4 de mai. de 2020

Descoberta de como Sars-CoV-2 se camufla ajuda na busca por vacina


Pesquisadores desvendaram como uma camada de açúcares na superfície do vírus pode enganar nosso sistema imunológico e, agora, querem ajudar a deter esse mecanismo

Mapeamento baseado em estrutura de glicanos ligados nas proteínas spike do vírus SARS-CoV-2 (Foto: Reprodução)

Revista Galileu - Uma pesquisa liderada pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, revelou as características básicas do Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19. Os pesquisadores produziram o primeiro modelo da proteína spike, que mostra como o microrganismo consegue se disfarçar para entrar em células humanas sem ser detectado. As descobertas podem fornecer informações importantes para cientistas desenvolverem uma vacina.

O novo coronavírus tem um grande número de proteínas saindo de sua superfície, que são usadas para se conectar e penetrar nossas células. Em geral, estão disfarçadas com picos revestidos por açúcares, conhecidos como glicanos, que ajudam o vírus a escapar do sistema imunológico humano.

A equipe de pesquisa, liderada pelo professor Max Crispin, estudou e mapeou a estrutura desses glicanos. "Ao revestir-se de açúcares, os vírus são como um lobo em pele de cordeiro", explicou Crispin, em nota. "Mas uma das principais conclusões do nosso estudo é que, apesar da quantidade de açúcar, o novo coronavírus não é tão altamente protegido como outros vírus".

Vírus como o HIV, por exemplo, permanecem em um hospedeiro e precisam fugir do sistema imunológico constantemente. Por isso, possuem uma camada muito densa de glicanos, que servem como escudo contra a nossa imunidade. Já no caso do Sars-CoV-2, a menor densidade de glicano significa que há menos obstáculos para o sistema imunológico neutralizar o vírus com anticorpos. "Isso é muito encorajador para o desenvolvimento da vacina", afirma o cientista.

O estudo foi divulgado na plataforma BioRxiv, no final de março. O próximo passo do grupo é trabalhar com parceiros que desenvolvam vacinas candidatas. A avaliação dos glicanos nas substâncias capazes de induzir uma resposta imunológica determinará o quanto eles imitam um pico viral. Isso também ajudará a entender a resposta imunológica das vacinas.

Presidente Bolsonaro nomeia Rolando Alexandre de Souza, para exercer o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal do Ministério da Justiça e Segurança Pública



Em resolução aprovada ontem, o PT prega abertamente não apenas derrubar o Presidente @JairBolsonaro , mas também RASGAR A CF e IMPEDIR seu vice de assumir


Da Série: Monarquia - 04/05/2020

Manifestações Pró Bolsonaro continuam em Brasília e em outros estados do Brasil





3 de mai. de 2020

China encobriu coronavírus para estocar suprimentos médicos, revelam documentos da inteligência americana



Guilherme L. Campos - Autoridades americanas de inteligência acreditam que a China encobriu a extensão do surto de coronavírus, incluindo informações sobre o potencial de contágio, para estocar suprimentos médicos necessários para uso interno, mostram documentos da inteligência norte-americana obtidos pela agência internacional de notícias Associated Press.


Os líderes chineses “ocultaram intencionalmente a severidade” da pandemia do mundo no início de janeiro, de acordo com um relatório de quatro páginas do Departamento de Segurança Interna dos EUA datado de 1º de maio e obtido pela AP. A revelação ocorre no mesmo instante em que o governo Trump intensifica suas críticas contra a China, com o Secretário de Estado Mike Pompeo dizendo no domingo (3) que a China foi a responsável pela propagação da doença e deve ser responsabilizada.

Segundo revelou a Associated Press, os documentos mostram que apesar de minimizar a gravidade do coronavírus, a China aumentou as importações e diminuiu as exportações de suprimentos médicos.

O relatório também diz que a China não informou a Organização Mundial de Saúde  durante grande parte de janeiro para que pudessem nesse meio tempo comprar suprimentos médicos do exterior. As importações de máscaras faciais, aventais cirúrgicos e luvas aumentaram acentuadamente, de acordo com o relatório americano.

Harmonia e independência dos poderes?



Ives Gandra Martins - Aos 85 anos e mantendo amizade e admiração com e por grande parcela dos juristas brasileiros e muitos estrangeiros, de todas as colorações ideológicas, é sempre com constrangimento que, no dever que me imponho de cidadão, sinto-me na obrigação de expor opinião contrária àqueles expoentes do direito, que, sendo amigos, encontram-se em funções públicas.

Ao ler a Constituição, cujos trabalhos acompanhei de perto, participando de audiências públicas, oferecendo textos, alguns aprovados pela Constituinte e, informalmente, assessorando alguns constituintes, não consigo encontrar nenhum dispositivo que justifique a um ministro da Suprema Corte impedir a posse de um agente do Poder Executivo, por mera acusação de um ex-participante do governo, sem que houvesse qualquer condenação ou processo judicial a justificar. A simples suspeita de que foi escolhido por ser amigo do Presidente da República e poder influenciar procedimentos administrativos levantados por um desafeto do primeiro mandatário não justifica, constitucionalmente, a invasão de competência de um poder em outro.

Se meras suspeitas servirem, a partir de agora, o Poder Judiciário estará revestido de um poder político que não tem, constitucionalmente, de dizer quem poderá ou não ser nomeado de acordo com a visão do magistrado de plantão, mesmo que não haja qualquer condenação ou processo judicial em relação àquele pelo Executivo escolhido.

A partir da decisão do grande constitucionalista Alexandre de Moraes, a quem admiro, com quem tenho livros escritos, somos confrades em academias jurídicas e participamos de bancas de doutoramento juntos, qualquer magistrado de qualquer comarca do Brasil poderá adotar o mesmo critério e por acusações, fundadas ou infundadas, não examinadas pelo Poder Judiciário, em processos com o direito inviolável à ampla defesa, impedir nomeações que são de exclusiva atribuição constitucional do chefe do executivo de qualquer município, estado ou da própria União.

Não entro no mérito de quem tem razão (Bolsonaro ou Moro), mas no perigo que tal decisão traz à harmonia e independência dos poderes (artigo 2º da CF), a possibilidade de uma decisão ser desobedecida pelo Legislativo que deve zelar por sua competência normativa (artigo 49, inciso XI) ou de ser levada a questão — o que ninguém desejaria, mas está na Constituição — às Forças Armadas, para que reponham a lei e a ordem, como está determinado no artigo 142 da Lei Suprema.

A insegurança jurídica enorme que o Poder Judiciário traz sempre que foge à sua competência técnica para ingressar na política, além de levar todo o partido derrotado nas urnas ou nas votações do Congresso pretender suprir seu fracasso representativo recorrendo ao Supremo Tribunal Federal para que este, politicamente, lhe dê a vitória não obtida no exercício de sua função eleitoral.

Não sem razão, temos visto as sessões técnicas de antigamente — quando sustentei pela primeira vez perante o STF, em 1962 ou 63, dois dos atuais ministros não tinham nascido — serem substituídas por seções em que muitas divergências ministeriais são respingadas por ofensas mais pertinentes às discussões legislativas.

Se as suspeitas do ex-ministro são verdadeiras, que haja o devido processo legal com o DIREITO A AMPLA DEFESA, com o que, havendo comprovação, não só a posse não pode ocorrer, mas como se deve punir o culpado, se algum delito foi cometido.

A minha irrestrita admiração de velho professor de Direito Constitucional ao Pretório Excelso e aos onze ministros que o integram, não poderia, todavia, afastar a obrigação, como mero cidadão, de externar meu desconforto em ver a Suprema Corte exercendo funções executivas e invadindo competências alheias, que entendo não ter, e gerando insegurança jurídica e não a estabilidade e a certeza no direito que toda a nação deseja.

EUA dizem que há provas de que covid-19 veio de laboratório chinês


Secretário de Estado, Mike Pompeo, disse que existem 'enormes evidências' que sustentam acusação e criticou China por esconder informações

Pompeo diz que há evidências da origem do coronavírus/Andrew Harnik/Pool via REUTERS

Segundo o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, existe uma “enorme evidência” de que o coronavírus veio de um laboratório em Wuhan, na China, e berço da doença e que Pequim sabia, mas se recusou a dar acesso para outros cientistas internacionais para descobrir o que aconteceu.

“Essa não é a primeira vez que nós temos o mundo exposto a vírus que resultam de falhas em laboratórios chineses”, disse Pompeo ao programa This Week, da emissora ABC.

Apesar disso, o secretário não afirmou que o vírus foi feito pelo homem, já que ele concordou com um relatório do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional que mostra que não houve mudança genética ou que a doença foi fabricada. Pompeo também não respondeu se a China espalhou o vírus intencionalmente.

Três meses depois do anúncio da doença ainda não se sabe qual a origem e a causa da covid-19. A teoria mais aceita é a de que o vírus, de origem animal, teria vindo de um mercado na cidade de Wuhan, mas não se sabe qual animal é o responsável pela infecção. A dúvida gerou tensão entre os Estados Unidos e a China, e o presidente Donald Trump já culpou o país asiático pela pandemia.

Críticas à China e OMS
O presidente americano vem tecendo comentários racistas e campanhas contra a China desde o começo da crise, e na semana passada disse pelo Twitter que algumas emissoras norte-americanas trabalhavam como “fantoches chineses”.

“A China se comportou como regimes autoritários fazem, tentou esconder, mascarar e confundir”, disse Pompeo. “Eles empregaram a Organização Mundial da Saúde para fazer o mesmo”.

O governo de Trump também vem criticando a gestão da OMS e o trabalho do órgão no gerenciamento da pandemia do coronavírus e suspendeu o financiamento.

Os EUA eram o maior financiador individual da OMS há anos e o dinheiro estava sendo usado para enviar equipamentos de segurança para outros países e financiar a pesquisa por uma vacina contra a covid-19.

Falta de acesso à informação
Pompeo terminou criticando a China por bloquear o acesso de cientistas e especialistas internacionais às informações que eles têm sobre o vírus e amostras paras as pesquisas.

“Essa é uma ameaça ativa, uma pandemia que está acontecendo agora”, disse. “O Partido Comunista Chinês continua bloqueando o acesso do mundo ocidental, que tem os melhores cientistas do mundo, de descobrir exatamente o que está acontecendo”.

O homem e o rato

2 de mai. de 2020

02 de maio, Dia Nacional do Ex-combatente



Yam Wanders - O Dia Nacional do Ex-combatente foi criado por meio da Lei nº 5.315, de 12 de setembro de 1967, regulamentando o art. 178 da Constituição, que dispõe sobre os ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial.

É considerado ex-combatente todo aquele que tenha participado efetivamente de operações bélicas, na Segunda Guerra Mundial, como integrante da Força do Exército, da força Expedicionária Brasileira, da força Aérea Brasileira, da Marinha de Guerra e da Marinha Mercante, e que, no caso de militar, haja sido licenciado do serviço ativo e com isso retornado à vida civil definitivamente.



Canção do Expedicionário

Música do maestro Spartaco Rossi e poema de Guilherme de Almeida. São versos que retratam os valores do homem brasileiro que vai lutar, levando no coração a saudade da Pátria. Guilherme de Almeida aproveita nomes e versos de canções e expressões de uso corrente nessa genial criação. Uma canção militar de inspiração inusitada. Quando ia ser impressa, o maestro Spartaco Rossi mandou um pedido aos irmãos Vitale, para que o primoroso poema de Guilherme de Almeida fosse publicado na íntegra.


Letra: Guilherme de Almeida

Música: Spartaco Rossi

Video via Exército Brasileiro

Bolsonaro lidera corrida para eleições de 2022, diz pesquisa


Presidente vence em três cenários estimulados simulados pelos pesquisadores, ficando a frente de nomes como Lula, Moro e Amoêdo

 O presidente Jair Bolsonaro/Marcos Corrêa/PR - 30.04.2020

O presidente Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto para as eleições presidenciais de 2022, segundo uma pesquisa divulgada neste sábado (2) pelo instituto Paraná Pesquisas.

Bolsonaro fica a frente de nomes como o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, do PT, de governadores como João Doria (PSDB), de São Paulo, e Wilson Witzel (PSC), do Rio, além do ex-ministro da Segurança, Sergio Moro. 

A pesquisa foi realizada em todos os estados do país entre os dias 27 e 29 de abril. Foram ouvidas 2.006 pessoas. A margem de confiança é de 95%, e a margem de erro de aproximadamente 2% para mais ou para menos.

Bolsonaro critica isolamento social em visita a cidade em Goiás

No primeiro cenário, Bolsonaro teria 27% das intenções contra 18,1% de Moro. No segundo, considerando uma hipotética candidatura de Lula, que hoje não poderia concorrer em razão de condenações na Justiça, o presidente teria 26,3% dos votos contra 23,1% do petista.

E na terceira situação, Bolsonaro obteria o maior percentual de votos, 29,1%, a frente de nomes como Haddad (15,4%), Ciro Gomes (11,1%), Luciano Huck (8,1%) e do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (6,8%).

FAB leva 452 mil EPI’s e 1.080 litros de álcool em gel para Manaus


Luiz Padilha - Dois aviões KC-390 Millennium da FAB (Força Aérea Brasileira) realizam, neste sábado (02), o transporte para Manaus (AM) de cerca de 452 mil equipamentos de proteção Individual (EPI), sendo 300 mil unidades de máscaras cirúrgicas, 17 mil unidades de máscaras N95, 130 mil unidades de luvas, 4.080 óculos e 1.300 aventais, além de 1.080 litros de álcool em gel.


A missão foi designada pelo Ministério da Defesa em ação coordenada com o Ministério da Saúde e faz parte da Operação Covid-19.

A primeira aeronave KC-390 tem a previsão de chegada na base aérea de Manaus às 14h40 (horário de Brasília) e o segundo KC-390 tem previsão de pouso às 15h10 (horário de Brasília).


A aeronave

O Embraer KC-390 Millennium é o maior avião militar desenvolvido e fabricado no Hemisfério Sul e tem capacidade de realizar missões de transporte aéreo logístico, reabastecimento em voo (REVO), evacuação aeromédica, busca e salvamento, ajuda humanitária e combate a incêndio, dentre outras. O KC-390 foi desenvolvido para atender os requisitos operacionais da FAB, provendo mobilidade estratégica às Forças de Defesa do Brasil.

FONTE: R7
FOTOS: FAB

Doria tenta tirar Guedes do governo

Polícia Federal lavrou o flagrante, em (30/4), de duas pessoas por realizarem saques indevidos do Auxílio Emergencial do Governo Federal, na quantia de mais R$ 96 mil


Novos casos de coronavírus na Coreia do Sul permanece abaixo de 10, sem novas infecções locais nacional


Um recruta do exército desinfeta uma sala de aula em uma escola primária na cidade de Daegu, no sudeste do país, em 1º de maio de 2020, como parte dos esforços para prevenir infecções por coronavírus entre crianças. O país está se preparando para a reabertura física das escolas após semanas de aprendizado online devido à pandemia COVID-19. (Yonhap)

SEUL, 2 de maio (Yonhap) - A Coreia do Sul registrou menos de 10 novas infecções diárias por coronavírus pelo quarto dia consecutivo no sábado, dando luz verde para o plano do país de afrouxar as diretrizes de distanciamento social nos próximos dias.

As seis novas infecções diárias aumentaram o número total de casos para 10.780, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KCDC). O número diário atingiu o pico em 29 de fevereiro, às 9:09.

Com sinais claros de desaceleração no número de pessoas infectadas localmente, a Coreia do Sul está vigilantemente protegendo contra casos importados.

Todos os novos casos anunciados no sábado foram importados, elevando o número total de casos desse tipo para 1.081. Mais de 90% dos pacientes dos casos importados eram sul-coreanos.

Nas últimas duas semanas, os casos importados representaram quase 70% das novas infecções.

Trabalhadores pulverizam desinfetante em assentos no Jamsil Baseball Stadium em Seul em 1 de maio de 2020, quatro dias antes da abertura da temporada de beisebol. A temporada será realizada sem espectadores em um esforço para conter a pandemia de coronavírus. (Yonhap)

De 24 a 30 de abril, as autoridades de saúde disseram que uma média diária de 2.663 cidadãos sul-coreanos entrou no país. Aqueles entre 20 e 30 anos representaram 36% do total.

O número médio de estrangeiros que visitam a Coreia do Sul diariamente chegou a cerca de 750 no período.

As autoridades de saúde, no entanto, ainda pedem que as pessoas cumpram as diretrizes de distanciamento social durante o feriado que vai até terça-feira.

As infecções em massa representam mais de 80% dos casos de COVID-19 aqui.

O número de mortos pelo vírus aumentou de 2 para 250.

A taxa global de fatalidades chegou a 2,32%. O número, no entanto, chegou a 24,7% para pacientes na faixa dos 80 anos ou mais.

No total, 9.123 pessoas na Coreia do Sul se recuperaram do vírus, um aumento de 51 em um dia antes.

Daegu, a região mais atingida pelo vírus do país, localizada a 300 quilômetros a sudeste de Seul, não adicionou novos casos. A cidade é responsável por 64% do total de casos de COVID-19 do país.

As autoridades de saúde realizaram testes em 627.562 pessoas desde 3 de janeiro, incluindo 4.493 exames de um dia antes. O país reportou seu primeiro caso COVID-19 em 20 de janeiro.

O país concluiu testes em 6.544 pessoas, incluindo equipe médica de hospitais da região metropolitana de Seul. Todos deram negativo para o vírus.

Em relação à aprovação emergencial da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA sobre o uso do Remdesivir, um medicamento para o vírus ebola, para tratar o novo coronavírus, a Coreia do Sul disse que ainda está monitorando de perto os testes clínicos em andamento.

"A Coreia do Sul também está realizando testes clínicos (em Remdesivir)", disse o vice-diretor do KCDC, Kwon Jun-wook. "As autoridades de saúde estão trabalhando em estreita colaboração com órgãos relacionados para acompanhar os testes, enquanto se preparam para importar prontamente a droga em caso de contingências."

"Embora haja controvérsias entre especialistas, ainda é significativo que uma agência americana de reputada, como a FDA, tenha concedido aprovação de emergência", acrescentou Kwon.

O número de casos de recaída chegou a 335 a partir de sábado.

A Coreia do Sul planeja manter seu esquema de distribuição facilitado no fornecimento público de máscaras de proteção lançado suscitado esta semana, permitindo que as pessoas comprem três máscaras por semana, em comparação com as duas anteriores.

A Coreia do Sul planeja afrouxar o mandato de distanciamento social do país após as férias se os números permanecerem fixos até terça-feira.

O país planeja anunciar no domingo se passará para o que chama de "quarentena da vida cotidiana", o que significa que escolas e locais de trabalho podem voltar à rotina normal com algumas medidas de precaução anexadas.

As autoridades de saúde, no entanto, dizem que, mesmo que o país decida aliviar seu impulso de distanciamento social, isso não significa necessariamente que a Coreia do Sul tenha vencido a pandemia do COVID-19.

Uma segunda onda de infecções pode atingir o país com força novamente no final deste ano, acrescentaram.

"Embora o número de novos pacientes esteja diminuindo, estamos preocupados que ainda existam alguns pacientes cujas rotas de infecção não são identificadas", disse um funcionário do Ministério da Saúde durante um briefing diário, alertando que outra infecção por conglomerados pode acontecer a qualquer momento.

"Pedimos aos sul-coreanos atualmente de férias que sigam as diretrizes de distanciamento social e usem máscaras de proteção", acrescentou o funcionário.

O país também planeja reforçar os esforços para proteger as pessoas vulneráveis do vírus, com medidas que incluem o adiamento da repressão contra trabalhadores migrantes estrangeiros não documentados.

A Coreia do Sul acrescentou que está trabalhando atualmente para remover informações de comunicados de imprensa distribuídos desde o início da pandemia que poderia violar a privacidade dos pacientes.

colin@yna.co.kr

Acordo entre Boeing e Embraer proibia desistência em caso de pandemia



Reuters - O acordo da Boeing (BA) para comprar a unidade de jatos comerciais da Embraer (EMBR3) por 4,2 bilhões e dólares incluía uma cláusula que proibia as partes de desistir do negócio por causa de uma pandemia ou recessão global, segundo documento visto pela Reuters.

Enquanto o setor de aviação enfrenta a pior crise em gerações devido à pandemia do coronavírus, analistas agora dizem que o contrato deixou a Boeing numa encruzilhada uma vez que as condições financeiras pioraram globalmente, pressionando-a a encontrar uma saída diferente no negócio. A Boeing diz que desistiu porque a Embraer não cumpriu certas condições.

Potenciais quebras de acordo são frequentemente descritas em contratos como eventos adversos relevantes. Mas Boeing e Embraer fizeram uma lista no contrato assinado em janeiro de 2019, revisado pela Reuters, de 10 condições que não se qualificariam como o tipo de eventos adversos relevantes que poderiam ser um pretexto para cancelar o acordo. Uma pandemia e mudanças na economia global estavam entre elas.

Na quarta-feira, a S&P cortou o rating de crédito da Boeing para apenas um nível acima do grau especulativo. Enquanto isso, a fabricante de aviões dos EUA anunciou que demitiria 16 mil pessoas – quase o número total de empregados da Embraer – e que já havia sacado toda a sua linha de crédito e estava trabalhando numa oferta de títulos de dívida.

“Seremos uma empresa menor por um tempo”, disse o presidente-executivo da Boeing, David Calhoun, na quarta-feira, após a fabricante de aviões divulgar resultados trimestrais.

Porém, apenas alguns dias antes, ao cancelar o acordo com a Embraer, a Boeing não mencionou condições adversas na empresa ou na economia. Em vez disso, afirmou que seu ex-parceiro “falhou em satisfazer uma série de condições importantes no contrato”.

A Boeing não divulgou publicamente quais eram essas condições, mas fontes disseram à Reuters no fim de semana que a empresa levantou objeções sobre financiamento e questões legais.

A Embraer diz que cumpriu todas as condições e levou a Boeing à arbitragem.
O contrato diz que a Boeing poderia ter renunciado a qualquer condição não atendida pela Embraer, mas a empresa dos EUA decidiu não fazê-lo e cancelou o acordo.

Embraer e Boeing se recusaram a comentar sobre o contrato.

“A Boeing não podia sustentar esse acordo e encontrou uma forma de se livrar de sua obrigação”, disse Scott Hamilton, consultor de aviação da Leeham Company. “Eles apenas tiveram que encontrar uma forma de sair do acordo e reter esses 4 bilhões”.

Segundo o contrato, a Boeing assumiria a unidade de aviação comercial da Embraer, pagando 4,21 bilhões de dólares por uma fatia de 80%. Na época, a demanda por jatos estava subindo e a Embraer estava sentindo o aperto de lutar como fabricante de aviões independente contra os titãs Boeing e Airbus.

A crise do coronavírus piorou em março e a Boeing começou a discutir abertamente obter alguma assistência do governo dos EUA, enquanto se aproximava de fechar o acordo com a Embraer. Vários países haviam concedido aprovações antitruste e a Embraer havia terminado de montar sua unidade de aviação comercial, além e construir uma nova sede para após a compra pela Boeing.

Além de “epidemias ou pandemias”, mudanças na economia mundial, guerras e desastres naturais também foram barrados como razões para cancelar o acordo.

O valor de mercado da Embraer caiu mais de dois terços, para um bilhão de dólares durante a crise, levando os analistas a começar a temer a possibilidade de o negócio desmoronar ou pelo menos ser renegociado.

“Normalmente, a Boeing teria reavaliado o acordo”, afirmou Hamilton.

Mas o contrato proibiu a Boeing de se afastar devido a “qualquer alteração no preço de mercado” das ações da Embraer. Outras condições que não permitiriam que a Boeing se afastasse incluíam se os ratings de crédito da Embraer fossem rebaixados ou se suas previsões de receita ou lucro não se cumprissem.

Não está claro quem pediu que um contrato tão restritivo.

Trabalhadores descobrem terceira bomba não detonada em canteiro de obras de aeroporto em Okinawa


Os trabalhadores descobriram uma terceira bomba não detonada provavelmente lançada pelas forças americanas durante a Segunda Guerra Mundial no aeroporto de Naha em Okinawa, quarta-feira, 29 de abril de 2020.
CITY OF NAHA

MATTHEW M. BURKE E AYA ICHIHASHI/CAMP FOSTER, OKINAWA - Uma terceira bomba não detonada provavelmente lançada pelas forças americanas durante a Segunda Guerra Mundial foi descoberta no aeroporto de Naha, provocando o fechamento das pistas pela segunda vez, disseram autoridades japonesas nesta semana.

O explosivo de 550 quilos, como os dois descobertos anteriormente, mediu 4 metros de comprimento por cerca de um metro de diâmetro, disse um porta-voz do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão em Naha nesta quinta-feira. Ela foi descoberta por equipes de trabalhadores da construção às 2:10 da manhã de quarta-feira perto da pista nº 1 do aeroporto.

A bomba foi desenterrada a menos de 30 metros das duas anteriores, disse um porta-voz da cidade de Naha.

Uma placa de proteção foi colocada sobre o artefato pela cidade de Naha por volta das 6h de quarta-feira, antes dos voos programados para esse dia, disse o porta-voz do ministério. A pista nº 1 foi fechada pendente de eliminação pela Força terrestre de autodefesa do Japão, mas nenhum voo foi atrasado ou cancelado como resultado. O Aeroporto de Naha tem duas pistas.

A pista nº 1 foi fechada pela última vez em 17 de abril depois que a primeira bomba foi descoberta, disseram autoridades na época. Uma segunda bomba foi descoberta em 23 de abril enquanto os preparativos estavam sendo feitos para desarmar a primeira.

Ambas as bombas foram desarmadas no domingo, disse o porta-voz da cidade de Naha. A pista nº 1 foi reaberta na segunda-feira.

As autoridades ainda não estabeleceram uma data para desarmar a bomba descoberta mais recentemente, disse o funcionário da cidade. Eles estão coordenando com o JGSDF e a polícia e vão "fazer acontecer o mais rápido possível".

"Não é tão raro encontrar um conjunto de bombas em uma área tão próxima como esta, mas não fizemos uma descoberta semelhante [na cidade] por cerca de dois anos", disse o funcionário da cidade. "Existe a possibilidade de vermos mais bombas como esta até que a construção da estrada seja concluída pela pista."

Alguns governantes descobrem terceira bomba não detonada no canteiro de obras do aeroporto em Okinawa

A 15ª Brigada JGSDF descarta aproximadamente 600 bombas anualmente, de acordo com seu site.

Desde 22 de abril foram descartadas 38.064 bombas.

Calendário da 2ª parcela do auxílio emergencial sai na próxima semana


A informação é do presidente da Caixa, Pedro Guimarães


Luciano Nascimento - O calendário para o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 sai na próxima semana. A informação foi dada hoje (1º) pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, durante videoconferência para apresentar balanço do pagamento da primeira parcela.

A previsão inicial era de que a segunda leva de pagamentos começasse a ser paga na última segunda-feira (27) para os inscritos no Cadastro Único e os cadastrados por meio do aplicativo e do site do programa. Mas o Ministério da Cidadania soltou uma nota afirmando que a divulgação do calendário deve ocorrer agora em maio.

Segundo Guimarães, o banco ainda está fechando o detalhamento dos pagamentos da primeira parcela e fechará o calendário após reunião com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e aprovação do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Pagamento em dias diferentes
De acordo com o presidente da Caixa, o pagamento da segunda parcela ocorrerá em dias distintos dos dias para o pagamento do Bolsa Família. A medida visa evitar aglomerações nas agências bancárias.

“O segundo pagamento levará em conta tudo o que esta acontecendo agora. De uma maneira muito clara: não há condição de misturar o pagamento do Bolsa Família com o das contas digitais. Passamos este mês montando a base de dados”, disse Guimarães. “Na semana que vem, vamos publicar o calendário do segundo pagamento e ele vai ser muito mais simples porque já temos uma base de dados de 50 milhões de pessoas”, acrescentou.

Até o momento, cerca de 50,1 milhões de pessoas foram aprovadas para receber o auxílio. Desse total, 19,2 milhões são beneficiários do Bolsa Família; 10,5 milhões estão inscritos no Cadastro Único e 20,3 milhões são formados por trabalhadores informais, micro empreendedores individuais (MEI's) e contribuintes individuais. Outras 12,4 milhões estão com o cadastro inconclusivo.

Problemas
Durante a coletiva, o presidente da Caixa disse que o pagamento da primeira parcela teve problemas devido ao banco ainda não ter informações mais precisas sobre o perfil de quem pediu o benefício. Guimarães disse ainda que um terço das pessoas não tinha acesso a conta em banco.

“Todos os que já receberam vão receber de novo e agora já sabemos quem é Bolsa Família, Cadastro Único e informais, estes últimos vão receber de acordo com a data de nascimento”, disse.

Medidas contra aglomerações
Questionado sobre as medidas tomadas para evitar aglomerações, Guimarães disse que o banco está adquirindo mais equipamentos de proteção individual para os empregados, como máscaras (560 mil), protetores faciais (11 mil) e 600 mil litros de álcool em gel. Também estão sendo contratados mais três mil seguranças para ajudar no controle de filas e 500 recepcionistas. Cinco caminhões da Caixa também vão ajudar no atendimento, especialmente em cidades das regiões com maior dificuldade.

“Teremos conversas com as prefeituras porque é fundamental, a gente precisa de ajuda das prefeituras não tem a menor dúvida disso”, disse. Vamos ter o máximo possível de cuidado na separação entre as pessoas, redução ao máximo desses dias de pagamentos para que não tenhamos no mesmo dia dois pagamentos [de benefícios] de pessoas carentes”, afirmou Guimarães.

Agências abrem hoje (2)
Guimarães lembrou que as agências da Caixa Econômica Federal ficarão abertas neste sábado (2), das 8h às 14h, exclusivamente para tirar dúvidas de beneficiários do auxílio emergencial nascidos de janeiro a outubro e fazer o pagamento dos que, nesse grupo, desejam receber o crédito em dinheiro.

Pelo calendário inicial informado pelo banco, nascidos em setembro e outubro receberiam o benefício a partir de segunda-feira (4), mas com a abertura das agências esse pagamento será antecipado. No dia 5 de maio será a vez de pessoas que querem receber a ajuda em espécie e fazem aniversário em novembro e dezembro.

1 de mai. de 2020

Brasil foi convidado pela OCDE para coordenar grupo de recuperação econômica



Bruna de Pieri - A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) convidou o Brasil para coordenar o grupo de recuperação econômica do pós-vírus chinês.

A afirmação foi feita nesta quarta-feira (29)  pelos ministros da Economia, Paulo Guedes e da Casa Civil, Braga Netto, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

“A OCDE solicitou que o Brasil fosse o líder do grupo que trata das medidas de recuperação no combate ao coronavírus e no pós-coronavírus. A OCDE está usando o Brasil como um exemplo”, contou Braga Netto.

Para Paulo Guedes, o convite é fruto do reconhecimento das medidas que a equipe econômica brasileira vem tomando para proteger os trabalhadores durante a crise do vírus chinês.

Como exemplo, ele citou o pagamento do benefício emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais e a possibilidade de as empresas suspenderem os contratos ou reduzirem temporariamente o salário dos empregados, que receberão uma parte do seguro-desemprego do governo.

Ainda de acordo com o ministro da Economia, o Brasil tem feito programas antes dos países avançados. “O Brasil reagiu mais rápido que qualquer país em desenvolvimento e inclusive com alguns programas que foram considerados os mais eficientes lá fora”, disse.

Empresas se adaptam e home office deve se consolidar após pandemia


Especialistas avaliam que, após adaptação emergencial, cada vez mais empresas no país deverão adotar o trabalho remoto em suas rotinas

Modalidade de teletrabalho vive crescimento no Brasil

Guilherme Padin - Com a necessidade de confinamento após a chegada do novo coronavírus, a modalidade do home office ganhou força. Se o que se espera para os próximos meses da pandemia da covid-19 ainda é incerto, o futuro do trabalho remoto no Brasil deve ser mais próspero, como avaliam profissionais ouvidos pelo R7. 

Sócia-fundadora de uma consultoria de gerenciamento, Olga Martínez tem ajudado gestores neste período de adaptação emergencial. Ela crê numa maior adesão à modalidade. “Até as pessoas mais resistentes estão falando nisso”, diz.

Uma pesquisa sobre o assunto com gestores de mais de 100 empresas mostrou que 30% deles prentendem manter o trabalho remoto pelo menos uma vez por semana após a pandemia.

“É uma tendência que já estava em curso, mas que a pandemia acelerou, pois rompeu barreiras culturais conservadoras que existiam para que a prática não se disseminasse”, avalia André Miceli, diretor-executivo da companhia responsável pelo estudo.

Olga Martínez afirma que o trabalho remoto abriu horizontes de atuação e permitiu, ao atuar com equipes em todo o mundo, ter um novo nível de flexibilidade – “geográfica, de agenda e de possibilidades de acesso”.

“Revolucionou a forma como eu entendo o trabalho. Hoje não estou 100% do tempo no remoto, mas muito do que faço é remoto porque é melhor e mais efetivo”, afirma Martínez, que garante não ter dúvidas de que a modalidade é o futuro no mercado de trabalho.

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Luis Otávio Camargo Pinto, advogado e presidente da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), avalia que este período será um divisor de águas a respeito do home office e outras modalidades de teletrabalho no país. “O que percebemos é que muitas empresas tinham uma resistência, uma questão cultural. Elas perceberam agora que o teletrabalho funciona e que, desde que tenha uma correta implantação, dá certo”, afirma Camargo.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados em 2019 reforçam a fala do advogado: apenas 5,2% dos trabalhadores atuavam na modalidade de teletrabalho no Brasil em 2018.

A bióloga-paisagista e designer de interiores Camila Castanheira também se viu forçada a realizar parte de seus serviços de casa e acredita que, ao fim da pandemia, deverá ficar mais tempo em casa do que antes. “Podemos resolver muitos assuntos com apenas um clique”, diz ela, que percebe a movimentação de fornecedores para o comércio online e clientes já acostumados a reuniões por videoconferências: “Vai otimizar nosso tempo pois vamos gastar menos tempo no trânsito”.

Castanheira conta que sua principal dificuldade até o momento tem sido na captação de novos clientes, pois “muitos não querem ou não podem gastar em um momento de incertezas”.

Barreiras enfrentadas pelas empresas na pandemia
A perda da cultura de controle da equipe é uma das maiores barreiras enfrentadas pelos gestores, na avaliação de Olga Martínez. Muitos chefes têm dificuldade em passar de uma situação de acompanhamento físico do trabalho pela proximidade para uma de confiar e deixar que as pessoas se autogerenciem.

Outro ponto de dificuldade é a falta de contato físico. "Os funcionários têm sentido falta de relações sociais no trabalho, das brincadeiras e isso tem um impacto no lado emocional e na resiliência”, explica a consultora.

Como a passagem para o trabalho remoto aconteceu de forma repentina e sem treinamento específico, Martínez diz que muitas pessoas não estavam prontas. Para ela, a queda de produtividade não deveria ser normal, mas acaba sendo comum, “porque as pessoas não foram treinadas e não tiveram esse período de adaptação. Não é uma nova organização de trabalho, mas da vida inteira”, pontua.

"Temos que abraçar a mudança que nos foi imposta e lidar com ela da melhor maneira possível", diz a consultora, para quem é preciso aceitar a nova rotina. “Não podemos seguir pensando e agindo como se as coisas estivessem como antes, e também não dá para pensar sobre quando acabar, porque não sabemos o que acontecerá no futuro", diz.

Da Série: Monarquia - 01/05/2020



Taxa de desemprego fica em 12,2% no primeiro trimestre do ano


Índice foi divulgado ontem pelo IBGE


Vitor Abdala - A taxa de desemprego no país ficou em 12,2% no primeiro trimestre deste ano. Houve alta em relação à taxa do último trimestre de 2019 (11%), mas queda se comparada ao primeiro trimestre daquele ano (12,7%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, um aumento de 10,5% (1,2 milhão de pessoas a mais) em relação ao último trimestre de 2019. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, no entanto, o contingente caiu 4% (ou 537 mil pessoas a menos).

Já a população ocupada ficou em 92,2 milhões de pessoas, uma queda de 2,5% em relação ao trimestre anterior (2,3 milhões pessoas a menos), apesar de ter permanecido estável em relação ao mesmo trimestre de 2019.

Entre os dez grupamentos de atividades, na comparação com o último trimestre de 2019, a ocupação caiu em seis deles: indústria (-2,6%), construção (-6,5%), comércio e reparação de veículos (-3,5%), alojamento e alimentação (-5,4%), outros serviços (-4,1%) e serviços domésticos (-5,9%). Os demais setores tiveram estabilidade.

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a ocupação subiu 3,4% na administração pública, educação, saúde humana e serviços sociais. Os demais grupamentos mantiveram-se estáveis.