31 de jan de 2017

Últimas notícias da Prefeitura - 31/01/2017



PREFEITA MARILETE VITORINO DECRETA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM TARAUACÁ

COM IDA DE MARILETE A RIO BRANCO, CHICO BATISTA ASSUME COMANDO DA PREFEITURA

NOTA DE ESCLARECIMENTO

SENADOR GLADSON CAMELI E DEPUTADO ESTADUAL NICOLAU JÚNIOR DOAM ALIMENTOS PARA FAMÍLIAS ATINGIDAS PELA ENCHENTE

Sindicato pretende denunciar Correios ao TCU por abandonar frota utilizada para fazer entregas


O Sintect apurou que existem carros e motos com documentos atrasados, além de pneus desgastados (lisos) e peças como as setas amarradas com barbantes


ASCOM SINTECT/Via Contilnet - O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC) encaminhará fotos e vídeos dos veículos abandonados dos Correios para o Tribunal de Contas da União (TCU) e para o Ministério Público Federal (MPF). O motivo e a falta de manutenção dos bens, que deixados nos pátios da instituição, estão se deteriorando com a exposição ao sol e a chuva.

Segundo o presidente do Sintect, Edson Pinheiro, os carros, motos e bicicletas poderiam agilizar a entrega das encomendas. Atualmente, os carteiros fazem o revezamento de veículos para tentar agilizar a entrega.

“Um carteiro fica esperando o outro chegar com a moto para poder fazer a entrega das encomendas. Por isso que as correspondências chegam atrasadas nas casas e tudo isso é culpa da gestão”, explicou o sindicalista.


Edson Pinheiro disse que há anos os veículos não passam por manutenção, sendo que em alguns casos o próprio funcionário tira dinheiro do próprio bolso para fazer pequenos reparos.


O Sintect apurou que existem carros e motos com documentos atrasados, além de pneus desgastados (lisos) e peças como as setas amarradas com barbantes ou fixadas com fitas adesivas. O resultado é o sucateamento da empresa para a privatização.


“Esse é o sucateamento do serviço dos Correios, que não investe no setor estratégico, mas gasta milhões em patrocínio. Por isso temos defendido a empresa contra este sucateamento que está depredando todo seu patrimônio para um claro objetivo, que é a privatização”, protesta o sindicalista.


De acordo com Pinheiro, a população continuará sem receber as encomendas ou receberá com atraso enquanto existir essa grande quantidade de veículos quebrados.

“As motos e bicicletas sucateadas colocam em risco a vida dos empregados e a qualidade dos serviços. Muitas vezes, os carteiros ficam sem entregar as correspondências por causa destes veículos quebrados”, finalizou o presidente.

A alagação nossa de cada ano. Vale a pena ler de novo


Foto Assecom PMT
Ecio Rodrigues do blog Ciliar só Rio Acre - Descartada a hipótese de que tudo foi obra do acaso – ou, como as mães explicam aos pequenos, “São Pedro resolveu lavar o salão, pois vai ter festa no céu” – o momento é mais que oportuno para se encetar uma discussão, a mais técnica possível, a respeito das causas da alagação, a maior da história desde que se iniciaram as medições.

Para início de conversa, convém estabelecer um critério. Independentemente da dimensão da inundação provocada pelo rio Acre ou por outros rios que cortam o território estadual (como o Tarauacá, que alagou no final do período seco; ou o Purus, que afundou Boca do Acre), a aferição da maior cota já atingida pelo nível das águas não pode ser o mote do debate. Ou seja, o importante não é o tamanho da alagação, mas sua recorrência.

A constatação inegável é a de que desde a segunda metade da década de 2000 o evento da alagação (quando o rio transborda) vem ocorrendo anualmente. O erro grave e corriqueiro nesse ponto é achar que, como antes, o período de intermitência entre uma alagação e outra corresponde a uma média dez anos, o que daria tempo para a cidade esquecer e se recuperar. Não, as alagações dos rios no Acre se tornaram uma realidade, vão acontecer todos os anos, e a política pública deve se preparar para isso.

Significa que devem ser incorporadas à rotina das administrações, nas prefeituras e no estado, ações voltadas à resistência pública, a fim de contornarem-se os efeitos do problema; e, o mais importante, para chegar à causa, devem ser alavancados programas destinados a ampliar a resiliência dos rios frente ao aumento abrupto de sua vazão.

Resistência pública e resiliência dos cursos d’água – esses são os pontos-chave. Por resistência pública, entenda-se a capacidade de cumprir a legislação ambiental e urbanística, no que concerne à ocupação dos espaços urbanos. Vale dizer, deve ser superada a costumeira permissividade com que se encara o assentamento humano em áreas sujeitas a inundação e por isso impróprias à edificação. As terras situadas em cotas inferiores à do rio ou em chavascais que alagam só pela força das chuvas devem ser desocupadas e convertidas em áreas verdes, de modo que não voltem a ser invadidas.

Já a avaliação sobre a resiliência dos fluxos d’água é bem mais complexa e remete à análise do processo de ocupação produtiva da região. Por resiliência, entenda-se a capacidade dos rios e igarapés de reagirem aos extremos de vazão. Quanto mais rapidamente o rio retoma o seu equilíbrio hidrológico depois de receber uma quantidade excessiva de água vinda da chuva, mais alta é a sua resiliência.

Parece óbvio que o desmatamento está na raiz do problema: a remoção da mata ciliar causa o assoreamento, o que, por sua vez, diminui a resiliência dos cursos d’água.

Considerando-se, por outro lado, que estudos recentes demonstram a estreita relação que existe entre o desmatamento na Amazônia e a seca que aflige o Sudeste, parece óbvio que o desmatamento, que em geral tem como ensejo a instalação da pecuária, está na raiz de todos os problemas envolvendo a água – seja pela seca, seja pela alagação; seja na Amazônia, seja em outras regiões do país.

Seria utópico imaginar que as áreas destinadas à criação de boi podem, no longo prazo, voltar a ser florestas, mediante o cultivo de árvores com valor econômico ou a restauração florestal com o emprego de espécies nativas. A importância política da pecuária na Amazônia é quase incompreensível e merece um estudo em separado.

Todavia, é plenamente plausível resolver, no curto prazo, a degradação hoje verificada na mata ciliar dos rios e igarapés do Acre. Sob um custo compatível com a realidade econômica local e com muita vontade política, a faixa de mata ciliar poderia ter sua largura dobrada, para além do que determina o Código Florestal. Os trechos desmatados, por seu turno, poderiam ser submetidos à restauração florestal imediata. Um alento: existe tecnologia para isso.

Mais que botar os pés na lama, os gestores devem resolver o problema da mata ciliar nos rios do Acre, já. Afinal, em junho vem a tragédia da seca. É só esperar.    

* Professor Associado da Universidade Federal do Acre, Engenheiro Florestal, Especialista em Manejo Florestal e Mestre em Política Florestal pela Universidade Federal do Paraná e Doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília.

Militares apreendem 61 geladeiras e 31 TVs em presídio de Roraima


Ação, realizada na Penitenciária Agrícola Monte Cristo, foi a primeira feita pelas Forças Armadas em prisões após determinação do presidente Michel Temer

Militares das Forças Armadas fazem varredura na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima

Militares fazem varredura em cela da Penitenciária Agrícola Monte Cristo, em Boa Vista (RR) (Exército/Divulgação)


Com Estadão Conteúdo - Uma operação de varredura feita pelas Forças Armadas na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista (Roraima), encontrou 61 geladeiras, 31 aparelhos de televisão, 12 aparelhos de DVD, 23 fogões de pequeno porte, além de outros eletrodomésticos como microondas, nove liquidificadores e seis torradeiras. A ação foi a primeira desde a determinação do presidente Michel Temer para que os militares auxiliassem os estados no combate à crise no sistema prisional.


A prisão em Roraima foi palco do segundo massacre do ano, no dia 6 de janeiro, quando 33 detentos foram assassinados, supostamente a mando da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A varredura, realizada na sexta-feira,  apreendeu ainda 1,2 quilo de maconha e cocaína, 56 celulares, 136 armas brancas e materiais como uma garrafa pet contendo pólvora negra, dois sacos com sementes de maconha, três botijões de gás e duas máquinas de tatuagem. Os militares recolheram também R$ 607, oito cartões de crédito e uma carteira vencida de porte de arma.

Relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do ano passado apontava, entre outros problemas, a existência de “barracos individuais e coletivos (favela dentro da penitenciária)”, no espaço destinado ao regime semiaberto. A operação foi denominada de Monte Cristo II e teve apoio da Polícia Militar e de agentes penitenciários. Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, os militares só entraram no complexo de Boa Vista após o isolamento dos presos num pátio.

A pasta informou que outros estados já formalizaram junto à Presidência da República pedido para o emprego das Forças Armadas nos presídios. Os procedimentos ocorrerão “nos próximos dias”, disse Jungmann, ressaltando que a operação só ocorrerá em locais em que não haja risco de confrontos com os detentos. Operações estão sendo planejadas em presídios do Amazonas, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

A intolerável matança de policiais

 

Victor Poubel - Um levantamento feito pelo EXTRA revela que, em pouco mais de sete anos, 692 PMs e 77 policiais civis foram assassinados no Estado do Rio de Janeiro — cerca de uma morte a cada três dias desde 2010. São números que não só geram indignação, mas que requerem uma resposta imediata do Estado brasileiro, sem a qual muitas famílias continuarão chorando.


Sabemos que a profissão de policial é arriscada, mas uma coisa é morrer no exercício de suas funções, em razão de confronto, outra é serem alvos de emboscadas e atentados covardes dos bandidos. Eles estão atrevidos por não encontrarem limites ou obstáculos institucionais por parte do Estado, o que explica, em parte, a expansão dos casos de violência.

Uma pesquisa realizada pelo FBI mostra que 51 policiais morreram em 2014, nos Estado Unidos da América, e, 27 em 2013. Apesar de serem o país mais rico do mundo, não vivem num paraíso, existindo violência, principalmente, nas grandes cidades, tráfico de drogas, gangues, e terrorismo. Todavia, não encaram isso como uma simples fatalidade.

Os números estadunidenses são menores, contudo também preocupam, a ponto da polícia investigar os assassinatos com extremo afinco. O trabalho apenas termina quando tudo é esclarecido. A Justiça também não dá refresco, com julgamentos céleres e impondo severas penas, para desestimular futuras ações.

Os americanos encaram seus policiais como heróis nacionais, pois entendem a magnitude de alguém escolher como profissão arriscar a sua vida em prol de outro que sequer conhece. Assim, o assassinato de um policial é um golpe à pátria e à plena liberdade, por serem o último anteparo do Estado capaz de conter os avanços da desordem e do crime organizado.

No Brasil, há sinais claros de uma sociedade que banaliza a violência, talvez pelos tantos casos. O sangue choca num instante, e depois as pessoas retornam à sua rotina com arranjos para preservar sua segurança. Todavia, observamos que esses "jeitinhos" estão ficando insuficientes, onde, daqui a pouco, não haverá mais liberdade de dar um passo para fora de casa.

Secretaria Municipal de saúde presta assistência médico-psicológica para famílias desabrigadas pela enchente


Da Assessoria de Comunicação - Uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde, constituída por médico, enfermeiro, psicólogo e assistente social, visitou os abrigos improvisados onde estão as famílias desabrigas pela enchente do Rio Tarauacá. Um na Escola Municipal José Augusto de Araújo e outro na Escola Estadual João Ribeiro.



Foram realizadas consultas com o clínico geral Dr. Nilsinho e o enfermeiro Arione Lessa, coordenador geral da atenção básica do município. Foram realizadas avaliação médica e distribuição de medicamentos para as pessoas que necessitavam.



De acordo com o Secretário Municipal de Saúde Tiago Meireles, essa é uma medida da Secretaria de Saúde, para prestar assitência às famílias atingidas pela enchente.

“Precisamos ter toda atenção com essas famílias. Sabemos que ao terem contato com a água da enchente elas correm o risco de contraírem diversos tipos de doenças. Por isso trouxemos uma equipe com profissionais de saúde para prestar esse atendimento. Estaremos atentos e à disposição de toda a comunidade atingida pela cheia do rio”, afirmou o secretário.

Janot diz a parlamentares que pedirá retirada de sigilo da delação da Odebrecht


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot


Erich Decat - Em encontro com senadores e deputados federais, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou que irá pedir a retirada do sigilo das delações realizadas pelos executivos e ex-executivos da Odebrecht, após o conteúdo ser homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavaski.


 O ministro é relator dos processos que tramitam no STF no âmbito da Lava Jato e caberá a ele dar prosseguimento ou não nos pedidos de investigações. A decisão do ministro deve ocorrer no próximo mês de fevereiro, após o fim do recesso.

A intenção de Janot de pedir o retirada dos sigilos foi comunicada a integrantes da bancada do Espírito Santo, em reunião realizada na sede da PGR, em Brasília, na manhã da última quinta-feira, 15. A pauta do encontro, inicialmente, era o impacto da resolução 72/2010 aprovada pelo Congresso Nacional em 2012, que alterou o repasse do ICMS interestadual para o Espírito Santo.

O encontro ocorreu três dias antes de Janot entregar nesta segunda-feira, 19, os documentos dos acordos de delação premiada de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht. Os relatos, por escrito ou em vídeo, recolhidos na semana passada, foram armazenados na sala-cofre do STF e estão à disposição do ministro Teori Zavascki.

“Fomos ao Janot na última semana para tratar de temas do Espírito Santos e ele disse que ao mesmo tempo que as delações forem homologadas, a intenção dele é pedir para que seja retirado o sigilo de tudo, que tudo venha a público. Vamos viver o mês de fevereiro e março sob os auspícios do que vem por ai”, afirmou o deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES). “Ele disse que vai pedir a retirada do sigilo. Demonstrou muita confiança e disse que entregaria hoje as delações da Odebrechet”, ressaltou o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), também presente no encontro.

A intenção de Janot ocorre após vir a público a delação do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho, que atingiu integrantes da cúpula do Executivo, entre eles o próprio presidente da República e vários ministros de seu partido, o PMDB, e do Legislativo. O vazamento levou o presidente Michel Temer a encaminhar uma carta ao procurador-geral. Após as reações, Janot comunicou que iria investigar a origem do vazamento.

30 de jan de 2017

Gladson Cameli deixa petistas preocupados após mostrar habilidade e oposição vencer eleição na Amac


Cameli percorreu vários municípios do Acre em busca de unir a oposição para a eleição da Amac/Foto: Época

Régis Paiva - Não se engane: a eleição da prefeita Marilete Vitorino (PSD) para conduzir a Associação dos Prefeitos do Acre (Amac) foi um vitória política do senador Gladson Cameli (PP). A estratégica alterada de última hora em dois votos dados como certos para o candidato do PT são uma prova de que o jovem político está assumindo seu papel de protagonista nas ações políticas no Estado.

Apesar de ter sido uma ação conduzida em várias frentes, com a participação dos demais partidos de oposição, foi a condução do novo maestro da oposição a grande responsável por, pela primeira vez em muitos anos, que os grupos contrários ao PT se uniram em um objetivo comum. As luzes vermelhas do diretório regional petista e do palácio Rio Branco estão acesas desde a última sexta-feira (27), após a derrota de Marcus Alexandre para Marilete Vitorino.

Mudando o jogo

Para se entender onde entra a ação do Senador Gladson Cameli, é preciso lembrar que ele visitou todos os municípios do Acre nos últimos dias, tendo estado em Sena Madureira ainda na quinta-feira (26). Até esta data, o prefeito da cidade, Mazinho Serafim, era voto declarado pela reeleição do candidato do PT.

Em sua estada em Sena Madureira, o senador Cameli disse: “Estou pronto para ser governador e a oposição, caso esteja unida, precisa fazer isso agora, com união temos chances de ganhar logo no primeiro turno”. Ele disse ainda ser o momento do “trabalho de formiguinha”. Em outro momento, ele foi textual: “Quando se esquecem as brigas partidárias, as coisas funcionam. Usem-me, pois se vocês me deram a fórmula da receita, eu faço o remédio”.

Ação conjunta

Outro ponto a ser considerado na eleição da Amac foram os votos dos prefeitos ligados ao senador Sérgio Petecão (PSD), pois Marilete Vitorino, até então era apenas mais uma eleitora. No caso de André Maia, ele era dado como eleitor certo para o candidato do PT, enquanto Marilete era uma incógnita, mas apontada como sendo um voto favorável ao prefeito da Capital. Em um dia, mudou tudo. Mesmo sendo integrante da chapa de Alexandre, André votou em Marilete, que só virou candidata pouco antes da eleição.

O nome da oposição era do cruzeirense Ilderlei Cordeiro, mas este retirou seu nome e aceitou ser vice/Foto: reprodução

Ilderlei recua e senadores viram o jogo

Além disso, até a véspera, o nome da oposição era do cruzeirense Ilderlei Cordeiro, mas este retirou seu nome e aceitou ser vice de Marilete. Com a estratégia dele, foi o último ato para unir os demais prefeitos em torno de um nome só. A ação de Gladson foi sentida nesses votos e denotam um contato muito próximo e afinado entre os dois senadores da oposição. Graças ao trabalho conjunto deles, a oposição venceu o primeiro embate em âmbito estadual.

A força do Juruá e do PMDB

Mas é claro que sem a participação do PMDB de Ilderlei Cordeiro e Vagner Sales, nada teria sido possível. O partido tem o maior número de prefeitos e somente Zezinho Barbary manteve o voto no PT. Mas até mesmo isso é uma prova da liderança hoje vinda do Juruá, terra natal de Gladson Cameli.

Feitas as contagens prévias e checados os critérios desempate, a oposição somente esperou calada a apuração dos votos. Como houve empate, a prefeita de Tarauacá foi declarada vencedora. Mas o quadro estava tão calculado que o vereador Roberto Duarte (PMDB) já estava ao lado de Marilete dando a solução antes mesmo da assessoria da Amac dizer o critério de desempate.

Amac continua com perfil técnico

Contudo, é preciso destacar que isso não implica em mudar a forma de ação técnica exercida pela Amac, pois a presidente Marilete Vitorino foi bem clara na afirmação de uma gestão técnica à frente do órgão. Mesmo os demais prefeitos, eleitores dela, votaram sabendo disso.

Mas é fato que tendo dois senadores na base de apoio do atual presidente, isso conta muito na liberação dos projetos junto aos ministérios federais. Pois essa foi a mensagem entendida pelos prefeitos ao votarem unidos na candidata da oposição.

A eleição de Marilete Vitorino foi um vitória política do senador Gladson Cameli (PP)/Foto: reprodução.

Prefeita Marilete Vitorino vistoria áreas alagadas



Da Assessoria de Comunicação - Ontem a prefeita Marilete Vitorino acompanhada do Tenente Gercimilton, comandante do Corpo de Bombeiros, esteve no final da tarde deste domingo visitando e vistoriando áreas atingidas pela enchente do rio Tarauacá.

Na última medição feita as 17 horas, o nível do rio chegou a 10,3m. A cota de alerta é de 8,5m e a cota de transbordamento é 9,5m.


Até o momento apenas uma famílias com 12 pessoas precisou ser removida para o abrigo improvisado numa escola do município. 

Segundo a prefeita toda equipe do governo está de prontidão para prestar a assistência devida aos tarauacaenses atingidos pela enchente. As pessoas que se encontram no abrigo estão recebendo alimentos e apoio de assistente social e psicóloga.

Abaixo-assinado pelo fim dos privilégios parlamentares já tem quase 100 mil assinaturas


Campanha é baseada em levantamento do Congresso em Foco que mostra que os deputados federais custam R$ 1 bilhão por ano. Objetivo é atingir 150 mil assinaturas


Campanha foi criada há nove meses e tem o objetivo de reunir 150 mil assinaturas


Gabriel Pontes - Um abaixo-assinado online que pede o fim dos privilégios dos deputados federais já tem  quase cem mil assinaturas. A campanha é baseada em levantamento do Congresso em Foco sobre os privilégios do parlamento brasileiro. Só os deputados, por exemplo, custam R$ 1 bilhão por ano ao contribuinte. O objetivo da iniciativa é atingir 150 mil apoiadores.


“Com R$ 1 bilhão por ano, seria possível construir hospitais e escolas pelo Brasil ao invés de gastar com os deputados”, diz o texto da campanha. “Tudo que pedimos é que deputados e senadores tenham um salário justo, condizente com o cargo que ocupam. Eles deveriam ter de contribuir com a Previdência por 35 anos e usar seus próprios carros, pagar sua própria gasolina, assim como qualquer cidadão”, conclui.

Entre os benefícios dos deputados, estão: Salário de R$ 33.763, auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça para morar, verba de R$ 92 mil para contratar até 25 funcionários, de R$ 30.416,80 a R$ 45.240,67 por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas. Dois salários no primeiro e no último mês da legislatura como ajuda de custo, ressarcimento de gastos com médicos.

Juntos, esses principais benefícios de um deputado federal brasileiro somam R$ 168,6 mil por mês. Considerando os 513 custam, em média, R$ 86 milhões ao contribuinte todo mês. Ou R$ 1 bilhão por ano.

Segundo o site onde o abaixo-assinado está hospedado, change.org, o documento será encaminhado ao Congresso Nacional. A campanha já tem nove meses. Após atingir a meta, os organizadores prometem também entregá-lo ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao Ministério Público Federal (MPF) e à Procuradoria Geral Eleitoral.

“Os privilégios dos políticos devem acabar em todos os níveis, desde vereadores até o presidente da republica”, defende Carlos Leão Ribeiro, de Santo Antonio da Alegria (SP), nos comentários.

Veja a tabela de benefícios dos deputados (até fevereiro de 2016):

Leia a íntegra do texto do abaixo-assinado:

“Uma pesquisa feita pelo prestigiado portal de notícias Congresso em Foco mostra que os deputados federais custam R$ 86 milhões por mês aos cidadãos brasileiros. Em plena crise econômica, o gasto com deputados é de R$ 1 bilhão por ano – tudo com dinheiro dos nossos impostos.

Assine para pedir o fim de privilégios que deputados e senadores recebem, quase sempre absurdos se comparados com os pagamentos de um trabalhador comum no Brasil.

Deputados recebem benefícios como:

- Salário de R$ 33.763

- Auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça

- Verba de R$ 92 mil por mês para ter até 25 funcionários

- Ajuda de custo de 2 salários no primeiro e no último mês da legislatura

- Verba de até R$ 45,2 mil por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo, divulgação do mandato, entre outras despesas.

Com R$ 1 bilhão por ano, seria possível construir hospitais e escolas pelo Brasil ao invés de gastar com os deputados. Repare que não estamos falando dos gastos com os senadores, que possivelmente são iguais ou até maiores.

Não estamos pedindo que os deputados fiquem sem salário, mas sim que gastos exorbitantes sejam cortados.

Tudo que pedimos é que deputados e senadores tenham um salário justo, condizente com o cargo que ocupam. Eles deveriam ter de contribuir com a Previdência por 30 anos e usar seus próprios carros, pagar sua própria gasolina, assim como qualquer cidadão.”

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29 de jan de 2017

Os cães latem, mas a caravana passa, não é assim que diz o provérbio pequinês?

Estão cobrando as autoridades pela cheia do rio Tarauacá.Bom, muito bom! Proponho algumas alternativas, se não tomarem, é 'gópi!'



Primeiro, podemos começar cobrando o código florestal que obriga a replantar na beiras dos rios para evitar o assoreamento. São quantos metros mesmo? 100? 200? Se você for uma pessoa séria, vai ler um texto abordando esse assunto, clicando aqui.

Segundo, podemos ir a um centro espírita e abrir uma linha direta com Deus pra pedir pra ele diminuir a intensidade tanto do  El ninho como da La ninhã.

Terceiro, cada morador pega um balde e vai lá no rio e tira um. Deve diminuir a 'alagação'. Mas tem que deixar em casa tapado pra evitar proliferação de mosquito até o rio baixar e jogar a água nele novamente.

40.000 mil baldes vezes 5 litros perfazem um total de 200.000 mil litros, que tal?

Os incautos e subservientes são tão desinformados que dizem a Prefeita está em Rio Branco, sendo que a mesma encontra-se na cidade.

American Airlines corta telas de entretenimento em aviões


Companhia aérea encomendou 100 novos Boeings sem o dispositivo por considerar que os passageiros já usam seus próprios eletrônicos a bordo

 Sistema de entretenimento de bordo em um Boeing 777 da American Airlines (Divulgação)


Da redação - A American Airlines cortou as telas de entretenimento, aquelas que ficam atrás das poltronas, em sua nova encomenda de aviões Boeing 737. A empresa pretende que os passageiros usem seus próprios dispositivos, como celulares e tablets, para essa finalidade. As cadeiras sem os aparelhos foram pedidas em 100 aeronaves, que devem entrar em operação até o final do ano nos Estados Unidos para vôos no país. Para compensar a ausência das telas, a American Airlines vai reforçar nessas unidades a infraestrutura de wifi – que será pago e cujo valor ainda não foi divulgado – e melhorar a oferta de conteúdo gratuito – como filmes, séries e música – por streaming.


Segundo a empresa, a redução na oferta do aparelho se justifica por causa do comportamento que seus clientes em relação às opções de eletrônicos à bordo. “Mais de 90% dos nossos passageiros já trazem um dispositivo móvel ou uma tela consigo quando voam. Esses telefones e tablets são atualizados constantemente, são fáceis de usar e, mais importante, são a tecnologia que nossos clientes escolheram”, disse a American Airlines em comunicado a funcionários distribuído na última terça-feira, ao qual o jornal The Telegraph teve acesso.

Comprar cadeiras que não tenha as telas destinadas ao uso dos passageiros, além da economia de quase 3 milhões de dólares (9,53 milhões de reais) por aeronave, traz também redução de custos com combustível. Em um Boeing 767 com 260 cadeiras, por exemplo, o peso dos equipamentos e cabos faria o avião consumir 90.000 dólares (286.000 reais) a mais por ano, segundo um cálculo do jornal The Wall Street Journal.

Defesa civil municipal em alerta por causa da elevação do nível do rio Tarauacá



Da Assessoria de Comunicação - Em decorrência das fortes chuvas que caem diariamente sobre a nossa região por conta do forte inverno amazônico, ocasionando a elevação do nível as águas de rios e igarapés que banham o município e consequentemente   as cheias dos rios Tarauacá e Murú, a prefeitura está tomando todas as precauções para uma possível enchente que possa desabrigar as famílias que habitam as áreas mais baixas da cidade.

O Rio Tarauacá encheu bastante e neste domingo, seu nível já atinge quase 10 metros. A cota de alerta é de 8,5m e a de transbordamento é de 9,5m. 

A Defesa Civil Municipal em parceria com o Corpo de Bombeiros, já está tomando as medidas preventivas para caso haja necessidade de remoção das famílias atingidas pelas águas.


A Prefeita Marilete Vitorino desde cedo conversou com membros da Defesa Civil e acionou seu secretariado para ajudar no que for preciso. 

Jyens Jardim, coordenador da Defesa civil Municipal informou que a Escola José Augusto de Araújo já está disponível caso haja necessidade de abrigar as famílias. 

"Preventivamente já providenciamos um local para abrigar as famílias, transporte e alimentação. Ainda não temos desabrigadas, porém, nosso governo está atento fazendo monitoramento em parceria com o Corpo de bombeiros", disse Jardim.

Caso alguma família precise ser removida, o contato deve ser feito com o corpo de bombeiros:

Telefone 193.  

México reclama do "Muro do Trump", mas construiu muro na fronteira com a Guatemala. O muro da vergonha


“El muro de la vergüenza” construido por México en su frontera con Guatemala

Gobierno de México construye de manera unilateral un bordo que delimita la frontera del país con Guatemala, estructura que es conocida en aquel país como “el muro de la vergüenza”, términos similares a los que utilizan los habitantes de la frontera norte para referirse a la valla que construyó Estados Unidos para evitar el flujo de migrantes.

Notícia Libre - El 7 de julio de 2014, tres meses antes de que Yader corriera por entre los recovecos de una montaña para evitar ser “cazado” por delincuentes y autoridades, el presidente Enrique Peña Nieto presentó en el municipio chiapaneco de Playas de Catazajá el Programa Frontera Sur.

El propósito de esta iniciativa, explicó el mandatario, es doble: por un lado, proteger los derechos de los migrantes cuando éstos se internan ilegalmente en México; y, por el otro, ordenar los cruces internacionales. Para ello, el presidente mandó la ejecución de cinco líneas de acción, entre las que se encuentran la obtención de una Tarjeta de Visitante Regional, combatir el tráfico de personas, y crear “centros de atención integral” en la frontera con Guatemala. Todo ello, siempre desde un enfoque de “protección al migrante”.

“El Programa Frontera Sur es un ejemplo de cómo se puede mejorar el trato a los migrantes”, aseveró el presidente de Guatemala, Otto Pérez Molina, invitado especial al evento, quien agradeció en varias ocasiones a Peña Nieto su “visión humanitaria” en el tema migratorio.

Sin embargo, pasada la euforia de los aplausos, organizaciones civiles y académicas, como la Clínica Jurídica de la UNAM, han señalado que la iniciativa del presidente es, en realidad, un plan que “se hizo al vapor” como respuesta a la presión de Estados Unidos para frenar el flujo migratorio.

Un plan, además, que no explica cómo se llevarán a cabo las acciones que plantea, y del que no hay información pública más allá del anuncio de Peña Nieto y del documento publicado un día después en el Diario Oficial de la Federación (DOF). Y un plan, en definitiva, que lejos de tener una “visión humanitaria” ha convertido a México en un coto de caza, en el que las autoridades han arrinconado a migrantes como Yader a tomar rutas alejadas de las poblaciones, donde los criminales los están esperando.

La empresa Ferrocarril del Sureste, propiedad de Grupo México, instaló una barda de concreto antinmigrantes.
La empresa Ferrocarril del Sureste, propiedad de Grupo México, instaló una barda de concreto antinmigrantes.

“Del Plan Frontera Sur sólo sabemos que hay dos hojas que presentó Peña Nieto. A partir de ahí, no hay nada. Hemos ido a la PGR, al Ejército, a la Policía Federal y a Migración, y nadie dice nada. Lo único que (sus funcionarios) saben es que esto viene de arriba, y que ellos tienen orden de detener y deportar”, señala el director de la casa del migrante La 72 de Tenosique, Tabasco, Fray Tomás González.“Lo cierto es que, hasta ahora, les ha salido muy bien el Programa. México está haciendo detenciones y deportaciones masivas de personas sin importarles quiénes son solicitantes de refugio por la violencia en Centroamérica”, agrega el activista, que como prueba de sus palabras remite a las cifras oficiales del Instituto Nacional de Migración, las cuales son reveladoras: 2014 fue el año con más capturas de migrantes desde 2007.

Así, de acuerdo con la Unidad de Política Migratoria del INM, en 2014 se registraron 119 mil 714 eventos de detención de centroamericanos.

Cabe precisar que un migrante puede ser detenido varias veces por las autoridades, por lo que estos “eventos de detención” no representan el número total de extranjeros capturados, sino el número de veces que se llevaron a cabo detenciones. Aún así, esta cifra significa que las detenciones aumentaron 48% en comparación con 2013; 46% si se compara con 2012; y 92% y 85% en relación a 2011 y 2010.

En el sur, cuatro estados concentran el 75% de las detenciones: Tabasco, Chiapas, Veracruz, y Oaxaca. En estas entidades las estadísticas muestran también una notable evolución en comparación con 2013: en Tabasco las capturas aumentaron 101%; en Chiapas, 46%; en Veracruz, 40%; y en Oaxaca, 24%.

En 2015 la tendencia de detenciones se mantiene al alza. En enero –mes en el que la migración es menor debido a las condiciones climatológicas adversas en la frontera Norte-, el INM registró poco más de 14 mil eventos de detención; cifra 123% mayor a la de enero de 2014. Desde 2006, nueve años atrás, no se tenía un dato tanto alto.

En cuanto a los migrantes menores de entre cero y 17 años de edad, en 2014 se realizaron 23 mil 096 eventos de detención en México, 140% más que en 2013.

“Es cierto que la población migrante infantil está viviendo una tragedia. Pero no es una tragedia que haya sucedido sólo entre abril y junio del año pasado, cuando se mostraron las fotos en las que menores de edad aparecían hacinados en los centros de detención de Texas. Esto es algo que ya viene de años atrás”, aclara el director del albergue La 72, Fray Tomás González.

“Por eso creemos que este mito de la migración infantil fue el verdadero pretexto para cerrar la puerta del sur de México –recalca el activista-. Y por supuesto que esto viene de Estados Unidos, tal y como se vio en la reunión que tuvieron Peña Nieto y Obama (el 6 de enero de 2015), en la que Peña dijo que México iba a seguir cooperando con Estados Unidos en el sellamiento de la frontera con Guatemala”.

“Se ha puesto más difícil cruzar México que Estados Unidos”

“No sabemos qué ha pasado –Orlin, hondureño de 24 años y ojos verde aceituna encoge los hombros sin perder de vista la posición estratégica de las fichas sobre el tablero de ajedrez-. Pero se ha puesto muy difícil la situación en México. Creo que ahora es más difícil para nosotros cruzar México que cruzar a Estados Unidos”.

Frente a él, un salvadoreño de 46 años que prefiere omitir su nombre, alto, flaco, y también de ojos verdes, se acaricia el bigote ralo que le hace una sombra en el labio superior y asiente con la cabeza.

“En el camino ahora hay muchos retenes. Ya no puedes ni caminar 15 minutos en combi sin que te salga la mentada volanta (camioneta) de migración, o sin que te encuentres un control -lamenta el hondureño, quien repone fuerzas y ánimo en el albergue Hermanos en el Camino, en Ixtepec, Oaxaca-. Además, en la combi tampoco puedes ir tranquilo. Los choferes están aliados con los de Migración; si te ven subir con mochila los llaman por teléfono para que se pongan adelante, y si no les das dinero te entregan con ellos. Por eso hemos tenido que tomar la opción de caminar”.

A unos metros de distancia de donde los indocumentados juegan la partida de ajedrez, detrás de una puerta enrejada del albergue Hermanos en el Camino, una solitaria fila de vagones se desliza sobre los rieles emitiendo un lúgubre ruido metálico.

Ante la escena, se cuestiona a los dos centroamericanos sobre los riesgos de viajar en un viejo ferrocarril de carga, y sobre la medida del gobierno de mexicano de impedir que los indocumentados suban a ‘La Bestia’.

“Sí, el tren es peligroso –admite Orlin, que voltea la mirada aceitunada hacia el ferrocarril que pasa a lo lejos-. Pero por culpa de migración nos toca buscar rutas que son más peligrosas que ese tren. En los caminos hay robos, secuestros y violaciones, ¡y ahí no hay ninguna autoridad que te cuide! –extiende los brazos, dejando a la vista su apellido tatuado con letras góticas en el antebrazo derecho-. En el tren, al menos tienes un chance de escaparte. Pero caminando solos por la montaña, ¿qué podemos hacer? –traza de nuevo una cruz en el aire-. ¿Si nos matan en el monte quién se va a dar cuenta?”

El salvadoreño de 46 años rompe el silencio y la concentración de la partida de ajedrez. Se acomoda la gorra sobre la cabeza menuda y comienza a relatar que él también fue asaltado, “como todos los migrantes que estamos en este albergue”.

“Nos bajamos del tren para rodear un retén y cerca de las vías nos salieron tres personas. Nos quitaron 20 pesos, nos tiraron al suelo y, como no traíamos más dinero, nos agarraron a patadas”, cuenta el migrante, que apunta a las autoridades como las responsables de las agresiones.

“Para mí, esto es culpa de Migración. Porque ahora andan en las vías correteándonos, y ya nos persiguen hasta con los soldados, como si fuéramos los peores criminales. Y no se dan cuenta de que están dando de comer a los asaltantes porque, cuando nos persiguen, nosotros nos metemos a la montaña. Y allí es donde vamos a caer en sus manos”.

“Entonces –remata-, es mentira eso que dice el gobierno de México de que con ese plan nos van a proteger. ¿O es que protegernos es perseguirnos como animales? –cuestiona enojado-. Yo creo que protegernos sería que nos dijeran: ‘muchachos, no se suban al tren porque la cosa está así con los delincuentes’. Pero lo que están haciendo es ponernos en bandeja para los criminales. Nos están mandando pal matadero”.

28 de jan de 2017

Petrobras reduz preços do diesel e gasolina nas refinarias


Redução segue nova política de preços da Petrobras
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Cristina Indio do Brasi - A Petrobras anunciou hoje (26) redução no preço do diesel nas refinarias em 5,1%, em média, e da gasolina em 1,4%, em média. Os novos valores começam a ser aplicados amanhã (27).

A redução nas refinarias não necessariamente chegará aos consumidores porque a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores”, informou a Petrobras.

Pelos cálculos da empresa, se o ajuste for repassado integralmente e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 0,4% ou R$ 0,02 por litro, em média.

Política de preços

As mudanças anunciadas hoje seguem a política de preços da estatal divulgada em outubro de 2016. A companhia reafirmou a intenção de rever os preços pelo menos uma vez a cada 30 dias, política que dá “a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade”.

Segundo a Petrobras, os novos preços mantêm a margem positiva em relação à paridade internacional. As alterações são resultado da valorização do real desde a última revisão de preços, de ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno e da redução dos preços dos derivados nos mercados internacionais, em particular do diesel, que registrou elevação de estoques por causa de inverno menos rigoroso do que o previsto no Hemisfério Norte, de acordo com a estatal.

Três excelentes notícias que os tarauacaenses tiveram essa semana


Fotos arquivo pessoal e Assessoria de Comunicação

A primeira é a assinatura da Prefeita Marilete Vitorino do termo de cooperação para que o município possa passar a emitir as Carteiras de Trabalho e Previdência Social - CTPS, com a instalação do Novo Sistema de Emissão do documento fazendo que o munícipe não tenha mais que se dirigir a Feijó município equidistante 46 Km de distância para dar entrada e posteriormente ir buscar a carteira, perfazendo quase 200 Km nesse processo, perdendo tempo e dinheiro.

Em entrevista à TV Acre disse a Prefeita:
"Em breve estaremos emitindo esse documento e nossa população não precisará mais passar por transtornos para ter esse direito respeitado".


A segunda boa notícia e a mais comentada em todo o Estado foi sua eleição legítima para presidência da AMAC (Associação dos Municípios do Acre), desbancando o Prefeito Marcos Alexandre (PT), da mais poderosa prefeitura do Estado que é a de Rio Branco. Mesmo sem esperar mais preparada, a Prefeita Marilete Vitorino afastou qualquer rivalidade. “Vamos precisar de ajuda de todos, da ajuda do senhor, prefeito Marcus Alexandre.”


E a terceira para fechar a semana foi reunir-se com os representantes do Ministério publico do trabalho, e assinar o Termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado entre prefeitura e MT para o combate ao trabalho infantil no município, TAC esse que vinha sendo descumprido pela gestão passada e que poderia levar a Prefeitura à sansões financeiras. 

Os sistes que o consumidor deve evitar, segundo o PROCON


Diz o Procon: na hora da compra, evite esses sites
Confira a lista de endereços online que não são considerados seguros para o consumidor
A lista foi elaborada a partir de denúncias dos consumidores


Carla Monteiro  - O Procon-SP (Fundação de Proteção ao Consumidor de São Paulo) atualizou, nesta semana, sua lista de sites de e-commerce que devem ser evitados pelo consumidor. O catálogo é composto por 510 endereços eletrônicos considerados inseguros para a realização de compras pela internet. Segundo o órgão, os sites incluídos são de empresas que tiveram reclamações registradas, foram notificadas sobre o problema, mas não responderam ao contato. Há também aquelas que nem foram encontradas, na tentativa de intermediação com o cliente. Ou seja, tudo indica que possam ser golpistas.


Em resposta a e-mail enviado pelo site de VEJA, o Procon-SP passou dicas de como identificar quando um site não é crível. Por exemplo, alertou que o consumidor precisa desconfiar de ofertas vantajosas e procurar, na página, por documentos que comprovem a existência da empresa, como seu CNPJ e sua razão social. Completou a fundação: “Busque informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas; não compre em sites em que a forma de pagamento é apenas boleto bancário ou depósito em conta corrente; e imprima ou salve todos os documentos que comprovem a negociação”.

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Dois casos que merecem desconfiança, por exemplo, são os da loja online Magazine Fernando, que vende diversos produtos, de roupas a livros, e o da Venda Anabolizante, comerciante de anabolizantes. Ambos ainda estão no ar, inclusive. Mesmo sendo considerados inseguros, de acordo com o Procon. Já outros endereços identificados pelo órgão, como o PC Computadores e a Perfumeuro, já não operam mais.

Para não cair em armadilhas, confira a lista completa neste link.

27 de jan de 2017

Após empate eleitoral com Marcus Alexandre, prefeita Marilete Vitorino é escolhida presidente da Amac por critério de idade



Luciano Tavares AC 24Hs - Escalada de última hora para compor a chapa da oposição para a presidência da Associação dos Municípios do Acre, a prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino (PSD), foi escolhida para ser a presidente da entidade por critério de idade. Na eleição, houve empate de 11 a 11 entre ela e o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre Viana, do PT, até então presidente.

A escolha de Marilete teve como base o artigo 21 da Amac que diz: “Em caso de empate assumirá o candidato mais velho”.

O candidato da oposição seria o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, do PMDB, mas, articuladores oposicionistas calcularam os votos nos bastidores e decidiram colocar como cabeça de chapa a prefeita tarauacaense pensando no empate e escolha pelo critério de idade.

Após o resultado do pleito, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre Viana, foi o primeiro a falar. “A Amac é uma entidade dos prefeitos. A prefeitura de Rio Branco vai estar sempre à disposição”, disse.

Marilete Vitorino falou em parceria e afastou qualquer rivalidade. “Vamos precisar de ajuda de todos, da ajuda do senhor, prefeito Marcus Alexandre.”

Chapa 02

Presidente: Marilete Vitorino (PSD)
Vice: Ilderlei Cordeiro (PMDB)
Tanizio Sá (PMDB)

Chapa 1 (derrotada)

Presidente: Marcus Alexandre (PT)
Vice-presidente: Zezinho Barbary (PMDB)
Secretário: André Maia (PSD)

“Governador e comissionados só deveriam normalizar salários após Estado quitar suas dívidas”, diz Sinhasique


Além disso fornecedores de medicamentos e materiais cirúrgicos com alto volume de recursos também à espera de receber

 Sinhasique disparou críticas ao pagamento normalizado dos comissionados /Foto: Reprodução


Régis Paiva - O retorno do pagamento integral dos salários dos mandatários do Estado, incluído neste item o governador, vice, secretários e demais cargos comissionados, enquanto o Governo do Acre deve altas quantias de dinheiro aos fornecedores, deixou a deputada Eliane Sinhasique bastante irritada. A medida anunciada como uma das atitudes para o controle dos gastos públicos em meados de 2016 durou apenas seis meses.


“Governador só deveria voltar a pagar os salários integrais dele, dos secretários e dos assessores depois de quitar todas as suas dívidas do Estado com os fornecedores”, afirmou a deputada. Segundo Sinhasique, ainda hoje existem várias empresas terceirizadas cujos pagamentos estão atrasados.

Além disso fornecedores de medicamentos e materiais cirúrgicos com alto volume de recursos também à espera de receber. A Lei Complementar n° 321/2016 reduziu temporariamente a remuneração dos cargos em comissão no âmbito da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo. O texto perdeu a validade no dia 31 de dezembro de 2016, voltando tudo aos mesmos valores pagos anteriormente.

Confiança da construção no Brasil tem em janeiro maior nível desde meados de 2015, diz FGV



 Thaís Freitas - A confiança da construção brasileira iniciou o ano em alta e atingindo o maior nível desde meados de 2015, com melhora tanto das expectativas quanto da avaliação da situação atual, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.


O Índice de Confiança da Construção (ICST) do Brasil subiu 2,5 pontos em janeiro e atingiu 74,5 pontos, maior patamar desde junho de 2015, quando chegou a 76,2 pontos.

"A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série", destacou em nota a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.

O Índice de Expectativas (IE-ICST) aumentou 3,4 pontos, para 84 pontos, favorecido pela demanda nos próximos três meses. Já O Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 1,5 ponto, para 65,3 pontos, com destaque para o indicador que mede a situação atual dos negócios.

Apesar da melhora em janeiro, a coordenadora da FGV/Ibre destacou que ainda não é possível visualizar uma virada no setor já que ainda não há uma melhora de fato dos negócios.

"...não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas", completou ela.

Em nota separada, a FGV informou ainda que o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC-M) subiu 0,29 por cento em janeiro, após alta de 0,36 por cento no mês anterior.