3 de jan. de 2020

Venda de veículos novos sobe em 2019 e deve acelerar em 2020, diz Fenabrave



O Brasil emplacou 2,787 milhões de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2019, um crescimento de 8,65% sobre o ano anterior, informou nesta quinta-feira a associação de distribuidores, Fenabrave. O volume marca o melhor ano de vendas para o setor desde 2014, quando somaram cerca de 3,5 milhões de unidades.

Para 2020, a entidade fez uma primeira previsão, de crescimento de 9,6% nas vendas de veículos novos no país, a 3,056 milhões de unidades.

"Esse desempenho positivo (de 2019) se deve a alguns fatores econômicos, como taxa de juros menores e à queda nos índices de inadimplência e de desemprego, o que refletiu, diretamente, no aumento da confiança do consumidor e, também, do empresário brasileiro", disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, em comunicado à imprensa.

Mas boa parte das vendas de veículos novos no ano passado ocorreu motivada por compras feitas por locadoras de veículos, que passaram a oferecer serviços para motoristas de aplicativos de transporte urbano.

Segundo dados do Banco Central, o crédito para compra de veículos foi o que mais cresceu em 2019 entre todas as modalidades para pessoas jurídicas, de janeiro a novembro esse estoque teve alta de 71%. Em 12 meses, o crescimento foi de 80%, a 47,8 bilhões de reais.

O chefe adjunto do Departamento de Estatísticas do BC, Renato Baldini, afirmou no final do ano passado que "muita gente tem trabalhado nesse segmento sem comprar o carro, alugam o carro por períodos longos inclusive. Tem se formado um modelo de negócios que parece resultar nesse dado que a gente tem observado".

A estimativa da Fenabrave para este ano inclui crescimento de 9% nas vendas de carros e comerciais leves novos, a 2,898 milhões de unidades; expansão de 24% nas vendas de caminhões, a 126,15 mil unidades e alta de 16% nos emplacamentos de ônibus, para 31,54 mil unidades.

"Esse cenário impulsionou a oferta de crédito, o que deve continuar em 2020, por isso, confiamos em um novo ciclo de crescimento, ainda que moderado", acrescentou Assumpção Júnior.

O movimento de vendas de dezembro, que costuma ser um dos mais fortes para o setor no ano, também marcou o melhor desempenho para o mês desde 2014, com licenciamentos de 262,7 mil veículos, expansão de 8,4% sobre novembro e alta de 12% na comparação com um ano antes.

Segundo os dados da Fenabrave, entre as principais montadoras do país, a Fiat Chrysler , que está negociando fusão com a Peugeot, apresentou maior alta de vendas de carros e comerciais leves em 2019, de 14,5%, a 495,6 mil unidades, liderando o ranking anual.

A montadora ítalo-americana foi seguida pela General Motors , que emplacou 475,7 mil veículos no ano passado, um crescimento de 9,5% sobre 2018.

O grupo Volkswagen , incluindo a Audi, terminou 2020 na terceira posição do ranking, com vendas de 423,2 mil carros e comerciais leves, crescimento de 12,3%, e foi seguido pela aliança Renault-Nissan , com vendas de 335,3 mil veículos, alta de 7,3%.

A Ford teve queda de 3,5% na vendas de carros e comerciais leves no ano passado, licenciando 218,5 mil unidades, segundo os dados da Fenabrave.

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(Por Alberto Alerigi Jr.)
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Prazo para alistamento militar online já está aberto


Povo iraniano pede volta da monarquia. Não aguentam mais tanta repressão




Povo iraquiano comemora morte do general Iraniano Qassim Soleimani, líder da Força Quds




Balança comercial fecha 2019 com superávit de US$ 46,674 bilhões, com impactos da conjuntura externa, informa Ministério da Economia


Da Série: Monarquia - Passaporte de 1842


"Em nome de Sua Magestade, O Imperador"
Emitido pela Secretária de Estado do Império do Brasil.

Brasil terá mestrado de estudos clínicos em diabetes


Curso será ofertado no Hospital Universitário João de Barros Barreto, em Belém (PA)

O Brasil terá o primeiro mestrado voltado aos estudos clínicos em diabetes. O Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém (PA), oferecerá sua estrutura e a oportunidade do exercício de práticas ambulatoriais para os novos pós-graduados. O período para inscrições teve início nesta quinta-feira, 2 de janeiro.

Serão 20 vagas para profissionais da área da saúde, sendo quatro dessas reservadas para o Programa de Apoio à Qualificação dos Servidores Docentes e Técnico-Administrativos da Universidade Federal do Pará (PADT-UFPA). Os interessados podem se candidatar até 5 de fevereiro. Confira o edital completo.

O hospital é vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) desde 2015. A unidade de saúde é referência no tratamento da diabetes e contribui para a produção de conhecimento científico sobre a doença na região. A UFPA possui autorização da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para ofertar o curso.

Para a superintendente do Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh, Regina Barroso, além do curso ser inédito no Brasil, a estrutura oferecida permitirá também a prática ambulatorial. “A missão é formar profissionais qualificados para atender à população, por isso este curso representa um ganho a mais para a região amazônica, tanto para os mestrandos quanto para os pacientes que serão atendidos com qualidade”, explica.

O mestrado terá duas linhas de pesquisa:

Diagnóstico, tratamento de diabetes e suas complicações
Prevenção e qualidade de vida no diabetes

A seleção será feita por meio de prova escrita, análise de projeto e análise de currículo. Para concorrer às vagas, o candidato deverá preencher a ficha de inscrição (Anexo I do Edital), realizar o pagamento e apresentar a documentação exigida no edital.

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Ebserh

Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura


No entanto, valor não deve voltar ao patamar do início de 2019


Gilberto Costa - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Estabilização dos preços
Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).

Ataque americano em Bagdá mata poderoso comandante iraniano

                                            FONTE: DW

Guilherme Wiltgen - Bombardeio com drones ordenado por Trump mata o general Qassim Soleimani, líder da poderosa Força Quds. Ele esteve por trás de quase todas as grandes operações de inteligência iranianas nas duas últimas décadas.

O comandante, o general Qassim Soleimani, era líder da poderosa Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, responsável pelo serviço de inteligência e por conduzir operações militares secretas no exterior. Ele foi morto, assim como vários membros de milícias iraquianas apoiadas por Teerã, quando um drone americano MQ-9 Reaper disparou mísseis contra um comboio que deixava o aeroporto.

“Por ordem do presidente, as Forças Armadas dos Estados Unidos tomaram medidas defensivas decisivas para proteger o pessoal americano no estrangeiro, matando Qassem Soleimani”, disse o Departamento de Defesa americano, em comunicado divulgado na quinta-feira.

Acredita-se que Soleimani esteve por trás de praticamente todas as operações significativas da inteligência e das forças militares iranianas durante as duas últimas décadas. Sua morte não só é um duro golpe para o Irã como tem potencial para escalar a tensão no Oriente Médio.

O Departamento de Defesa acusa Soleimani de aprovar o ataque inédito à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá no início desta semana. Assim, disseram os EUA, o ataque ao general “teve como objetivo dissuadir futuros planos de ataque iranianos”.

O líder supremo do Irã prometeu vingar a morte do general. “O martírio é a recompensa pelo trabalho incansável durante todos estes anos. Se Deus quiser, o seu trabalho e o seu caminho não vão acabar aqui. Uma vingança implacável aguarda os criminosos que encheram as mãos com o seu sangue e o sangue de outros mártires”, afirmou Ali Khamenei.

Antes dele, o chefe da diplomacia iraniana já tinha avisado que o ataque ordenado por Trump constitui uma “escalada extremamente perigosa”. “O ato de terrorismo internacional dos Estados Unidos é extremamente perigoso e uma escalada imprudente”, afirmou Mohammad Javad Zarif, no Twitter.

O bombardeio também matou Abu Mehdi al-Muhandis, o ‘número dois’ da coligação de grupos paramilitares pró-iranianos no Iraque, conhecida como Mobilização Popular (Hachd al-Chaabi).

As autoridades dos Estados Unidos foram alertadas para possíveis ataques de retaliação iranianos, possivelmente incluindo ciberataques e terrorismo, também contra interesses e aliados americanos.

Israel se prepara para eventuais ataques iranianos. Alguns dos locais turísticos mais populares do país, incluindo o resort de esqui de Hermon, foram fechados, e as forças armadas entraram em alerta, disseram as autoridades.

Ao mandar matar Soleimani, Trump tomou uma decisão que os presidentes George W. Bush e Barack Obama haviam rejeitado, temendo que isso levasse a uma guerra entre os Estados Unidos e o Irã.

Muitos republicanos saíram em apoio a Trump após ataque, o uso mais significativo da força militar americana até a data, mas os críticos criticaram o bombardeio como uma escalada unilateral imprudente que poderia ter consequências drásticas no Oriente Médio.

Após o ataque, Trump se limitou a postar uma bandeira americana no Twitter.

Herói nacional no Irã

Para o Irã, a morte de Soleimani representa a perda de um ícone cultural, que simbolizava o orgulho nacional e a resiliência enquanto o país enfrentava os EUA e suas sanções.

Embora tenha tido o cuidado de evitar envolver-se publicamente na política, a figura de Soleimani ganhou importância perante as forças americanas e israelenses, que atribuem a ele os vários ataques por procuração iranianos no Oriente Médio.

Soleimani, que sobreviveu a várias tentativas de assassinato nas últimas décadas arquitetados por americanos, israelenses e potências árabes, ganhou status de herói em seu país ao longo dos anos.

As forças armadas convencionais do Irã sofrem há 40 anos com sanções americanas, mas a força de elite de Soleimani conseguiu com sucesso construir um programa de míssil balístico. A Força Qods pode, além disso, atacar na região através de forças como o Hisbolá do Líbano e os rebeldes Houthi do Iêmen.

Como chefe da Quds, Soleimani liderou todas as ações secretas no exterior das últimas décadas e frequentemente se deslocava entre Iraque, Líbano e Síria. Os membros da Força Quds foram, por exemplo, destacados para a longa guerra da Síria para apoiar o presidente Bashar al-Assad, bem como para o Iraque na sequência da invasão americana de 2003 que derrubou o ditador Saddam Hussein, um inimigo de longa data de Teerã.

Muitos consideram que Soleimani era a segunda pessoa mais poderosa do Irã, atrás apenas de Khamenei, e, provavelmente, à frente do presidente Hassan Rohani. Através de uma mistura de operações secretas e coerção diplomática, ele foi mais responsável do que ninguém no país por projetar a influência do Irã na região.

A escalada de tensão ocorre no momento em que o Iraque já estava à beira de uma guerra por procuração de potências da região, e pouco depois de um cerco de dois dias à embaixada dos EUA em Badgá por uma multidão de militantes iraquianos. O Pentágono acusou Soleimani de ter coordenado o ataque.

2 de jan. de 2020

Governo Jair Bolsonaro lança plataforma para monitorar mudanças climáticas


A coisa na Austrália tá feia


Estado de emergência na Austrália devido aos incêndios florestais

Helicoptero do serviço florestal Australiano em combate ao fogo. 
Imagem via State Govermment of Victoria, Autralia Gov.

O governo australiano iniciou o deslocamento de milhares de pessoas em várias cidades da costa sudeste da Austrália e declarou estado de emergência no Estado de Nova Gales do Sul.

“A prioridade hoje é combater incêndios e deixar as pessoas em segurança”, disse o primeiro-ministro, Scott Morrison, a repórteres em Sydney. “Há partes tanto de Vitória quanto de Nova Gales do Sul que foram completamente devastadas, com perda de energia e comunicações”.

Oito pessoas foram mortas por incêndios florestais nos dois Estados desde segunda-feira 31, e mais 18 ainda estão desaparecidas. Atualmente, o governo apenas confirma 17 mortes, no total.

Morrison é criticado dentro de seu país. Negacionista da mudança climática, disse que não voltará atrás em sua política ambiental. Em uma visita a cidade de Cobargo, onde três pessoas morreram e dezenas perderam suas casas, o primeiro-ministro foi chamado de “idiota” e informado que não era bem vindo. Morrison abandonou rapidamente o local.

Céu vermelho como sangue

A Austrália vive uma das suas piores crises climáticas com os incêndios florestais e uma onda de calor que atinge facilmente os 40° durante o dia. A fumaça liberada pelas labaredas transformou o dia em noite em Sydney, uma das principais cidades do país.

A fuligem transformou o azul do céu da cidade de Mallacoota em vermelho, tal qual um cenário apocalíptico, enquanto milhares de pessoas abandonavam suas casas.

Mas a fumaça não ficou restrita à Austrália. Na Nova Zelândia, a fuligem dos incêndios posou sobre as geleiras localizadas na porção sul do país. Montanhistas registraram na quarta-feira 1 a súbita mudança da cor da neve: do branco ao marrom.

Não há trégua à vista para os bombeiros que combatem as chamas. A previsão é que as temperaturas no país ultrapassem os 40° no fim de semana, o que pode ocasionar o aumento das labaredas. Até o momento, 916 casas foram destruídas, 363 danificadas e 8.159 foram salvas, segundo o Serviço de Incêndio Rural.

Cerca de 30% da população de coalas foi dizimada pelas chamas desde setembro e, ao todo, 17 pessoas perderam suas vidas

Ecologistas da Universidade de Sydney, na Austrália, estimam que cerca de 480 milhões de animais – incluindo mamíferos, pássaros e répteis – morreram em decorrência dos incêndios florestais que assolam o país desde setembro. Milhares de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas e, até o momento, 17 mortes humanas foram confirmadas. Cerca de 4 milhões de hectares foram destruídos pelas chamas.

Os coalas foram uma das espécies mais atingidas pelas chamas. A ministra do Meio Ambiente, Sussan Ley, disse em uma entrevista para a rádio ABC, que 8.000 foram mortos, o que abrange 30% da população desses animais em Nova Gales do Sul, o Estado australiano que mais sofre com os incêndios.




Vídeos e fotos de animais correndo por suas vidas ou pedindo água à humanos tomaram as redes sociais da Austrália. Em um vídeo publicado pela imprensa local, cangurus são avistados fugindo às pressas das chamas que se alastravam rapidamente. Em outro, bombeiros dão água a um coala sedento em uma área próxima do fogo.

Em novembro de 2019, um vídeo do resgate de um coala viralizou nas redes sociais. As imagens mostraram uma mulher entrando na floresta em chamas após ter avistado o animal vagando e chorando por conta dos ferimentos. Batizado como Ellenborough Lewis, o coala foi sacrificado pouco tempo depois por causa das queimaduras sofridas.

Com informações da Reuters via redação Orbis Defense Europe.

Aprovado projeto que declara Ayrton Senna patrono do esporte brasileiro


Ayrton Senna (1960-1994) foi tricampeão mundial de Fórmula 1

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) o Projeto de Lei 2793/19, do deputado Filipe Barros (PSL-PR), que declara o piloto Ayrton Senna da Silva, morto em 1994, como patrono do esporte brasileiro.

"Senna foi piloto de Fórmula 1 durante os anos 80 e 90, sendo considerado, por muitos, como o maior nome do esporte brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo mundial", disse o autor do projeto.

"Ayrton Senna estabeleceu um novo patamar de excelência no esporte. Sua supremacia era evidenciada em três situações onde o desafio de guiar em altíssima velocidade era ainda mais intenso: na chuva, na execução de voltas perfeitas nas poles e nos circuitos de rua. Senna foi, além de tudo isso, um incansável esportista na busca de ultrapassar seus próprios limites. O brasileiro foi o responsável por alguns dos momentos mais marcantes da principal categoria do automobilismo mundial", disse o deputado.

Filipe Barros lembra que Senna morreu de maneira trágica, recebendo tratamento de herói nacional, em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após colidir com uma mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola.

"Anos após sua morte, em 2009, Ayrton Senna foi eleito, numa consulta a 217 pilotos da Fórmula 1 pela revista inglesa Autosport, o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos", destacou Barros.

O relator da proposta na CCJ, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), recomendou a aprovação do texto. Anteriormente, o projeto foi aprovado pela Comissão de Cultura, com parecer favorável do deputado Felício Laterça (PSL-RJ).

Tramitação
O projeto tramitou em caráter conclusivo e seguirá para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.

Ginasta da Força Aérea Brasileira conquista prêmio de melhor atleta de 2019


Mais quatro Sargentos da FAB foram premiados como melhores atletas em suas modalidades
                                              Fonte: CDA, por Tenente Mateus

O Sargento Arthur Nory, atleta de ginástica artística da Força Aérea Brasileira (FAB), conquistou o prêmio de melhor atleta do ano, em premiação promovida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), nessa terça-feira (10), no Rio de Janeiro (RJ).

O militar que, ao longo do ano, sagrou-se campeão mundial ao conquistar o ouro na prova de barra fixa no Campeonato Mundial de Ginástica Artística em Stuttgart, na Alemanha, e as medalhas de ouro por equipe e prata individual nos Jogos Pan-Americanos de Lima, recebeu o prêmio ao lado da Atleta de boxe da Marinha do Brasil, Sargento Bia Ferreira.

Ele agradeceu à FAB e falou sobre seu desempenho em 2019. “Este ano foi muito bom para a nossa ginástica, conseguimos resultados inéditos no Pan e no Campeonato Mundial. Nosso trabalho só é possível com a ajuda e apoio de toda a equipe multidisciplinar que nos acompanha”, destacou.
O evento, promovido pelo COB, ainda premiou os melhores atletas de 2019 por modalidade, entre eles, os Sargentos da FAB Darlan Romani, do atletismo; Ana Sátila, da canoagem slalom; Magno Nazaret, do ciclismo de estrada; Arthur Nory, da ginástica artística; e Marcus D’Almeida, do tiro com arco.

Essa é a segunda vez que o Sargento Darlan Romani, medalhista de ouro nos 7º Jogos Mundiais  Militares na prova de arremesso de peso, conquista o prêmio. “É uma honra receber, pela segunda vez, este prêmio, que eu dedico ao meu treinador e amigo Justo Navarro, a toda a equipe, minha família, amigos e torcedores que sempre me auxiliam”, ressaltou.


Fotos: Suboficial Xavier / CDA 

Governo Bolsonaro começa ano com investimentos na segurança. Concurso para agente penitenciário federal


Toffoli suspende redução do seguro DPVAT para carros

Presidente da Corte deu nova decisão impedindo redução do valor do seguro DPVAT. O pedido foi feito pela seguradora Líder                           
                               Imagem: ADRIANO MACHADO / REUTERS

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspendeu, na última terça-feira (31), a resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que previa redução dos valores do DPVAT em 2020.

Os valores haviam sido divulgados na sexta-feira (27) pelo conselho, vinculado ao Ministério da Economia, do titular Paulo Guedes.

A cobrança do seguro obrigatório segue no próximo ano após o STF suspender a medida provisória (MP) do presidente da República, Jair Bolsonaro, que previa sua extinção.

Em sua decisão, segundo o portal G1, Toffoli afirma que a redução dos valores causou um “esvaziamento” na decisão da Corte.

Ainda segundo o presidente da Corte, a “alteração da sistemática” do seguro DPVAT sem “justificação apoiada na explicitação dos critérios atuariais do sistema” configuram “subterfúgio da administração para se furtar ao cumprimento da eficácia da decisão cautelar [provisória] proferida pelo STF”.

O relator do caso no Supremo é o ministro Alexandre de Moraes. No entanto, como o pedido foi feito em meio ao recesso do Judiciário, a decisão foi tomada pelo presidente do STF, que está de plantão.

Governo reajusta salário mínimo para R$1.039 em 2020


José de Castro - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira Medida Provisória que estabelece o salário mínimo em 1.039,00 reais para 2020, após cálculos que consideraram inflação mais alta decorrente do salto nos preços das carnes no fim de 2019.

O valor ficou acima dos 1.031,00 reais fixados em mensagem modificativa —enviada pela equipe econômica no fim de novembro— do Projeto de Lei Orçamentária de 2020 (PLOA-2020).

Segundo nota enviada à imprensa nesta terça-feira pelo Ministério da Economia, o número de 1.031 reais considerava um Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais baixo, mas as projeções para o índice em dezembro ficaram mais pressionadas devido ao aumento nos preços das carnes.

Foi feito ainda um ajuste que levou em conta a diferença entre a estimativa de inflação de dezembro de 2018 —critério que foi utilizado para estabelecer os 998 reais para o salário mínimo de 2019— e a variação efetiva do INPC, divulgada somente dia 11 de janeiro de 2019 e que veio mais alta que a previsão. Por fim, o governo arredondou para cima o número para evitar casas decimais (centavos).

“Como o valor anunciado ficou acima do patamar anteriormente estimado, será necessária a realização de ajustes orçamentários posteriores, a fim de não comprometer o cumprimento da meta de resultado primário e do teto de gastos”, disse o Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Junior.

O governo estima que para cada aumento de 1,00 real no salário mínimo as despesas com benefícios da Previdência, abono e seguro desemprego e benefícios de prestação continuada da Lei Orgânica de Assistência Social e da Renda Mensal Vitalícia se elevam em 2020 em aproximadamente 355,5 milhões de reais.

1 de jan. de 2020

Dr. Cláudio Velho da Mota Maia - O Conde de Mota Maia


 Foto do Conde de Mota Maia com D.Pedro II
Monarquistas Brazil - O Dr. Cláudio Velho da Mota Maia foi um importante médico brasileiro, Barão, Visconde e Conde de Mota Maia. Nasceu em Itaguaí, no Município do Rio de Janeiro, em 14 de abril de 1843, filho de Manuel Domingos Maia e D. Maria Isabel Velho da Motta Maia.

Estudou no Colégio Pedro II e graduou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1866, apresentando a tese de doutoramento sobre o tema “Ovariotomia em geral”, com as proposições “Distinção entre a morte real e aparente”, “Da anestesia cirúrgica”, e “Febre intermitente biliosa dos países intertropicais”.

Após a conclusão de seu curso, iniciou sua clínica domiciliar nas adjacências da Rua da Misericórdia, manifestando desde cedo seu espírito altruísta, pois atendia, sem perceber qualquer remuneração, com o maior carinho, os que não podiam pagar.

Neste sentido, é interessante lembrar que por ocasião de uma terrível epidemia que se abateu sobre o Rio de Janeiro, foi grande a sua dedicação no combate ao contágio da moléstia. Sua atuação no combate à doença foi tão expressiva que os moradores da Freguesia de São José lhe ofereceram, em sinal de gratidão, um retrato a óleo em tamanho natural, pintado por Poluceno, bem como uma série de litografias também com o seu retrato, acompanhadas de extensa dedicatória.

Foi Lente Substituto da Seção de Ciências Cirúrgicas, Professor de Medicina Operatória, de Anatomia Topográfica, Operações e Aparelhos e Chefe do Gabinete de Ciências Anátomo Patológicas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e Professor de Anatomia e Fisiologia na Academia de Belas Artes.

Em 1868, o Imperador D. Pedro II concedeu-lhe o foro de Fidalgo Cavaleiro e logo em seguida promoveu-o a "Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial".

Recebeu do Governo Imperial, em 1875, uma bolsa na Faculdade de Medicina de Paris, tendo estudado no “Collège de France” com o Professor Raunier, um dos maiores especialistas em Histologia, tornando-se um profundo conhecedor do assunto.

Foi um dos encarregados da reforma do ensino de Medicina, em 1878, que adotou o modelo germânico em substituição ao francês, propondo o ensino prático e livre, favorecendo o ensino farmacêutico.

Em 1880, foi nomeado médico da Casa Imperial. Foi amigo pessoal de D. Pedro II, a quem, após a Proclamação da República, acompanhou no exílio até a morte do imperador, em Paris. Mota Maia foi um dos três médicos que assinaram o Atestado de Óbito do Imperador D. Pedro II, juntamente com Charles Bouchard (considerado o maior patologista de Paris) e Jean-Martin Charcot (professor de Freud, quando este foi completar seus estudos em Paris no hospital da Salpetrière, em 1885). O original do Atestado de Óbito encontra-se em perfeito estado nos arquivos da ANM.

Agraciado Barão em 6 de fevereiro de 1886, Visconde, em 20 de junho de 1887 e Conde em 8 de agosto de 1888, era comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Os documentos por ele reunidos estão hoje no Museu Imperial em Petrópolis, sob o título de Coleção Mota Maia.

É Patrono da Cadeira 22 da Academia Nacional de Medicina.

Dentre suas obras mais famosas estão: “Tratamento cirúrgico do estrangulamento intestinal interno” (1871), "Note sur la structure et la signification morphologique des glandes estomacales de la cistule" (1876), "Breves apontamentos para o estudo do ensino médico em Paris" (1876), "Contribuição para o estudo dos progressos da Histologia na França" (1877), "Estudo sobre o ensino médico na Áustria e Alemanha" (1877) e "Memória histórica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, relativa ao ano letivo de 1878" (1878).

Faleceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, no dia 7 de novembro de 1897.

Retrospectiva 2019 governo fez leilões de petróleo e gás e criou o programa Novo Mercado de Gás - Confira


Cúmplices do terrorismo híbrido; ONGs usam tráfico humano para alterar soberanias europeias

Contrariando tudo o que se vê nas grandes midias, a grande maioria dos refugiados é homens entre 17 à 40 anos, e com boa forma fìsica. Mulheres e crianças são oficialmente apenas 13% dos migrantes ilegais que se consideram "refugiados". Imagem ilustrativa via Europa Photo/ Reuters

Cristian de Rosa/ Indtrodução/Yam Wanders - Estamos vendo a realização de muitas previsões que eram consideradas “teorias de conspiração” desde o começo da crise de refugiados da guerra civil da Líbia em 2011 e da guerra da Síria em 2015. Estas previsões (entre muitas outras) nas suas versões mais simples explicavam que o fluxo de migrantes para a Europa seria fruto de uma planificação já bem antiga, arquitetada por um ou mais países do mundo árabe,  com o objetivo direto de desestabilização da Europa a longo prazo, e o uso dessa situação, para de imediato chantagear a balança geopolítica entre Europa e alguma potência emergente do mundo árabe, no caso a Turquia, que hoje estamos vendo já colocando seus tentáculos para todas as direções.

No caso interno da Europa, vemos a evidente cumplicidade de uma esquerda desmoralizada que troca de nome para neoliberalismo progressista, esta que precisa urgentemente de votos e uma massa de manobra que seja facilmente seduzida por politicas sociais promiscuas e relativistas morais.

A pior parte quem está a pagar é a população européia de base, que nada tem a ver com as guerras do Oriente Médio e que hoje sofre com a grande criminalidade nos centros urbanos, terrorismo de todas as formas e com reformas previdenciárias e de impostos que visam a arrecadação de fundos que em parte são para o suporte aos milhares de migrantes ilegais, que hoje tem mais vantagens sociais que qualquer cidadão nativo ou eurodescendente naturalizado por direito de sangue.

O que para muitos é um grande “problema social”, o que é na realidade uma opinião programada pelos meios de comunicação neoliberais, para outros é a evidente guerra de civilizações já em curso, por outros meios mais sutis.

Aos ignorantes e relativistas morais de plantão, é sempre mais fácil acusar de racista quem denuncia a situação, do que admitir que foi enganado por anos de programações sociais subliminais que hoje fazem parte da guerra hibrida moderna.

ONGs usam tráfico humano para alterar soberanias europeias
Os migrantes da África e Oriente Médio são as principais vítimas da atual guerra migratória mantida por ONGs ligadas à ONU e financiadas por milionários europeus, contra as soberanias de países da Europa. A atividade das ONGs visa modificar a legislação de países europeus para fragilizar suas soberanias por meio de intervenções internacionais, seja de ONGs ou da própria ONU. Para isso, elas dizem “salvar” pessoas vulneráveis das mãos de máfias de tráfico humano, enquanto fazem exatamente o mesmo trabalho com navios mais caros e tratamento vip.

De acordo com informações de matéria da IstoÉ, na última segunda-feita (5), a ONG espanhola Proactiva Open Arms pediu refúgio a 121 migrantes e anunciou que continuará suas operações apesar dos esforços dos governos europeus para barrar a via migratória utilizadas pelas máfias.

A Open Arms é uma das muitas entidades que atua na coleta de migrantes no mar, usando da vulnerabilidade dessas pessoas para objetivos ligados à quebra de soberanias, agenda cara à ONU. A ONG é uma entidade associada ao Departamento de Informação Pública das Nações Unidas. A Open Arms pertence à Human Rigth At Sea, organização inserida no contexto da Agenda 2030. De 2017 a 2018, a entidade recebeu 3,2 milhões de euros proveniente de fundos privados, o que corresponde a 90% do seu financiamento.

“Continuaremos até que a política migratória da UE mude”, assegurou à AFP o fundador da Proactiva Open Arms, Óscar Camps, em uma entrevista à IstoÉ, por telefone.

Outra ONG envolvida com o tráfico de imigrantes é a SOS Méditerranée e os Médicos sem Fronteiras, que após ser obrigada a suspender suas atividades, em dezembro de 2018, fretou um novo navio, o Ocean Viking, com o qual se dirige para a costa da Líbia para coletar mais migrantes e conduzi-los na travessia do Mediterrâneo.

“Para evitar mortes”, Oscar Camps pede ajuda à ONU para forçar a abertura aos pedidos de asilo e refúgio evitando que sejam feitos pelas máfias de tráfico humano. Em uma espécie de trabalho de “redução de danos”, as ONGs fazem o mesmíssimo trabalho das máfias, utilizando-as como ameaça à vida vulnerável dos migrantes, usados para fins políticos dessas ONGs. A retórica das ONGs se baseia em oferecerem-se como única alternativa às máfias em uma crise sem soluções.

Por isso, o papel das máfias de tráfico de pessoas, que amontoam os migrantes em embarcações muito precárias, é denunciado tanto pela Itália e seus sócios europeus como pelas ONGs, que apenas oferecem tratamento mais digno para que os migrantes sejam conduzidos e traficados com segurança.

Para Roma, é evidente que salvar os migrantes apenas estimula as máfias que os abandonam no meio do mar contando com a operação humanitária de resgate.

Para as ONGs, a incapacidade europeia para reformar sua política de refúgio deixa essas pessoas sem outra opção que não seja confiar sua vida a essas redes, justificando assim o trabalho deles e das máfias.

“Dizer que são os barcos de salvamento os que incitam as travessias é falso. Inclusive sem barcos, as saídas continuam e se reportam numerosos naufrágios”, declarou à AFP o diretor de operações de SOS-Méditerranée Fréderic Penard.

Países já veem ONGs como instrumento de tráfico humano

A Itália confiscou o Sea Watch da ONG alemã de mesmo nome e chegou a deter temporariamente sua capitã Carola Rackete, a primeira a desafiar a proibição de Roma e entrar em junho à força na ilha de Lampedusa para desembarcar 40 migrantes.

Se os barcos humanitários “entrarem em águas territoriais italianas, os confiscaremos um a um. Veremos quem cansa antes”, disse na quinta-feira o ministro do Interior italiano Matteo Salvini.

Em 2018, a Hungria expulsou o milionário George Soros por financiar ONGs de imigração ilegal no país. Os interesses de grandes financiadores motivam ações em favor da migração pelo mundo. A Open Society, ONG do milionário, está por trás de praticamente todas as iniciativas pró-migração da Europa.

Guerra politicamente correta pela informação na Europa

A Itália tem sido um dos países alvo dos incentivadores internacionais da migração, já que devido sua localização, tem sido porta de entrada à migração vinda dos continentes próximos.

Por isso, o jornalismo italiano e europeu obedece, desde 2011, a um protocolo criado para estabelecer a linguagem politicamente correta no trato de questões migratórias. A chamada Carta di Roma, a partir da Associação Carta de Roma, apresenta uma espécie de código moral unificado com os “deveres do jornalista”. Trata-se de uma entidade de vigilância e observação de mídia, cujos membros permanentes convidados são o Alto Conselho das Nações Unidas para os Refugiados, a Organização Internacional para as Migrações e o Escritório Nacional contra a Discriminação Racial. O uso de termos como “imigrante ilegal” ou “clandestino”, pode ser punido com advertência e multas da Ordem dos Jornalistas, da Itália.

Os financiadores da Carta são a Open Society Foundation, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). A Associazione Carta di Roma enumera as seguintes fontes “confiáveis”, muitas das quais são ONGs italianas ou internacionais diretamente financiadas pela Open Society Foundation: Anistia Internacional, ASGI, COSPE, 21 Luglio, Fortaleza Europa, A Buon Diritto, Médicos Sem Fronteiras Frontières (MSF), Save The Children, atualmente envolvido no tráfico de migrantes no Mediterrâneo e, finalmente, UNAR, (Escritório Nacional Antidiscriminação Racial) da Itália, recentemente envolvido em um escândalo de prostituição gay.

A Open Society Foundations criou, na Itália, a Associação para Estudos Jurídicos sobre Imigração (ASGI). A tarefa da ASGI é disseminar idéias sobre leis de imigração entre advogados, juristas e acadêmicos, tendo contribuído para a criação de leis na Itália e União Europeia em matéria de imigração, asilo e cidadania, promovendo o diálogo político e a proteção dos estrangeiros. A ASGI foi fundada pela Open Society Foundation e é diretamente financiada por ela. A ASGI se concentra fortemente na situação atual na Hungria.

Matéria de Cristian Derosa publicada originalmente no site Estudos Nacionais

Cristian de Rosa é Mestre em jornalismo pela UFSC e autor dos livros “A transformação social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda” e “Fake News: quando os jornais fingem fazer jornalismo”. Colunista do site Estudos Nacionais e autor do blog A transformação social. Aluno do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho.