9 de abr. de 2020

Laboratório brasileiro desenvolve teste nacional para covid-19


Centro afirma que produção pode chegar a 30 mil testes por dia
 

Pedro Ivo de Oliveira - O Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) anunciou hoje (08), por meio de nota, que está trabalhando em uma versão nacional dos kits de diagnóstico rápido de covid-19. O novo teste será produzido com insumos nacionais e terá um índice de detecção superior ao dos kits importados.

“A cada novo país o vírus sofre mutações e vai se adaptando. Os kits diagnósticos produzidos com anticorpos e antígenos importados podem ter baixa sensibilidade de detecção no Brasil, uma vez que não são adaptados à nossa realidade viral, por isso a necessidade de produção de um kit com insumos nacionais para atender à específica e crescente demanda brasileira", afirmou Fábio Calderaro, gestor do CBA.

Segundo Calderaro, a técnica de produção com materiais e antígenos nacionais poderá ser distribuída para diferentes centros de produção, o que seria suficiente para suprir a demanda nacional mínima determinada pelo ministério da Saúde, que é de 30 mil testes por dia. A medida, no entanto, necessita do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e, de acordo com o gestor, a meta só poderá ser atingida daqui a 4 meses, após a autorização do órgão.

Calderaro afirmou ainda que o novo kit de detecção - desenvolvido com antígenos de brasileiros que foram infectados pela doença - é mais eficaz e mais sensível ao vírus. “A cada novo país o vírus sofre mutações e vai se adaptando. Os kits de diagnósticos produzidos com anticorpos e antígenos importados podem ter baixa sensibilidade de detecção no Brasil, uma vez que não são adaptados à nossa realidade viral”.

Até o momento, o Brasil utiliza dezessete marcas diferentes de kits para diagnóstico rápido de Covid-19, todos autorizados pela Anvisa. “Todas [as marcas de kits] utilizam anticorpos e demais insumos importados, em sua maior parte, da China. Portanto somos dependentes do mercado externo, que atualmente também demanda muito dos mesmos insumos por conta da crise pandêmica”, apontou Calderaro.

Diagnóstico
O kit nacional de detecção do vírus SARS-cov-2 será parecido com o que já é utilizado para diagnóstico de HIV e de dengue. O paciente usa uma fita descartável, onde uma amostra de sangue ou saliva é depositada. A amostra passa por uma reação química, e a indicação da presença ou ausência do vírus vem alguns minutos depois. De acordo com o doutor em biotecnologia e pesquisador Diogo Castro, líder do estudo, grande parte do projeto do teste já está pronta. “Já temos a plataforma de produção de anticorpos e antígenos consolidada e estamos trabalhando para inseri-los na fita do teste rápido e disponibilizar para a sociedade”, afirmou.

Estrutura
Segundo Calderaro, a produção em massa dos kits de diagnóstico rápido no estado do Amazonas poderá ser utilizada, futuramente, como polo de produção em massa do produto, mas para o diagnóstico de doenças diferentes. “A mesma fábrica adotada pelo CBA para a covid-19 poderá ser utilizada para produção de outros anticorpos e testes para diagnóstico de outras doenças de importância regional e nacional”, afirmou. 

Coronavírus: Coquetel de hidroxicloroquina, sulfato de zinco e azitromicina está mostrando resultados fenomenais com 900 pacientes curados em Nova York


Imagem: Dr. Vladimir Zelenko

Thaís Garcia - Nas últimas três semanas, o médico de família Dr. Vladimir Zelenko tem feito um excelente trabalho no tratamento de pacientes com COVID-19 em Nova York, informou o site TechStartups.

Zelenko tratou 900 pacientes com coronavírus chinês com 99,9% de sucesso usando a hidroxicloroquina, 1 paciente ambulatorial morreu após não seguir o protocolo.

Enquanto isso, mais médicos estão obtendo sucesso com hidroxicloroquina e sulfato de zinco no tratamento de pacientes com o vírus chinês, de acordo com um relatório da ABC News. 12 médicos franceses também entraram com uma petição pedindo ao Primeiro Ministro e Ministro da Saúde francês para disponibilizar urgentemente a hidroxicloroquina em todas as farmácias hospitalares francesas.

O Dr. Zelenko trouxe novas e encorajadoras atualizações sobre o tratamento . Em um vídeo de uma hora (neste link e em Inglês), ele fornece uma explicação médica detalhada sobre por que seu coquetel de sulfato de hidroxicloroquina, zinco e azitromicina funciona e por que a combinação dos três medicamentos é realmente necessária para matar o coronavírus chinês.

Tratamento preventivo

Ao contrário do método convencional de admissão de pacientes nos hospitais, a abordagem do Dr. Zelenko é fornecer tratamento aos pacientes antes que a situação piore, para que eles não precisem ser internados no hospital.

Sua abordagem tem sido tão eficaz a ponto de tratar 900 pacientes com coronavírus com uma taxa de 99,99%. Sua abordagem é fornecer tratamento às pessoas para que elas não precisem ser colocadas em ventiladores. Seu regime de tratamento ambulatorial, que custa apenas US $ 12, é o seguinte:

Hidroxicloroquina 200mg duas vezes ao dia por 5 dias.
Azitromicina 500 mg uma vez ao dia por 5 dias.
Sulfato de zinco 220mg uma vez ao dia por 5 dias.

Em uma carta aberta a profissionais médicos de todo o mundo, o Dr. Zelenko disse o seguinte:

“A lógica do meu plano de tratamento é a seguinte. Combinei os dados disponíveis na China e na Coréia do Sul com o estudo recém publicado na França. Sabemos que a hidroxicloroquina ajuda o zinco a entrar na célula. Sabemos que o zinco retarda a replicação viral dentro da célula. Quanto ao uso da azitromicina, eu postulo que evita infecções bacterianas secundárias. Esses três medicamentos são bem conhecidos e geralmente bem tolerados, portanto, o risco para o paciente é baixo.”

Neste novo vídeo, o Dr. Zelenko explicou que a hidroxicloroquina ajuda o zinco a penetrar na célula (o zinco desacelera a replicação viral na célula). Ele afirmou que a azitromicina combate infecções secundárias.

Zelenko está surpreso que muitos outros médicos operem com uma “mentalidade de tempo de paz”. Em vez disso, ele pede bravura e ajuste de mentalidade.

Principal alvo da operação, filho do deputado Manoel Moraes é preso pela polícia


O empresário Cristian Silva Salves, filho do deputado estadual Manoel Moraes (PSB), foi um dos 7 presos durante a operação Mitocôndria, desencadeada pela Polícia Civil, através da Delegacia de Combate à corrupção – DECOR e Departamento de Inteligência – DI, na manhã desta quinta-feira, 9.

As autoridades cumprem ainda 20 mandados de busca e apreensão as sedes de 4 empresas em Rio Branco, Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.


Outro preso seria o cunhado do deputado, conhecido por Manoel Tarauacá, que teria sido detido em Rio Branco. Todas as empresas ligadas a família do parlamentar foram visitadas pela polícia. Em um dos armazéns os agentes da PC encontraram armas.

Como o ac24horas adiantou em duas reportagens publicadas nesta semana, um esquema pode ter movimentado mais de R$ 20 milhões no desvio de recursos públicos destinado a merenda escolar no Acre.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos.

A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

A prática do canibalismo no auge na Revolução Cultural da China



Tiioda/22/01/1997 — A Revolução Cultural levada à prática pelo ditador Mao Tsé-tung a partir de 1966, entre outras atrocidades, permitiu abertamente o canibalismo em algumas regiões da China. A denúncia consta do livro “História de Canibalismo Na China Moderna”, lançado pelo chinês Zheng Yi, nos Estados Unidos. Por causa das inúmeras denúncias, ele voltou, na década de 1980, à região de Guangxi para fazer uma pesquisa de campo. Descobriu que a antropofagia não havia se limitado a episódios isolados de fanatismo. Centenas de “inimigos do povo” foram devorados. De acordo com a pesquisa, na década de 1970, era possível encontrar um chefe político carregando a perna de um cadáver ou presenciar um churrasco numa escola no qual os estudantes assavam pedaços do diretor assassinado.

Mao Tsé-tung: o grande carniceiro

As histórias do livro nunca foram confirmadas nem desmentidas pelo Partido Comunista Chinês. O autor só conseguiu investigá-las porque, em 1986, ainda era considerado um comunista leal. Graças às suas conexões em Pequim, pôde xeretar arquivos oficiais, copiar documentos e entrevistar parentes das vítimas do canibalismo. Conversou também com canibais confessos, que se disseram nem um pouco arrependidos. Segundo esses canibais, quase não se usavam balas nas execuções: a pedagogia revolucionária recomendava, por economia, o emprego de socos, porretes e pedras. Na hora de descarnar os corpos, dava-se preferência ao coração, ao fígado e à genitália, órgãos a que os chineses atribuíam poderes medicinais. O PC chinês nunca sancionou a prática, mas tampouco se empenhou em coibi-la.

Trecho do Livro
Deng Jifang, morador de Sishao, uma aldeia da região autônoma de Guangxi, no sul da China, foi condenado à morte em 1968, no auge da Revolução Cultural. Seu crime: ser filho de um grande proprietário de terras. O julgamento foi público e a sentença proferida na praça central da aldeia.

— O que faremos com esse inimigo da revolução? — perguntou o juiz à turba?
— Lincha, lincha — foi a resposta

A própria multidão executou a sentença com pauladas e pedradas. Morto o inimigo da revolução, começou então o rito medonho: a retalhação do cadáver e a distribuição dos pedaços para que fossem comidos pelos presentes. “A primeira faca que usei não tinha corte. Joguei fora e com outra mais afiada abri seu peito de alto a baixo”, conta Yi Wansheng, o homem que esfolou o condenado. “Mas, quando tentei cortar o coração e o fígado, o sangue era tão quente que tive de esperar esfriar um pouco. Arranquei, então, os dois órgãos, cortei tudo em pedacinhos e entreguei para o povo.” À noite, os pedaços foram cozidos e comidos pelos habitantes de Sishao.

Texto extraído da matéria “Canibais de Mao”, do jornalista Izalco Sardenberg, publicada na revista Veja, edição de 22 de janeiro de 1997, página 48.

Site de notícias financiado por Soros diz: “a crise do coronavírus é o momento perfeito para abolir a família”



Thaís Garcia - O site de notícias openDemocracy, financiado pelo globalista George Soros, está usando a sensibilidade crescente das pessoas no Reino Unido durante a pandemia de coronavírus chinês para promover uma agenda antifamiliar e pedir que as famílias sejam abolidas.

A openDemocracy publicou um artigo intitulado “A crise do coronavírus mostra que é hora de abolir a família” em seu site, onde a autora Sophie Lewis argumenta contra as deficiências percebidas na família nuclear que supostamente a crise teria exacerbado.

Família nuclear é um termo usado para definir um casal de adultos, homem e mulher, e pode ter qualquer número de crianças. Historicamente, a família nuclear é a unidade familiar predominante e o fundamento de uma sociedade estável.

Sophia Lewis diz no artigo que a crise é o momento certo para as pessoas “se libertarem do lar da família nuclear”.

O artigo afirma que os lares são ambientes inseguros e o coronavírus chinês levará a um aumento no abuso, fazendo fortes alegações de que os domicílios particulares apresentam “estupro de crianças” e “bullying da classe LGBT”.

A autora afirma que pessoas LGBTs não estão seguras dentro de casas.

“O grupo LGBT e especialmente os muito idosos e muito jovens, não estão seguros lá: seu florescimento no lar capitalista é a exceção, não a regra”.

O artigo continua afirmando que as famílias estão repletas de pais patriarcais e os ambientes familiares são inseguros devido à “mistificação da forma de casal; a romantização do parentesco; e a higienização do espaço fundamentalmente inseguro que é propriedade privada”.

O artigo pede principalmente uma série de propostas socialistas, que devem ter precedência sobre a família. Ao mesmo tempo, o artigo também não oferece uma solução real para o que substituiria a unidade da família nuclear.

No artigo, Lewis faz várias outras chamadas à ação:

“Liberte todos os prisioneiros e detidos agora, refaça as instalações de atendimento [para idosos] como espaçosas vilas autolideradas e demita todos os trabalhadores com salário integral, para que possam deixar suas camas para sempre, e vão morar com seus amigos e buscar preguiça por pelo menos na próxima década”.

Não há dúvida de que o #FicaEmCasa podem levar a um aumento nos casos de estresse e, em alguns casos, também de abusos e violência familiar, no entanto, apesar da visão sombria das famílias oferecida pela autora do artigo do openDemocracy, pesquisas mostram que a crise está, na maioria dos casos, realmente aproximando famílias.

Uma pesquisa realizada pela Gallup mostra que quase 9 em cada 10 crianças (89%) relatam sentir “felicidade” ficando em casa com os pais durante a crise do coronavírus chinês.

Além disso, pesquisas substanciais mostram que famílias com um dos pais desaparecidos têm um impacto substancialmente negativo nos resultados das crianças. Criadas em famílias monoparentais, é mais provável que as crianças falhem em progredir na escola e se tornem menos propensas a concluir o ensino médio.

A pesquisa também mostra taxas mais altas de depressão em crianças de famílias monoparentais do que em crianças em uma família nuclear.

Quaisquer alegações de que a abolição da família nuclear seja boa para as crianças parecem ser contestadas por pesquisas que mostram que mesmo a perda de um dos pais tem um efeito dramaticamente negativo nas crianças.

De acordo com dados do openDemocracy, a fundação globalista Open Society Foundation de Soros é um dos principais doadores do site de notícias, que publica uma variedade de material “progressivo”.

Com informações, Remix.

Ministro do STF confirma proibição de transporte fluvial no Amazonas



O ministro Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), chancelou, nesta terça-feira, 7, a proibição do transporte fluvial de passageiros no Amazonas decretada pelo governo estadual como medida para conter o avanço do coronavírus no interior do Estado.

Barroso também derrubou a parte da decisão do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que declarou inconstitucional o Artigo 3º da Medida Provisória nº 926/2020, do Governo Federal, que condiciona a restrição de passageiros em rodovias, portos e aeroportos a um parecer técnico da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Considero, porém, que tal comando não afeta o resultado prático do ato impugnado, permanecendo válida a proibição ao transporte fluvial para fins de passeio no Estado do Amazonas”, afirmou Barroso, em julgamento de recurso apresentado pela União contra decisão do TRF1 que confirmou a validade do Decreto nº 42.087, do Governo do Amazonas.

Na mesma decisão, o ministro determinou que a juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe esclareça o sentido da expressão transporte fluvial de “passeio” incluída na decisão tomada no dia 28 de fevereiro, que julgou ilegal o trecho da MP do Governo Federal e mandou parar o transporte fluvial no Amazonas.

Em sua decisão, Fraxe declarou que houve omissão da Anvisa no Amazonas porque “nota técnica não contempla a realidade local, seja porque não existe equipe de fiscalização nos portos do Amazonas”.

A magistrada também disse que é “completamente ineficaz a mera colocação de recomendações de lavar as mãos e passar álcool gel, uma vez que o transporte de passageiros em barcos de passeio é caracterizado por aglomerações”.

Publicada MP que isenta consumidor pobre de pagar conta de luz


A medida atinge quem tem consumo mensal inferior ou igual a 220 kWh
 

A população pobre, com consumo mensal de energia elétrica inferior ou igual a 220 quilowatts-hora (kWh), está isenta de pagar a conta de luz, no período de 1º de abril a 30 de junho deste ano. É o que determina a Medida Provisória (MP) nº 950, de 8 de abril de 2020, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, dessa quarta-feira (8).

Para isso, fica a União autorizada a destinar recursos para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), limitado a R$ 900 milhões, a fim de cobrir os descontos relativos à tarifa de fornecimento de energia elétrica dos consumidores incluídos na Tarifa Social.

Assim, o "governo soluciona as duas questões mais urgentes identificadas pelas equipes do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Economia: a perda da capacidade de pagamento dos consumidores de baixa renda, beneficiários da tarifa social, e a perda da capacidade financeira das distribuidoras de energia elétrica, com o aumento da inadimplência e a redução do consumo de energia", informa o ministério.

A medida decorre das ações temporárias emergenciais destinadas ao setor elétrico para enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia de coronavírus (covid-19).

A decisão do governo federal de isentar a tarifa de energia elétrica dos consumidores de baixa renda foi uma das medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro, durante pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, na noite de ontem.

8 de abr. de 2020

General Mourão manda recado aos incautos e dá um banho de água fria em quem achava que estava conseguindo alguma coisa


Só nas primeiras horas em que o aplicativo do Auxílio Emergencial ficou disponível, foram feitos 13 milhões de cadastros


O presidente da CEF explica que os saques terão um cronograma ainda a ser definido, para evitar aglomerações. 

Bolsonaro intervém e Índia retira restrições para exportação de cloroquina


Jair Bolsonaro e Narendra Modi

Após pedido do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o governo da Índia suspendeu parcialmente as restrições que haviam sido impostas contra a exportação do medicamento cloroquina.

A boa relação entre os líderes foi o grande diferencial para a decisão.

A partir de agora, as exportações de cloroquina e demais insumos para produção do mesmo - desde que tenha disponibilidade de estoque - serão permitidas ao Brasil e EUA.

O medicamento vem sendo utilizado no tratamento de pessoas infectadas com o Covid-19 e tem mostrado resultados bastante positivos.

Segundo informações, neste primeiro momento as remessas indianas dos medicamentos serão restritas e a permissão será baseada em questões humanitárias.

Bolsonaro afirmou nas rede sociais que havia solicitado o fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção de cloroquina e aproveitou para confirmar o bom relacionamento entre Brasil e Índia.

“Não mediremos esforços para salvar vidas”, escreveu o presidente.

Confira:

BR-CN - O Ano do Rato - As ações do Embaixador Yang Wanming


O Yang Wanming transitando pelo cenário geopolítico latino-americano sem quase ser notado, mas não sem efeitos

Matérias Relacionadas

Matérias sobre as ações e ataques da China ao Brasil e ao Governo Brasileiro


Leonardo Coutinho
Gazeta do Povo


No calendário chinês, 2020 é dedicado ao rato. Perdoem-me os fãs do roedor (se é que eles existem), mas eles são um dos animais mais asquerosos que, nas sombras, convivem entre nós. Competem com as baratas no pódio dos bichos mais nojentos e sujos. Basta se lembrar daquela música dos Titãs.

Nesta semana, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, veio à luz. Servindo em seu quinto posto na América Latina, ele construiu sua reputação como um homem discreto desempenhando o seu papel e colocando em prática os planos de Pequim sem fazer barulho. Transitando pelo cenário geopolítico latino-americano sem quase ser notado, mas não sem efeitos. Ele já foi terceiro secretário na embaixada na Argentina; conselheiro na representação no México; e embaixador no Chile e na Argentina antes de desembarcar no Brasil em março do ano passado. Experiência que fez com que ele chefiasse o departamento de América Latina do Governo chinês.

Mas Wanming quebrou a regra nesta semana. E não o fez de forma autônoma ou não calculada. Quem entende minimamente o funcionamento das manifestações na diplomacia ou tem apenas uma vaga ideia de como as coisas funcionam na China sabe que a violência com a qual o diplomata reagiu a uma postagem no Twitter só pode ter acontecido com sob as ordens do Partido Comunista Chinês, ou até possivelmente do presidente Xi Jinping.

Wanming saiu da toca para atacar o governo brasileiro. A postagem do filho do presidente e deputado Eduardo Bolsonaro foi apenas o gatilho para a China aproveitar e demarcar sua posição. A nota da embaixada é clara. Combinada com as mensagens postadas por eles e o embaixador no Twitter, ela é uma ameaça. Façam o que eu mando ou sofrerão as consequências.

O chiado dos chineses se dá quando o governo brasileiro passa pelo seu momento mais conturbado. Seja pelos efeitos globais do vírus chinês, seja pelas questões internas. No tabuleiro chinês, não há hora melhor para o golpe. Recomendo a leitura (infelizmente apenas em chinês e inglês) de um livro redigido por dois generais daquele país. No texto, que é empregado como doutrina militar pelo regime, há o “mapa” que indica como o país deveria combater, de forma não-bélica, as potências ocidentais, a fim de (re)conquistar relevância global. O que está acontecendo no Brasil está bem descrito no trabalho. Um dos pontos em questão pode ser lido a partir da página 146.

Na Argentina, país onde Wanming serviu como embaixador de 2014 a 2018, sua reputação dentro de alguns círculos mais exclusivos do governo anterior é a de um rato. Ele foi arquiteto de uma das maiores trapaças diplomáticas da história argentina e provavelmente mundial.

Poucos meses depois que assumiu a embaixada da China em Buenos Aires, ele conseguiu firmar com os argentinos um acordo de cooperação na área de ciência e tecnologia recheado de boas intenções. O Congresso argentino, então recheado de kirchneristas, aprovou a construção de uma base de satélites chinesa no deserto da Patagônia. A maior do gênero fora da China. O empreendimento erguido com a promessa de uso civil ajudaria os argentinos com o provimento de uma dados científicos derivados das pesquisas espaciais que os chineses desenvolveriam ali.

Em 2016, ainda recém-empossado, o então presidente da Argentina Mauricio Macri se deu conta de um problema. Os argentinos não podiam ter acesso às instalações que estavam sendo construídas pelos chineses. Então ele determinou que a ministra das relações exteriores Susana Malcorra chamasse o embaixador Wanming para uma conversa. Macri não estava de acordo com a perda de soberania da Argentina sobre parte de seu território.

Além da falta de cumprimento do contrato, que prevê que os chineses informem sobre as atividades desenvolvidas na base, Macri pedia uma revisão dos termos, pois considerava inaceitável o fato de que as instalações chinesas continuassem inacessíveis aos argentinos. Segundo o relato de um ex-funcionário argentino, Wanming foi extremamente solicito. Em perfeito espanhol, disse para chanceler que estava às ordens. Que a Argentina apresentasse todas as sugestões desejadas. Com o sorriso no rosto, ele recomendou apenas que fossem observadas algumas cláusulas que fez questão de citar.

Foi então que os argentinos se deram conta da armadilha. A revisão do contrato da base implicaria na revisão de todos os contratos com a China. Estavam em jogo bilhões de dólares em empréstimos e investimentos. Macri se viu sequestrado. Calou-se e Wanming venceu, sem disparar um tiro e sem ganhar a atenção do mundo fincou na América do Sul uma autêntica instalação militar.

O envio de Wanming para o Brasil não foi casual. Ele chegou ao país na largada do governo Bolsonaro e com uma missão. Ao longo do ano passado, ele, ao seu estilo discreto, mas direto, mandou várias mensagens para o governo. Enviou generais chineses para tentar convencer seus pares brasileiros sobre a necessidade de “escolher um lado” no mundo. Chegou a prometer um acordo de cooperação militar com Brasil em troca do rompimento com os Estados Unidos e replicou o modelo de diplomacia que adotou na Argentina: a cooptação de elites.

Com a ajuda de empresários e políticos, a Wanming fez o que fez. Assustadoramente, no Brasil não tem sido diferente. A cegueira provocada pelas disputas políticas internas aliada à sinodependêcia de nossa economia está nos levando ao mesmo destino. Não falta muito para assumirmos uma posição que cabe em outra acepção de ratos.

China deve ser processada por US $ 6,5 trilhões por danos do coronavírus, diz top think tank do Reino Unido



Ricardo Roveran - O site The Sydney Morning Herald publicou no domingo (5/4), uma matéria informando que a China “deve ser processada sob a lei internacional” em trilhões de dólares por ter acobertado o início da pandemia de coronavírus.

Confira abaixo a tradução da matéria publicada pela jornalista Latika Bourke

Londres: A China deve ser processada sob a lei internacional por trilhões de dólares por seu acobertamento inicial da pandemia de coronavírus, que causou mais de 60.000 mortes e trilhões de dólares em danos econômicos, diz um novo relatório.

O relatório disse que os danos devem ser gastos pelo menos nos US $ 3,2 trilhões (US $ 6,5 trilhões) gastos pelas nações do G7, sustentando suas economias domésticas, à medida que os governos obrigam seus cidadãos a ficar em casa para tentar conter a propagação da doença.

E destacou os US $ 130 bilhões em apoio do governo do primeiro-ministro Scott Morrison, sem precedentes, para trabalhadores e empresas, dizendo que os australianos também deveriam pelo menos esse valor em compensação.

Figuras chinesas, incluindo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, endossaram alegações especulativas e infundadas de que o vírus foi importado para Wuhan pelas forças armadas dos Estados Unidos, em vez de emergir no Mercado Atacadista de Frutos do Mar de Huanan, onde eram comercializados animais vivos e selvagens.

Segundo o relatório, compensação de coronavírus? pelo conservador grupo de estudos de Londres The Henry Jackson Society, China poderia ser processada sob 10 possíveis vias legais, incluindo o Regulamento Sanitário Internacional, que foi reforçado após o surto de SARS, que a China também tentou encobrir.

Segundo o relatório, se a China fornecesse informações precisas em um momento inicial, “a infecção não teria deixado a China“.

A China só informou a doença à OMS em 31 de dezembro e disse que não havia evidências de transmissão de homem para homem.

No entanto, médicos denunciantes, incluindo Li Wenliang, foram repreendidos por levantar o alerta. Alguns estavam confiantes de que a doença estava se espalhando entre humanos antes desta data.

A reportagem do South China Morning Post citou documentos do governo chinês que identificaram quase 200 casos de coronavírus até 27 de dezembro.

O Regulamento Sanitário Internacional diz que as nações devem monitorar e compartilhar dados relacionados à disseminação, gravidade e transmissão de quaisquer patógenos potencialmente transmissíveis internacionalmente.

A Henry Jackson Society disse que a China fez o contrário, encobrindo dados e punindo médicos que procuravam dizer a verdade.

Ele instou uma coalizão de países a iniciar uma ação conjunta por causa do histórico da China de “responder agressivamente às ameaças no cenário mundial“.

“Tomar medidas exigiria coragem e solidariedade global“, afirmou o relatório.

“Em sua resposta inicial, Wuhan e Hubei violaram os Regulamentos [de Saúde Internacional] … a responsabilidade está no topo do regime.

“Parece mais do que provável que a resposta do Partido Comunista Chinês ao COVID-19 violou o direito internacional“, afirmou.

O relatório dizia que, embora o nivelamento de uma reivindicação de controvérsia sob o Regulamento Sanitário Internacional fosse sem precedentes, havia uma estrutura inicial dentro das estruturas da OMS para propor tal ação.

Outras opções podem envolver o uso do Tribunal Internacional de Justiça e do Tribunal Permanente de Arbitragem, A Organização Mundial do Comércio, tratados bilaterais de investimento e até a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

Tribunais domésticos e tribunais chineses também podem ser possíveis caminhos, segundo o relatório.

O co-autor do relatório, Matthew Henderson, disse que o povo chinês também foi vítima da negligência de seu governo.

“Eles são vítimas inocentes, como todos nós. Isso é culpa do PCC“, disse ele.

“O Partido Comunista Chinês não aprendeu lições com seu fracasso na epidemia de SARS.

“Seus repetidos erros, mentiras e desinformação, desde o início da epidemia do COVID-19, já tiveram consequências muito mais mortais.

“Ao calcular o custo dos danos causados ​​às economias avançadas e montar uma série de possíveis processos legais aos quais a ordem baseada em regras pode recorrer, oferecemos uma sensação de como o mundo livre pode buscar recompensa pelos danos terríveis que o PCCh causou“, ele disse.

Da Série: Monarquia - 08/04/2020

Governador de MG diz não ter data para pagar servidores: 'Peço desculpas'


Apenas profissionais da saúde e da segurança já receberam uma previsão do governo

                     JV João Vitor Marques/Estado de Minas
(foto: Divulgação/Governo de Minas)

O governo de Minas Gerais ainda não definiu a data de pagamento de salários de parte dos servidores públicos. Em entrevista ao Estado de Mina, jornal do grupo Diários Associados, na tarde desta terça-feira (7/4), o governador Romeu Zema (Novo) pediu desculpas e disse que ainda não há como prever quando os recursos estarão à disposição.

“Peço desculpas. Eu não consigo tornar previsível o que não tenho como dar previsibilidade. Não é por uma decisão deliberada que estamos deixando de pagar. É porque, infelizmente, o recurso não existe. Temos de pagar na hora que o recurso entra no cofre. Não adianta, nem se eu quisesse, emitir um cheque e mandar para todo mundo se o cheque estiver sem fundo. Peço essa compreensão”, disse.

Nessa segunda-feira, o governo informou que servidores das áreas da saúde e da segurança — serviços considerados essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus — receberão os salários nesta quinta. A previsão de pagamento dos demais, segundo Zema, será divulgada “assim que for possível”.
Crise econômica

Zema atribui a incerteza sobre a data do pagamento ao momento econômico de Minas Gerais, que, assim como o resto do mundo, sofre em função dos reflexos da pandemia do COVID-19. De acordo com o governador, a arrecadação do estado caiu. Os gastos, especialmente os direcionados ao combate ao coronavírus, aumentaram. Por isso, ainda não há dinheiro em caixa para pagar salários.

“O estado, num mês normal, quero deixar muito claro para o servidor que está nos assistindo, tinha sempre uma arrecadação que se repetia de janeiro a dezembro. Havia uma repetição. Nos últimos 15, 20 dias, nós assistimos a uma situação totalmente excepcional e imprevisível. A média diária de arrecadação caiu drasticamente. Com isso, passamos a não ter condição de prever. É alguém que vendia todo dia 100 picolés e agora tem dia que vende cinco, 20, 15. Como essa pessoa vai fazer uma previsão se a estabilidade ficou totalmente afetada?”, questionou.

Nióbio
Em seguida, Zema voltou a falar sobre a venda dos créditos do nióbio pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) como solução para pagar o salário o 13º de 2019 de parte dos servidores. “Tenho esperança. Estou empenhado pessoalmente, porque esse recurso é que vai proporcionar o pagamento que ainda falta do 13º,  pois 15%, uma minoria, ainda não recebeu, e o salário que está atrasado”, disse.

Apesar de se dizer esperançoso, Zema admitiu que o momento econômico mundial dificulta as negociações. “Não está descartada, mas quem acompanha qualquer tipo de noticiário hoje sabe que o mercado financeiro está praticamente todo paralisado. Não ocorre nenhuma operação. Nós tivemos a infelicidade de a operação ter sido lançada exatamente neste momento em que o mercado ficou parado. Já estamos conversando em Brasília com bancos oficiais para que eles assumam essa operação. Já que o mercado está parado, e é uma operação que dá resultado a quem fizer, comprar os títulos e papéis, por que não um banco oficial fazer isso?”, concluiu.

Fiocruz divulga possível eficácia de medicamento contra covid-19


Artigo científico propõe estudo aprofundado de antirretroviral
 

Vinícius Lisboa - Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram, em laboratório, que o antirretroviral atazanavir pode inibir a replicação do novo coronavírus em células infectadas. Os resultados obtidos ainda precisam ser confirmados através de testes clínicos com pacientes para que o medicamento se torne uma possibilidade no combate à doença.

A pesquisadora Milene Miranda, do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), avaliou que os resultados foram muito promissores, já que o antirretroviral, usado no combate ao HIV, não só inibiu a replicação viral como reduziu o quadro inflamatório das células infectadas.

"Se a pessoa tem um processo inflamatório menor, ela tem um melhor prognóstico", resumiu a bióloga.

Para a realização dos ensaios in vitro, pesquisadores utilizaram um isolado viral produzido a partir de uma amostra de paciente infectado no Rio de Janeiro. Antes dos ensaios, a metodologia contou com a utilização de análises de modelagem computacional para simular como o atazanavir interage com a enzima usada pelo vírus para se replicar no corpo humano.

O trabalho foi enviado para a revista científica Nature Communications e disponibilizado para a comunidade científica internacional em formato preprint - sem revisão formal por outros especialistas da área -, o que acelera a troca de informações entre pesquisadores, enquanto os trâmites de uma publicação científica seguem paralelamente.

Milene Miranda explica que uma das vantagens da pesquisa com medicamentos já utilizados para outras doenças é a possibilidade de superar mais rapidamente às exigências regulatórias, caso os próximos experimentos confirmem que a substância poderia ser utilizada contra o coronavírus.

"Quando você descobre um novo medicamento, entre descrever uma atividade in vitro e ter esse medicamento podendo ser administrado, isso pode levar 20 anos. Mas, quando se observa um segundo uso para um fármaco que já é utilizado, você consegue agilizar algumas dessas etapa", afirma ela.

Ação diferente
A pesquisa também mostrou que, nos ensaios em laboratório, o atazanavir apresentou um funcionamento diferente do que a cloroquina poderia ter no combate ao vírus, caso sua efetividade seja cientificamente comprovada. "São mecanismos diferentes de ação que poderiam ser combinados", disse Milene.

A bióloga adverte, entretanto, que os resultados dos testes não são suficientes para a administração do remédio em pacientes com coronavírus, muito menos devem motivar automedicação. "Nosso principal alerta é que esse é um experimento, não é um ensaio clínico. Ainda tem etapas a serem cumpridas. O objetivo foi chamar atenção para um segundo uso de um medicamento. E não para que se saísse por aí tomando o atazanavir", afirma. "A automedicação nunca é indicada."

A pesquisa
Ao todo, 18 pesquisadores participaram do estudo com o atazanavir, o que incluiu o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), com colaboração do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e da Universidade Iguaçu.

O financiamento da pesquisa contou com recursos da Fiocruz, da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes).

"A gente chama a atenção para a importância do trabalho de pesquisa, a importância do trabalho colaborativo entre os laboratórios e da importância do investimento. É só com investimento que a gente consegue fazer esses estudos. Investimento pesado em capacitação de pessoal, infraestrutura e insumos", defendeu Milene Miranda.

Estados Unidos ameça cortar verba para OMS alegando cumplicidade com a China


7 de abr. de 2020

Boa notícia: descobertas mais reservas de petróleo no Brasil


Hidroxicloroquina no cardápio do almoço de Presidente 

Por que a China e a OMS são responsáveis pela Pandemia

Um dia, essa epidemia vai passar. Assim que você puder, prestigie a indústria nacional, especialmente os pequenos e médios empreendedores


Embaixador da China descoberto pelo Serviço de Inteligência - (Alfredo Bessow - Canal de Brasília)

Uma excelente pergunta


Da Série: Monarqquia - 07/04/2020


Curado da Covid-19, David Uip evita responder sobre uso de cloroquina


 Imagem: Reprodução/Twitter

Tarciso Morais - “Cabe aos meus médicos falarem de terapêuticos, eu não vou falar”, diz médico da equipe de Doria. 


O infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus, em São Paulo, está curado de uma infecção por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Em entrevista, nesta segunda-feira (6), ao apresentador José Luiz Datena, na Rede Bandeirantes, Uip não respondeu se fez uso de hidroxicloroquina no tratamento. 

“O senhor chegou a tomar esse medicamento ou não?”, perguntou o jornalista.

Esboçando um leve sorriso, o médico respondeu:

“Olha, eu segui regiamente o que me foi prescrito e orientado. Então cabe aos meus médicos falarem de terapêuticos, eu não vou falar de terapêuticos.”

Datena então replica:

“Tomou, então tomou. Numa hora dessa, o cara toma o que tem e se é protocolo, é protocolo. Se o ministério autorizou, então tomou.”

Autônomo pode baixar aplicativo a partir de hoje para renda de R$ 600


Trabalhador deve receber auxílio emergencial em até 48 horas
 

Welton Máximo - A partir das 9h de hoje (7), de 15 milhões a 20 milhões de trabalhadores informais não inscritos em programas sociais poderão baixar o aplicativo da Caixa Econômica Federal que permitirá o cadastramento para receberem a renda básica emergencial. 

O auxílio - de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras - será pago por pelo menos três meses para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus.

A Caixa também lançará uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e a realização do cadastro. Detalhes como o nome do aplicativo, o endereço do site e o número da central telefônica serão divulgados pelos ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes; pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães; e pelo presidente do Dataprev, Gustavo Canuto, em evento nesta manhã no Palácio do Planalto.

Deverão cadastrar-se trabalhadores autônomos não inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e que não pagam nenhuma contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Quem não sabe se está no CadÚnico pode conferir a situação ao digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no aplicativo.

Quem contribui para a Previdência como autônomo ou como microempreendedor individual (MEI) já teve o nome processado pela Caixa Econômica e está automaticamente apto a receber o benefício emergencial. Ontem (6) à noite, o ministro Onyx Lorenzoni disse que os primeiros benefícios começarão a ser pagos ainda hoje para quem está nos cadastros do governo. Segundo ele, o pagamento para esse primeiro grupo deve ser concluído até amanhã (8).

Funcionamento
Quanto aos trabalhadores autônomos ainda não cadastrados, o pagamento será feito até 48 horas depois da conclusão do cadastro no aplicativo. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos.

Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas. O próprio aplicativo, ao analisar o CPF (Cadastro de Pessoa Física) , verificará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda básica.

Bolsa Família
O terceiro grupo é formado pelos beneficiários do Programa Bolsa Família, que não precisarão baixar o aplicativo. Segundo Lorenzoni, eles já estão inscritos na base de dados e poderão - entre os dias 16 e 30 - escolher se receberão o Bolsa Família ou a renda básica emergencial, optando pelo valor mais vantajoso.

O ministro da Cidadania lembrou que o benefício de março do Bolsa Família terminou de ser pago no último dia 30. Para ele, o pagamento do novo benefício a essas famílias antes do dia 16 complicaria o trabalho do governo federal, que ainda está consolidando a base de dados, de separar os grupos de beneficiários.

Outro aplicativo
Além da ferramenta para o cadastro de trabalhadores autônomos, a Caixa lançará um aplicativo exclusivo para o pagamento da renda básica emergencial. 

Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, esse segundo aplicativo funcionará de modo semelhante ao do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), permitindo escolher uma conta bancária para o recebimento ou optar pelo saque em casas lotéricas.