20 de out. de 2021

Sob ameaça do terror Talibã, juízas afegãs chegam ao Brasil

De acordo com a Associação dos Juízes Federais do Brasil,  26 pessoas desembarcaram no Brasil até agora

            Refugiados deixam o Afeganistão após tomada de poder pelo Tabibã

              SAMUEL RUIZ / US MARINE CORPS / AFP

Convivendo com riscos e ameaças desde que o Talibã tomou o poder no Afeganistão, juízas afegãs e suas famílias começaram a chegar ao país nesta semana, informa a Associação dos Juízes Federais do Brasil. De acordo com a entidade, que se mobilizou para que o governo federal concedesse asilo às magistradas, 26 pessoas desembarcaram no Brasil até agora.

Segundo Clara Motta, diretora da entidade, a chegada ao Brasil é o início do processo de acolhida das juízas, uma vez que elas possuem um visto humanitário. Em seguida, elas deverão pedir o asilo, que é feito por meio do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados).

"Eu acredito que o processo será rápido porque há uma predisposição do governo brasileiro, dos órgãos públicos e uma situação clara de perseguição no país de origem. O Brasil deve auxiliar o cumprimento dos termos da convenção internacional de direito dos refugiados de 1951", explica.

Desde agosto, quando o grupo extremista retomou o controle daquele país, autoridades se mobilizaram para auxiliar cerca de 270 magistradas que ainda residiam no território afegão e corriam riscos por desempenharem atividades jurisdicionais - eventualmente, até por terem julgado e condenado membros do Talibã.

A Ajufe recorreu ao Ministério de Relações Exteriores para que as magistradas afegãs recebessem vistos humanitários e fossem acolhidas no Brasil, além de dialogar com o Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).

A entidade se dispôs a, juntamente com o Conselho Nacional de Justiça e demais órgãos públicos, formular soluções e políticas de acolhida para as juízas afegãs.

"A competência para julgar causas que envolvem a concessão de asilo a estrangeiros é da Justiça Federal, por isso a Ajufe foi a pioneira em defesa das questões relacionadas às juízas afegãs com essa preocupação de recebê-las no Brasil. Por se tratar de uma questão humanitária, toda a ajuda é bem vinda e é essencial a união de esforços para encontrar a melhor solução em uma situação tão sensível," explica Eduardo Brandão, presidente da Ajufe.

Mais uma pesquisa Datapovo. 20/10/2021

 

Side Event: Brasil Rumo à Aviação de Baixo Carbono

CPI não entregou nada além de gritaria

Tem até 'crime contra a humanidade' no relatório de Renan Calheiros, mas de roubo mesmo, que é bom, nada

Guzzo, sobre relatório de Renan Calheiros: 'Não aparece, em todo esse tremendo papelório, um único crime de corrupção' 
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

(Por J.R. Guzzo, publicado em O Estado de S. Paulo em 20 de outubro de 2021)

À primeira vista, parece que há algum engano. À segunda vista também. Mas o fato é que a “CPI da Covid”, desde abril último o tema número um do noticiário nacional, do ambiente político e das forças que não suportam a existência física do governo Bolsonaro, chegou ao seu fim sem saber de quais crimes, exatamente, acusar o presidente da República. Mas os acusadores não tiveram seis meses, milhões de reais de dinheiro público e poderes de Corte Suprema para fazer justamente isso? Tiveram, mas não foram capazes de atingir nem esta nota mínima de competência.

Ao fim, após torturadas idas e vindas de última hora, acabaram tirando da acusação o crime de “genocídio” — o mais patético da lista, algo que não seria levado a sério nem num centro acadêmico de faculdade de Direito. Como assim, “genocídio”, se isso é expressamente definido na lei brasileira como a ação cometida, deliberadamente, para destruir “grupo nacional, étnico, racial ou religioso”? Se nem sobre uma barbaridade dessas os inquisidores conseguiram se entender, é óbvio que nada de bom se pode esperar do resto.

Bolsonaro é acusado, por exemplo, do crime de “epidemia” — que consiste, segundo está escrito da maneira mais clara possível no artigo 267 do Código Penal Brasileiro, em “causar epidemia mediante a propagação de germes patogênicos”. O presidente da República pode ser um monstro incontrolável, como sustenta a CPI, mas não foi ele, realmente, quem trouxe o coronavírus para o Brasil, ou espalhou o bicho por aí. Citam-se, também, os delitos de falta de planejamento, distribuição de cloroquina e até, quem diria, crimes contra a humanidade. Estaria a CPI, nesse caso, acusando Bolsonaro de provocar mortes na Suécia ou na Mongólia Exterior? A conferir.

O relatório final da CPI, que na verdade não é exatamente final, ao longo de 1.000 páginas — isso mesmo, 1.000 páginas —, acusa o presidente de nove crimes diferentes; outras 66 também pessoas são denunciadas. Mas não aparece, em todo esse tremendo papelório, um único crime de corrupção — que é sempre o começo, meio e fim de qualquer investigação que se preze, em qualquer época, sobre qualquer governo. A CPI prometeu, durante meses a fio, que ia provar ladroagem grossa. Não entregou nada — nem tentou incluir, na base do chute, alguma acusação de roubalheira nos nove crimes que imputa a Bolsonaro. Tem até “crime contra a humanidade”, mas de roubo mesmo, que é bom, nada. Seis meses de gritaria, para isso? É pouco.

Chavista delata lula/ A lista de Renan/ Entrevista: Ricardo Salles - Os Pingos Nos Is - 19/10/2021

Exército Brasileiro inicia operação de perfuração de poços na Paraíba

3º BECSão Mamede (PB) – Nos dias 14 e 15 de outubro, o Pelotão de Perfuração e Instalação de Poços do 3º Batalhão de Engenharia de Construção (3º BEC) realizou a perfuração dos dois primeiros poços artesianos da Operação Sertão Paraibano. A atividade, coordenada pelo 1º Grupamento de Engenharia (1º Gpt E), constitui-se da realização de trabalhos de engenharia para suprimento de água por meio da perfuração e instalação de 87 poços artesianos tubulares em assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Nesta primeira etapa, está prevista a instalação de três poços.

A operação teve início no dia 11 de outubro, quando o destacamento precursor da Operação Sertão Paraibano, constituído pelo pelotão do 3º BEC, recebeu a ordem de movimento e iniciou o deslocamento, a partir de Picos (PI), rumo ao local do primeiro objetivo, em São Mamede (PB).

A fração do 3º BEC é composta por 16 militares e um servidor civil e utiliza o seguinte maquinário: uma perfuratriz, um compressor de ar e um caminhão Munck. Sob a coordenação do 1º Gpt E, o batalhão também receberá, sob controle operacional, equipes especializadas dos 1º, 2º e 4º Batalhões de Engenharia de Construção e 7º Batalhão de Engenharia de Combate (7º BE Cmb).

Operação Sertão Paraibano

A Operação Sertão Paraibano tem como principal objetivo amenizar os efeitos da seca nos assentamentos do INCRA na Paraíba. Muitas dessas áreas não são abrangidas por um reservatório, tampouco possuem um sistema de abastecimento de água eficiente, com grande capacidade volumétrica, que forneça água de qualidade e em quantidade suficiente para sua população. Famílias de outros 47 assentamentos da reforma agrária, localizados em 19 municípios do estado serão beneficiadas com poços.

A iniciativa é fruto de entendimento entre a Superintendência do INCRA e o Comando do Exército. O emprego do Exército Brasileiro se dará sob forma de operação de cooperação e coordenação com agências, contribuindo, significativamente, para destacar a “mão amiga” do Exército na Região Nordeste. A operação servirá para adestramento das equipes de perfuração e instalação de poços, aumentando a capacidade técnico-operacional das organizações militares do 1º Gpt E, além de colaborar com o desenvolvimento nacional e da Região Nordeste.

Arcebispo dom Orlando Brandes que disse "pátria amada não é pátria armada" deveria ir ao Vaticano. Perdeu uma grande oportunidade de ficar calado

 

É por essas e outras que a igreja católica perde fiéis a cada ano.

Militares aposentados incendeiam Congresso e 'aterrorizam' deputados na Guatemala

Embraer assina memorando com Fokker Techniek e Fokker Services

Finance news - A Embraer (EMBR3) assinou nesta segunda, 18, um Memorando de Entendimento com a Fokker Techniek e a Fokker Services. 

Segundo a companhia brasileira, o memorando abre oportunidades para explorar conjuntamente uma ampla gama de atividades nos mercados de Defesa, Aviação Comercial, além de Serviços e Suporte. 

“A Embraer é a parceira ideal para esta colaboração. Nossa história e profundo conhecimento de produtos e soluções para aeronaves nos permitirá trazer uma perspectiva única nas as diversas áreas de desenvolvimento nas quais Embraer está pesquisando”, disse Roland van Dijk, CEO da Fokker Techniek. 

“A Fokker Techniek e a Fokker Services são empresas aeroespaciais conhecidas e respeitáveis, com raízes na construção aviões e no suporte de frotas em todo o mundo. Sua rede, experiência e tradição em aviação mundialmente reconhecidas, serão uma combinação perfeita com os Serviços e Suporte da Embraer. Acreditamos que, juntos, podemos atender melhor nossos clientes com soluções feitas sob medida,” afirmou Johann Bordais, presidente e CEO da Embraer Services & Suporte. 

Em um comunicado enviado ao mercado, a Embraer afirmou que discutirá com a Fokker Services e Fokker Techniek uma variedade de oportunidades e buscará utilizar seus respectivos conhecimentos e capacidades em novos projetos. 

Para Defesa, isso inclui a aeronave de transporte C-390 Millennium e possíveis especificações do usuário final, bem como futuro suporte à frota. 

“Seja o mercado de Defesa com nosso suporte para a aeronave de transporte C-390 Millennium ou qualquer tipo de suporte ou desenvolvimento no mercado aviação Comercial, estamos confiantes de que muitos projetos interessantes surgirão nos próximos anos”, disse Menzo van der Beek, CEO da Fokker Services. 

“Há um enorme potencial para as duas empresas no desenvolvimento conjunto de oportunidades Este é um passo muito importante na estratégia da Embraer de estabelecer parcerias significativas e estratégicas em todo o mundo”, destacou Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. 

Ainda de acordo com o comunicado, outras oportunidades de Defesa estão em discussão, como a conversão e acabamento de aeronaves de missão e transporte especial. 

No mercado de aviação Comercial, o suporte de engenharia e logística serão os principais elementos a serem explorados, além do desenvolvimento de aeronaves movidas a hidrogênio. Também serão analisados os tópicos relacionados com suporte de pós-venda, como suporte a programas, logística, serviços de reparo e muitas outras oportunidades. 


Sobre o Fokker Services Group 

O Fokker Services Group consiste na Fokker Services e na Fokker Techniek, que fornecem soluções inovadoras de suporte total com instalações na Europa, Ásia e Américas. 

A Fokker Services cria soluções sob medida para a manutenção de aeronaves regionais, comerciais e militares. 

A organização projeta, repara, atualiza e entrega soluções de alta qualidade, inovando em várias áreas para facilitar e apoiar as operações competitivas dos clientes. 

A ampla gama de serviços contempla desde serviços de suporte de produto relacionados ao detentor de certificado de tipo até a disponibilidade de componentes com base nas horas de voo e programas de reparo, peças sobressalentes, engenharia, modificações e suporte de documentação. 

Fokker Techniek é especializada em acabamento, conversão e reforma de aeronaves sem interior, tanto para o mercado de aeronaves VIP quanto para missões especiais. 

Além disso, a empresa oferece suporte de MRO para operadores de aeronaves executivas, comerciais e militares. Isto inclui novas entregas de aeronaves para empresa de leasing, juntamente com amplos recursos como manutenção pesada, modificação, fabricação de peças, manutenção de componentes e pintura de aeronaves.

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Primo de Davi Alcolumbre é preso em operação da PF contra tráfico de drogas

Isaac Alcolumbre está entre os alvos da Operação Vikare, que investiga ainda casos de associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro


Murillo Ferrarida CNN - Um primo do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi preso nesta quarta-feira (20) em uma operação da Polícia Federal (PF) contra o tráfico internacional de drogas.

À CNN, a PF confirmou que Isaac Alcolumbre está entre os alvos da Operação Vikare, que investiga ainda casos de associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro no estado do Amapá.

Cerca de 300 policiais federais foram às ruas para cumprir 24 mandados de prisão preventiva, além de 49 mandados de busca e apreensão.

No Amapá, foram cumpridos 4 mandados de busca e 2 mandados de prisão preventiva, em empresas e duas residências localizadas em Macapá e também em um aeródromo particular.

Além dos mandados na capital amapaense, pessoas físicas e empresas nos estados do Pará, Amazonas, Piauí, Ceará, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná também foram alvos da operação.

A investigação

De acordo com a PF, a ação desta quarta-feira teve origem em maio de 2020, quando investigações no Amapá encontraram movimentações suspeitas de aeronaves e foram localizados destroços de um avião de pequeno porte no município de Calçoene.

No estado, a Polícia Federal encontrou indícios de que um aeródromo fornecia apoio logístico, como combustível para a aeronave fazer voos aos demais estados brasileiros, bem como a outros países fornecedores da droga, como Colômbia e Venezuela.

“Com o aprofundamento do trabalho da PF no Amapá, chegou-se a uma grande e articulada organização criminosa com participação de brasileiros e estrangeiros, voltada à prática de diversos crimes, notadamente o tráfico internacional de drogas, por meio de uma rota que passava por países da América do Sul, principalmente Colômbia e Venezuela e tinha o estado do Amapá como uma de suas bases logísticas fundamental”, disse a PF, em nota.

PF também apreendeu dinheiro e armas em operação contra tráfico internacional de drogas em 9 estados / Foto: Divulgação/Polícia Federal

Além dos mandados de prisão e busca e apreensão, a Justiça Federal no Amapá também determinou medidas de sequestro de bens, direitos e valores de 68 pessoas físicas e jurídicas.

A medida incluiu 95 veículos, entre carros, caminhões e motos, 3 aeronaves, 19 embarcações, imóveis em nome de 41 pessoas físicas e jurídicas. Já os bloqueio de ativos financeiros de pessoas físicas e jurídicas que chegam ao montante de R$ 5,8 milhões.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a 51 anos de prisão, além do pagamento de multa.

19 de out. de 2021

Carne Bovina China: Eles não largam o osso!

Operação Tavares: Polícia Federal e Receita Federal deflagram operação de combate ao contrabando, falsificação de cigarros e trabalho escravo no Rio Grande do Sul

 

UAC da Rússia criará esquadrão especial de Be-200 para combate a incêndios pelo mundo

Beriev Be-200 da EMERCOM

Fernando Valduga - A United Aircraft Corporation (UAC) da Rússia está expandindo a produção de aviões BE-200ChS para criar um esquadrão especial para apagar incêndios em todo o mundo.

A Beriev Aircraft Company da corporação “pode garantir a produção do número necessário de aviões anfíbios Be-200ChS”, disse o serviço de imprensa da empresa. Segundo a corporação, ela amplia a produção em lote com um olhar para os pedidos atuais e futuros. “Em particular, dois aviões anfíbios Be-200ChS estão atualmente em construção na usina por ordem do Ministério russo para Situações de Emergência”, observou.

Anteriormente, o CEO da Rostec, Sergey Chemezov, propôs a criação de um esquadrão especializado de aviões Be-200 para extinguir incêndios naturais e causados pelo homem, inclusive no exterior, no âmbito de projetos humanitários.

O Be-200 é o único avião a jato anfíbio do mundo. Pode levar a bordo 12 toneladas de água. O avião possui todos os certificados necessários e mostra alta eficiência na luta contra incêndios florestais na Rússia e no exterior.

STF rejeita ação contra atos e falas do presidente durante a pandemia

Plenário virtual rejeitou por 8 votos a 2 ação apresentada pelo PSOL

Felipe Pontes - O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 2, rejeitar a abertura de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que questionava atos e falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia de covid-19.

O processo foi julgado no plenário virtual, em que os ministros têm alguns dias para votar de modo remoto e sem debate oral. Nesse caso, a sessão de julgamento durou dez dias e se encerrou às 23h59 de ontem (18).

Ao final, prevaleceu o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, que rejeitou a ação por entender ser inadequada a abertura de ADPF no caso. Ela também considerou a peça inicial inepta por não especificar exatamente quais atos estariam sendo questionados e tampouco quais medidas objetivas gostaria de ver tomadas.  

Ela foi seguida pelos ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Nunes Marques, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Foram votos vencidos os ministros Ricardo Lewandowski e Edson Fachin, para quem haveria ameaça a preceitos fundamentais nos atos e falas presidenciais.

A ação foi apresentada pelo PSOL em maio do ano passado. O partido argumentou que o presidente e seu governo violam a Constituição ao minimizar a pandemia de covid-19, manifestando-se, por exemplo, contra o isolamento social e o uso de máscaras.

A legenda pediu ao Supremo que ordenasse o presidente e os membros de seu governo a “pautarem seus atos” de acordo com o direito fundamental à saúde e os preceitos do Estado Democrático de Direito.

Relatora

Para Rosa Weber, esse tipo de pedido genérico não faz sentido, uma vez que o cumprimento da Constituição já é pressuposto de qualquer cargo público. Decisão nesse sentido seria “destinada apenas a reafirmar aquilo que resulta da própria ideia de Estado Constitucional de Direito”, escreveu a ministra.

A relatora também criticou a falta de especificidade dos atos questionados. Para ela a peça inicial manifesta “inconformismo genérico com o governo federal”, não sendo capaz de apontar com objetividade qual seria o alvo da intervenção judicial.

“Não apenas os fatos apontados como justificadores da instauração deste processo de controle concentrado são mencionados de maneira vaga e imprecisa, mas o próprio pedido deduzido pelo autor é incapaz de individuar o objeto da tutela pretendida”, escreveu a ministra.  

Em outro trecho, a relatora escreveu que “na realidade, a pretensão dirige-se contra atos futuros e incertos a serem praticados por ocasião de eventos ainda desconhecidos".

EXPO DUBAI – SEMANA DO ESPAÇO & ABERTURA DO PAVILHÃO BRASIL

Brasil registra menor média móvel de mortes desde o início da pandemia

Seis meses após o pico da doença, vacinação mostra resultados


Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos seis meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% - tendência que se acumula desde junho.

O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.

“Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

 Governo Bolsonaro já distribuiu 310.498.347 doses de vacinas contra a #covid19 por todo o país. Número de doses aplicadas chega a 258.823.504!

Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.

“Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.

O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.

18 de out. de 2021

Novidades da Korea Aerospace Industries (KAI) na ADEX 2021


A Exposição Internacional Aeroespacial e Defesa de Seul, ou ADEX 2021, acontecerá no Aeroporto de Seul em Seongnam, Gyeonggi, de 19 a 22 de outubro.

Um dia antes da abertura oficial, os organizadores abriram a mostra exclusivamente para a mídia no aeroporto de Seul na segunda-feira.

Além do show aéreo, a Exposição Aeroespacial e de Defesa de Seul exibe uma variedade de aeronaves, sistemas aeroespaciais, equipamentos terrestres e veículos militares.

Lee Jong-ho do ADEX Joint Operation Center disse: “Embora ainda na situação da pandemia COVID-19, esta exposição é a maior da história, com 440 empresas de 28 países participantes.”

Da Série: Portos do Brasil - 18/10/2021

 

Ataque das Forças Aeroespaciais Russas neutralizaram 14 terroristas do ISIS na Síria

Imagem ilustrativa com fotos via SANA Syria

Pelo menos 14 terroristas do ISIS foram mortos enquanto participavam do recente ataque do grupo terrorista à cidade síria de Resafa, no sul de Raqqa, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos em 16 de outubro.

De acordo com o grupo de monitoramento baseado em Londres com relatos de seus observadores de campo, os terroristas foram mortos durante confrontos com o Exército Árabe Sírio (SAA) e como resultado de ataques aéreos russos.

A SAA recapturou todas as posições perdidas durante o ataque, ocorrido na manhã de 15 de outubro. Aviões das Forças Aéreas Russas realizaram mais de 40 ataques aéreos contra os terroristas que participaram do ataque.

O ataque foi lançado do monte al-Bishri que fica ao longo da fronteira administrativa entre Raqqa e Deir Ezzor.

Antes do ataque, os terroristas do ISIS receberam suprimentos de combatentes apoiados pelos EUA baseados na área sudeste de al-Tanf, de acordo com algumas fontes pró-governo da Síria.

Resafa está localizada na rodovia que liga Raqqa a Hama. Terroristas do ISIS provavelmente planejavam bloquear a rodovia estratégica, que é usada para enviar combustível do nordeste da Síria para áreas controladas pelo governo.

Apesar de ter sofrido pesadas perdas nos últimos meses, o ISIS ainda está tentando expandir sua influência no centro da Síria. A insurgência do grupo terrorista na região provavelmente não terminará tão cedo.

Na tarde de 16 de outubro, o Exército Árabe Sírio (SAA) realizou uma série de ataques de artilharia de precisão na cidade fronteiriça de Saramada, na região noroeste da Grande Idlib.

Os ataques tiveram como alvo a delegacia principal do HTS e várias outras posições do grupo terrorista em Saramada, que está localizada na zona rural do norte de Idlib. A cidade é conhecida por ser um reduto do grupo terrorista e um centro econômico de sua frente política, o chamado Governo de Salvação.

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O fim da fake news midiática. Exposto com documentos

Sérgio Camargo é presenteado com um quadro da Princesa Isabel 'A Redentora' por Dom Bertrand de Orléans e Bragança

 

PALESTRA: Conheça o Instituto Brasileiro de Informação em C&T - IBICT

Outra Palestra: Novos Futuros: o INT e a Bioeconomia
 

Agência Brasil explica: portabilidade de planos de saúde

Primeira portabilidade pode ser feita após dois anos no plano original


Jonas Valente - A portabilidade de planos de saúde é um dos direitos de cidadãos que passam a utilizar o benefício. 

Para fazer a portabilidade de um plano, a pessoa deve estar atenta aos requisitos, regras e possibilidades definidas na legislação, especialmente as da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Para encaminhar a solicitação de mudança, o plano deve ter sido contratado a partir de 1999 ou ter sido adaptado à Lei dos Plano de Saúde (Lei nº 9.656 de 1998), além de estar ativo (o plano não pode ter sido cancelado). O pagamento também deve estar em dia. 

A primeira portabilidade só pode ser feita quando a pessoa tiver pelo menos dois anos no plano de origem. Caso tenha cumprido uma cobertura parcial temporária em caso de lesão pré-existente, o requisito é de três anos do plano original.

No caso da realização de nova portabilidade, o prazo exigido é de pelo menos um ano. Caso o plano para o qual a pessoa migrou tenha nova cobertura, o tempo mínimo vai para dois anos.

Documentos

Os planos exigem um conjunto de documentos para encaminhar a portabilidade, como comprovante das três últimas mensalidades ou declaração da operadora da situação regular e proposta de adesão assinada.

Outro documento requerido é o relatório de compatibilidade de planos de origem e destino, emitidos pela ANS e pelas operadoras. Caso o plano seja coletivo, será exigido da pessoa um comprovante de que ela está apta a ser incluída.

Prazos

A operadora tem até dez dias para analisar o pedido de portabilidade. Se a resposta não for dada nesse prazo, o procedimento de transição será considerado válido.

Já o beneficiário tem até cinco dias para solicitar o cancelamento do plano anterior. Caso o indivíduo não faça isso, ficará sujeito ao cumprimento das carências.

Mudança de planos

A portabilidade é realizada na operadora ou administradora do plano de saúde de destino. A pessoa deve entrar em contato com a empresa e solicitar a troca de plano, além de cancelar o antigo na operadora anterior.

É possível fazer a portabilidade de carências - possibilidade de o indivíduo fazer a mudança sem a necessidade de cumprir o período em que paga pelo serviço mas não pode utilizá-lo.

Caso queira fazer a portabilidade para um plano que tenha novas coberturas não previstas no anterior, ficará sujeito às carências. Segundo a cartilha de portabilidade de carências da Agência Nacional de Saúde Suplementar - confira o documento aqui, - as carências são de 24 horas para emergências ou urgências, seis meses para cobertura hospitalar, ambulatorial e odontológica e 300 dias para partos.

Informações

A ANS disponibiliza um sistema para facilitar a consulta sobre alternativas de alteração dos planos, o chamado “Guia de Planos de Saúde”. O sistema está no portal e reúne informações sobre planos e a portabilidade sem carências.

Os interessados precisam criar um cadastro no Gov.br para acessar o sistema. Nele, são listados os planos ativos e inativos da pessoa. Caso o plano não tenha sido listado, é possível fazer a portabilidade com as informações dele (como número de contrato, por exemplo).

A pessoa deve preencher um formulário e fornecer as informações demandadas, como o tipo de plano (individual, coletivo), a amplitude (nacional, município ou grupos de municípios), a presença de coparticipação (pagamento por procedimentos), o plano de destino, o estado e a cidade onde ele está sediado, o tipo (com o número de registro) e os valores mínimo e máximo de mensalidade que a pessoa pode pagar.

O formulário permite uma pesquisa em que o interessado pode comparar outros planos àquele de origem. O sistema disponibiliza informações de cada um dos planos para que a pessoa possa decidir se fará a portabilidade. O usuário também pode buscar um plano específico que tenha pesquisado anteriormente.

A agência disponibiliza ainda uma cartilha sobre portabilidade que explica todo o processo sobre planos de saúde, como tipos de coberturas, abrangência, conceitos, preços, requisitos, prazos, exigências para segmentos específicos (como crianças).

Empresa em saída do mercado

No caso de uma empresa que não irá mais operar no mercado, por decisão judicial ou liquidação, a ANS abre um prazo de 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, para que as pessoas com plano nessa operadora possam fazer a portabilidade especial de carências.

Nesse caso, não valem as exigências de tempo mínimo no plano original nem de faixas de preços. Mas valem regras como a obrigação de carência para novas coberturas, não existentes no plano anterior.

Carnes: Um mercado cheio de pegadinhas!

 

NSA para o Pentágono: bloqueiem suas armas antes que os hackers as alcancem

A mensagem para as Forças Armadas dos EUA em relação aos inimigos de alta tecnologia significa que as armas que funcionam em computadores estão em risco

Duas aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler da Marinha dos EUA

Fernando Valduga  - Os hackers podem obter acesso aos sistemas de armas mais complexos dos militares dos EUA. Esse é um aviso direto da Agência de Segurança Nacional (NSA).

À medida que os militares começam a enfrentar adversários de alta tecnologia como China e Rússia, as armas que funcionam em computadores correm o risco de ser comprometidas, diz a agência. É difícil contornar essa realidade no momento. Em um mundo onde o Pentágono deseja armas avançadas que possam transferir dados sem fio entre si, quase todos eles dependem de computadores, redes e links de dados que os hackers podem explorar.

A maioria dos americanos conhece a NSA como a agência de inteligência líder do país, responsável por coletar inteligência estrangeira por meio de computador, telefone celular e outros meios eletrônicos. Mas a NSA também é responsável pela segurança cibernética e por jogar na defesa contra outros países que buscam penetrar nos computadores e redes de computadores americanos.

A National Security Agency (NSA) está preocupada com a possibilidade de hackers obterem acesso aos computadores dentro dos sistemas de armas americanos

Agora, enquanto os EUA se afastam de duas décadas de guerra contra guerrilheiros e terroristas, a NSA está alertando que as armas da América são vulneráveisa ataques. Adversários com experiência tecnológica podem comprometer armas com computadores – conhecidos pela NSA como Sistemas de Segurança Nacional – prejudicando a capacidade de combate das forças dos EUA.

Como resultado, o Pentágono deve fortalecer os sistemas de segurança nacional contra ameaças externas, especialmente ataques cibernéticos. E os sistemas de armas não incluem apenas mísseis hipersônicos ou lasers. “Em termos de sistemas de armas, temos computadores nas asas, no mar e na terra. Não pensamos em [sistemas de armas] dessa forma, mas nenhum deles funciona sem computadores”, disse Rob Joyce, chefe da Segurança Cibernética da NSA, durante um evento da indústria na semana passada, de acordo com uma reportagem do site Breaking Defense.

A Rússia e a China, e em menor medida, a Coréia do Norte e o Irã, treinaram ciberpessoal cuja única missão em tempo de guerra (ou mesmo em tempo de paz) seria ganhar acesso aos sistemas de computador e rede americanos. Mesmo uma arma relativamente pequena e insegura pode permitir que os hackers acessem um sistema maior.

Quase todas as armas dos EUA são equipadas com computadores e muitas se conectam a redes classificadas para distribuir dados

Quase todas as armas americanas, com exceção de armas pequenas ou armas usadas por soldados a bordo de aeronaves (como metralhadoras), incluem sistemas de computador embutidos. Os computadores adicionam funcionalidades, incluindo controle de tiro (corrigindo e ajustando a mira contra alvos distantes ou em movimento rápido), navegação (recebendo sinais de GPS) e comunicações (transmissão de voz e dados). Esses computadores frequentemente se conectam a grandes redes, às vezes abrangendo todo o globo, para emitir ordens, coletar dados, relatar avistamentos de inimigos e até mesmo coordenar o ataque ou a defesa entre forças geograficamente distintas.

Qual pode ser a aparência de um desses ataques cibernéticos? No Technothriller Ghost Fleet de 2015, os militares dos EUA vão simultaneamente à guerra com a Rússia e a China. A guerra inclui um ataque surpresa ao Havaí, incluindo um esforço total de hackers para desativar as armas mais poderosas da América. Navios de guerra, caças F-35 e outros sistemas são eliminados da luta sem disparar um único tiro – ou ter um tiro disparado contra eles.

A preocupação é que um adversário de alta tecnologia possa invadir armas e torná-las inoperantes – ou pior

Na vida real, os hacks mais preocupantes podem ser semelhantes: o Pentágono está mais preocupado com ataques que comprometam armas, fazendo com que o software que as executa travem. Isso poderia isolar um caça a jato, ou o radar que protege um grupo de batalha de porta-aviões, ou fazer com que um satélite fique offline. Atividades de hackers mais sutis podem incluir invasão de redes de comunicação, sabotagem de bancos de dados (exclusão de motores sobressalentes para caças de uma lista de peças sobressalentes) e bloqueio de usuários legítimos de redes cruciais.

A NSA quer que o complexo militar-industrial leve a sério as vulnerabilidades cibernéticas. Ao contrário do campo de batalha cinético – onde aeronaves e veículos blindados de combate passam a maior parte do tempo fora do contato com o inimigo – a natureza sem fio das redes de computadores significa que essas mesmas armas estarão sob constante ameaça de ataque inimigo. Isso requer um tipo diferente de armadura, armadura que pode ser tão importante quanto o tipo que protege de balas e projéteis.

Popularidade de Jair Bolsonaro está boa e só tende a crescer

 

17 de out. de 2021

Estudante de Engenharia Aeroespacial integra equipe multidisciplinar da Auditoria Interna da AEB

O estagiário Derick Fernandes realiza o sonho de trabalhar na Agência Espacial Brasileira

Muitas crianças, entusiastas e amantes da área espacial possuem um sonho em comum: atuar na Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI) ou neste segmento tão único. Para Derick Fernandes, estudante de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Brasília (UnB), esse sonho, que era vívido dentro de si desde pequeno, tornou-se realidade este ano, graças a uma oportunidade de estágio.

Desde criança, Derick possuía o sonho de trabalhar na área espacial, algo que se intensificou ao participar do “Portões Abertos”, em 2008, evento realizado pela Força Aérea Brasileira. Posteriormente, sua paixão pela área se expandiu ao cursar Engenharia Aeroespacial e ele garantiu que seu sonho ganhasse vida ao ingressar na Agência Espacial Brasileira, como estagiário, no departamento de Auditoria Interna. Dessa forma, as expectativas do estudante são obter contato prático com o Programa Espacial Brasileiro, fazer bom uso do aprendizado acadêmico e ajudar a Auditoria a ter uma visão diferenciada.

“Eu estou aprendendo muito mais do que eu esperava. Muita coisa que eu não tive a chance de ver na graduação, eu estou vendo aqui, como conhecer, de fato, o que é o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) ou entender melhor como são os veículos lançadores brasileiros”, disse Fernandes. O estagiário ressalta, ainda, que almeja se especializar na área espacial e, se possível, continuar atuando na AEB.

Além das demais funções, o departamento de Auditoria Interna da AEB também atua em conjunto com o CLA e, ao identificar que o setor carecia de um profissional com conhecimentos técnicos sobre Engenharia Aeroespacial para auxiliar nas atividades cotidianas, surgiu a ideia da contratação de um estagiário que atendesse essas necessidades. 

“Geralmente, as auditorias são formadas por contadores e administradores, mas o percentual de profissionais que realmente tenham entendimento técnico da área afim da entidade é raro. Por isso, a Agência Espacial Brasileira só tem a ganhar com a chegada do Derick. Sem dúvidas, é uma troca de experiências muito boa para ambos. Hoje, ter ao nosso lado um profissional que tenha conhecimento sobre Engenharia Aeroespacial é uma questão de autonomia, liberdade e diferenciação”, afirmou o Auditor-Chefe da Agência Espacial Brasileira, Eduardo Ribeiro.

O trabalho diversificado do setor chegou ao conhecimento de outros órgãos públicos e recebeu elogios. “É um equilíbrio importante: conhecimento do negócio e conhecimento doutrinário e instrumental sobre controle e Auditoria. Isso demonstra que a Auditoria é uma prática profissional coletiva, sempre e por definição”, mencionou o Chefe da Assessoria de Controle Interno do Ministério da Economia, Francisco Bessa.

Além disso, a Auditoria Interna planeja contratar mais um estagiário para compor a equipe e ressalta que este é um projeto a longo prazo. Afinal, é um objetivo da Agência Espacial Brasileira fazer parte do sonhos das pessoas e, também, formar jovens cientistas.

Fragata Sete de setembro


Grupo facebook de História Militar e Militaria Brasileira - Fragata encouraçada ou simplesmente couraçado "Sete de Setembro". 

Sua construção foi iniciada ainda no decorrer da Guerra do Paraguai, em 1868, mas o navio só foi ser concluído após o fim da guerra. 

Foi construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Foto batida em 1874. Em 1893, quando estourou a Revolta da Armada, o navio estava na reserva e não estava bem conservado, mas os rebeldes utilizaram este navio como bateria flutuante. 

Os federais ("florianistas") conseguiram tomar o Sete de Setembro, incendiaram-no e ele afundou na Baía de Guanabara.