Na grande marcha da hipocrisia o que importa é se manter no poder a qualquer custo
Imagem: Opinião Brasília
Reginaldo Palazzo - Em 2022, quando Jair Bolsonaro zerou impostos federais sobre combustíveis, diversas entidades e políticos criticaram a medida, apontando caráter eleitoreiro e risco fiscal.
Vejamos alguns exemplos:
Uma dessas entidades foi a Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT) que chegou a chamar a decisão de “estelionato eleitoral”, (aqui).
A FUP ainda afirmou que Bolsonaro só agiu por causa da pressão da inflação em ano de eleição.
Na “crítica da onda”, o senador Jean Paul Prates (PT) acusou o governo de agir apenas por pressão eleitoral dizendo que:
“O governo nunca quis agir no cerne da questão” e só tomou medidas simplistas para tentar conter desgaste eleitoral.
No final das contas, o ex-presidente da Petrobras rompeu com o PT criticou o que chamou de ‘quermesse de megawatts’ na política energética e antecipou com uma precisão de sniper um cenário fragmentado e desafiador para Lula esse ano.
Fato é que grupos políticos que perderam a oportunidade para mostrar para que veio, não tiveram competência se quer para criar novas lideranças.
Por outro lado, novos opositores preparados e com futuro promissor aparecem a cada eleição.
Lula conseguiu destruir ele, o PT e na Balsa vai levar toda a esquerda brasileira.
Já dizia um moribundo cacique político:
Um pouco de canja de galinha e autocrítica não faz mal pra ninguém


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