16 de jul. de 2026

Lula assina aumento de impostos sobre insumos agrícola, e setor do agro alergta: "Vai tudo ficar mais caro"

Fim da isenção sobre insumos agrícolas reacende debate sobre o preço dos alimentos.


Easy fatos - A cobrança de PIS/Cofins sobre insumos agrícolas, como fertilizantes, sementes e defensivos, voltou a gerar repercussão no país. Com o fim da alíquota zero para esses produtos, representantes do agronegócio afirmam que os custos de produção aumentam e podem ser repassados ao longo da cadeia, chegando ao consumidor.

Segundo entidades do setor, a medida tende a impactar principalmente pequenos e médios produtores, que possuem menor capacidade para absorver o aumento das despesas. A preocupação é que esse cenário contribua para a alta no preço de alguns alimentos nos próximos meses.

O tema também ganhou forte repercussão política. Enquanto críticos afirmam que a mudança pode pesar ainda mais no bolso da população, o governo defende que a medida faz parte da reorganização do sistema tributário e da política fiscal em andamento. 

Fonte/Crédito: @salvadorpresss

9 de jul. de 2026

Em Sessão Solene toma posse o vereador Charle da Silva Luiz (Charle Yawanawa) do PDT


Câmara Municipal de Tarauacá -  Em uma Sessão Solene realizada hoje (09), a Mesa Diretora na pessoa do presidente em exercício Tatu do Bem deu posse ao Sr. Charle da Silva Luiz (PDT), conhecido em Tarauacá como Charle Yawanawá.

A posse é em virtude do pedido de afastamento solicitado pela vereadora Neirimar Lima, a Veínha do Valmar de 130 dias por motivos de saúde.


Charle foi diplomado como 2º suplente nas eleições municipais no último pleito em 2024.

Após ser declarado empossado, Charles subiu à Tribuna proferir algumas palavras.

“Quero começar agradecendo a Deus pela oportunidade de estar aqui. Quero agradecer também a Câmara Municipal de Tarauacá por esta solenidade e a todos que vieram compartilhar comigo este momento tão importante nessa caminhada. Recebo essa missão com muita humildade e com o coração cheio de gratidão. Quero fazer um agradecimento especial ao povo Yawanawa, minha origem, minha raiz, minha maior escola de vida. Charles ainda registrou seu agradecimento aos seus ancestrais, as lideranças atuais. “Muito do que eu aprendi sobre compromisso, diálogo e responsabilidade devo ao exemplo deles. Disse Charles. “Registro também minha gratidão ao grupo político que me acolheu”. Finalizou

Charles Yawanawa é o terceiro indígena a se sentar em uma das cadeiras do Parlamento Mirim, sendo precedido pelo senhor Chagas e Nasso da etnia Huni Kuin (Kaxinawa), mas Charle é o primeiro da etnia Yawanawa a assumir uma das cadeiras.

Os Kaxinawa são uma etnia indígena que pertence à família linguística Pano. Eles habitam a floresta tropical no leste do Peru, do pé dos Andes até a fronteira com o Brasil, e são mais numerosos na região brasileira do Acre. Os Kaxinawa autodenominam-se Huni Kuin, que significa "homens verdadeiros" ou "gente com costumes conhecidos". A palavra "Kaxinawa" é um termo pejorativo que significa "povo morcego" e não é aceito pelos próprios indígenas.

Os Yawanawa (yawa/queixada; nawa/gente) são um grupo pertencente à família lingüística pano que ocupa atualmente a T.I. Rio Gregório. "Yawanawa" aparece nas fontes escrito de formas diversas: Yawavo ou Yauavo, Jawanaua, Yawanaua, Iawanawa. A grafia "Yawanawa" que nós utilizamos é a que aparece nas cartilhas e outros documentos de autoria indígena.

A comunidade Yawanawa é na realidade um conjunto que inclui membros de outros grupos: Shawãdawa (Arara), Iskunawa (atualmente conhecidos como Shanênawa, moram em uma aldeia próxima à cidade de Feijó), Rununawa, Sainawa (conhecidos geralmente como Yaminawá e que moram na região do Bagé), e Katukina. Esta configuração é o resultado de uma dinâmica sociológica própria de muitos grupos pano — alianças através de casamentos, raptos de mulheres no contexto de conflitos bélicos, migrações de famílias — e uma série de contingências históricas, especialmente as mudanças ocorridas a partir da chegada do homem branco — epidemias, alterações demográficas... Por meio destes processos foram se incorporando pessoas de outros povos que mantiveram relações com os Yawanawa no passado.

Entre os Yaminawa da TI Cabeceira do Rio Acre existe um subgrupo que recebe também o nome de Yawanawa. No entanto, os Yawanawa do Gregório não têm conhecimento deste outro grupo homônimo.

6 de jul. de 2026

O Brasa esfriou e o Haaland fez Créu!

 Tragam um psicólogo pra CBF urgente!

Haaland cadenciou o time

Por Reginaldo Palazzo - Em meio a idiotices de ideologias retrógadas e roubo de troféu a seleção brasileira que muito se assemelha ao Brasil atual, não só continua precisando aprender a se defender como agora precisa aprender a ganhar também.

Difícil, olhando o elenco mimizento contaminado pelo vírus que atingiu grande parte da “seleção” e do povo.

O que eu fico pasmo é ver pessoas que até gostam de futebol nutrir alguma esperança de ver futuro próximo no futebol brasileiro com tanta frescura à vista

Em 2014 acertei, (tem um vereador aqui na cidade que pode confirmar), que quem ganharia aquela copa seria a Alemanha quando assisti ao primeiro jogo daquela copa, só não esperava claro que a peia (surra) seria tão grande.

Dessa vez acertei novamente afirmando que infelizmente não passaria das oitavas de final.

Pessimismo? Não, realismo.

A última seleção que pode até não ter vencido, pois é coisa do futebol, mas que realmente convenceu, foi a de 1982.

De lá pra cá mesmo tendo conquistado duas copas do mundo, atribuo à sorte.

Primeiro, porque as outras seleções eram visíveis o crescimento técnico e tático, segundo, que também era visível que a seleção brasileira decaia em conjunto gradativamente.

Cogitaram até uma camisa da seleção brasileira na cor vermelha em plena polarização incrementando ‘a contrario sensu’ os fluídos e energias positivas que eram emanadas de ambas as partes se dissipou entre um espectro e outro e o que influía e muito, não influi mais.

Uma bobagem sem tamanho porque se fosse pra ter uma cor alternativa no caso dessa ‘seleça’ teria que ser alaranjado, a cor da brasa fria.

E teve gente que ainda colocou lenha nessa fogueira, (ôh desculpa), nessa brasa, mas era tarde demais, só não percebeu que a decadência do futebol brasileiro advém também de suas próprias escolhas políticas e seus reflexos.

Entre um Pelé e um Ronaldinho Gaúcho, verdadeiros craques que aparecem de 40 em 40 anos, é bom que se preparem as crianças que, essas sim, da pena porque não conhecem as obsolescências da vida esportiva desse país e se põem a chorar copiosamente sempre que uma vergonha dessas aparece de quatro em quatro anos.

Aí vem os técnicos de finais de semana, pilotos de aviões, e analistas políticos, porque sim, desses todo mundo tem um pouco, dizer que a culpa foi do técnico.

Muito pelo contrário, se não fosse ele não passava nem da fase de grupo, quanto mais adentrar nos dezesseis avos.


Coincidência ou não, ontem somente as bandeiras que tinham cruz passaram para as quartas de final, inclusive estampada na camisa da Noruega


Talvez quem sabe se a nossa bandeira ainda fosse a monárquica com a ‘Cruz da Ordem de Cristo’ descendente dos Templários teríamos passado.

Já não basta a ‘Ré-Pública’ inventar que o verde se refere as matas e o amarelo ao ouro?

Pra quem não sabe o verde se refere aos Braganças e o amarelo aos Habsburgos juntamente com o losango graças a origem da Imperatriz Leopoldina.

Por fim temos o (Erling Haaland), que cujo nome soa a bombardeiro da segunda guerra mundial, fez com que a torcida da Noruega explodisse ontem duas vezes em êxtase.

Também não é pra menos, em suas palavras Haaland, disse:

“Incredible, Unbelievable...”

Interessante também foi um narrador esportivos dizer:

Ainda temos uma bola”, referindo-se a mais uma chance que a seleção brasileira teria após a cobrança de pênalti como se pudesse toda hora fazer como fez contra o Japão, ou seja, ter sorte no finalzinho do jogo. O que eles fariam em vinte segundos o que não fizeram em mais de noventa minutos de jogo?

Fato, fato mesmo, daqueles concretado com betoneira, é que o declínio é visível e que estrela em camisa não ganha nada.

Alguém por favor componha uma música com o título.

Onde estão os campos de várzea?

Haaland é o astro do Manchester City

Imagem: Mark Leech/Offside/Offside via Getty Images

5 de jul. de 2026

"O voto da Federação do Acre muma determinada eleição custou mais caro do que o Estado do Acre custou ao Barão do Rio Branco" - Aldo Rebelo

 

Embrapa e NASA expõem verdade que desmonta a maior mentira ambiental contra o agro brasileiro


Por Compre Rural Notícias via Diário do Acre


Durante anos, o Brasil passou a conviver com uma narrativa que ganhou força dentro e fora do país: a ideia de que o agronegócio brasileiro seria um dos principais responsáveis pela destruição ambiental em escala global. Esse discurso, repetido em debates internacionais, campanhas ambientais e até em disputas comerciais envolvendo exportações brasileiras, ajudou a consolidar uma visão frequentemente negativa sobre a produção rural nacional. Mas, agora, Embrapa e NASA expõem verdade que desmonta a maior mentira ambiental contra o agro brasileiro.

Quando a discussão sai do campo ideológico e passa a ser analisada sob a ótica dos números oficiais, a realidade apresentada é bastante diferente. Levantamentos técnicos da Embrapa Territorial, cruzados com dados de monitoramento por satélite utilizados pela NASA, mostram que o Brasil ocupa hoje uma posição singular no planeta: além de ser uma potência agrícola global, está entre os países que mais preservam vegetação nativa em seu território.

Os dados revelam uma realidade que raramente aparece no debate público: grande parte dessa preservação está justamente dentro de propriedades rurais privadas, mantidas diretamente pelos próprios produtores brasileiros.

Brasil lidera preservação ambiental entre grandes economias mundiais, derrubando a maior mentira ambiental contra o agro brasileiro

Os números impressionam quando colocados lado a lado com outras grandes economias consideradas referência em políticas ambientais ao redor do mundo.

Segundo levantamentos técnicos utilizados por pesquisadores brasileiros, o país mantém atualmente 65,6% de todo o território nacional coberto por vegetação nativa preservada.

A comparação internacional ajuda a dimensionar esse cenário:


Brasil → 65,6% do território preservado

Estados Unidos → aproximadamente 19,9%

União Europeia → cerca de 17,9%

Na prática, isso significa que proporcionalmente o Brasil preserva mais áreas naturais do que diversas economias desenvolvidas frequentemente utilizadas como parâmetro em discussões ambientais globais.

Esse cenário ajuda a explicar por que especialistas argumentam que parte do debate internacional sobre sustentabilidade costuma desconsiderar características exclusivas da realidade brasileira.


Código Florestal obriga produtor rural a preservar grandes áreas

Uma das principais diferenças do modelo brasileiro está justamente na legislação ambiental aplicada às propriedades privadas.

O Código Florestal Brasileiro, considerado por especialistas um dos mais rigorosos do mundo, estabelece percentuais obrigatórios mínimos de preservação dentro das propriedades rurais.


Dependendo da região, produtores são obrigados a manter:

80% da propriedade preservada na Amazônia Legal

35% em áreas de Cerrado localizadas dentro da Amazônia Legal

20% em grande parte das demais regiões brasileiras


Na prática, isso significa que milhares de produtores brasileiros não utilizam integralmente suas terras para produção, mantendo grandes áreas preservadas por obrigação legal.

Segundo dados consolidados pela própria Embrapa, o país possui atualmente cerca de 246,6 milhões de hectares de vegetação nativa preservados dentro de propriedades rurais privadas.

Para efeito de comparação internacional, essa área equivale aproximadamente ao território somado de cerca de 10 países europeus.


Para cada hectare produzido, o campo preserva mais de dois hectares de natureza


Outro dado técnico ajuda a desconstruir a ideia frequentemente difundida de que a expansão agropecuária necessariamente significa avanço sobre áreas naturais.

Atualmente, para cada 1 hectare efetivamente utilizado na produção agropecuária brasileira, existem aproximadamente 2,1 hectares de vegetação nativa preservados dentro das próprias propriedades rurais.

Esse indicador reforça uma característica pouco discutida fora do setor: em boa parte do território nacional, produção e conservação ambiental coexistem dentro da mesma atividade produtiva.

Em outras palavras, o mesmo produtor que cultiva alimentos também é responsável por manter grandes áreas preservadas.


Embrapa: A agricultura realmente “consome” água de forma definitiva?

Outro ponto que frequentemente aparece no debate ambiental envolve o uso da água pelo setor agrícola, especialmente em sistemas de irrigação.

É comum a narrativa de que o agronegócio “retira” grandes volumes de água de rios e aquíferos, comprometendo permanentemente a disponibilidade hídrica.

Mas estudos hidrológicos e especialistas em irrigação mostram uma dinâmica bem mais complexa.

No processo agrícola:

Parte da água infiltra naturalmente no solo

Outra parcela evapora e retorna à atmosfera

O ciclo hidrológico permite que boa parte retorne ao ambiente em forma de chuva, umidade e recarga subterrânea

Pesquisas do setor indicam que aproximadamente 90% da água utilizada em sistemas agrícolas retorna ao meio ambiente através do próprio ciclo natural da água, especialmente em sistemas tecnificados e manejados corretamente.

Ou seja, o conceito frequentemente difundido de “consumo definitivo da água” costuma ser apresentado de forma simplificada no debate público.


Agronegócio sustenta parte importante da economia brasileira

Além da questão ambiental, existe um fator econômico impossível de ignorar. Hoje, o agronegócio representa aproximadamente 25% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, sendo responsável por sustentar parte importante da economia nacional.

O setor responde diretamente por:

Milhões de empregos diretos e indiretos

Grande parte do superávit da balança comercial brasileira

Produção de alimentos para mercado interno e exportação

Segurança alimentar nacional e internacional

O Brasil se consolidou nas últimas décadas como potência mundial em segmentos estratégicos como:


Soja

Carne bovina

Milho

Café

Açúcar

Celulose

Proteína animal

Tudo isso operando sob uma das legislações ambientais mais restritivas do planeta.


O debate ambiental precisa ser construído com dados — não apenas narrativas


Isso não significa ignorar problemas reais que precisam de enfrentamento, como desmatamento ilegal, queimadas criminosas e necessidade permanente de fiscalização ambiental.

Mas especialistas defendem que o debate sobre sustentabilidade precisa considerar dados técnicos, contexto legal e a realidade produtiva brasileira, evitando generalizações que frequentemente colocam toda a produção rural nacional dentro da mesma narrativa, ou da maior mentira ambiental contra o agro brasileiro.

Os números mostram algo que raramente recebe o mesmo destaque internacional: o país que se tornou uma das maiores potências agrícolas do planeta também está entre os territórios que mais preservam vegetação nativa no mundo — e parte significativa dessa preservação está nas mãos do próprio produtor rural brasileiro.

Diante disso, cresce uma pergunta cada vez mais inevitável:

o mundo realmente conhece a realidade ambiental do agro brasileiro ou ainda continua enxergando o país através de uma narrativa construída sem considerar os dados completos?

3 de jul. de 2026

Pedofilia: Não feche os olhos

 Movimento todos contra a pedofilia - 20 anos!


Para entrar no site clique (aqui), lá você pode baixar o Guia de Prevenção e Enfrentamento ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes” dentre outros em PDF.

Mara Rocha declara apoio a Fernanda Hassem e afirma: “Sonho em vê-la vice-governadora do Acre”


Durante encontro realizado em Brasiléia, a ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado, Mara Rocha, fez um discurso de reconhecimento à trajetória política da ex-prefeita Fernanda Hassem e declarou publicamente o desejo de vê-la ocupando a Vice-Governadoria do Acre ao lado do senador Alan Rick.

Ao falar para lideranças e moradores presentes, Mara destacou o trabalho desenvolvido por Fernanda durante os dois mandatos à frente da Prefeitura de Brasiléia e afirmou que o estado precisa de uma gestão com maior participação feminina.

“Eu acompanhei o trabalho da Fernanda como prefeita. Sei da mulher guerreira que ela é e do compromisso que sempre teve com a população. Sonho em vê-la vice-governadora do nosso estado, porque o Acre precisa de uma mulher que cuide das pessoas e ajude a construir um novo tempo.”, declarou.

A ex-deputada também manifestou apoio ao senador Alan Rick, ressaltando a expectativa em torno de um novo projeto político para o Acre. “Governador, o nosso estado precisa de você.”, afirmou, dirigindo-se ao parlamentar.

Mara ainda fez questão de reconhecer o trabalho do deputado estadual Tadeu Hassem, chamando-o de “meu deputado estadual” durante sua fala e destacando sua atuação no Alto Acre.

O encontro reuniu diversas lideranças políticas e comunitárias da região, entre elas o senador Sérgio Petecão, o deputado estadual Tadeu Hassem, vereadores, representantes de categorias profissionais, fazedores de cultura, juventude e lideranças municipais. A agenda integrou a série de encontros promovidos por Alan Rick para ouvir a população e discutir propostas para o futuro do Acre.

China abre a primeira escola de robôs do mundo para humanoides