13 de jul. de 2020

Presidente Trump diz que em breve acontecerão coisas na Venezuela e que os USA estarão envolvidos


Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em março


Quem quiser sacar, terá de esperar até 22 de agosto


Kelly Oliveira - A Caixa credita hoje (13) saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março.

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

Para sacar os recursos, o trabalhadores nascidos em março terão que esperar até o dia 22 de agosto.

O crédito dos recursos na poupança social começou no dia 29 de junho para trabalhadores nascidos em janeiro. Nesse caso, o saque será liberado no próximo dia 25.

Confira o calendário de pagamento:

Mês de nascimento              Dia do crédito na conta poupança social digital                data para saque em espécie

janeiro              29 de junho                            25 de julho
fevereiro          06 de julho                             08 de agosto
março              13 de julho                              22 de agosto
abril                 20 de julho                              05 de setembro
maio                27 de julho                               19 de setembro
junho              03 de agosto                            03 de outubro
julho               10 de agosto                             17 de outubro
agosto             24 de agosto                             17 de outubro
setembro       31 de agosto                             31 de outubro
outubro          08 de setembro                       31 de outubro
novembro      14 de setembro                       14 de novembro
dezembro       21 de setembro                       14 de novembro

Caso não haja movimentação na conta digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com a devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 - opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

11 de jul. de 2020

Últimas notícias sobre o desenvolvimento do Brasil


Desmascarado por Coppola, "doutor" Augusto "foge" definitivamente do Grande Debate da CNN (veja o vídeo)



Ao vivo, Coppolla detona Botelho e o faz admitir 'erro' (veja o vídeo)

O sujeito foi desmentido e desmascardo ao vivo e em rede nacional no debate com Caio Coppolla, este sim, sempre ético, cordato, mas gigante na sua capacidade de argumentar e expor a verdade.

Nesta quinta-feira, 9, Augusto Botelho anunciou, por meio das redes sociais, que não fará mais parte do programa "O Grande Debate", da CNN.

A saída do advogado ocorre após o programa da última quarta-feira, 8, quando foi desmentido e teve que admitir seu erro, sem no entanto pedir desculpas, preferiu fugir.

“A partir de hoje, decidi não mais integrar o Grande Debate. Para quem pôde acompanhar meu empenho em fazer análises baseadas em fatos, e não em delírios ou achismos, fica aqui meu agradecimento”, escreveu Botelho.
Confira:

Com os argumentos utilizados por Botelho em sua saída, é fácil perceber como é a esquerda, que tenta impor teorias estapafúrdias, que nada têm a ver com a realidade, e, quando confrontada, perde todos os debates.

E o que faz em seguida?

Foge do debate e tenta promover a censura. Augusto Botelho havia acusado Caio Coppola de "Fake News", quando Caio comprovou que o que disse era verdade.

Infelizmente, o quadro que se desenha é que não são só os ditos "blogueiros apoiadores do Bolsonaro" serão perseguidos e presos sob acusação de Fake News, já existem pessoas da grande mídia sendo acusadas deste crime invencionista. É a tática da esquerda ante a falta de argumentos. Foge e busca desqualificar.

Botelho agora seguirá os passos de Gabriela Prioli, que, em março deste ano, saiu do mesmo programa após discussões na qual não conseguiu argumentar com Coppolla. Também em suas redes sociais, ela afirmou que não estava disposta a lidar com o constrangimento que passava no programa.

“Não consigo atingir o meu objetivo se for constrangida e não posso seguir participando do debate sem que a convicção sobre a gravidade do constrangimento não seja só minha, mas de todos os envolvidos, na frente e atrás das câmeras”, afirmou.
Confira:

A verdade é uma só, contra fatos não existem argumentos. Coppolla lida com os fatos.
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10 de jul. de 2020

China larga soja e avança no milho dos EUA

Veja antes que o STF censure: Odebrecht delata Toffoli

URGENTE! Toffoli DENUNCIADO por Marcelo Odebrecht para a PGR

Cavaleiros de Aço - Episódio 08 - Do Vale à fronteira Oeste

Luis Ernesto Lacombe lança canal no Youtube - "Sou conservador!"

FAB transporta materiais e profissionais de saúde em apoio à Operação COVID-19

FORÇA AÉREA BRASILEIRA

EXÉRCITO BRASILEIRO

EUA impõem sanções a autoridades do governo comunista chinês por graves violações de direitos humanos em Xinjiang



Thaís Garcia  - Nesta quinta-feira (9), o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, sigla em Inglês), uma agência de inteligência e aplicação financeira do Departamento do Tesouro dos EUA, impôs sanções a uma entidade do governo comunista chinês e quatro funcionários atuais ou antigos do governo em conexão com graves violações de direitos humanos contra minorias étnicas na Região Autônoma Uigur do Xinjiang (XUAR).

Em um comunicado de imprensa publicado no site do Departamento do Tesouro dos EUA, o OFAC diz que as sanções impostas à entidade e autoridades governamentais como consequência de suas conexões com graves abusos dos direitos humanos contra minorias étnicas em Xinjiang, que incluem detenção arbitrária em massa e abuso físico grave, entre outros abusos graves contra os uigures, uma população muçulmana turca indígena de Xinjiang e outros grupos étnicos em minorias na região.

A punição inclue Chen Quanguo, secretário do Partido Comunista Chinês do XUAR, e Zhu Hailun, ex-vice-secretário do XUAR. Também sofreu sanções hoje o Gabinete de Segurança Pública de Xinjiang (XPSB), assim como o atual diretor e secretário do Partido Comunista do XPSB, Wang Mingshan, e o ex-secretário do XPSB, Huo Liujun.

“Os Estados Unidos estão empenhados em usar toda a sua capacidade financeira para responsabilizar os violadores de direitos humanos em Xinjiang e em todo o mundo”, disse o secretário do OFAC, Steven T. Mnuchin.

Essa ação está sendo tomada de acordo com a Ordem Executiva 13818, “Bloqueio da propriedade de pessoas envolvidas em abuso ou corrupção grave de direitos humanos”, que se baseia e implementa a Lei de Responsabilidade Global dos Direitos Humanos de Magnitsky, conhecida como a ‘Lei Magnitsky dos EUA’, de 2012. A lei foi nomeada após o promotor russo Sergey Leonidovich Magnitsky morrer em uma prisão de Moscou em 2009, após denunciar que ele tinha suspeitas de roubo em larga escala do governo russo.

Sanções dos EUA contra violação de direitos humanos

Essas sanções são as mais recentes ações do governo dos EUA em um esforço contínuo para impedir abusos dos direitos humanos na região de Xinjiang.

Em 1 de julho de 2020, o Departamento de Estado dos EUA, juntamente ao Departamento do Tesouro dos EUA, Departamento de Comércio dos EUA e Departamento de Segurança Interna dos EUA, emitiram o ‘Xinjiang Supply Chain Business Advisory’, um comunicado que destaca os riscos de reputação, econômicos e legais para as empresas com vínculos da cadeia de suprimentos com entidades cúmplices no trabalho forçado e outros abusos dos direitos humanos em Xinjiang.

Em 22 de maio de 2020, o Departamento de Comércio dos EUA adicionou nove entidades da China relacionadas a violações de direitos humanos na região de Xinjiang à Lista de Entidades de Comércio; essa ação complementou a adição de outubro de 2019 à lista de entidades de comércio de 28 entidades envolvidas na campanha de repressão da do Partido Comunista Chinês na região de Xinjiang.

Além disso, em outubro de 2019, o Departamento de Estado dos EUA anunciou uma política de restrição de visto para funcionários da China e do Partido Comunista Chinês (PCC) responsáveis ​​ou cúmplices de violações dos direitos humanos em Xinjiang.

Chen Quanguo e Zhu Hailun 


Região de Xinjiang, no oeste da China
A região de Xinjiang, no oeste da China, abriga uigures, cazaques étnicos, quirguizes étnicos e outros grupos minoritários tradicionalmente muçulmanos. XUAR é o governo regional de Xinjiang e está sob a governança da China. Chen Quanguo (Chen) é o Secretário do Partido do XUAR, ele foi nomeado ao cargo em 2016, após a notória história de Chen de intensificação das operações de segurança na Região Autônoma Tibetana para reforçar o controle sobre as minorias étnicas tibetanas. Embora Chen já fosse conhecido por sua capacidade de controlar o “tumulto étnico” quando chegou a Xinjiang, ele tinha um deputado que conhecia a região de Xinjiang, Zhu Hailun (Zhu), que durante as últimas décadas ocupou vários cargos no Partido Comunista Chinês, antes de ocupar o cargo de Secretário do Partido do Comitê Político e Jurídico de Xinjiang (XPLC) de 2016 a 2019. Nessa função, Zhu era responsável por manter a segurança interna e a aplicação da lei no XUAR. Zhu deixou esse cargo em 2019, mas ele ainda atua como vice-secretário do Congresso Popular de Xinjiang, um órgão legislativo regional. Após sua chegada à região, Chen começou a implementar um programa abrangente de vigilância, detenção e doutrinação comunista em Xinjiang, visando os uigures e outras minorias étnicas por meio do XPSB.

Como parte dos planos de Chen, a construção em larga escala de campos de detenção em massa, denominada “centros de treinamento”, aumentou bastante em 2017 e, como Secretário do Partido do XPLC, Zhu estabeleceu as políticas e procedimentos para gerenciar esses campos de detenção com o objetivo de usar os campos para combater o “terrorismo” e “manter a estabilidade”. As políticas de Zhu descreviam como os campos de detenção funcionariam, incluindo a não permissão de “fugas” e “mortes anormais”. Ao mesmo tempo, ex-detentos desses campos de detenção relatam que ocorreram mortes entre companheiros detidos após tortura e abuso nas mãos dos agentes de segurança. Um grande foco desses campos de detenção era a vigilância constante, mesmo enquanto os detidos permaneciam totalmente isolados do mundo exterior.

Chen sofreu a sanção dos EUA por ser uma pessoa estrangeira que é ou tem sido líder ou oficial de uma entidade, incluindo qualquer entidade governamental, que tenha participado ou cujos membros tenham cometido um grave abuso de direitos humanos relacionado ao mandato do líder ou funcionário, e Zhu por ser uma pessoa estrangeira responsável por, ou cúmplice, ou que se envolveu direta ou indiretamente em graves abusos de direitos humanos.

Repressão no XUAR

Desde pelo menos o final de 2016, as táticas repressivas têm sido usadas pelo XPSB contra os uigures e membros de outros grupos minoritários étnicos da região, incluindo detenções em massa e vigilância. A vigilância da China tem como alvo membros de grupos minoritários religiosos e étnicos, já que o governo comunista chinês trata quase todas as expressões de fé como um sinal de “extremismo” religioso ou separatismo étnico. Os alvos dessa vigilância são frequentemente detidos e sujeitos a vários métodos de tortura e “reeducação política”, ou seja doutrinação comunista. Segundo informações da imprensa, desde pelo menos 2017, mais de 1 milhão de muçulmanos foram mantidos nesses campos.

Sob o comando de Huo Liujun (Huo), líder do XPSB de pelo menos março de 2017 a 2018, e Wang Mingshan (Wang), líder do XPSB desde pelo menos maio de 2018, o XPSB implantou a “Plataforma de Operações Conjuntas Integradas” (IJOP), um sistema de computador auxiliado por Inteligência Artificial (AI) que criou registros biométricos para milhões de uigures na região de Xinjiang. O XPSB, por meio do IJOP, usa sistemas de vigilância digital para rastrear os movimentos e atividades dos uigures, para incluir a pesquisa com quem eles interagem e o que leem. Por sua vez, o IJOP usa esses dados para determinar quais pessoas podem ser “ameaças” em potencial. Segundo relatos, alguns desses indivíduos são detidos posteriormente e enviados para campos de detenção, sendo mantidos indefinidamente sem acusações ou julgamento. A plataforma de IA da IJOP é um dos primeiros exemplos de governos que usam a IA para criação de perfil racial. Segundo a imprensa, a tecnologia IJOP procura exclusivamente os uigures, com base em sua aparência, e mantém registros de seus movimentos. A detenção em massa de uigures faz parte de um esforço das autoridades da China para usar detenções e vigilância baseada em dados para criar um estado policial na região de Xinjiang.

O XPSB sofreu as sanções dos EUA por ser o responsável por, ou cúmplice, ou que se envolveu direta ou indiretamente em graves abusos de direitos humanos. Huo e Wang estão sendo apontados para as sanções por serem estrangeiros, líderes ou oficiais de uma entidade cuja propriedade e interesses em propriedades estão bloqueados de acordo com a E.O. 13818 como resultado de atividades relacionadas à posse de líderes ou oficiais.

Implicações das sanções

Segundo o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, como resultado da ação de hoje (9), todas as propriedades e interesses em propriedades da entidade e indivíduos mencionados acima e de quaisquer entidades pertencentes, direta ou indiretamente, 50% ou mais por eles, individualmente ou com outras pessoas bloqueadas, que estão nos Estados Unidos ou na posse ou controle de pessoas norte-americanas, estão bloqueados e devem ser relatados à OFAC. A menos que autorizado por uma licença geral ou específica emitida pela OFAC ou isenta de qualquer outra forma, os regulamentos da OFAC geralmente proíbem todas as transações por pessoas dos EUA ou dentro (ou em trânsito) dos Estados Unidos que envolvam qualquer propriedade ou interesse em propriedades de pessoas apontadas para as sanções ou bloqueadas. As proibições incluem a realização de qualquer contribuição ou provisão de fundos, bens ou serviços por, para ou em benefício de qualquer pessoa bloqueada, ou o recebimento de qualquer contribuição ou provisão de fundos, bens ou serviços de tal pessoa.

Lei Magnitsky

Com base na Lei Magnitsky de Direitos Humanos, o Presidente dos EUA assinou a Ordem Executiva 13818, em 20 de dezembro de 2017, em que o Presidente constatou que a prevalência de abuso e corrupção de direitos humanos que têm sua origem, no todo ou em parte substancial, fora dos Estados Unidos, atingiu tal alcance e gravidade que ameaça a estabilidade de sistemas políticos e econômicos internacionais.

O abuso e a corrupção dos direitos humanos minam os valores que formam uma base essencial de sociedades estáveis, seguras e funcionais; têm impactos devastadores sobre os indivíduos; enfraquecem instituições democráticas; degradam o Estado de direito; perpetuam conflitos violentos; facilitam as atividades de pessoas perigosas; e minam os mercados econômicos. Por isso, os Estados Unidos buscam impor consequências tangíveis e significativas àqueles que cometem sérios abusos de direitos humanos ou se envolvem em corrupção, além de proteger o sistema financeiro americano do abuso dessas mesmas pessoas.

Menina negra de 8 anos é morta a tiros pelo ‘Black Lives Matter’



Brehnno Galgane - Secoriea Turner, uma menina de 8 anos, foi brutalmente assassinada por um integrante do Black Lives Matter (BLM), nesse sábado (4/7), na cidade de Atlanta (EUA). O crime aconteceu durante um “protesto pacífico” do BLM.

Secoriea estava andando de carro com a mãe e outro adulto na noite de sábado, diz a polícia. O motorista tentava entrar em um estacionamento, onde um grupo de indivíduos do Black Lives Matter colocou barricadas ilegalmente. Alguém do grupo abriu fogo contra o veículo, atingindo Turner.

O carro foi “confrontado por um grupo de indivíduos armados que bloquearam a entrada”, disse o chefe de polícia interino, Rodney Bryant, durante uma entrevista coletiva.

“Em algum momento, alguém do grupo abriu fogo contra o veículo, atingindo-o várias vezes, atingindo a criança que estava dentro”, disse Bryant, que condenou o tiroteio como um “ato sem sentido de violência”.

Secoriea foi levada às pressas para um hospital próximo, onde ela morreu mais tarde, disse o chefe de polícia interino.

“Ela morreu nos meus braços”, disse a mãe de Secoriea, Charmaine Turner, aos jornalistas no domingo (5/7), antes de começar a chorar e ser levada para fora da entrevista coletiva por membros da família.

“Você matou uma criança de 8 anos. Ela só queria chegar em casa e ver seus primos. Era tudo o que ela queria fazer ”, disse o pai de Secoriea, Secoriya Williamson.

Completou o pai da menina: “Eles dizem que vidas negras são importantes. Você matou o seu próprio desta vez”.

O empresário, economista e jornalista, Paulo Figueiredo Filho, manifestou-se em sua rede social, lembrando o fato de que o crime aconteceu, mas a grande mídia brasileira não o noticiou porque “a sua vida não importava tanto assim, pois não podia ser usada com fins políticos”.

Paulo Figueiredo continuou alertando que “já foram 75 tiroteios nas últimas semanas, apenas em Atlanta, depois do início dos ‘protestos pacíficos'”.



Terminam hoje inscrições para o Sisu


Pela 1ª vez, são ofertadas vagas na modalidade a distância


Estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever, até esta sexta-feira (10), para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

Inscrição
Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar.

Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e dos institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar.

Critérios
De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias; maior nota na prova de matemática e suas tecnologias; maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias e maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.

Lista de espera
Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

9 de jul. de 2020

Candidato do PT promete roubar pouco

NUCLEP recebe a VSK Tactical para o desenvolvimento do setor de Tecnologia de Ponta



Luiz Padilha - A NUCLEP, representada pelos seus diretores Administrativo, C.Alte (RM-1) Oscar Moreira da Silva Filho, Comercial, Nicola Mirto, e Industrial, CMG (EN) Affonso Alves, recebeu nessa terça-feira (6), a visita de uma comitiva da Von Suckow Tactical Brasil Industria S.A. – VSK Tactical, empresa responsável por desenvolver e fornecer novas soluções e tecnologias para os setores de defesa e segurança.

A comitiva, formada pelos CEO, Marcellus Ferreira, e sócia, Juliana Lacerda, apresentou à NUCLEP a “VSK Protector Plus”, uma tecnologia inédita no Brasil capaz de oferecer proteção contra explosões, cortes por uso de ferramentas abrasivas e fogo, assistiu uma apresentação da diretoria Industrial da empresa e na sequência, seguiu para conhecer as dependências do piso fabril.

O presidente da NUCLEP, C.Alte (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, afirmou que visitas como a da VLK ratificam a relevância da capacidade e experiência da NUCLEP para o desenvolvimento desse mercado. “Somos referência às empresas que buscam parcerias na área”, disse.

“A visita mal começou e já identificamos vários pontos compatíveis aos nossos interesses. A empresa tem capacidade de fabricação e um alto nível de engenharia”, comentou o CEO da VSK, Marcellus Ferreira.

Segundo o diretor Administrativo, C.Alte (RM1) Oscar Moreira da Silva Filho, a NUCLEP tem sido procurada por diferentes segmentos da indústria mesmo no período da pandemia. “Somos essenciais mas definitivamente, diferenciados. A nossa mão de obra qualificada e expertise tecnológica aliadas à capacidade fabril e qualidade corroboram nossa importância na contribuição à qualquer grande projeto. Temos relevância significativa para o desenvolvimento industrial do país”, disse.

FONTE: NUCLEP

Chega de conversa fiada!

Enfermeiras de Guerra: da FEB à COVID-19


As enfermeiras do Exército Brasileiro na frente de combate

                                        Daniel Mata Roque², Margarida Bernardes³, Sonia Kaminitz4
O Corpo de Enfermeiras da FEB designado para servir num hospital americano atendendo aos doentes e feridos. 16º Hospital de Evacuação, Pistóia-Itália. 10/03/45.
Da esquerda para a direita: Maria José Aguiar, Wanda Sofia Magewsky, Helena Ramos, Ondina Miranda de Souza, Elita Marinho, Sylvia Pereira Marques, Jurgleide Dóris de Castro, Silva de Souza Barros, Maria do Carmo Correia e Castro, Heloísa Cecília Villar, Maria Luiza Vilela Henry, Maria Belém Landi, Novembrina Augusta Cavallero.
A foto acima é acervo do Museu Casa de Memória dos Ex-Combatentes, mantido pela Associação dos Ex-Combatentes de Brasília.

Sem declaração de guerra, o mundo foi atacado. A pandemia da COVID-19, causada pelo novo tipo de coronavírus SARS-CoV-2, identificado na China em dezembro de 2019, desafia a saúde pública mundial com sua fisiopatologia ainda desconhecida pela comunidade científica, levando ao desenvolvimento de casos de síndromes respiratórias graves, pneumonias, doenças entéricas, hepáticas e neurológicas, dentre outras manifestações com letalidade específica relativamente baixa e alta transmissibilidade.

Com seus graves desdobramentos sanitários, econômicos e sociais, tem sido combatida com os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e comparada a uma guerra. Carl von Clausewitz, general prussiano e teórico de estratégia, sentenciou a guerra como “um ato de violência pelo qual pretendemos levar o adversário a render-se à nossa vontade”. O pesquisador militar Marcio Tadeu Bettega Bergo, destacando que “cada conceito varia segundo quem o formula”, aponta que “não existe uma definição de guerra, porém inúmeras” e resume a História Militar como o segmento da historiografia “voltado aos temas bélicos”, reforçando que “os conflitos também podem ser abordados em seus aspectos humanos, sociais, econômicos, tecnológicos”. É certamente nestes aspectos que estamos imbricados, que estamos em guerra. O estado de calamidade pública foi decretado em território brasileiro em 20 de março de 2020, gerando medidas de isolamento social e quarentenas pelo país, que dois meses depois já contava com mais de vinte mil mortos pelo vírus.

O Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas classificou a pandemia como o “maior desafio que o mundo já enfrentou desde a Segunda Guerra Mundial”. O Ministro da Defesa brasileiro, General Fernando Azevedo e Silva, declarou categoricamente que “isso que está acontecendo é uma guerra, com um inimigo invisível e feroz” e que “quando tem uma guerra, o brasileiro pode contar com as Forças Armadas. O cuidado de guerra é integrante indissociável de qualquer narrativa bélica e extrapola mesmo os limites e a temporalidade do próprio conflito, onde combate amparado apenas pela cruz vermelha bordada em sua farda e luta, em aparente contrassenso, para salvar vidas amigas e inimigas.

No último conflito bélico do qual o Brasil participou, a Segunda Guerra Mundial, o Serviço de Saúde teve papel de destaque no seio militar. Diversas unidades foram criadas especificamente para apoiar o combate da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália, como o 1º Batalhão de Saúde.

O Serviço de Saúde da FEB reuniu cerca 1.369 componentes, das mais diversas especialidades e patentes, e foi comandando pelo Coronel-Médico Emmanuel Marques Porto. A guerra trouxe um marco histórico relevante e uma transformação irreversível, partindo da área da saúde, pois foi a primeira vez que mulheres ingressaram nas Forças Armadas brasileiras, voluntariando-se como enfermeiras tanto no Exército (foram 67) quanto na Força Aérea (foram 06). As enfermeiras receberam treinamento prático e militar, incorporando-se às equipes de saúde que serviram nos hospitais de campanha norte-americanos durante a guerra.

Nas palavras da Major Elza Cansanção Medeiros, uma dessas pioneiras, “foi assim que a mulher brasileira, que sempre foi alicerce desta Pátria livre e forte, não podia nesse momento cruciante se furtar ao chamamento pátrio. Revoltadas com as agressões sofridas, procuraram uma forma de tomar parte no revide ao agressor.

Na guerra do presente, os profissionais da saúde vêm se consagrando como na guerra do passado, adquirindo conhecimento e unindo o binômio ciência e educação em prol da promoção da saúde. A COVID-19, como é característico em tempos de epidemias e guerras, levou a uma mudança de atitudes.

A pandemia vem ensinando à enfermagem militar, com centenas de homens e mulheres em combate nos leitos de UTI em todas as regiões brasileiras, as modernizações sobre a estrutura viral, sua fisiopatologia, mecanismos de transmissibilidade, medidas de prevenção, de proteção e de controle, o aprendizado rápido na intubação de pacientes, a forma de cuidar e a esperança de recuperar doentes.

A enfermagem e as demais equipes de saúde vêm sendo desafiadas a flexibilizar, se adaptar às mudanças e trabalhar em estreita colaboração para unir esforços e vencer este momento de crise global, até então inimaginável para os profissionais deste século. Na rede social, o Contra-Almirante Manoel de Almeida Moreira Filho e outros militares que foram curados agradecem aos profissionais pelo desempenho na pandemia.

Tenente-Enfermeira Virgínia Portocarrero na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.
Fonte: Fundo Virgínia Portocarrero – Casa de Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).

O paralelo se faz entre a enfermagem da Segunda Guerra Mundial e a atual. Cenas de 75 anos atrás se repetem no cotidiano da enfermagem de 2020. Encontramos no passado os mesmos medos, tristezas, coragem e determinação, além do papel humanizado no cuidado junto aos feridos, relatado em livros históricos e na documentação do acervo doado pela Capitão Virgínia Maria de Niemeyer Portocarrero, que explora a participação de mulheres enfermeiras militares brasileiras na guerra e se encontra no Departamento de Arquivo e Documentação, Fundo Virgínia Portocarrero, na Casa de Oswaldo Cruz. A Capitão Virgínia, aos 102 anos, é hoje a última enfermeira da FEB ainda viva.

As fontes históricas deste acervo doado trazem a determinação e a persistência dessa enfermeira em registrar e preservar seus documentos que, na prática, se reconhece como rara fonte histórica, por meio da qual se pode reconstruir o discurso pela ótica do gênero e da profissão. No momento, construções teóricas também estão sendo produzidas16, se tornando fonte histórica de consulta e material de comparação e aproximação entre a enfermagem de 1940 e a de 2020.

Fato é que a lição fundamental das crises após guerras, revoluções e pandemias é o aceleramento de desafios em prol da potencialização do conhecimento.

No Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro, a Coronel Simone Moura (Chefe de Enfermagem), o General Oiticica (Diretor do HCE) e equipe do CTI enfrentando a COVID-19.

Fonte: Acervo pessoal da Coronel Simone Moura.

Sancionada lei que prioriza testes para profissionais essenciais


Esses trabalhadores deverão ser tratados e orientados


Andreia Verdélio - O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que garante a prioridade na realização de testes da covid-19 para profissionais essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, que estiverem em contato direto com portadores ou possíveis portadores do novo coronavírus. De acordo com a Lei nº 14.023/2020, publicada hoje (9) no Diário Oficial da União, esses trabalhadores deverão ser tempestivamente tratados e orientados sobre sua condição de saúde e o retorno ao trabalho.

Durante a pandemia, o poder público e os empregadores ou contratantes desses profissionais fornecerão, gratuitamente, os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pela Anvisa, de acordo com os protocolos indicados para cada situação. A lei abrange profissionais que trabalham ou sejam convocados a trabalhar nas unidades de saúde durante o período de isolamento social ou que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o texto, são considerados profissionais essenciais aqueles que atuam nos sistemas de saúde, segurança e assistência social e outros, como cuidadores idosos, pessoas com deficiência ou com doenças raras; biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas; coveiros e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias; profissionais de limpeza e que atuem na cadeia de produção de alimentos e bebidas; aeroviários e controladores de voo.

Ontem (8), o Ministério da Saúde divulgou boletim epidemiológico , no qual aponta que, até o dia 4 de julho, foram confirmados 173.440 casos de covid-19 em profissionais da saúde de todo o país. As profissões com maior registro de casos foram os técnicos ou auxiliares de enfermagem (59.635), seguido dos enfermeiros (25.718), médicos (19.037), Agentes Comunitários de Saúde (8.030) e recepcionistas de unidades de saúde (7.642).

Em relação aos casos graves da doença, que necessitaram de internação hospitalar, foram confirmados 697 casos. Os técnicos ou auxiliares de enfermagem foram os mais afetados, com 248 casos, seguido dos médicos (150) e enfermeiros (130). Além disso, 138 mortes pelo novo coronavírus foram registradas entre os profissionais de saúde.

8 de jul. de 2020

Felipe Neto e Sleeping Giants sabotaram a Brasil Paralelo?

Japão, EUA e Austrália – Cada vez mais unidos contra a China

Caças Rafale atacam alvos turcos na base aérea de al-Watiya: Egípcios ou franceses?



Guilherme Wiltgen - Fontes bem informadas disseram ao The Arab Weekly que os aviões de guerra que alvejavam a base aérea de al-Watiya, no oeste da Líbia, eram caças Rafale, o que limita a identidade do ataque à França e ao Egito, os dois países dentro do alcance da base que possuem esse tipo de aeronave.

As fontes consideraram o ataque uma resposta rápida a visita do ministro da Defesa turco Hulusi Akar a Trípoli, o que refletiu na extensão da permanência turca no oeste da Líbia. A presença turca na Líbia é altamente preocupante para o Cairo e Paris, pressionando-os a aumentar o tom de suas críticas a Ancara. Cairo ameaçou intervir militarmente na Líbia se as milícias de Trípoli, apoiadas pela Turquia, tentassem avançar em direção a Sirte, enquanto Paris descreveu os movimentos turcos como “inaceitáveis”, enfatizando que não permitiria que isso continuasse.

Mas esse recente ataque aéreo na base aérea de al-Watiya mostrou que as linhas vermelhas no espaço aéreo diferem das linhas vermelhas em terra, traçadas pelo presidente egípcio Abdel-Fattah al-Sisi. De fato, aviões de combate e drones militares em al-Watiya constituem uma ameaça direta a qualquer unidade do exército posicionada em Sirte, na base de al-Jufra e no leste da Líbia.

Sisi levantou a possibilidade de seu país intervir diretamente na Líbia, apontando que o Egito “não permitirá que o conflito na Líbia ultrapasse a linha de Sirte”. Ele também enfatizou que, “com relação à segurança do Egito, al-Jufra é uma linha vermelha que não permitiremos que nenhuma força a cruze”.

Sites de notícias egípcios publicaram fotos, sem data, de baterias e radares de mísseis Hawk, que eles disseram estar entre os alvos atacados em al-Watiya. O Exército Nacional da Líbia (LNA) havia se retirado da base de al-Watiya após ataques aéreos turcos, permitindo que as milícias do governo de Trípoli, apoiadas em Ancara, assumissem o controle da base. Desde então, surgiram diversos relatos de um plano para converter o local em uma base turca, movimento ao qual a França se opõe fortemente. Segundo algumas agências de notícias, Paris sugeriu convertê-la em uma base da OTAN.

No domingo, o governo de Trípoli acusou “uma força aérea estrangeira” de bombardear a base de al-Watiya, sem fornecer detalhes da identidade das aeronaves atacantes nem dos alvos atingidos. Embora a mídia turca negue a existência de vítimas no atentado, a fonte líbia confirmou que os ataques causaram a morte de vários soldados turcos que foram transferidos para o hospital na cidade de al-Jamil, perto da base.

Um oficial da reserva do exército líbio, que reside na região de Zintan, revelou ao The Arab Weekly que um esquadrão de aviões de combate lançou uma série de ataques aéreos na base de al-Watiya, para onde a Turquia havia enviado caças F-16, drones Bayraktar TB2 e Anka-S, apoiado por um sistema de defesa aérea MIM-23 Hawk com seus radares.

O oficial, falando sob condição de anonimato, disse que nove ataques aéreos atingiram a base de al-Watiya, que as forças militares turcas usam como quartel-general desde maio passado. Também foram alvos ​​os sistemas de defesa aérea de Sungur, as instalações de radar fixo e móvel, e o sistema de guerra eletrônica Koral de interferência de sinal de radar, que as unidades do exército turco haviam estacionado na base de al-Watiya.

Antes disso, vários ativistas nas cidades da costa oeste da Líbia divulgaram vídeos mostrando um comboio militar turco carregado com vários equipamentos de defesa aérea em direção à base de al-Watiya, localizada a cerca de 140 km a sudoeste da capital, Trípoli. O oficial líbio descreveu os ataques na base de Al-Watiya como uma “operação aérea qualitativa”.

Do lado das autoridades oficiais líbias em Trípoli, no entanto, não houve reação a esses ataques aéreos que todos os observadores consideraram uma operação militar “incomum” e que parece um prelúdio para mudanças políticas além do que atualmente prevalece. Abriu novas portas para restringir a expansão turca na Líbia. Essa expansão realmente começou a diminuir como resultado de pressões regionais e internacionais.

O membro do parlamento líbio, Ibrahim al-Darsi, disse que “os ataques aéreos foram lançados por forças muito conhecidas por nós” e acrescentou que os alvos desses ataques eram “uma mensagem clara e constituíam um tapa forte e doloroso no presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, e seus representantes na Líbia, especialmente o governo das milícias liderado por Fayez al-Sarraj”.

Falando com o The Arab Weekly por telefone do leste da Líbia, Darsi disse que as mensagens desses ataques “confirmam que a arena líbia não está vazia, mas inclui forças que têm a capacidade de atacar em qualquer lugar e a qualquer momento, e o momento é um aviso direto a Erdogan, lembrando-o das linhas vermelhas que não serão cruzadas, especialmente após o aumento dos movimentos turcos na Líbia, em meio a relatos de preparativos para um ataque à cidade de Sirte e à base de al-Jufra”.

A Turquia intensificou suas provocações na Líbia. O ataque a al-Watiya ocorreu após uma visita de dois dias a Trípoli e Misrata, por Akar e pelo chefe de gabinete turco Yasar Gular, durante o qual inspecionaram soldados turcos e salas de operações militares turcas nas duas cidades. Dirigindo-se aos soldados turcos na Líbia, Akar disse que “o sonho do golpista Haftar de controlar toda a Líbia estava prestes a ser alcançado, mas suas contribuições mudaram o equilíbrio de poder e acabaram com ele, e não é apenas a imprensa que diz isso, mas círculos de tomada de decisão e círculos militares em todo o mundo e na comunidade internacional. Todos disseram que os turcos chegaram aqui e mudaram o destino deste lugar, mudando pela mesma situação de Haftar”.

Imediatamente depois disso, Khalifa Haftar respondeu ao Ministério da Defesa turco com uma mensagem informando que ele ainda estava presente e firmemente de pé, realizando visitas de inspeção que incluíam vários campos das unidades de combate da LNA na cidade de Benghazi, incluindo o campo de Garyounis, que hospeda mais de 1.000 oficiais e soldados.

FONTE: Ahval

Colunista da Folha que disse ‘torcer’ pela morte de Bolsonaro será investigado pela PF



Raul Holderf Nascimento - A Polícia Federal vai investigar o colunista da Folha de São Paulo, Hélio Schwartsman, que afirmou, em texto publicado ontem (7), torcer pela morte de Jair Bolsonaro.

Schwartsman poderá ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional, pelo suposto crime de calúnia ou difamação do presidente da República ou outros chefes de Poderes, com pena de 1 a 4 anos de reclusão.

Com o título “Por que torço para que Bolsonaro morra”, Schwartsman argumentou que “o sacrifício de um indivíduo pode ser válido, se dele advier um bem maior”.

Em seu artigo 20, a Lei 7.170, que estabelece os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, contém os crimes pela “prática de atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas”.

Recuperados da Covid-19 mantêm cuidados mesmo após infecção


Ainda não há evidências de que quem contraiu a doença não se contamina


Mariana Tokarnia - O Brasil têm, de acordo com dados do Ministério da Saúde, quase 1 milhão de recuperados da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Para alguns, o fato de já ter tido a doença é motivo para relaxar e não seguir à risca as recomendações para evitar o contágio. Para outros, a rotina de cuidados não mudou e inclusive ficou maior.

Segundo especialistas, não há evidências científicas de que quem contraiu a covid-19 não vá se contaminar de novo. Além disso, por ser uma doença nova, os efeitos do vírus a médio e longo prazo não são totalmente conhecidos. Quem teve a infecção pode ainda apresentar eventuais complicações. 

“Eu estou bem mais medroso, mais receoso. Se eu lavava minha mão antes, agora lavo duas vezes mais. Higienizo as coisas que trago da rua. O cuidado aumentou depois que passei pela doença e sei como é”, conta o farmacêutico Marcus Túlio Batista, 27 anos. Ele começou a sentir os sintomas no dia 14 de junho. Teve dor de garganta, perda de olfato e paladar, indisposição e dores no corpo. 

“Quando você pega, vê que a doença vai além do físico. Eu acho que talvez o emocional seja até muito mais abalado”, diz e complementa: “Eu moro sozinho em Brasília. Minha família é de outro estado. Isso me causou bastante impacto porque além do isolamento, você tem medo de como vai evoluir, não sabe como o seu corpo vai lidar com isso. Eu fiquei bastante ansioso”, conta.

Na casa da artista plástica e produtora cultural Leticia Tandeta, 59 anos, no Rio de Janeiro, quase todos foram infectados em meados de maio. Ela, o marido, o filho e o irmão. “Ficamos praticamente todos doentes ao mesmo tempo. A sorte foi que todos tivemos sintomas brandos, ninguém teve falta de ar ou uma febre absurdamente alta”, diz. A única que não adoeceu foi a mãe de Leticia, que tem 93 anos. A família tomou o cuidado de isolá-la e de separar tudo que era usado por ela. 

“Hoje é estranho porque não sabemos se estamos imunizados ou não”, diz Leticia. “Os médicos dizem que provavelmente temos algum tipo de imunização, talvez de um mês, dois meses, três”. Por causa das incertezas, ela diz que a família continua tomando cuidados como sair de casa o mínimo possível, apenas quando necessário, usando sempre máscara. Já ter contraído a doença, no entanto, traz um certo tipo de relaxamento: “Não é que a gente relaxe nos cuidados, mas há um certo relaxamento interno sim”. 

De acordo com o infectologista Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, mesmo quem já teve a doença deve continuar tomando cuidado. “Não temos certeza, por enquanto, de que quem teve covid-19 uma vez não terá novamente. É importante que quem já teve a doença continue se prevenindo. Continue com as medidas preventivas, usando máscaras, higienizando as mãos e evitando aglomeração”.

As pessoas que já foram infectadas, de acordo com Weissmann, assim como as demais, podem ajudar a propagar o vírus caso não tomem os devidos cuidados. “Mesmo a pessoa que não estiver infectada, se ela puser a mão em um lugar contaminado, ela pode carregar o vírus. Por isso é importante estar sempre higienizando as mãos, lavando com água e sabão ou com álcool 70%”, orienta. 

Síndrome da Fadiga Crônica
Em março, a psicóloga Joanna Franco, 37 anos, teve dores no corpo, tosse seca, dor de cabeça, febre alta, dificuldade de respirar, perda de olfato e paladar, diarreia e vômito. Na época que recebeu o diagnóstico clínico de covid-19, o Brasil começava a adotar medidas de isolamento social. Morando sozinha em Niterói, ela cumpriu todas as regras de quarentena e de isolamento social. Os sintomas passaram. Para garantir que não transmitiria o vírus para ninguém, ela ainda permaneceu em isolamento por cerca de 40 dias. Foi então que percebeu que não estava totalmente recuperada, estava muito cansada. “Vinha um cansaço, parecendo que eu tinha subido ladeiras, uma sensação de que isso nunca ia acabar, que não ia sair de mim. Fiquei bem prostrada”. 

Quase três meses depois, ela diz que se sente melhor, que está conseguindo retomar uma rotina de exercícios físicos, que antes eram impossíveis. Depois de passar pelo que passou, ela redobrou todos os cuidados que já vinha tendo. “Depois de ter passado, não quero vivenciar isso de novo e não quero que outras pessoas vivenciem”, diz. 

O cansaço que Joanna sentiu após se recuperar da doença pode ter sido a chamada Síndrome da Fadiga Crônica, que tem sido relatada por pessoas que foram contaminadas pela covid-19, segundo o neurologista, pesquisador do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), Gabriel de Freitas. O principal sintoma é o cansaço, mas pode haver alteração na pressão, na frequência cardíaca e insônia. “O que predomina é a  fadiga, o cansaço. A pessoa não consegue trabalhar, não consegue voltar à atividade”, afirma. 

A síndrome não é exclusiva do novo coronavírus, mas ocorre também por causa de outros vírus. Ela pode durar até cerca de um ano, é mais frequente em mulheres entre 40 e 50 anos e que tiveram covid-19 pelo menos de forma moderada. Mas, de acordo com Freitas, ainda há muitas dúvidas pelo fato de ser uma doença recente. Para o tratamento, geralmente é recomendada psicoterapia, atividades físicas, antivirais e antidepressivos. 

“Essa síndrome traz uma angústia muito grande para as pessoas porque fadiga não é um sintoma mensurável. Não se consegue mensurar por exame. Muitas vezes é mal compreendido”. 

Gabriel diz que a pandemia pode ser mais complexa do que se pensa e defende que todos os cuidados possíveis sejam adotados. “Parece que não é estar recuperado e ponto final. Talvez essas pessoas tenham mais sintomas. A Síndrome da Fadiga Crônica pode ser apenas um deles. Acho que a gente não tem essa informação. É possível que existam complicações a médio e a longo prazo. O que alguns autores colocam é que as medidas de isolamento social são importantes não só para evitar a morte. A gente tem que levar em consideração e colocar nessa equação as complicações a médio e longo prazos”. 

Medo e ansiedade
Além de lidar com os sintomas da covid-19 e com as consequências da doença, muitas pessoas estão lidando com sintomas de ansiedade, de acordo com a psicóloga da equipe de coordenação de saúde do trabalhador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marta Montenegro. “A covid-19 é uma doença muito nova, recente, um vírus cujas informações foram se construindo nesse processo de pandemia. Os próprios profissionais de saúde estavam tentando entender as formas de cuidado e isso deixa as pessoas muito inseguras. O ser humano se sente mais seguro se tiver previsibilidade do que vai acontecer. Essa incerteza sobre formas de contaminação, se pode ou não se contaminar de novo, deixa as pessoas vulneráveis”, explica. 

De acordo com a psicóloga, buscar informações confiáveis ajuda a lidar melhor com a pandemia. “Buscar informação válida, de fontes confiáveis. Isso alivia sintomas emocionais. Às vezes, as pessoas estão em casa recebendo informações que nem sempre são as melhores e  acabam ficando muito confusas. Depois de três meses, acham que só estão protegidas dessa forma. Isso acaba gerando um medo de sair de casa. No outro extremo, há pessoas saindo como se não tivessem o vírus, em um processo de negação por dificuldade de lidar com a situação. São dois extremos. Existe o vírus. É necessário manter medidas de biossegurança, mas isso não pode paralisar as pessoas”, acrescenta.