4 de fev. de 2022

Empresa russa Sokol, fabricante do MiG-31 Foxhound, completa 90 anos

Fernando Valduga - A fábrica de aeronaves Sokol em Nizhny Novgorod completou 90 anos de existência no dia 1º de fevereiro. É uma afiliada da MiG Corporation que atualmente revisa e atualiza aeronaves MiG-31, MiG-29 e MiG-29UB e produz componentes para MiG-35, MiG-29K/KUB e MiG-29M/M2.

A Sokol foi criada em 1º de fevereiro de 1932 como a Fábrica de Aeronaves Ordzhonikidze em Gorky. Produziu a aeronave projetada pelos escritórios Polikarpov e Lavochkin. Na Segunda Guerra Mundial, uma em cada quatro aeronaves de caça foram fabricadas na Sokol. Em 1949, a empresa começou a cooperar com o Mikoyan Design Bureau e a produzir caças MiG.

O empreendimento foi quatro vezes condecorado com prêmios governamentais. Recebeu as Ordens de Lenin em 1936 e 1970, a Ordem da Bandeira Vermelha do Trabalho em 1941 e a Ordem da Revolução de Outubro em 1982.

“Em 2021, a Sokol aumentou a receita em 1,4 vezes devido a uma taxa completa de produção. Os salários cresceram 18% e ultrapassaram o salário médio em Nizhny Novgorod em 10%. A Sokol tem um grande programa de produção para 2022. Foram assinados contratos para a reforma e modernização das aeronaves e novos negócios estão planejados. Continuaremos a operar para cooperação técnico-militar”, disse o diretor da fábrica, Vladimir Semenov.

A Sokol produziu o interceptador supersônico MiG-31 (nome de relatório da OTAN: Foxhound) entre 1975-1994. É um veterano das Forças Aeroespaciais Russas, mas manteve suas características únicas de velocidade e altitude. A aeronave foi projetada para interceptar armas aéreas dos EUA existentes e potenciais. Está armado com mísseis ar-ar e ar-terra.

O MiG-31 se desenvolveu em uma dúzia de modificações, incluindo o MiG-31B atualizado com um sistema de reabastecimento aéreo, MiG-BS, etc., e laboratório de voo experimental MiG-31LL, bem como algumas opções de exportação, que não viraram produção em lote.

A produção desses interceptores foi interrompida em 1994. Em 2011, a empresa começou a atualizar os jatos para o nível MiG-31BM. Em 2013, o primeiro par de interceptores atualizados entrou em serviço de combate no aeródromo de Monchegorsk, na região de Murmansk. O MiG-31BM carrega novas armas e radares que detectam alvos a uma distância de 320 quilômetros e os destroem a uma distância de 280 km. A aeronave pode rastrear dez e simultaneamente destruir seis alvos. O Centro Russo de Estratégia e Análise de Tecnologia disse que as Forças Aeroespaciais receberam em 2016 dezessete jatos MiG-31BM. Mais de 20 aeronaves foram fornecidas anualmente em 2017-2018.

O moderno MiG-31 está armado com as armas mais recentes. Ele carrega o complexo Kinzhal composto por mísseis balísticos hipersônicos lançados em voo. O vice-primeiro-ministro Yuri Borisov disse que a aeronave pode acelerar o míssil até a velocidade necessária na altitude necessária.

O interceptor está em operação há muito tempo e precisa de uma atualização para estender o ciclo de vida. Em 2020, foi anunciado que começaram os trabalhos para estender a vida útil da aeronave para 3.500 horas de voo. A atualização aumentará a eficácia de combate do MiG-31 três vezes e manterá a aeronave operacional até meados da década de 2030.

O interceptor tem um radar poderoso. Quatro MiG-31 podem controlar o espaço aéreo de mais de mil quilômetros de largura. O piloto major-general Vladimir Popov disse que o MiG-31 pode controlar os mísseis da aeronave vizinha quando opera no sistema de defesa aérea com as estações terrestres. “Quando o comandante da ala lidera quatro aeronaves, ele pode controlar todas as armas e mísseis de longo alcance dos quatro jatos”, disse ele.

Os interceptadores MiG-31 de alta altitude defenderão o espaço aéreo russo no norte, acredita ele. É devido ao enorme espaço do extremo norte russo e à falta de aeródromos lá.

Um MiG-31 atualizado com controle remoto elétrico está passando por testes. O vice-ministro da Defesa Alexey Krivoruchko visitou a Sokol em 25 de novembro de 2021 para inspecionar as capacidades de produção, a revisão e atualização do MiG-31 e discutir o cumprimento da ordem de aquisição de armas.

A fábrica da Sokol disse que há uma opção de atualização que muda a aeronave de controle remoto mecânico para elétrico. Uma linha de computadores deve ser instalada. “A opção com controle remoto elétrico está sendo implementada. O interceptor atualizado está passando por testes”, disse a empresa.

Fique por dentro das ações do governo federal e da presidência, no Brasil em Dia, sempre às 08h, de segunda a sexta - (04/02)

 

O recado de Marco Aurélio Mello aos ministros do STF. E+

3 de fev. de 2022

Por que Bolsonaro tem tudo para ser reeleito?

A questão maior nem é conquistar o segundo mandato presidencial; o principal objetivo é obter uma vitória política que permita restabelecer o equilíbrio institucional entre os poderes

O presidente Jair Bolsonaro concorrerá à reeleição nas eleições deste ano

Jorge Serrão - O Brasil assiste a vários conflitos que deveriam merecer melhor atenção do cidadão-eleitor-contribuinte. Infelizmente, nem todos conseguem enxergar a realidade como ela é, nua e crua. Temos a guerra de todos contra todos os poderes que entra em seu ano apocalíptico com a disputa eleitoral. No meio dela, na disputa pela hegemonia do poder, somos colocados no meio de uma guerra psicológica, marcada por constantes batalhas semânticas em meio a narrativas. Envolvem-se na pancadaria aqueles que preferem se definir pelos rótulos nem sempre tão claros e objetivos: progressista x conservador (e ou liberal); esquerda x direita.

No meio de tantos conflitos permanentes, entre pessoas, partidos, organizações privadas e instituições públicas, temos um Estado Cleptocrático. Trata-se de um “Leviatã” carente de “Estado de Direito” e, por consequência, sem democracia efetiva. Vale a “lei” do mais forte. O excesso de regramento permite o rigor seletivo ou o perdão conveniente. A injustiça, a impunidade e o abuso de poder são tendências. Tudo isso marca o fenômeno da “juristocracia” — o establishment usa a burocracia judiciária para interferir nas decisões políticas. Executivo e Legislativo são contidos. O poder popular é minimizado quando seus representantes eleitos são neutralizados pelo “mecanismo”. O crime se organiza, naturalmente, nesse ambiente em que ocorre uma união delitiva entre bandidos de toda espécie e classe social em (com)parceria com componentes da máquina estatal.

Existe saída para escapar dessa arapuca tupiniquim? Claro que existe! A solução passa pela política. O cidadão-eleitor-contribuinte tem a obrigação de votar com mais consciência, qualidade e responsabilidade em 2022. O foco fundamental é a escolha de senadores comprometidos com as reformas e mudanças estruturais. Os novos eleitos também precisam compreender a importância fundamental de reequilibrar a relação entre o Executivo, Legislativo e Judiciário. A ilegítima “juristocracia” precisa ser contida, simplesmente porque afronta, justamente (sem trocadilho), o Estado de Direito. A conquista da segurança jurídica passa, necessariamente, por uma estratégia de reconstrução da política. A missão não será fácil, diante do tribalismo vigente. A cleptocracia judasciária depende do caos institucional e da inação política para existir. Portanto, a única saída efetiva e segura é política. Não tem outra.

No meio desse processo de implantação da normalidade institucional, teremos a reeleição de Jair Bolsonaro. A eleição de outro candidato é pouco provável na realidade. Não é recomendável confiar nas “pesquisas” (com metodologia manipulada) que indicam o contrário. A candidatura de Lula da Silva é completamente fake. Não é viável. Nem precisa fazer enquete para constatar que a maioria do povo brasileiro se recusa a votar em quem tem o rótulo consolidado de “corrupto”. A situação do chefão petista se agrava pelo fato vergonhoso de ter sido “descondenado” pelo golpe jurídico dado pelo Supremo Tribunal Federal em três instâncias soberanas do Judiciário. Lula é a desmoralização da honradez. Fora ele, até agora, a tão decantada terceira via não se viabiliza. Assim, na prática, no mundo real, Bolsonaro se torna o franco favorito, apesar do desgaste de ocupar a cadeira elétrica do Palácio do Planalto. Eis o jogo para outubro/novembro de 2022.

Por tudo isso, a reeleição de Bolsonaro tem menos importância que a recuperação do equilíbrio institucional. O presidente precisa entender que foi eleito em 2018 para fazer um governo de transição da cleptocracia fora de controle para um Estado de Direito. Assim, Bolsonaro tem a obrigação de definir uma agenda simplificada, entendível pela maioria sensata e honesta, para mostrar que é possível recuperar a governabilidade afetada (e praticamente perdida) pela ação do “mecanismo” e da “juristocracia”. Jogar nas quatro linhas de uma Constituição ruim não é fácil, mas essa precisa ser a regra fundamental do jogo. Do contrário, o Brasil vai mergulhar em guerra civil, com consequências violentas e imprevisíveis.

Moscou se torna a melhor megalópole para se viver no mundo em ranking da ONU

Ministro da Defesa destaca potencialidades do Brasil a universitários de 13 países

Nesta terça-feira (1), o Ministro da Defesa, Walter Braga Netto, participou de uma videoconferência do curso de MBA Futuro do Capitalismo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No encontro, foram destacados os desafios e as oportunidades para o Brasil exercer liderança no cenário socioeconômico internacional.

Em sua palestra, Braga Netto abordou sua experiência pessoal e profissional e destacou as potencialidades do Brasil, incluindo a mais rica biodiversidade do planeta, a matriz energética diversificada e renovável, o potencial agrícola, o grande mercado interno, entre outros.

O encontro foi acompanhado por estudantes do Brasil e de outras 12 nacionalidades (Bangladesh, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, Índia, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nigéria e Suíça).

Confira os destaques da semana:

O recado de Aras, Bolsonaro maior que a oposição, o que a mídia tá achando, fofocas E+

Já estamos em 2022, mas muito foi conquistado no ano passado. A agricultura e a pecuária do Brasil cresceram com inovação e sustentabilidade

 

FAB lança vídeo alusivo ao Dia da Aviação de Asas Rotativas


Os helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) têm sua data comemorativa em 3 de fevereiro. 

O fato notório que deu origem à escolha desse dia ocorreu em 3 de fevereiro de 1964, em uma Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), na região de Katanga, no Sul do Congo, quando a tripulação de um Sikorsky H-19 da FAB pousou, sob disparos de grupos rebeldes locais, para realizar o resgate de outro helicóptero que transportava missionários e freiras, e havia pousado em emergência em meio à vegetação subsaariana. 

Por suas conhecidas características – versatilidade e flexibilidade –, as aeronaves podem decolar e pousar em locais de difícil acesso, pois precisam de pouco espaço para executar a ação. 

Os vetores, pela capacidade de manter o voo pairado, tornam-se ideais para ações de salvamento, infiltração, exfiltração, entre outras.

Em Porto Velho (RO), os presidentes Jair Bolsonaro e Pedro Castilho, do Peru, fazem reunião bilateral

 

Dólar à vista fecha em baixa de 0,62%, a R$5,2732

© Reuters. Nota de um dólar 23/11/2021 REUTERS/Murad Sezer

José de Castro - O dólar emendou a quarta queda e fechou a 5,2732 reais nesta terça-feira, menor valor em quatro meses e meio, com os mercados domésticos aproveitando o novo dia de recuo global da divisa norte-americana para seguir desarmando posições, na véspera da decisão de juros pelo Banco Central.

O dólar à vista caiu 0,62% no fechamento, aprofundando a baixa na série de quatro pregões para 3,04%. O valor da cotação é o mais baixo desde 16 de setembro do ano passado (5,2654 reais).

Na B3 (SA:B3SA3), às 17:08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,69%, a 5,3050 reais.

No exterior, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas de países ricos caía 0,3%. Um índice do JPMorgan (NYSE:JPM) para divisas emergentes subia 0,16%, para máximas desde 24 de dezembro do ano passado.

2 de fev. de 2022

Nota de Repúdio à matéria publicada na revista VEJA

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA  DAS INDÚSTRIAS DE MATERIAIS DE DEFESA E SEGURANÇA - ABIMDE repudia a matéria publicada na revista VEJA, edição de 29 de janeiro de 2022, com o título "Indústria bélica faz lobby pesado no Exército e ganha série de benefícios".

A matéria ataca toda a Base Industrial de Defesa e Segurança, setor estratégico e um dos pilares da soberania nacional, que vem ao longo dos anos investindo no desenvolvimento de novas tecnologias e gerando empregos qualificados, contribuindo significativamente com a balança comercial brasileira e colocando o Brasil em destaque em um rol de poucos países que dominam tecnologias críticas.

A divulgação desta matéria falaciosa afirmando haver lobby do setor junto ao Exército para obtenção de benefícios é um desserviço à sociedade, que merece conhecer a verdade dos fatos. A Base Industrial de Defesa e Segurança desde há muito sofre com a falta de isonomia tributária para aquisições de produtos e serviços efetuados pelas Forças de Defesa e Segurança Pública no Brasil.

O setor de Defesa representa 4,46% do Produto Interno Bruto brasileiro , criou mais de  1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e no ano de 2021  gerou divisas com a exportação de  US$ 4,5 bilhões em produtos e serviços.

É imperioso a observância da verdade para a prática do bom jornalismo e credibilidade da imprensa. A Indústria de Defesa e Segurança deve ser motivo de orgulho nacional.

Portos do Brasil - Setor portuário movimentou 1,2 bilhão de toneladas de cargas em 2021


Saiba quais são as regras de cada empresa aérea para o transporte de pets nos aviões

Carlos Ferreira - Nesta semana, o Procon de Goiás disponibilizou uma vasta lista de dicas e alertas que os tutores devem estar atentos no momento de embarcarem seus animais. Além dessas guias, e equipe do órgão de proteção ao consumidor também buscou informações junto a cada uma das grandes empresas aéreas nacionais sobre suas regras de transporte.

Veja abaixo o posicionamento das principais linhas aéreas que operam no Brasil sobre o transporte de animais:

Azul Linhas Aéreas

A companhia só executa o transporte de animais na cabine. Por este motivo, o peso total (animal mais container) deve ser de, no máximo, 7 quilos. O transporte deve ser feito por meio de container rígido ou mala flexível. As dimensões devem ser de até 43 cm comprimento X 31,5 cm de largura X 20 cm de altura.

Gol Linhas Aéreas

O tutor do animal deve chegar com até duas horas de antecedência para o check-in de voos domésticos e três horas de antecedência para voos internacionais. O despacho do pet deve ser realizado no momento do check-in, no caso de despacho do animal no porão da aeronave.

A Gol permite que viajem na cabine cachorros ou gatos que pesem até 10 kg, incluindo o peso da caixa. Os animais com peso de 10 a 30 kg são permitidos somente no compartimento de cargas.

Para o transporte na cabine, a caixa pode ser rígida ou flexível , mas deve atender as dimensões especificadas para o transporte do animal. Já para o transporte no porão o kennel deve ser rígido (fibra ou plástico resistente) sem danificações, impermeáveis, forrados, limpos e com tranca. Para ambos os serviços é necessário que a caixa de transporte permita que o mesmo possa movimentar-se realizando um círculo em volta de si mesmo (giro de 360º).

Latam

Caso o animal viaje dentro da cabine da aeronave, o seu tutor deve chegar com antecedência de 2 horas (voo doméstico) ou 4 horas (voo internacional). Se o pet for viajar no porão da aeronave, a antecedência deverá ser de cerca de 3 horas. A companhia possibilita duas opções de despacho para voar no porão do avião: o bichinho pode ser entregue pelo seu tutor no check-in ou ser levado até o Terminal de Cargas da linha aérea.

O peso máximo (animal + caixa de transporte) deve ser de 7 kg para transporte na cabine e de 45 kg para transporte no porão. No caso de animais de maior porte, a caixa de transporte precisa ter o tamanho adequado para que possa passar pela porta da aeronave.

Os tipos de caixas de transportes aceitos pela empresa seguem o regulamento Live Animals Regulations da IATAL (International Air Transport Association). Para o transporte no porão das aeronaves, a caixa de transporte deve ter tamanho suficiente para que o pet consiga ficar de pé com uma distância de 5 cm até o teto e possa dar um giro em torno do seu próprio eixo.

Informações levantadas pelo Procon-GO

SOJA: Como alertado, fevereiro começa quente!

Mais uma autorização ferroviária (a 22ª!); a 1ª no RJ. Geração de emprego na veia para milhares de famílias

 

Rafael testa pod de ataque eletrônico Sky-Shield de última geração para cliente estrangeiro


Fernando Valduga - A empresa israelense Rafael disse hoje que concluiu o desenvolvimento da mais recente geração da família Sky-Shield de pods de Ataque Eletrônico (EA).

O pod está agora passando por extensos testes de voo em uma aeronave de combate de 4,5 geração para um cliente não revelado e em breve fornecerá recursos sem precedentes, disse a empresa.

O pod de interferência Sky-Shield para aeronaves de combate fornece um sistema de interferência de suporte multiuso com tudo incluído. O Sky-Shield envolve radares inimigos em ambientes hostis, fornecendo contramedidas abrangentes contra ameaças inimigas. O sistema cria um corredor seguro para várias aeronaves de ataque, aumentando a capacidade de sobrevivência das aeronaves em uma missão de ataque.

Postagens do Presidente Bolsonaro - 02/02/2022

 

Leilão de aeroportos Governo do Brasil  alterou os blocos da 7ª rodada de concessões aeroportuárias. 

Agora, serão 4 lotes de aeroportos oferecidos à iniciativa pr ivada ainda no 1º semestre de 2022, com investimentos na casa dos R$ 8,63 bilhões.

Com a mudança, o leilão passa a contar com um bloco formado exclusivamente por aeroportos dedicados à aviação executiva: Campo de Marte/SP e Jacarepaguá/RJ.

Entendendo que os aeroportos mineiros têm maior sinergia com os terminais que originalmente integravam o Bloco SP-MS-PA, os aeródromos de Uberlândia, Uberaba e Montes Claros/MG foram remanejados para esse lote.

A mudança atende também aos anseios de autoridades, lideranças e representantes da sociedade civil do Rio de Janeiro, já que, agora, o Aeroporto Santos Dumont/RJ formará um bloco único. (Emprego e desenvolvimento regional)



Notícia boa para o PARANÁ:  pavimentação de 46 km da Estrada Boiadeira (BR-487/PR), entre Porto Camargo e Serra dos Dourados, segue a todo vapor. O DNIT trabalha na concretagem do contorno de Icaraíma e na execução de um novo viaduto em Umuarama, entre outros serviços.

Importante corredor de escoamento, a rodovia ligará o noroeste do Paraná à Porto Murtinho/MS, ponto de conexão com o Corredor Bioceânico, unindo os portos de Santos/SP e Paranaguá/PR aos portos do Chile.


Santa Tereza do TOCANTINS. Com investimentos e sensibilidade da @CAIXA , foi dado o pontapé é iniciado a construção do primeiro de 7.000 fogões mais eficientes. Trata-se de mais um projeto transformacional, tanto em termos ambientais quanto de saúde para as pessoas. 

Neste projeto a Caixa vai patrocinar a construção de 7.000 fogões, a implantação de 1.000 quintais agroflorestais e o plantio de 1.2 milhão de árvores. O Instituto Perene é quem realiza as construções e os plantios. Importante também conhecermos o trabalho deles de perto. O Ministério do Meio Ambiente é parceiro neste projeto. 

Os fogões “caipiras”, como eles chamam, geram uma fumaça tão forte que não se consegue nem enxergar. As paredes ficam negras e o uso de árvores é muito intenso. Além disto, as árvores utilizadas até hoje são Jatobá, Angico, Copaíba, Timbó e Espinheiro. Ou seja, este novo fogão vai reduzir o desmatamento pois ao invés de galhos, passarão a ser utilizados gravetos. 

É o Governo do Brasil  protegendo o meio ambiente e realizando inclusão social.



Investimentos no Esporte Brasileiro em 2021:

R$ 872,33 milhões ( valor correspondente a praticamente 100% do orçamento de programas e projetos atendidos pelo Governo Federal.

R$ 470,84 milhões para implementação e modernização de infraestrutura para o ESPORTE EDUCACIONAL, recreativo e lazer.

R$ 208,28 milhões para o desenvolvimento de atividades e apoio a projetos de educacao, lazer e INCLUSÃO SOCIAL:

. Programa Segundo Tempo
. Programa Brincando com o esporte
. Programa Esporte e Lazer da Cidade
. Depois de mais de uma década, a volta dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs)

Programa Calha Norte leva desenvolvimento à Amazônia Legal e amplia em 40% o número de municípios atendidos

Mariana Alvarenga - O Programa Calha Norte (PCN), do Ministério da Defesa, iniciará as atividades em 2022 com a ampliação de 40% no número de municípios atendidos em relação ao ano passado. Para este ano, estão previstos R$ 625,9 milhões de investimentos para a realização de obras de infraestrutura (como escolas, creches, pontes, pavimentação de estradas e implantação de sistema de rede elétrica e iluminação pública). O montante também será investido na aquisição de equipamentos, incluindo caminhões, tratores, retroescavadeiras; e na melhoria da infraestrutura e na compra de bens em quartéis na área de atuação do Programa.

Esses recursos contribuem para a promoção do desenvolvimento regional da região da Amazônia Legal, principalmente em áreas de difícil acesso e distantes dos grandes centros urbanos. “Ao longo de seus 36 anos, o Programa Calha Norte tem mudado a vida de muitas pessoas que moram em pequenas comunidades da Amazônia Legal. Obras e equipamentos foram entregues às populações mais isoladas, principalmente na área de fronteira”, destaca o Diretor do Programa, General de Divisão R/1 Ubiratan Poty.

Maior cobertura

A ampliação da cobertura se deve ao aumento de municípios nos estados de Tocantins e Pará, que tiveram o incremento, de 91 e 86 cidades, respectivamente. O programa, que atendia até dezembro do ano passado, 442 municípios, atenderá este ano a 619 cidades localizadas em 10 estados (Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Rondônia, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). Com isso, cerca de 24 milhões de brasileiros serão beneficiados por meio das ações do Calha Norte.

Atuação

O PCN executa as obras de infraestrutura por meio de parceria entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo. Parlamentares direcionam recursos ao Ministério da Defesa, que analisa os projetos e acompanha toda a execução e entrega das obras. Para conferir se cada empreendimento foi concluído conforme tais projetos, engenheiros e supervisores do PCN vistoriam as obras presencialmente.

“Ir a todas as obras de responsabilidade do DPCN é um diferencial na gestão do Programa. Para isso, os técnicos do Programa se valem de todos os modais de transporte que a região amazônica exige, aéreo, terrestre e fluvial”, enfatizou o General Poty.

A iniciativa também atua na implantação, adequação e ampliação de organizações militares situadas em áreas de difícil acesso. Os recursos são provenientes do Orçamento, direcionados às Forças Armadas e empregados para ações como: controle e segurança da navegação fluvial, manutenção da infraestrutura instalada nos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) e apoio às comunidades, com evacuação aeromédica.

Lula volta a defender regulação da mídia, dessa vez na internet

Presidente Jair Bolsonaro assina portaria que modifica regras da prova de vida para aposentados e pensionistas do INSS. E+

 

1 de fev. de 2022

"Batismo das Armas" Marca recepção de novos alunos em escola de sargentos


A Escola de Sargentos das Armas (ESA) realizou, no dia 28 de janeiro de 2022, o tradicional Batismo das Armas, conduzido pelos Cursos de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Comunicações e Engenharia. A atividade marca a recepção dos novos alunos do Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS) para o período de qualificação.

Os infantes realizaram a pista de progressão diurna no Campo de Instrução do Atalaia, composta por seis obstáculos. Os cavalarianos, conduzidos em viaturas blindadas de transporte de tropa Guarani até a Praça Cavalo Bororó, visitaram a exposição de viaturas Pelotão de Cavalaria Mecanizado e participaram da formatura de entrega das lanças. 

Os artilheiros participaram da Prova Coronel Jorge Teixeira, composta de prova de natação de revezamento, corrida com cunhetes, orientação e corrida com obuseiro. Os engenheiros realizaram a Corrida do Bote até o Parque de Pontes, onde houve a passagem simbólica do remo entre todos os novos alunos. Os comunicantes, na Corrida da Bobina, realizaram o revezamento de bobinas de fio à frente dos pelotões. As atividades se encerraram com a entrega das insígnias das armas que foram escolhidas pelos alunos ao final do primeiro ano letivo e que acompanham o militar por toda a sua carreira.


Fonte: ESA

Agenda dos Príncipes - 01/02/2022

 

FAB quer mais 30 caças Gripen

Além dos caças, a FAB adquiriu um pacote de armamento que é considerado o mais avançado da América do Sul

Fernando Valduga - A FAB (Força Aérea Brasileira) quer comprar mais 30 caças Gripen, quase dobrando assim a frota de 36 que aos poucos chegam ao país. Enquanto isso, começou a montar o mais moderno e caro arsenal de mísseis que o Brasil já teve para equipar o avião.

“O planejamento baseado em capacidade nos leva hoje, pelas nossas hipóteses de emprego, a 66 aviões”, disse à Folha o comandante da Força, Carlos de Almeida Baptista Junior.

O redesenho reduz as especulações de uma frota ideal de mais de 120 aeronaves, feitas desde que o Brasil começou a discutir a aquisição de um novo caça, em 2001.

“Como chegar nisso [os 66], temos discutidos, estamos em fase inicial. Tem uma intenção”, diz o brigadeiro, ciente das dificuldades orçamentárias inerentes à área militar —o contrato para a compra de cargueiros KC-390 da Embraer, por exemplo, está sendo renegociado e deverá contemplar talvez metade da encomenda original de 28 aviões.

O Gripen, fabricado pela sueca Saab em um programa que visa capacitar a produção nacional na Embraer, foi comprado pelo equivalente hoje a R$ 22,6 bilhões em 2014.

Não é uma aquisição de produto pronto, e sim um programa de transferência tecnológica, tanto que o modelo de dois lugares está sendo desenhado em conjunto por brasileiros e suecos.

Um avião está no Brasil desde 2020 para a campanha de testes, e quatro chegarão neste semestre para iniciar a chamada certificação militar. Ela será feita na Suécia e ratificada no Brasil, e a FAB quer contar ao todo com seis aviões até o fim do ano.

Baptista Junior crê que o processo vá durar cerca de seis meses. Ele descartou os boatos no mercado de que a FAB teria interesse em outro vetor para sua aviação de combate, o americano com tecnologia furtiva F-35. “Isso é delírio”, disse.

Tal ideia veio da recente derrota do Gripen em uma concorrência na Finlândia, para o F-35, que por ter começado a ultrapassar os problemas de alto custo que o atormentavam, passou a ser visto como uma alternativa no mercado.

O caça sueco enfrenta diversas disputas, como na Áustria, no Canadá e, de forma mais importante para um avião que poderá ser montado no Brasil, na Colômbia. Baptista Junior relativiza a preocupação com o fato de que este modelo do Gripen, a geração E/F, só foi comprado pela FAB (36 aviões) e pela Suécia (60).

“É um avião muito off the shelf [inglês para ‘direto da prateleira’, no jargão que indica que seus componentes podem ser adquiridos em vários lugares]. Nós sofremos com o [avião de ataque ítalo-brasileiro] AMX, pois muitas coisas feitas para ele só existiam aqui e na Itália”, afirma.

“Eu acredito que vai ser um avião vitorioso, é até injusto chamá-lo de quarta geração, a arquitetura de software dele é algo incrível”, disse o militar, que concorda que “vamos ter de pagar para mantê-lo, fazer controle de obsolescência”.

Este é um risco inerente à opção “fazer” quando a FAB se viu entre “comprar ou fazer” ao escolher seu caça multimissão, que visa substituir os atuais F-5 e AMX. A vantagem é a capacitação industrial.

“A ideia era que a Embraer pudesse fazer um avião de quinta geração. Hoje, não sei se fazendo isoladamente, difícil com esse custo, mas com parcerias”, diz.

Caminho diverso foi tomado para armar o Gripen. Ao longo de anos, a FAB fomentou projetos de construção de mísseis junto à fabricantes locais, mas agora a opção foi pelo “comprar”.

A nova geração de armamentos da FAB foi negociada dentro da ação orçamentária do Gripen, com alguns itens a serem custeados pelo Tesouro.

Em 24 de novembro, a Força recebeu seu primeiro lote para uso operacional do míssil Meteor, do consórcio europeu MBDA, após ter um para testes com o Gripen que está no Brasil.

Trata-se de um míssil BVR (além do alcance visual, na sigla inglesa). Ou seja, o piloto o dispara a uma distância que pode variar de 100 km a 200 km de seu alvo, podendo ou não atualizar sua rota via conexão digital no caminho deixando pouquíssimo tempo de reação para o adversário.

O Meteor é considerado o mais avançado modelo do tipo no mercado. Ele combina uma fase de propulsão com combustível sólido que é substituída por um motor do tipo ramjet, que se alimenta do ar à frente para gerar velocidades até quatro vezes acima das do som (4.900 km/h).

É um armamento caríssimo. A FAB não divulga nem quantos mísseis recebeu, nem o valor —que varia e depende do escopo da compra e, claro, do parcelamento dentro do financiamento de 25 anos do governo sueco.

Mas, segundo a tabela anual de transferências de armas do referencial Sipri (Instituto Internacional de Pequisas da Paz de Estocolmo), o negócio foi de € 200 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão hoje) para um total de cem unidades. Isso está em linha com o preço citado no mercado para o Meteor, € 2 milhões a peça (R$ 12 milhões).

Fazendo par ao Meteor, foi anunciado também um segundo lote, também para uso operacional, do míssil ar-ar de curto alcance Iris-T, um projeto teuto-italiano. Neste caso, não há referência no Sipri e a FAB também não comenta, mas o produto segundo sites especializados custa € 380 mil (R$ 2,2 milhões hoje) a unidade.

O Iris-T irá substituir um míssil nacional, o MAA-1 Piranha, desenvolvido nos anos 1970 pela FAB e que só foi fabricado 25 anos depois. Ele é da antiga geração de mísseis para combate visual com guiagem infravermelho —em distâncias de no máximo 25 km, ele é disparado e persegue a assinatura de calor do motor do adversário.

A dupla supre uma lacuna brasileira, e é a mais moderna da América do Sul. Chile e Venezuela têm capacidade BVR, mas com modelos mais antigos de mesma geração (o americano AIM-120 e o russo R-77, respectivamente).

Tanto o Iris-T quanto o Meteor tinham versões nacionais em desenvolvimento há anos em parceria com a Denel, empresa da África do Sul. Aqui, a realidade de mercado se interpôs.

A fabricante brasileira, Mectron, havia surgido no “cluster” aeronáutico de São José dos Campos (SP) em 1991. Em 2007, foi turbinada com verbas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e, quatro anos depois, comprada pela Odebrecht Defesa, o braço militar da empreiteira.

As dificuldades da empresa após ter seu papel nas falcatruas do petrolão dissecadas pela Operação Lava Jato desmontou a divisão bélica, que colocou ativos à venda. Parte do que era a Mectron sobrevive numa empresa chamada SIAAT.

Os projetos abertos, o A-Darter (equivalente ao Iris-T) e o R-Darter (um BVR menos capaz do que o Meteor), não. Além das questões domésticas, a dona dos desenhos, a estatal sul-africana Denel, basicamente quebrou nos últimos anos. Quase declarou falência e se viu envolvida em um grave escândalo de corrupção, deixando na prática de desenvolver produtos.

“Não tem escala [para os projetos]. Não haverá compra de oportunidade sob este comando, sofremos muito com isso no passado. Eu preciso de um míssil. O Meteor já está no paiol, o Iris-T está chegando”, afirma o brigadeiro.

“Durante 30 anos fizemos investimentos na missilística nacional. Fizemos todas as tentativas. Por que a Avibrás [famosa por seus lançador Astros] é uma vencedora? Porque ela tem um mercado de exportação que compensa a baixa compra governamental. Ou você tem uma tecnologia dual, civil ou militar, ou tem exportação”, afirmou.

Haverá protestos na indústria nacional? “A vida como ela é”, responde, ressaltando que isso não significa abdicar de pesquisa. “Veja o caso do míssil hipersônico. Nós dividimos o projeto em subsistemas e testamos com sucesso a ignição em voo, que é crítica”, afirmou, sobre o programa 14-X.

Soja janeiro: Chicago atinge maior preço da história!

Navio-Patrulha “Guajará” apreende embarcação pesqueira nas proximidades da Plataforma Mexilhão

Navio-Patrulha “Guajará” durante patrulha naval

O Navio-Patrulha “Guajará”, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, apreendeu, no dia 25 de janeiro, uma embarcação realizando pesca nas proximidades da plataforma de exploração de petróleo “Mexilhão”, localizada a 65 milhas náuticas da cidade de Ilhabela (SP).

 A embarcação apresada foi conduzida até o Porto de São Sebastião (SP), onde uma equipe da Delegacia da Capitania dos Portos daquela cidade deu prosseguimento à apreensão.

Condução do pesqueiro ao Porto de São Sebastião

A ação reflete a importância das ações de patrulha naval conduzidas em áreas de plataformas nas bacias petrolíferas do Brasil, contribuindo para a coibição de práticas ilegais nas águas jurisdicionais brasileiras.

Copom inicia primeira reunião do ano para definir juros básicos

Expectativa é que Selic suba de 9,25% para 10,75%

Wellton Máximo - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa hoje (1º), em Brasília, a primeira reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Pela primeira vez em cinco anos, os juros deverão atingir os dois dígitos. Amanhã (2), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 9,25% para 10,75% ao ano nesta reunião. A expectativa está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa fique em 11,75% ao ano.

Os membros do Copom sinalizaram, na ata da última reunião, que devem manter a elevação da Selic no mesmo patamar de 1,5 ponto percentual, com política monetária contracionista diante da piora dos índices de preços. Desde setembro, os juros básicos têm sido elevados nesse ritmo.

Principal instrumento para controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo aumentado 7,25 pontos percentuais até agora.

Inflação em alta

Para 2022, a meta de inflação a ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, fecharia o ano em 4,7% no cenário base, com Selic em 11,25% ao ano e câmbio em R$ 5,65. O próximo relatório será divulgado em março.

Puxado pelo aumento dos preços de energia elétrica e combustíveis, o IPCA encerrou 2020 em 10,06%, maior inflação anual desde 2015. A projeção do mercado é de inflação fechando o ano em 5,38%, de acordo com o boletim Focus. É a 29ª alta consecutiva na previsão das instituições financeiras.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque juros mais altos encarecem crédito e estimulam poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, já que ela é apenas parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

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