Tragam um psicólogo pra CBF urgente!
Por Reginaldo Palazzo - Em meio a idiotices de ideologias retrógadas e roubo de troféu a seleção brasileira que muito se assemelha ao Brasil atual, não só continua precisando aprender a se defender como agora precisa aprender a ganhar também.
Difícil, olhando o elenco mimizento contaminado pelo vírus que atingiu grande parte da “seleção” e do povo.
O que eu fico pasmo é ver pessoas que até gostam de futebol nutrir alguma esperança de ver futuro próximo no futebol brasileiro com tanta frescura à vista
Em 2014 acertei, (tem um vereador aqui na cidade que pode confirmar), que quem ganharia aquela copa seria a Alemanha quando assisti ao primeiro jogo daquela copa, só não esperava claro que a peia (surra) seria tão grande.
Dessa vez acertei novamente afirmando que infelizmente não passaria das oitavas de final.
Pessimismo? Não, realismo.
A última seleção que pode até não ter vencido, pois é coisa do futebol, mas que realmente convenceu, foi a de 1982.
De lá pra cá mesmo tendo conquistado duas copas do mundo, atribuo à sorte.
Primeiro, porque as outras seleções eram visíveis o crescimento técnico e tático, segundo, que também era visível que a seleção brasileira decaia em conjunto gradativamente.
Cogitaram até uma camisa da seleção brasileira na cor vermelha em plena polarização incrementando ‘a contrario sensu’ os fluídos e energias positivas que eram emanadas de ambas as partes se dissipou entre um espectro e outro e o que influía e muito, não influi mais.
Uma bobagem sem tamanho porque se fosse pra ter uma cor alternativa no caso dessa ‘seleça’ teria que ser alaranjado, a cor da brasa fria.
E teve gente que ainda colocou lenha nessa fogueira, (ôh desculpa), nessa brasa, mas era tarde demais, só não percebeu que a decadência do futebol brasileiro advém também de suas próprias escolhas políticas e seus reflexos.
Entre um Pelé e um Ronaldinho Gaúcho, verdadeiros craques que aparecem de 40 em 40 anos, é bom que se preparem as crianças que, essas sim, da pena porque não conhecem as obsolescências da vida esportiva desse país e se põem a chorar copiosamente sempre que uma vergonha dessas aparece de quatro em quatro anos.
Aí vem os técnicos de finais de semana, pilotos de aviões, e analistas políticos, porque sim, desses todo mundo tem um pouco, dizer que a culpa foi do técnico.
Muito pelo contrário, se não fosse ele não passava nem da fase de grupo, quanto mais adentrar nos dezesseis avos.
Coincidência ou não, ontem somente as bandeiras que tinham cruz passaram para as quartas de final, inclusive estampada na camisa da Noruega
Talvez quem sabe se a nossa bandeira ainda fosse a monárquica com a ‘Cruz da Ordem de Cristo’ descendente dos Templários teríamos passado.
Já não basta a ‘Ré-Pública’ inventar que o verde se refere as matas e o amarelo ao ouro?
Pra quem não sabe o verde se refere aos Braganças e o amarelo aos Habsburgos juntamente com o losango graças a origem da Imperatriz Leopoldina.
Por fim temos o (Erling Haaland), que cujo nome soa a bombardeiro da segunda guerra mundial, fez com que a torcida da Noruega explodisse ontem duas vezes em êxtase.
Também não é pra menos, em suas palavras Haaland, disse:
“Incredible, Unbelievable...”
Interessante também foi um narrador esportivos dizer:
“Ainda temos uma bola”, referindo-se a mais uma chance que a seleção brasileira teria após a cobrança de pênalti como se pudesse toda hora fazer como fez contra o Japão, ou seja, ter sorte no finalzinho do jogo. O que eles fariam em vinte segundos o que não fizeram em mais de noventa minutos de jogo?
Fato, fato mesmo, daqueles concretado com betoneira, é que o declínio é visível e que estrela em camisa não ganha nada.
Alguém por favor componha uma música com o título.
Onde estão os campos de várzea?
Haaland é o astro do Manchester City
Imagem: Mark Leech/Offside/Offside via Getty Images




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