6 de jul. de 2021

Revista indiana destaca atuação da Força Aérea Brasileira no enfrentamento ao novo coronavírus

 A edição de junho da revista mensal SP’s Aviation, da Índia, destinou três matérias para destacar a atuação da Força Aérea Brasileira, coordenada pelo Ministério da Defesa do Brasil, nas ações da Operação Covid-19. A publicação, com foco em aspectos aéreos, analisa as novidades na aviação militar, civil e executiva, além da aviação não tripulada e espacial.

Assim, em total de 10, das 36 páginas, a publicação evidencia as atividades da Aeronáutica, mas aborda a interoperabilidade, “um dos principais destaques dessa operação, que reflete a maturidade, o comprometimento e o profissionalismo das Forças Armadas brasileiras”, frisa um dos três textos.

A revista indiana enumera algumas das ações deflagradas por meio da Operação Covid-19: a repatriação dos brasileiros de Wuhan, na China, o transporte de insumos de saúde, a distribuição de refeições para caminhoneiros, as campanhas de solidariedade em prol de doação de alimentos, roupas e itens de higiene. Destaca, ainda, o transporte de insumos de saúde, o apoio às comunidades indígena, a desinfecção de espaços públicos, as campanhas de doação de sangue, o transporte de pacientes, de oxigênio, de respiradores e de vacinas.

Na terceira reportagem, a publicação cita a capacidade do avião cargueiro C-390 Millennium, utilizado na Operação Covid-19 “carregando toneladas de suprimentos essenciais” na luta contra a pandemia no Brasil. “Os C-390 Millennium voam mais rápido e transportam mais carga do que outros cargueiros militares do mesmo tamanho”, enfatiza o texto.

Por fim, a reportagem menciona que muitas aeronaves produzidas pela Embraer são operadas na Índia. Nesse contexto, enaltece o cargueiro C-390: “A versatilidade do Embraer C-390 Millennium o torna altamente capaz de operar na Índia, realizando uma série de missões com alto índice de confiabilidade”. E conclui: “conforme comprovado pela Força Aérea Brasileira, o C-390 também pode ser empregado em situações de emergência e missões de socorro humanitário, desencadeadas por inundações, incêndios florestais, terremotos ou situações semelhantes à pandemia da Covid-19”.

ANTAQ e Correios viabilizam operação logística por navios. Livros didáticos devem chegar nesta terça-feira (6) no Porto de Pecém (CE). Manaus também está na rota


 

Manifestações contra Bolsonaro beneficiam o Presidente

 

5 de jul. de 2021

MEC_Comunicacao lança cursos virtuais de capacitação para professores e gestores da alfabetização. Objetivo é melhorar a base de aprendizado das crianças

 

Grupo de cientistas brasileiros e estrangeiros reuniu em um site informações didáticas sobre os biomas tropicais terrestres e marinhos no planeta

 

CPI, Xande - o retorno, Barroso, folha, PSOL Kids, Omar e muito mais! O tudo ou nada começou?

 

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, será o convidado de honra do I Encontro Monárquico do Piauí

 

FAB em Destaque - 05/07/2021

"O melhor ainda está por vir". Esta foi a frase do Ministro Tarcísio Gomes ao falar sobre os leilões previstos para o 2º semestre de 2021

 

Boi: Os grandes frigoríficos estão assustados!


Assinantes da Rural Bussiness comemoram!
 

Agência Brasil Explica: como funcionam as bandeiras tarifárias

Sistema reflete custos variáveis da geração de energia

Marcelo Brandão - Anúncios de aumento na conta de luz são sempre motivo de preocupação. Desde 2015 que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) resolveu adotar o sistema de bandeiras na conta de luz, para o consumidor saber se está pagando o valor normal ou um valor a mais pela energia elétrica. As bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica.

Elas são indicadoras do valor da energia - de quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, nos estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre nenhum acréscimo.

A bandeira amarela significa que as condições de geração de energia não estão favoráveis, e a conta sofre acréscimo de R$ 1,874 por 100 kilowatt-hora (kWh) consumido. A bandeira vermelha mostra que está mais caro gerar energia naquele período. A bandeira vermelha é dividida em dois patamares. No primeiro patamar, o valor adicional cobrado passa a ser proporcional ao consumo, na razão de R$ 3,971 por 100 kWh; o patamar 2 aplica a razão de R$ 9,492 por 100 kWh.

“Com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo e diminuir o valor da conta (ou, pelo menos, impedir que ele aumente)”, explica a Aneel em seu site.

Reajuste das bandeiras

Os valores das bandeiras foram reajustados no dia 29 de junho. O aumento mais significativo foi o do patamar 2 da bandeira vermelha, o mais alto de todos. O aumento foi de 52%.

Esse aumento, no entanto, não é calculado em cima do valor total da conta de luz, e sim no acréscimo gerado a cada 100 kWh consumido. O reajuste das bandeiras provoca um impacto no valor final da conta de luz, segundo a Aneel, de 4,9%.

Por que a conta aumenta?

A usina hidrelétrica, que gera energia a partir da força da água nos reservatórios, é a mais barata e a primeira opção do SIN. Por isso, em épocas de muita chuva e reservatórios cheios, a bandeira tarifária costuma ser a verde, porque a energia está sendo produzida da maneira mais em conta.

Em períodos de estiagem, quando o nível dos reservatórios diminui, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda.

Quem faz a avaliação das condições de geração de energia no país é o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). É ele que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda. Ela define a previsão de geração hidráulica e térmica, além do preço de liquidação da energia no mercado de curto prazo.

Após protestos violentos, hashtag ‘esquerda criminosa’ ganha redes sociais

Após protestos violentos contra o Governo de Jair Bolsonaro neste sábado (03), milhares de cidadãos manifestaram repudio nas redes sociais


A hashtag ‘Esquerda Criminosa’ ultrapassou 120 mil tuítes em menos de 24 horas.

A movimentação dos militantes da esquerda aconteceu em algumas capitais do país. Em São Paulo, o evento teve maior registro de violência.

Integrantes do movimento encapuzados invadiram e atearam fogo em uma agência bancária na Avenida da Consolação, na capital paulista.

Além disso, pontos de ônibus, a entrada de uma estação de metrô, um acesso da Linha 4-Amarela de Metrô e fachadas de alguns comércios e da Universidade Presbiteriana Mackenzie também foram depredadas.

Integrantes do PSDB haviam anunciado sua participação no evento, quando chegaram à Avenida Paulista, no entanto, foram atacados por militantes do PCO.

Para tentar conter os criminosos que usavam grades, rojões, pedras e pedaços de pau, Policiais Militares de SP usaram bombas de efeito moral e spray de pimenta.

De acordo com informações divulgadas nas redes sociais, até mesmo bicicletas foram usadas para atacar os agentes.

Pelo menos um policial e oito funcionários do Metrô ficaram feridos. Alguns foram levados para o PS da Santa Casa de São Paulo.

De acordo com o Movimento Passe Livre, somente 04 manifestantes foram detidos.

Os protestos fazem parte da “Campanha Fora Bolsonaro”, inciativa da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo, com o apoio de todos os partidos de esquerda, centrais e sindicatos.

Além da hashtag ‘Esquerda Criminosa’, o presidente da República, Jair Bolsonaro, também criticou a violência causada pelos manifestantes de esquerda.

“Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou “ato antidemocrático” será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder!”, disse Bolsonaro em publicações nas redes sociais.

O presidente fez referência aos Inquéritos comandados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acusa apoiadores do Governo de fazer parte de organizações criminosas que visam atacam as instituições e o Estado Democrático de Direito.

Na última semana, o ministro deu início a uma nova investigação, que mira Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e filho do presidente, além de políticos, ativistas e jornalistas conservadores.

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Bolsonaro sanciona lei que protege consumidores do superendividamento

Norma altera o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso

Karine Melo - Novas regras para prevenir o superendividamento dos consumidores foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro. O texto, resultado de um projeto de lei aprovado por deputados e senadores, recebeu alguns vetos e foi publicado no Diário Oficial da União. A norma altera o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso. O texto dá mais transparência aos contratos de empréstimos e tenta impedir condutas consideradas abusivas.

Regras

A lei estabelece que qualquer compromisso financeiro assumido dentro das relações de consumo pode levar uma pessoa ao superendividamento. Nesse rol estão, por exemplo, operações de crédito, compras a prazo e serviços de prestação continuada. Dívidas contraídas por fraude, má-fé, celebradas propositalmente com a intenção de não pagamento ou relativas a bens e serviços de luxo não são contempladas na lei.

Pelo texto, os contratos de crédito e de venda a prazo devem informar dados envolvidos na negociação como taxa efetiva de juros, total de encargos e montante das prestações. A lei também proíbe que ofertas de crédito ao consumidor usem os termos como "sem juros", "gratuito", "sem acréscimo" e "com taxa zero", mesmo que de forma implícita. Apesar disso, esse ponto não se aplica à oferta para pagamentos feitos com cartão de crédito.

Com o novo regramento, empresas ou instituições que oferecerem crédito também ficam proibidas de assediar ou pressionar o consumidor para contratá-la, inclusive por telefone, e principalmente se o consumidor for idoso, analfabeto ou vulnerável ou se a contratação envolver prêmio. Elas também não podem ocultar ou dificultar a compreensão sobre os riscos contratação do crédito ou da venda a prazo.

Outra proibição diz respeito à indicação de que a operação de crédito pode ser concluída sem consulta a serviços de proteção ao crédito ou sem avaliação da situação financeira do consumidor.

Vetos

Entre os pontos vetados, segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, está o que estabelece que, nos contratos de crédito consignado, a soma das parcelas reservadas para o pagamento das dívidas não poderia ultrapassar 30% da remuneração mensal do consumidor. O mesmo dispositivo estabelecia ainda que esse valor poderia ainda ser acrescido em 5%, destinado exclusivamente à amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito ou a saque por meio de cartão de crédito.

"A propositura contrariaria interesse público ao restringir de forma geral a 30% o limite da margem de crédito já anteriormente definida pela Lei nº 14.131, de 30 de março de 2021, que estabeleceu o porcentual máximo de consignação em 45%, dos quais 5% seriam destinados exclusivamente para amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito ou de utilização com finalidade de saque por meio do cartão de crédito", argumenta a justificativa do veto.

Também foi vetado o dispositivo que tornava nulas as cláusulas de contratos sobre fornecimento de produtos ou serviços baseados em leis estrangeiras que limitassem o poder do Código de Defesa do Consumidor (CDC) brasileiro.

Pela 1ª vez, desde que foi inaugurado em 2002, o @complexodopecem movimentou mais de 10 milhões de toneladas em um único semestre



2 de jul. de 2021

Exército homenageia ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB)

Curitiba - O Exército Brasileiro, por meio da 5ª Região Militar (5ª RM), prestou homenagem ao herói de guerra da Força Expedicionária Brasileira (FEB) Antonio Ribeiro da Silva, que completou 98 anos no dia 30 de junho. Em homenagem ao veterano, o Comandante da 5ª RM,  General de Brigada Ronaldo Morais Brancalione, foi presenteá-lo e parabenizá-lo com uma apresentação da banda de música da 5ª Divisão de Exército.

No encontro, realizado na residência do homenageado, Antonio foi presenteado com uma moeda alusiva à 5ª RM e um certificado pelos feitos de coragem durante a Segunda Guerra Mundial. O então soldado era da Arma de Infantaria durante a participação do Exército Brasileiro na campanha da Itália, em 1944 e 1945. Encarregado de missões como patrulha,  Antônio atuou nas batalhas de Montese e Monte Castelo.

O veterano foi casado com Célia Silva, falecida no ano passado, e tem um casal de filhos: Coronel Kury e Maria da Conceição.

"Meu pai fala que, em uma certa ocasião, um soldado que estava com ele tirou o pino uma granada ao ficar assustado em uma patrulha. Aí, meu pai teve que dar uma dura no guerreiro", conta o Coronel Kury. 

A homenagem a Antônio Ribeiro se estende a todos os veteranos da FEB que atuaram de alguma forma na Itália ou lutaram ao lado dos aliados contra os nazistas, especialmente em memória aos que já faleceram.


Crédito: 3º Sgt Coutinho

Fonte: 5ª RM

Cientistas conseguiram reduzir em 45% os danos causados pela mancha-bacteriana do tomateiro, importante doença da cultura

 

Cap 4 - Agricultura numa fria: Se a Índia comer mais o mundo passa fome

AEB participa da 17ª reunião do Comitê de Projetos Conjuntos com a China

O evento contou com a participação do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes

A Agência Espacial Brasileira (AEB) participou vitualmente, no último dia 28 de junho, da 17ª reunião do Comitê de Projetos Conjuntos Brasil-China (JPC - Joint Project Committee), juntamente com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e com a China Academy of Space Technology (CAST). A reunião teve como objetivo avaliar as performances operacionais dos satélites CBERS 4 e CBERS 4A.

Durante sua participação, o presidente substituto da AEB, Paulo Barros, destacou as iniciativas de cooperação. “Gostaríamos de enfatizar a nossa admiração pelos homens e mulheres que, com esforço e dedicação, ultrapassaram barreiras culturais para troca de experiências e de conhecimento”, disse.

No discurso exibido em vídeo durante a reunião, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que "Brasil e China são parceiros na área espacial há mais de 30 anos. E isso é muito importante para o Brasil e tenho certeza de que é muito importante para a China também. Temos tido muitos resultados dessa parceria. E, com certeza, nós, aqui no Brasil, pretendemos aprimorá-la”.

O responsável pela CNSA, H.E. Mr. Zhang Kejian, deu os parabéns ao 17º Encontro de JPC do programa CBERS. Ele destacou que o programa tem sido muito valorizado como uma conquista de confiança mútua. “Por mais de 30 anos, os dois países trabalharam juntos no desenvolvimento dos satélites da série CBERS em diversos campos, para promover a construção econômica e o desenvolvimento social da China e do Brasil e também do mundo”, afirmou.

O CBERS 4A foi o último satélite, fruto da parceria, lançado no dia 20 de dezembro de 2019, da base chinesa de Taiyuan, pelo foguete Longa Marcha 4B. Sexto satélite do Programa CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), o CBERS 4A e o CBERS 4 continuam operacionais e fornecem diariamente imagens de sensoriamento remoto do território nacional e de outras áreas do globo terrestre.

Victor Augusto Presidente do Sinjac participará de Live


Victor Augusto Presidente do SINJAC foi convidado para participar de uma Live no Instagram com David Hall.

Victor irá falar um pouco das lutas sindicais, da atuação dos jornalistas, vacinação, cobertura durante a pandemia e projetos futuros.

A Live é hoje sexta-feira, 02, às 18h.

A Suíça escolhe o F-35

Aurelio Giansiracusa, Ares Osservatorio Difesa - As autoridades suíças selecionaram para o programa Air 2030, respectivamente, o caça-bombardeiro Lockheed Martin F-35 e o sistema de mísseis Patriot da Raytheon.

A partir de 2030, 36 F-35A entrarão em serviço para substituir os Boeing F/A-18 Hornet na Força Aérea da Suíça, por um custo de aquisição estimado é de 5,08 bilhões de francos suíços (cerca de US$ 5,49 bilhões).

Portanto, as expectativas dos fabricantes europeus Dassault, Airbus e Saab, respectivamente, para o Rafale, Eurofighter e Gripen, assim como o outro concorrente norte-americano Boeing que apresentou o Super Hornet, foram frustradas.

Na escolha do F-35, o aspecto da compensação industrial foi relegado a uma posição subordinada visto que a vantagem tecnológica da aeronave em relação aos demais concorrentes, bem como os custos de aquisição e manutenção de trinta anos (igual a este último igual a 15 , 5 bilhões de francos suíços) da aeronave significativamente melhor do que as outras ofertas apresentadas.

Para a defesa antiaérea, foi escolhido o sistema Raytheon Patriot, que venceu a proposta europeia da Eurosam, com o sistema Aster 30, que já em serviço na França, Itália e Singapura.

Para os novos Patriot, a Suíça irá gastar 3,6 bilhões de francos suíços (US$ 3,88 bilhões) para a compra e manutenção de trinta anos.

(*) Ares Osservatorio Difesa é uma Associação Cultural italiana, fundada em 12 de abril de 2019, em Roma, para a análise e estudo de questões nacionais e internacionais relacionadas as áreas de defesa e segurança, e parceira de Tecnologia & Defesa no intercâmbio de informações, para manter os leitores atualizados das notícias importantes que ocorrem entre os dois países.

PRF apreende 1,1 tonelada de maconha em Naviraí (MS), e em Santa Catarina a maior apreensão de drogas da história, foram 24,27 toneladas de maconha

 

1 de jul. de 2021

Maníaco do carro: criança é assediada em Rio Branco e homem tenta colocá-la em veículo; veja vídeo

Um vídeo divulgado na internet, nesta quarta-feira (30), mostra o momento em que um homem em um carro gol, depois de assediar uma criança de apenas 11 anos em um bairro de Rio Branco, tenta colocá-la no veículo. O caso foi registrado no bairro Tropical.

De acordo com informações extraoficiais, a mãe da menina teria dito que o motorista insistiu muito para que a garota entrasse no carro e disse coisas obscenas à ela. 

A família da vítima pede ajuda para identificar o assediador. A criança precisou se submeter a tratamento psicológico. Um boletim de ocorrência foi registrado na polícia.

Com dinheiro desviado pela corrupção de Lula e PT seria possível comprar vacinas para 2,38 bilhões de pessoas e imunizar quase um terço da população mundial

Montante foi apontado a partir de irregularidades na Petrobras descobertas pela Operação Lava Jato

Folha Polítca - A Procuradoria da República no Paraná apontou em denúncia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva capitaneou um “estrondoso esquema criminoso”.

O Ministério Público Federal acusa o petista de ser “o maior responsável pela consolidação, desenvolvimento e operação do grande esquema de corrupção revelado na Operação Lava Jato, tendo sobre ele domínio de realização e interrupção”.

A Polícia Federal apontou que o conjunto de investigações iniciadas em março de 2014, que contou com mais de 80 fases operacionais, conduzidas inicialmente pelo então juiz Sérgio Moro, encontrou prejuízo de R$ 42,8 bilhões na Petrobras.

Em valores atualizados pela inflação, esse montante corresponderia hoje a R$ 75,67 bilhões.

Vacinas

Considerando os valores de cada dose das vacinas Sinovac Biotech (a Coronavac), Pfizer e AstraZeneca, seria possível imunizar com o valor desviado em esquema comandado por Lula um terço da população mundial, 2,38 bilhões de pessoas.

Cada dose, portanto, custaria respectivamente R$ 52,73, R$ 51,20 e R$ 16,18, com a imunização (que exige duas doses), custando, nesta mesma ordem, R$ 105,47, R$ 102,40 e R$ 32,36.

A corrupção naturalmente diminui o bem-estar da sociedade na medida em que pode desviar recursos públicos que poderiam ser aplicados na prestação de serviços sociais, como educação, segurança e saúde.

Com a pandemia e a necessidade de implementar um amplo programa de vacinação para imunizar a população, fica a questão: quantas vacinas poderiam ser adquiridas para garantir a imunização dos brasileiros com os recursos desviados pelos principais casos de corrupção do Brasil no século XXI?

O custo estimado por cada vacina

O valor estimado da dose da vacina da Sinovac Biotech (a Coronavac), é de US$ 10,30. Já cada dose da Pfizer foi oferecida ao governo brasileiro por US$ 10 (metade do pago pelos governos de Estados Unidos e do Reino Unido). A AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fiocruz, é a mais barata, custando no Brasil cerca de US$ 3,16 por dose.

Pela cotação do câmbio no encerramento do pregão em 11 de junho, cada dose, portanto, custaria respectivamente R$ 52,73, R$ 51,20 e R$ 16,18, com a imunização (que exige duas doses), custando, nesta mesma ordem, R$ 105,47, R$ 102,40 e R$ 32,36.

Vale lembrar que, mesmo que o preço das vacinas fosse maior, ainda assim o custo de oportunidade da aquisição valeria a pena: não apenas pelo impacto em vidas, mas também pelo estrago econômico decorrente de uma economia fechada por “lockdowns”, ou ainda pelo custo de R$ 1.500 ao dia de um paciente internado em uma UTI de Covid.

Operação Navalha

A investigação da Polícia Federal, que começou em 2007 na Bahia, apontou a existência de um grupo organizado voltado à obtenção ilícita de lucros por meio da contratação e execução de obras públicas.

Entre os crimes praticados, estava fraude em licitações, peculato, corrupção ativa e passiva, crimes contra o sistema financeiro nacional, entre outros.

O esquema teve início a partir do governo federal, com servidores e agentes políticos de diversos ministérios direcionando verbas da União para obras em locais onde havia atuação da construtora Gautama.

Valores desviados: Os prejuízos estimados são de pelo menos R$ 154 milhões, em valores atualizados, R$ 559,2 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 5,31 milhões de pessoas com a Coronavac, 5,46 milhões com a Pfizer e 17,3 milhões de pessoas com a AstraZeneca.

Máfia dos Sanguessugas

Descoberto pela Polícia Federal em 2006, o esquema existia desde 2001, e prendeu assessores e servidores públicos acusados de desviar mais de R$ 110 milhões do Orçamento destinado à saúde pública na compra de ambulâncias superfaturadas em até 120%.

A propina era paga pela empresa Planam. Mais de 70 parlamentares foram denunciados como integrantes da quadrilha, que atuou durante cinco anos em Mato Grosso, Acre, Amapá, Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro.

O esquema ocorreu ao longo da gestão de quatro ministros da Saúde: José Serra e Barjas Negri, no governo de Fernando Henrique Cardoso, e Humberto Costa e Saraiva Felipe, no governo Lula.

Valores desviados: Os prejuízos estimados foram de R$ 110 milhões, em valores atualizados, R$ 600,6 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 5,7 milhões de pessoas com a Coronavac, 5,8 milhões com a Pfizer e 18,5 milhões de pessoas com a AstraZeneca.

Caso Furnas

O esquema levantou indícios de superfaturamento na construção de duas hidrelétricas, Batalha e Simplício, que começou em 2008, pela empresa estatal Furnas Centrais Elétricas.

Na época, o Tribunal de Contas da União (TCU) levantou que o estudo de viabilidade de Batalha (na divisa entre MG e GO) orçava a obra em R$ 460 milhões, mas o valor saltou para R$ 868 milhões, chegando ao final em quase R$ 1 bilhão.

Analisando a relação custo da obra e do retorno, o prejuízo estimado foi de, pelo menos, R$ 177 milhões.

Valores desviados: R$ 177 milhões, em valores atualizados, R$ 504,9 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 4,78 milhões de pessoas com a Coronavac, 4,93 milhões com a Pfizer e 15,6 milhões de pessoas com a AstraZeneca.

Máfia dos Transportes

Uma série de denúncias de superfaturamento foi levantada em julho de 2011 a partir da estatal das ferrovias Valec e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), comandado por Luiz Antonio Pagot.

Conforme relatos apurados pela imprensa da época, era cobrado 4% de propina de empreiteiras interessadas em contratos com o governo. A maior parte do dinheiro ia para o caixa do partido, sob a direção do então ministro Alfredo Nascimento e do deputado Valdemar Costa Neto. O restante era destinado aos parlamentares dos estados em que as obras deveriam ser feitas.

Valores desviados: Os prejuízos estimados são de pelo menos R$ 23 milhões, em valores atualizados, R$ 52,9 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 500 mil pessoas com a Coronavac, 516 mil pessoas com a Pfizer e 1,63 milhão de pessoas com a AstraZeneca.

Fraude em licitações na Saúde do Rio de Janeiro

Em março de 2012 foi revelado pela imprensa um esquema de fraudes em contratos e licitações, propinas, pagamentos sem contratos e sem prestação de serviços no Hospital Federal Infantil do Rio de Janeiro.

Além de funcionários públicos, quatro empresas, que estão entre os maiores fornecedores do governo federal, foram investigadas. Entre elas estava a Locanty, que, em 2010, doou mais de R$ 1,4 milhão para quatro campanhas eleitorais: a do governador Sérgio Cabral, dos deputados estaduais Alcebíades Sabino (PSC) e Bebeto (PDT) e à direção nacional do PSDB

Valores desviados: Os prejuízos estimados são de R$ 22 milhões, em valores atualizados, R$ 49,6 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 470 mil pessoas com a Coronavac, 484 mil com a Pfizer e 1,53 milhão de pessoas com a AstraZeneca.

Mensalão

Esquema petista para compra de apoio parlamentar que vigorou no primeiro governo Lula, o termo se refere à mesada paga a deputados para votarem a favor de projetos de interesse do Poder Executivo.

O STF iniciou o julgamento do caso em agosto de 2012, com a apresentação do então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, chamando o esquema petista de "o mais atrevido e escandaloso esquema de corrupção e de desvio de dinheiro público flagrado no Brasil".

A corte condenou 24 indivíduos, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o empresário e publicitário Marcos Valério, e o deputado federal cassado Roberto Jefferson (PTB-RJ).

Valores desviados: Estimativas do Ministério Público Federal (MPF) apontam que o Mensalão envolveu cerca de R$ 101,6 milhões, em valores atualizados pela inflação, por volta de R$ 222,5 milhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar 2,11 milhões de pessoas com a Coronavac, 2,17 milhões de brasileiros com a Pfizer, e 13,75 milhões com a AstraZeneca.

Lava Jato

O conjunto de investigações iniciadas em março de 2014, que contou com mais de 80 fases operacionais, conduzidas inicialmente pelo então juiz Sérgio Moro, foi responsável pela prisão e condenação de mais de cem pessoas por crimes como corrupção, formação de quadrilha, fraudes, lavagem de dinheiro, obstrução de justiça e formação de organização criminosa. É considerado um dos maiores escândalos políticos do Ocidente, tanto pela dimensão quanto pelo montante de valores desviados.

Valores desviados: Em novembro de 2015, a Polícia Federal calculou que o prejuízo causado pelas irregularidades na Petrobras descobertas pela Operação Lava Jato poderia chegar a R$ 42,8 bilhões. Em valores atualizados pela inflação, esse montante corresponderia hoje a R$ 75,67 bilhões.

Quantas pessoas poderiam ser imunizadas? Seria o suficiente para comprar doses para imunizar duas vezes e meia a população brasileira: 717,4 milhões de pessoas com a Coronavac, 738,9 milhões com a Pfizer. Se a escolhida fosse a AstraZeneca, daria para imunizar um terço da população mundial, 2,38 bilhões de pessoas.

FONTE: https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/quantas-vacinas-daria-para-comprar-com-o-dinheiro-desviado-pelos-principais-casos-de-corrupcao-do-brasil/

Acusado de tentar comprar vacina, Miranda vai à CPI e gera tumulto

Representante comercial Luiz Paulo Dominguetti divulgou áudio indicando tentativa de intermediação de compra pelo deputado

Senador Omar Aziz com o deputado Luis Miranda

PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO - 01.07.2021

O deputado federal Luis Miranda, acusado pelo representante comercial da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, de tentar intermediar a compra de vacinas, entrou na sessão da CPI da Covid desta quinta-feira (1º) e causou tumulto.

Após a divulgação de um áudio atribuído a Miranda em que ele afirma ter um "comprador e com potencial de pagamento instantâneo" Miranda entrou na sessão e conversou com o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL).

A presença do deputado causou tumulto e queixas dos senadores governistas Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), Marcos Rogério (DEM-RO) e Fernando Bezerra (MDB-PE). Este último, líder do governo no Senado, afirmou: "O que é isso? Ele não pode ficar presente na sessão". Os senadores questionaram também se se tratava de uma ameaça. 

Bezerra também pediu que o áudio seja investigado pela Polícia Federal. Na gravação atribuída a Miranda, não fica claro se o deputado se refere ao irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, como o comprador que estaria interessado na aquisição de vacinas da AstraZeneca.

Luis Ricardo já denunciou ter sofrido pressões atípicas para a compra de outra vacina, a Covaxin, a mais cara entre as negociadas pelo governo e um dos principais eixos de investigação da CPI. O contrato de R$ 1,6 bilhão, suspenso pelo governo, é apurado também pelo Ministério Público Federal.

Panos quentes

Após o tumulto gerado pela presença de Miranda na CPI, Omar Aziz tentou colocar panos quentes e pediu calma aos senadores. Acompanhado de seguranças legislativos, Luis Miranda se retirou da sala da CPI e se dirigiu à Câmara dos Deputados. As críticas não pararam, no entanto, e o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) pediu à Mesa Diretora que fosse determinada a prisão do deputado.

Infraestrutura - Investimento privado em concessões atingiu a marca de R$ 9,2 bi em 2020, alta de +11,2% em relação a 2019

 

Entregues medalhas da 24ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Em evento realizado em Sorocaba (SP), que contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, foram distribuídas medalhas para representantes de 24 escolas da cidade

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, estiveram em Sorocaba (SP) entregando medalhas e certificados aos estudantes de 24 escolas públicas e particulares da cidade, que foram premiados na 24ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e na 15ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). O evento oficial de entrega aconteceu no dia 25, sexta-feira, em Sorocaba, e foi conduzido pelo MCTI. A OBA conta com uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), além de ter apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (UNIP).

“A AEB sempre apoiará iniciativas como essa, cujo objetivo é fomentar a divulgação da ciência entre os estudantes. Vale lembrar que estas ações são apoiadas pelo governo, vide que tivemos não só a presença do ministro Marcos Pontes mas também do presidente Jair Bolsonaro. Foi com muito prazer que participamos da comissão de escolha dos vencedores juntamente com as comunidades científicas”, disse o presidente substituto da AEB, Paulo Barros, em entrevista.

O ministro Marcos Pontes realçou no evento a importância da olimpíada para os jovens. “Estas olimpíadas que nós temos, muitas que o ministério apoia, são muito importantes para incentivar os talentos dos jovens. Através do desafio da relação com outros jovens, eles descobrem a autoestima, a autoconfiança, e falar que são capazes de fazer aquilo. Certamente, ganhar a medalha é interessante mas é importante ressaltar que é importante a participação de qualquer um”, disse.

O dia começou com uma visita ao Centro de Excelência MCTI em Tecnologia 4.0, um centro que une conhecimento e inovação pesquisando em campos como a Internet das Coisas (IoT). O presidente Jair Bolsonaro participou de premiação de estudantes vencedores da OBA e da MOBFOG.

No mesmo dia, foi feita a cerimônia oficial de entrega conduzida pelo ministro Marcos Pontes. “Parabéns a cada um dos alunos que recebem medalhas. Os pais e os professores que permitem que a gente tenha um futuro saudável para este país“,  disse o ministro.

O coordenador da OBA, João Batista Canalle, participou por vídeo da cerimônia e mandou mensagem de incentivo a todos aos alunos. “Eu gostaria de estar aí compartilhando este momento de muita felicidade para todos. Continuem estudando e participando da OBA”, disse.

A edição deste ano da OBA, realizada nos dias 27 e 28 de maio, teve formato diferente dos anos anteriores. Os alunos realizaram as provas tanto de forma presencial como virtual. Foram mais de 900 mil inscritos, o maior número desde o lançamento da OBA, em 1998. Destes, cerca de 450 mil participaram por meio do formato digital. Mais de duas mil cidades estiveram representadas. Paralelamente, foi realizada também a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), que comemora 15 anos de existência.

Na edição deste ano, além da aplicação das provas em formato digital, algumas escolas realizaram os testes presencialmente seguindo protocolos de segurança, com distanciamento social e marcação de horário. O formato digital também foi aprimorado, com o aperfeiçoamento da plataforma de gerenciamento das provas, a MOBTEX. É a mesma usada pela Olimpíada Nacional de Ciência, disponível também por meio de aplicativo.

O evento teve, ainda, participação do deputado federal Jefferson Campos (PSB/SP); do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga; do secretário de Educação da cidade, Márcio Carrara; e do presidente do Parque Tecnológico de Sorocaba, Nelson Cancelara.

Agenda dos Príncipes

 

Nova Estação radar destinada a ampliar a vigilância aérea é inaugurada em Ponta Porã

Guilherme Wiltgen - A Força Aérea Brasileira (FAB) continua a trabalhar consistentemente na modernização e ampliação da rede de radares de vigilância do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e inaugurou em 30 de junho, na localidade de Ponta Porã (MS), uma nova estação radar.

Adotando recursos e equipamentos de alta tecnologia, a estação radar potencializa a identificação de aeronaves voando em baixas altitudes naquela região de fronteira, trazendo benefícios operacionais tanto para o controle civil de vetores, quanto para a defesa aérea. Nesse sentido, além de auxiliar no controle do espaço aéreo, a nova estação irá proporcionar a ampliação da vigilância e o combate ao tráfego aéreo ilícito, com foco na Região Centro-Oeste do Brasil.

A implantação de novas tecnologias e equipamentos tem sido uma constante preocupação estratégica da FAB, visando à manutenção da Soberania e da Defesa Nacional. A entrada em operação da Estação Radar de Ponta Porã finaliza, com sucesso, o empreendimento de aquisição e instalação de novos radares de defesa aérea e controle do tráfego aéreo, fruto da parceria celebrada no final de 2018 entre o Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Equipada com soluções de última geração, a estação é composta por um radar primário de longo alcance LP23SST-NG e um secundário RSM970S. Esses radares possuem a capacidade de detectar aeronaves cooperativas e não-cooperativas e incorpora funcionalidades como as medidas de proteção eletrônica e altimetria, além de excelente desempenho de precisão e detecção dos alvos, inclusive aeronaves com velocidade baixa ou nula, como helicópteros, ou com velocidade e capacidade de manobra elevadas, como aviões de caça. Os radares utilizam as mais recentes tecnologias para fornecer a melhor resposta aos requisitos operacionais, garantindo total integridade e disponibilidade dos dados de vigilância e comunicação, associados a uma alta confiabilidade.

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), órgão central do SISCEAB, por meio da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), e a Empresa Omnisys assinaram, no final de 2018, um contrato para o fornecimento de três radares. A estação radar de Ponta Porã é a terceira a ser implantada. As localidades de Porto Murtinho (MS) e Corumbá (MS) já contam as estações radares plenamente operacionais. “Com a instalação dos radares de Ponta Porã, o Brasil passará a contar com uma vigilância aérea que cobrirá toda a fronteira do Mato Grosso do Sul com os países vizinhos. Isto capacitará o Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (CINDACTA II) em detectar qualquer aeronave tentando cruzar essa fronteira. Com isso, as ações de interceptação serão executadas de forma mais efetiva, em cooperação com estes países vizinhos, e evitando a entrada de ilícitos por via aérea. Isso, sem dúvida, reforçará a segurança das nossas fronteiras”, declara o Presidente da CISCEA, Major- Brigadeiro do Ar Sérgio Rodrigues Pereira Bastos Junior.

Fabricação nacional

Os radares são fabricados no Brasil pela empresa Omnisys em São Bernardo do Campo (SP), o que permite o acesso rápido e fácil a toda a sua cadeia produtiva e agiliza os procedimentos de assistência técnica por parte do fabricante. O projeto prevê também a absorção do conhecimento técnico pelo Comando da Aeronáutica (COMAER), visando à realização das atividades de manutenção preventiva e corretiva, minimizando os custos de logística e mantendo um alto nível de disponibilidade dos equipamentos. “A inauguração dessa estação radar de vigilância de fronteiras é mais um importante marco para o Brasil e estamos honrados em fazer parte fornecendo o estado da arte em tecnologia, desenvolvida em território nacional, e soluções para o controle de tráfego aéreo que contribuirão ainda mais com a soberania do país”, afirma o CEO Omnisys Luiz Henriques.

Brasil cria 280,6 mil postos de trabalho formal em maio

Em maio, admissões chegaram a 1,5 milhão e demissões a 1,26 milhão


Alex Rodrigues - O número de trabalhadores contratados com carteira assinada em maio deste ano foi maior que o total de demitidos do mercado formal de trabalho. Segundo o Ministério da Economia, houve, no período, 1.548.715 admissões e 1.268.049 desligamentos.

Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), cuja atualização mensal o ministério divulgou hoje (26), em Brasília.

Com o saldo mensal de 280.666 postos de trabalho durante o mês de maio, o estoque nacional de empregos formais (total de vínculos celetistas ativos) chegou a 40.596.340, com uma variação positiva de 0,7% em comparação aos 40.315.674 registrados em abril, após o ajuste divulgado hoje (em março, eram 40.199.922).

Entre os setores de atividade econômica que registraram melhores resultados quanto ao nível de emprego estão o de serviços (110.956 postos de trabalho abertos principalmente em atividades ligadas às áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas); comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (60.480 postos), indústria geral (44.146 postos); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (42.526 postos) e construção (22.611 postos).

Saldo positivo

As cinco regiões brasileiras apresentaram saldo positivo. No Sudeste, o mês de maio terminou com um saldo de 161.767 postos. O Nordeste, com 37.266 vagas, seguido pelas regiões Sul (36.929); Centro-Oeste (26.926 postos) e Norte (17.800 postos).

Considerado o período de janeiro a maio, houve 7.971.258 admissões e 6.737.886 desligamentos, o que representa um saldo total de 1.233.372 empregos formais para os cinco primeiros meses do ano. Em abril, este saldo era de 957.889 postos de trabalho formal.

As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério da Economia na internet. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged.

Ao comentar os números, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que se trata de uma "excelente notícia. A economia brasileira continua surpreendendo. [Mais de] 280 mil novos empregos criados em maio, completando, nos primeiros cinco meses do ano, 1,2 milhão de novos empregos. Importante também registrar que todas as regiões, todos os setores e todas as cidades e estados registraram a criação de novos empregos. Ou seja, é um processo bastante abrangente. É a economia brasileira se levantando. E o mais importante: setores que estavam muito fragilizados, como serviços, [estão] sendo destaques deste mês [de abril]”.