Israel Blajberg- Por 4 vezes os pracinhas brasileiros tiveram que retroceder montanha abaixo. Combatentes de um pais pacífico e ainda rural, em meio a neve de um rigoroso inverno dos Apeninos enfrentavam inimigo experiente e conhecedor do terreno. Os nazistas estavam entrincheirados no alto do Monte Castello, a vantagem clássica da altura descrita nos manuais militares.
O Brasil se orgulha dos seus pracinhas, que enfrentaram os nazistas na neve das escarpas sob fogo de metralhadoras e morteiros do alto, levando apenas o armamento, a própria ração, e a coragem exemplar.
A cada 21 de fevereiro lembramos o sacrifício daqueles bravos soldados, a melhor homenagem que eles poderiam receber: a recordação da sua luta, nosso dever de memória.
Aqui fica a singela homenagem aos que não voltaram, pagando o pesado preço da vitória em preciosa vidas brasileiras.
“… à entrada da barra, as nuvens começaram a se abrir, e surgiu o Cristo Redentor … Era o Rio … Lembrei-me então repentinamente, daquela longinqua posição perdida nos Apeninos … muitos soldados ajoelharam-se no tombadilho orando, outros simplesmente de pé, olhando o Cristo que surgia dentre as nuvens… Rio de Janeiro … fim dessa longa estrada, onde cada encruzilhada ficou marcada por uma fileira de cruzes brancas …"
Último paragrafo de CRUZES BRANCAS – Diário de um Pracinha, de Joaquim Xavier da Silveira, BIBLIEX, 1977.
A Prefeitura de Tarauacá, através da Secretaria de Finanças, comunica aos servidores municipais das diversas secretarias, que o pagamento referente ao mês de fevereiro será efetuado nesta sexta feira, 24.
Já os prestadores de serviço, o pagamento será realizado até o dia 10 de março.
“Esse é mais um compromisso da Prefeita Marilete Vitorino, em manter o salário dos funcionários em dia desde o inicio da sua gestão”, disse o Secretário de Finanças Raimundo Vitorino.
Muitos diziam que Hillary ganharia com uma margem folgada de votos sobre seu adversário político o Republicano Donald Trump, mas para surpresa do mundo, mas não do povo americano cansado de populismo, quem ganhou foi Trump
A mesma coisa pode se repetir no Brasil, partidos e imprensa (veja), já começaram há muito tempo a atacá-lo na tentativa de desacreditá-lo perante a população, alguns institutos de pesquisas se quer o colocam nas pesquisas.
Um dos ataques mais frequentes é o de tentar ligá-lo ao Regime Militar já que ele foi Capitão do Exército, patente também adquirida pelo seu congênere no norte Donald Trump. Uns chegam a ligá-lo a revolução de 64 o que é impossível já que Bolsonaro se formou na AMAN em 1977.
Centurião
Quanto a isso não há o que se preocupar já que na Bíblia em Matheus 8: 5-13, Jesus afirma que nunca viu tanta fé e estava justamente falando de um militar já que naquela época 'Centurião' fazia parte do oficialato romano, veja:
5 Entrando em Cafarnaúm, aproximou-se dele um centurião, suplicando nestes termos:
6 «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico, sofrendo horrivelmente.»
7 Disse-lhe Jesus: «Eu irei curá-lo.»
8 Respondeu-lhe o centurião:
«Senhor, eu não sou digno de que entres debaixo do meu tecto; mas diz uma só palavra e o meu servo será curado.
9 Porque eu, que não passo de um subordinado, tenho soldados às minhas ordens e digo a um: ‘Vai’, e ele vai; a outro: ‘Vem’, e ele vem; e ao meu servo: ‘Faz isto’, e ele faz.»
10 Jesus, ao ouvi-lo, admirou-se e disse aos que o seguiam: «Em verdade vos digo: Não encontrei ninguém em Israel com tão grande fé!
11 Digo-vos que, do Oriente e do Ocidente, muitos virão sentar-se à mesa do banquete com Abraão, Isaac e Jacob, no Reino do Céu,
12 ao passo que os filhos do Reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes.»
13 Disse, então, Jesus ao centurião: «Vai, que tudo se faça conforme a tua fé.» Naquela mesma hora, o servo ficou curado.
Outros ataques infundados por puro medo de sua eleição é que ele é racista e não gosta de pobres. Como Jair Bolsonaro pode ser racista se seu sogro é afro-descendente e sua esposa vem da Ceilândia, cidade satélite (periférica) de Brasília?
Vilar/cadaminuto - Início esta postagem com a questão que é seu título: Por qual razão a grande mídia ignorou a manifestação pela derrubada do Estatuto do Desarmamento?
Lula Vilar - Pergunta simples!
Observem: não estou aqui querendo que um colunista, jornalista ou até mesmo portais sejam favoráveis ou contrários ao Estatuto do Desarmamento. Este é um juízo de valor que eles são livres para fazer. Deve ser assim! A liberdade de expressão e de pensamento faz com que tenhamos posições diante das coisas.
Avaliamos argumentos e escolhemos que lado tomar. Os motivos que conduzem essa avaliação são os mais variados. Vão de critérios honestos aos desonestos. Vão dos critérios que levam em conta os dados aos ou que desprezam estes. Mas, cada um é livre para fazer a sua interpretação.
Mas, o debate existe e tem tomado conta do país. O assunto está movimentando as redes sociais: de um lado os armamentistas do outro os desarmamentistas. Considero isto natural de todo projeto de lei que envolve a sociedade em uma discussão.
Foi isto que levou várias pessoas à Avenida Paulista (São Paulo), no dia de ontem, 19. Lá estavam deputados federais, estudantes, profissionais de diversas áreas. Enfim... A mídia pode até não gostar dos parlamentares que lá estavam, mas não pode negar que foi uma manifestação que atraiu autoridades constituídas, gostemos ou não delas. Logo, este é um sinal de repercussão. Óbvio: não é o único.
No jornalismo não se ignora fatos! Pode se ter – evidentemente – opiniões sobre eles. São as chamadas análises. Então, se parcela da imprensa quisesse, poderia ter “descido a lenha” na manifestação. Mostrado os motivos pelos quais acha que a manifestação tem uma causa errada. Assim como é dado o direito de outra parcela da mídia enxergar a causa como correta. O que vai diferenciar são os argumentos utilizados.
Mas, não se optou sequer pelo debate. Em muitos locais, optou-se pelo silêncio. E isto é lamentável. É pior do que quando se trata de um assunto observando apenas um lado. Esquecendo que o outro possui estudos técnicos que indicam o oposto do que os intelectuais de plantão afirmam.
É justamente o caso do tema “armamento civil”. Há um estudo técnico da própria Câmara de Deputados – de número 23/2015 – que mostra que não há correlação entre o aumento de quantidade de armas legais e os crimes de homicídio por arma de fogo, que por sinal cresceram assustadoramente após o Estatuto do Desarmamento. Claro: só os bandidos passaram a ter armas e eles não seguem leis.
É a mesma conclusão dos estudos de Bene Barbosa e Fabrício Rebelo. Além disto, fora do nosso país, estudiosos como John Lott e Joyce Lee. Será que vamos abandonar o debate para prevalecer uma visão. E que para que esta visão prevaleça ignorar plenamente o outro lado?
Não fosse uma questão relevante, o deputado federal Rogério Peninha (PMDB) – que é quem propõe a derrubada do Estatuto por projeto de lei – não teria ganhado o destaque que ganhou. Observo ainda o seguinte: os que são contrários ao Estatuto buscam agir dentro dos mecanismos do Estado Democrático de Direitos: desde a apresentação de projeto até a legítima manifestação na busca por expor o que pensam. E aí, é com os votos da Câmara de Deputados.
Afinal, desarmamentistas podem fazer suas passeatas. Estas terão a cobertura da mídia. Aposto!
São os armamentistas – por sinal! – que já foram solapados no referendo. Já que a decisão foi uma e a ação governamental foi outra.
O pior é conviver ainda com a mentira sem o direito ao esclarecimento. Quando dizem que a derrubada do Estatuto do Desarmamento vai criar um comércio de armas desregrados, isto é mentira. Para desmistificar, basta a leitura do próprio projeto de Peninha. O que se institui são critérios objetivos (que por sinal são rígidos) para o acesso ao porte de arma, não dependendo mais da vontade discricionária do poder estatal. É isto e somente isto.
Não se vai vender armas indistintamente. Todas as questões formuladas nesta premissa são falácias. O projeto de Peninha regulamenta e não libera sem limites, restrições ou critérios. Quem escuta alguns desarmamentistas fica achando que no outro dia o país todo vai estar armado. Não é assim!
O fato é que o Estatuto do Desarmamento não desarmou bandidos e foi ineficiente na redução dos homicídios por arma de fogo. Quando os homicídios em geral até recuam, os que ocorrem por arma de fogo permanecem estáveis ou aumentam. É só analisar os números do próprio Mapa da Violência. Não faz sentido fugir ao debate. Faz menos sentido ainda ignorar um dos lados.
Relatório indica que Dilma e Lula obstruíram Lava Jato em nomeação para Casa Civil; também investigado, Mercadante teria tentado impedir delação de Delcídio
A Polícia Federal atribui aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e ao ex-ministro Aloizio Mercadante o crime de obstrução de Justiça – o último também enquadrado em tráfico de influência. O documento de 47 páginas, assinado pelo delegado Marlon Oliveira Cajado dos Santos, do Grupo de Inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), defende que Lula, Dilma e Mercadante sejam denunciados criminalmente, mas em primeiro grau, no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal, porque nenhum dos três detém foro privilegiado.
O relatório do inquérito foi encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Formalmente, a PF não indiciou os ex-presidentes e o ex-ministro, mas o relatório afirma que “o conjunto probatório é suficiente”.
Em março de 2016, Dilma Rousseff, então presidente da República, nomeou Lula para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Para a PF, com a nomeação – que concederia ao ex-presidente o direito ao foro privilegiado, ficando fora da jurisdição do juiz federal Sérgio Moro –, os dois provocaram “embaraço ao avanço da investigação da Operação Lava Jato”.
A conclusão da PF ocorre na mesma semana em que o ministro Celso de Mello, também do STF, deu sinal verde para a nomeação de Moreira Franco para a Secretaria-Geral da Presidência, pelo presidente Michel Temer. Moreira é citado em delações de executivos da empreiteira Odebrecht. A nomeação de Lula, então sob a condição de investigado da operação, foi barrada no Supremo pelo ministro Gilmar Mendes.
O inquérito foi aberto para investigar simultaneamente três capítulos emblemáticos da Lava Jato:
1) o teor da conversa gravada entre Mercadante e o ex-chefe de gabinete de Delcídio no Senado, ocorrida em 28 de dezembro de 2015 – 33 dias depois da prisão de Delcídio;
2) a nomeação de Lula para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma;
3) e a indicação do ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), episódio envolvendo o ex-presidente da Corte, ministro Francisco Falcão.
Mercadante
No caso do ex-senador e ex-ministro Aloizio Mercadante, a investigação foi baseada na gravação de uma conversa dele com o ex-chefe de gabinete do senador cassado Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), Eduardo Marzagão. Mercadante teria demonstrado empenho em barrar a delação premiada de Delcídio. A PF crava que o ex-ministro provocou “embaraço à colaboração premiada” do então senador.
Com relação aos ministros do STJ, o delegado da PF sugere desmembramento dos autos porque ambos desfrutam de foro especial no Supremo. A nomeação de Navarro para o STJ teria sido resultado de um plano, segundo a delação de Delcídio, para favorecer o empreiteiro Marcelo Odebrecht, preso desde junho de 2015 pela Lava Jato.
Na parte da investigação que cita Navarro e Falcão, o delegado pretendia ouvir Odebrecht e também o ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, além de Delcídio e Diogo Ferreira Rodrigues, que trabalhou no gabinete do ex-senador. Com os desdobramentos da delação premiada do ex-presidente da Odebrecht, Cajado considerou, no entanto, mais oportuno aguardar que se dê publicidade às revelações do empreiteiro.
Ao se referir especificamente a Mercadante e à gravação, a PF aponta que os conteúdos das conversas, gravadas por Marzagão, “são reveladoras”. Na ocasião, Delcídio já sinalizava que pretendia fazer uma delação premiada. O ex-senador foi preso em flagrante no dia 25 de novembro de 2015, por ordem do STF, sob acusação de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró – o próprio Delcídio foi gravado pelo filho de Cerveró tramando até uma possível fuga do ex-diretor da estatal petrolífera para o exterior.
ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE ABERTURA DE LICITAÇÃO - CHAMADA PUBLICA N° 001/2017. A PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ
Através da Comissão Permanente de Licitação TORNA PÚBLICO, aos interessados que fará realizar processo de seleção publica de Instituições/Organizações sem fins lucrativos, na modalidade CHAMADA PUBLICA N°001/2017, sob o processo n°254/2017 que tem como objeto a Aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou suas organizações, destinada ao atendimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, durante o exercício de 2017, os quais seguem seus descritos quantitativos e qualitativos no Edital e seus anexos. Sessão de abertura designada para o dia 10/02/12017 às 9h3000min na sede da Prefeitura Municipal de Tarauacá, 2º Piso, sala da CPL, situada na Rua Cel. Juvêncio de Menezes, nº 395, Centro. As retiradas do edital e seus anexos poderão ser obtidos junto a Comissão Permanente de Licitação, no dia 20/02/2017 á 09/03/2017ou pelo e-mail setordelicitacoestk@gmail.com no horário das 07h00min às 13h00min.Data da Assinatura: Tarauacá – Acre, 17 de fevereiro de 2017.
Assina: Nádia Maria Vilarouca Monteiro
Presidente da CPL/PMT.
ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO
PREGÃO PRESENCIAL SRP Nº 002/2017. A PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ – CPL nos termos e para os fins do disposto no Art. 21º - I e II da Lei 8.666/1993 e Art. 4° - I da lei n°10.520/2002, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a sessão pública de abertura na modalidade PREGÃO PRESENCIAL SRP Nº 002/2017, do tipo menor preço por lote, objetivando o Registro de Preços para eventual e futura aquisição de materiais de expediente visando atender às necessidades administrativas das Secretarias Municipais, conforme especificações e quantitativos estimados constantes no Termo de Referência – Anexo I. Sendo assim a sessão de abertura fica marcada para o dia 09 de março de 2017, às 10h30min, na sede da Prefeitura Municipal de Tarauacá, 2º Piso, sala da CPL, situada na rua Cel. Juvêncio de Menezes, nº 395 - Centro. A íntegra do Edital com seus anexos, poderá ser obtida junto a Comissão Permanente de Licitação ou no endereço eletrônico setordelicitacoestk@gmail.com , a partir do dia 21/02/2017 no endereço supra, no horário de expediente das 07h00min às 13h00min. Tarauacá - Acre, 17 de fevereiro de 2017.
Assina: Nádia Maria Vilarouca Monteiro –
Pregoeira - PMT/CPL.
ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO
PREGÃO PRESENCIAL SRP Nº 004/2017. A PREFEITURA MUNICIPAL DE TARAUACÁ – CPL nos termos e para os fins do disposto no Art. 21º - I e II da Lei 8.666/1993 e Art. 4° - I da lei n°10.520/2002, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a sessão pública de abertura na modalidade PREGÃO PRESENCIAL SRP Nº 004/2017, do tipo menor preço por item, objetivando o Registro de Preços para aquisição de material de consumo (água mineral e gelo) visando atender às necessidades das Secretarias Municipais, conforme especificações e quantitativos estimados constantes no Termo de Referência – Anexo I. Sendo assim a sessão de abertura fica marcada para o dia 09 de março de 2017, às 08h30min, na sede da Prefeitura Municipal de Tarauacá, 2º Piso, sala da CPL, situada na rua Cel. Juvêncio de Menezes, nº 395 - Centro. A íntegra do Edital com seus anexos, poderá ser obtida junto a Comissão Permanente de Licitação ou no endereço eletrônico setordelicitacoestk@gmail.com , a partir do dia 21/02/2017 no endereço supra, no horário de expediente das 07h00min às 13h00min. Tarauacá - Acre, 17 de fevereiro de 2017.
sitecuriosidades/Juliana Miranda -Médicos e pesquisadores comprovaram que roer unhas faz mal à saúde! O perigo de roer unhas está no fato de que a cutícula, pele que nos protege contra agentes externos, pode ser removida no ato, nos deixando suscetíveis à ação de vírus e bactérias.
A mania de roer unhas também é prejudicial, pois está relacionada à ansiedade, ao estresse e à frustração. Onicofagia é o nome dado ao vício de roer as unhas ou a pele que fica em volta dela.
Roer a pele que fica ao redor das unhas causa um trauma que permite a entrada de bactérias no local, causando infecções e inflamações. O hábito é ainda mais prejudicial para quem tem problemas circulatórios e imunológicos, pois a infecção pode invadir a corrente sanguínea e complicar o quadro.
Agora, para aquelas que pessoas que além de roer, também engolem as unhas, o quadro é ainda pior, resultando em graves problemas gastrointestinais, como esofagite infecciosa, gastrite, enterocolite por infecção por microorganismos, verminoses e até apendicite.
Roer unhas também prejudica a musculatura do maxilar e a articulação temporomandibular, causa fraturas nos dentes, gengivite e problemas na mordida.
As doenças mais frequentes em quem tem o vício de roer unhas são: infecções na garganta, inflamação da pele ao redor da unha e problemas gastrointestinais diversos.
Francois Murphy/VIENA - A companhia farmacêutica suíça Roche afirmou neste sábado que uma combinação de seu remédio de imunoterapia Tecentriq e seu remédio para câncer Avastin mostraram resultados encorajadores na fase 2 do teste para tratar um tipo de câncer de rim.
O estudo descobriu que a combinação tinha um "perfil de segurança gerenciável" quando usado para carcinoma da célula renal (mRCC) localmente avançado ou metastático. Os testes mostraram uma eficácia promissora comparado com o tratamento padrão para mRCC, o sunitinib, vendido pela Pfizer sob o nome de Sutent.
"Os resultados da fase 2 dão suporte à racional científica para potencialmente combinar o Tecentriq e o Avastin em pessoas com esse tipo de câncer do rim", disse a Roche em comunicado.
O carcinoma de célula renal é o tipo mais comum de câncer do rim, disse a companhia, acrescentando que atualmente apenas uma em 10 pessoas vivem mais de cinco anos após serem diagnosticadas com a doença.
A Roche disse também estar avaliando o mesmo tratamento combinado, novamente em comparação com o sunitinib, em uma fase 3 do estudo em pessoas que não foram tratadas anteriormente, com RCC localmente avançado ou metastático.
Ex-sócio de Fernando de Arruda Botelho, acionista da Camargo Corrêa morto em acidente aéreo há cinco anos, Davincci Lourenço diz à ISTOÉ que ele foi assassinado e que o crime encobriu um esquema de corrupção na empresa. O ex-presidente petista, segundo ele, recebeu propina para facilitar contrato com a Petrobras
A TESTEMUNHA-BOMBA Davincci Lourenço de Almeida diz que ordem partiu de Fernando Botelho, da Camargo Corrêa
Sérgio Pardellas e Germano Oliveira - O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa. Participou de reuniões com a presença do então presidente da construtora, Dalton Avancini, acompanhou de perto o cotidiano da família no resort da empresa em Itirapina (SP) e chegou até fixar residência na fazenda da empreiteira situada no interior paulista. A estreitíssima relação fez com que Davincci, um químico sem formação superior, fosse destacado por diretores da Camargo para missões especiais. Em entrevista à ISTOÉ, concedida na última semana, Davincci Lourenço de Almeida narrou a mais delicada das tarefas as quais ficou encarregado de assumir em nome de acionistas da Camargo Corrêa: o transporte de uma mala de dinheiro destinada ao ex-presidente Lula. “Levei uma mala de dólares para Lula”, afirmou à ISTOÉ. É a primeira vez que uma testemunha ligada à empreiteira reconhece ter servido de ponte para pagamento de propina ao ex-presidente.
Ele não soube precisar valores, mas contou que o dinheiro foi conduzido por ele no início de fevereiro de 2012 do hangar da Camargo Corrêa em São Carlos (SP) até a sede da Morro Vermelho Táxi Aéreo em Congonhas, também de propriedade da empreiteira. Segundo o relato, a mala foi entregue por Davincci nas mãos de um funcionário da Morro Vermelho, William Steinmeyer, o “Wilinha”, a quem coube efetuar o repasse ao petista. “O dinheiro estava dentro de um saco, na mala. Deixei o saco com o dinheiro, mas a mala está comigo até hoje”, disse. Dias depois, acrescentou ele à ISTOÉ, Lula foi ao local buscar a encomenda, acompanhado por um segurança. “Lula ficou de ajudar fechar um contrato com a Petrobras. Um negócio de R$ 100 milhões”, disse Davincci de Almeida. A atmosfera lúdica do desembarque de Lula na Morro Vermelho encorajou funcionários e até diretores da empresa a posarem para selfies com o ex-presidente. De acordo com Davincci, depois que o petista saiu com o pacote de dinheiro, os retratos foram pendurados nas paredes do hangar. As imagens, porém, foram retiradas do local preventivamente em setembro de 2015, quando a Operação Lava Jato já fechava o cerco sobre a empreiteira. Na entrevista à ISTOÉ, Davincci diz que o transporte dos dólares ao ex-presidente não foi filho único. Ele também foi escalado para entregar malas forradas de dinheiro a funcionários da Petrobras. Os pagamentos, segundo ele, tiveram a chancela de Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa. “O Fernando me dizia que a “baixinha”, como ele chamava Rosana Camargo, sabia de tudo”, disse Davincci.
A imersão de Davincci no submundo dos negócios, não raro, nada republicanos tocados pela Camargo Corrêa foi obra de Fernando de Arruda Botelho, acionista da empreiteira morto há cinco anos num desastre aéreo. Em 2011, Davincci havia virado sócio e uma espécie de faz-tudo de Botelho. A sintonia era tamanha que os dois tocavam de ouvido. Foi Botelho quem lhe disse que a mala que carregava teria como destino final o ex-presidente Lula: “A ordem do Fernando Botelho era entregar para o presidente. Ele chamava de presidente, embora fosse ex”. Numa espécie de empatia à primeira vista, os dois se aproximaram quando Arruda Botelho se encantou com uma invenção de Davincci Lourenço de Almeida: um produto revolucionário para limpeza de aviões, o UV30. O componente proporciona economias fantásticas para o setor aéreo. “Com apenas cinco litros é possível limpar tão bem um Boeing a ponto de a aeronave parecer nova em folha. Convencionalmente, para fazer o mesmo serviço, é necessário mais de 30 mil litros de água”, afirmou Davincci.
PARCERIA Botelho (esq) e Davincci (dir) eram sócios na fabricação de produtos para limpeza de aviões
Interessado no produto químico inventado por Davincci, o UV30, Botelho abriu com ele uma empresa de capital aberto, a Demoiselle Indústria e Comércio de Produtos Sustentáveis Ltda. Na sociedade, as cotas ficaram distribuídas da seguinte forma: 25% para Fernando de Arruda Botelho, 25% para Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa, 25% para Davincci de Almeida e 25% para Alberto Brunetti, parceiro do químico desde os primórdios do UV30. Pelo combinado no fio do bigode, o casal Fernando e Rosana entraria com o dinheiro. Davincci e Alberto, com o produto. Em janeiro de 2012, a Camargo Corrêa lhe propôs o encerramento da empresa. Simultaneamente, a construtora, segundo a testemunha, fez um depósito de US$ 200 milhões nos Estados Unidos, no Bank of América, em nome da Demoiselle. O dinheiro tinha por objetivo promover o produto no exterior e fechar parcerias com a Vale Fertilizantes, Alcoa, CCR, e outras empresas interessadas na expansão do negócio. A operação intrigou Davincci. Mas o pior ainda estaria por vir.
Acidente ou assassinato?
As negociatas também foram reveladas em depoimento ao promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, que ouviu Davincci em quatro oportunidades. Blat encaminhou os depoimentos à força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba. À ISTOÉ, o promotor disse acreditar que a Camargo Corrêa possa ter usado Davincci como “laranja”. Outro trecho bombástico da denúncia de Davincci à ISTOÉ, reiterado ao Ministério Público, remonta ao acidente fatal sofrido pelo empresário Fernando Botelho no dia 13 de abril de 2012, durante um voo de demonstração, a bordo de um T-28 da Segunda Guerra Mundial, a empresários africanos, com os quais o acionista da Camargo havia negociado o UV30 em viagem à África dias antes. Segundo Davincci, Botelho foi assassinado. O avião, de acordo com ele, foi sabotado numa trama arquitetada pelo brigadeiro Edgar de Oliveira Júnior, assessor da Camargo e um dos gestores das propriedades da empreiteira. Conforme o depoimento, convencido de que o brigadeiro havia lhe dado um aplique, depois de promover uma auditoria interna, Botelho o demitiu na manhã do acidente durante uma tensa reunião, regada a gritos, socos na mesa e bate-bocas ferozes, testemunhada por diretores da Camargo. “O Fernando foi assassinado e o crime tramado pelo brigadeiro Edgar. O avião foi sabotado”, assegura o químico.
Uma sucessão de estranhos acontecimentos que cercaram a tragédia chamou a atenção do Ministério Público. Por exemplo: o caminhão de bombeiros comprado por Botelho exatamente para atender a eventuais emergências no aeródromo de sua propriedade estava trancado no hangar. “Tive que jogar meu carro contra a porta para estourar os cadeados. Peguei o caminhão e fui para o local. Ao chegar lá, as chamas estavam tão altas que não pude chegar muito perto”, afirmou Davincci. Mas o então sócio de Arruda Botelho se aproximou o suficiente para conseguir resgatar o GPS, que havia se descolado da parte externa da aeronave. Porém, o aparelho, essencial para municiar as investigações com informações sobre o voo, não pôde ser conhecido pelas autoridades, segundo Davincci, a pedido do brigadeiro Edgar. “Ele tomou o aparelho das minhas mãos, dizendo que poderia ficar ruim para a família se entregássemos à investigação, e ainda me obrigou a mentir num primeiro depoimento à delegacia”. Com a morte de Fernando de Arruda Botelho, o brigadeiro acabou não tendo seu desligamento da empreiteira oficializado. Já o ex-sócio, desde então, enfrenta um calvário. “Sofri 11 ameaças de morte”, contou.
Motivado pelos depoimentos de Davincci, o caso que havia sido arquivado pela promotora Fernanda Amada Segato em março de 2013 foi reaberto em setembro do ano passado por ordem da promotora Fábia Caroline do Nascimento. As novas investigações estão a cargo do delegado José Francisco Minelli. “Estou na fase da oitiva das testemunhas”, disse à ISTOÉ o delegado. Dois dos quatro irmãos de Fernando de Arruda Botelho, Eduardo e José Augusto, suspeitam de que pode ter havido mais do que um acidente. “Vou ajudar a descobrir a verdade sobre o que aconteceu. Mas um conhecido ligado ao Exército procurou meu irmão (José Augusto) para dizer que estavam convencidos que não foi acidente”, disse Eduardo Botelho em mensagem, ao qual ISTOÉ teve acesso, enviada em janeiro para Davincci.
Irmão de Botelho atesta relato
Por telefone, de sua fazenda em Itirapina, Eduardo Botelho revelou à reportagem de ISTOÉ comungar dos indícios apontados pelo ex-sócio do irmão morto em 2012. “O nível de nojeira da equipe que comandava os negócios do meu irmão era muito grande. Tudo o que aconteceu naquele dia do acidente aéreo foi estranhíssimo. Meu irmão estava sendo roubado. Como ele não tinha controle do que acontecia com o avião, ele pode ter sido sabotado sim. Era fácil sabotar o avião. Ele era da Segunda Guerra. Podem ter mexido no avião no dia da queda”, disse Eduardo Botelho. “Se ele não tivesse morrido naquele dia, iria fazer uma limpeza gigantesca nas fazendas da Camargo”, asseverou o irmão, que rompeu relações com Rosana Camargo, a viúva, há algum tempo. “Uma máfia cercava meu irmão. Como pode um gerente de fazenda que ganha R$ 4 mil comprar quatro casas num condomínio fechado em São Carlos?”, perguntou Eduardo. Sobre Davincci, confirmou que ele e seu irmão eram realmente muito próximos e que, desde a morte de Fernando de Arruda Botelho, os antigos sócios dedicam-se a tentar tomar a empresa dele. “Ele (Davinci) morou na minha casa aqui na fazenda. Meu irmão dizia que eles iriam fazer chover dinheiro com o produto. Depois que meu irmão morreu, tentaram quebrar a patente, criaram outras empresas similares à Demoiselle. Tudo para tirá-lo da jogada”, confirmou.
Uma das empresas às quais o irmão do ex-acionista da Camargo se refere está sediada em São Paulo. No endereço mora Rosana, a bilionária herdeira da segunda maior construtora do País, que, por meio de seus advogados, se disse alvo de “crimes de calúnia, difamação e injúria por parte de Davincci”. “Ele responde a diversas ações judiciais, já tendo sido obrigado pela Justiça a cessar a divulgação de ameaças”, afirmou o advogado Celso Vilardi. A Muniz e Advogados Associados, que também representa a Camargo Corrêa, diz que Edgard de Oliveira Júnior, em razão dos desentendimentos entre os sócios, deixou espontaneamente a sociedade que mantinha com Davincci. “A empresa foi dissolvida, liquidada e a patente colocada à disposição”, afirma. Procurada para confirmar a negociação intermediada por Lula, conforme depoimento de Davincci, no valor de R$ 100 milhões, a Petrobras não respondeu até o fechamento desta edição. William Steinmeyer, da Morro Vermelho, confirma que conhece Davincci (“um cara excêntrico”), mas jura que não recebeu qualquer encomenda dele.
Acrobacias interrompidas Fernando Botelho pilotava seu aviâo da Segunda Guerra quando bateu num barranco e explodiu
Desde o último mês, a empreiteira se prepara para incrementar sua delação premiada ao Ministério Público Federal. As novas – e graves – revelações, trazidas à baila por ISTOÉ, deverão integrar o glossário de questionamentos aos executivos da empreiteira pelos procuradores da Lava Jato.
Marcela Ayres - O aumento no valor do imóvel que pode ser comprado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou financiado dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) deve gerar impacto positivo de 4,9 bilhões de reais na economia, previu nesta sexta-feira a Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento.
Em resolução editada na véspera, o governo elevou o valor máximo de avaliação do imóvel a 1,5 milhão de reais em todas as regiões do país para o período de 20 de fevereiro a 31 de dezembro. Antes, o teto era de 950 mil reais nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal, e de 800 mil reais no restante do país.
Em nota, a secretaria estimou que a medida incentivará saques adicionais do FGTS de 490 milhões de reais neste ano, com a comercialização de 4 mil unidades habitacionais, gerando impacto na economia de 4,9 bilhões de reais, equivalente a 0,07 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB).
O aumento da flexibilidade para os trabalhadores retirarem recursos do FGTS está no centro de políticas propostas pelo governo do presidente Michel Temer para injetar ânimo na atividade após dois anos de aguda recessão. Também representa uma tentativa de ganho de popularidade em meio à tramitação de duras medidas fiscais, como a reforma da Previdência e o já aprovado teto para os gastos públicos.
Em outra frente, Temer estimou nesta semana que o aval dado para liberação de saque das contas inativas do FGTS poderá movimentar outros 40 bilhões de reais na economia.
O Parque Olímpico, o maior legado esportivo da olimpíada do Rio, tem instalações abandonadas apenas quatro meses depois do fim das competições.
noticiasbrasilonline - O parque e as obras da região receberam investimentos de mais de R$ 2 bilhões do Governo Federal. Agora estruturas estão estragando e uma piscina usada por campões olímpicos acumula água parada.
Os painéis do parque aquático, pintados pela artista plástica Adriana Varejão, estão rasgados. O cenário dá um ar de abandono ao lugar onde brilharam muitos atletas da natação mundial.
Para todo lado tem restos de material de construção, entulho e peças desmontadas. As cadeiras foram retiradas da arquibancada da arena de basquete e estão, sem proteção, expostas ao sol e à chuva.
Alguns lugares estão em pior situação. A piscina de aquecimento dos atletas, por exemplo, foi esvaziada depois da Paralimpíada mas não teve manutenção. E olha o que restou: água da chuva acumulada e muita sujeira.
O revestimento das laterais e do fundo foi retirado e ela está cercada por tapume. Dois homens foram contratados para drenar a piscina, depois que o jornal O Globo e o Globoesporte.com denunciaram o estado do Parque Olímpico.
No fim de dezembro, a prefeitura do Rio transferiu a gestão das arenas esportivas do parque para o governo federal. A decisão foi tomada porque a prefeitura não encontrou, na inciativa privada, interessados que atendessem às exigências da licitação.
A promessa era transformar a arena carioca 3 em uma escola municipal. A arena 2 num centro de treinamento e a 1 num centro de excelência esportiva. O parque aquático deveria ser desmontado até março, para ser transferido para outros pontos da cidade, onde funcionariam dois novos centros de treinamento. A arena do futuro tem prazo até o segundo trimestre para ser desmontada e reaproveitada na construção de escolas.
Pelo acordo de cessão, apenas a arena carioca 3 continua sendo administrada pela prefeitura. As outras arenas ficam sob o comando do Ministério do Esporte, que vai bancar a desmontagem das estruturas. O parque foi aberto ao público há duas semanas. E muita gente não gostou do que viu.
“Hoje começa a independência e a autonomia na Infraestrutura no estado do Acre. Éramos o único estado do país que não tinha o departamento próprio para cuidar de nossas obras federais, estávamos subordinados à Rondônia. Com empenho, compromisso, reuniões semanais com os departamentos responsáveis e muito trabalho, conseguimos acelerar o processo que, finalmente, foi concluído com a publicação no Diário Oficial da União, nesta manhã, do decreto 8.990, de 15 de fevereiro de 2017”, comemorou o senador neste dia histórico.
Concretização de um sonho
A luta para tornar o Acre independente de Rondônia se arrastava há anos. Muitas obras ficavam meses paradas por falta de aprovação. O estado acriano não tinha participação no processo de decisão e ficava à mercê de uma resposta de Rondônia para dar prosseguimento aos projetos. O supervisor do Departamento Nacional de Infraestrutura do Transportes no Acre (Dnit), Thiago Caetano, explica qual a importância dessa conquista para o estado:
“Um novo tempo na infraestrutura se inicia no estado. Agora podemos planejar, gerenciar e fiscalizar as obras que são prioridades em nossa região. Os projetos irão diretamente para Brasília para serem aprovados. E mais: agora podemos planejar o futuro de nossos projetos prioritários. Já começamos a ter espaço dentro do DNIT. Hoje, por exemplo, pela primeira vez, o Acre participou de uma reunião na capital federal para discutir sobre planejamento, orçamento, e futuro da Infraestrutura do Acre”, disse Caetano.
Compromisso, empenho e trabalho
“Foi fundamental a participação do senador Gladson Cameli. O processo se arrastava há anos. Alguns agentes tentaram empreender, mas só quando o senador tomou a frente a gente viu as coisas andando. O senador Gladson tinha reuniões semanais com a direção geral do Dnit, com os ministros dos transportes e do planejamento e também com o presidente da República. Com seriedade e articulação política, o senador Gladson conseguiu sensibilizar as autoridades competentes da necessidade e criação do órgão no Acre. Agora temos mais mecanismos para concretizar as obras do contorno de Brasileia e da restauração das BRs 317 e 364”, finalizou Thiago Caetano.
Investigação aponta que filho de Lobão repassou propina
Na busca e apreensão na residência de Márcio Lobão no Rio, a Polícia Federal apreendeu cerca de 1,2 mil quadros
Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão da Operação Leviatã, nova fase da Lava Jato (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
A Polícia Federal apertou o cerco contra o PMDB ao realizar nesta quinta-feira, nova fase da Lava Jato autorizada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura corrupção nas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. Batizada de Leviatã, em alusão ao livro do filósofo Thomas Hobbes, a ação cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas e nos escritórios do filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Márcio Lobão, e do ex-senador e apadrinhado político de Jader Barbalho (PMDB-PA), Luiz Otávio Campos.
Na busca e apreensão na residência de Márcio Lobão no Rio, a Polícia Federal apreendeu cerca de 1.200 quadros. O filho de Lobão é presidente da Brasilcap, braço de planos de capitalização do Banco do Brasil, há 10 anos. Sua mulher, Marta Martins Fadel, chegou a ser lotada no gabinete de Lobão no Senado, entre 2001 e 2003. Ela é filha do advogado Sergio Fadel, um dos maiores colecionadores de arte do país.
Durante as buscas os agentes não levaram os quadros, mas catalogaram peça por peça. Eles também acharam dinheiro em espécie na residência e no escritório de Márcio, num total de 40 mil reais em várias moedas. Na residência do ex-senador do PMDB Luiz Otávio Campos, policiais federais encontraram 135 mil reais em espécie.
A investigação que deu origem à investida de ontem teve início com a delação premiada do senador cassado Delcídio Amaral. Em seu acordo, Delcídio afirmou que 1% do valor do contrato da usina de Belo Monte ficou com o PMDB. Na colaboração, ele citou repasses também para o PT, mas a operação de ontem se concentrou em nomes ligados ao PMDB. A investigação sobre os petistas tramita na Justiça Federal no Paraná.
Apesar de ser o novo relator da Lava Jato no STF desde a morte de Teori Zavascki, Fachin já era o responsável pela relatoria das investigações sobre Belo Monte – que ficaram desmembradas na Corte das demais apurações que envolviam o esquema na Petrobrás.
Segundo Delcídio, Jader e Lobão exerciam influência sobre várias estatais e grandes obras, entre elas, a usina no Rio Xingu, no Pará. Márcio e Luiz Otávio, por sua vez, foram citados na delação do ex-executivo da Andrade Gutierrez Flávio Barra como destinatários de pagamentos realizados pela empreiteira pelas obras de Belo Monte e também pela usina de Angra 3.
Conforme relator do ex-diretor da Andrade Gutierrez, integrante do consórcio construtor de Belo Monte, entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões foram repassados ao senador Edison Lobão pelas obras de Angra 3 e R$ 600 mil da usina hidrelétrica. De acordo com o delator, o valor relacionado a Belo Monte foi entregue, em espécie, na casa de Márcio Lobão.
O filho do ex-ministro de Minas e Energia nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff também foi citado pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Em acordo de delação premiada, Machado disse que os valores destinados a Edison Lobão eram entregues em um escritório no Rio indicado por Márcio.
Inquérito
De posse dessas informações, Fachin concordou com os pedidos propostos pela Polícia Federal e autorizou o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Belém (PA) e no Rio de Janeiro (RJ). Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
No inquérito, são investigados, além de Lobão e Jader, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Todos negam participação nas irregularidades.
A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal investigam, neste inquérito, se foi feito pagamento de propina de 1% sobre o valor dos contratos assinados pelas obras de Belo Monte a partidos políticos envolvidos na liberação do projeto da hidrelétrica. A suspeita é de que as empresas que integram o consórcio responsável pela obra fizeram o pagamento.
PREFEITURA DE TARAUACÁ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
CONVOCAÇÃO PÚBLICA
A Prefeitura de Tarauacá, através da Secretária de Administração representado pela senhora JAMILY CRUZ FARHAT, Resolve CONVOCAR os Servidores Municipais abaixo relacionados, que deverão comparecer á Secretária de Administração, que fica localizada na rua coronel Juvêncio de Meneses, 267 centro, térreo, nesta cidade, no prazo de 10 dias, a contar da publicação, com objetivo de elucidar os fatos constantes no Procedimento Administrativo, resultante da constatação depossível acumulação ilícita de cargo, função ou emprego público remunerados, podendo para tanto juntar documentos que entender necessários ou assinar TERMO DE OPÇÃO por uma das situações funcionais.
BOGOTÁ- A Superintendência da Indústria e Comércio da Colômbia ordenou na quinta-feira o cancelamento do contrato de uma concessão à empreiteira brasileira Odebrecht para a construção de uma importante rodovia e também ordenou a abertura de uma licitação para conceder a obra a outra empresa.
A decisão foi tomada como consequência do escândalo que a Odebrecht enfrenta na Colômbia e outros países da América Latina após ter pago milhões em propinas para receber obras.
"Com o objetivo de restabelecer a livre competição econômica, a Superintendência ordenou à Agência Nacional de Infraestrutura finalizar de maneira imediata o Contrato de Concessão da Rota do Sol Trecho 2, junto às suas modificações, adições e outros", informou o órgão em comunicado.
A concessão para construção de uma estrada de 528 quilômetros, avaliada em cerca de 1,7 bilhão de dólares, estava sob controle da Odebrecht com 62 por cento e a Corporação Financeira Colombiana era sócia, com 33 por cento. A CSS Constructores tinha os 5 por cento restantes.
A Odebrecht se declarou culpada em dezembro em tribunal nos Estados Unidos por violar normas contra propinas, após investigação no Brasil sobre uma extensa rede de corrupção entre 2001 e 2016, na qual pagou cerca de 439 milhões de dólares a partidos políticos, funcionários estrangeiros e seus representantes em vários países da América Latina.
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Por que ler José Bonifácio hoje?
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QUAL POLÍTICO VAI LANÇAR A CAMPANHA S.O.S RIO TARAUACÁ?
OH GLÓRIA!
O QUE DIZ O QUADRO ABAIXO
"O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência.
As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver por conta pública."
Brasil/Acre -
Monarquista, nasci no Rio de Janeiro, consegui realizar meus dois maiores sonhos que foram ser Paraquedista Militar e Piloto de Avião. Vim parar no Acre por força da profissão, Estado que aprendi a amar e respeitar. Agora também jornalista, ajudo o próprio Acre e o nosso país a tentar crescer. O Acre tem uma história gloriosa, um presente em ascensão e um futuro promissor, desde que façam a coisa certa. Tarauacá tem certas peculiaridades, por esse motivo não é para qualquer um. Sou casado com uma tarauacaense, pai e avô de uma. Se você é de fora e vem pra cá, primeiro tente entender a cultura e o passado desse povo hospitaleiro, para depois lançar críticas ao vento.
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