9 de set. de 2025

Brasil torna-se o primeiro usuário sul-americano do míssil Javelin em contrato de US$ 900 milhões do Exército dos EUA

Javelin FGM-148F

 Exército dos Estados Unidos anunciou a assinatura de um contrato de produção de até US$ 900,5 milhões com a Javelin Joint Venture (JJV), parceria entre a Raytheon e a Lockheed Martin, para o fornecimento de mísseis anticarro Javelin e equipamentos associados. O acordo marca um marco inédito: o Brasil foi incluído no pacote de Vendas Militares Estrangeiras (FMS), tornando-se o primeiro país da América do Sul a adquirir o sistema. A Tunísia, também contemplada, é a primeira nação do Norte da África a integrar o grupo de operadores.

O contrato segue o modelo indefinite-delivery, indefinite-quantity (IDIQ), inicialmente firmado em maio de 2023, e reforça a capacidade da JJV em atender à crescente demanda global. Para aumentar a produção, novas ferramentas e equipamentos de teste já estão sendo implementados nas linhas industriais.

“O Javelin continua sendo o sistema anticarro mais eficaz e comprovado em combate do mundo”, afirmou Brian Burton, vice-presidente de Precision Fires and Maneuver da Raytheon. “Estamos trabalhando de perto com o Exército dos EUA e com nossos clientes internacionais, investindo em nossas instalações para atender à demanda global.”

Além do Brasil e da Tunísia, o contrato contempla encomendas de aliados da OTAN, como Estônia e Bulgária, e da Austrália, destacando a importância do sistema também no Indo-Pacífico. Atualmente, mais de 25 países utilizam o Javelin, presente em todos os continentes, com exceção da Antártida.

Rich Liccion, vice-presidente da JJV e diretor do programa Javelin na Lockheed Martin, destacou que o acordo reforça a confiança internacional no sistema: “Essa conquista demonstra a confiabilidade do Javelin e o compromisso de entregarmos uma solução crítica de defesa diante de ameaças em constante evolução.”

Desde o início do programa, já foram produzidos mais de 55 mil mísseis Javelin e 12 mil unidades de lançamento reutilizáveis.

Fim da novela: Marfrig e BRF oficializam fusão a partir de 22 de setembro

Companhias vão desembolsar R$ 200 milhões para pagar os acionistas que decidirem sair do novo grupo

Crédito: Adobe Stock


Após o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na reunião extraordinária da sexta-feira (9), a Marfrig e a BRF, finalmente, vão oficializar o casamento. As companhias já marcaram a data: será em 22 de setembro.

Os grupos anunciaram que a incorporação das ações da BRF na nova estrutura foi ratificada após a realização de reuniões dos conselhos de administração. Nos encontros, foram deliberados pontos como o direito de retirada de acionistas dissidentes e a implementação das condições necessárias para a fusão.

As empresas vão desembolsar quase R$ 200 milhões para pagar os diretos de retirada de acionistas minoritários que não concordaram. Segundo o fato relevante, o direito de retirada dos dissidentes vai custar R$ 198.535.674,87 para a BRF e R$ 16,60 para a Marfrig.

A partir de 23 de setembro de 2025, as ações da Marfrig serão negociadas na B3 sob o ticker MBRF3.

No comunicado, as empresas informaram que vão manter as distribuições de dividendos e juros sobre capital próprio a serem pagos no final de setembro, com valores específicos para cada ação. A Marfrig e a BRF ressaltaram ainda que a troca de ações está prevista para ocorrer sem necessidade de ajustes adicionais na relação de substituição, ou seja, não será necessária a emissão de novos papéis.


Capítulo final

A saga da fusão teve como último obstáculo uma solicitação de revisão da decisão do Cade feita pela concorrente Minerva Foods. A rival recorreu com receio de concentração e apontou risco concorrencial via Salic (que tem 24,49% da Minerva e 11,03% da BRF). A gestora Latache (do Fundo Nova Almeida) reforçou os questionamentos à governança.

Por outro lado, a Marfrig acusou Minerva de boicotar fornecimentos; a BRF argumentou que o controle já estava sob Marcos Molina desde 2021. A Salic rebateu as suspeitas, diz ser investidor passivo e classificou as preocupações como “hipotéticas”.

Esse embate levou o presidente do Cade a sugerir rito ordinário, mais demorado, mas a maioria dos conselheiros preferiu manter o rito sumário e que agora tem maioria absoluta pela aprovação, mas sem a chancela formal por conta dos ritos do Cade.

Na quarta-feira (3), BRF e Marfrig protocolaram uma petição urgente pedindo que o colegiado do Cade convocasse uma sessão extraordinária em até 24 horas, sob argumento de que já havia maioria clara e unanimidade encaminhada.

Os grupos argumentaram que a definição era urgente porque o prazo para exercício do direito de recesso dos acionistas da BRF se encerrava na nesta sexta-feira. Sem decisão, investidores poderiam optar pela saída, obrigando a empresa a provisionar recursos bilionários e gerando instabilidade no caixa e no mercado.

O Cade realizou o julgamento no último dia útil da semana passada e ratificou a aprovação de incorporação de ações. Desse modo, a Marfrig e a BRF, dona das marcas Sadia e Pedigão, agora se unem na MBRF, um conglomerado global de alimentos, com atuação em mais de 100 países e receita anual estimada em R$ 150 bilhões.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

8 de set. de 2025

Nota de esclarecimento sobre distorção divulgada acerca do Plebiscito de 1993 e sobre imagens de membros da Casa Imperial do Brasil geradas por ferramenta tecnológica




COP 30 Amazônia: O que não será debatido no evento!

 

A República dos Golpes: Um Legado de Corrupção, Desilusão e Espoliação Perene


             Por Marco Túlio Cícero, se vivesse entre nós

             Redação e pesquisa Jose Gomes do Acre Manchete


Quando a toga da monarquia foi rasgada em 15 de novembro de 1889, o Brasil não testemunhou o florescer de uma era de virtude cívica, mas o início de um ciclo vicioso de golpes, corrupção e desordem. A Proclamação da República, longe de ser um movimento natural do povo em busca de liberdade, foi um golpe urdido por uma elite militar e agrária, insatisfeita com os ventos de mudança do Império.

Como Cícero, defensor da res publica em sua essência, clamo com indignação: onde está a virtude? Onde está o interesse do povo? A República brasileira, desde seu berço, é uma farsa que trocou a estabilidade por ambições mesquinhas, a ordem por um caos travestido de progresso e a liberdade por uma espoliação legal que, como denunciou Frédéric Bastiat, transforma a lei em instrumento de opressão.

O Império, sob Dom Pedro II, não era isento de falhas. A centralização do poder, as tensões com a Igreja e a abolição da escravatura, que deixou os senhores de terras sem seu ignóbil sustento, geraram descontentamento. Mas o que veio após 1889 não foi a cura, e sim a doença. O golpe, liderado por Deodoro da Fonseca, não consultou o povo, não ouviu as massas, mas impôs, pela força das baionetas, uma ordem que serviu aos interesses de poucos. A deposição de um imperador culto e moderado, que mantinha o Brasil unido, abriu as portas para um ciclo de rupturas: 1930, 1937, 1964 e, mais recentemente, as convulsões políticas que culminaram nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Cada golpe, cada crise, reforça a verdade amarga: a República brasileira nasceu de um conluio, não de um ideal. A corrupção, esse veneno que corrói a alma de uma nação, encontrou na República um solo fértil.

A Primeira República, dominada por oligarquias cafeeiras, transformou o poder em mercadoria, com o voto de cabresto e o clientelismo como alicerces. Não havia res publica, mas uma res privata, onde o bem comum era sacrificado aos interesses de coronéis e políticos. A instabilidade, com revoltas como a da Armada, a Revolução Federalista e a Guerra de Canudos, expôs a fragilidade de um sistema que prometia liberdade, mas entregava opressão.

A República Velha caiu em 1930, vítima de outro golpe, perpetuando um ciclo que não reforma, apenas substitui os tiranos. E que dizer das consequências para a sociedade? A exclusão do povo permaneceu intocada. A abolição, ato nobre do Império, foi seguida por uma República que abandonou os libertos à miséria, sem terras ou direitos. As elites, livres da moderação monárquica, consolidaram seu domínio, enquanto o povo, alheio ao golpe de 1889, continuou marginalizado, iludido por promessas de progresso.

A educação, pilar de uma nação virtuosa, foi negligenciada; a desigualdade, aprofundada; e a corrupção, institucionalizada. Cada golpe subsequente — de Vargas a 1964 — apenas aprofundou essas feridas, com o Estado servindo aos poderosos, enquanto a plebe clama por justiça. Pior ainda, a República trouxe consigo a espoliação legal, tão bem descrita por Frédéric Bastiat em A Lei: “A lei pervertida! E com ela, os poderes de polícia que deveriam protegê-la! Não é apenas uma injustiça, mas a mais completa inversão da justiça.

A lei transformada em instrumento de espoliação! O que pode ser mais monstruoso do que isso? […] Quando a lei, sob o pretexto de proteger, impõe tributos que despojam o cidadão de seus bens, ela não apenas falha em sua missão, mas se torna o próprio agente da opressão, violando o direito natural à propriedade e à liberdade.” No Brasil, essa verdade ressoa com força. A carga tributária, uma das mais altas do mundo, sufoca o cidadão comum, enquanto os recursos, extorquidos sob o pretexto do bem público, frequentemente alimentam esquemas de corrupção ou privilégios para as elites.

A lei, que deveria proteger, tornou-se um instrumento de confisco, traindo a liberdade e a justiça natural. Em 8 de setembro de 2025, as crises atuais mostram que o Brasil ainda não escapou das sombras de 1889. A polarização política, intensificada após os eventos de 2023, quando uma turba invadiu as instituições em Brasília, reflete a fragilidade de uma democracia que nunca se consolidou plenamente. A corrupção, longe de ser erradicada, adapta-se: escândalos bilionários, como os revelados pela Lava Jato, deram lugar a novos esquemas, enquanto a confiança nas instituições desmorona.

A economia, marcada por inflação persistente e desemprego, castiga os mais pobres, enquanto as elites políticas e econômicas prosperam. A violência, com índices alarmantes em cidades e no campo, é um grito de uma sociedade fraturada, onde o Estado falha em proteger seus cidadãos. As crises ambientais, com o desmatamento da Amazônia e as mudanças climáticas, expõem a negligência de um sistema que prioriza o lucro imediato sobre o futuro. E, acima de tudo, o peso dos impostos, que Bastiat tão eloquentemente condenou, continua a esmagar o povo, desviando riquezas para os cofres de uma máquina estatal muitas vezes ineficiente e corrupta.

Como Cícero, que denunciou Catilina por conspirar contra Roma, acuso esta República de trair seus ideais. Não nasceu do povo, mas de um conluio. Não trouxe virtude, mas corrupção. Não uniu, mas dividiu. Não protegeu, mas espoliou. As crises de 2025 são o espelho das falhas de 1889: um sistema que, em vez de evoluir para o bem comum, perpetua a exclusão, a desconfiança e a espoliação. Cada convulsão política, cada escândalo, cada protesto é um lembrete de que a República brasileira, fundada por um golpe, vive de golpes — seja pela força, seja pela manipulação das instituições, seja pelo confisco legal dos bens do povo.

Até quando, brasileiros, toleraremos este ciclo? Até quando permitiremos que a res publica seja sequestrada por ambições privadas e por uma lei que, em vez de proteger, despoja? A virtude de uma nação não está em sua forma de governo, mas na coragem de seu povo para exigir justiça, igualdade e um Estado que sirva a todos, não a poucos. Enquanto não enfrentarmos as raízes de 1889, enquanto não construirmos uma verdadeira república, seguiremos condenados a repetir os erros do passado, com crises que não cessam, promessas que não se cumprem e uma liberdade sufocada pelo peso da espoliação legal. Que o povo, enfim, desperte e reclame o que lhe foi roubado: uma nação digna de seu potencial.

5 de set. de 2025

7.441 km - De Salt Lake City para o Havaí no Praetor 600 | Jatos Executivos da Embraer

 

Fonte: EMBRAER

Banco Central sem autonomia paga a conta com juros maiores, alerta Campos Neto

Para ex-BC, cenário global combina endividamento, inflação e incerteza, exigindo cautela dos investidores

Roberto Campos Neto, vice-chairman do Nubank e ex-presidente do Banco Central (Divulgação)


Por Juliana Machado e Sérgio Tauhata - A autonomia do Banco Central é uma pauta recorrente — e é o que proporciona um custo mais baixo para atingir as metas de política monetária e combater a inflação no Brasil. É o que afirma o vice-chairman do Nubank e ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Primeiro presidente do Banco Central brasileiro com autonomia, Campos Neto enfrentou uma situação inédita: comandar a autoridade monetária durante o mandato de um governo que não o havia indicado, precisando conciliar a missão de controlar a inflação com as pressões políticas.

“Quando existe um ataque à autonomia do BC, isso enfraquece o canal da política monetária, o que faz com que tenhamos de realizar um movimento maior nos juros para garantir o mesmo objetivo”, disse Campos Neto, que participou nesta quinta-feira (4) do evento Fronteiras do Investimento, realizado pela Nu Asset em parceria com o InvestNews.


Ajuste fiscal

Ainda no evento, Campos Neto voltou a defender um ajuste fiscal mais robusto. Para ele, diante do nível elevado de endividamento do país, a conta sempre chega — a diferença está em como ela será paga.

“Quando você tem uma dívida tão grande, o ajuste vem sempre. A questão é que ele pode vir pela inflação, por um imposto regressivo em que quem está embaixo paga mais a conta, pode vir via impostos penalizando o capital ou até pela desorganização do mercado, um custo que recai sobre quem financia o governo”, afirma.

Campos Neto avalia que há um quadro de instabilidade que, inevitavelmente, será resolvido de alguma forma. O desafio seria o de “escolher o caminho menos doloroso”. 

“No final das contas, uma instabilidade tende a se resolver. A questão é qual a melhor forma de resolver isso: de uma forma organizada, cortando gastos. Se o governo não conseguir entender que tem que cortar gastos agora, vai acabar tendo que fazer isso numa situação muito pior do que hoje”, reforça.

O ex-presidente do BC lembra que o problema não é exclusivamente do Brasil. “Incluo os Estados Unidos, que hoje, em muitas décadas, têm um debate fiscal mais acirrado”, disse, ao lembrar que o endividamento acelerou após a pandemia e agora pressiona os governos a encontrar soluções.

O vice-presidente da gestora BlackRock, Nathan do Nascimento afirmou que o Brasil tem se beneficiado com a saída parcial de recursos do mercado dos EUA para os emergentes, motivado pelo enfraquecimento do dólar diante das incertezas causadas pelas tarifas do presidente americano Donald Trump e pelo crescimento mais acelerado do endividamento do país.

Mas a má notícia é que a questão da sustentabilidade da dívida brasileira ao longo do tempo pode voltar a afastar o capital estrangeiro. O executivo ressalta que “não podemos subestimar o desafio fiscal que enfrentamos”.

Nascimento explica que o resultado fiscal que o governo precisa entregar para apenas estabilizar a dívida ao redor de 80% do PIB, ou seja, só evitar que cresça,seria um superávit entre 2% e 2,5% do PIB. O problema é que a missão se torna muito difícil, porque o orçamento público é “90% engessado”.


BCs pelo mundo

Campos Neto também compartilhou sua visão sobre o endividamento no mundo. Para ele, a dívida global já cobrou seu preço após o crescimento expressivo no período da pandemia. Nos mercados desenvolvidos, chegou a 10% do PIB; nos países mais pobres, a 4%. E isso em cima de números que já vinham piorando antes mesmo de 2020.

A partir daí, os impactos deixaram de ser apenas fiscais e passaram a ser também monetários. Ou seja: governos gastando muito mais, ao mesmo tempo em que os bancos centrais cortaram fortemente os juros. O efeito colateral foi claro: a disparada da inflação.

“Depois disso, não só a dívida ficou maior, como os juros tiveram de subir muito, o que fez o custo de rolagem [da dívida] aumentar, sugando liquidez de outros lugares”, explicou. “Começaram os impactos mais graves na economia, com déficit maior.”

A solução para equilibrar as contas seria aumentar impostos ou cortar gastos — e as experiências globais têm apontado para um crescimento da arrecadação. “Temos um equilíbrio de médio prazo que não parece ser estável, e isso se reflete nas taxas de juros longas [contratos futuros negociados em bolsa com vencimento de maior prazo]”, afirmou. “O desafio é crescer a partir daqui.”


Juros nos EUA

Campos Neto também destacou outros temas que estão no radar dos investidores. Um deles é a política monetária nos Estados Unidos. Para ele, a sinalização de corte de juros em setembro é clara, apoiada por dados que apontam enfraquecimento da economia americana — uma visão alinhada à maioria das apostas do mercado para a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) neste mês nos dias 16 e 17.

O ex-presidente do BC comentou ainda o efeito das tarifas comerciais impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contra diversos países. Segundo ele, olhando o histórico de tarifas, é fato que há um tratamento assimétrico, em que os americanos cobram menos do que os países costumam cobrar deles.

Ainda assim, o nível de incerteza durante o período em que essa discussão esteve em pauta só aumentou — e toda incerteza, seja qual for, é negativa. “Se você não sabe a tarifa que vai pagar, você freia o seu investimento”, declarou.

Comissão organizadora da VI Tarauacá Rural Show disponibiliza link para inscrição da cicleata


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4 de set. de 2025

Panamá assina contrato para a aquisição do Super Tucano como nova plataforma aérea do Serviço Nacional Aeronaval

Panamá se torna oitavo país latino-americano a escolher o A-29 Super Tucano como principal aeronave para a vigilância e proteção do país.


A Embraer (NYSE: ERJ/ B3: EMBR3), uma das líderes globais na indústria aeroespacial, e o Panamá, concluíram a assinatura do contrato para a aquisição de quatro aeronaves A-29 Super Tucano. A frota será operada pelo Serviço Nacional Aeronaval do Panamá (SENAN) como nova plataforma de vigilância e proteção.

“É uma honra para a Embraer ver mais um país da América Latina escolher o A-29 Super Tucano para alavancar as suas capacidades de vigilância, reconhecimento e proteção. A escolha do Panamá pelo Super Tucano, líder mundial em sua categoria, com certeza será um forte aliado para apoiar o país na sua missão de manter a soberania nacional”, afirma Bosco da Costa Junior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

O anúncio faz parte do programa de estruturação e expansão da capacidade operacional da entidade e beneficiará amplamente o projeto de segurança nacional em andamento no país. Com a assinatura do contrato, o Panamá se torna a oitava nação da América Latina a escolher o A-29 Super Tucano, junto a Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e República Dominicana.

O Super Tucano é líder global em sua categoria com mais 600.000 horas de voo. Atualmente, 22 forças aéreas já selecionaram o Super Tucano e outras nações já mostraram seu interesse pela plataforma devido à combinação de confiabilidade, disponibilidade, robustez e baixos custos operacional.

O Super Tucano é projetado para forças aéreas que buscam uma solução comprovada, abrangente, eficiente, confiável e econômica em uma única plataforma, aliada a uma grande flexibilidade operacional. A aeronave atua em uma ampla gama de missões, como patrulha aérea, operações especiais, coordenador aéreo e tático (TAC), IVR, vigilância e monitoramento de fronteiras, controle de atividades ilícitas, reconhecimento, escolta aérea, treinamento básico, operacional e avançado de Pilotos.

3 de set. de 2025

Com emenda do senador Alan Rick bairros Avelino Leal e Copacabana ganharão praça compartilhada

Amplo espaço recreativo para crianças brincarem chega na hora certa



Por Reginaldo Palazzo – A Prefeitura Municipal de Tarauacá já está preparando o terreno onde será construída uma praça que interligará os bairros Avelino Leal (bairro novo), e o bairro da Copacabana.

Essa praça é oriunda de uma emenda do senador Alan Rick e tem um valor global de R$ 961.000,00.


Os moradores dos bairros Avelino Leal e Copacabana estavam realmente necessitados para suas crianças terem um espaço confortável e seguro para se divertirem.

Além de um parque infantil, a população locar poderá contar com uma academia e quiosque que atenderão pessoas de todas as idades.


Imagens cedidas

A qualidade de vida dos residentes naquela área vai melhorar consideravelmente.

Crianças, jovens e adultos podendo caminhar ao ar livre ou sentar e conversar só aumentará o convívio social entre os vizinhos.

Sem dúvida uma outra forma de relaxar.


Igrejas sob ataque pelo mundo, só no Canadá mais de 100 já foram queimadas e vandalizadas


 



 

EUA atacam embarcação no Caribe



2 de set. de 2025

Chuvas no centro e leste do Acre

Imagem de satélite mostram diversos pontos de cumulunimbus principalmente na região central e leste do Acre


Por Reginaldo Palazzo – Cumulonimbus são nuvens mais conhecidas como CB, principalmente no meio aeronáutico.

É uma nuvem de desenvolvimento convectivo (vertical) com trovoada, pode produzir fortes tempestades, chuva torrencial, relâmpagos, trovões e até granizo.

Nuvem cumulunimbus

Com o aparecimento dessas primeiras formações desde ontem, já podemos dizer que o inverno (período chuvoso na região), já se avizinha nesse mês de setembro.

Uma boa hora, haja vista que os rios estão em seus níveis mais baixos, prejudicando todo um ecossistema.

Deputado Eduardo Ribeiro mostra preocupação com o desemprego em Rio Branco


Em discurso nesta terça-feira (2/9), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD) defendeu a geração de emprego no Acre. Ele trouxe dados da pesquisa Data Control que mostram o endividamento dos acreanos e a necessidade de se criar oportunidades de trabalho.

“Nós precisamos cada vez mais incentivar o caminho do emprego e esse caminho passa pela iniciativa privada. Nós precisamos fortalecer cada vez mais a iniciativa privada. Temos a lei de educação financeira, mas nós temos que pensar um projeto de médio e curto prazo para o incentivo do emprego. Volto a afirmar a importância da Comprac. O estado está comprando do comércio local, da indústria local. Essa casa cumpre o papel de alerta o poder público da importância de gerar emprego”, afirmou Ribeiro.

Entre as informações apresentadas por ele, constam que 72% da população de Rio Branco, que está empregada, ganha um salário mínimo. Apenas 27% ganham acima disso. A pesquisa revela ainda que 63% dos rio-branquenses terminam o mês no vermelho, ou seja, sem dinheiro. Outros 43% estão no Serasa e SPC, por exemplo. O desemprego na capital acreana chega próximo de 45%.

F1 em negociação bilionária: Equipe McLaren é avaliada em US$ 4,1 bilhões

Fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat, e a CYVN Holdings, sediada em Abu Dhabi, assumirão o controle da McLaren

Imagem da equipe da MaLaren de Formula 1, com engenheiros de macacão preto e laranja em volta de um carro de corrida

                       Por Bloomberg


A McLaren Racing, equipe de Fórmula 1 que atualmente lidera o campeonato, será avaliada em mais de £ 3 bilhões (US$ 4,1 bilhões) em uma venda de participação, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto, ressaltando o otimismo contínuo dos investidores em relação ao esporte.

Os proprietários do Grupo McLaren — o fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat, e a CYVN Holdings, sediada em Abu Dhabi — assumirão o controle total da equipe de corrida, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas ao discutir o acordo.

O negócio envolve a compra de 30% da participação que era da MSP Sports Capital e outros acionistas minoritários que compraram a McLaren em 2020 por £ 560 milhões.

O herdeiro do Walmart, Rob Walton, também foi um investidor durante a rodada, conforme relatado anteriormente pela Bloomberg.

A McLaren e a MSP não quiseram comentar. A venda de participação foi noticiada pela Sky News.

Trata-se da mais recente avaliação excepcional para uma equipe de F1, em meio ao crescente interesse de fãs e investidores no esporte.

A equipe da Aston Martin também está à venda. As negociações giram em torno da avaliação de £ 2,4 bilhões em sua última venda de participação, mesmo estando bem atrás das líderes na tabela do campeonato.


McLaren em dificuldades

Liderada pelo CEO Zak Brown, a McLaren conquistou o campeonato de equipes no ano passado pela primeira vez em 26 anos. Os pilotos da equipe — Oscar Piastri e Lando Norris — são atualmente os dois principais candidatos ao título de pilotos pela McLaren pela primeira vez desde 2008.

Embora a equipe de F1 esteja em alta, há muito trabalho a ser feito na fabricante de carros esportivos de luxo McLaren Automotive, que faz parte do grupo.

A McLaren teve que recorrer a acionistas para obter financiamento em diversas ocasiões nos últimos anos.

Além disso, a marca teve que vender parte de sua coleção de carros históricos, se desfazer de seu braço de tecnologias avançadas e concluir a venda e arrendamento de sua sede em Woking.

1 de set. de 2025

O tarauacaense sentiu na pele como passam as pessoas que não tem ar-condicionado em casa

Rearborização da cidade deve ser uma das prioridades


Por Reginaldo Palazzo – O tarauacaense que tem o privilégio de ter ar-condicionado em casa sentiu na pele ontem com a falta de energia, o calor sufocante que passam as pessoas que não tem condições de comprar o tão sonhado aparelho.

Lembrando que não basta só comprar, tem que manter e ter dinheiro para pagar a conta mensal que só aumenta.

Ruas que eram bastante arborizadas há 20 ou 30 anos atrás hoje carece desse tão importante ‘ativo’, sim sombra hoje em dia já pode ser considerado um ativo.

Como exemplo podemos citar a João Pessoa, Justiniano de Serpa, Benjamin Constant etc.

A própria Coronel Juvêncio de Menezes, cartão postal da cidade, está sem árvores.

Tarauacá precisa ser rearborizada urgentemente, do contrário, o sofrimento dos menos favorecidos será diretamente proporcional ao passar dos anos.


Agravante

Na contramão do que deve ser feito, presenciamos a destruição de mananciais que poderiam amenizar sofrimentos.

Alguns proprietários de terra estão destruindo “olhos d’água” em suas propriedades rurais.

Outros, pequenos, médios ou grandes, acabando com o que resta de mata ciliar em nossos rios e igarapés.

O ponto de inflexão (de não retorno), pode estar próximo e pessoas com um mínimo de intelectualidade precisam começar a dar a cara à tapa, principalmente os ligados ao agro.

Existem maneiras técnicas de ajudar sem prejudicar as finanças, passou da hora de algumas pessoas colocar a mão na consciência.

Se não começar a agir, muito gado vai morrer de sede e o prejuízo vai ser maior.

Países como a China, (aquele país que a Greta Thumberg nunca irá fazer uma manifestação porque ela não é boba),  o maior poluidor do mundo, e outras super potências que não estão nem aí pra isso deverão começar a sinalizar uma preocupação maior com as mudanças climáticas para dar exemplo a países reticentes.

VI Tarauacá Rural Show: Convite aos amantes do motocross

 “Prepare-se para a adrenalina!


Nós convidamos todos os amantes de motocross para a grande corrida que acontecerá no dia 28 de setembro, domingo, às 10h00 da manhã! É uma oportunidade única para você mostrar suas habilidades e competir com os melhores pilotos da região.


As categorias são:


- Importadas

- Nacional A

- Nacional B

-Trilheiro


O valor da inscrição é de R$50,00, conforme detalhado no flyer acima. Não perca essa chance de se divertir e competir com os melhores!


Data: 28 de setembro (domingo)

Hora: 10h00 da manhã

Local: PARQUE DE EXPOSIÇÃO IFAC TARAUACÁ RURAL SHOW 


Venha se juntar a nós e fazer parte dessa grande corrida de motocross! Estamos ansiosos para ver você na pista!

Entre em contato conosco para mais informações e para confirmar sua inscrição. Não perca essa oportunidade de se divertir e mostrar suas habilidades!

Confira o flyer acima para mais detalhes e não esqueça de se inscrever!”

Insatisfeitos sem satisfação: Na era da pesquisa de satisfação população acreana fica sem energia por horas

Nem ONS nem ANEEL explica para o pagador de impostos a causa do apagão ontem no Acre



Por Reginaldo Palazzo – Grande parte do Acre ficou ontem sem energia elétrica no início da tarde até o início da noite.

Não foi pouco tempo.

Na era da pesquisa de satisfação, nenhuma estatal, autarquia ou congêneres se dignou a dar uma satisfação a população acreana sobre o ocorrido.

Nem ANEEL nem ONS.

A Energisa, concessionária responsável tratou logo de emitir uma nota se eximindo de quaisquer responsabilidades.


Obviamente esse é um problema que pode acontecer e ainda acontecerão muitos, mas o que chama a atenção é que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulga em seu site que o ‘Plano da Operação Elétrica de Médio Prazo do SIN (PAR/PEL)não aponta risco iminente de apagão no Brasil

O consumidor (pagador de impostos exorbitantes), quer entender como especialistas dizem que temos déficit de produção energética no país principalmente em horários de pico e órgãos institucionais afirmam com desfaçatez o contrário.


Futuro do pretérito

Fica cada vez mais difícil acreditar que o país do futuro um vai chegar.

Talvez algumas autoridades republicanas necessitem entender que o tempo não perdoa aquilo que é feito sem ele.

Agora, quem deveria mostrar sua satisfação é a população se indignando em todos os sites e demonstrando sua opinião, assim que a energia voltasse obviamente.

Mas ficam “chocados” ao entender quando amadurecem, que futebol e carnaval valem mais que qualquer outro problema nacional.

Até que um dia ele ou um ente querido precise, como na área da defesa, por exemplo.

STF vs Bolsonaro: justiça ou vingança política?

 

Saiba como acessar o Programa AgroAmigo e investir na produção da sua família



               Por Brasil 61 via Acre+

O programa pioneiro de Microcrédito Produtivo Rural chegou às regiões Norte e Centro-Oeste para apoiar a agricultura familiar, gerar renda e melhorar as condições de vida no campo. Inspirado no programa de mesmo nome do Banco do Nordeste, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lança agora, em parceria com a Caixa Econômica Federal, a nova linha de microcrédito: AgroAmigo. O programa disponibiliza até R$ 1 bilhão em crédito, com juros de apenas 0,5% ao ano, prazo de até três anos para pagar e bônus de adimplência de até 40%. Uma política de valorização e inclusão produtiva que vai beneficiar mais de 100 mil famílias agricultoras. Quer saber mais? Confira abaixo.


Quem pode acessar o AgroAmigo?

Podem acessar agricultores e pecuaristas familiares, pescadores artesanais, indígenas, quilombolas e extrativistas. A renda da família deve ser de até R$ 50 mil por ano (uma média de R$ 4 mil por mês), e não pode haver contratação de empregados permanentes.


Para que o crédito pode ser usado?

O valor pode ser usado para investimento em melhorias na estrutura da propriedade e no sistema produtivo, como:


Construir reservatórios, armazéns e sistemas de irrigação;

Fortalecer cultivos;

Recuperar pastagens;

Comprar matrizes e reprodutores;

Montar pequenas agroindústrias que agreguem valor à produção da agricultura familiar.

O microcrédito também pode ser usado para custeio de despesas do dia a dia da produção, servindo para:

Comprar sementes, adubo e ração;


Onde solicitar?

O primeiro passo é baixar o aplicativo Conquista+ no celular e abrir uma conta. Depois, é preciso solicitar, pelo SAC, o atendimento de um agente de crédito credenciado. Esse profissional acompanha todo o processo, desde a elaboração da proposta de crédito até a liberação do recurso, e pode ir até a comunidade ou à propriedade para fazer o atendimento. Vale destacar que negócios comunitários, como cooperativas, associações ou sindicatos agrícolas, também podem orientar e solicitar esse atendimento.


Quais documentos apresentar?

CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar) tipo B e CAR (Cadastro Ambiental Rural), quando aplicável;


Documento de identidade (RG);

Cadastro de Pessoa Física (CPF);

comprovante de endereço.

Se os membros da família fizerem parte de uma única CAF tipo B, todos poderão solicitar o acesso ao microcrédito usando o mesmo CAF. É importante esclarecer que uma mesma família somente pode assinar diferentes contratos se cada beneficiário estiver, de fato, dedicado à atividade produtiva.


Quais são as condições para acessar o AgroAmigo?

Taxa efetiva de juros de até 0,5% ao ano.

Prazo de até 36 meses.

Qual é o valor do crédito?

O AgroAmigo conta com limites diferenciados conforme o perfil do beneficiário: até R$ 15 mil para mulheres, R$ 8 mil para jovens (pessoas com idade entre 18 e 29 anos) e R$ 12 mil para homens. Dessa forma, uma mesma unidade familiar poderá acessar até R$ 35 mil, desde que seus integrantes se enquadrem nas categorias previstas na regulamentação vigente.


Quanto tempo demora para o crédito ser liberado?

O ciclo do Microcrédito Produtivo Rural pode levar até 30 dias. Antes de assinar o contrato, o cliente passa por algumas etapas importantes:


orientação inicial com o agente de crédito;

elaboração de uma proposta de crédito ;

apoio técnico do agente credenciado;

homologação (aprovação) da proposta.

Se toda a documentação estiver correta, esse prazo pode ser ainda menor.

O que é o bônus de adimplência?

O cliente tem direito a um bônus (desconto) de 25% a 40% sobre cada parcela da dívida que for paga até a data de seu vencimento, dependendo da finalidade do crédito.


Precisa apresentar garantias?

O AgroAmigo dispensa garantias.


É preciso apresentar orçamentos para compra de equipamentos (tratores, barcos, caminhonetes, etc.)?

Sim. Para a linha de investimento, o cliente deve apresentar o orçamento do item desejado. Mas esse processo é detalhado e orientado pelo agente de crédito. O documento de orçamento precisa conter:


Dados do cliente (os mesmos documentos listados acima);

Dados da loja (CNPJ, razão social, dados bancários, endereço e contato);

Descrição detalhada do produto;

Carimbo e assinatura do responsável pela loja.

E no caso de ampliação da propriedade (galpão, aviário, tanque de peixes, áreas de criação, etc.)?

Não é necessário apresentar projeto, apenas orçamento. No caso de serviços como abertura de tanque com hora/máquina, é preciso firmar contrato de prestação de serviço registrado em cartório e apresentar o comprovante de pagamento emitido pela prefeitura. Outra opção é obter orçamento junto a uma empresa com CNPJ regularizado.


Como ocorre o acesso ao recurso?

O AgroAmigo trabalha com crédito voltado exclusivamente para investimento produtivo. Por isso, o recurso não é liberado em dinheiro para saque. O valor do financiamento é transferido diretamente para a conta do fornecedor indicado no orçamento. Dessa forma, o crédito é aplicado de forma segura e transparente na atividade produtiva escolhida pelo agricultor ou pela agricultora.

Baixa generalizada de oficiais: Marinha perde uma turma da Escola Naval por ano e números revelam realidade preocupante

Números altos evidenciam evasão de oficiais e praças nas Forças Armadas. Marinha perde o equivalente a uma turma da Escola Naval por ano

Estatísticas sobre demissão de oficiais de carreira da Marinha de 2020 a 2025


Por Robson Augusto - A Marinha do Brasil enfrenta um fenômeno de evasão que já se tornou impossível de passar despercebido: a saída em massa de jovens oficiais, a maioria entre os postos de primeiro tenente e capitão. Em 2024, a Escola Naval graduou 124 novos oficiais de carreira, mas, no mesmo ano, 113 oficiais pediram demissão, praticamente o equivalente a uma turma inteira. Em 2025, até julho, 65 oficiais de diversas patentes já haviam deixado a carreira, com projeção de que o número dobre até dezembro.

A maior parte dos que pedem baixa pertence à Geração Z, jovens nascidos após os meados dos anos 90 que, após aprovados em concursos muito disputados e concluírem os cursos de formação mais seletivos e exigentes do país, conquistam o posto de segundo-tenente com salário líquido de cerca de R$ 9 mil. Embora a carreira pudesse levá-los, em 25 anos, ao posto de capitão de mar e guerra — com remuneração aproximada de R$ 18 mil —, muitos avaliam que o futuro fora da Marinha do Brasil oferece melhores condições de trabalho e perspectivas melhores.


A evasão de oficiais, o que dizem os números revelados pela Marinha do Brasil

Em resposta a pedido de informações elaborado pela Revista Sociedade Militar, a Marinha informou os principais motivos de desligamento. O levantamento, com dados que vão de 2020 a 2025, mostra que tanto para oficiais quanto para os graduados que pedem baixa, o desejo de dispor de mais tempo com a família ocupa o primeiro lugar. Em seguida aparecem as oportunidades mais atrativas no setor privado e a dificuldade para estudar.


A lista dos dez principais motivos inclui ainda: falta de identificação com a vida militar-naval; oportunidades mais atrativas no setor público; plano de carreira limitado; insatisfação com relacionamentos interpessoais; princípios rígidos de hierarquia e disciplina; e desejo de fazer carreira em outra força.

Mais do que somente fatores financeiros, a evasão revela uma mudança cultural profunda. A Geração Z, formada por jovens totalmente conectados ao mundo digital, valoriza a qualidade de vida, a flexibilidade e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Diferentemente das gerações anteriores, já não enxerga a tão mencionada estabilidade da carreira pública como prioridade absoluta.

Pesquisas internacionais reforçam esse diagnóstico. Estudo conduzido pelo Exército dos EUA apontou que soldados da Geração Z querem líderes empáticos, justos e tecnicamente competentes, e não apenas superiores que imponham ordens pela hierarquia. Outro levantamento, feito pela Deloitte em 2025, mostrou que nove em cada dez jovens dessa geração só permanecem em empregos que ofereçam propósito claro e bem-estar, eles se concentram no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, diz o relatório da pesquisa.


O desejo de dar baixa, oficiais que informaram inscrição para concurso público

Outro número tão grave quanto os pedidos de baixa de oficiais, é o que indica a quantidade de militares buscando oportunidade para sair em busca de melhores condições de trabalho em outras instituições, que inclui até vários oficiais superiores, alguns com habilitações para comandar navios de guerra.

Em 2023 o número de oficiais de carreira que informaram à Marinha do Brasil que realizariam concursos públicos foi 96. Em 2024 o número foi 97 e em 2025 (até julho) o número é 81. Já o número total, incluindo oficiais e praças, da Armada e Corpo de Fuzileiros Navais, que informaram que realizariam concursos públicos é gigantesco e em 2025 já chega a 3.068 militares, isso só até julho.

Contas de energia elétrica terão adicional devido ao acionamento de térmicas

 Bandeira Vermelha patamar 2 é mantida em setembro

ANEEL - A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou nesta sexta-feira (29/8) que será mantida a Bandeira Vermelha patamar 2 neste mês de setembro. A sinalização indica que os consumidores receberão as contas de energia elétrica com adicional de R$ 7,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

As atuais condições de afluência dos reservatórios das usinas, abaixo da média, não são favoráveis para a geração hidrelétrica. Em consequência, há necessidade de maior acionamento de usinas termelétricas, com elevados custos de geração, o que justifica a manutenção da bandeira vermelha patamar 2 para setembro.