma auxiliar de saúde envolvidos na ação cívico-social também ministraram palestras para crianças e adultos sobre higiene bucal e prevenção de doenças orais. Os atendimentos ocorreram na área pertencente ao Exército, onde até o ano passado havia um destacamento.

A programação inclui palestras sobre higiene bucal

O pioneirismo do projeto foi levar atendimento especializado na área de prótese dentária. Ao longo de três dias, cerca de 20 trabalhadores rurais da região realizaram a primeira de três etapas deste tratamento. "Algumas dessas pessoas estavam aguardando o atendimento há mais de 30 anos", afirma a Tenente Dentista Elisabete Greenhalgh Sena Maia, uma das coordenadoras da ação cívico-social.

De acordo com a militar, a ação foi planejada visando às pessoas que possuem dificuldade de acesso ao atendimento odontológico. "A gente via que eles precisavam muito. Chegamos e não paramos de atender", descreve a oficial.

A localidade foi escolhida com a ajuda do Segundo Batalhão de Fronteira do Exército, que indicou a demanda por atendimento de saúde naquela região e prestou todo apoio logístico, inclusive a  estrutura para instalar os equipamentos. "Aqui [em Guaratinguetá] as pessoas estão acostumadas a procurar o dentista. Naquela localidade remota, o acesso a esse tipo de serviço é muito restrito", compara.

Os abraços e as palavras de agradecimento recebidas foram a grande gratificação dos profissionais, que já têm data marcada para retornar à região para a continuidade e conclusão do tratamento protético. A segunda etapa está marcada para agosto e a terceira em outubro. "É provável que aumente a procura por atendimento", explica.

Ao longo de 2014 a Escola de Especialistas de Aeronáutica, localizada em Guaratinguetá, interior de São Paulo, realizou cinco ações cívico-sociais odontológicas.

Doação - A programação também contemplou doação de escovas de dentes e cerca de cem pares de chinelos para as crianças, calçado que eles mais usam. As sandálias foram arrecadadas em campanha realizada na escola há alguns meses.

29 de jun de 2014

APÓS MEDO DE ESTUDANTES, BARCOS DE TRANSPORTE ESCOLAR SÃO ABANDONADOS


Veículos avaliados em R$ 200 mil estão parados há 1 ano e meio.
Parados em um clube, estrutura de embarcações já está comprometida.


Barcos para transporte de estudantes são abandonados em Alfenas (Foto: Reprodução EPTV)

Do G1  - Lanchas para o transporte de estudantes na zona rural de Alfenas (MG), que custaram R$ 200 mil, estão abandonadas no tempo. Elas foram enviadas ao município pelo governo federal e estão paradas há 1 ano e meio. Um dos motivos para o abondono das embarcações, usadas por apenas duas semanas, foi o medo dos pais dos estudantes, que acharam o transporte inseguro.

"Um barquinho daquele, como ficava no dia que caísse uma chuva, que tivesse ventando muito, que jeito que iam ficar os pais do outro lado", questionou o aposentado Jaime de Oliveira.
As próprias crianças que andaram nos barcos dizem que ficaram com medo. "Balança muito e de manhã quando a gente vai é muito frio", disse a estudante Laiz dos Santos.

Sem proteção, os barcos construídos pela Marinha Brasileira viraram casa de marimbondos. A estrutura já apresenta problemas. As janelas estão rasgadas, parte da pintura do casco está danificada e as luzes de sinalização estão quebradas, além da sujeira. Dois motores também desapareceram. A situação de abandono levou um vereador a pedir na Câmara Municipal um destino para as embarcações que estão se deteriorando no pátio de um clube de Alfenas.

Os barcos chegaram a Alfenas em 2012 através do programa "Caminho da Escola', do governo federal. O objetivo era atender os alunos que moram nas áreas ribeirinhas. Sem utilizarem os barcos, os estudantes dependem de um ônibus que atravessa o Lago de Furnas em uma balsa. Depois de atravessar o lago, o veículo ainda anda cerca de 12 quilômetros de estrada de terra até o Centro da cidade. Pela água, o percurso seria de 1 quilômetro e meio.

A chefia de gabinete da Secretaria de Educação de Alfenas disse que quando o atual governo assumiu a administração, uma das embarcações já estava no clube sem o motor. Já o segundo barco foi levado para lá em março do ano passado, após ter o motor roubado. Um boletim de ocorrência foi registrado e a polícia irá investigar o caso.

FUTEBOL TAMBÉM PODE GERAR GUERRA, POR ISSO ATÉ NOMES DE CAMPEONATOS TEM QUE SER CUIDADOSAMENTE ESCOLHIDOS


Em ritmo de Copa do Mundo, apresentamos hoje a história de um conflito que começou exatamente por causa do esporte que apaixona multidões



darozhistoriamilitar - Quem estuda História Militar sabe que as guerras são deflagradas por diversos motivos, geralmente ligados à geopolítica ou a conflitos de interesses mais profundos. Mas quem diria que algumas inocentes partidas de futebol pudessem dar início a uma guerra? Foi exatamente isso o que ocorreu em 1969 na América Central, entre Honduras e El Salvador.


Antecedentes

Na época, os dois países já demonstravam uma relação política instável, em função da grande imigração de salvadorenhos para Honduras, a maioria vivendo no campo. Em 1967, o governo hondurenho promoveu uma reforma agrária, confiscando as terras ocupadas por salvadorenhos que imigraram ilegalmente, enviando-os de volta para seu país de origem. Os jornais de San Salvador potencializavam as tensões, publicando supostas atrocidades cometidas contra salvadorenhos em Honduras.

Soldados salvadorenhos patrulhando a região fronteiriça entre os dois países

Em junho de 1969 as hostilidades aumentaram drasticamente após três partidas de futebol entre as seleções das duas nações, que disputavam uma vaga para a Copa do Mundo de 1970. Durante as partidas, em especial a segunda, realizada em San Salvador, jogadores, torcedores e imigrantes foram expulsos, perseguidos e assassinados, levando os dois países a romperem relações diplomáticas no fim do mesmo mês e fecharem a fronteira.

No mesmo dia da última partida, 26 de junho, El salvador rompeu relações com Honduras, alegando que o governo hondurenho não tomou medidas efetivas para punir os responsáveis pelos ataques a salvadorenhos. Exigia, ainda, reparações financeiras às vítimas dos ataques e, para todas essas demandas, Honduras não respondeu.

Dois F4U-5N Corsairs da Força Aérea Hondurenha durante missão de patrulha


Breve conflito

Na manhã de 14 de julho de 1969 começou a guerra, com ataques aéreos da Força Aérea Salvadorenha contra o aeroporto de Toncolin e outras localidades estratégicas de Honduras, enquanto seu exército lançava uma ofensiva através das duas rodovias que ligavam os países. No dia seguinte, já havia ocupado Nueva Ocotepeque e mais oito cidades.

Os hondurenhos contra-atacaram usando bombas de napalm no único ataque que seus aviões conseguiram realizar contra um aeroporto em solo salvadorenho. Ambos os contendores utilizavam caças de origem norte-americana, remanescentes da 2ª Guerra Mundial, no que foi a última guerra da história onde os dois oponentes empregaram aviões de combate a hélice. Surpreendida e com um exército despreparado, Honduras perdia cada vez mais terreno para os salvadorenhos. 

Principais ações de combate


Cessar-fogo

A Organização dos Estados Americanos (OEA) negociou um cessar-fogo, mas El Salvador só aceitou em 18 de julho, depois que o governo de Honduras prometeu que tomaria medidas para garantir a salvaguarda dos salvadorenhos residentes no país. Mesmo assim, o Exército Salvadorenho só se retirou dos territórios conquistados no dia 2 de agosto. Mais de uma década se passou até que um tratado de paz definitivo fosse assinado.


Consequências

Embora breve, o conflito provocou muitas baixas. Os salvadorenhos tiveram 900 perdas entre mortos e feridos e os hondurenhos mais de 2.000, em sua maioria civis vítimas dos bombardeios aéreos.

A fronteira entre os dois países permaneceu fechada até a assinatura do acordo de paz, interrompendo o caminho por terra no continente Americano por mais de dez anos. 

Assim como na guerra, El salvador levou vantagem também nos campos, e sua seleção de futebol conseguiu a classificação para a Copa de 1970.  Honduras ficou de fora.


Os jogos da discórdia

8/6/1969 – Tegucigalpa
Honduras 1 x 0 El Salvador

15/6/1969 – San Salvador
Honduras 0 x 3 El Salvador

26/6/1969 – Cidade do México
Honduras 2 x 3 El Salvador

PASSOU DA HORA DE PROFESSORES DE PORTUGUÊS COMEÇAREM A APERTAR SEUS ALUNOS


Quando víamos o programa torta na cara, dava pra enxergar o nível que estava a cultura dos estudantes brasileiros. Com a chegada do MSN, ORKUT e FACEBOOK, agora estamos enxergando o nível que está a escrita. Não sou nenhum 'expert" na língua portuguesa, mas está acontecendo erros básicos.

28 de jun de 2014

FRIO MESMO VAI FAZER A PRÓXIMA FRENTE FRIA

DA SÉRIE: NIETZSCHE - 28/06/2014

REDE DE COOPERADAS (COOPSERGE) FAZ CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TARAUACÁ



O Professor Dinho Silva está ministrando um curso de qualificação para as cooperadas da COOPSERGE (Cooperativa de Trabalhadores Autônomos em Serviços Gerais). Criada em 2000 a COOPSERGE tem por finalidade a intermediação de negócios ou serviços, proporcionando a cada cooperado trabalho e renda de forma digna e humana.

Objetivos do Curso:
Propiciar condições para que os cooperados desenvolvam competências para reconhecer e praticar os valores, princípios e atitudes indispensáveis ao sucesso da Coopserge, refletindo e decidindo sobre a sua participação no processo de constituição, organização e desenvolvimento do empreendimento coletivo;
Ter perfil para mobilizar esforços conjuntos no trabalho em equipe com pessoas, em diferentes áreas, perspectivas e interesses, porém, unidos num objetivo comum;
Focar o trabalho cooperativo e atuar de forma coletiva e organizada, adquirindo condições de conquistar espaços dentro da Coopserge com empregabilidade e competência técnica;
Qualificar nossa rede de cooperados (as) para atuar com profissionalismo nas organizações parceiras da Coopserge;
Praticar a ética profissional;
Empoderar-se e ter autonomia cooperativista.

Cumprindo esse objetivo a COOPSERGE cumpre também mais uma vez a sua bela missão que é a de proporcionar a inclusão no mercado de trabalho de todos os sócios cooperados (familiares e comunidade) melhorando suas condições econômicas, sociais e culturais, por meio de qualificação profissional, buscando a excelência e qualidade, diminuindo a exclusão social, fazendo pelo associado o máximo que puder.

O Curso está sendo realizado no CEDUP desde ontem e conta também com aulas hoje sábado (28), das 8h às 12h e Segunda-feira das 18h às 22h.


Raimundo Silva, o Professor Dinho Silva é Administrador de Empresas; Sócio proprietário da InterAja – Centro de Educação Profissionalizante – Rio Branco com ampla carteira de clientes em consultoria e treinamentos.

27 de jun de 2014

SEGUNDA-FEIRA COMEÇA A RODAR A MAIS COMPLETA VAN DE TARAUACÁ



Segunda Feira começa a rodar a mais completa Van de Tarauacá com ar condicionado som, TV de led, bancos executivos reclináveis, água mineral e cortinas.

Contatos: 

9949-5704 Mario.

99284410 Augusto

Preço da passagem R$ 80,00


POLÍCIA FEDERAL ABRE 23 INQUÉRITOS CONTRA EMPRESAS POR PROPINAS A EX-DIRETOR DA PETROBRÁS


Investigações, requisitadas pela Procuradoria da República, vão rastrear pagamentos a Paulo Roberto Costa

Fausto Macedo e Mateus Coutinho/ ESTADÃO - A Polícia Federal abriu pelo menos 23 novos inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato – investigação sobre esquema de lavagem de dinheiro que pode ter alcançado R$ 10 bilhões.

Os novos inquéritos miram empresas que teriam pago propinas para o engenheiro Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás.

Costa foi preso no dia 20 de março, três dias depois da deflagração da Lava Jato. Em maio, o ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar o ex-diretor da estatal petrolífera.

                        Foto: Tasso Marcelo/Estadão

No início de junho, Costa voltou a ser preso por ordem da Justiça Federal em Curitiba. O decreto de prisão preventiva contra Paulo Roberto Costa foi restabelecido depois que a Suíça informou sobre o confisco de US$ 23 milhões do ex-diretor depositados em 5 contas naquele país europeu.
Ele é apontado como mentor de organização criminosa da qual, segundo a Polícia Federal, faz parte o doleiro Alberto Youssef, que também está preso.

A PF suspeita que Costa recebeu propinas durante sua gestão na Petrobrás. Depois que saiu da estatal ele montou a empresa de consultoria Costa Global supostamente para abrir as portas para “clientes” em contratos milionários da Petrobrás.

São 23 empresas relacionadas nessa nova etapa da Lava Jato. Os nomes de algumas companhias constam da denúncia criminal do Ministério Público Federal que imputa a Costa corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Outras empresas constam de uma planilha apreendida em poder do próprio Paulo Roberto Costa.

O Ministério Público Federal requisitou um inquérito para cada empresa que teria repassado valores para o engenheiro. A investigação vai identificar a origem das ligações de Costa com as empresas pagadoras e eventuais contratos por elas firmados com a Petrobrás e com outros órgãos públicos.
A defesa de Paulo Roberto Costa nega os crimes a ele atribuídos pela Procuradoria da República.

VISITANTE ILUSTRE - 27/06/2014

CHARGES DO DIA - 27/06/2014



 DA SÉRIE; CONSELHOS DA MÃE PRETA

26 de jun de 2014

TRIBUTO AO PASSADO - JOSÉ CALIXTO DE MEDEIROS, PRIMEIRO GERENTE DO BASA EM TARAUACÁ

INDESCRITÍVEL

STATUS - ARREMATADA



RETIFICAÇÃO NA FOTO DA PRAÇA DA BANDEIRA E PRIMEIRA SEDE DO GRUPO ESCOLAR JOÃO RIBEIRO



Tarauacaenses:

Nas primeiras divulgações dessa foto eu coloquei a primeira casa à esquerda como residência da D. Mimosa e não é. Ali era a Escola Cel. Florêncio da Cunha onde D.Mimosa e a Sra. Sofia eram professoras.

Obrigado.

CADÊ AS VIGAS DA PERIMETRAL? QUEM FOI RESPONSABILIZADO ATÉ AGORA?


De acordo com o professor de direito Penal da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Nelson Massine, o sumiço das vigas foi o maior roubo da história do Brasil, pelo menos em peso e tamanho. “No Brasil não há outro exemplo de dificuldade que se foi vencida pela criminalidade”, disse o Massine.

As vigas são feitas de um aço especial capaz de resistir à corrosão por 400 anos. O material roubado foi avaliado pelo Conselho Regional de Engenharia do Rio em quase um R$1,5 milhão. Para o presidente do Crea, poucas empresas teriam interesse neste aço. “Setor siderúrgico, siderúrgicas médias ou grandes, setor industrial de fabricação, por exemplo, indústria naval, e empreiteiras que trabalham com grandes obras, onde o aço é sempre necessário”, disse o Agostinho Guerreiro.

VOCÊ USA DROGA?


 TÔ PERGUNTANDO, A QUANTO TEMPO VOCÊ FUMA MACONHA?

25 de jun de 2014

POR QUE ESTES POSTES E OUTROS ESTÃO, DIGAMOS, FORA DE ESQUADRO?


Também já está na hora de se pensar em colocar esta fiação de um lado só da ruas ou por debaixo da terra, "a lá' Brasília, já que gostam tanto de imitar a capital federal. Isso possibilitaria uma despoluição visual e melhor arborização, sem a preocupação com curtos circuitos. 

Poderiam também  imitar o estacionamento a 45º, daria mais espaço para estacionamento dos carros.

DA SÉRIE: CONSELHOS DA MÃE PRETA - 25/06/2014

JUSTIÇA CONDENA INTERNAUTAS POR 'CURTIR' E COMPARTILHAR POST NO FACEBOOK


Olhar Digital -  Ao curtir ou compartilhar algo no Facebook o usuário mostra que concorda com aquilo que está ajudando a divulgar. Levando esse fato em consideração, o Tribunal de Justiça de São Paulo incluiu os replicadores de conteúdo em uma sentença, fazendo com que cada um seja condenado junto com quem criou a postagem.

O caso foi relatado nesta manhã pela colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, segundo a qual a decisão, inédita, será recomendada como jurisprudência para ser aplicada sempre que uma situação semelhante surgir.

O processo em questão envolve um veterinário acusado injustamente de negligência ao tratar de uma cadela que seria castrada. Foi feita uma postagem sobre isso no Facebook e, mesmo sem comprovação de maus tratos, duas mulheres curtiram e compartilharam. Por isso, cada uma terá de pagar R$ 20 mil.

Relator do processo, o desembargador José Roberto Neves Amorim disse que "há responsabilidade dos que compartilham mensagens e dos que nelas opinam de forma ofensiva". Amorim comentou ainda que a rede social precisa "ser encarado com mais seriedade e não com o caráter informal que entendem as rés".

QUER IR AO ESPAÇO? É SÓ PAGAR US$ 75.000

Heads Up, Strato-Tourists: World View Begins High-Flying Tests

POEMA PARA COPA


Isaac Melo



Pai
afasta
da face
deste país
a farsa
do povo feliz
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