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27 de mai. de 2024
Cientistas brasileiros do programa “Aeronave Silenciosa” da Embraer são indicados ao European Inventor Award. Se você gostou do projeto, deixe seu voto aqui
Movimentação recorde de R$ 4,4 bilhões na 11ª edição da Rondônia Rural Show Internacional consolida sucesso do evento
A 11ª Rondônia Rural Show Internacional, termômetro para medir a importância do agronegócio sustentável no Norte do país, encerrou com recorde de movimentação econômica em negócios, e também de visitantes. Este ano, o Governo de Rondônia apostou no tema ‘‘Agricultura da Amazônia’’, e colheu sucesso ao apresentar ao Brasil e ao mundo cadeias produtivas sustentáveis, com produtos premiados nacionalmente.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, foram seis dias de uma programação especial no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, que colocou Rondônia no radar nacional e internacional como ambiente favorável aos negócios sustentáveis na Amazônia. Superou os R$ 3,5 bilhões em negócios movimentados em 2023, e número de público, que registrou 265 mil visitantes no ano passado.
‘‘Chegamos em 2024 com a responsabilidade de superar o volume de negócios do ano passado, e superamos, graças a Deus, e à união do governo de Rondônia, produtores rurais e expositores. Chegamos aos R$ 4,4 bilhões. Também tivemos recorde de público de mais de 276 mil visitantes. Isso mostra que Rondônia está avançando, pois a feira é uma amostra do que está acontecendo na economia do estado”, salientou o governador.
AVANÇOS
A primeira-dama, Luana Rocha, também destacou que o êxito da feira consolida a união de todos em prol do desenvolvimento do estado. ‘‘Rondônia é o estado de pessoas que sabem transformar a terra em produtos de qualidade, e que ajudam a mostrar para o Brasil e o mundo como o estado é próspero’’, destacou.
O vice-governador, Sérgio Gonçalves pontuou que, a feira foi marcada pela satisfação com as vendas e com o nível de serviços oferecidos no local. ‘‘Rondônia é um modelo na economia e colhe resultados de políticas públicas estruturantes criadas desde 2019. É um estado sem espaço para o pessimismo, que conta com pessoas otimistas e que buscam resultados positivos”, ressaltou.
O titular da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo acrescentou que, o saldo expressivo da feira evidencia o quanto o agronegócio de Rondônia é pujante. ‘‘Foram dias de trabalho árduo e de muita alegria. Estamos todos unidos pela construção de um estado forte, com terras que prosperam, produzindo muito mais em nossas lavouras, com responsabilidade quanto ao meio ambiente’’, frisou.
O coordenador da feira, Janderson Dalazen, expressou a satisfação com o sucesso do evento. ‘‘Hoje é um dia muito feliz porque essa feira é feita de planejamento, sonhos e muito trabalho. O sorriso de todos os presentes mostra o quanto tudo deu certo. E amanhã já começa a planejamento para a edição de 2025”, afirmou.
EDIÇÃO HISTÓRICA
A estrutura montada em 2024 foi elogiada por visitantes e expositores. Houve palestras e exposições; pavilhões temáticos como o de artesanato; o da agricultura, com produtos das agroindústrias; o da bovinocultura, com comercialização de animais, e as inovações e rodadas de negócios no Pavilhão Empresarial Internacional.
No local, estiverem presentes 650 expositores, 26 vitrines tecnológicas e nove representações internacionais interessadas em fortalecer relações comerciais com o estado de Rondônia. A feira foi palco da premiação do 3º Concurso de Queijos de Rondônia (ConQueijo); do 6º Fórum Rondoniense para Manutenção da Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação; da criação da Comissão de Regularização Fundiária, e de visitas guiadas aos casos de sucesso na agricultura da Amazônia.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, agradeceu aos os produtores, expositores, servidores, secretários, imprensa e a todos que acreditaram no sucesso de mais uma edição da feira agropecuária rondoniense.
Maior fabricante de chips da China, SMIC, agora é a terceira maior fundição do mundo
A SMIC, ou Semiconductor Manufacturing International Co., apoiada pelo estado, detinha uma participação de mercado de 6% no primeiro trimestre — um aumento em relação aos 5% do ano passado, mostrou o relatório. Ela superou a GlobalFoundries e a United Microelectronics Corporation de Taiwan.
Isso coloca a SMIC atrás apenas da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company e da Foundry da Samsung da Coreia do Sul, que detinham 62% e 13% do mercado no primeiro trimestre, respectivamente.
“Os resultados trimestrais da SMIC superaram as expectativas do mercado, e a empresa garantiu a posição de número 3 em participação de mercado de receita de fundição no primeiro trimestre de 2024 pela primeira vez, à medida que a recuperação da demanda começa na China, incluindo aplicações CIS, PMIC, IoT e DDIC,” mostrou o relatório da Counterpoint Research publicado na quarta-feira.
Os chips fabricados pela SMIC são encontrados em automóveis, smartphones, computadores, tecnologias IoT e muito mais.
A SMIC relatou que a receita do primeiro trimestre foi de US$ 1,75 bilhão, um aumento de 19,7% em relação ao ano anterior, à medida que os clientes estocaram chips. Mais de 80% de sua receita no trimestre foi derivada de clientes na China, disse a empresa em seu relatório de ganhos.
No segundo trimestre, a empresa chinesa espera que a receita aumente de 5% a 7% em relação ao primeiro trimestre, devido à forte demanda.
A China consome quase 50% dos semicondutores do mundo, pois é o maior mercado de montagem para dispositivos de consumo, de acordo com dados da consultoria tecnológica Omdia.
A SMIC é vista como crucial para as esperanças de Pequim de reduzir a dependência de tecnologia estrangeira em sua indústria doméstica de semicondutores, à medida que os EUA continuam a restringir o poder tecnológico da China. Para impulsionar a fabricação doméstica, Pequim investiu bilhões de yuans em subsídios para suas empresas de chips.
A SMIC tem sido alvo de sanções dos EUA desde 2020, onde as empresas americanas são obrigadas a solicitar uma licença antes de vender para a SMIC, restringindo sua capacidade de adquirir certas tecnologias dos EUA.
Ela também não conseguiu obter as máquinas de litografia ultravioleta extrema — que apenas a empresa holandesa ASML é capaz de fabricar. Sem as máquinas EUV, a SMIC não pode produzir semicondutores de alta tecnologia em larga escala a custos mais baixos.
Em um revés para as sanções dos EUA, uma análise do smartphone Mate 60 Pro da gigante tecnológica chinesa Huawei, lançado no ano passado, revelou que ele funciona com um chip de 7 nanômetros fabricado pela SMIC. O smartphone também parece suportar conectividade 5G, apesar das tentativas dos EUA de cortar a Huawei de tecnologias chave, incluindo chips 5G.
No entanto, a SMIC ainda está atrás da TSMC e da Samsung Electronics, disseram os analistas.
A TSMC e a Samsung começaram a produzir em massa chips de 7 nanômetros em 2018 e atualmente produzem chips de 3 nanômetros — quanto menor o tamanho do nanômetro, mais avançado e eficiente é o chip.
FONTE: CNBC
24 de mai. de 2024
Lula continua sendo humilhado por Maduro
Ditador venezuelano rompe compromissos relativos ao território de Essequibo a dois meses de eleições que ameaçam seu poder
Militares venezuelanos cruzam ponte construída na região de Essequibo - Foto: Reprodução/X de Domingo H. Lárez
Carlos Graieb - Lula continua sendo humilhado por seu amigo Nicolás Maduro.
Na semana passada, completou-se a construção de uma “ponte provisória” entre a Venezuela e a ilha de Ankoko, que o país bolivariano ocupa há décadas, embora um tratado internacional do final do século 19 tenha compartilhado sua posse entre a Venezuela e a Guiana.
A iniciativa tem se ser vista pelo que é: mais um passo da ditadura de Maduro no sentido de anexar o território de Essequibo, onde fica a ilha.
Ponte e tanques
Segundo o general Domigo Hernández Lárez, comandante da equipe de engenheiros militares responsável pela construção, ela servirá para “levar harmonia e progresso ao nosso estado de Guyana Esequiba”, que é como a Venezuela se refere ao território que reclama.
Por ali, acrescentou o militar, “passarão máquinas, construiremos escolas, universidades, centros de saúde, centros de abastecimento, pistas de interconexão, comércio e muitos outros projetos construtivos”.
Trata-se de uma bravata criminosa. Ainda que a Venezuela fosse capaz de levar desenvolvimento aonde quer que seja – não é, tendo em vista a penúria em que o bolivarianismo enterrou o país –, tudo que pode passar pela estreita ponte neste momento são equipamentos de guerra. E há relatos de que tanques já fizeram a travessia.
Lárez, aliás, publicou em suas redes sociais imagens de tanques que teriam feito a travessia.
Escalada no conflito
É mais do que provocação. É uma ação militar concreta, ainda que em ínfima escala.
Ela veio acompanhada, além disso, da nomeação de um colegiado que deve elaborar a “constituição” do hipotético novo estado venezuelano.
Com isso, Maduro violou o Acordo de Argyle, assinado entre Venezuela e Guiana em dezembro do ano passado. O documento contém a promessa de que “ambos os lados vão se abster, por palavras ou atos, de escalar qualquer conflito ou desentendimento derivado da controvérsia entre eles”.
Ele também desdenhou do pedido que Lula lhe fez na mesma época, como mediador da conversa entre as duas nações: evitar “medidas unilaterais”.
Rasteira ou cumplicidade
Trata-se de clara rasteira no presidente brasileiro, que pretende ter voz respeitada em questões mundiais, mas não consegue sequer influenciar o encrenqueiro da vizinhança.
Lulistas do Itamaraty dirão que não se deve sobrevalorizar esses acontecimentos: eles não seriam uma escalada verdadeira (não é o que pensa a Guiana), mas somente jogadas políticas de Maduro, tendo em vista as eleições presidenciais prometidas para o final de julho.
Admita-se por um momento que o raciocínio faz sentido. Nesse caso, estamos diante de um governante que não hesita em usar a cartada do conflito internacional para continuar no poder.
Ou que, face a sinais consistentes de que será derrotado nas urnas, poderia provocar um estado de emergência, cancelando o pleito.
Essas hipóteses fazem de Lula mais que um palerma enganado por Maduro. Transformam sua complacência em cumplicidade com o ditador.
Se os posicionamentos sobre as guerras na Ucrânia e em Gaza mostram a indigência moral da diplomacia lulista, a incapacidade de aquietar Maduro demonstram cabalmente que suas pretensões de liderança estão assentadas no vento.
No Brasil só existe crime ambiental?
Não está acontecendo mais nada nesse país ou tem gente se acovardando?
Por Reginaldo Palazzo – Podem abrir qualquer jornal. Está lá, órgão ou instituição tal combate crime ambiental tal 10 vezes mais do que qualquer outro tipo de crime.
Quanta valentia! Dignos de comendas.
Só que como dizia meu amigo Ari, “A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las”.
Enquanto soltam-se presos que haviam provas que o condenavam prende-se gente à lá democracia relativa.
Gostaria de alertar a certos “atores” que ainda existe uma lei que ninguém muda, a do retorno.
Os próximos serão vocês.
Sem contar que o que está acontecendo nunca antes vista na história desse país os marcarão para o resto da vida.
Entrarão para a história como aqueles que não cumpriram suas responsabilidades, e pelo menos o passado ninguém ainda consegue mudar.
Quem sabe com IA? Pode ser, mas gostaria de lembrar também que o vento pode mudar.
“A coisa” já passou dos limites há muito tempo e os crimes do colarinho vermelho continuam a toda vela.
Assim vou ter que dar razão a um outro amigo, o seu Zé da banquinha de doces.
Ele diz:
“O Brasil só tem uma saída, Guarulhos”.
Se for, avisem aí que eu pico a mula.
Mais 3 corpos de reféns, um inclusive brasileiro, que foram sequestrados durante o massacre de 7 de outubro e assassinados em Gaza por terroristas do Hamas voltam para Israel
Hanan Yablonka, Michel Nisenbaum, and Orion Hernandez were murdered during the October 7 Massacre and were abducted to Gaza by Hamas terrorists.
— Israel Defense Forces (@IDF) May 24, 2024
Their bodies were rescued overnight during a joint IDF and ISA operation in Jabaliya, and brought back to Israel.
We will continue… pic.twitter.com/3oFnZEgf8C
No último dia 17/05 já haviam recuperados 3
Shani Louk, Amit Buskila and Yitzhak Gelernter were kidnapped and murdered by Hamas terrorists on October 7 from the Nova Music Festival.
— Israel Defense Forces (@IDF) May 17, 2024
Overnight, our troops recovered their bodies and brought them back home to Israel.
We will continue operating to bring all of our hostages… pic.twitter.com/ya8IoZ8Dvb
Azul e GOL informam parceria para compartilhamento de código de seus voos, o “codeshare”
Por Murilo Basseto - Embora as muitas especulações sobre interesse da Azul Linhas Aéreas em comprar da GOL Linhas Aéreas até hoje não tenham se concretizado, as companhias aéreas agora anunciam uma outra forma de cooperação comercial: vão conectar as suas malhas aéreas no Brasil por meio de um codeshare (compartilhamento de códigos de voos).
As empresas ressaltam que a parceria inclui as rotas domésticas exclusivas, ou seja, operadas por uma das duas empresas e não a outra. As rotas que são operadas por ambas as Companhias não entram no codeshare.
O acordo envolve também os programas de fidelidade, permitindo que membros do Azul Fidelidade e do Smiles acumulem pontos ou milhas no programa de sua escolha ao comprar os trechos inclusos no codeshare.
Os consumidores poderão fazer uso dessa parceria comercial a partir do final de junho, quando a oferta estará disponível nos canais de vendas de ambas as empresas.
Com isso, os Clientes de cada empresa terão à disposição maior variedade de rotas domésticas, além de oportunidades mais convenientes de conexão. As empresas citam como exemplo: de Brasília para Tabatinga, com uma curta parada em Manaus; ou partir do Rio de Janeiro e chegar a Marabá com uma parada em Belém.
“Esse acordo vai trazer enormes benefícios para os nossos Clientes. Ambas as companhias têm uma história de desenvolvimento da aviação no Brasil, focadas na excelência no atendimento ao Cliente. Com a malha altamente conectada da Azul servindo a maioria das cidades no Brasil e a forte presença da GOL nos principais mercados brasileiros, nossas ofertas complementares vão oferecer aos Clientes a mais ampla gama de opções de viagem”, disse Abhi Shah, Presidente da Azul.
“A GOL e a Azul sempre estiveram comprometidas em expandir o mercado de aviação brasileiro. Este acordo de codeshare vai proporcionar aos Clientes acesso a ainda mais opções para viajar pelo nosso país. A GOL já oferece mais de 60 acordos comerciais diferentes com muitas companhias aéreas parceiras globais e estamos ansiosos para expandir esse benefício dentro do Brasil também”, disse Celso Ferrer, CEO da GOL.
Azul e GOL possuem cerca de 1.500 decolagens diárias. O acordo vai criar mais de 2.700 oportunidades de viagens com apenas uma conexão.
Facilidades para os Clientes Azul e GOL
Os Clientes poderão pesquisar trechos nacionais exclusivos de uma ou de outra companhia e comprar pelos canais de vendas da Azul e da GOL, encontrando uma possibilidade maior de destinos.
Os pontos e milhas referentes aos trechos do codeshare comprados nos canais digitais da outra companhia aérea – por exemplo, um voo da GOL comprado no site da Azul – poderão ser acumulados no Azul Fidelidade ou no Smiles, e essa escolha é do Cliente. Isso é válido tanto para voos com conexão quanto para trechos avulsos.
O check-in deverá sempre ser feito nos canais digitais ou presencialmente nos balcões nos aeroportos da companhia aérea que opera o voo ou o primeiro trecho no caso de voos com conexão, independentemente da companhia que vendeu a passagem. No caso de voos com conexão, o Cliente receberá todos os cartões de embarque de sua viagem no check-in.
O despacho de bagagens segue a mesma regra do check-in. Deve ser realizado com a companhia aérea que opera o voo ou o primeiro trecho, e serão entregues no destino final, independente de conexão com a outra companhia.
Remarcações e cancelamentos das reservas devem ser tratados com a companhia que vendeu a passagem.
As facilidades adicionais e itens opcionais, como assentos especiais e bagagens despachadas, além de benefícios de programas de fidelidade e transporte de cargas, mantêm-se sob as regras pré-determinadas por cada companhia e devem ser observadas pelos Clientes.
Informações da GOL e da Azul
CGU multa JBS em R$ 170 milhões por vantagem indevida a auditor fiscal
Por Guilherme Grandi, Gazeta do Povo
A gigante alimentícia JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, foi multada em R$ 170milhões pela Controladoria-Geral da União (CGU) por “pagamento de propina” a um auditor fiscal federal agropecuário que fiscalizava uma planta da empresa em Mozarlândia (GO).
De acordo com a decisão tornada pública na manhã desta quinta (23), a “vantagem indevida” foi paga por contas de pessoas físicas e pela da própria empresa no valor de R$ 381,5 mil ao auditor do Ministério da Agricultura entre os anos de2012 e 2017.
“O ilícito foi trazido à tona durante a Operação Conduta de Risco [da Polícia Federal], conduzida pela Polícia Federal. No curso do inquérito policial, após o afastamento do sigilo bancário do servidor público, foi possível identificar depósitos mensais em sua conta realizados pela pessoa jurídica e seus empregados”, apontou a CGU.
Na época, a operação apurava o pagamento de R$ 160 milhões para acelerar a liberação de R$ 2 bilhões em créditos tributários à empresa. Pouco depois, Joesley e Wesley Batista se afastaram do conselho de administração da companhia – e retornaram neste ano.
À Gazeta do Povo, a JBS afirmou que a decisão da CGU ainda cabe recurso e que “os pagamentos efetuados dizem respeito a horas extras, e ocorreram de acordo com art. 102, item 18 do Decreto 30691/1952, que vigorou até 2017”.
23 de mai. de 2024
🚨 URGENTE - Forte correnteza no Rio Forqueta arrasta passarela feita pelo exército
🚨 URGENTE - Forte correnteza no Rio Forqueta arrasta passarela feita pelo exército.
— André Aranda (@Andre17121979) May 23, 2024
Isto vai atrapalhar muito a mobilidade na região.👇 pic.twitter.com/WlX62Ork8R
Aldo Rebelo lança livro sobre o interesse internacional pela Amazônia
Obra escrita por Aldo Rebelo, secretário de Relações Internacionais de São Paulo, será lançada nesta quarta-feira (22/5) em Brasília
Giovanna Estrela e Maria Eduarda Maia - “Amazônia: a maldição das Tordesilhas – 500 anos de cobiça internacional”, é o mais novo livro de Aldo Rebelo, secretário de Relações Internacionais de São Paulo. O lançamento da obra será nesta quarta-feira (22/5), às 18h, na Livraria da Vila, no Shopping Iguatemi Brasília.
O livro conta com o patrocínio da FSB Holding, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
A obra, disponível em quatro idiomas (português, inglês, espanhol e francês), conta a história da Amazônia, em que o autor aborda eventos históricos marcantes, destacando a importância estratégica para o Brasil e para o mundo. Ao longo das páginas, Aldo Rebelo aborda uma análise profunda sobre as razões por trás da cobiça internacional pela região.
Além disso, o livro apresenta as conquistas e desafios que são enfrentados pela região ao longo dos séculos. Ao Metrópoles, Aldo relata sobre os principais pontos tratados na obra.
“A ideia do livro é de expor uma Amazônia pouco conhecida e pouco discutida. Em primeiro lugar, temos uma Amazônia que sempre despertou a cobiça do estrangeiro, uma Amazônia que é disputada desde o período colonial. Também mostra uma Amazônia rica, mostra a maior fronteira mineral do mundo, a maior fronteira de biodiversidade do mundo, a maior fronteira reserva de água doce do mundo. Essa é a outra Amazônia que também é desconhecida”, explica.
“Outro aspecto é o social, uma Amazônia pobre, que ao lado da grande riqueza que tem, ela também guarda os piores indicadores sociais do Brasil, que tem os maiores índices de mortalidade infantil, a população com os maiores índices de doenças infecciosas de analfabetismo e onde tem mais fome no país, essa também é uma Amazônia que as pessoas não conhecem. E na quarta parte do livro é um programa e um projeto para a Amazônia, estabelecendo quatro objetivos, são eles: soberania do Brasil, o direito ao desenvolvimento, proteção das populações indígenas e a proteção da natureza ao meio-ambiente”, destaca.
Aldo Rebelo conta que a inspiração para escrever sobre a Amazônia veio da escola. “A ideia veio dos meus bancos escolares, quando já havia no ensino de geografia uma grande valorização da Amazônia quando nós estudávamos. Na época, a Amazônia já possuía pontos que chamavam a atenção. Eu sempre visitei muito a Amazônia, e ano passado passei quatro meses pesquisando e estudando para o livro”, ressalta.
Ao longo da obra, Aldo reforça sobre o papel crucial da Amazônia. “A obra representa recolocar a Amazônia na agenda do Brasil, porque o estado já está na agenda do mundo. O mundo já discute a Amazônia, mas a partir de um ponto de vista de um foco que é o meio ambiente, mas queremos colocar a Amazônia no ponto de vista social, econômico, científico, tecnológico, defesa social e outros aspectos”, conclui.
Aldo Rebelo
Aldo Rebelo é uma figura atuante na figura política brasileira. Foi ministro da Defesa, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Esporte e de Coordenação Política e Assuntos Institucionais.
A gestão no Ministério da Agricultura, especialmente durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foi marcada por debates sobre o equilíbrio entre o desenvolvimento agrícola e a preservação ambiental, com foco especial na Amazônia.
Aldo teve participação na CPI das ONGs e trouxe à tona questões importantes sobre o “Fundo da Amazônia”, defendendo uma alocação restrita desses recurso para órgãos públicos.
Serviço:
Lançamento do livro: Amazônia, a maldição das Tordesilhas – 500 anos de cobiça internacional;
Local: Livraria da Vila, Shopping Iguatemi Brasília;
Horário: 18h às 22h.
FDI (Forças de Defesa de Israel) continua à caça de terroristas
Eliminado: Comandante do Batalhão Beit Hanoun do Hamas, Hussein Fiad, responsável pelo lançamento de mísseis antitanque junto com extensos tiros de morteiro contra Israel
A eliminação da Fiad fez parte da atividade operacional das FDI acima e abaixo do solo para localizar túneis e eliminar terroristas em Jabaliya, norte de Gaza.
🔴ELIMINATED: Commander of Hamas’ Beit Hanoun Battalion, Hussein Fiad, responsible for launching anti-tank missiles along with extensive mortar fire toward Israel.
— Israel Defense Forces (@IDF) May 23, 2024
Fiad’s elimination was part of IDF operational activity above and below ground to locate tunnels and eliminate… pic.twitter.com/rGe6lVIIEH
Imagine watching this and telling yourself “Nice job! Well done! We should reward these barbarians with a state!”
— Dr. Eli David (@DrEliDavid) May 22, 2024
This is what Ireland 🇮🇪, Norway 🇳🇴, and Spain 🇪🇸 did today.
https://t.co/KQJeUXUucg
A vaca mais cara do mundo é brasileira: R$ 21 milhões. Como isso aconteceu?
Entenda como a fertilização in vitro deu à luz um novo, e gordo, mercado de genética bovina no país.
Viatina: pronuncia-se “viátna” – referência à bisavó, a bi-campeã brasileira Ryatna. Foto: Divulgação
Por Alexandre Versignassi - O nome completo é Viatina-19 FIV Mara Móveis. O final parece naming right de estádio, mas não. “Mara Móveis” é a fazenda goiana onde essa vaca nasceu, cinco anos atrás. E o “19” indica que ela faz parte de uma linhagem. Suas dezenas de irmãs, tias e primas também se chamam Viatina. Idem para a mãe, Viatina-3, e para a avó, matriarca da casta e primeira a carregar esse nome.
Só que a parte mais importante do RG da Nelore é outra: aquele “FIV”. Essa parece sigla de fundo de investimento. E faria sentido se fosse, já que Viatina-19 é a vaca mais cara do mundo; uma empresa de quatro patas com valor de mercado em R$ 21 milhões e faturamento anual de R$ 11,5 milhões. Só que FIV é outra coisa, claro. Significa “fertilização in vitro”.
E as cifras que o animal proporciona aos criadores só existem por conta dessa tecnologia, a mesma que, entre humanos, está por trás do congelamento de óvulos. Hora de entender melhor essa história toda – principalmente para quem é menos familiarizado com o agro.
Darwin explica
Desde a aurora da civilização criar gado é, necessariamente, buscar aprimoramento genético. Coloque os melhores exemplares para se multiplicar e, conforme as gerações vão passando, você terá animais que produzem mais leite, mais filhotes, mais carne marmorizada; seja lá o que você, criador, esteja interessado. Seleção artificial.
E a grande ferramenta de seleção artificial sempre foi a seguinte: os melhores machos, em detrimento das melhores fêmeas. Por uma questão matemática. Eles produzem uma quantidade virtualmente infinita de espermatozoides. Tenha um bom touro, coloque só ele para se reproduzir e… boom. O bicho vai espalhar seus bons genes vorazmente. O touro Landau, pai de Viatina, já tinha 15 mil filhos antes de sua cria mais famosa nascer. Backup, o mais prolífico entre os touros brasileiros, deixou 460 mil.
Já uma boa vaca é diferente. Ela produz um único bezerro por ano – são nove meses de gestação para cada um, tal como o Homo sapiens. E isso uma vida reprodutiva que não dura muito mais do que uma década. Em condições naturais, então uma vaca reprodutora vai deixar 10 ou 12 filhos.
Mas isso mudou com a chegada da fertilização in vitro em escala comercial, no início dos anos 2000.
In vitro
Grosso modo, você colhe óvulos da vaca com uma agulha transvaginal – num processo chamado de aspiração. Então leva para o laboratório, mistura com espermatozoides de um bom touro e gera embriões. Insira os embriões em outras vacas e pronto. Elas darão à luz bezerros com genes de uma vaca premium e de um touro idem.
Dá para fazer uma aspiração a cada duas ou três semanas. Cada uma pode render 70, 80 óvulos, que serão fertilizados. Daí, é possível que vinguem 10, 12 embriões, que irão para uma dúzia de barrigas de aluguel – “prenhezes”, no jargão agro, ou seja, diversos bezerros de uma única fêmea no útero de várias outras. Assim, uma vaca premium passa a gerar a cada três semanas a quantidade de filhos que teria em uma vida.
Isso já valoriza o animal, claro. Mas não só.
Também entra na jogada a expectativa de quem compra. O criador vende prenhezes e aspirações de óvulos de suas vacas campeãs. Quem adquire, deseja não só um gado de melhor qualidade. Também espera que algumas das crias se tornem vacas de genética cobiçada no mercado, já que aí terão como lucrar vendendo eles mesmos as aspirações de óvulos e prenhezes. A própria Viatina-19 foi concebida num tubo de ensaio – daí o “FIV” do nome completo. Sua mãe biológica, Viatina-3, idem.
Os acertos do passado, a começar pelas próprias Viatinas, ampliam as expectativas para o futuro. E os preços vão subindo. “A gente já vendeu uma única aspiração da Viatina por R$ 1,5 milhão”, diz Fabiana Marques Borelli, diretora da Casa Branca Agropastoril, uma das fazendas proprietárias do animal.
“Uma das” porque a propriedade de Viatina é fracionada. Em 2022, a Casa Branca e outra fazenda, a Agropecuária Napemo, compraram cada uma 50% da vaca, junto à Mara Móveis. Pagaram um total de R$ 8 milhões.
Um ano depois, a dupla de criadores leiloou 33% de Viatina. A fazenda Nelore HRO arrematou essa fatia por R$ 7 milhões. Ou seja, o valor de mercado dela foi a R$ 21 milhões – o que colocou Viatina-19 no Guiness Book, como a vaca mais cara do mundo.
Ela chegou a esse preço porque nasceu com características genéticas importantes para a seleção artificial da raça Nelore. São vários detalhes. “Você não quer, por exemplo, um animal que tenha um umbigo muito comprido. Num pasto alto, isso causa irritação. E você pode ter problemas”, diz Fabiana Borelli. Viatina, claro, tem o umbigo na altura ideal – tudo nela, enfim, é ideal. Daí a demanda por seus genes.
E mesmo assim o caso dela não é algo totalmente fora da curva. Donna, a segunda vaca mais cara da Casa Branca, vale R$ 15,5 milhões (também em sistema de co-propriedade, nesse caso com as fazendas Chácara Mata Velha e Agropecuária LMC).
São cifras bem mais altas que as dos touros. O mais valorizado do Brasil é o nelore REM Caballero – R$ 4,6 milhões. Essa diferença rola por dois motivos, que vamos ver a seguir.
A lógica favorável aos óvulos
Primeiro: a importância especial da fêmea na criação de gado. “Se ela não cria bem o bezerro, ele já está comprometido. A valorização das fêmeas leva isso em conta”, diz Borelli.
Para criar bem sua prole a vaca precisa de atributos óbvios, como produzir bastante leite. E de certas características comportamentais – que também são transmitidas geneticamente. A começar pelo instinto de acolher bem o bezerro, pois há vacas que rejeitam.
O segundo motivo da valorização maior das fêmeas é a oferta. A fertilização in vitro criou um novo mercado, ao multiplicar o potencial reprodutivo das vacas premiadas. Mesmo assim, a demanda pelo serviço é bem maior do que a oferta.
A lógica é simples. Um touro premium que gera 50 mil filhos não vai ter todos eles com vacas de primeira linha, posto que elas são raras. Já uma vaca premium que, graças à FIV, tenha centenas de rebentos ao longo da vida, produzirá todos a partir do esperma de touros campeões. Fabiana Borelli resume: “Você pode ter um touro excelente, mas se usar o esperma dele numa vaca ruim, não terá necessariamente um produto bom”.
É isso: a fertilização in vitro multiplica exponencialmente os “produtos bons”. Como espermatozoides de touros de primeira são um um recurso abundante, a variável que faz a diferença é a oferta de óvulos de vacas premium, um recurso escasso. É como a diferença entre ouro e prata: o recurso mais raro sai mais caro.
Os próprios criadores buscam assegurar o fator raridade. Fazem como a Ferrari ou a Porsche. As montadoras de supercarros poderiam fazer mais unidades se quisessem, mas seguram a rédea na quantidade que sai das fábricas para manter a mística – e os preços – sempre lá no alto. No mercado de genética bovina é basicamente a mesma coisa. “Precisamos controlar a oferta, porque obviamente queremos manter essa genética com a gente”, diz Fabiana Borelli.
Por conta disso, Viatina-19 tem relativamente poucas filhas espalhadas por aí: 30. Mais do que as que poderia ter produzido sem a fertilização in vitro, mas ainda assim bem menos do que se ela fosse aspirada todo mês.
Também há o cuidado de não desgastar o sistema reprodutivo do animal. “As aspirações perfuram o ovário. Isso produz alguma lesão. Ela pode ser maior ou menor, mas produz”, diz o médico veterinário Maurício Peixer, um dos pioneiros da fertilização in vitro de bovinos no país.
Dependendo do caso, uma vaca que passe por aspirações frequentes pode acabar com a vida reprodutiva abreviada. Peixer, inclusive, faz parte de um grupo de cientistas que pesquisa o uso de células-tronco para a reparação de ovários. Isso poderia acelerar ainda mais o aprimoramento genético das criações, ao ampliar a oferta de óvulos premium.
Mesmo numa realidade assim, o material de Viatina continuará distribuído a conta-gotas, claro, pelas razões que vimos aqui. Seja como for, o fato é que o hype em torno da vaca mais cara do mundo também traz frutos menos óbvios – e socialmente relevantes.
No dia 15 de maio, o consórcio de fazendas donas de Viatina leiloou uma prenhez da vaca para a caridade. Dividiram os direitos sobre a futura cria, uma fêmea, em 100 cotas, e venderam cada uma por R$ 30 mil. Resultado: R$ 3 milhões, destinados para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
Viatina deve seguir produzindo filhas e filhos pelos próximos 10 anos, e um pouco depois disso não estará entre nós. Mas sua genética seguirá. Não só na forma dos descendentes; de um jeito mais literal mesmo: na forma de clones. O primeiro está em produção, e, se tudo der certo, vai nascer em novembro. Mas esse é assunto para uma próxima reportagem.
Mordaz e violento, ‘Brás Cubas’ estoura nas redes e lidera lista de mais vendidos nos EUA
Livro de Machado de Assis, maior escritor brasileiro de todos os tempos, detalha os abusos da alta sociedade e o horror da escravidão

O romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, obra-prima de Machado de Assis publicada em 1881, estourou em vendas nos Estados Unidos após uma resenha da influenciadora americana Courtney Henning Novak viralizar no Tik Tok, na última semana.
“Eu absolutamente amei Memórias Póstumas. Este é meu novo livro favorito. Com certeza lerei mais desse autor e mais da literatura brasileira”, diz a booktoker, de 45 anos.
@courtneyhenningnovak I have a hundred pages left of The Posthumous Memoirs of Bras Cubas by Machado de Assis and this is already my favorite book. End of discussion. I do not care if the last hundred pages is just the word “banana” printed 10,000 times. Best. Book. EVER. #readaroundtheworld #booktok ♬ original sound - Courtney Henning Novak
A edição mostrada nas redes é da editora Penguin Classics e tem uma tradução impecável de Flora Thomson-DeVaux, americana especializada em Machado que mora no Rio — o trabalho é fruto de seu doutorado, realizado na Universidade de Brown.
Machado de Assis
O romance foi publicado pela primeira vez em 1880, no formato de folhetim, na Revista Brasileira, e só tomou o formato de livro no ano seguinte.
Símbolo da literatura realista, a obra, revolucionária para a época, é marcada pelo humor cáustico do escritor, que critica duramente a escravidão e a hipocrisia da estrutura de classes, assim como o próprio ser humano.
Para isso, Machado lança mão de um “defunto-autor”, que não mede as palavras ao escrever sua própria biografia. Filho da elite carioca do século 19, Brás Cubas acostumou-se a fazer “romantismo prático e liberalismo teórico” de sua vida, desfrutando do privilégio de não ter que trabalhar para viver.
Uma das passagens mais lembradas, que representa a falta de crença do autor no ser humano e a violência de seu caráter, descreve o personagem Prudêncio — filho de escravos, ele é visto pelo narrador montado em cima de um negro que ele mesmo comprou, divertindo-se ao lhe dar as mesmas chibatadas que recebeu do menino Brás, quando era criança.
A última frase do livro também é memorável e vai ao encontro do ceticismo com o qual o autor via a sociedade de seu tempo: “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”.
Na lista de mais vendidos da categoria latino-americana da Amazon, Memórias Póstumas aparece à frente de clássicos como O Amor nos Tempos do Cólera, do colombiano Gabriel Garcia Márquez.
O vídeo de Courtney faz parte de um projeto pessoal no qual ela se propõe a ler e resenhar um livro de cada lugar do mundo, seguindo uma lista de países em ordem alfabética.
22 de mai. de 2024
Alan Rick convoca audiência pública para cobrar combate as invasões de terra
Em 2023, aconteceram 72 invasões de terras no Brasil. Neste ano, até agora, já foram 32. Durante os últimos governos de esquerda no Brasil, a média foi de 221,5 por ano
Assessoria - Atendendo requerimento do Senador Alan Rick (União-AC), foi aprovada nesta quarta-feira, 22, na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, audiência pública para debater as ações do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) no combate à invasão ilegal de terras e soluções para impedir ocupações irregulares. Serão convidados o Presidente do INCRA, César Fernando Schiavon Aldrighi, e representante Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A data será marcada nos próximos dias.
Em 2023, aconteceram 72 invasões de terras no Brasil. Neste ano, até agora, já foram 32. Mais da metade do que nos quatro anos do governo Bolsonaro, foram 62. Indo mais para trás no tempo, começando em 2003, primeiro ano do primeiro mandato de Lula, até 2015, na reta final do Governo Dilma, a média foi de 221,5 invasões por ano. “Precisamos saber o que o INCRA está fazendo para combater as invasões ilegais de terras e buscar soluções para impedir ocupações irregulares”, argumentou Alan Rick.
Já, a CNA mantém uma plataforma para denúncias sobre invasão de terras, assim como compila os dados de invasões no País. “Por isso, é importante a participação da instituição no debate, para nos dar um panorama e propor soluções e ações para o combate das ocupações irregulares, que estão numa crescente no país”.
Prejuízos e irregularidades
Durante a leitura de seu requerimento, Alan Rick enumerou os prejuízos causados pelas invasões de terras. “Isso traz insegurança jurídica, que prejudica o investimento na produção agrícola; atinge áreas produtivas, prejudicando a produção de alimentos; reduz a produção de alimentos, aumentando o preço da comida; desvaloriza a propriedade privada: traz impacto ambiental, com a ocupação irregular e degradação da vegetação nativa; gera insegurança no campo e o aumento de conflitos nas áreas rurais; pune não só o produtor rural, mas também todo cidadão brasileiro; e reduz os investimentos na agricultura”.
Conforme levantamento da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o TCU apontou em acórdãos (TCU 775/2016 e 1976/2017) 62.619 indícios de irregularidades na seleção de beneficiários da reforma agrária e 583.885 indícios de irregularidades na manutenção da relação de beneficiários da reforma agrária, em função da ausência e/ou deficiência na identificação de situações irregulares em projetos de assentamento.
Os acórdãos do TCU também apontaram ausência de ampla divulgação no processo de seleção de candidatos ao Programa de Reforma Agrária; processo de inscrição direcionado às famílias indicadas por movimentos sociais; ausência de motivação nos casos de candidatos eliminados; possibilidade de seleção efetuada de maneira ilegal de 120 mil novos beneficiários; potenciais prejuízos financeiros por irregularidades de R$ 2,83 bilhões entre outros.
Ana Paula do vôlei poder ser eleita para o Hall da Fama na turma de 2024 - Veja o que ela diz
Ahh... mas não falo nada... apenas que VOCÊS são maravilhosos! 🥲❤️
— Ana Paula Henkel (@AnaPaulaVolei) May 22, 2024
Que honra poder ser eleita para o Hall da Fama na turma de 2024 representando o Brasil junto com o nosso querido José Roberto Guimarães, ele pela quadra e eu pela praia! ❤️🇧🇷
Muito, muito obrigada! Eu fiquei… pic.twitter.com/EuHQv802P7
Reino Unido: primeiro-ministro dissolve Parlamento e convoca eleições
O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, confirmou a medida nesta quarta-feira (22/5). O novo pleito ocorrerá em 4 de julho
Mateus Salomão - O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, convocou novas eleições e dissolveu o Parlamento nesta quarta-feira (22/5). O pleito ocorrerá em 4 de julho, segundo informações do jornal britânico The Guardian.
Sunak afirmou no discurso que o Rei Charles aprovou a demanda, conforme prevê o protocolo. O premiê ressaltou que as eleições ocorrerão em um “momento em que o mundo está mais perigoso do que esteve desde a Guerra Fria”, de acordo com The Telegraph.
A decisão de marcar as eleições para julho surpreendeu lideranças políticas britânicas. O chanceler tem a prerrogativa para marcar o pleito em qualquer data deste ano, mas há quase seis décadas as eleições não ocorriam em julho.
Em discurso na Downing Street, residência oficial e gabinete, o primeiro-ministro anunciou que a decisão representa o momento em que os britânico irão decidir “seu futuro”. “A questão agora é como e em quem você confia para transformar essa base em um futuro seguro para você, sua família e nosso país”, disse.
Sunak está no cargo desde outubro de 2022, quando sucedeu Liz Truss. Ela teve o governo mais curto da história do país, quando deixou a cadeira após um pacote econômico com redução de impostos que não foi bem aceito pelo mercado financeiro.




















