17/03/2012

"TEM MAIS NO AÇUDE", AVISA CASAL QUE PESCOU CARPA DE 40 QUILOS NO RS

Carpa chinesa de 40 quilos foi pescada em açude no RS (Foto: Wylner César Fernandes Ribeiro/Divulgação)
Pescador diz que carne da carpa chinesa tem sabor especial. Mercado de criação de carpas está em expansão na região.

Vinicius Rebello Do G1 RS - Um casal de piscicultores de Dona Francisca, na Região Central do Rio Grande do Sul, pescou na última semana uma carpa chinesa de 40 quilos em um açude da cidade. A notícia ganhou destaque no site da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS e deu fama para a história de pescador de Jair Balest, de 56 anos, e da mulher Ivone.

Desde a década de 90, os dois têm uma criação de peixes no açude de dois hectares onde a carpa gigante foi capturada. "Pegamos este de 40 quilos na quinta-feira (23) e no sábado (25) pegamos um de 22 quilos. Tem mais dentro da água. Muitas pessoas pescam aqui", explicou Jair Balest ao G1. Para o pescador, moradores da região são atraídas pelo sabor diferenciado da carpa chinesa. "Não tem aquele gosto de barro", explica.

De acordo o veterinário Wylner César Fernandes Ribeiro, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, o peixe atingiu peso recorde devido à tecnologia aplicada na atividade. Desde 1992, a Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) do município vem realizando um trabalho para estimular a criação de carpas na região. "A meta inicial da Secretaria da Agricultura era ajudar a população a criar o peixe para a própria alimentação e depois comercializar. Mas, desde 1992, com o projeto da IVZ, todo mundo que tem um tanque em Dona Francisca cria carpa", disse ao G1 o veterinário.

INADMIRÁVEL "MUNDO NOVO" II

QUANDO FORES À ÁFRICA, NÃO DISCUTA NO TRÂNSITO

"INVISIBILIDADE" PODE SE TORNAR REALIDADE GRAÇAS AO GRAFENO


Foto: Universidade de Michigan/TecMundo
TERRA   - Para os radares, o tanque fica invisível com a cobertura de grafeno
Você acha difícil camuflar perfeitamente alguém ou alguma coisa, como é mostrado na série Harry Potter, com uma capa da invisibilidade, ou nos os aviões do filme Stealth ¿ Ameaça Invisível? Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, estão a um passo de tornar isso realidade.

O novo projeto segue o foco de várias outras tecnologias de invisibilidade: a partir de nanotubos de carbono que formam "folhas" de grafeno da grossura de papel comum. De acordo com Haofei Shi, cientista que conduz a pesquisa, o material é perfeito para isso, já que possui um índice de refração similar ao do ar e quase não é percebido no ambiente.

Em forma de uma capa que cobre completamente o objeto a ser camuflado, os nanotubos absorvem a luz que deveria refletir no alvo e a transformam em calor, fazendo com que o tanque pareça uma mancha "vazia", capaz de se mesclar facilmente ao ambiente, especialmente em radares visuais e para propósitos militares.

RIA OU CHORE


16/03/2012

PROJETO ZERA COFINS SOBRE CONTAS DE ENERGIA ELÉTRICA

Valadares Filho quer diminuir impostos sobre contas de luz
A Câmara analisa o Projeto de Lei 3208/12, do deputado Valadares Filho (PSB-SE), que reduz a zero a alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidente sobre as receitas de fornecimento de energia elétrica. A proposta altera a Lei 10.833/03, que trata da legislação tributária federal.

Valadares Filho argumenta que é urgente diminuir os impostos que incidem sobre as contas de luz. Ele lembra que, na composição do custo da energia, as taxas e impostos representam 45% do valor total. Há hoje no País 23 impostos e 13 encargos (municipais, estaduais e federais) sobre a energia elétrica.

O deputado explica que, apesar do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo de responsabilidade dos estados, representar o maior impacto tributário (29%) nas contas de energia elétrica, o Congresso pode contribuir para diminuir o peso dos tributos nessa área com a redução da Cofins, que é um tributo federal.

Valadares Filho ainda lembra que redução progressiva da carga tributária era um dos compromissos de campanha da presidente Dilma Rousseff.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Minas e Energia; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.

Agência Câmara de Notícias

SEGUNDA - FEIRA É FERIADO - UTILIDADE PÚBLICA - AVISO DE LICITAÇÃO

15/03/2012

PENSE BEM ANTES DE OFENDER ALGUÉM ATÉ POR E-MAIL

Um professor universitário de Juiz de Fora (MG) obteve na Justiça o direito de saber quem foi o autor de ofensas enviadas contra ele por email.

A 11ª Câmara Cível do TJ-MG determinou que o provedor iG exiba os dados cadastrais da conta, o IP (protocolo de internet), a latitude, longitude e a localização completa do computador de onde partiram os email ofensivos.

O professor, não identificado, havia se aposentado por invalidez devido a uma fibromialgia -síndrome de dores musculares-e mantinha relação homoafetiva estável. Segundo o TJ, ele vinha sendo "discriminado, estigmatizado, criticado e repudiado" por membros de sua própria família.

Em março de 2011, o professor recebeu uma mensagem do endereço eletrônico traninpessoa@ig.com.br contendo ofensas, acusações e ameaças. Um e-mail afirma, por exemplo, que o professor se aposentou fraudulentamente e se apropriou indevidamente de bens de seus pais, segundo o TJ-MG.

O professor registrou boletim de ocorrência e enviou carta ao iG solicitando o bloqueio da conta e a preservação dos dados de seu titular.

Por meio de medida cautelar, em abril do mesmo ano ele requereu que a empresa fornecesse todas as informações disponíveis sobre o autor das ofensas, para que pudesse ser identificado e responsabilizado.

O iG alegou que a inviolabilidade da correspondência e dos dados pessoais é assegurada pela Constituição e que a quebra de sigilo só se dá "mediante ordem judicial inequívoca", defendendo que a ação deveria ser julgada improcedente.

O juiz Francisco José da Silva do TJ-MG considerou que, por haver a possibilidade de a correspondência escrita configurar crime contra a honra, o acesso a informações e comunicações particulares devia ser autorizado.

O iG recorreu da sentença, sustentando que não tem condições de levantar os dados solicitados pelo professor, pois a mensagem foi apagada e a empresa não possui backup de todo o conteúdo enviado. Argumentou, além disso, que a responsabilidade pelas ofensas não é sua, mas do usuário da conta.

A sentença do juiz Francisco José da Silva, da 6ª Vara Cível de Juiz de Fora, de agosto de 2011, foi mantida por decisão do desembargador Wanderley Salgado de Paiva.

Paiva observou que o IG se limitou a declarar que não podia fornecer os dados solicitados. "Embora tenha proteção constitucional, o sigilo das comunicações não pode ser tão absoluto que permita a prática de atividades ilícitas, que poderiam, em razão de sua inviolabilidade, ficar impunes", disse.

PORQUE ESCOLHO A ARMA

Não esqueçam antes de colocar a legenda em português

LINK PARA ESSE VÍDEO http://www.ted.com/talks/peter_van_uhm_why_i_chose_a_gun.html


Abaixo, pátria de Marcus Viana

IMAGEM DO DIA - 15/03/2012

14/03/2012

VISÃO GLOBAL: VALORIZE O SABER, SEGURE SEU PETRÓLEO



Visão Global - Estudo da OCDE mostra que países com menos recursos naturais investem mais no ensino e valorizam capacidades e conhecimentos do povo

THOMAS FRIEDMAN  THE NEW YORK TIMES - Frequentemente alguém me pergunta: “Que país você admira, além do seu?” Minha resposta é sempre a mesma: Taiwan. “Taiwan? Por que Taiwan?”, as pessoas perguntam. É muito simples: porque Taiwan é uma rocha nua em um mar repleto de tufões sem recursos naturais que lhe permitam sobreviver – ela precisa importar até areia e cascalho da China para construção –, mas tem a quarta maior reserva financeira do mundo. Porque em vez de escavar a terra e minerar o que quer que encontre em baixo dela, Taiwan cultiva seus 23 milhões de habitantes, seu talento, energia e inteligência – homens e mulheres indistintamente. Sempre digo a meus amigos em Taiwan: “Vocês são as pessoas mais privilegiadas do mundo. Como foi que conseguiram ter tanta sorte? Vocês não têm petróleo, não têm minério de ferro, florestas, diamantes, ouro, apenas alguns pequenos depósitos de carvão e gás natural – e por causa disso desenvolveram hábitos e uma cultura que lhes permitiram aprimorar os talentos do seu povo, e os converteram no recurso mais valioso e mais autenticamente renovável do mundo hoje. Como foi que conseguiram tanta sorte assim?” Pelo menos, era o que eu achava instintivamente. Agora, aí estão as provas.

Uma equipe da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) acaba de apresentar um pequeno, mas fascinante, estudo que estabelece a correlação entre o desempenho no exame do Programa de Avaliação Internacional de Alunos (o Pisa), que a cada dois anos aplica testes de matemática, ciências e compreensão de leitura para alunos de 15 anos de 65 países, e os ganhos totais obtidos com seus recursos naturais como porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB) de cada país participante. Em resumo, como se saem os alunos do ensino médio dos EUA em matemática em comparação com a quantidade de petróleo que bombeamos ou de diamantes que exploramos? Os resultados indicaram uma “significativa relação negativa entre o dinheiro que os países obtêm dos recursos naturais e o conhecimento e a capacidade de sua população de ensino médio”, disse Andreas Schleicher, que supervisiona os exames do Pisa para a OCDE. “Trata-se de uma avaliação global de 65 países que participaram do mais recente exame do Pisa”. Petróleo e Pisa não se misturam. (Veja o mapa de dados)

Como diz a Bíblia, acrescentou Schleicher: “Durante 40 anos, Moisés guiou os judeus em meio a grandes dificuldades através do deserto rumo à terra prometida no Oriente Médio, onde não havia petróleo. Mas, no fim, Moisés conseguiu. Hoje, Israel é uma das economias mais inovadoras e sua população tem um padrão de vida que a maioria dos países ricos em petróleo da região não tem condições de oferecer”.

Recursos. Portanto, segure o petróleo e valorize o conhecimento. Segundo Schleicher, nos resultados do último Pisa estudantes de Cingapura, Finlândia, Coreia do Sul, Hong Kong e Japão destacaram-se por suas notas elevadas e seus escassos recursos naturais, enquanto Catar e Casaquistão se destacaram por ter as rendas mais elevadas em razão do petróleo e as notas mais baixas do Pisa. (Arábia Saudita, Kuwait, Omã, Argélia, Bahrein, Irã e Síria apresentaram os mesmos resultados num teste semelhante de 2007 das Tendências do Estudo Internacional de Matemática e Ciências, TIMSS na sigla em inglês, enquanto, um fato interessante, estudantes do Líbano, Jordânia e Turquia – países do Oriente Médio com escassos recursos naturais – obtiveram resultados melhores.) Mas estudantes de muitos países ricos em recursos naturais da América Latina, como Brasil, México e Argentina, obtiveram uma classificação ruim. A África não foi testada. Canadá, Austrália e Noruega, países que também dispõem de abundantes recursos naturais, continuam com boas notas no Pisa, em grande parte, afirma Schleicher, pois os três países adotaram políticas destinadas a economizar e investir a receita proporcionada por tais recursos, em vez de consumi-los.

Somando tudo isso, os números mostrarão que, se quisermos realmente saber qual será o desempenho de um país no século 21, não deveremos contar seus recursos de petróleo ou suas minas de ouro, mas seus professores extremamente eficientes, pais zelosos e estudantes aplicados. “Os resultados do aprendizado na escola, hoje, permitem prever com bastante acerto os resultados em termos sociais e da riqueza que os países colherão no longo prazo”, diz Schleicher.

Os economistas conhecem há muito tempo essa “doença holandesa”, que aparece quando um país se torna tão dependente da exportação de recursos naturais que sua moeda se valoriza enormemente e, como resultado, sua indústria nacional fica esmagada sob montanhas de produtos de importação baratos, enquanto suas exportações encarecem demais. O que a equipe do Pisa revelou é uma doença relacionada a essa situação: parece que as sociedades que dependem fundamentalmente de seus recursos naturais criam pais e jovens que perdem em parte seus instintos, hábitos e incentivos para se esforçarem e aperfeiçoarem seus talentos.

Por outro lado, diz Schleicher, “em países dotados de escassos recursos naturais – como Finlândia, Cingapura ou Japão – a educação apresenta grandes resultados e confere uma situação social elevada, ao menos em parte porque o público em geral compreendeu que o país precisa sobreviver valorizando seus conhecimentos e suas capacidades, e elas dependem da qualidade da educação… Os pais e filhos destes países sabem que o talento do seu filho decidirá as chances que ele terá na vida e nada mais poderá salvá-los e, portanto, eles criam toda uma cultura e um sistema educativo ao seu redor”. Ou, como afirma meu amigo indiano-americano, K.R. Sridhar, fundador da empresa Bloom Energy de células de combustível do Vale do Silício: “Quando você não tem recursos materiais, passa a explorar o recurso de sua engenhosidade”.

É por isso que os países com o maior número de companhias listadas no Nasdaq são Israel, China/Hong Kong, Taiwan, Índia, Coreia do Sul e Cingapura – nenhum dos quais dispõe de recursos naturais para explorar.

Mas no estudo há também uma importante mensagem para o mundo industrializado. Nestes tempos difíceis para a economia, nós nos sentimos tentados a respaldar nosso padrão de vida atual incorrendo em responsabilidades financeiras ainda maiores para o futuro.

Evidentemente, numa recessão prolongada o estímulo também influi, mas “a única maneira possível é criarmos nossa solução proporcionando a um número maior de pessoas o conhecimento e a capacidade de competir, colaborar e conectar de modo a levar nosso país para frente”, afirma Schleicher.

Em suma, ele prossegue, “o conhecimento e a capacidade tornaram-se a moeda global das economias do século 21, embora sem um banco central que imprima esta moeda. É claro que é sensacional ter petróleo, gás e diamantes, que permitem comprar empregos. Mas, no longo prazo, acabarão enfraquecendo a sociedade, a não ser que exista o hábito de construir escolas e adotar uma cultura de aprendizado para a vida toda. “O que nos manterá caminhando para a frente”, diz Schleicher, será sempre “nossa contribuição pessoal”. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

É COLUNISTA E ESCRITOR

TRIBUTO AO PASSADO - TARAUACÁ - FUNCIONÁRIA DA PREFEITURA DE TARAUACÁ


Senhora Maria José Abreu de Oliveira

BLOG DE AMORIM RECEBE R$ 40MIL MENSAIS DA CAIXA

DE SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal paga, desde março de 2011, R$ 40 mil mensais ao blog "Conversa Afiada", do jornalista Paulo Henrique Amorim, para veiculação de publicidade da estatal. O contrato deve se estender até dezembro deste ano. No total, o blog vai receber R$ 833 mil.

A informação saiu no blog do jornalista Fábio Pannunzio e foi confirmada pela Caixa.

Paulo Henrique Amorim se retrata por ter ofendido repórter

A Caixa afirmou à Folha que investiu R$ 14,6 milhões na internet no ano passado, sendo apenas R$ 155,5 mil em blogs, mas disse que não considera o "Conversa Afiada" um blog, e sim um site.

De acordo com o banco público, os veículos patrocinados são avaliados pela sua agência de publicidade. A Caixa disse também, sem citar a fonte, que o blog de Amorim teria 7 milhões de acessos por mês.

A Folha telefonou para o advogado de Amorim e enviou e-mail para o jornalista ontem, mas não obteve resposta.

CHARGES- 14/03/2012


13/03/2012

TRIBUTO AO PASSADO - RIO BRANCO HÁ 65 ANOS - VERDURA DAS HORTAS DO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO

Fonte: Relatório fotográfico de obras terminadas no governo de Guiomard Santos.
Data: 1946-1948
Acervo: C.D.I.H.
Acervo Digital: Memorial dos Autonomistas