7 de out. de 2022

Nota Oficial da Marinha sobre o casco do ex-NAe ‘São Paulo’

Guilherme Wiltgen - Em relação ao processo de destinação final do casco do ex-Navio Aeródromo (NAe) São Paulo, a Marinha do Brasil (MB) esclarece que o casco foi arrematado por empresa estrangeira em processo licitatório, com termo de transferência e posse de propriedade datado de 21 de abril de 2021. Acrescenta-se, ainda, que todas as ações foram conduzidas em plena consonância com a legislação brasileira e internacional vigente.

Após a decisão de desmobilizar o Navio e serem estudadas opções de destinação, a MB optou pela Alienação do casco para “desmanche verde”. Trata-se de um processo inédito de Reciclagem Segura e Ambientalmente Adequada (Safe and Environmentally Sound Recycling of Ships). O vencedor do leilão e atual proprietário do casco é o estaleiro turco Sök Denizcilik Tic Sti, credenciado e certificado para realizar a reciclagem ambientalmente segura. A empresa Oceans Prime Offshore, contratada pelo Estaleiro vencedor, exportadora, é a responsável pelo cumprimento das cláusulas contratuais no Brasil, conforme exigências do Edital.

Outra medida adotada pela MB foi fazer constar em Edital exigências que obrigam o atual proprietário do casco a cumprir normas internacionais, dentre as quais: o cumprimento da Convenção de Basileia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito (1989); e a apresentação de Inventário de Materiais Perigosos (IHM), auditado por testes de laboratório credenciado e aprovado por Sociedade Classificadora independente, com base nas Resoluções da Organização Marítima Internacional (IMO).

Em relação ao IHM, cabe destacar que o Navio, enquanto pertencia à Marinha Nacional Francesa (MNF), realizou, na década de 1990, uma ampla desamiantação dos compartimentos dapropulsão, catapulta, máquinas-auxiliares e diesel geradores, culminando com a retirada de aproximadamente 55 toneladas de amianto. Adicionalmente, é relevante mencionar que o amianto atualmente existente no ex-NAe São Paulo não oferece riscos à saúde, no estado em que se encontra.

Sobre a transferência do casco para a Turquia, os procedimentos foram integralmente conduzidos de acordo com as normas emitidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que é a autoridade nacional competente por emitir a autorização para a exportação de resíduos perigosos ou controlados, perante a Convenção de Basileia. A referida permissão foi concedida após notificação e consentimento dos países envolvidos, o Brasil e a Turquia.

Em 4 de agosto, o casco foi levado do Brasil e, ao chegar nas proximidades do estreito de Gibraltar, no dia 26 do mesmo mês, o órgão ambiental turco decidiu cancelar a autorização previamente concedida. A partir dessa decisão, o IBAMA suspendeu a autorização que havia sido emitida, determinou o regresso do casco para o Brasil e notificou o atual proprietário, o Secretariado da Convenção da Basileia e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Importa ressaltar que a Marinha do Brasil acompanhou, com zelo e prudência, os processos e trâmites administrativos para a liberação ambiental realizados pelo proprietário do casco, em perfeita observância às solicitações do IBAMA e do correspondente órgão ambiental da Turquia.

O casco do ex-NAe São Paulo encontra-se em uma área marítima no litoral do estado de Pernambuco, a fim de se verificar a integridade do casco e as condições de flutuabilidade e estabilidade por uma empresa de Salvage Master, a ser contratada pela SOK DENIZCILIK VE TICAREST LTD STI. Tal posição, em águas jurisdicionais brasileiras, é geoestrategicamente favorável para os trâmites relativos ao restabelecimento do processo de exportação, que é de responsabilidade e está sendo conduzido pela empresa vencedora do leilão, junto ao IBAMA e ao órgão ambiental da Turquia, conforme prevê a Convenção de Basileia.

Por fim, cabe destacar que a MB acompanhou o retorno do casco do ex-NAe São Paulo ao Brasil e permanece adotando as ações necessárias à segurança da navegação, salvaguarda da vida humana no mar e prevenção da poluição hídrica a partir de embarcações.

Centro de Comunicação Social da Marinha

6 de out. de 2022

Projeção indica safra recorde de 261,9 milhões de toneladas

Números são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola

Ana Cristina Campos - A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 261,9 milhões de toneladas em 2022, de acordo com a estimativa de setembro do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado hoje (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o IBGE, o resultado é um novo recorde na série histórica, iniciada em 1975, e representa aumento de 3,4% ou 8,7 milhões de toneladas em relação a 2021.

Segundo o gerente de agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, o principal produto que está puxando o resultado recorde é o milho, principalmente o milho 2ª safra, com um crescimento de 35,5% frente ao ano anterior.

“A produção está se recuperando de problemas climáticos em 2021, como a falta de chuvas. Essa recuperação ajuda a explicar a produção em 2022. Além disso, também houve crescimento de área do milho 2ª safra, incentivado pelos bons preços que os produtores têm conseguido nos últimos anos”, disse Guedes, em nota.

A estimativa para a safra foi de crescimento em quatro grandes regiões: Centro-Oeste (11,4%), Norte (11%), Sudeste (10,8%) e Nordeste (10,3%). No Sul, a previsão é de queda de 14,6%.

O pesquisador avaliou como as condições climáticas exerceram impacto nos resultados divulgados. “A falta de chuvas, causada pelo fenômeno La Niña, impactou mais a região Sul e o Mato Grosso do Sul. Já Goiás e Mato Grosso não foram afetados por problemas climáticos. Com isso, temos a região Centro-Oeste, que é bastante representativa na produção de grãos, com um crescimento de 11,4%”, argumentou.

Trigo

A estimativa da produção de trigo foi de 9,6 milhões de toneladas, declínio de 0,9% em relação a agosto e aumento de 23% em relação a 2021. Segundo o gerente de agricultura, o trigo é um produto cuja produção não é autossuficiente.

“Consumimos em torno de 12 ou 13 milhões de toneladas, portanto, ainda teremos que importá-lo, mas bem menos do que em anos anteriores. Essa produção de 9,6 milhões de toneladas é um recorde para o Brasil. Ucrânia e Rússia são dois grandes exportadores de trigo e, com a guerra, os preços estão elevados. Os produtores, de olho nessa melhora dos preços, aumentaram as áreas aqui no país”, acrescentou.

Café

Conforme o levantamento, a estimativa da produção brasileira de café para 2022, considerando-se as duas espécies - arábica e canéfora - foi de 3,1 milhões de toneladas, ou 52,3 milhões de sacas de 60 quilos, queda de 2,7% em relação a agosto e aumento de 6,6% em relação a 2021.

“A produção do café arábica deveria ter crescido mais neste ano em decorrência da bienalidade positiva da safra. Isso não aconteceu, pois ano passado tivemos um inverno muito frio, inclusive com ocorrência de geadas nas regiões mais frias de cultivo desse produto. Isso fez com que o potencial de produção da safra de 2022 fosse reduzido”, afirmou o gerente da pesquisa, Carlos Barradas.

Soja

Principal commodity do país, a produção de soja manteve-se em 119,5 milhões de toneladas, estimativa que representa aumento mensal de 0,6%, entretanto, retração de 11,4% em comparação à obtida no ano anterior, com queda de 15,6% no rendimento médio. “Embora a área colhida tenha crescido 4,9%, problemas climáticos derrubaram a produção de soja em 2022”, disse Barradas.

Regiões

Entre as grandes regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas teve a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 129,8 milhões de toneladas (49,6%); Sul, 65,1 milhões de toneladas (24,8%); Sudeste, 27,6 milhões de toneladas (10,6%); Nordeste, 25,4 milhões de toneladas (9,7%) e Norte, 14 milhões de toneladas (5,3%).

Depois de atacar paulistas, Lula agora ofende prefeitos de cidades pequenas

 

China está a caminho de escapar das proibições de equipamentos de fabricação de chips dos EUA

Não será fácil ou economicamente eficiente, mas é possível – e custará caro às empresas de semicondutores dos EUA


Scott Foster - A tentativa da gigante de tecnologia chinesa Huawei de fabricar semicondutores sem equipamentos americanos gerou manchetes globais à medida que a guerra tecnológica EUA-China toma mais um rumo.

É mais um forte indício – se necessário – de que o governo dos EUA está em processo de criação de um concorrente que não poderá controlar, ao mesmo tempo em que força as empresas americanas a abandonar um mercado massivo que até agora apoiou suas vendas, lucros, economias de escala e preços das ações.

A geopolítica substituiu a antiga devoção dos Estados Unidos aos mercados abertos e a situação não deve mudar tão cedo, enquanto as atuais estruturas e mentalidades políticas prevalecerem.

Os EUA pretendem reconstruir sua própria indústria de semicondutores e negar a tecnologia à China que tenham aplicações militares avançadas ou outras relacionadas à segurança nacional – o primeiro e principal exemplo é o equipamento de telecomunicações da Huawei. Então, o que a China pode fazer sobre as sanções e proibições da América?

Tem sido amplamente divulgado que a China não pode fabricar dispositivos semicondutores de ponta sem equipamentos de litografia EUV da ASML da Holanda e ferramentas de automação de design eletrônico (EDA) da Synopsis e Cadence of America ou Siemens (Mentor Graphics) da Alemanha.

Mesmo sem uma máquina EUV de US$ 150 milhões, como a desta foto, a SMIC chinesa foi capaz de trabalhar no nó de processo de 7 nm

Também foi relatado que a China não poderia fabricar semicondutores sem equipamentos de produção da Applied Materials and Lam Research dos EUA ou equipamentos de inspeção da KLA, com sede na Califórnia.

Por um lado, isso é verdade – mas apenas até certo ponto. Por outro lado, a China está potencialmente em uma posição ainda mais fraca do que a divulgada, pelo menos no curto prazo.

Há apenas um país que, se forçado, poderia fabricar semicondutores de forma independente: o Japão. Os outros, incluindo os EUA, estão perdendo grandes partes da cadeia de suprimentos de semicondutores.

Por que a Coreia do Sul e Taiwan, que construíram as empresas de fundição de circuitos integrados (IC) e de memória IC mais competitivas do mundo, quase não fabricam equipamentos de fabricação de semicondutores de forma nativa?

Não é porque seus cientistas, engenheiros e tecnólogos não têm talento ou os dois países não têm capacidade de fabricação. A principal razão, sim, é que não seria economicamente eficiente, pois as barreiras de entrada ainda são muito altas.

Por que os japoneses confiam na Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) e nas ferramentas EDA fabricadas nos Estados Unidos e usam muitos equipamentos da Applied Material, Lam Research e KLA?

Resposta: Porque é mais eficiente e econômico, e eles têm relacionamentos confiáveis ​​de longa data com essas e outras empresas na América, Europa, Taiwan e Coreia do Sul que se mostraram lucrativas ao longo dos anos.

É assim, é claro, que a teoria da vantagem comparativa deve funcionar em uma economia global orientada para o livre mercado.

A China aproveitou esse sistema de mercado global ao implementar uma mistura agressiva de mercantilismo e roubo de propriedade intelectual (PI). Agora, está sendo gradual e sistematicamente excluída de setores-chave do sistema.

Não é totalmente correto dizer que o Japão e a Coreia do Sul fizeram a mesma coisa em seu caminho para o topo tecnológico. Ambos eram e são aliados americanos das forças americanas estacionadas em seus territórios. A China é uma rival e tem sido desde que os EUA ficaram do lado dos nacionalistas na guerra civil da China.

É interessante, mas irrelevante, lembrar que Alexander Hamilton e outros primeiros líderes americanos recomendaram e recompensaram o roubo de propriedade intelectual da Grã-Bretanha e da Europa. Se alguma coisa, a lição da história é: preste atenção no número 1.

Para a China, isso significa dobrar as políticas industriais para desenvolver tecnologias avançadas. Os semicondutores são a fraqueza tecnológica da China e é aí que o foco de Pequim permanecerá até que possa resolver o problema da interferência e sanções americanas. Assim como nos Estados Unidos, a eficiência econômica ficará em segundo plano nas questões militares e de segurança nacional.

Conforme observado por Rakesh Kumar, professor do departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade de Illinois, disse recentemente à revista Fortune:

“Custos mais altos ameaçariam a competitividade dos chips para dispositivos de consumo, como visto pela forma como as sanções dos EUA quase levaram a ZTE à falência e prejudicaram a Huawei. Mas o custo não impedirá o uso desses chips mais caros para fins militares e outros fins estratégicos. O uso crescente de inteligência artificial – onde a China já possui pontos fortes de classe mundial – na fabricação de chips e experiência acumulada também podem reduzir o custo de alternativas, tornando as medidas de controle de exportação menos eficazes ao longo do tempo.”

Soluções tecnológicas já estão preenchendo a lacuna entre as capacidades atuais da China e a vanguarda do setor. Isso inclui embalagem inteligente e uso máximo de litografia de imersão DUV ArF.

A fabricante chinesa de chips SMIC, que recentemente chocou os EUA ao anunciar que havia produzido chips de 7 nm apesar de ter o acesso negado a equipamentos EUV, agora está avançando para 5 nm mais avançados. A SMIC também iniciou a construção de uma nova fábrica de wafer de 300 mm.

Nos campos de inteligência artificial e computação de alto desempenho, a Xiangdixian Computing Technology e a Moffett AI anunciaram novos dispositivos que podem substituir as GPUs que a Nvidia e a AMD não podem mais vender para a China. As regras de design não são tão avançadas (12 nm versus 4 nm para Nvidia), mas funcionam.

A fabricante chinesa de equipamentos semicondutores de maior sucesso até hoje parece ser a AMEC, que supostamente vendeu ferramentas de gravação para a TSMC e enviou ferramentas para Samsung, Intel e Micron para testes. De acordo com a CS Insight e outras fontes, a AMEC demonstrou capacidade de gravação dielétrica em 5 nm.

Enquanto isso, a fabricante chinesa de equipamentos de litografia SMEE está trabalhando em uma nova ferramenta de litografia de imersão ArF que poderia, com vários padrões, ser usada para fazer chips de 7 nm.

O scanner de imersão NSR-S635E ArF da Nikon “Fornece padrões e produtividade de dispositivos de classe mundial para aplicativos de nó de 5 nm e além”, disse a empresa, revelando novos horizontes de fabricação de chips sem EUV.

Se bem-sucedidos, os esforços dos EUA para impedir a ASML de enviar ferramentas de litografia DUV para a China podem ser a melhor coisa que já aconteceu à SMEE.

A associação da indústria SEMI lista cerca de 80 empresas chinesas envolvidas na pesquisa e fabricação de equipamentos semicondutores – e todas elas podem receber apoio do governo.

Seguindo os passos do Japão, mas impulsionada pelo medo de sanções crescentes, a China agora pretende desenvolver uma cadeia de suprimentos de semicondutores completa e autônoma.

De acordo com a IC Insights, a China consumiu US$ 186,5 bilhões em semicondutores em 2021, representando 36,5% do mercado mundial. Apenas 17% da demanda chinesa de semicondutores foi atendida pela produção na China e apenas 7% por empresas chinesas.

Esses números mostram a oportunidade de mercado para as empresas chinesas de projeto, fabricação e equipamentos de produção de semicondutores, e o custo de oportunidade correspondente para empresas estrangeiras prejudicadas pelas restrições de exportação do governo dos EUA. A substituição de importações por si só pode dar às empresas chinesas economias de escala.

Várias empresas chinesas fabricam ferramentas de EDA, mas nenhuma delas ainda é capaz de substituir os produtos importados mais avançados que o governo dos EUA colocou recentemente sob sanção, como informou o Asia Times. Mas fontes da indústria observam que a China importou um “barco cheio” de ferramentas de EDA que podem ser usadas nos próximos três a cinco anos.

Essa parece ser a janela de oportunidade da China. Em algum momento da segunda metade da década, saberemos se a tentativa do governo dos EUA de sufocar a indústria de semicondutores da China teve sucesso ou fracassou.

O fracasso parece provável, exceto na vanguarda, e o custo para os Estados Unidos e suas empresas de semicondutores provavelmente será muito alto.

FONTE: Asia Times

Reação de um cubano ao ver a foto do Presidente Bolsonaro

 

Exportação de carne bovina: nossa equipe estava certa!

 

Agenda climática: antes de exigir, faça!
 

Conflicto del neumático: con su planta paralizada en Argentina, Bridgestone invierte en Brasil

La multinacional japonesa está ampliando su planta de Bahía. El sindicato brasileño salió en apoyo de SUTNA

Los trabajadores de Bridgestone, en un acampe en la planta de Llavallol el sábado. Foto Rolando Andrade Stracuzzi

Clarín - El viernes pasado, la fabricante de neumáticos Bridgestone cerró "temporalmente" sus operaciones en la Argentina a causa del conflicto que mantiene desde marzo el Sindicato Único de Trabajadores del Neumático (SUTNA) con las empresas del sector por la reapertura de la paritaria 2021/22 y el pago de horas extras.

Desde entonces no solo se sumaron las otras dos fabricantes de cubiertas, Fate y Pirelli, sino que también tuvieron que frenar sus líneas Ford y Toyota por falta de stock y otras automotrices lo harían en los próximos días si no hay una salida al conflicto.

Mientras en la Argentina la multinacional japonesa busca una salida al conflicto que tiene paralizada su fábrica de Llavallol, en Brasil están trabajando en la ampliación y modernización de sus instalaciones del estado de Bahía, donde anunciaron este mes una inversión cercana a los US$ 50 millones. Tomarán 126 trabajadores más, que se sumarán a los 1.300 que emplea ese centro.

Con esta ampliación, el total de inversiones de la empresa anunciadas desde 2021 llega a US$ 180 millones en esa fábrica, inaugurada en 2006, que ya había sido ampliada en 2016. Allí producen neumáticos para autos, camiones y pick ups.

En Brasil, Bridgestone tiene otra fábrica en Santo André (San Pablo) y dos plantas de bandas de rodadura Bandag, en Campinas (San Pablo) y Mafra (Santa Catarina).

En el país vecino, el sindicato del neumático, denominado SINTRABOR, salió la semana con un comunicado de solidaridad con SUTNA. El gremio local, además, difundió este miércoles una carta que le envió su par brasileño al CEO mundial de Bridgestone, Shuichi Ishibashi, en la que asegura tener "información muy preocupante sobre el conflicto" y "el grave comportamiento y actitudes intransigentes de las empresas Bridgestone, Pirelli y Fate en la mesa de negociación, lo que ha entorpecido el proceso y en consecuencia entorpecido la posibilidad de un acuerdo satisfactorio".

"Desde Brasil, SINTRABOR seguiremos monitoreando el proceso de negociación colectiva en Argentina, y advertimos a las multinacionales del neumático y el caucho en Argentina para que no provoquen un conflicto mayor a nivel regional y mundial", advirtieron.

La multinacional japonesa, que es la mayor fabricante de neumáticos tanto de Argentina como del mundo, y que funcionó muchos años como Firestone en el país, tiene su fábrica en la localidad bonaerense de Llavallol. Emplea a 1.600 personas, a quienes por un acuerdo cerrado en la crisis de 2001, paga una participación en las ganancias que en todo el año ascendió a $ 735.000 por trabajador.

La empresa había anunciado hace justo un año que sumaría un nuevo turno para aumentar las exportaciones. La meta era superar el récord de 1 millón de neumáticos exportados en 2019.


Reunión clave

Este miércoles, las fabricantes de neumáticos y el Gobierno se encontrarán en el ministerio de Trabajo con los representantes del SUTNA, liderado por Alejandro Crespo, quien el martes respondió con dureza a la amenaza del Sergio Massa de abrir la importación si no se resuelve la situación.

Esta audiencia es la continuación de la que hubo el lunes, en la que las partes ni siquiera coincidieron en una misma sala, y que había pasado a un cuarto intermedio.

Cuál es el origen del conflicto del neumático

Desde marzo que gremio y empresas están negociando. Después de cinco meses de charlas infructuosas, con múltiples audiencias y al menos 20 medidas de fuerza, el miércoles pasado la puja llegó al máximo cuando el sector empresario propuso un aumento del 38% por nueve meses -de julio a marzo de 2023- y, en respuesta, la conducción sindical permaneció tres días en la sede laboral de Callao.

La reacción sindical incluyó el anuncio de un paro por tiempo indeterminado, junto con una guardia frente a las plantas que sigue activa.

Alejandro Crespo, líder de SUTNA, el gremio del neumático. Foto Rolando Andrade Stracuzzi

La negociación se originó por la paritaria que va de junio de 2021 a julio de 2022 y el reclamo de un adicional por las horas extras del fin de semana. En ese período se había pactado un incremento del 50%, pero en marzo se reabrieron las negociaciones a causa de la disparada de la inflación.

Las empresas ofrecieron una suba para completar un 66% y, en su momento, un bono no remunerativo por las horas extras, que luego retiraron de la negociación. El SUTNA reclama un aumento salarial de cinco puntos por encima de la inflación, junto con el pago de las horas extras al 200%, en lugar del 100% actual, lo que las empresas rechazan.

SalamAir, empresa aérea de Omã, escolhe o jato E195-E2 para sua próxima etapa de crescimento


Istanbul, Turquia, 6 de outubro de 2022 - A SalamAir, companhia aérea de baixo custo de Omã, no Oriente Médio, assinou um pedido firme para seis jatos E195-E2, da Embraer, com direito de compra para outras seis aeronaves. O E195-E2, avião mais silencioso e eficiente  da categoria, será entregue a partir do final de 2023, com uma confortável configuração com 135 assentos com duas classes de serviço. O negócio está avaliado em US$ 934,6 milhões, a preço de lista, com todas as opções sendo exercidas. A operação será adicionada à carteira de pedidos firmes da Embraer do terceiro trimestre de 2022.

A companhia aérea de baixo custo baseada em Mascate optou pelo E195-E2 para complementar sua frota de narrowbodies da Airbus em função dos benefícios e da flexibilidade proporcionados pelo dimensionamento adequado da frota. Além disso, a escolha possibilita o aumento das frequências e rotas, desenvolvendo novos mercados de forma lucrativa.

“A aeronave se tornará uma parte essencial da nossa frota. É emocionante sermos a primeira companhia aérea do Oriente Médio a voar no incrível E195-E2. As aeronaves da Embraer representam o que há de melhor em termos de eficiência ambiental, desempenho operacional e conforto para os passageiros. A sofisticada aerodinâmica da aeronave, o projeto inovador das asas e as novas tecnologias possibilitam uma excepcional eficiência energética. Essas aeronaves são perfeitas para a próxima etapa do nosso crescimento, permitindo a abertura de novas e mais frequentes rotas locais e regionais, devido à sua eficiência de combustível e capacidade, atendendo às necessidades desses mercados. A nova frota será usada inicialmente em voos domésticos, incluindo  quatro campos petrolíferos e quatro aeroportos internacionais dentro de Omã. À medida que recebermos mais aeronaves, poderemos usá-las em aeroportos regionais em países vizinhos, que hoje não estão conectados a Omã”, disse o Capitão Mohamed Ahmed, CEO da SalamAir.

“É ótimo estar crescendo no Oriente Médio, uma região que normalmente concentra viagens de longa distância. Para a Embraer, também é importante ver uma companhia aérea de baixo custo e pioneira como a SalamAir reconhecer o valor que os E-Jets entregam às empresas aéreas deste segmento, complementando as aeronaves narrowbody maiores para viabilizar e expandir as malhas aéreas”, disse Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.

5 de out. de 2022

De sinos a sirenes: marinheiros contribuíram na criação e formação dos Bombeiros Militares do Brasil

Arsenal de Marinha tornou-se o primeiro órgão público no País responsável por extinguir incêndios no Rio de Janeiro


Primeiro-Tenente (T) Ohana Gonçalves dos Reis Martinho - RJ - Quando os sinos das igrejas badalavam, em tom de aflição, na antiga cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, entre os séculos XVIII e XIX, significavam uma grande emergência, geralmente incêndios. 

Na ocasião, não havia profissionais especializados nesta área e tornou-se comum o emprego de marinheiros, que já estavam acostumados a manusear bombas d’água em navios e a subir locais elevados, como mastros. Esse cenário motivou a determinação do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) como o primeiro órgão público no Brasil responsável pela extinção de incêndios.

O artigo XII do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, assinado pela Rainha Dona Maria I, determinava que: “Terão sempre promptas bombas, e todos os mais instrumentos necessários para se acudir promptamente não só aos incendios da Cidade, mas tambem aos do mar ”. A partir dessa data, portanto, o Arsenal de Marinha passou a combater incêndios na capital do Vice-Reino do Brasil.

De baldes de couro de água a modernos caminhões de combate a incêndios

Ao se tornar capital do Vice-Reino do Brasil, o Rio de Janeiro recebeu muitos migrantes, provocando um crescimento desordenado da cidade. A madeira era o principal material de construção, usada nas estruturas, telhados e assoalhos. O fogo era utilizado em fogões a lenha, em candeeiros e lamparinas. O acesso à água era precário, sendo necessário recorrer aos chafarizes públicos. Esses fatores propiciavam o surgimento e a expansão de incêndios na cidade.

Os navios deslocavam bombas d’água manuais e os militares descarregavam os materiais de combate próximo ao acidente. Com o apoio de moradores, que utilizavam baldes de couro com água no seu interior, os marinheiros continham as chamas de fogo. 

Após a criação do Corpo de Bombeiros, em 1856, a atividade externa deixou de existir, dando lugar para a prevenção e o combate a possíveis sinistros que possam ocorrer nas Organizações Militares (OM) sediadas no Complexo Naval da Ilha das Cobras (CNIC) e no Comando do 1º Distrito Naval.

 Atualmente, o som de três toques longos de sirene sinaliza a ocorrência de incêndio em algum lugar no CNIC. Com o lema “Frente ao impossível, tentaremos”, a Divisão de Combate a Incêndio da Base Naval da Ilha das Cobras (BNIC) coleciona histórias de heroísmo. 

Em 1998, militares e servidores civis da Marinha foram acionados, excepcionalmente, para enfrentar um incêndio no Aeroporto Santos Dumont, que durou toda a madrugada do dia 13 de fevereiro, bem como para minimizar os castigos de uma forte chuva, ocorrida no início de janeiro, que provocou desabamentos e quedas de árvores e deixou 240 pessoas desabrigadas. 

“Comecei a minha carreira em 1976. Vi muita coisa acontecer. Em 1989, por exemplo, atuamos no combate a incêndio em uma agência bancária que ficava próxima à Igreja da Candelária, no centro do Rio, junto com os Bombeiros do Estado”, relembrou o servidor civil mais antigo da Divisão, Germano de Freitas Heredia, com experiência de mais de 46 anos na Marinha. 

O interesse pela profissão surgiu quando seu pai, Joel de Freitas Heredia, o orientou para ingressar na Força. Eles tiveram a oportunidade de trabalhar juntos na mesma divisão por cinco anos, antes do seu pai se aposentar. 

A Divisão de Incêndio nos dias atuais

Atualmente, a Divisão de Combate a Incêndio da BNIC conta com 40 militares e 18 servidores civis, dois caminhões de combate a incêndios - sendo um hidroquímico -, dois caminhões-pipa e uma motobomba rebocável. Periodicamente, são realizados treinamentos focados na prevenção.

“Como forma de manter o alto grau de aprestamento e de prontidão dos componentes dessa Divisão, dentro do contexto de mentalidade do controle de avarias, cada vez mais enraizada na BNIC, esses militares e servidores civis são diuturnamente adestrados e submetidos a cursos de qualificação ministrados no Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão e por meio de treinamentos diários nas instalações da própria Base ou em exercícios de apoio mútuo com o pessoal das OM do CNIC e Com1ºDN”, destacou o Comandante da BNIC, Capitão de Mar e Guerra Maurício Barata Soares Coelho Rangel. 

Para mais detalhes da história sobre como o Arsenal de Marinha se tornou o primeiro órgão público no País responsável por extinguir incêndios no Rio de Janeiro, confira o artigo elaborado pelo Capitão-Tenente Auxiliar da Armada Marcelo de Assis Silva, Encarregado da Divisão de Combate a Incêndio da BNIC.

Equipamentos utilizados em combate a incêndio no século XX
Extintor histórico de combate a princípio de incêndio
Atuais componentes da Divisão de Combate a Incêndio da BNIC
Componentes da Divisão de Combate a Incêndio do AMRJ na década de 1970

Perigo iminente de queda de poste na BR-364 Rio Branco/Feijó


Essa é a situação que se encontra um poste na BR-364 sentido Rio Branco/Cruzeiro do Sul mais ou menos a uns 300 km de distância.

Quase que totalmente tombado, segurado pelos fios, corre-se um grave perigo de acidente fatal.

Não sei que são os responsáveis, mas se faz necessário intervenção imediata para corrigir esse problema.


Máquinas agrícolas modernas que estão em outro patamar

 


A Fragata União (F-45) realizou, no período de 23 a 28 de setembro, a comissão “Atlantic Basin Naval Exercise Partnership 2022”, na área compreendida entre Rio de Janeiro e Fortaleza, que contou com a participação de uma aeronave UH-12, do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral e de meios da US Navy, sendo eles o destróier USS Lassen (DDG-82) e uma aeronave MH-60R.

A comissão teve como objetivo incrementar a interoperabilidade entre a Marinha do Brasil e a US Navy, por meio da condução de operações navais e aeronavais, além de estreitar os laços de cooperação entre os países participantes.

Entre os dias 23 e 27, foram realizados diversos exercícios conjuntos, como tiros sobre granada iluminativa empregando os canhões e metralhadoras simultaneamente (“GUNEX–Fire on Illuminative Grenade”), reação rápida com emprego de metralhadoras (Quick Reaction Procedures), pousos da aeronave UH-12 no destróier (Crossdeck), exercícios de Abordagem Cooperativa (SURFEX 982) com o emprego de ambos os Grupos de Visita e Inspeção dos Navios e exercícios de combate a incêndio, dentre eles um realizado a bordo do USS Lassen, com a presença de militares da Fragata União (Rescue & Assistance Exercise).

Por fim, no dia 28 de setembro, o Submarino Tikuna (S 34) participou de manobras táticas, exercício de familiarização em reconhecimento das manobras do submarino na superfície e submerso (CASEX E-1) e PHOTOEX, encerrando a comissão.

FONTE: MB

Presidente e Primeira Dama hoje no Hospital das Clínicas indo visitar PM feminina baleada na mão e abdômen e outro PM com 4 disparos nas costas que pararam no colete e 1 na cabeça

 

Calo a Boca da CANDIDATA que faltou o respeito aos Cubanos

 

Mac Jee visita clientes na Arábia Saudita


Luiz Padilha No dia 02 de outubro, a equipe da Mac Jee, liderada por seu Presidente o Simon Jeannot, esteve no Reino da Arábia Saudita junto aos seus clientes acompanhando os seus projetos de perto e garantindo o seu sucesso, além de continuar fomentando cada vez mais a parceria estratégica com o Reino da Arábia Saudita.

Engrandecer a Base Industrial de Defesa também faz parte da estratégia, mantendo cada vez mais o fortalecimento das relações bilaterais entre os dois países.

4 de out. de 2022

Sinal 5G será ativado dia 6 em cinco capitais da Região Norte

Lista inclui Belém, Macapá, Manaus, Porto Velho e Rio Branco

 

Pedro Peduzzi - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que cinco capitais da Região Norte terão, a partir do dia 6 próximo, a faixa de internet de quinta geração (5G) liberada para a entrada em operação. A nova tecnologia permite transmissão de dados de forma mais veloz, estável e com menor tempo de resposta (latência).

O anúncio – relativo ao início dos serviços em Belém, Macapá, Manaus, Porto Velho e Rio Branco – foi feito hoje (4), em Brasília, pelo conselheiro Moisés Queiroz Moreira, do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi).

Essas frequências para o 5G foram leiloadas em novembro de 2021. A previsão inicial era que o serviço seria disponibilizado em todas as capitais até 31 de julho, e que nas demais cidades do país a ativação seria gradual até 2029.

“Foi um trabalho exitoso nessa fase inicial, apesar de difícil e de [envolver] aprendizado, porque não tínhamos total conhecimento dos problemas que poderiam aparecer”, disse o conselheiro, referindo-se à conclusão da primeira etapa de entrega da faixa de 3,5 GHz, a ser explorada por três operadoras (Vivo, TIM e Claro) em todas as capitais do país.

Segundo o coordenador do Gaispi, Henrique Gomes Pinheiro, as operadoras instalaram, até o momento, “mais do que o dobro” de antenas previstas no edital do 5G.

“O mínimo era de 2.528 estações [para as três operadoras]. No entanto, 5.275 já foram instaladas”, disse ele, ao informar que, com isso, o 5G já está presente em 5% das 93 mil estações instaladas no país.

Ele acrescentou que o serviço disponibilizado nas 27 capitais alcança 24% da população brasileira e tem um potencial de chegar a 50 milhões de brasileiros.


Região Norte

De acordo com o conselheiro Moisés Moreira, as operadoras têm até 28 de novembro para ligar todas as estações previstas para a Região Norte. “Serão 57 antenas em Belém; 18 em Macapá; 84 em Manaus; 21 em Porto Velho; e 15 no Rio Branco”, detalhou.

Sobre a nova etapa prevista no edital, que é a de levar a 5G desta faixa às cidades com mais de 500 mil habitantes, o desafio agora é o de avançar na limpeza do espectro utilizado – que é o mesmo de antenas parabólicas. A previsão é que essa nova etapa comece a ser implementada em janeiro de 2023.

A fim de viabilizar esse processo, serão distribuídos kits de antenas que substituirão as parabólicas, para famílias inscritas no cadastro único de programas sociais do governo federal. Neste sentido, estão previstas campanhas informando a população sobre como proceder o agendamento para a troca de equipamento.

Coppolla: ‘Estamos diante de uma potencial fraude eleitoral de natureza criminosa com as pesquisas'

 

1 de out. de 2022

Pesquisa Brasmarket: Bolsonaro tem 45,4% e Lula 30,9% das intenções de voto

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro teria mais intenções de voto do que a soma de todos os candidatos

Entre os dias 26 e 28 de setembro foram ouvidas 1.600 pessoas em 529 cidades das cinco regiões do país

Pesquisa estimulada da Brasmarket divulgada nesta sexta-feira (30) mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 45,5% e o ex-presidente Lula com 30,9% das intenções de voto.

Ciro Gomes (PDT)  aparece com 6,2% seguido por Simone Tebet (MDB) com 5,2%.

A candidata Soraya Thronicke (União) aparece com 0,8%; e Felipe D’Ávila (Novo), 0,3%; os demais registraram menos de 0,1%. Votos brancos e nulos chegam a 2,6% e indecisos, 8,3%.

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro teria mais intenções de voto do que a soma de todos os candidatos: 45,4% contra 43,8%, o que seria suficiente para vencer no primeiro turno.


Pesquisa estimulada

Jair Bolsonaro (PL): 45,4%

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 30,9%

Ciro Gomes (PDT): 6,2%

Simone Tebet (MDB): 5,2%

Soraya Thronicke (União): 0,8%

Felipe d’Ávila (Novo): 0,3%

Padre Kelmon (PTB): 0,3%

Leonardo Péricles (UP): menos de 0,1%

Constituinte Eymael (DC): 0,0%

Sofia Manzano (PCB): 0,0%

Vera Batista (PSTU): 0,0%

Brancos e nulos: 2,6%

Indecisos: 8,3%


Pesquisa espontânea

Jair Bolsonaro (PL): 44,3%

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 27,6%

Ciro Gomes (PDT): 3,8%

Simone Tebet (MDB): 3,2%

Soraya Thronicke (União): 0,4%

Felipe d’Ávila (Novo): 0,3%

Padre Kelmon (PTB): 0,1%

Léo Péricles (UP): menos de 0,1%

Outros: 0,1%

Brancos e nulos: 5,1%

Indecisos: 15,1%

Entre os dias 26 e 28 de setembro foram ouvidas 1.600 pessoas em 529 cidades das cinco regiões do país.

Entre os entrevistados: 53,1% mulheres e 46,9%, homens.Faixa etária: 16 a 24 anos (14,1%); de 25 a 44 anos (19,9%); de 35 a 44 anos (21%); de 45 a 49 anos (24%); de 60 ou mais anos (20,9%).

Sobre o grau de instrução: 10,9% são analfabetos, 30% têm o ensino fundamental completo, 43,1% completaram o ensino médio e 16% têm o ensino superior.

Renda familiar:: 59,8% ganham até um salário mínimo; 20,3% de um a dois mínimos; 12,2% de dois a cinco mínimos; mais de cinco mínimos representam 6,4% e 1,3% não informaram.

O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,45 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08847/2022.

Eleições 2022: votação segue horário de Brasília em todo o país

Divulgação de resultados iniciará tão logo seja encerrada a votação


O eleitor deve ter atenção redobrada neste domingo (2), pois diferentemente de pleitos anteriores, o período de votação para as Eleições 2022 foi unificado em todo o país e seguirá somente o horário de Brasília, não mais levando em consideração diferenças de fuso horário.

A decisão pela unificação foi tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda em dezembro, sob a justificativa de que, dessa maneira, será possível iniciar a apuração e a divulgação de resultados logo após o fim da votação, sem a necessidade de se aguardar os estados com fuso mais atrasado.

Com a decisão, no próximo domingo todas as seções eleitorais do país estarão abertas das 8h às 17h no horário de Brasília. Somente poderão votar após as 17h de Brasília os eleitores que já estiverem na fila.

Horário das votações segundo o TSE - Arte/ EBC

Nos estados que seguem fuso horário diferente daquele de Brasília, o horário local de abertura das urnas será adequado. É o caso de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e parte do Amazonas, onde a votação ocorrerá de 7h às 16h, no horário local.

No Acre e em algumas seções eleitorais do Amazonas, as urnas abrirão e fecharão com duas horas de antecedência. Nesse caso, a votação ocorrerá das 6h às 15h. Já na ilha de Fernando de Noronha, onde o fuso é uma hora adiantado em relação a Brasília, as urnas devem ficar abertas de 9h às 18h.


Divulgação

A previsão do TSE é que a divulgação de resultados seja iniciada tão logo seja encerrada a votação. Os números poderão ser acompanhados, por exemplo, pelo aplicativo de celular Resultados, disponíveis nas lojas Android e iOS. A Justiça Eleitoral também criou uma página na internet especificamente para este fim.

FAB e empresa sul-coreana Innospace assinam contrato

A assinatura do contrato ocorreu nessa quinta-feira (29), na sede do Comando da Aeronáutica, em Brasília (DF)


A Força Aérea Brasileira (FAB) e a empresa da Coreia do Sul Innospace, representada pela Innospace do Brasil, assinaram um contrato, nessa quinta-feira (29/09), na sede do Comando da Aeronáutica (COMAER), em Brasília (DF). O documento tem como objetivo a disponibilização de bens e serviços para lançamentos de veículos espaciais a partir da área 1, conhecida como área da SISPLAT/VLS, do Centro Espacial de Alcântara (CEA), no estado do Maranhão.

Participaram do ato, o Comandante da FAB, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; o Embaixador da Coreia do Sul, Lim Ki-Mo; integrantes do Alto-Comando da Aeronáutica; Oficiais-Generais; o Presidente e Ceo da Innospace, Soo Jong Kim; dentre outros representantes da empresa sul-coreana.

O contrato é consequência do Edital de Chamamento Público nº 02/2020 da Agência Espacial Brasileira (AEB), de 22 de maio de 2020, e possui vigência de cinco anos, podendo ser prorrogado por até igual período.

O documento foi assinado por intermédio do Comando da Aeronáutica, representado pelo Presidente da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE) e Chefe do Centro Conjunto de Operações Aéreas (CCOA), Brigadeiro do Ar Francisco Bento Antunes Neto. “A parceria firmada entre o Brasil e a Innospace reforça cada vez mais a cooperação entre os dois países. É a segunda empresa que assina um contrato com a FAB para operar comercialmente no CEA. Esperamos que o produto seja uma alavanca para que mais empresas venham a fechar parcerias com a Força Aérea e reforçar a operação a partir de Alcântara”, destacou o Brigadeiro Antunes. 

Segundo o Tenente-Brigadeiro Baptista Junior, a Força Aérea tem, por meio do CEA, investido nas atividades de preparo e lançamento de veículos espaciais, visando à melhoria na capacitação dos recursos humanos e à otimização dos processos utilizados, de modo a tornar as atividades espaciais menos dependentes do orçamento da União. “Ao firmarmos, hoje, esse contrato de receita com a Innospace, temos a convicção de que mais um estratégico passo é dado adiante, rumo ao desenvolvimento do nosso País”, salientou o Oficial-General.

O Presidente e CEO da Innospace, Soo Jong Kim, agradeceu a colaboração e a parceira com a Clique aqui para baixar a imagem originalFAB. “Hoje é um grande dia. Obrigado por todo o apoio e pela grande oportunidade. Estamos realizando um grande voo comercial”, disse.

Já o Embaixador da Coreia do Sul, Lim Ki-Mo, ressaltou que as duas nações já cooperam em várias áreas e compartilham ideias inovadoras. “Em particular, na ciência e na tecnologia, a Coreia do Sul e o Brasil reforçam a vontade de ampliar a indústria aeroespacial, que tem sido considerada um campo promissor”, frisou.


Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Flávia Rocha

Fotos: Sargento Viegas e Sargento P. Silva / CECOMSAER

Exército acusa Estadão de publicar fake news sobre auditoria de votos; Bolsonaro comenta

 

Iveco Defense Vehicles apresenta o 600° Guarani

Guilherme Wiltgen - No dia 28 de setembro de 2022, quarta-feira, na fábrica da IDV LATAM (Iveco Defence Vehicles – Latin America) em Sete Lagoas – MG, ocorreu a cerimônia comemorativa referente à fabricação da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Média Sobre Rodas (VBTP-MSR) 6×6 GUARANI de número 600. A festividade contou com a presença de militares da Diretoria de Fabricação (DF) do Exército Brasileiro e de colaboradores da diretoria e gerência da empresa IDV.

Inicialmente, ressalta-se que, dentro do Programa Estratégico do Exército FORÇAS BLINDADAS (Prg EE F Bld), esse projeto surgiu com o objetivo de contribuir para a transformação das Organizações Militares de Infantaria Motorizada em Mecanizada e modernização das Organizações Militares de Cavalaria Mecanizada, substituindo a VBTP EE-11 URUTU.

Diante desse contexto, o desenvolvimento da VBTP GUARANI teve início no ano de 2007, no antigo Escritório de Projetos do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), no Rio de Janeiro, com a participação ativa dos engenheiros militares da Diretoria de Fabricação (DF), organização militar subordinada ao DCT.

Assim, em meados de 2013, a IVECO inaugurou sua planta voltada à produção de veículos de defesa na cidade de Sete Lagoas – MG. Desde então, são produzidos, anualmente, cerca de 60 (sessenta) viaturas destinadas a dotar diversas organizações militares pelo Brasil.

Ainda, destaca-se o caráter inovador do projeto, que agrega sistemas de armas e de comando e controle (comunicações) de ponta em uma plataforma automotiva militar moderna, compondo a Nova Família de Blindados Sobre Rodas (NFBR), em atual implantação na Força Terrestre.

Dessa forma, o Prg EE F Bld e, em particular, o Projeto GUARANI fortalece a Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil, conquistando autonomia em tecnologias estratégicas para o país, contribuindo para a geração de empregos e capacitando civis e militares na pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de viaturas militares blindadas


FONTE: Diretoria de Fabricação (DF) do Exército Brasileiro