10 de jan. de 2011
9 de jan. de 2011
VEM AÍ O SISFRON
Eliane Cantanhêde
Na Marinha, o submarino de propulsão nuclear. Na Aeronáutica, o projeto de uma nova frota de caças. Agora, vem a “contrapartida” do Exército no processo de modernização das Forças Armadas: o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).
O Sisfron deve ser implantado em três etapas até estar concluído, em 2019, com custo de manutenção anual estimado em até 10% do total do investimento. A expectativa do governo é obter os recursos com financiamento externo de longo prazo.
O projeto original inclui radar de imagem, radares de comunicação de diferentes graus de sofisticação, vants (veículos aéreos não tripulados) e blindados para abranger a fronteira terrestre, com o foco na Amazônia.
A base operacional do projeto serão os Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), que passarão gradualmente dos atuais 21 para 49. O custo médio de cada pelotão é de R$ 35 milhões, incluindo pista de pouso (que tem orçamento independente do Sisfron).
Na avaliação do governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o problema número um de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, iniciado com o Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais e é por aí que chegam aos grandes centros, como as favelas do Rio de Janeiro.
CONCORRÊNCIA
No dia 17 de dezembro, Embraer e oito empresas internacionais da área de defesa enviaram representantes a Brasília para receberem informações sobre instalação, objetivos e equipamentos necessários para o projeto.
Foram elas as alemãs Rheinmetall e Rohde&Schwarz, as norte-americanas Harris e Rockwell Collins, a francesa Thales, a israelense Elbit Tadiran e a italiana Selex, além do consórcio europeu Cassidian (do grupo EADS). A espanhola Indra e a sueca Saab também receberam dados posteriormente.
Conforme a proposta apresentada, à qual a Folha teve acesso, há duas exigências. A primeira é o “domínio nacional sobre a tecnologia” desde a implantação.
A segunda é “a inclusão de mecanismos de compensação comercial, dando prioridade para mecanismos de transferência de tecnologia para a base industrial brasileira de defesa”.
Por uma questão operacional, as fronteiras foram divididas em 14 zonas de monitoramento. A expectativa é que as empresas formem consórcios, já que nenhuma delas, sozinha, tem condições de fornecer os equipamentos para todas as zonas.
As propostas, que devem ser apresentadas até 31 de janeiro, serão analisadas pelo Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex) e pela Atech, empresa especializada no desenvolvimento de programas de software, que fez o estudo inicial de viabilidade.
O próprio Ccomgex já desenvolveu e começou a produzir dois tipos de blindados que servirão de apoio a todo o sistema: um de comunicação e outro de rastreamento, ambos operados com computadores e com custo estimado em R$ 7 milhões a unidade -o correspondente estrangeiro custa o dobro.
O novo sistema será monitorado pelo Ccomgex, instalado em Sobradinho (DF) e subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, chefiado pelo ex-comandante militar da Amazônia Augusto Heleno.
O projeto prevê que o Sisfron será interligado a outros sistemas já consolidados, como o CenSipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), que acaba de migrar da Casa Civil para a pasta da Defesa.
Também será interligado, por exemplo, ao Sistema de Acompanhamento de Alvos aéreos Baseado em Emissão de Radiofrequência. Haverá ainda conexão com objetivos civis, como monitoramento meteorológico e de preservação do meio ambiente.
FONTE/IMAGEM: Folha de São Paulo, via Notimp/google/Forças Terrestres
PIADA DOMINICAL
Degustação de vinho em Minas
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca?! Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que êsse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
- Minha nossa sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, messs! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
- Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fiodamãe! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!...
Luiz Fernando Veríssimo
8 de jan. de 2011
VEM AÍ A II EDIÇÃO DA FESTA UNIVERSITÁRIA, DÁ BEIJIN QUE PASSA!
PATROCINADORES
PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ/ CÂMARA MUNICIPAL DE TARAUACÁ/ 3 CORAÇÕES PERFUMARIA/ EDINEIDA MODAS/ GAZIN/ SUPERMERCADO DAYANE/ DUHELEN MODAS/ PONTÃO FIGUEIREDO/ LIGA TARAUACAENSE DE DESPORTO/ DEPUTADO MOISÉ DINIZ/ / HOTEL NOVO HORIZONTE/ CLIOC/ MERCANTIL PEG-PAG/ NOVA ERA FM/ ARAÚJO E FROTA/ CONSTRUTORA NASCIMENTO/ MICRO GAMES/ K. MOTOS/ MERCEARIA SOUZA/ COMERCIAL VANDER E ESTAÇÃO DA MODA.
FRASE DO DIA
"SOMENTE VIVE QUEM LUTA.
QUEM TRAZ N’ALMA E SOBRE A FRONTE UM DESÍGNIO INABALÁVEL.
QUEM GALGA O ÁSPERO CUME
DE UM DESTINO ALEVANTADO.
QUEM VAI PENSATIVO E CHEIO
DE SUBLIME ASPIRAÇÃO,
LEVANDO DIANTE DOS OLHOS,
TODA NOITE, TODO DIA,
OU ALGUM SANTO TRABALHO
OU ENTÃO UM GRANDE AMOR."
Victor Hugo
7 de jan. de 2011
CALENDÁRIO ESCOLAR 2011: Aulas para alunos da zona urbana têm início no dia 14 de fevereiro
A renovação da matrícula dos alunos da rede pública de ensino do Acre acontecerá entre 10 a 14 de janeiro. Para efetivar a renovação, os pais de estudantes devem comparecer às escolas apresentando uma declaração ou histórico escolar comprovando o grau de escolaridade de seu filho, além de comprovante de endereço, cópia da certidão de nascimento ou RG. As aulas para alunos da zona urbana têm início no dia 14 de fevereiro.
CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMENTAR
Escola Plácido de Castro
IMAGEM DO DIA
O fotógrafo Dhárcules Pinheiro flagrou, nesta semana, o momento em que o caminhão carregado de toras quase virou na Via Verde.
Nota do Blog: Interessante notar, que o rapaz ainda está dando seta para a esquerda em plena faixa dupla.
Blog do Arquibaldo Antunes
Inflação oficial fecha 2010 com alta de 5,91%, maior nível em 6 anos Segundo o IBGE, 40% do total do IPCA do ano passado foi originado da inflação dos alimentos
Alessandra Saraiva, da Agência Estado
RIO - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2010 com uma taxa acumulada de 5,91%, a mais forte elevação para este indicador desde 2004, quando o índice subiu 7,6%. O indicador também ficou acima do centro da meta estipulada pelo Banco Central (BC) para o ano, de 4,5%. Em 2009, o IPCA subiu 4,31%. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado anual veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que iam de 5,84% a 5,93%, e acima da mediana, de 5,88%. O IPCA é o índice oficial utilizado pelo BC para cumprir o regime de metas de inflação, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
No resultado mensal, o indicador subiu 0,63% em dezembro de 2010, após avançar 0,83% em novembro. A taxa do mês passado ficou perto do teto do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções (0,56% a 0,65%), e acima da mediana, de 0,59%.
A perda de força na inflação do grupo alimentação e bebidas, que passou de 2,22% para 1,32% entre novembro e dezembro do ano passado, foi a principal causa para a desaceleração do IPCA no mesmo período. Segundo o instituto, produtos que haviam impactado novembro com altas expressivas tiveram resultados mais moderados no mês seguinte. No resultado anual, contudo, os alimentos foram os vilões da inflação.
No caso das carnes, a alta no preço deste tipo de produto passou de 10,67% em novembro para 2,25% em dezembro. O item refeição em restaurante foi a principal contribuição ao IPCA do mês passado. Os preços das refeições fora de casa subiram 1,98% em dezembro ante alta de 1,40% em novembro e contribuíram com 0,09 ponto porcentual na formação do IPCA do último mês de 2010.
No entanto, mesmo em menor ritmo de crescimento, o grupo alimentação e bebidas teve 0,31 ponto porcentual de contribuição, o que correspondeu a 49% do IPCA de dezembro.
Alimentos puxam inflação em 2010
O resultado anual veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que iam de 5,84% a 5,93%, e acima da mediana, de 5,88%. O IPCA é o índice oficial utilizado pelo BC para cumprir o regime de metas de inflação, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
No resultado mensal, o indicador subiu 0,63% em dezembro de 2010, após avançar 0,83% em novembro. A taxa do mês passado ficou perto do teto do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções (0,56% a 0,65%), e acima da mediana, de 0,59%.
A perda de força na inflação do grupo alimentação e bebidas, que passou de 2,22% para 1,32% entre novembro e dezembro do ano passado, foi a principal causa para a desaceleração do IPCA no mesmo período. Segundo o instituto, produtos que haviam impactado novembro com altas expressivas tiveram resultados mais moderados no mês seguinte. No resultado anual, contudo, os alimentos foram os vilões da inflação.
No caso das carnes, a alta no preço deste tipo de produto passou de 10,67% em novembro para 2,25% em dezembro. O item refeição em restaurante foi a principal contribuição ao IPCA do mês passado. Os preços das refeições fora de casa subiram 1,98% em dezembro ante alta de 1,40% em novembro e contribuíram com 0,09 ponto porcentual na formação do IPCA do último mês de 2010.
No entanto, mesmo em menor ritmo de crescimento, o grupo alimentação e bebidas teve 0,31 ponto porcentual de contribuição, o que correspondeu a 49% do IPCA de dezembro.
Alimentos puxam inflação em 2010
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6 de jan. de 2011
BRASIL RESTRINGE USO DE ARMA DE FOGO PELA POLÍCIA
Portaria tenta reduzir letalidade da atuação dos agentes de segurança e adequar as condutas aos tratados internacionais de direitos humanos
Agência Estado
Brasília - No primeiro dia de trabalho do novo governo, o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos editaram ontem uma portaria conjunta com diretrizes sobre uso da força e de armas de fogo, na tentativa de reduzir a alta letalidade das ações policiais no país. A intenção é adequar a atuação dos agentes de segurança aos tratados internacionais de defesa de direitos humanos.
Estatísticas policiais indicam que mais de 20% dos 35 mil homicídios ocorridos anualmente no Brasil derivam de confrontos de bandidos com a polícia, ou de balas perdidas resultantes dessas ações. As autoridades estimam que mais da metade das mortes poderiam ser evitadas com emprego de armas não letais e adoção de condutas operacionais voltadas para preservar a vida e minimizar danos à integridade das pessoas.
Publicada no Diário Oficial de ontem, a portaria estabelece que o uso da força deverá obedecer aos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade, moderação e conveniência. Os agentes de segurança pública não deverão disparar armas de fogo, exceto em casos de legítima defesa própria ou de terceiro, contra perigo iminente de morte ou lesão grave. O item 4 proíbe atirar numa pessoa em fuga e que esteja desarmada ou que, mesmo na posse de alguma arma, não represente risco imediato de morte ou de lesão grave a ninguém.
Atirar em veículo que tenta escapar de uma barreira, outra praxe nas ações policiais, também fica proibido, a não ser que o desrespeito ao bloqueio “represente risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes de segurança ou terceiros”, diz o texto. “Os chamados disparos de advertência não são considerados prática aceitável”, ainda segundo a portaria.
O ato de apontar arma de fogo contra pessoas durante as abordagens, também passa a ser exceção e deixa de ser prática rotineira e indiscriminada, como atualmente ocorre. A portaria também determina que todo agente policial passe a portar no mínimo duas armas não letais, ou “instrumentos de menor potencial ofensivo”, além de equipamentos de proteção pessoal, independente de portar ou não arma de fogo.
Para ganhar caráter nacional, as secretarias de segurança dos estados deverão editar atos normativos disciplinando o uso da força por seus agentes, de acordo com a portaria federal. Os órgãos de segurança estaduais deverão também criar comissões internas de controle e acompanhamento da letalidade, com o objetivo de monitorar o uso efetivo da força pelos seus agentes. Todo policial deverá preencher um relatório todas vez que disparar uma arma ou usar instrumento de menor potencial, que cause lesão ou morte.
EMBRAER PODE AMPLIAR FÁBRICA EM PORTUGAL
Primeira das duas fábricas que a Embraer está construindo deverá começar a operar no final deste ano e com capacidade total em 2012
Jair Rattner, da Agência Estado/Via EstadãoLISBOA - Mesmo antes de começar a produzir, a fábrica da Embraer em Évora, Portugal, poderá ser ampliada. No local, funciona a fábrica de materiais compósitos de fibra de carbono para a fuselagem e asas de avião. "Nos compósitos, está previsto um aumento nos investimentos", afirmou hoje o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), Basílio Horta, à Agência Estado.
Segundo Horta, a primeira das duas fábricas que a Embraer está construindo em Portugal - de estruturas metálicas para aviões - deverá começar a operar no final deste ano e com capacidade total em 2012. A medida antecipa os prazos inicialmente previstos, que apontavam início da produção para 2012 e capacidade total em 2013.
A construção das duas fábricas foi anunciada em junho de 2008, durante uma visita a Portugal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Elas representam um investimento total de 170 milhões de euros e vão contar com incentivos de 75 milhões de euros.
Segundo Horta, a primeira das duas fábricas que a Embraer está construindo em Portugal - de estruturas metálicas para aviões - deverá começar a operar no final deste ano e com capacidade total em 2012. A medida antecipa os prazos inicialmente previstos, que apontavam início da produção para 2012 e capacidade total em 2013.
A construção das duas fábricas foi anunciada em junho de 2008, durante uma visita a Portugal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Elas representam um investimento total de 170 milhões de euros e vão contar com incentivos de 75 milhões de euros.
Para as duas fábricas está prevista a criação de 570 postos de trabalho. As atividades de formação de pessoal para trabalhar nas fábricas já começaram. Trata-se de uma das regiões com maior índice de desemprego do país, o Alentejo. O objetivo do governo português é criar um cluster aeronáutico na região.
UMA BOA DICA - RECLAME AQUI
Quando um consumidor reclama de um produto de alguma empresa, essa empresa recebe um e-mail dessa queixa. E como a empresa preza por sua imagem, ela tende a ser eficiente na solução, que será aberta ao público. O que tem dado muito certo, já que 70% dos casos são resolvidos! E o tempo médio é de menos de uma semana, diferente do PROCON que tem a média em 120 dias.
RECLAME AQUI
5 de jan. de 2011
DILMA DEVE ANUNCIAR COMPRA DO RAFALE EM QUATRO MESES, DIZEM OS FRANCESES
Ministério da Defesa da França diz que manteve conversas com Jobim e Patriota e está confiante na conclusão do negócio
A decisão brasileira sobre a compra eventual de aviões de combate franceses Rafale deverá ser anunciada “em três ou quatro meses” pelo governo da nova presidente, Dilma Roussef. O prazo foi divulgado pelo Ministério da Defesa da França nesta quarta-feira, em Paris. Cabe a Dilma, agora, tomar a decisão sobre a aquisição de 36 caças, destinados a modernizar a Força Aérea Brasileira.
As autoridades francesas acreditam que as mudanças políticas no Brasil e as prioridades de orçamento da presidente não devem causar prejuízos ao Rafale, em relação a seus concorrentes. E esperam “boas notícias para o ano que chega”.
O ministro da Defesa, Alain Juppé, conversou sobre o assunto no sábado, em Brasília, com os titulares da Defesa, Nelson Jobim, e das Relações Exteriores, Antonio Patriota. “Acho que podemos ficar confiantes”, declarou ele na terça-feira, recusando-se, no entanto, a fazer anúncios de fatos “antes que sejam decididos”.
O Rafale da Dassault disputa a compra com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing e com o Gripen NG da sueca Saab, num negócio avaliado entre 4 e 7 bilhões de dólares.
Além disso, conversações sobre a venda do Rafale foram retomadas com Abu Dhabi, após o encontro de meados de dezembro, em Paris, entre o presidente Nicolas Sarkozy, o príncipe herdeiro, xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan, e o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos.
A França e os Emirados negociam desde 2008 a venda de 60 caças construídos pela Dassault.
As autoridades francesas acreditam que as mudanças políticas no Brasil e as prioridades de orçamento da presidente não devem causar prejuízos ao Rafale, em relação a seus concorrentes. E esperam “boas notícias para o ano que chega”.
O ministro da Defesa, Alain Juppé, conversou sobre o assunto no sábado, em Brasília, com os titulares da Defesa, Nelson Jobim, e das Relações Exteriores, Antonio Patriota. “Acho que podemos ficar confiantes”, declarou ele na terça-feira, recusando-se, no entanto, a fazer anúncios de fatos “antes que sejam decididos”.
O Rafale da Dassault disputa a compra com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing e com o Gripen NG da sueca Saab, num negócio avaliado entre 4 e 7 bilhões de dólares.
Além disso, conversações sobre a venda do Rafale foram retomadas com Abu Dhabi, após o encontro de meados de dezembro, em Paris, entre o presidente Nicolas Sarkozy, o príncipe herdeiro, xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan, e o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos.
A França e os Emirados negociam desde 2008 a venda de 60 caças construídos pela Dassault.
FONTE: Veja (Com agência France-Presse)
F. SALLES HOMENAGEIA O VEREADOR EDMAR RODRIGUES
O vereador EDMAR RODRIGUES, ( PMDB ) hoje presidente da Câmara Municipal de Tarauacá, vem realizando um ótimo trabalho como parlamentar, Edmar tem sempre procurado ajudar os mais humildes e carentes do Município. Em seu quinto mandato de vereador esteve sempre ao lado do povo e em busca de resolver as necessidades dessas pessoas, principalmente na área da saúde, Edmar não mede esforços para atender bem seus eleitores e quem precisa dele, O vereador também é policial civil e investigador, tem resolvido muitos problemas inclusive difíceis, Edmar Rodrigues é um guerreiro, um amigo do povo, um dos maiores atletas do Estado do Acre, foi considerado o melhor goleiro do Acre e várias vezes campeão Municipal e ainda Estadual com a Seleção de Futebol de Tarauacá. Tem o respeito de todos e é querido pela população, a prova é que ele já está em seu quinto mandato de vereador, e esta é a segunda vez que Edmar comanda a Câmara de vereadores como presidente.
Parabéns EDMAR RODRIGUES, pela competência, e feliz 2011 para você e sua familia.
AMOR INCONDICIONAL - UMA GRANDE HISTÓRIA
Há doze anos a notícia de uma doença incurável e degenerativa mudou totalmente a vida de um engenheiro de Curitiba. Para salvar o filho, ele deixou a profissão, fez dívidas e até aprendeu medicina. Tudo para conseguir o que parecia impossível
Esta matéria foi exibida no Via Legal em 11/03/2010
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4 de jan. de 2011
TRIBUTO AO PASSADO - TARAUACÁ HÁ 51 ANOS - CORETO, PARA QUÊ SERVE?
De cima para baixo da esquerda para a direita - Marília Menezes, Matilde Catão, Núbia Wanderley, Célia Menezes e Raimunda Lima Coelho
Não caro leitor, o coreto não serve para fazerem as necessidades fisiológicas nem muito menos tomar drogas ou bebidas alcoólicas. O coreto (leia) foi criado há muito tempo atrás para que as pessoas pudessem se manifestar politicamente e artisticamente. Apesar do nosso coreto não ter cobertura, ele é muito antigo. Essa foto foi tirada em 1959 após um desfile da futura professora Núbia Wanderley.
Ao lado foto de um coreto em Pirassununga. Como se encontra hoje o coreto tarauacaense.
O POVO AMA OS MILITARES
Lula entendeu o papel dos militares, os serviços prestados e, de certa forma, os prestigiou ao longo de seus mandatos.
Jornal do Brasil - Aristóteles Drummond
Os recentes acontecimentos no Rio de Janeiro trouxeram à tona a realidade de que o brasileiro entende, respeita e prestigia seus militares. Todos os que lidam com esta classe, que é numerosa, sabem que a norma é o respeito, a dignidade e a vocação para servir. Amparados em valores fundamentais para que uma nação se faça respeitar: austeridade, dignidade e compostura. A começar pelos seus próprios, que, mesmo sem verbas, estão sempre pintados e limpos. Nos oficiais e funcionários civis, a vestimenta é sempre correta, assim como a apresentação pessoal.
Os militares desenvolvem um papel importante no atendimento às populações ribeirinhas na região amazônica, por exemplo, em que tudo depende da Marinha ou da Aeronáutica. As fronteiras terrestres entregues ao Exército, que poderia ser mais bem aproveitado no combate ao contrabando de drogas e às invasões de nosso território por criminosos de países vizinhos. Mesmo nos grandes centros, não foram poucas as vezes em que foram às ruas para a preservação da ordem e do respeito.
O presidente Lula entendeu o papel dos militares, os serviços prestados e, de certa maneira, os prestigiou ao longo de seus dois mandatos. Barrou manobras revanchistas que certamente desaguariam em crise desgastante.
Agora, vamos precisar dos militares mais uma vez. Já são muitas as frentes de obras confiadas a regimentos de engenharia do Exército, como a Cuiabá–Santarém, talvez a mais importante estrada em pavimentação no Brasil atualmente. E, para atender a Copa de 14, certamente deveremos ter tropas treinadas para ajudar as polícias estaduais durante o período do evento. A mais, vamos ter de aprovar na ONU o aumento de nossa plataforma continental, onde temos direito assegurado, antes que aventureiros venham pescar em nossas águas profundas o nosso petróleo. E a Marinha do Brasil é a autora dos estudos, assim como foi do presidente Emílio Médici a coragem de fixar as 200 milhas e não dar ouvidos aos protestos de grandes nações.
O governo concluirá que a questão dos aeroportos passa pela Aeronáutica, que sempre atuou com competência nesta área. As coisas degringolaram depois que a Infraero passou à esfera civil e o DAC virou agência reguladora. E tudo isso com amplo respaldo popular, mas com os protestos dos recalcados de sempre, gente deformada intelectualmente. O Brasil, entretanto, é maior do que eles.
O regime militar, que tantos criticam, merece reparo pelo excesso de zelo do Marechal Castelo Branco, que afastou os militares da carreira política, criando uma série de obstáculos. Até então, o Parlamento brasileiro sempre contou com a presença de ilustres militares. Nos anos 50, por exemplo, o Rio de Janeiro, capital federal, chegou a ter três senadores militares – os generais Gilberto Marinho, que presidiu o senado e exerceu dois mandatos, Napoleão de Alencastro Guimarães e Caiado de Castro. Grandes deputados, como José Costa Cavalcanti, de Pernambuco, Menezes Cortes, Mendes de Morais e Amauri Kruel, do Rio. No antigo estado do Rio, a figura maior foi o Almirante Amaral Peixoto, mas também tiveram governadores, como os generais Macedo Soares e Paulo Torres. Logo, militar é uma coisa; ressentimento de gente que no passado errou, e errou feio, é outra.
Os militares desenvolvem um papel importante no atendimento às populações ribeirinhas na região amazônica, por exemplo, em que tudo depende da Marinha ou da Aeronáutica. As fronteiras terrestres entregues ao Exército, que poderia ser mais bem aproveitado no combate ao contrabando de drogas e às invasões de nosso território por criminosos de países vizinhos. Mesmo nos grandes centros, não foram poucas as vezes em que foram às ruas para a preservação da ordem e do respeito.
O presidente Lula entendeu o papel dos militares, os serviços prestados e, de certa maneira, os prestigiou ao longo de seus dois mandatos. Barrou manobras revanchistas que certamente desaguariam em crise desgastante.
Agora, vamos precisar dos militares mais uma vez. Já são muitas as frentes de obras confiadas a regimentos de engenharia do Exército, como a Cuiabá–Santarém, talvez a mais importante estrada em pavimentação no Brasil atualmente. E, para atender a Copa de 14, certamente deveremos ter tropas treinadas para ajudar as polícias estaduais durante o período do evento. A mais, vamos ter de aprovar na ONU o aumento de nossa plataforma continental, onde temos direito assegurado, antes que aventureiros venham pescar em nossas águas profundas o nosso petróleo. E a Marinha do Brasil é a autora dos estudos, assim como foi do presidente Emílio Médici a coragem de fixar as 200 milhas e não dar ouvidos aos protestos de grandes nações.
O governo concluirá que a questão dos aeroportos passa pela Aeronáutica, que sempre atuou com competência nesta área. As coisas degringolaram depois que a Infraero passou à esfera civil e o DAC virou agência reguladora. E tudo isso com amplo respaldo popular, mas com os protestos dos recalcados de sempre, gente deformada intelectualmente. O Brasil, entretanto, é maior do que eles.
O regime militar, que tantos criticam, merece reparo pelo excesso de zelo do Marechal Castelo Branco, que afastou os militares da carreira política, criando uma série de obstáculos. Até então, o Parlamento brasileiro sempre contou com a presença de ilustres militares. Nos anos 50, por exemplo, o Rio de Janeiro, capital federal, chegou a ter três senadores militares – os generais Gilberto Marinho, que presidiu o senado e exerceu dois mandatos, Napoleão de Alencastro Guimarães e Caiado de Castro. Grandes deputados, como José Costa Cavalcanti, de Pernambuco, Menezes Cortes, Mendes de Morais e Amauri Kruel, do Rio. No antigo estado do Rio, a figura maior foi o Almirante Amaral Peixoto, mas também tiveram governadores, como os generais Macedo Soares e Paulo Torres. Logo, militar é uma coisa; ressentimento de gente que no passado errou, e errou feio, é outra.
Aristóteles Drummond é jornalista
3 de jan. de 2011
É MESMO?
Fábula Zen
Uma linda garota da vila ficou grávida. Seus pais, encolerizados, exigiram saber quem era o pai. Inicialmente resistente a confessar, a ansiosa e embaraçada menina finalmente acusou Hakuin, o mestre Zen o qual todos da vila reverenciavam profundamente por viver uma vida digna. Quando os insultados pais confrontaram Hakuin com a acusação de sua filha, ele simplesmente disse:
“É mesmo?”
Quando a criança nasceu, os pais a levaram para Hakuin, o qual agora era visto como um pária por todos da região. Eles exigiram que ele tomasse conta da criança, uma vez que essa era sua responsabilidade.
“É mesmo?” Hakuin disse calmamente enquanto aceitava a criança.
Por muitos meses ele cuidou carinhosamente da criança até o dia em que a menina não agüentou mais sustentar a mentira e confessou que o pai verdadeiro era um jovem da vila que ela estava tentando proteger.
Os pais imediatamente foram a Hakuin, constrangidos, para ver se ele poderia devolver a guarda do bebê. Com profusas desculpas eles explicaram o que tinha acontecido.
“É mesmo?” disse Hakuin enquanto devolvia a criança.
2 de jan. de 2011
VALDICÉLIO LIMA, O MAIS NOVO EMPRESÁRIO DE TARAUACÁ
Bubu e seu staff
Você não deve estar ligando o nome à pessoa, mas esse é o Bubu, o mais novo empresário do ramo farmacêutico em Tarauacá.
Bubu tem larga experiência no ramo de remédios. O novo empresário confidenciou-me que seu grande diferencial das outras drogarias será o preço.
Neire Moura será a gerente
“Não quero ser apenas mais um”, Afirmou o novo empresário.
Ao final foi servido um pequeno coquetel.
1 de jan. de 2011
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