2 de out. de 2025

Ministério das Relações Exteriores de Israel divulgou documentos encontrados na Faixa de Gaza que comprovam o envolvimento do grupo terrorista Hamas com os líderes da Flotilha Global Sumud

 

 

A parlamentar europeia Rima Hassan foi filmada jogando o próprio celular no Mar Mediterrâneo, instantes antes da abordagem da Marinha de Israel.

E fica a pergunta: por que alguém faria isso?

👉 O que poderia haver naquele aparelho para justificar esse gesto?

👉 Se a missão é realmente totalmente humanitária, será que não seria do interesse dela mostrar transparência?

🔎 Muita gente está se perguntando se há algo a esconder.

❓E você, o que acha? Deixe sua opinião aqui nos comentários!

 

Governo autoriza importação de morango peruano: Chegada pode movimentar mercado acreano


Por Wanglézio Braga - O governo federal iniciou o processo de autorização para a importação de morangos frescos produzidos no Peru. A medida, como antecipado com exclusividade pelo Portal Acre Mais, foi publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária, que estabeleceu as regras fitossanitárias para a entrada do produto no Brasil.

De acordo com a portaria, os envios devem vir acompanhados de Certificado Fitossanitário emitido pela autoridade peruana, comprovando que os frutos estão livres de pragas como Anaphothrips obscurus e Eotetranychus lewisi. Além disso, todo carregamento passará por inspeção nos pontos de ingresso e poderá ter amostras coletadas para análise em laboratórios oficiais.

Os custos dessas análises ficarão a cargo do importador. Caso sejam encontradas pragas quarentenárias, a carga será rejeitada ou destruída, e o Brasil poderá suspender novas importações até uma revisão da análise de risco. A portaria já está em vigor e marca o início de uma nova fase para o comércio entre os dois países.

Raio‑X mostra dezenas de chumbinhos no corpo de onça resgatada no Rio Negro

Onça perdeu dentes e apresentava edemas nos olhos e orelhas


Foto: Divulgação

Por Em Tempo

Um exame de raio-x feito na onça-pintada resgatada pelo Batalhão de Policiamento Ambiental na tarde de quarta-feira (1), nas proximidades da Praia da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, revelou a posição dos mais de 30 projéteis de chumbinho que foram disparados contra o animal.

A maioria dos disparos atingiu a cabeça e o pescoço da onça, que já apresentava sangramentos e sinais de exaustão no momento do resgate. A onça perdeu dentes e apresentava edemas nos olhos e orelhas. 


Resgate

A operação foi realizada por uma força-tarefa envolvendo a Equipe Pet da deputada estadual Joana Darc (UB), a Secretaria de Estado de Proteção e Bem-Estar Animal (Sepet), o Batalhão de Policiamento Ambiental e o Laboratório de Internações de Fauna e Floresta (Laiff), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A onça, um macho com ferimentos graves, foi encaminhada a uma clínica especializada. Após receber os primeiros cuidados, foi levada a um local apropriado para repouso e tratamento.

“A onça estava bastante machucada, com edemas nos olhos e nas orelhas. O resgate foi superimportante pelo Batalhão de Policiamento Ambiental e a Sepet, e em seguida começou um trabalho realizado por uma equipe multidisciplinar, com veterinários, biólogos e anestesistas. Fizemos o nosso melhor com o Instituto Laiff, especialistas em onças-pintadas. Agora, essa grande riqueza da Amazônia vai para um local adequado para continuar o tratamento e depois, se possível, voltar para a natureza”, detalhou Joana Darc.

Entre os 100 melhores do país, café acreano mostra o talento das mulheres de Porto Acre


Por Wanglézio Braga - No Dia Internacional do Café celebrado hoje (1/10), o Portal Acre Mais conta a história de Nathália Souza, produtora do Projeto Tocantins, em Porto Acre, que vem ajudando a enaltecer a cafeicultura no estado. Moradora da Comunidade Boa União, na Vila do V, ela, o marido Daniel Souza, o cunhado Patrick Souza e a esposa dele Carolina Freitas, trabalham unidos para fortalecer a produção de café na região.



Este ano, Nathália conseguiu um feito importante: inscreveu seu café em um concurso nacional (Florada Premiada 2025) e ficou entre os 100 melhores do Brasil. Para ela, foi uma experiência única e um estímulo para seguir crescendo. “Quando eu vi meu nome na lista, fiquei muito feliz. Foi nossa primeira vez e já conseguimos destaque. No próximo ano queremos melhorar ainda mais”, disse.

A produtora ressaltou também o papel das mulheres no campo. “A mulher só é frágil até onde ela quiser. Se ela quiser, consegue. E nós vamos seguir melhorando cada vez mais, com fé e união”, afirmou.

Com planos de expandir a lavoura, Nathália sonha em aumentar a produção e levar o nome do Acre cada vez mais longe no cenário da cafeicultura. “A mensagem que deixo é: não desista. A dificuldade vem, mas é preciso ir de cabeça erguida para frente. Só assim conseguimos vencer”, concluiu.

Produtoras participam de capacitação de torra de café com o engenheiro Hadamés Wilson

VÍDEO: Onça é resgatada no Rio Negro, em Manaus

Animal foi retirado da água por força-tarefa e será avaliado por veterinários

Foto: Divulgação

Por EM TEMPO

Na tarde desta quarta-feira (1°), uma onça foi resgatada próximo à Praia da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus. O animal estava visivelmente cansado e desorientado, chamando atenção de moradores e turistas da região.

O salvamento mobilizou uma equipe especializada, formada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Animal (Sepet), o Batalhão Ambiental, o Instituto Laiff e a Equipe Pet da deputada Joana Darc. Juntos, os órgãos formaram uma força-tarefa para retirar a onça da água com segurança.

O felino foi encaminhado a uma clínica veterinária para receber cuidados essenciais e avaliação de saúde. O destino final ainda não foi definido, mas pode incluir o Ibama, o zoológico de Manaus ou o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs).

Pecuaristas tarauacaenses estão investindo mais em genética e com isso transformando tecnologia em dinheiro

Resultados já são visíveis


Por Reginaldo Palazzo – Para quem convive no ramo de negócios da pecuária tarauacaense é notória a melhoria genética do gado tanto pra corte como leiteiro da região.

Sem dúvida nenhuma o fator contribuinte que ajudou a alavancar essa biotecnologia de um setor altamente estratégico, lucrativo e voltado à inovação na produção pecuária foi o retorno da feira agropecuária após meio século no município de Tarauacá.


Negócios

Dezenas de negócios fechados foram feitos na VI Tarauacá Rural Show, nas raças Nelore, Sindi, etc. convertendo tecnologia pura em dinheiro.


Exemplo

Podemos citar como exemplo o jovem produtor rural Leandro Salles que vem investindo significantemente em melhoria genética do seu gado desde a IV Rural Show em 2023.

Nesta edição da TKRS ele comprou 05 novilhas PO da ‘Fazenda Itaúba’ dos proprietários Ricardo e Ana de Sena Madureira.

Com isso muito em breve Leandro estará disponibilizando touros PO na região. 

Não só o Leandro, mas outros pecuaristas tarauacaenses estão com esse pensamento estratégico de médio prazo que chegaram à conclusão que em paralelo ao se melhorar a resistência transformando suas raças em animais mais saudáveis, consequentemente melhoram também sua rentabilidade gerando mais investimento em suas próprias fazendas.

D. Rafael de Orleans e Bragança: A continuidade da monarquia brasileira


✍🏻 Thales Matheus Oliveira Peixoto - A Monarquia Brasileira segue despertando admiração em muitos corações, não apenas como legado histórico, mas como um ideal vivo. Nosso País, que foi sob o regime monárquico um dos países mais estáveis e prósperos da América Latina, ainda conserva um Movimento fiel à Restauração desse sistema, não por saudosismo, mas por reconhecer nele uma ordem natural e harmoniosa, alicerçada na tradição, na continuidade e no bem comum.

Dentro desse contexto, a Casa Imperial do Brasil continua a desempenhar um papel de referência histórica e cultural, sendo composta por descendentes diretos do Imperador D. Pedro II. Entre seus membros, destaca-se o Príncipe D. Rafael de Orleans e Bragança, cuja trajetória tem sido interpretada como um símbolo de atualidade e modernização da Monarquia no Brasil.

D. Rafael se tornou figura central no Movimento Monárquico Brasileiro, conciliando tradição e vitalidade. Sua educação, atuação profissional e envolvimento em causas sociais demonstram que a Monarquia não é um conceito anacrônico, mas sim uma instituição que pode dialogar com as demandas contemporâneas.

Um Príncipe que, se estivesse em outro continente, provavelmente já estaria estampando capas de revistas e sendo reconhecido por sua trajetória. Mas a verdade é que D. Rafael carrega a nobreza com um toque brasileiro: trabalha, estuda, se envolve em causas sociais e, além de preservar a tradição de sua Família, demonstra um sólido conhecimento sobre economia e desenvolvimento, unindo história e modernidade de forma exemplar.


Linhagem e juventude

D. Rafael Antonio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança nasceu em 24 de abril de 1986, no Rio de Janeiro. É o terceiro dos quatro filhos do Príncipe D. Antonio de Orleans e Bragança (“in memoriam”) e da Princesa D. Christine de Ligne de Orleans e Bragança. Seu pai, D. Antonio, era bisneto da Princesa Isabel e, portanto, um dos herdeiros da linhagem Imperial brasileira.

Cresceu em Petrópolis, cidade que serviu como importante centro da Monarquia Brasileira, sendo um dos locais preferidos da Família Imperial no século XIX. Sua educação inicial ocorreu no Instituto Social São José e posteriormente no Colégio Ipiranga, instituições de ensino renomadas na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro.

Demonstrando desde cedo interesse pelo mundo moderno e pelas dinâmicas da economia global, D. Rafael optou por seguir uma formação acadêmica que unisse tradição e contemporaneidade. Em 2010, graduou-se em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), uma das universidades mais prestigiadas do País.


Vida profissional

Após concluir sua formação acadêmica, D. Rafael ingressou no mercado corporativo na Anheuser-Busch InBev, conhecida no Brasil como Ambev, uma das maiores produtoras de bebidas do mundo. Atualmente é sócio de uma empresa de consultoria baseada em Londres e Nova Iorque.

Ao se estabelecer no setor privado, D. Rafael demonstra que a Monarquia, quando adaptada aos tempos modernos, não se trata apenas de um símbolo histórico, mas pode coexistir com os valores do mundo atual. Sua formação e carreira também evidenciam grande capacidade de liderança, atributo essencial para qualquer representante da Casa Imperial.

Hoje, muitos se perguntam: “Mas, afinal, o que um Príncipe pode fazer em um País republicano?" A resposta está no próprio exemplo de D. Rafael. Ao contrário dos políticos de carreira, que prometem e não cumprem, um verdadeiro Monarca representa estabilidade, tradição e compromisso com o bem comum. D. Rafael não precisa de escândalos para aparecer; sua postura discreta e engajada já é o suficiente para conquistar o respeito dos monarquistas e até mesmo de simpatizantes.


Engajamento social

Além de sua carreira profissional, D. Rafael tem se envolvido em diversas iniciativas sociais que refletem seu compromisso com o bem-estar da sociedade brasileira. O envolvimento da Família Imperial com causas sociais não é uma novidade. Desde D. Pedro II, que incentivava a educação e a cultura, até a Princesa Isabel, que se destacou na luta pela abolição da escravatura, a tradição de serviço ao povo sempre esteve presente.

D. Rafael de Orleans e Bragança tem demonstrado, ao longo dos anos, um compromisso genuíno com causas sociais, seguindo a tradição de serviço ao bem comum que marcou a história da Família Imperial. Em diversas ocasiões, esteve presente em iniciativas filantrópicas, visitando orfanatos, como o Santa Rita de Cássia, no Rio de Janeiro, aonde levou apoio e incentivo às crianças assistidas, e instituições como a Penitenciária Prof. Ariosvaldo Campos Pires, em Juiz de Fora, onde, ao lado de seu pai, D. Antonio, conheceu projetos educacionais voltados à reabilitação de detentos. Esses gestos reforçam a preocupação da Casa Imperial com a dignidade humana e a inclusão social, mantendo viva a tradição de serviço que transcende títulos e formalidades.

Além dessas ações pontuais, D. Rafael tem demonstrado interesse na promoção de projetos educacionais e culturais, fortalecendo o legado da Casa Imperial no incentivo à educação e ao desenvolvimento social.


Atuação no movimento monárquico

D. Rafael tem desempenhado papel ativo na promoção da Monarquia no Brasil, participando de encontros e eventos que reúnem monarquistas de todo o País para discutir o papel e a relevância desse sistema na sociedade contemporânea.

Seu envolvimento vai além do simbolismo, refletindo um compromisso real com a preservação da história e da identidade nacional. Como patrono de publicações voltadas à memória da Casa Imperial, ele reforça a importância da divulgação da tradição monárquica, especialmente para as novas gerações.

O crescimento do Movimento Monárquico, impulsionado em grande parte por jovens que enxergam na Monarquia uma alternativa estável e comprometida com o bem comum, encontra em D. Rafael uma figura que une tradição, modernidade e responsabilidade social.

Enquanto muitos veem a Monarquia apenas como um capítulo da história, outros a enxergam como um modelo de liderança que poderia transformar o País. D. Rafael não precisa de coroa para demonstrar sua nobreza. Seu caráter, sua preparação e seu compromisso com os valores da Família Imperial já são sinais de que, se o Brasil quiser olhar para o futuro com estabilidade e grandeza, terá um Príncipe pronto para representá-lo à altura.

Embora a Restauração da Monarquia no Brasil seja um tema complexo e repleto de desafios, a presença de líderes como D. Rafael de Orleans e Bragança oferece uma perspectiva renovada e adaptada aos tempos atuais. Seu exemplo mantém viva a chama do ideal monárquico no coração de muitos brasileiros, demonstrando que a Monarquia ainda tem muito a oferecer ao País.

* Artigo publicado originalmente na edição nº 77 do boletim “Herdeiros do Porvir”, de janeiro a junho de 2025.

📬 Para receber futuras edições de “Herdeiros do Porvir”, cadastre-se em: https://monarquia.org.br/faca-parte/

Do gado ao grão: o jovem Daniel estreia com força no QualiCafé


Por Marcela Jansen - Na segunda parte da série especial O Café da Nova Geração, o personagem é Daniel Souza da Silva, irmão de Patrick e, assim como ele, finalista do Qualicafé 2025. Aos 31 anos, Daniel cresceu na lida com o gado. Mas foi na cafeicultura que descobriu um novo rumo.

“Rapaz, eu só tenho que agradecer, porque essa vida veio pra mim. Da minha parte, foi uma das melhores coisas que aconteceram. A gente só mexia com gado, hoje mexemos com café também. É muito gratificante”, diz.

Logo na estreia, a conquista: finalista já na primeira safra. “Quando nós recebemos essa notícia, ficamos felizes, porque é a primeira vez que nós participamos e já ficar entre os 15 foi muito gratificante. Nós estamos vendo que estamos iniciando no caminho certo.”

Mas o início foi de aprendizado e perdas. “Quando a gente pegava a muda do viveiro e trazia pro campo, às vezes ela ressecava muito. O sol descaldante queimava e a raiz não se desenvolvia. Aí tivemos a ideia de deixar as mudas de molho no balde com água antes de plantar. Foi aí que diminuímos a perda. Depois, no outro plantio, já começamos irrigando no mesmo dia. Foi essa a diferença.”

A experiência trouxe também um olhar mais sensível sobre o cultivo. “Esse café é um bebê. Você tem que cuidar dele como um bebezinho, né? A primeira vez foi difícil, mas a gente aprendeu”, relembra.

Em pouco mais de um ano e meio, os pés já produziram grãos suficientes para a primeira torra. “Esse café aqui foi o Patrick que participou com ele, e acredito que em um ano e meio já dá pra fazer a torra”, explica.

O sonho agora é ver o produto com identidade própria. “Nós temos esse pensamento de levar o café além da venda em saca. Queremos ver ele no mercado, como produto que a gente possa exibir em todos os lugares.”

A história de Daniel mostra que, no Acre, até a primeira safra pode abrir caminhos. Da pecuária ao café, ele se firma como parte de uma juventude que transforma desafios em conquistas — e que já é protagonista na lavoura acreana.

E amanhã, na terceira parte da série “O Café da Nova Geração”, o Correio OnLine mostra como a propriedade da família Souza se transformou em ponto de encontro para a comunidade, com um curso de ‘Torra de Café’ que reuniu vizinhos e produtores da região para aprender e compartilhar conhecimento sobre a bebida que move sonhos no Acre.

Grupo Norte de Comunicação prepara novidade nacional

Um novo capítulo para o mercado de comunicação no Brasil está prestes a começar.


Imediato on line - O Grupo Norte de Comunicação (GNC), um dos maiores conglomerados de mídia do país, anuncia que nos próximos dias irá apresentar ao mercado um novo produto em nível nacional. Uma aposta estratégica que promete ampliar ainda mais a presença e a relevância do grupo, consolidando sua posição como referência no setor.

Ainda sem revelar detalhes, o GNC antecipa que esta novidade será um marco não apenas para a empresa, mas também para todo o mercado de comunicação no Brasil. Trata-se de um movimento que reforça a visão de crescimento, inovação e expansão que têm guiado o grupo nos últimos anos.

Com presença consolidada na Região Norte e Nordeste e expansão recente em mercados estratégicos como Pará, Brasília e Paraíba, o GNC se posiciona como um dos principais players de comunicação do país.

“Estamos preparando algo grande, que vai impactar não apenas nossos ouvintes e telespectadores, mas também todo o mercado nacional de mídia e comunicação. É uma aposta que nasce para transformar e fortalecer o segmento”, afirma Elton Bittencourt, Diretor Nacional do Grupo Norte de Comunicação.

Para o presidente do grupo, Sérgio Bringel, este momento simboliza um divisor de águas:

“O Grupo Norte nasceu com o propósito de dar voz à Amazônia e ao Brasil profundo. Agora damos um passo ainda maior: um movimento nacional que reafirma nossa vocação de inovar e liderar a comunicação regional e nacional. Essa novidade que apresentaremos em breve simboliza nossa confiança no Brasil e no potencial de um jornalismo e entretenimento que falam diretamente com a população.”

A revelação oficial está programada para os próximos dias. Até lá, o mercado pode esperar um anúncio que promete marcar história.


Sobre o Grupo Norte de Comunicação (GNC)

O GNC é um conglomerado de mídia brasileiro com forte presença nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com emissoras de rádio, TV e plataformas digitais, o grupo investe continuamente em inovação, jornalismo, entretenimento e expansão comercial, reforçando seu compromisso em levar informação e conteúdo de qualidade para milhões de brasileiros.

Primeira usina solar térmica de torre dupla do mundo é acesa no deserto de Gobi, na China

 

1 de out. de 2025

Prefeitura de Tarauacá e Governo do Estado unem forças para impulsionar infraestrutura municipal


       Fotos do escritor: José Gomes/ SECOM

José Gomes/ SECOM - A Prefeitura de Tarauacá e o Governo do Estado do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (DERACRE), celebraram uma parceria estratégica para fortalecer o desenvolvimento do município. O acordo, formalizado por um termo de cessão de uso, visa aprimorar a infraestrutura local com foco na mobilidade e na qualidade de vida da população.



A iniciativa prevê a cessão gratuita de equipamentos essenciais, como rolos compactadores das marcas Liogong e Dynapac, que serão empregados na recuperação e manutenção de ruas e estradas de Tarauacá. Com vigência até 31 de dezembro de 2025 e possibilidade de prorrogação, a parceria permitirá à gestão municipal executar obras que melhorem a trafegabilidade e promovam maior segurança e conforto para os cidadãos.

Essa colaboração reforça o compromisso conjunto das duas esferas de governo em atender às demandas da população, garantindo infraestrutura de qualidade e desenvolvimento sustentável para Tarauacá.

Crise de Ambipar e Braskem pode respingar nos detentores de COE

Com reestruturação de dívidas em curso nas duas empresas, certificados podem passar por liquidação antecipada


Por Juliana Machado - Os problemas enfrentados por Ambipar e Braskem não devem ficar restritos aos bancos e credores tradicionais. Uma parcela relevante de investidores também está exposta às companhias por meio de Certificados de Operações Estruturadas (COEs) atrelados a dívidas — e, portanto, corre o risco de sentir os efeitos da crise.

Com a possibilidade de pedidos de recuperação judicial ou extrajudicial se aproximando em ambos os casos, cresce a preocupação de que esses COEs sejam liquidados de forma antecipada. Nesse cenário, investidores que compraram esses produtos estruturados podem acabar registrando perdas no portfólio.

Não existem números consolidados sobre esse mercado, mas o InvestNews localizou pelo menos 41 emissões de COEs da Ambipar no mercado e 78 da Braskem, ligados a seus bonds – títulos de dívida emitidos no mercado internacional. Tecnicamente, esses COEs eram destinados a investidores de varejo: a maior parte deles tinha investimento mínimo de R$ 1 mil e poucos exigiam aportes mais altos, de R$ 5 mil.

 

Na lâmina – conjunto de regras e parâmetros – desses COEs, está definido que, caso haja algum evento de crédito (como uma RJ, recuperação extrajudicial ou uma renegociação de dívida), o emissor do certificado pode optar pelo vencimento antecipado. Nesse caso, o COE é desfeito, o bond é vendido ao preço que o mercado está pagando naquele momento e o investidor recebe seu dinheiro de volta.

O problema é que, nesse processo, o investidor provavelmente vai ter perdas. Afinal, os títulos de dívida da Braskem e da Ambipar derreteram desde que foram anunciados os processos de reestruturação de dívidas das empresas.

Atualmente, os bonds da Ambipar estão sendo negociados a um preço de 16% a 20% o valor de face. É o equivalente a afirmar que um título que foi emitido a US$ 1 hoje vale de US$ 0,16 a US$ 0,20 no mercado.

No caso da Braskem, os títulos são avaliados entre 35% a 40% do valor de face.


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Ambipar está prestes a contratar empresa para ajudar na reestruturação da dívida

Exclusivo: Nas negociações pela Braskem, desenho da nova diretoria ganha corpo e aumento de capital é descartado


O InvestNews acessou um documento com COEs emitidos pelo BTG Pactual, sendo duas colocações da Braskem e oito da Ambipar, todas ligadas aos bonds das empresas. Procurado, o banco preferiu não comentar.

Também analisou uma lista de 33 COEs da Ambipar e 76 da Braskem distribuídos pela XP e constatou que os documentos de informações essenciais (DIE) de todos eles incluem cláusulas que determinam o vencimento antecipado em casos de eventos de crédito.

A XP não concedeu entrevista. Mas pessoas próximas à instituição informaram que clientes e assessores têm entrado em contato com os clientes. A orientação tem sido passar as informações sobre a situação das empresas, as condições do COE, os preços e os riscos de perdas para que o cliente decida ou não vender o certificado – o que implicaria aceitar um deságio, ou seja, um preço menor do que o negociado na compra.

Ainda segundo a fonte, o vencimento antecipado não será necessariamente o caminho adotado, porque a instituição ainda vai “avaliar o melhor cenário” conforme a evolução dos casos, na tentativa de obter alguma recuperação do ativo – em outras palavras, um preço melhor para os bonds para desmanchar o COE.


Juliana Machado - Jornalista especializada em finanças e investimentos, é formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em Economia Brasileira pela Fipe-USP. Foi repórter do Valor Econômico e editora das revistas Veja e Veja Negócios. Tem certificação CNPI de análise de investimentos, com atuação na Exame e no BTG Pactual.

Juiz de rodeio elogia ‘audácia’ de Zé Filho e destaca força dos peões acreanos


Por Wanglézio Braga - O juiz de rodeio associado à Liga Nacional de Rodeios, Romildo Monteiro, destacou ao Portal Acre Mais durante entrevista o trabalho de Zé Filho, coordenador geral da Tarauacá Rural Show, ao afirmar que ele tem tido audácia para incentivar os peões acreanos e melhorar a qualidade do rodeio no estado. Segundo Monteiro, o esforço abre portas para que competidores locais possam alcançar o sonho de disputar arenas nacionais e internacionais.

“Conheci o Zé Filho numa etapa em Rio Branco, que valia vaga para Barretos. Ele mostrou interesse em crescer, em fazer algo melhor pelo rodeio do Acre. Aqui em Tarauacá, a competição foi uma etapa chancelada pela Liga Nacional de Rodeios, garantindo que o campeão siga direto para a final de 2026”, explicou.

Romildo reforçou que o evento não só valoriza os talentos da região como também coloca os peões acreanos em evidência diante do país e até no exterior. “O campeão daqui poderá concorrer a vagas no Rodeio América, nos Estados Unidos, que paga um milhão de dólares em apenas um dia de montaria”, disse.

O juiz ainda elogiou o desempenho dos competidores locais. “Os peões do Acre são bons. Esse trabalho traz melhorias, inovação e aumenta a chance de que um dia o rodeio acreano forme mais um milionário dentro das arenas”, completou.

30 de set. de 2025

O ‘Canal do Panamá chinês’ já está sendo construído na América do Sul

Beijing conecta megaprojetos no Brasil e no Peru para reduzir prazos, cortar custos e ampliar sua influência na região

Terminal portuário de Chancay (Foto: Presidencia Peru/Flickr)

A China está criando um corredor logístico inédito na América do Sul, integrando dois megaprojetos: o porto de Chancay, no Peru, e a ferrovia bioceânica, no Brasil. A iniciativa pretende reduzir tempos de transporte, cortar custos e desafiar o domínio do Canal do Panamá nas rotas transcontinentais. As informações são do The Express.

Segundo relatório da Horizon Advisory, Beijing não busca apenas eficiência comercial, mas também ampliar sua influência política e econômica no continente.

O megaporto de Chancay, inaugurado em novembro de 2024, foi projetado para receber navios de grande porte, com capacidade automatizada e zonas logísticas. Orçado em US$ 3,5 bilhões, ele foi construído dentro da Nova Rota da Seda (BRI, na sigla em inglês, de Belt And Road Initiative), uma iniciativa do presidente chinês Xi Jinping centrada no investimento em infraestrutura e que visa espalhar a influência de Beijing pelo mundo.

A estrutura transforma o Peru em um hub de distribuição para a costa oeste da América do Sul, criando uma rota direta entre a Ásia, os Andes e o Cone Sul, sem necessidade de passagem pelo Panamá.

O projeto prevê uma ferrovia que cruza o Brasil, conectando o interior a portos atlânticos. A linha reduziria gargalos e funcionaria como complemento ao porto de Chancay, criando uma rede integrada que evita congestionamentos e custos elevados no Canal do Panamá.


O impacto sobre o Canal do Panamá

O novo corredor logístico impulsionado pela China poderia reduzir significativamente o tempo e os custos do transporte internacional, permitindo que cargas cruzem o continente por terra em vez de depender exclusivamente do Canal do Panamá. Além disso, oferece maior resiliência, já que o canal tem sido periodicamente afetado por secas e congestionamentos que limitam sua capacidade de operação.

Há também uma dimensão estratégica: com o financiamento, a construção e a operação sob controle chinês, exportadores sul-americanos podem acabar sujeitos a condições e preços alinhados aos interesses de Beijing. Para a Horizon Advisory, não se trata de uma substituição direta ao Panamá, mas de uma alternativa viável e escalável, capaz de enfraquecer o papel dominante do canal como principal eixo do comércio transcontinental.


Reação dos Estados Unidos

Um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que Washington espera que países latino-americanos mantenham soberania sobre infraestrutura crítica e evitem acordos que prejudiquem suas economias. Os EUA também prometem apoiar decisões informadas sobre projetos ligados à China em todo o Hemisfério Ocidental.

VI Tarauacá Rural Show: Nós também temos nosso Araújo!

Kezio Araújo agradece por ter participado da Tarauacá Rural Show: "Me senti em casa"


Por Reginaldo Palazzo - Como diria Shakespeare: "A gratidão é o único tesouro dos humildes." 

Eu seria mais simples, gratidão é uma virtude que poucos têm, denota educação, berço!

Kezio Araújo, jornalista formado pela UFAC, é especialista em ‘Comunicação e Oratória e Gestão de Eventos e Cerimonial’ ramo em que se sente mais à vontade. Ele traz a sua experiência do jornalismo, associada a uma voz grave de impacto que conquista o público e transmite confiança a quem ouve.

Também é correspondente regional das principais emissoras de TV do Acre. TV Norte/ SBT e Tv Tribuna/ A Crítica, e ainda colabora com a Rede Amazônica/ Globo, com matérias veiculadas nos principais jornais de circulação nacional do país. (JN, fantástico, JH).

Kezio participou como apresentador nesses últimos dias, 25 a 28 de setembro da TKRS (Tarauacá Rural Show), em sua VI edição.

Conduziu com maestria e responsabilidade dos bem formados tanto academicamente falando como para a vida.

Se Barretos tem Cleberson Araújo como narrador temos Kezio Araújo como destaque na apresentação, com ele, não deixamos nada a desejar a grande festa de Barretos.

Mas, o mais importante além do bom desempenho demonstrado foi sua gratidão. Gratidão essa expressa publicamente em mensagem de WhatsApp para todo um grupo que estava “por trás das cortinas”, inclusive de locutores parceiros.

É bem verdade e foi interessante notar que em especial houve muitos agradecimentos dos que trabalharam nos bastidores, sinal que foi no mínimo muito bom o convívio durante a realização da feira.

Abaixo sua mensagem para os colegas dessa jornada de poucos dias, mas intensos.


Gratidão, Tarauacá.

Que energia especial que esse povo tem. Nem a lama, na primeira noite, teve força de impedir o público de dançar e se divertir.

No palco, na arena e no camarote do Parque de Exposições IFAC - @tarauaca_rural_show eu me senti em casa. Cada gesto de carinho e de aprovação do nosso trabalho enquanto jornalista e apresentador da sexta edição da Feira do Agronegócio traz mais energia e determinação para buscar melhorar e oferecer ainda mais na próxima oportunidade.

Na apresentação, a boa sintonia com @locutor_trindade garantiu uma interação bem dinâmica. Nos bastidores, o apoio da equipe organizadora foi essencial.

Gratidão aos amigos @zefilhotk @irineidasilva @mirnaborgestk @sandra_souzaoficial e @maria_jenifferr por confiar na minha voz para conduzir esse belo projeto que vocês dedicaram meses de planejamento e trabalho árduo.

Parceria fechada com @noisnanetoficial e @hauxviagens

Imagens: @weslly_fotografia

Até breve, Tarauacá!

O empresário José Filho o homem que rege toda essa “orquestrutura agropecuária” tem a opinião de que Kezio é uma grata surpresa do Jordão, uma revelação, e que está apenas começando.

“O homem é top”. Disse Zé Filho.


Ser grato é digno dos dignos.

EUA preparam ataques aéreos contra infraestrutura de cartéis na Venezuela, segundo fontes da NBC


O governo dos Estados Unidos está elaborando planos para lançar ataques aéreos de grande escala contra infraestrutura e instalações ligadas a cartéis de drogas em território venezuelano, de acordo com reportagem da NBC News baseada em quatro fontes envolvidas nas discussões.

Segundo as fontes, o plano contemplaria ataques com aviões de combate ou drones contra líderes dos cartéis, laboratórios e outras instalações logísticas usadas no tráfico. Embora ainda não exista autorização formal do presidente Donald Trump, os preparativos indicam que a operação pode ocorrer nas próximas semanas.


“Estamos explorando opções para atingir cartéis dentro da Venezuela com maior alcance do que apenas operações marítimas”, afirmou uma das fontes à NBC, sob condição de anonimato.



Contexto e escalada militar

A ideia representa uma escalada significativa na abordagem dos EUA contra o narcotráfico venezuelano. Nos últimos meses, a administração Trump já autorizou ataques a embarcações suspeitas de tráfico em águas internacionais, inclusive uma operação no Caribe em que 11 pessoas foram mortas.

Além disso, os EUA já posicionaram caças furtivos F-35 em Puerto Rico para reforçar a campanha contra cartéis no Caribe, segundo reportagens da Reuters.


Desafios legais e risco diplomático

Especialistas apontam que lançar ataques dentro da Venezuela exigiria justificativas legais robustas sob o direito internacional e a Constituição dos EUA, especialmente porque isso representaria uma ação militar em solo estrangeiro em tempo de paz.

O governo venezuelano já reagiu duramente às operações anteriores. O presidente Nicolás Maduro acusou Washington de incursão militar e renovou denúncias de que os EUA buscam mudança de regime.

29 de set. de 2025

Nota de crédito da Braskem é rebaixada com renegociação de dívidas; ações despencam 42% no ano

Agências de risco veem deterioração financeira e alto endividamento; investidores reagem com queda nas ações e nos bonds


Por Rikardy Tooge - A Braskem teve sua nota de crédito global rebaixada pela Fitch Ratings e pela S&P Global Ratings neste fim de semana, em meio ao aumento das incertezas sobre sua capacidade de honrar dívidas. A Fitch reduziu o rating para CCC+ e a S&P para CCC-, ambas categorias consideradas de “alto risco de calote”, mantendo perspectiva negativa.

As revisões ocorreram após a companhia contratar o banco Lazard e os escritórios Cleary Gottlieb e E. Munhoz Advogados para “avaliar alternativas de reestruturação financeira” — o que, muito provavelmente, deverá envolver a renegociação de dívidas, intensificando a percepção de risco no mercado.

O mercado já vinha precificando esse risco: na sexta-feira (26), os títulos da Braskem com vencimento em 2031 foram negociados a apenas US$ 0,42 por dólar de face, com taxa de retorno de 28% ao ano, enquanto as ações da petroquímica despencaram 14,8%, para R$ 7,02. No pregão desta segunda-feira (29), os papéis recuam mais 2,28%, cotados a R$ 6,86. No acumulado do ano, a queda chega a 42,4%.

Segundo a Fitch, a liquidez da Braskem — antes um ponto forte — se deteriorou rapidamente. A agência projeta consumo de caixa de R$ 3,5 bilhões em 2025 e R$ 2 bilhões em 2026, além de desembolsos bilionários relacionados ao afundamento do solo em Alagoas. A avaliação é que a empresa pode ficar sem recursos já em 2026 para lidar com dívidas que vencem a partir de 2028. A relação entre dívida e geração de caixa (conhecida como alavancagem) pode ultrapassar 10 vezes o lucro operacional nos próximos dois anos.

A S&P destacou que, diante do endividamento elevado e das condições adversas da indústria química, há uma “grande probabilidade” de que a Braskem reestruture suas dívidas em até seis meses. Para a agência, um eventual acordo de renegociação forçada ou atraso no pagamento de juros seria tratado como default, isto é, o não cumprimento de obrigações financeiras.

Em linha com essa visão, o JP Morgan avaliou que a revisão da estrutura de capital da Braskem é inevitável e deve impactar diretamente seus títulos. Para o BTG Pactual, uma das alternativas já cogitadas é a conversão de parte da dívida em ações. Nesse cenário, a Petrobras, dona de 36,1% da companhia teria de acompanhar a operação com uma injeção de US$ 1,7 bilhão para manter até 49% de participação e evitar consolidar a Braskem em seu balanço.

A conversão de dívida em ações poderia trazer alívio na alavancagem, reduzindo-a de 10 para 2,6 vezes a geração de caixa em 2026, mas às custas de uma queda estimada de 0,8 ponto percentual nos dividendos da Petrobras.

Braskem em disputa

A pressão aumenta em meio à disputa pelo futuro da Braskem. O controle da petroquímica está hoje no centro de uma queda de braço entre bancos credores, a gestora IG4, o empresário Nelson Tanure, a Petrobras e a própria Novonor (ex-Odebrecht).

A holding da família Odebrecht, em recuperação judicial desde 2019, tenta preservar ao menos 5% de participação para sustentar seu plano de reestruturação, conforme mostrou o InvestNews na semana passada.

Enquanto isso, os bancos credores da Novonor (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BNDES) negociam com a IG4 a transferência dos créditos atrelados à fatia de 38,3% que detêm como garantia. Já a Petrobras busca ampliar sua influência na gestão e condiciona um eventual aporte de capital à saída da Novonor do bloco de controle. 

Galo, o pecuarista que literalmente trilhou o seu próprio caminho para o futuro

Sol, chuva, animais ferozes e peçonhentos não os impediam de conquistar seu objetivo


Por Reginaldo Palazzo – Nascido e criado no ramo da pecuária, e conhecido como ‘Galo’, o Sr. Claudeniro morador do município de Feijó contou um pouco ao blog Tarauacá Notícias sobre sua trajetória com a pecuária no Estado do Acre.

Aos 20 anos de idade já tocava boiada de Feijó para Cruzeiro do Sul e Feijó Senna Madureira, trilhando seu futuro por dentro da mata.

Um desafio desses, não dá pra chamar de outra coisa dado as dificuldades encontradas naquela época, Galo conta que uma viagem de Feijó a Cruzeiro do Sul durava entre 18 e 21 dias.

Para se ter uma ideia do significado de desfio, pois não era só as dificuldades geográficas, nos primeiros sete anos de seu casamento ele não conseguia dormir uma semana em casa.

“Eram tempos árduos, arriscado e de muito suor, mas enfrentávamos de tudo com muita coragem pra conseguir nosso sustento”. Disse Galo.


Técnica

Dependendo do peão a viagem entre Feijó e Cruzeiro do Sul poderia ser feita em até 12 dias, mas usando sua técnica peculiar de dar preferência de tocar a boiada a noite e com muita paciência para o gado não perder muito peso, a viagem se estendia entre sete e nove dias a mais.

Já para Rio Branco o destino final de sua viagem era só até Sena Madureiras, o que reduzia o percurso para dez a doze dias.

Parceiro da Tarauacá Rural Show (TKRS), e proprietário da fazenda Ouro Preto, emprestou toda os tocos de madeira para montar o curral onde ficaram expostas a belíssimas espécies de bois e carneiros na VI Tarauacá Rural Show.

Vale ressaltar que a madeira veio além de Feijó 29 Kms adiante.


Isso lhe rendeu uma homenagem ao seu pai pelo Coordenador Mor da Feira Zé Filho, que mandou confeccionar um bunner em respeito ao desbravador pecuarista Claudomiro Pluma Cahú o famoso Sr. Coló em Feijó.

A VI Tarauacá Rural Show terminou ontem com recorde de público que se traduziu em muita circulação de dinheiro no município.

Expositores que venderam 100% dos seus animais já estão ansiosos para retornar o ano que vem.