
Conhecida como “Lei Harfouche”, em homenagem ao promotor Sérgio Harfouche, da Promotoria da Infância e Juventude, o projeto será aplicada após advertência verbal e escrita.
Para o deputado Lídio Lopes, autor do projeto, a lei não serve simplesmente para penalizar as crianças e, sim, apoiar os professores, sob forma de propagar o respeito no ambiente escolar. A mesma medida já foi aprovada pelo Legislativo Municipal de Campo Grande e está em vigor em outras cidades de Mato Grosso do Sul.
No enatando, parlamentares como Pedro Kemp (PT) e João Grandão (PT) são contra, por ferir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e que há necessidade de ampliar as discussões sobre o assunto em audiência pública.
Conforme o projeto, a aplicação de atividades com fins educativos, deverá ser exercida e acompanhada pelos gestores escolares. Mas o pai ou responsável legal vão ter de reparar o eventual estrago causado à unidade escolar ou aos objetos dos colegas, professores e servidores públicos.
Nota do Blog: Matéria de junho, mas ainda dá tempo de divulgar. Primeiro parabéns aos parlamentares pela lei que protege nosso bolso. Segundo, isso deveria ser uma Lei Federal, e terceiro seria bom aprovar também que o que foi desviado em corrupção fosse devolvido com juros e correção monetária.
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