24 de mar de 2019

Operação Acolhida completa 1 ano


Hoje a #OperaçãoAcolhida completa um ano! Considerada a maior missão de natureza humanitária ocorrida em território nacional, movimentando um efetivo de mais de 1.500 militares, a Acolhida é uma ação conjunta para coordenar a assistência aos imigrantes que chegam em Roraima. 
Fonte: Ministério da Defesa

Empresas do Japão querem investir no Brasil, diz embaixador

Para Akira Yamada, o interesse aumentará com as reformas

José Romildo - Na semana em que o presidente Jair Bolsonaro isentou os japoneses da exigência do visto de turismo e de negócios, o embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, disse à Agência Brasil que aumentou o número de executivos japoneses interessados em vir para o país conhecer os projetos brasileiros e investir. Segundo ele, os investimentos estão atrelados às reformas da Previdência e Tributária em tramitação no Congresso Nacional.

“O governo Bolsonaro está apenas começando, espero que o novo governo tenha uma política de liberação da economia e política de livre comércio”, afirmou Yamada, informando que as empresas observam o Brasil com “muita expectativa”. “Se a política se estabiliza e a economia caminhar bem não só as empresas japonesas, mas muitas companhias do mundo terão muito interesse em investir no Brasil.”

De acordo com o embaixador, há cerca de 700 empresas japonesas atuando no Brasil. De acordo com ele, este número não cresce há cinco anos . No entanto, o diplomata está otimista com os possíveis avanços que virão. “Compartilhamos valores fundamentais básicos como democracia, direitos humanos e justiça. Queremos desenvolver ainda mais essa parceria não só no contexto bilateral mas nos fóruns internacionais.”

G20
Com a confirmação da presença de Bolsonaro na Cúpula do G20 (que reúne as maiores economias do mundo), em junho, em Osaka (Japão), o embaixador disse que o encontro deverá intensificar as relações Brasil e Japão.

A exemplo do governo dos Estados Unidos, o embaixador disse que o Japão apoia a entrada do Brasil no grupo de países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“As empresas japonesas têm muito interesse em investir no Brasil agora. Sinto que o interesse de empresas japonesas sobre o Brasil está se recuperando”, disse. Segundo o diplomata, há um interesse mundial no Brasil, como observa a partir de relatórios de bancos sobre a economia no mundo.

Exportações
Yamada destacou que as autoridades brasileiras e japonesas estão em contato permanente para destravar os obstáculos à exportação. Segundo ele, os principais obstáculos se concentram nas questões fitossanitárias.

“O Japão tem um sistema muito rígido na questão sanitária. Se houver alguma carne contaminada isso afetaria o Japão. Uma vez concluindo o estudo sanitário, a carne poderá voltar a entrar no mercado japonês. O tema sanitário não é político, é técnico.”

O embaixador ressaltou que o “frango brasileiro quase domina o mercado japonês”. Porém, os produtores brasileiros querem elevar os números. Pelos dados oficiais, o Brasil exporta para o Japão principalmente minérios de ferro e concentrados, além de celulose e café cru. Do Japão, o Brasil compra óleos combustíveis, peças de veículos, aparelhos, automóveis, motores e pneus.

Imigração
Para embaixador, a relação entre Brasil e Japão começou há 110 anos com a chegada dos primeiros imigrantes japoneses. Ele ressaltou que há aproximadamente 2 milhões de japoneses e descendentes japoneses no Brasil, o maior contingente populacional fora do Japão.

De acordo com o diplomata, o empenho na parceria pode ser observada, por exemplo, na execução do Projeto de Desenvolvimento do Cerrado (Prodecer), um programa de cooperação iniciado na segunda metade dos anos 1970 com a participação de técnicos e pesquisadores japoneses para incentivar o plantio de cereais, sobretudo soja, no cerrado brasileiro.

“Tanto os japoneses como os brasileiros têm de estar orgulhosos com a história do Prodecer. Esse projeto é um marco na história mundial da agricultura”, afirmou Akira Yamada.

Esportes
Entusiasmado, Yamada disse que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos em 2020, em Tóquio, serão “os mais inovadores da história”. Sem entrar em detalhes, ele afirmou que haverá o uso de tecnologia avançada, incluindo biometria facial e robótica.

Admirador do futebol brasileiro, o diplomata afirmou que aguarda com ansiedade o mês de junho quando o Japão participa, como convidado, da Copa América. “Meu sonho é que o jogo final seja entre Brasil e Japão”, disse o embaixador, lembrando que no que se refere às tradições milenares nipônica, o reconhecimento do Brasil é total.

A pedido do governo brasileiro e da Confederação Brasileira do Judô, atletas brasileiros irão ao Japão para aprender a metodologia do ensino de judô nas escolas públicas. O objetivo é implementar nos colégios a prática que é disciplina para os alunos japoneses.

Cubana fala verdade inconvenientes sobre a nova constituição e a vida em Cuba

23 de mar de 2019

Forças curdo-árabes anunciam a queda do último bastião do ISIS na Síria


As milícias da coalizão anunciaram na manhã de sábado o fim do califado do Estado Islâmico depois de quase cinco anos de combates


Natalia Sancha - As milícias curdo-árabes aliadas da coalizão anunciaram na manhã de sábado o fim do califado. “Eliminamos o autodenominado califado cuja derrota territorial é de 100%”, escreveu em sua conta do Twitter Mustafa Bali, porta-voz das Forças Democráticas Sírias (SDF e um grupo de forças curdo-árabes). Uma vitória que dedicou aos mais de 10.000 mártires mortos em quase cinco anos de combates, 8.000 deles milicianos curdos.

Em um remoto trecho do deserto sírio, no povoado de Baguz, na fronteira com o Iraque, o califado chegou a seus estertores. Na noite de quinta-feira, enquanto a Casa Branca se apressava em anunciar o fim do ISIS, os caças da coalizão prestaram apoio aéreo aos milicianos aliados que recorreram ao fogo de artilharia em terra para acabar com várias dezenas de jihadistas entrincheirados atrás de uma colina. “O último grupo remanescente de jihadistas se dividiu em dois grupos, com um atrás da colina e outro rumo ao Eufrates”, conta por WhatsApp um miliciano de Baguz. Onde na sexta-feira tremulavam as bandeiras negras do ISIS neste sábado amanheceram as amarelas e verdes das SDF.

Para as milícias curdas (que somam mais de 80% das SDF) esta foi a última batalha de uma guerra que começou em setembro de 2014, quando os jihadistas invadiram o cantão curdo de Qobane, no norte da Síria. O último combate de uma operação lançada há seis meses para encurralar progressivamente milhares de combatentes que fugiram de Raqa em 2017 com seus familiares até chegar a esse oásis. Morto o califado, ainda restam milhares de jihadistas ativos em vários bolsões do território sob o controle do Exército regular sírio, assim como numerosas células adormecidas ativas nas regiões sob controle das SDF.

“O ISIS está quase derrotado, mas agora temos de combater a Al Qaeda, que são seus primos irmãos e compartilham a mesma ideologia radical”, adverte por WhatsApp um soldado das forças especiais sírias alocado nos confins da província de Idlib, na fronteira com a Turquia. Trata-se da última comarca insurrecta que foge do controle de Damasco e que ficou sob o jugo de Hayat Tahrir al Sham, um conjunto de forças jihadistas vinculadas à Al Qaeda.

Mais espinhoso para o Ocidente se mostra o futuro do povo remanescente do califado, hoje cativo nos campos e prisões curdos. As SDF prenderam cerca de 67.000 mulheres jihadistas com seus filhos junto com mais de 5.000 combatentes, a maioria deles estrangeiros com predominância de iraquianos. Até agora foram identificados três espanhóis entre os cerca de 800 homens e 700 mulheres de origem europeia —ao lado de cerca de 1.500 crianças— a respeito dos quais Washington lançou um ultimato para que os países europeus se encarreguem deles.

O Estado Islâmico representou o maior desafio terrorista da história, com uma força transnacional que ultrapassou os 60.000 integrantes, segundo as contas de vários serviços de inteligência, contra o qual 74 países —Espanha incluída— se uniram em coalizão internacional para combater. Do ar, os caças da coalizão lançaram mais de 33.900 bombardeios contra alvos jihadistas na Síria e Iraque. Em terra, dois exércitos nacionais (o sírio e o iraquiano) e dezenas de milícias heterogêneas e forças paramilitares combateram o ISIS.

Agora é preciso enfrentar o núcleo mais recalcitrante que sobreviveu ao desmonte do califado e supera as 50.000 pessoas que os serviços de inteligência norte-americanos estimam que viajaram dos quatro cantos do mundo para somar-se ao califado. Fizeram isso desde 14 de junho de 2014, respondendo ao chamado que seu emir Abubaker al Bagdadi lançou do púlpito da mesquita azul de Mosul. Nem sinal de Al Bagdadi em Baguz, afirmam os milicianos que esquadrinham a região. Aqueles cuja máquina de propaganda louvou a bordo de reluzentes quatro por quatro e armados até os dentes saíram agora a pé, feridos e esfarrapados. O califado morreu, mas sua ideologia sobrevive entre “as mulheres do ISIS nos campos, assim como entre vários seguidores na Síria e no resto do mundo”, avalia a comandante Lilwa Abdulah, das SDF.

Dispersos na região, os familiares das vítimas pedem justiça. Mais de 5.000 pessoas foram executadas, decapitadas, lapidadas, queimadas vivas ou atiradas do topo de edifícios pelo ISIS, segundo a contagem do Observatório Sírio para os Direitos Humanos. Milhares de mulheres iraquianas e sírias foram sequestradas, vendidas como escravas e estupradas várias vezes, e mais de 3.000 permanecem desaparecidas. Centenas de menores foram transformados em crianças soldado.

“Vamos comemorar”, gritam exaustos, mas extasiados, vários milicianos curdos no front. Afirmam que o descanso durará pouco. Os EUA advertiram que suas tropas abandonarão a Síria assim que o ISIS for eliminado. Do norte foram as tropas turcas, junto com milícias locais aliadas, que invadiram o cantão curdo de Afrin. Dali ameaçam seguir caminho para acabar com as milícias curdas aliadas de Washington, aos quais chamam de grupo terrorista. Prevendo a saída dos EUA, a liderança curda entabulou negociações com o Governo de Bashar al Assad. O resto da Síria tem pouco a comemorar hoje, depois de entrar esta semana no nono ano de batalha, que deixou 370.000 mortos e 83% da população abaixo do nível da pobreza.

Soldados das Forças Democráticas Sírias comemoram na província de Deir Ezzor o anúncio da libertação do último bastião do ISIS. D. SOULEIMAN AFP

Ou reforma ou quebra




Brasil e mais 7 países assinam documento de criação do ProSul | SBT Brasil

O Brasil precisa se assepsiar




Governo quer tirar do papel acordo de livre comércio com Chile


Bolsonaro tem encontro bilateral com presidente chileno, em Santiago


Pedro Rafael Vilela - Um dos temas que o presidente Jair Bolsonaro deve tratar em seu encontro bilateral com o líder chileno, Sebastian Piñera, neste sábado (23), é o acordo de livre comércio entre os dois países, assinado em novembro do ano passado.


Considerado pelo setor privado como um dos tratados mais amplos e modernos já assinados pelo Brasil, em matéria comercial, o acordo precisa ser encaminhado pelo governo federal ao Congresso para aprovação.

O acordo de livre comércio Brasil-Chile tem regras que facilitam a entrada de empresas brasileiras no mercado chileno de compras públicas, estimado em US$ 11 bilhões.

Telefonia
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e mais 6 presidentes sul-americanos assinam a Declaração de Santiago, que marca o início do processo de criação do Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosul).

No Chile, Bolsonaro se reúne com Piñera. - Marcos Corrêa/PR
O texto também amplia e protege investimentos, trata de comércio de serviços e comércio eletrônico, estabelece regras para estimular as micro, pequenas e médias empresas e prevê convergência de regras sanitárias e fitossanitárias para intercâmbio de produtos.

O acordo também estabelece a isenção de roaming internacional de telefonia entre os dois países, que passaria a valer um ano a partir da entrada em vigor, e facilita ainda a emissão de vistos de negócios. Ao todo, o acordo reúne 17 itens.

“É importante que tenhamos celeridade na internalização dos acordos. Há um esforço político muito grande para assiná-los, que se dissipa quando o acordo fica parado na burocracia estatal”, diz o gerente de negociações internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Fabrizio Panzini.

Ciclo
Pela legislação brasileira, depois de assinados pelo presidente da República, os acordos de livre comércio precisam ser novamente analisados pelos ministros, em seguida encaminhados pela Casa Civil para o Legislativo, depois voltam para a Casa Civil, que prepara o decreto para a promulgação do presidente. Atualmente, esse ciclo leva em média 4 anos para ser encerrado.

Outro acordo assinado entre os dois países, mas que ainda não entrou em vigor, é o de cooperação e facilitação de investimentos (ACFI), celebrado em novembro de 2015.

Esse tratado já passou pelo Congresso brasileiro, em 2017, mas acabou sendo apensado ao acordo de livre comércio. O Protocolo de Investimentos em Instituições Financeiras, assinado em 27 de abril de 2018, também foi integrado ao acordo de livre comércio.

Intercâmbio
O Chile é segundo parceiro comercial do Brasil na América do Sul, superado apenas pela Argentina. No ano passado, as trocas comerciais com o Chile tiveram um crescimento de 15% com o registro do maior fluxo de exportações brasileiras que cresceram mais de 20%, totalizando US$ 10 bilhões.

Quanto aos investimentos recíprocos, o Brasil é o maior receptor de investimentos chilenos, acumulando mais de US$ 35 bilhões em estoque. Os investimentos brasileiros no Chile chegaram a US$ 4,5 bilhões.

Somando estoques, o total de US$ 40 bilhões supera inclusive o da relação com argentinos.

Agenda
Na agenda deste sábado, no Chile, Bolsonaro participa de um café da manhã com cerca de 20 empresários, a convite da Sociedade de Fomento Fabril do Chile (Sofofa), uma das principais associações empresariais do país.

Na sequência, o presidente se reúne, em encontro bilateral, com Piñera, no Palácio La Moneda. Antes do encontro, deposita flores no monumento em homenagem ao libertador chileno, o general Bernardo O'Higgins. Após almoço com o presidente Piñera, Bolsonaro e comitiva embarcam de volta ao Brasil.

Acompanham o presidente nessa viagem os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), além dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ). 

A previsão, segundo o Palácio do Planalto, o presidente deve chegar a Brasília por volta das 19h30. 

Vídeo do segundo lançamento do MANSUP

Fonte: Marinha do Brasil

22 de mar de 2019

Dá Série: Meus Heróis não morreram de overdose - O último sangue brasileiro - 26/11/1945

                            Fonte: Contos do Céu/ Facebook

A guerra parecia estar chegando ao fim. Por todos os lados via-se o caos das retiradas e fugas desenfreadas. A 148ª Divisão Alemã, composta por cerca de quinze mil soldados, cercados pelas tropas brasileiras na região de Fornovo di Taro, estava prestes a se render. Era nítida a sensação de estar desfechando o golpe de misericórdia nas forças alemãs e todos se perguntavam por quanto tempo ainda o inimigo resistiria.

O dia amanheceu nublado, com chuvas esparsas e encoberto por uma base de nuvens cinza escura entre 300 e 500 metros. Quatro P-47s da Força Aérea Brasileira, pilotados pelo Torres, Prates, Poucinhas e Dornelles, voam rasante nos arredores do eixo ferroviário Turim – Milão, em busca de alvos de oportunidade. E lá está: um trem com composição típica: locomotiva, tender de carvão, vagão de flak blindado e vagões de passageiros, estacionando no sentido La Spezia – Alessandria. Aviões e trem chegam praticamente juntos e agindo com rapidez a formação brasileira manobra para colocar-se na perpendicular da linha férrea, com o Dornelles transmitindo a indicação do objetivo: a locomotiva.

Fiel ao seu estilo de entrar com determinação e audácia nos ataques, Dornelles inicia a corrida mantendo firme seu Thunderbolt, sem se importar com as enfiadas de antiaérea que faiscam contra ele, naquela escura manhã. Somente no último instante vê-se o traçado das suas oito metralhadoras riscarem na pequena distância que resta do alvo e a locomotiva desaparece em meio a uma nuvem de vapor e chamas que escapam da caldeira arrebentada.

O P-47 atravessa aquele inferno escaldante, mas estranhamente não arremete como era esperado, mantendo seu voo nivelado a poucos metros de altura cidade adentro.

No interior da estação ferroviária, horrorizados com a cena diante dos seus olhos, Angelo Orsetti (31 anos) e Giuseppina Carrer (20 anos), veem o avião a mais de 500 km/h, atravessar o telhado de um dos armazéns, passar para o outro lado, levando consigo enorme quantidade de escombros, indo bater a barriga com violência numa praça, onde ceifa árvores, deixando pelo caminho rodas, asas e chapas. Com o avião literalmente se desfazendo ao longo de uma trilha de destruição e destroços, o corpo do piloto é lançado a mais de 150 metros, indo se estatelar na janela do segundo andar de um prédio, para em seguida cair na calçada onde, por fim, descansou. Finalmente, o que restou do P-47 se espatifa em meio a um estrondo de fim de mundo e chamas alaranjadas entre os prédios da Rua Spalto Borgoglio na cidade de Alessandria.

Do ar, os demais pilotos tudo que vêm são duas colunas de fumaça se elevando, uma branca da locomotiva e outra, mais adiante negra, dos restos calcinados do P-47.

Luiz Lopes Dornelles, um piloto audaz, de grande coragem, implacável com o inimigo, mas que nos momentos de folga levava comida às crianças pobres de Pisa morreu aos 24 anos de idade, sendo a última perda do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira na Itália.

Algumas vezes, disse aos seus camaradas que não chegaria a 90 missões. Aquela foi a sua 89ª. Poucos dias depois da sua morte, a Segunda Guerra Mundial chegou ao fim.
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                   www.rockaircraft.com

Governo arrecada R$ 219,5 milhões na concessão de áreas portuárias


Pedro Peduzzi - O leilão de quatro áreas portuárias realizado hoje (22) pelo governo federal na Bolsa de Valores de São Paulo arrecadou R$ 219,529 milhões em outorgas. As três áreas localizadas em Cabedelo, na Paraíba, foram adquiridas pelo Consórcio Nordeste, representado pela Corretora Ativa. A área portuária localizada no Porto de Vitória (ES) foi adquirida pelo Consórcio Navegantes Logistica, representado pela corretora Itaú.

Apenas uma proposta, no valor de R$ 6,021 milhões, foi feita pelo primeiro lote, em Cabedelo (Ai-01). Também localizados em Cabedelo, o segundo e o terceiro lote foram arrematados por R$18,005 milhões e R$ 30,503 milhões, respectivamente.

O quarto e último lote, o VIX30, localizado no Porto de Vitória, foi arrematado pelo Consórcio Navegantes Logistica, representado pela corretora Itaú, único proponente, por R$ 165 milhões.

Os investimentos previstos nos quatro terminais são de R$ 199 milhões. As áreas localizadas na Paraíba são concessões com prazo de arrendamento de 25 anos classificadas como brownfield – regiões já existentes, que vão receber melhorias operacionais com contratos mais modernos e eficientes.

Após o leilão, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse, em coletiva, que as expectativas do governo foram superadas com o leilão, e que o certame demonstra a confiança que o mercado tem no atual governo, o que pode ser positivo para os próximos leilões previstos para o setor.

“Estamos satisfeitos com o resultado porque superou as expectativas, que reafirma a confiança do mercado no atual governo, uma vez que o resultado superou nossa expectativa de ágio”, disse o ministro. “Mas só ágio não é nosso objetivo, que é o de estimular e impulsionar investimentos [nos empreendimentos]”, acrescentou.

Áreas
A AI-01 tem 18.275 metros quadrados de extensão. Nela, serão exigidas pelo menos 19 mil toneladas de capacidade estática de armazenagem. Já a área AE-10 tem 18.344 metros quadrados. A previsão de investimento é de R$ 36,5 milhões em  tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação) e de uma estação de descarga e de carregamento

A área AE-11 tem 20.465 metros quadrados e apresenta capacidade estática de 12.962 metros quadrados, com previsão de aumento para 31.288. Estão previstos investimentos de tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação), de uma estação de descarga e de uma estação de carregamento, no valor de R$ 35 milhões.

O terminal VIX30, localizado no Porto de Vitória (ES), é um projeto greenfield: uma área nova, sem estrutura física. O prazo de arrendamento é de 25 anos e a previsão de investimento é de R$ 128 milhões. A área arrendada tem aproximadamente 74 mil metros quadrados e serve para movimentação de granéis líquidos (combustíveis).

O critério adotado para os arrendamentos foi o de maior valor de outorga, ou seja, maior lance oferecido.

Patinador japonês faz performance homenagenado Ayrton Senna

Tuitada Real




“Se tem alguém sem moral para criticar qualquer governo é essa turma do PT”, diz Bestene


O PT não está conseguindo viver sem o poder depois dos viciantes 20 anos e, atordoado, começou a atacar o novo governo. 

Quer seja por suas “estrelas”, quer seja por simples ex-tarafeiros. O fato é que nas redes sociais vez por outra aparece um arauto petista querendo detonar a nova gestão. O deputado estadual José Bestene (Progressistas) acaba de aparar o papagaio da turma ao declarar o seguinte ao Blog do Evandro Cordeiro: “Se tem alguém sem moral para criticar qualquer governo esse alguém é essa turma do PT. Os acreanos vão rejeitar esse povo por muito tempo ainda”.     

'França, o novo Líbano': escritor diz que França 'perdeu a guerra' contra muçulmanos


© AP Photo / Peter Dejong
Sputinik - A falha no processo de integração de imigrantes muçulmanos e o excesso de concessões feitas a essa parcela da população tornará a França em um “novo Líbano” nos próximos 10 ou 20 anos, afirmou o jornalista e escritor francês Alexandre Mendel.

Em entrevista à RT, Mendel falou sobre o seu novo livro, intitulado Partition (Partilha, em tradução livre), no qual ele discute a integração da comunidade islâmica na França, algo que considera um "fracasso" e que não possui uma solução.

"No meu livro, digo que não há solução, porque é muito tarde. Não haverá nenhuma solução. Você não pode enviá-los de volta ao seu país — eles são franceses – e os franceses não podem enviá-los de volta. O que a França se tornará nos próximos 10 ou 20 anos será uma espécie de novo Líbano em alguns lugares da França", comentou.

Mendel disse ter ido a campo como jornalista não para falar sobre terrorismo islâmico – algo que ele abordou em um livro anterior – na França, mas sim como o governo francês aceitou e colaborou para um "arranjo" com os islâmicos, o que trouxe problemas ao país.

Parlamento Europeu pode criar um 'FBI 
made in Europa' para combater o terrorismo
"Por exemplo, tome alguns subúrbios em Paris: eles terão seu próprio conjunto de regras, eles terão suas próprias leis, seus próprios diretores, talvez até sua própria polícia. Já é o caso. O fato de que agora em muitos lugares a França não tem controle sobre essas áreas. Nós aceitamos isso e não vamos lutar para recuperar esses subúrbios de volta à França. Já está feito — já perdemos a guerra contra eles", ponderou.

Na visão do escritor, a islamização da sociedade francesa desembocou nos episódios de terrorismo vividos no país nos últimos anos – o que obriga o país a "não fechar os olhos" e "dizer a verdade".

Mendel destacou ainda, na mesma entrevista, que as falhas na integração de muçulmanos à sociedade francesa acomete muitos outros países, sobretudo aqueles que se esquecem de "imitar o que existe na Grã-Bretanha, no Canadá ou nos EUA", que seriam mais rígidos para conceder benefícios a estrangeiros.

"[O país] aceita que você poderia ser francês, obter a cidadania francesa sem sequer falar francês, sem sequer ir à Escola Francesa de Francês, sem viver como o francês. A França não é um novo país de imigração — tem uma longa história de imigração. As pessoas na década de 1920 vieram para a França de toda a Europa — da Polônia, da Rússia, da Armênia, na Itália, e não havia problema para integrá-los, não era problema", concluiu.

Prisão de funcionário de Guaidó gera reações de líderes estrangeiros


Grupo de Lima e ONU se manifestaram com cobranças a Maduro


A prisão de Roberto Marrero, chefe de gabinete de Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, gerou reações de líderes estrangeiros. Marrero foi detido de madrugada de hoje (21) por funcionários do serviço secreto do governo de Nicolás Maduro. Também ameçado, o deputado de oposição Sergio Vergara denunciou a ação e afirmou ter escapado por alegar o respeito à imunidade parlamentar.

Em nota, o Grupo de Lima, formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Peru, condenou a prisão de Marrero e a ameaça a Vergara.

“Integrantes do Grupo de Lima rechaçam e condenam energicamente a detenção do ilegal do senhor Roberto Marrero e o ataque inaceitárvel à casa do deputado Sergio Vergara”, diz o comunicado.

Chanceleres dos países que integram o Grupo de Lima - CancilleriaPeru/Direitos Reservados

No texto, os líderes chamam o governo de Maduro de “regime ditatorial” e reiteram o pedido para libertação de Marrero, assim como o respeito à imunidade parlamentar de Vergara.

A Organização das Nações Unidas (ONU), nas redes sociais, disse estar preocupada com a detenção e cobrou respostas do governo Maduro. “Instamos o governo a respeitar rigorosamente o devido processo e a revelar imediatamente seu paradeiro.”

Marinha do Brasil lança segundo Míssil Antinavio Nacional de Superfície


Lançamento visto pela aeronave Super Cougar

A Marinha do Brasil (MB) lançou, no dia 20 de março, o segundo protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP).

O lançamento foi realizado a bordo da Fragata “Independência“ e confirmou o correto funcionamento de vários subsistemas e de alguns aperfeiçoamentos realizados após o primeiro teste, ocorrido em novembro de 2018, a bordo da Corveta “Barroso”.  Durante o lançamento foram feitas verificações adicionais no sistema de navegação, controle e guiamento do MANSUP, cumprindo com êxito a trajetória esperada, conforme verificado por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. Os dados serão empregados adicionalmente como subsídios para o aperfeiçoamento do protótipo.

O evento aconteceu na área compreendida entre Rio de Janeiro e Cabo Frio, e foram empregados três navios da Esquadra, o Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico”, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia”, e a Fragata "Independência", de onde o míssil foi lançado. A operação contou ainda com o apoio do Navio Patrulha Oceânico “Amazonas”, do Comando do 1º Distrito Naval, que efetuou o lançamento do alvo, e das aeronaves Esquilo (UH-12), Super Cougar (UH-15) e Seahawk (SH-16), do Comando da Força Aeronaval.

 MANSUP sendo lançado pela Fragata “Independência"

O MANSUP será um míssil do tipo “fire and forget” para emprego contra alvos na superfície do mar (navios ou similares), sendo utilizado nas instalações de tiro dos navios da Esquadra. O míssil está sendo desenvolvido pela Marinha em parceria com as empresas Avibrás, Siatt, Omnisys e Fundaçao Ezute.

Todo projeto contribui para a criação de empregos diretos e indiretos no setor da indústria de defesa, fomenta o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional, garante a manutenção do Poder Naval e a soberania nacional, e ainda inclui o Brasil no seleto grupo de países produtores de mísseis.

 Momento do lançamento do míssil a bordo da Fragata “Independência”

Fonte: Marinha do Brasil

Governo leiloa hoje quatro áreas portuárias


São três na Paraíba e uma no Espírito Santo


O governo vai leiloar quatro áreas portuárias hoje (22), a partir das 10h, na Bolsa de Valores de São Paulo: três em Cabedelo (PB) e uma em Vitória (ES). Os investimentos previstos nos quatro terminais são de R$ 199 milhões. O leilão faz parte dos planos do governo federal de promover 23 concessões, incluindo portos, aeroportos e ferrovia, dentro dos primeiros 100 dias da gestão.

O valor mínimo de outorga começará em R$ 1. Valor que, segundo o Ministério de Infraestrutura, justifica-se no interesse do governo federal de promover investimentos, melhorar prestação dos serviços dos portos e reduzir custos logísticos.

O secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários do Ministério da Infraestrutura, Diogo Piloni, disse que o critério para julgamento dos arrendamentos portuários será o de maior valor de outorga, ou seja, maior lance pelas áreas, em reais.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, estará presente. Anteriormente, ao anunciar o leilão, o ministério informou que as quatro áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de granéis líquidos (combustíveis).

Avaliações
Para Tarcísio Gomes de Freitas, o modelo levará à dinamização do setor portuário. “O setor privado quer investir no Brasil, quer investir no setor e terá no ministério um parceiro do empreendedorismo. Nosso foco principal de atuação é a transferência de ativos para a iniciativa privada”, disse.

De acordo com o ministério, as três áreas que serão concedidas são classificadas como brownfield – regiões já existentes que vão receber melhorias operacionais com contratos mais modernos e eficientes.

O prazo de arrendamento é de 25 anos. A AI-01 tem 18.275 metros quadrados de extensão, e serão exigidas pelo menos 19 mil toneladas de capacidade estática de armazenagem.

A área AE-10 tem 18.344 metros quadrados, e a previsão de investimento é de R$ 36,5 milhões. Para o atendimento da capacidade estática de armazenagem, estão previstos investimentos em tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação) e de uma estação de descarga e de carregamento.

A área AE-11 tem 20.465 metros quadrados e apresenta capacidade estática de 12.962 metros quadrados, com previsão de aumento para 31.288. Estão previstos investimentos de tanques de aço-carbono de telhado fixo (sem fundação), de uma estação de descarga e de uma estação de carregamento. A previsão de investimentos é da ordem de R$ 35 milhões.

O terminal VIX30, localizado no Porto de Vitória (ES), é um projeto greenfield, uma área nova, sem estrutura física, com prazo de arrendamento de 25 anos. A previsão de investimento é de R$ 128 milhões. A área a ser arrendada tem aproximadamente 74 mil metros quadrados e serve para movimentação de granéis líquidos (combustíveis).

21 de mar de 2019

A realidade sobre o 'Acordo de Salvaguarda Tecnológica de Alcântara', entenda definitivamente o que está acontecendo

Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança diz que o Brasil está cometendo erro estratégico quando perde a oportunidade de liderar no caso da ditadura na Venezuela



Luiz Philippe Maria José Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança (Rio de Janeiro, 3 de abril de 1969), é um cientista político, ativista, empresário brasileiro e príncipe de Orléans e Bragança, no Brasil e França. 

Em 2019, assume como deputado federal pelo estado de São Paulo sendo eleito nas eleições gerais de 2018 pelo Partido Social Liberal (PSL), com 118 457 votos.

É descendente dos imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II (portanto membro da família imperial brasileira).

É um dos líderes e cofundador do movimento liberal Acorda Brasil, que foi favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, além de sobrinho do príncipe D. Luís Gastão de Orléans e Bragança, atual chefe da Casa Imperial do Brasil[4] e autor do livro Por que o Brasil é um país atrasado? – o que fazer para entrarmos de vez no século XXI (2017).

É o primeiro membro da família imperial brasileira a ocupar um cargo político de relevância desde a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.

Michel Temer e Moreira Franco são presos em operação da Lava Jato


A Polícia Federal cumpre um total de oito mandados de prisão preventiva e um de custódia temporária
A força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (21) o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. A decisão foi do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

A Polícia Federal cumpre um total de oito mandados de prisão preventiva e um de custódia temporária. O coronel reformado da Polícia Militar João Batista Lima Filho também é alvo de mandado de prisão.

Temer foi preso em São Paulo e levado diretamente ao aeroporto de Congonhas, onde vai embarcar em um voo para o Rio de Janeiro em um avião da Polícia Federal. De acordo com o portal G1, o ex-presidente deve fazer exame de corpo de delito no IML em um local reservado e não será levado à sede da PF de São Paulo.

Em nota, o MDB diz lamentar "a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco".

"O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa", diz o texto. O advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós afirmou que a prisão de Michel Temer, seu cliente, "é uma barbaridade".

Segundo o G1, a PF estava desde quarta-feira (20) tentando encontrar a localização de Temer, mas não conseguiu, o que atrasou a operação de apreensão de hoje, que costuma acontecer nas primeiras horas da manhã.

A operação foi feita com base na delação do operador do PMDB Lúcio Funaro e que foi homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro de 2017. No ano passado, Funaro entregou à Procuradoria-Geral da República informações complementares com documentos que mostram o de parte dos R$ 10 milhões repassados pela Odebrecht ao MDB na campanha de 2014.

Outra delação usada para a operação foi a do empresário José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que fala em "pagamentos indevidos que somam R$ 1,1 milhão, em 2014, solicitados por João Baptista Lima Filho e pelo ministro Moreira Franco, com anuência do Excelentíssimo Senhor Presidente da República Michel Temer, no contexto do contrato da AF Consult Brasil com a Eletronuclear".

Os valores, segundo o delator, teriam sido depositados em conta corrente em nome da empresa PDA Projeto, que tem o coronel Lima, amigo de Temer, e sua esposa, Maria Rita Fratezi, por meio de um contrato simulado com a Alumi Publicidade.

PF indicia Lula e filho por lavagem de dinheiro e tráfico de influência


Segundo delatores da Odebrecht, empreiteira repassou recursos à empresa do filho do ex-presidente em troca de vantagens durante o governo Dilma

O ex-presidente Lula e seu filho Luís Cláudio Lula da Silva (Leonardo Benassatto/Reuters e Reginaldo Castro/Lancepress/.)

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu filho, Luís Cláudio, por supostos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A investigação, que é abastecida pela delação da Odebrecht, mira pagamentos à empresa de marketing esportivo Touchdown, de propriedade de Luís Cláudio.

Segundo a PF, a empresa teria recebido 10 milhões de reais em alguns anos “apesar de seu capital social de 1.000 reais”. A juíza da 4ª Vara Criminal de São Paulo, Bárbara de Lima Issepi, remeteu o caso para uma das varas especializadas em lavagem de dinheiro.

A investigação tem origem na delação de executivos ligados à Odebrecht. Eles afirmam que Lula teria mantido contato com a empreiteira para beneficiá-la no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e, “como contrapartida”, a empresa se comprometia a “financiar projetos pessoais” de Luís Cláudio.

De acordo com o relatório das investigações, depois desse compromisso Alexandrino Alencar, executivo da Odebrecht, teria procurado a empresa Concept com o intuito de beneficiar a Touchdown a “desenvolver o futebol americano no Brasil”.

Adalberto Alves, representante da Concept, depôs e afirmou ter sido pago pela Odebrecht mas prestado serviços à empresa do filho do ex-presidente Lula. Do valor total, 2 milhões de reais teriam sido pagos a empresa de Alves pela empreiteira, enquanto a Touchdown teria desembolsado cerca de 120.000 reais.

A juíza anota que “apesar das expressivas quantias pagas, não houve sequer a formalização de qualquer contrato” entre a Odebrecht e a Concept. Bárbara Issepi também registra que a PF aponta indícios do uso de “laranjas” pela Touchdown, citando especificamente um pagamento de 846.000 reais a uma empresa com capital social de 1 real e cuja dona possuía renda mensal de um salário mínimo até começar a receber os pagamentos.

“No caso dos autos, haveria, ao menos em tese, condutas destinadas a ocultar ou dissimular a origem de valores provenientes de infração penal, tais como pagamentos parciais com a intenção de oferecer aparência de licitude, triangulação de valores, utilização de interpostas pessoas, entre outras práticas”, escreve a magistrada.

Trump apoia a ideia do Brasil se tornar membro da Otan



O presidente Donald Trump levantou a possibilidade nesta terça-feira de o Brasil poder se tornar um membro da Otan.

"Eu... pretendo designar o Brasil como um grande aliado não integrante da Otan ou mesmo possivelmente, se começarmos a pensar nisso, talvez um aliado da Otan", afirmou Trump em coletiva conjunta com Jair Bolsonaro.

"Tenho que conversar com muita gente, mas talvez um aliado da Otan, o que seria um grande avanço na segurança e cooperação entre nossos países".

A Otan é integrada por 29 países, mas nenhum da América Latina ou situado no Atlântico Sul.

O status de "aliado preferencial fora da Otan" facilitaria o acesso do Brasil a armamento americano e outras vantagens. Apenas 17 países estão nesta categoria, incluindo a Argentina, desde 1998.

Ao ser perguntado no Salão Oval - antes da chegada de Bolsonaro - se ao Brasil deveriam ser concedidos os privilégios da Otan, Trump respondeu: "estamos analisando isto seriamente e, inclinados a fazê-lo".

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"A relação que temos com o Brasil nunca foi tão boa. Acredito que houve muita hostilidade com outros presidentes e não há qualquer hostilidade comigo".

Trump aproveitou a coletiva na Casa Branca para pedir que as Forças Armadas da Venezuela abandonem seu apoio ao presidente Nicolas Maduro, chamando o líder de esquerda de uma "marionete cubana", em um apelo apoiado pelo Brasil.

"Pedimos aos membros do exército venezuelano que acabem com seu apoio a Maduro, que, na verdade, não passa de um fantoche cubano", afirmou Trump.

Segundo o presidente americano, as futuras sanções contra a Venezuela poderão "ser mais pesadas".

"Não aplicamos as mais severas sanções", disse Trump. "Eu diria que impusemos sanções médias, mas podemos ser muito mais duros se precisarmos", acrescentou, pouco depois de o Tesouro americano anunciar novas sanções contra o país sul-americano, desta vez contra a mineradora de ouro Minerven e seu presidente. Por fim, Trump, acusou as redes sociais, incluindo o Twitter, sua mídia favorita, de discriminar os usuários de direita.

"Parece que se a pessoa for conservadora, se for republicana, é discriminação. Vejo isso no Twitter e no Facebook", concluiu.

Guaidó denuncia invasão dos agentes da ditadura



Os agentes da ditadura de Nicolás Maduro invadiram as casas do assessor de Juan Guaidó, Roberto Marrero, e do deputado Sergio Vergara.

O alerta foi dado pelo próprio Juan Guaidó.

Bolsonaro participa no Chile de Cúpula Presidencial Sul-Americana


Destaque do encontro será o lançamento do Prosul


Pedro Rafael Vilela - Após uma visita oficial de três dias aos Estados Unidos, a primeira de seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro embarca hoje (21) para o Chile, onde participa, no dia seguinte, da Cúpula Presidencial de Integração Sul-Americana. Além do líder brasileiro, participam do encontro os presidentes da Argentina, do Peru, da Colômbia, do Paraguai, Equador e Chile, segundo informou o Palácio do Planalto.


O destaque do encontro será o lançamento do Prosul, nova comunidade de países latino-americanos que deverá substituir a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O Prosul será formado por 12 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. 

Em entrevista, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que os países que atualmente integram a Unasul, incluindo o Brasil, deverão deixar o bloco de forma conjunta nas próximas semanas. 

De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, a nova comunidade de países é um marco para a cooperação e integração regional e terá como princípios a defesa da democracia e dos direitos humanos. "O propósito é criar um um novo marco, o Prosul, para melhor coordenação, cooperação e integração regional, livre de ideologias, aberto a todos e cem por cento comprometido com a democracia e os direitos humanos, conforme indicou o presidente chileno Sebastian Piñera", afirmou.  

Cronograma

A chegada do presidente Jair Bolsonaro a Santiago está prevista para as 16h desta quinta-feira. Às 19h, ele fará a usual transmissão ao vivo em sua página no Facebook, que dura, em média, 15 minutos. O dia marca também o aniversário do presidente, que completará 64 anos. Ele participará, à noite, de uma jantar oferecido pela embaixada brasileira. Integram a comitiva os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), além dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ). A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, não viajará ao Chile, segundo informou o porta-voz.   

Amanhã (22), o presidente participa da cúpula presidencial, no Palácio La Moneda, sede do governo chileno. O encontro, que começa de manhã, prevê uma declaração conjunta à imprensa no início da tarde, seguida de almoço oferecido aos chefes de Estado pelo presidente anfitrião. No mesmo dia, Bolsonaro deverá conceder entrevista exclusiva a um veículo de imprensa do Chile. 

No dia seguinte, Bolsonaro participa de um café da manhã com cerca de 20 empresários, a convite da Sociedade de Fomento Fabril do Chile (Sofofa), uma das principais associações empresariais do país. Na sequência, ele se reúne, em encontro bilateral, com o líder chileno Sebástian Piñera, no Palácio La Moneda. Antes do encontro, deposita flores no monumento em homenagem ao libertador chileno, o general Bernardo O'Higgins. Após almoço da comitiva brasileira com o presidente Piñera, Bolsonaro e comitiva embarcam de volta ao Brasil.

20 de mar de 2019

Brasília: Ao som de "STF presta atenção a sua toga vai vira pano de chão". Manifestantes jogam papel higiênico na direção do prédio


Manifestantes de Brasília arremessam papel higiênico no STF como símbolo da necessidade de haver uma limpeza na Suprema Corte onde tem havido decisões contra o combate à corrupção e à impunidade.

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Carro de Gilmar Mendes é alvo de tomates de manifestantes

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas possibilita destravar uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara



Os acordos de salvaguardas tecnológicas são firmados entre países com o propósito de estabelecer compromisso mútuo de proteger tecnologias e patentes das partes contra o uso ou a cópia não autorizados nos lançamentos comerciais. O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado por representantes do Brasil e dos Estados Unidos da América (EUA), no fim da tarde da segunda-feira (18), segue essa prática internacional. O objetivo é permitir que veículos lançadores e cargas úteis comerciais de qualquer nacionalidade, que contenham equipamentos ou tecnologias norte-americanas, sejam lançadas a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

Um aspecto importante, que torna esse acordo único, é que muitos equipamentos utilizados nas operações espaciais em todo o mundo, seja nos veículos lançadores ou mesmo nos veículos ou cargas úteis neles embarcados, contém tecnologias norte-americanas controladas, sendo esses componentes sujeitos a autorizações específicas para exportação pelo governo dos EUA. Nesse sentido, o AST é condição imprescindível para que seja possível realizar lançamentos espaciais envolvendo tecnologia espacial desenvolvida pelos Estados Unidos, em qualquer centro de lançamento.

A assinatura do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas representa oportunidade de viabilizar, em curto e médio prazos, a entrada do CLA no bilionário e crescente mercado espacial internacional. Essa nova atividade econômica trará benefícios significativos para o Centro de Lançamento. Ao atender o mercado internacional de lançamentos privados, o CLA será importante indutor de desenvolvimento para o município de Alcântara (MA) e para o País.



O documento possibilita destravar o uso comercial do CLA e, com isso, atrair investimentos, desenvolver uma cadeia produtiva de alto valor agregado com inúmeros postos de trabalho no Brasil, desenvolver o Programa Espacial Brasileiro e incrementar a arrecadação de impostos na região a ser beneficiada.

O AST também será assinado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo, na próxima semana, por ocasião de visita oficial que fará ao secretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan.

Fotos: Sgt Resende/Agência Força Aérea
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071 

A 'fracassomania' da extrema imprensa não está surtindo efeito


A 'fracassomania' da extrema imprensa não tá dando certo mesmo! 

As bobagens que ela diz e escreve só interessa a ela mesma. 

Exatamente por isso que Bolsonaro foi eleito. As pessoas hoje estão C. e andando para o que a mídia fala. Não é à toa que estão urrando por assinantes pelo telemarketing.