23 de jan. de 2014

CRIACIONISMO

Folha.com - No final da década de 1980, um conhecido economista europeu me fez uma pergunta interessante: por que os brasileiros estão sempre querendo reinventar a roda na economia?

Analisando não só as políticas econômicas brasileiras e seus resultados, mas também as reações a elas, conclui que ele tinha razão. Há, de fato, uma visão muito difundida de que governo progressista deve adotar políticas originais e não testadas.

O resultado dessa criatividade é negativo. Os períodos de melhores resultados macroeconômicos do país ocorreram quando foram aplicadas políticas já testadas e analisadas em diversos países, com eficácia comprovada

Numa analogia médica, seria como se os médicos brasileiros, para serem bons profissionais, tivessem de refutar tratamentos testados e aprovados na maioria dos países e devessem sempre inventar fórmulas "geniais". Seria muito arriscado para nós, pacientes.

Na economia não é diferente. Políticas econômicas como equilíbrio fiscal, meta de inflação e câmbio flutuante têm eficácia comprovada em diversos países, com estudos acadêmicos analisando resultados em casos suficientes para ter relevância estatística.

Mas esse contexto é estranho a muitos analistas brasileiros devido à politização do debate econômico.

Quando aplicamos, logo no início, um conjunto de políticas testadas e analisadas em diversos países, como sistema de metas de inflação, câmbio flutuante e superavit primário capaz de assegurar trajetória cadente da dívida pública, fiquei surpreso com análises e críticas de que estávamos "imitando" o governo anterior, como se todas essas políticas tivessem sido "inventadas" na outra gestão.

Na realidade, fomos um dos últimos países relevantes a adotar, em 1999, o regime de metas de inflação, criado no final dos anos 1980 na Nova Zelândia. Tampouco fomos pioneiros na parte fiscal ou cambial, e não há nenhum demérito nisto.

Política economicamente bem-sucedida é a que faz diagnóstico correto da situação e toma medidas suficientemente fortes para resolver os problemas. Em nossa administração, sempre mantivemos foco nos resultados, não no politicamente correto.

Em resumo, é importante que não só aprendamos com nossos erros e acertos, mas que analisemos e aprendamos com a experiência internacional. Políticas bem-sucedidas são resultado de várias experiências internacionais, não são propriedade de nenhum governo ou país.

Políticas econômicas criativas e inovadoras, mas que fracassam, devem ser corrigidas. A experiência histórica mostra que o melhor caminho é adotar políticas que deram certo em grande número de países, inclusive no Brasil. 

Henrique Meirelles é presidente do Conselho da J&F (holding brasileira que controla empresas como JBS, Flora e Eldorado) e chairman do Lazard Americas. Ele foi presidente do Banco Central do Brasil de 2003 a 2010 e, antes disso, presidente global do FleetBoston e do BankBoston.

BOI, BOI, BOI, BOI DA CARA PRETA...


...SAI DESSA "BR" QUE EU NÃO QUERO VÊ O CAPETA

VAMOS TOMAR BANHO ? NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

DA SÉRIE: COMO FUNCIONAM AS COISAS - 23/01/2013




http://wp.clicrbs.com.br

21 de jan. de 2014

SURPRISE VICTORY IN EAST CONGO A CREDIT TO MUSCULAR UN FORCE - GEN. CARLOS ALBERTO DOS SANTOS CRUZ MOSTRA TODA SUA COMPETÊNCIA


Jornal Boston Globe - A imprensa de Boston Publicou, a mídia internacional também, e quanto a mídia nacional? Um silêncio ensurdecedor!!  À imprensa chapa branca (e de outras cores também), não interessa publicar esta notícia; vai contrariar os interesses do poder dominante, que não quer ver crescer o prestígio dos militares.

Segue uma reportagem publicada na mídia internacional

A reportagem completa está em inglês mais abaixo!!
O jornal Boston Globe publicou o maior elogio ao Exército Brasileiro pela firmeza com que liquidou no nascedouro outra guerra civil no Congo. Parece que, há um ano, o anterior contingente da ONU estava sendo "derrotado" e "humilhado" pelo grupo rebelde denominado M23, que havia tomado a cidade de Goma. Mas, diz o jornal, "esta semana Goma celebra importantes boas novas: o M23 se rendeu, seus soldados estão sendo desarmados e seu líder, Bosco Ntaganda, será entregue à Corte Penal Internacional." E continua: "A virada se deve, em parte, a um novo experimento: a criação duma unidade de força de paz dotada de equipamento e autoridade para ações ofensivas. A brigada de intervenção, composta de 3.000 soldados da Tanzania, Malawi e África do Sul, é algo inusitado na história das intervenções da ONU, e demonstra ao mundo o que é possível obter quando se combina força militar efetiva com hábil diplomacia. Comandada pelo Gen. Carlos Alberto dos Santos Cruz, do Brasil, a unidade especial deu crucial apoio ao exército congolês no rápido desbaratamento dos rebeldes nas últimas semanas. A força comandada por Santos Cruz, que já comandou operações de paz no Haiti, foi bastante elogiada por sua capacidade e profissionalismo. Até então, as campanhas dos capacetes azuis eram desmoralizadas por acusações de abusos sexuais contra os habitantes, e seu mandato era fraco demais para garantir efetiva proteção aos civis."

The Boston Globe, November - A year ago, the eastern Democratic Republic of Congo seemed headed for another protracted war. The rebel group M23 had taken over Goma, a provincial capital. Aid workers and civilians fled. The United Nations peacekeeping force charged with protecting the city was humiliated. But this week, Goma is celebrating some surprisingly good news: M23 has surrendered. Its foot soldiers are disarming. Its leader, Bosco Ntaganda, will be turned over to the International Criminal Court.

The turnabout stems, in part, from an experiment: the creation of a new unit of UN peacekeepers who were given the authority and equipment to take offensive action. The “intervention brigade,” composed of about 3,000 troops from Tanzania, Malawi, and South Africa, is almost unprecedented in the history of UN peacekeeping. It shows what the world can accomplish when it pairs effective military force with smart diplomacy.

Commanded by Lieutenant General Carlos Alberto dos Santos Cruz, of Brazil, the special unit gave crucial back-up to the Congolese army as it routed the rebels in recent weeks. The force led by dos Santos Cruz, who also headed peacekeeping operations in Haiti, was widely praised for its skill and professionalism. Previous blue helmets were plagued by allegations of sexual misconduct against locals, and their mandate was too weak to protect civilians effectively.

In carefully chosen situations, forces similar to the intervention brigade could provide a cost-effective, creative mechanism for global intervention on behalf of countries whose armies are too weak on their own to put down deadly rebellions. But military action alone would not have been enough to rout the M23. The group is a pawn in a larger game. Supported by Rwanda and, to a lesser extent, Uganda, it is accused of plundering the mineral resources of the region for the financial benefit of senior figures in those two neighboring countries.

Rwanda and Uganda have denied involvement, but the proof became too obvious to ignore. In July, US officials sent a strong message to Rwandan President Paul Kagame by freezing $200,000 in military assistance. Last month, the United States invoked the Child Soldiers Prevention Act of 2008 to sanction Rwanda and halt military training and foreign military financing.

Just as notably, Secretary of State John Kerry picked up the phone and called Kagame directly. Kagame, who has long been a darling of the West, took notice. Kerry also appointed his former senatorial colleague Russ Feingold as a special envoy to the region. Feingold has traveled to Africa three times since September to participate in talks about the fate of M23. This unprecedented US involvement has helped bring about the group’s surrender. Now that it has been achieved, US officials must remain involved. Dozens of other rebel groups are still active in the region. The world must seize the opportunity to root out lawless militants and strengthen the Congolese government. It is time for the people of the eastern Congo to get the peace that they desserve.

Isto é motivo de orgulho para todos os brasileiros, não apenas para os militares. Mas a imprensa chapa branca jamais noticiará este fato. E mais: o General em questão foi escolhido pela ONU, em face do anterior desempenho dele no Haiti.

DA SÉRIE: TRÂNSITO EM TARAUACÁ - ACESSIBILIDADE A GENTE SE VÊ NA PRÓXIMA ENCARNAÇÃO

DA SÉRIE: TRÂNSITO EM RIO BRANCO - SERÁ QUE PINTANDO DE VERMELHO ELE ENXERGA?


POR QUE NÃO ESTACIONAR DIREITO? SERÁ PREGUIÇA OU FALTA DE RESPEITO COM O PRÓXIMO?

PARA ALGUNS IDOSOS JÁ É COMPLICADO ESTACIONAR, IMAGINE TIRANDO ESPAÇO DELES?

20 de jan. de 2014

A DESPEDIDA DE MAURÍCIO MOSCARDI, DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL

Luciano Tavares/da redação de ac24horas - Amado e admirado por uns, odiado e temido por outros. O homem que tirou o sono do governador Sebastião Viana, delegado da Polícia Federal, Maurício Moscardi, chefe da Operação G-7, que colocou na cadeia 15 secretários de Estado e empreiteiros acusados de desvio de dinheiro público, corrupção ativa e passiva, cartel em licitações e formação de quadrilha, deixa o Acre depois de cinco anos de trabalho, mas com o sentimento de dever cumprido.

Nos seus primeiros três anos no estado, Moscardi comandou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal no Acre. Um trabalho desafiador, principalmente por se tratar de um estado situado na região de fronteira com dois dos principais produtores de coca do mundo: o Peru e a Bolívia. “A fronteira te ensina muita coisa em termos de trabalho”, diz Moscardi.

Mas foi nos últimos dois anos, especialmente em 2013, como chefe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, que o delegado se destacou no órgão ao comandar a prisão de uma suposta quadrilha de membros do primeiro escalão do governo e empresários do ramo da construção civil apelidada de G-7.


A prisão teve enorme repercussão. Foi noticiada na grande imprensa nacional, gerou reviravolta palaciana, declarações exageradas e acusatórias e causou um desgaste no seio do governo que nem mesmo o mais ferrenho dos opositores conseguiu provocar em quase 16 anos de domínio do PT no Acre.

Mas enquanto ocorria à avalanche de críticas através da mídia e de eventos patrocinados pelo governo ao trabalho da Polícia Federal, o delegado Mauricio Moscardi manteve o foco no trabalho e diz que em nenhum momento se sentiu incomodado.

“A gente procura não entrar em debate político porque a Polícia Federal é uma Polícia republicana. A gente foge de ser colocado numa situação política porque a gente não trabalha dessa forma. A gente não deve ficar dando atenção pra isso, senão a gente não trabalha. Se você for dar atenção pra tudo que se fala você não vai conseguir executar mais nenhum trabalho na sua vida. Às vezes você vai ser criticado por uns e elogiado por outros. A Polícia Federal é acima disso. A gente faz um trabalho técnico e quando a gente faz um trabalho técnico a gente não tem esse tipo de preocupação. Nosso trabalho é bem técnico e a gente procurar ficar focado sempre no trabalho para não abrir espaço para pensar em outras coisas”, reflete.

Porém, o delegado não nega que a Operação G-7 foi das mais marcantes de sua carreira, principalmente por causa da repercussão.

“O G7 foi uma das operações mais marcantes. Mas são várias operações. Mas ela foi marcante no sentido de ter muita repercussão, mas no combate ao crime organizado foram várias operações e todas elas foram marcantes de certa forma. Cada uma tem um direcionamento, uma forma de trabalhar. A G7 foi uma operação que tem uma outra vertente que é uma vertente já no desvio de recurso público que não era uma característica fazer no estado. Na verdade essa é uma prioridade da Polícia Federal voltada pra essa área de recurso público. É uma prioridade da Polícia Federal dá atenção pra desvio de recurso público, crimes financeiros. E tudo isso foi acatado pelo doutor Marcelo, que é um superintendente muito correto e que deu esse direcionamento pra Superintendência e a Polícia teve oportunidade de executar bons trabalhos nessa área também”, completa Moscardi.

Maurício acrescenta que as investigações do caso G-7 continuam. O inquérito tramita na 3ª Vara da Justiça Federal, que tem como titular o juiz Jair Facundes. O delegado acredita que pelo trabalho detalhado das perícias o resultado das investigações demore.

“Estão sendo realizadas outras diligências, que foram solicitadas pelo Ministério Público Federal e estão sendo executadas pela Polícia Federal que está fazendo todo levantamento. A investigação continua por enquanto. É difícil apontar um tempo para a investigação porque tem um monte de perícia e as perícias não são tão rápidas. E como são muito detalhadas, muito aprofundadas cada tema, então às vezes demora um pouco. Então talvez demore um pouco para sair os resultados, mas a população terá acesso no final do inquérito”, explica.

O delegado também fez questão de lembrar que nos últimos anos a Polícia Federal no Acre teve melhoras significativas tanto em seu efetivo como na estrutura física. A maior prova é a recém inaugurada sede do órgão na Via Verde, em Rio Branco.

“Tem um prédio novo que faz toda diferença pra gente, toda uma estrutura, que faz a diferença no trabalho. Tem laboratórios super modernos e tudo isso porque a Polícia Federal está investindo muito na nossa fronteira. Nos últimos dez anos o efetivo da região de fronteira multiplicou por dez, praticamente. Tem muito a melhorar, mas tem muito sendo feito já. Então a gente tá sentindo esse investimento acontecendo então eu acho que a Polícia Federal tá crescendo muito no país e tem tido um papel importante na sociedade”, enfatiza.

O delegado, que irá trabalhar na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, no Paraná, afasta as especulações de que sua transferência tenha motivação política. Do Acre, ele diz que guardará boas lembranças dos colegas e da receptividade da população ao seu trabalho. Admiração popular que aumentou especialmente depois que o delegado colocou gente da alta sociedade na cadeia.
“Foram oportunidades profissionais muito boas em quase cinco anos de trabalho. O estado do Acre pra mim foi uma grata surpresa. Eu sempre fui muito bem recebido tanto pelos colegas como pela população. Então pra mim e pra minha família foi muito bom esse período aqui no Acre. Aqui eu só ganhei. Não posso falar nada de mal desse estado. Desejo sucesso aos colegas. Muito sucesso, muito trabalho e certamente o perfil de um trabalho sério vai ter continuidade”, diz Moscardi.

Maurício Moscardi começa a trabalhar ainda em janeiro no estado do Paraná. Já o delegado Marcelo Salvio Resende Vieira, que ocupava o cargo de superintendente da Polícia Federal, deixou o órgão no Acre nesta quinta-feira, e vai comandar a PF do Amazonas.

ANJOS DE BRANCO - 2º TENENTE ENFERMEIRA JURGLEIDE DORIS DE CASTRO

Em um dos diversos elogios recebidos, um resume o perfil profissional da Enfermeira Veterana Jurgleide. 

PORTAL DA FEB - O Major Ernestino Gomes de Oliveira, disse, em resumo, o seguinte:

“Enfermeira de grande dedicação, competente, disciplinada e trabalhadora, de fina educação, representa dignamente o papel da enfermeira brasileira e nela vejo esplêndida colaboradora do serviço de clínica médica”.

A enfermeira Jurgleide Doris de Castro, é natural da cidade de Cruzeiro do Sul. Ela nasceu na época em que o Estado do Acre era ainda território. A filha do casal João Oliveira de Castro e Alzira de Castro, saiu do longínquo município no meio da floresta amazônica e alistou-se como Voluntária Socorrista Profissional da Santa Casa do Pará. Para atuar no front italiano formou-se no Curso de Enfermagem Samaritana e se qualificou no Curso de Emergência de Enfermeiras da Reserva do Exército (CEERE).

O caminho para chegar ao seu posto de serviço foi longo. No dia 19 de Agosto de 1944, Jurgleide partiu do Rio de Janeiro, em avião de transporte norte-americano com destino a Natal – RN. No dia 20 de Agosto de 1944, partiu de Natal com destino a Accra – África, fazendo escalas em Robert Field, Dakar, Atar, Tindouf, Marrakech, Casablanca e Tunis. Chegou a Nápoles no dia 30 do mesmo mês, partindo no mesmo dia para Roma onde assumiu de imediato suas funções na Clínica Médica e Cirúrgica do 38th Evacuation Hospital, em Cecina (Santa Lucce), Florença e Pisa.

Jurgleide serviu ainda nos seguintes Hospitais de Sangue Norte-Americanos do front Italiano: 24th General Hospital, em Marzabotto e Parola; 16th Evacuation Hospital, em Pistóia e, por último, no 15th Evacuation Hospital, em Corvela.
Seu retorno a Pátria Amada Brasil aconteceu no dia 11 de junho de 1945. Em 23 de junho de 1945 foi licenciada pela Portaria 8411, publicada no Diário Oficial, no entanto, pelos relevantes serviços prestados foi condecorada pelo Exército Brasileiro, com a Medalha de Guerra e a Medalha de Campanha.

Fonte de apoio:
VALADARES, Altamira Pereira. Álbum Biográfico das Febianas. Batatais – SP: Centro de Documentação Histórica do Brasil. 1976. 116p.

Colaborador:  Vanderley Santos Vieira, é Jornalista, especialista em Comunicação, Oficial R2 (Infantaria) do Exército Brasileiro, Tecnólogo em Administração de Empresas, Escritor, Pós-graduado em Planejamento Estratégico e possui o Curso de Política e Estratégia da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Atualmente desempenha a função de Gerente em uma Multinacional, Voluntário da Defesa Civil de Campo Grande – MS e Sócio Especial da ANVFEB/MS.
Possui as seguintes honrarias: Medalhas: de Serviço Amazônico; Mérito da Força Expedicionária Brasileira; Marechal Machado Lopes; Medalha Cruz da Paz; Marechal Cordeiro de Farias; Mérito da Força Expedicionária Brasileira da Câmara dos Vereadores de Campo Grande – MS; Mérito Legislativo de Campo Grande e Mérito Rondon – Academia de Estudo de Assuntos Históricos – MS.

ALERTA! PERIGO NA BR 364 PERTO DE SENA MADUREIRA


ATENÇÃO TARAUACAENSES E OUTROS: Há uns 35 Km de Sena Madureira saindo de Tarauacá para Rio Branco a estrada está literalmente desmoronando. Muitíssimo cuidado ao chegar nesse ponto.

MARTA SUPLICY É CONDENADA POR IMPROBIDADE E TEM DIREITOS POLÍTICOS SUSPENSOS

Ex-prefeita de São Paulo vai recorrer de condenação, 
sua segunda envolvendo a ONG 
Ed Ferreira/Estadão
ESTADÃO - Ex-prefeita de São Paulo foi denunciada por irregularidades em contrato de R$ 176 mil com ONG para promover ações de educação sexual

Lilian Venturini e Luciano Bottini Filho - O Estado de S. Paulo - A ex-prefeita Marta Suplicy (PT) foi condenada pela Justiça de São Paulo por improbidade administrativa em razão de um contrato firmado sem licitação, durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo (2001-2004). Em decisão de primeira instância, o Juiz Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho, da 1ª Vara de Fazenda Pública, condenou a ex-prefeita a suspensão dos direitos políticos por três anos e ao pagamento de multa no valor de 50 vezes a sua remuneração como prefeita.

Na decisão, da última quarta-feira, 9, o Justiça acatou a denúncia do Ministério Público de São Paulo, que apontou irregularidades na contratação, em 2002, de uma ONG para assessorar o desenvolvimento de ações referentes a planejamento familiar, métodos contraceptivos, questões de sexualidade nas subprefeituras de Cidade Ademar e Cidade Tiradentes. O juiz estende a condenação também a então secretária de Educação Maria Aparecida Perez. A defesa de Marta Suplicy informou que vai recorrer, já que contrato semelhante foi considerado legítimo pela Justiça (leia abaixo). A defesa de Maria Aparecida não foi encontrada para comentar o caso.

De acordo com a promotoria, o contrato de R$ 176,7 mil com o Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual (GTPOS) é irregular por ter sido firmado sem a realização de licitação. A secretaria teria desconsiderado também os requisitos necessários para a dispensa da pesquisa de preços. "Houve infração do princípio da moralidade, já que a ré Marta Suplicy, prefeita de São Paulo à época da celebração do contrato, era intimamente ligada à entidade contratada", acrescenta o juiz na sentença, de novembro de 2013.

Na ocasião da denúncia, os advogados de Marta Suplicy e da secretária de Educação defenderam a legalidade do contrato. Sustentaram ainda que os serviços foram devidamente prestados pela ONG.

Para o juiz, no entanto, o serviço poderia ser realizado por outras empresas, o que indica a necessidade da realização de consulta de interessados ou de pesquisa de preços, como prevê a lei de licitações. "A ausência de tal consulta, no caso, implicou a violação ao princípio da isonomia, que deve pautar a relação entre particulares prestadores de serviço e o Poder Público com o qual pretendem contratar, além da impessoalidade, já que a entidade contemplada com o contrato questionado fora fundada pela chefe do Executivo em cujo mandato se deu a celebração do respectivo instrumento."

O juiz destacou também o fato de Marta Suplicy ter sido sócia fundadora da GTPOS e, por essa razão, infringir o critério de imparcialidade exigido nesse tipo de contrato. Ele ressalta, porém, que não se verificou indícios de prejuízos aos cofres públicos e os réus não serão condenados a ressarcir o governo municipal. "Por outro lado, ressalvo que a ausência de comprovação de dano ao erário não afasta a configuração de ato de improbidade administrativa", afirma.

A ONG, por sua vez, foi condenada a pagamento de multa no valor de 10% do valor do contrato original e fica proibida de firmar contratos com o poder público ou receber incentivos fiscais por três anos. De acordo com a defesa da GTPOS, que vai recorrer da decisão, a licitação era dispensável em razão da natureza do serviço prestado e pelo fato de a ONG ser entidade sem fins lucrativos, condições previstas na legislação.

Segundo caso. A contratação da mesma organização já foi alvo de outra denúncia do Ministério Público, também envolvendo Marta Suplicy e Maria Aparecida Perez. A petista e a ex-secretária chegaram a ser condenadas por improbidade, mas foram absolvidas em segunda instância, em junho de 2011. O MP questionou a ausência de licitação para um contrato de R$ 2,029 milhões, mas a dispensa foi considerada correta.

17 de jan. de 2014

DA SÉRIE: FLORES DA MINHA CASA

GOVERNO INVESTIGA CONTA DE PIZZOLATO EM BANCO DA SUIÇA

Andreza Matais, Felipe Recondo e Jamil Chade | Agência Estado - Autoridades brasileiras e da Suíça investigam uma conta secreta operada por Henrique Pizzolato, o ex-diretor do Banco do Brasil que fugiu do País após ter a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal pela condenação no julgamento do mensalão. Suspeita-se que a conta aberta num banco suíço teria saldo de quase 2 milhões de euros. Ela foi movimentada após a fuga de Pizzolato, há cerca de dois meses, segundo investigadores brasileiros e suíços. O saldo, contudo, não está zerado.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, para o governo brasileiro a conta no exterior mostra que a fuga de Pizzolato foi "muito bem planejada". A Polícia Federal já tem certeza de que o ex-diretor do BB foi mesmo para a Itália, mas não tem recebido cooperação da polícia do país europeu, única que poderia aprofundar as investigações sobre o seu paradeiro.

Pizzolato possui dupla cidadania, o que garante a ele o direito de permanecer na Itália. Tratado entre Brasil e a nação europeia não permite extradição de quem tem dupla cidadania.

Até o fim do ano passado, a PF ainda trabalhava com a hipótese de Pizzolato estar até mesmo no Brasil. Ele teria solicitado em país que faz fronteira com o Brasil uma autorização de retorno para a Itália e não um novo passaporte. Ele viajou acompanhado da mulher, Andrea Haas. A operação de fuga foi revelada pelo jornal O Estado de S.Paulo.

A investigação sobre Pizzolato é tocada pela recém-criada coordenação de rastreamento e captura da Polícia Federal, ainda não formalizada, mas já responsável por cuidar da situação do ex-diretor do Banco do Brasil. Uma equipe de seis policiais trabalha no caso. A PF também conta com a ajuda da Interpol, organização internacional que reúne polícias de vários países. A Procuradoria-Geral da República e a PF mantêm o assunto sob sigilo.

Na Suíça, fontes da polícia e da Justiça local confirmaram à reportagem o trabalho conjunto com as autoridades brasileiras. O foco é traçar o caminho exato do dinheiro de Pizzolato. Diplomatas do Brasil disseram que, nas últimas semanas, uma "intensa troca" de cartas e comunicações entre Brasília e Berna foi registrada sobre esse assunto.

Resistência
Apesar de Brasil e Suíça manterem um acordo de cooperação judicial, o pedido de ajuda de Brasília aos suíços enfrentou uma certa resistência inicial para ser atendido. Isso porque o suposto crime não teria ocorrido na Suíça e não existiria provas na Justiça local de que o dinheiro movimentado fosse fruto de corrupção.

O que permitiu a cooperação foi o fato de o nome de Pizzolato ter entrado na lista da Interpol. Com isso, as autoridades da Suíça também foram levadas a colaborar com um caso de alguém que já havia sido julgado e condenado em última instância. O sinal verde para a cooperação foi dado, mas com a condição de que o papel das autoridades suíças não fosse revelado inicialmente.

O pedido de ajuda do Brasil foi tratado pelo Escritório Federal da Polícia, conhecido como Fedpol. Uma vez recebido, o departamento lançou uma busca nos cantões suíços, obrigou bancos a buscar o nome de Pizzolato e conseguiu identificar a movimentação na área que seria de responsabilidade legal de Genebra.

O ex-diretor do Banco do Brasil foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelo Supremo pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato. As investigações mostraram que ele recebeu R$ 326 mil de propina para favorecer uma das empresas de Marcos Valério em contratos com o Banco do Brasil. Como ex-diretor do banco, Pizzolato teria participado do desvio de aproximadamente R$ 74 milhões do Fundo Visanet para alimentar o esquema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

16 de jan. de 2014

DA SÉRIE: MANCHETE QUE VEREMOS FUTURAMENTE NOS BLOGS - 16/01/2014


ÁRVORE DESBALANCEADA QUE NÃO FOI PODADA CAI EM CIMA DE ÔNIBUS ESCOLAR E MATA ESTUDANTES

SAINDO COM AS GATAS, TCHAU!

AZARADO, NÃO CONSEGUIU ASSALTAR, FICOU PARAPLÉGICO NA HORA E MORREU NO HOSPITAL

PESQUISADORES ESTUDAM RELAÇÃO DAS TARTARUGAS DE GALÁPAGOS COM FÓSSEIS DE JABUTIS COLETADOS NO ACRE


Altino Machado - Para saber qual a relação entre as tartarugas de Galápagos, no Equador, com os fósseis de jabutis gigantes coletados na Amazônia brasileira, pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) estão finalizando o projeto intitulado “Jabutis de Galápagos: Origem e Evolução”, que será submetido a órgãos financiadores.

Um jabuti pré-histórico, de um metro de altura, coletado em no Rio Acre, em Assis Brasil (AC), na froteira com o Peru e Bolívia, em 1995, é considerado pelos paleontólogos como o mais provável ancestral dos quelônios terrestres gigantes que vivem na atualidade exclusivamente no arquipélago Galápagos, no Equador.

A tese de que parte da Amazônia Sul Ocidental, a região onde hoje é o Estado do Acre, já foi um megapantanal durante o período Mioceno (5 a 8 milhões de anos) tem sido cada vez mais reforçada através dos estudos já realizados pelos pesquisadores do Laboratório de Paleontologia da Ufac.

Em capítulo do livro “Paleontologia: Cenário da Vida”, volume 5, da editora Interciência, a ser lançado ainda este ano, de autoria dos paleontólogos Jonas Filho, Edson Guilherme e Ricardo Negri, os três pesquisadores discorrem mais uma vez sobre a temática.

Dessa vez, utilizam a fauna de crocodilianos gigantes das espécies Purussaurus brasilliensis (o maior jacaré do mundo, também coletado no Acre), Mourassuchus amazonensis e Gryposuchus jessei  como elementos irrefutáveis de que as tartarugas gigantes de Galápagos tiveram origem na Amazônia brasileira, precisamente na região do Acre.

Os pesquisadores descrevem que mudanças climáticas radicais teriam aumentado a temperatura da região e ocasionado grandes períodos de seca, por milhões de anos, até os lagos secarem completamente, resultando principalmente na falta de alimentação.

Por consequência, apesar da enorme resistência que o grupo possuía, os grandes jacarés teriam perdido a capacidade de sobrevivência ao meio e pouco a pouco foram se extinguindo.

O cenário posterior, antes da atual floresta, segundo os três autores, foi uma savana habitada pelos mastodontes (aparentados dos elefantes), preguiças gigantes, dentre outros animais, na maioria, atualmente extintos.

Na sequência dos estudos paleontológicos na Amazônia, os pesquisadores coletaram achados de jabutis que, após reconstituição, se revelaram como os maiores já identificados no mundo paleontológico.

O Laboratório de Paleontologia exibe o fóssil do jabuti gigante que, pelo tamanho, supera os jabutis de Galápagos. O fóssil do animal foi coletado no município de Assis Brasil (AC), na fronteira do Brasil com o Peru.

O jabuti de pedra, gesso e espuma mede um metro de altura, 1,65 metro de comprimento e 90 centímetros de largura.  O animal, que viveu na Amazônia brasileira há 8 ou 5 milhões de anos, é muito parecido, embora maior, ao que vive atualmente nas ilhas do oceano Pacífico, em frente ao litoral do Equador.
Tartaruga de Galápagos

Segundo os pesquisadores da Ufac, o achado pode representar a linha evolutiva das chamadas “tartarugas de Galápagos”. Ou seja, o berço das espécies conhecidas em Galápagos pode ter sido na Amazônia brasileira.

- O que sugerimos agora é a possibilidade de uma relação entre as tartarugas de Galápagos e os gigantescos jabutis fósseis coletados no Acre -  disse ao Blog da Amazônia o palentólogo Jonas Filho, que coletou e descreveu para a ciência o Purussaurus brasilliensis, o maior jacaré do mundo.

E como é possível que os jabutis gigantes tenham se dispersado por tantos quilômetros distantes e restado sobreviventes lá, em Galápagos, no Oceano Pacífico, e não no Acre?

- É possível que tudo tenha acontecido por consequência de dois fatores relacionados ainda durante o período das variações climáticas, que gerou escassez de água e de alimento, e que resultou no desaparecimento do megapantanal e sua paleofauna, durante o período Mioceno – comenta o pesquisador.

Segundo Jonas Filho, um dos fatores está relacionado com a evolução das Cordilheiras dos Andes que, no Mioceno inferior, não deveria ter alcançado completamente seu ápice de elevação.

- O outro é que, nestas condições, na busca desesperada por sobrevivência, alguns jabutis teriam possivelmente encontrado uma passagem de fuga e chegado ao Equador, depois às ilhas do Pacífico. Para entendermos melhor esta questão temos que seguir as pistas – acrescenta.

Edson Guilherme afirma que a hipótese da relação das tartarugas que se extinguiram no continente com as que sobreviveram nas ilhas Galápagos partiu do cientista Charles Darwin,  autor de "A Origem das Espécies”, que passou pelo arquipélago.

- Após notar que em cada ilha do arquipélago havia espécies diferentes de tartarugas terrestres gigantes de origem continental, Darwin concluiu que os animais poderiam ter chegado da América do Sul agarrados a troncos ou em cima de árvores.

É para seguir as pistas deixadas pelos jabutis e reforçarem sua tese que os pesquisadores da Ufac elaboram o projeto “Jabutis de Galápagos: Origem e Evolução”.

- O projeto terá várias fases com coletas de material fóssil, estudos anatômicos, análises cladistícos e de dados genéticos. Deverá contar com a colaboração de uma equipe multidisciplinar – assina Jonas Filho.

No Acre, além do Purussaurus brasiliensis, também já foi coletado o fóssil do Mourasuchus nativus, uma espécie de jacaré típica da América do Sul, que possuía um crânio longo e esmagado, além do fóssil da carapaça de uma tartaruga mata-mata (Chelus fimbriatus) de cerca de dois metros de diâmetro.
--------------------------------------------------------------------------------------------
Nota do blog: Clique aqui para ver o que o DERACRE faz com a paleontologia tarauacaense.

VIOLÊNCIA EM FEIJÓ: CIDADE ACREANA DEVERÁ IMPLANTAR 'TOQUE DE RECOLHER' ; DELEGADO DIZ QUE ESTADO ESTÁ FALIDO


Durante a reunião, o delegado Alex Danni fez várias críticas ao governo e disse que o sistema de segurança do estado está falido.

Da Redação da Agência ContilNet -  delegado de Feijó, Alex Danni, participava de uma reunião na Câmara de Vereadores do município na noite desta terça-feira (15) quando recebeu uma ligação telefônica do comandante da Polícia Militar informando que naquele exato momento um posto de combustível estava sendo assaltado por uma quadrilha.

Em menos de uma semana ocorreram na cidade feijoense nove arrombamento em residências, todos seguidos de roubo. A polícia conseguiu prender cinco membros de uma quadrilha, mas as queixas não param de chegar à delegacia do município.

Do final de 2013 para o início de 2014, foram registrados vários homicídios no município, que há poucos anos era um dos mais pacatos do Acre.

A vereadora Matilde diz que os moradores de Feijó não estão mais saindo de suas casas com medo da ação dos bandidos/Fotos: Agência ContilNet

A reunião, da qual participava o delegado, convocada pela vereadora Matilde do PSDB foi justamente para discutir a questão do aumento da violência na cidade de Feijó. Representantes de sindicatos, judiciários, Polícia Militar, Prefeitura, Câmara de Vereadores e Conselho Tutelar discutiram durante várias horas a crescente onda de violência na cidade e na zona rural do município.

Devido a gravidade da situação, a juíza Carolina Bragança deverá decretar o toque de recolher e ainda a realização de blitz constantes na cidade de Feijó. 

Ao falar com a Agência ContilNet nesta quarta-feira (16), Carolina disse que sua intenção é trabalhar em conjunto com todas as instituições. Ela não confirmou se vai mesmo decretar o toque de recolher, mas admitiu que a ideia foi discutida na reunião desta terça-feira (15)ocorrida na Câmara de Vereadores.

“Minha intenção é trabalhar em conjunto com todas as instituições. Aqui (em Feijó) temos problemas na estrutura da segurança pública, não adianta dar ordens que não serão cumpridas, por isso vamos continuar nos reunindo até encontrar uma solução para resolver esse problema da violência que vem afetando toda a população do município”, comenta.

A juíza diz que o município de Feijó não conta com veículos e nem policiamento suficiente para realizar uma operação de combate a violência, por isso espera ajuda de instituições como a Prefeitura e do Governo do Estado.

Durante a reunião, o delegado Alex Danni fez várias críticas ao governo estadual e disse que o sistema de segurança do estado está falido.

Autoridades do município se reuniram nesta terça na Câmara de Vereadores

“O estado do Acre está falido, por isso os meios oferecidos pelo o governo para prestar serviço à sociedade vêm sendo executados nos municípios acreanos de forma precária, sem quaisquer condições de dar uma resposta aos que clamam por socorro”, critica.

A vereadora Matilde diz que os moradores de Feijó não estão mais saindo de suas casas com medo da ação dos bandidos. Ela também critica as leis ultrapassadas que impedem a punição de criminosos.

“Falar de segurança hoje é bastante criterioso, tendo em vista ser as nossas leis ultrapassadas, oferecendo poucas condições de punir com mais rigor a criminalidade. Um novo encontro está marcado para próxima terça para continuarmos a discussão sobre a questão da violência”, adianta a parlamentar.

Estavam presente na reunião: Comandante da Policia Militar, Tenente Augusto, Delegado de Polícia, Alex Danni, Assessor do gabinete do Prefeito, Dr. Karil, presidente da Câmara vereadores, Pelé Campos PMDB, vereadores José Quinô PMDB, Charles Guimarães PP, Tarcísio Pinheiro PCdoB, e representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feijó e do Conselho Tutelar.

Ato público

Internautas postaram nesta quarta, em páginas das redes sociais, convite para um ato púbico que será realizado neste sábado, dia 25 de janeiro, onde os moradores irão pedir o fim da violência no município.

Intitulado “SOS Educação e Saúde e pelo fim da violência”, o encontro está marcado para as 16 horas, no Contorno Beira Rio.

VISITANTE ILUSTRE - 16/01/2014

15 de jan. de 2014

TRIBUTO AO PASSADO - CONSTRUÇÃO DO POSTO DE PUERICULTURA, HOJE MATERNINADE

ESSA ONDA DE ARROMBAMENTOS É UM NOVO TIPO DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA QUE AINDA NÃO TEMOS CONHECIMENTO OU O ESTADO PERDEU PLENAMENTE O CONTROLE DA SEGURANÇA PÚBLICA NA BANANALÂNDIA?


Isso definitivamente não pode ser um país sério!

SE TEM DINHEIRO PRA FAZER COPA DO MUNDO E OLIMPÍADA, TEM DINHEIRO TAMBÉM PARA INVESTIR EM EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA PÚBLICA ETC. NÃO É?

Pô! Desculpem-me, mas não tem como não mudar a linguagem.

Isso é uma palhaçada uma covardia com o trabalhador que já está completamente enforcado com esses impostos acachapantes e tem que aturar ver sua casa, sua loja seu local de trabalho invadido por um bando de vagabundos que não querem trabalhar.

Eu estou perguntando se o ESTADO PERDEU PLENAMENTE O CONTROLE DA SEGURANÇA PÚBLICA porque nota-se uma completa omissão no trânsito tarauacaense deduzindo somente que isso também só pode ser um controle de natalidade forçado aos moldes da Índia, China e outros países superpopulosos o que não é o nosso caso. Ou então estão querendo jogar para cima do município essa batata quente que é o trânsito aqui, e que ninguém tem peito pra começar a organizar. Pode até jogar, mas vão mandar dinheiro junto?

Colocaram uma barreira policial na estrada eu vou pra lá volto pra cá e os caras não param os carros que vão à minha frente, não me param e ainda não param os carros que vem atrás??? Não dá pra entender isso. Vou ter que colocar uma placa no carro dizendo, por favor, me reviste?

Essa estrada está aberta há anos entrando e saindo droga de Tarauacá, ai vocês colocam uma barreira pra atuar só quando tem denúncia?

Sinceramente! Ninguém aguenta mais isso.


Vão trabalhar. 

Falando em Trabalhar espero que o próximo comandante da PM não me venha com essas bobagens tipo ´GUARDA COMUNITÁRIA´ - Se toquem isso aqui não é a Islândia não.

Botem esse povo na cadeia e sustentem já que não conseguem cumprir a constituição neste país por falta de prioridades, mas deixem o povo respirar. Quero deixar bem claro aqui que eu não culpo os Praças que já fazem demais sem apoio e recursos, culpo sim os comandantes que a partir de agora escreverei com ´c´ minúsculo.


Para quem não sabe o significado de Omissão é isso ai oh! - s.f. Ato ou efeito de omitir.
Falta, lacuna.

Falta de ação no cumprimento do dever; inércia; desídia.

VAMOS LÁ MAIS UMA VEZ - PECULATO

Peculato é um crime de desvio de dinheiro público por funcionário que tem a seu cargo a administração de verbas públicas. É crime específico do servidor público e trata-se de um abuso de confiança pública.

Está previsto no Artigo 312 do Código Penal Brasileiro e se enquadra nos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral, que dispõe o seguinte:

“Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio.”

Quem comete este tipo de crime está sujeito a uma pena de reclusão de 2 a 12 anos e pagamento de multa.

O crime de peculato pode ser subdivido em cinco categorias previstas no Código Penal: peculato-apropriação; peculato-desvio; peculato-furto; peculato culposo; e peculato mediante fraude (peculato-estelionato).

A palavra deriva do termo latino peculatus, que no direito romano se caracterizava como o desvio de bens pertencentes ao Estado.

TARAUACÁ: EMPRESÁRIA TEM LOJA ARROMBADA PELA 6 VEZ E RECLAMA QUE NÃO CONSEGUE REGISTRAR OCORRÊNCIA NA DELEGACIA DO MUNICÍPIO POR FALTA DE PESSOAL


Ladrão de posse de um martelo quebra o vidro de proteção da loja

Blog do Accioly - A Loja A T Jóias e presentes foi arrombada por um grupo de ladrões durante o último final de semana. Eles chegaram de bicicletas, na madrugada, quando ainda chovia, e, de posse de um martelo, quebraram a proteção de vidro e retiraram pela grade de ferro, várias jóias. Tudo registrado pelas câmeras de segurança. É a sexta vez que a loja é arrombada no município. 

Segundo a proprietária, o que revolta mais ainda é que tudo foi gravado pelas câmeras de segurança, ela está de posse do vídeo e simplesmente não consegue registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia por falta de servidores da Polícia civil, que possam fazer o registro. 

Policiais Militares foram até o local assim que foram acionados do ocorrido, mas quando chegaram os arrombadores já haviam se evadido. A onda de arrombamentos em Tarauacá continua crescente.

PARA OS MAIS NOVOS QUE NÃO CONHECEM AS NUANCES DO FUTEBOL BRASILEIRO





14 de jan. de 2014

DICA TARAUACÁ NOTÍCIAS - COLOCOU A SENHA ERRADA NO FACE E FICOU GRAVADA? NÃO SE DESESPERE, OU MELHOR NÃO SE APERREIE :-)

No caso para quem usa o Google Crhome

Abra o Google Crhome ou uma nova aba. Clique nesses tracinhos onde indica a seta azul na figura abaixo.


Clique em histórico>limpar dados de navegação> - Vai abrir outra janela. 

Escolha todas as opções e lá em cima na janelinha menor azul escolha desde o começo. Marque todas as opções e clique em LIMPAR DADOS DE NAVEGAÇÃO.

Vai apagar seus endereços salvos na URL, mas isso não é ruim não.

Pronto, pode respirar aliviada.

FOTÓGRAFO REGISTRA MOMENTO EM QUE TURISTA É ATINGIDA E MORTA POR RAIO


Moradora de Ribeirão Pires morreu em Guarujá, no litoral de São Paulo.
Acidente foi registrado na segunda-feira (13), na praia da Enseada.

Do G1 Santos - O momento em que uma turista de 36 anos é atingida por um raio em uma praia de Guarujá, no litoral de São Paulo, foi registrado por um fotógrafo no fim da tarde de segunda-feira (13). A mulher chegou a ser socorrida, mas morreu momentos depois da descarga elétrica.


O fotógrafo Rogério Soares, do jornal "A Tribuna", de Santos, estava fazendo imagens da orla da praia da Enseada quando, coincidentemente, flagrou o momento em que a mulher, moradora da cidade de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, foi atingida pelo raio.

Nas imagens, é possível observar a turista de braços abertos na areia caminhando em direção à água. Depois, o fotógrafo registra o raio no céu e, em seguida, a mulher desmaiada sendo carregada por banhistas. Ela foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas morreu minutos depois da descarga elétrica.

O climatologista Rodolfo Bonafim explica que a região da Baixada Santista tem uma grande incidência de raios.

"[O problema piora] Principalmente nesta época, porque estamos em uma região úmida, no litoral, então existe muita umidade no ar, por causa do verão e da proximidade do mar. Obviamente, existe outro fator agravante, que é a questão ambiental provocada pelo aglomerado urbano das cidades, com muitos prédios e carros, o que faz com que a incidência de raios seja maior", destaca o climatologista.

De acordo com Bonafim, o raio deve ter caído diretamente sobre a mulher, e não incidiu sobre as pessoas próximas.

"O raio é pontual, mas quem estava em volta poderia ter sido atingido. Não tem como precisar, mas se acredita que o raio tenha atingido a mulher em cheio, devido à morte quase imediata. Se não fosse direto nela, a vítima poderia ter sofrido apenas uma lesão, que seria resolvida com massagem cardíaca", diz o climatologista.

Bonafim acredita, ainda, que devem ser criadas regras mais duras nas praias para prevenir esse tipo de fatalidade.

"Os avisos não estão sendo suficientes. As pessoas ficam tão ansiosas para ir à praia e não ouvem as recomendações de segurança. O ideal seria que o local fosse evacuado, que ficasse proibida a permanência ali durante um temporal com raios", alerta o especialista.

Turista estava de braços abertos caminhando em direção ao mar (Foto: Rogério Soares/Jornal A Tribuna )

Fotógrafo registra descarga elétrica caindo no mar (Foto: Rogério Soares/Jornal A Tribuna)
Mulher que estava acompanhando a vítima na praia se desespera (Foto: Rogério Soares/Jornal A Tribuna)

DA SÉRIE: CONTRASTES JORNALÍSTICOS - NÃO TERMINAM, MUITO MENOS CUIDAM - 14/01/2013


NÃO TERMINAM, MUITO MENOS CUIDAM E QUANDO CUIDAM PASSOU MUITO TEMPO E MUITA COISA ACONTECEU, OU SEJA, FALTA PLANEJAMENTO. 

DINHEIRO NÃO FALTA., ESTÃO FAZENDO COPA DO MUNDO E OLIMPÍADA.

 TERRENO LUNAR

TEM BOI NA PISTA, OU MELHOR, NA LINHA!