9 de out. de 2026

Quando Bolsonaro zerou impostos federais nos combustíveis Federação Única dos Petroleiros (FUP), disse que era estelionato eleitoral, e agora não é?

Na grande marcha da hipocrisia o que importa é se manter no poder a qualquer custo

Imagem: Opinião Brasília


Reginaldo Palazzo - Em 2022, quando Jair Bolsonaro zerou impostos federais sobre combustíveis, diversas entidades e políticos criticaram a medida, apontando caráter eleitoreiro e risco fiscal. 

Vejamos alguns exemplos:

Uma dessas entidades foi a Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT) que chegou a chamar a decisão de “estelionato eleitoral”, (aqui). 

A FUP ainda afirmou que Bolsonaro só agiu por causa da pressão da inflação em ano de eleição.

Na “crítica da onda”, o senador Jean Paul Prates (PT) acusou o governo de agir apenas por pressão eleitoral dizendo que:

“O governo nunca quis agir no cerne da questão” e só tomou medidas simplistas para tentar conter desgaste eleitoral.

No final das contas, o ex-presidente da Petrobras rompeu com o PT criticou o que chamou de ‘quermesse de megawatts’ na política energética e antecipou com uma precisão de sniper um cenário fragmentado e desafiador para Lula esse ano.

Fato é que grupos políticos que perderam a oportunidade para mostrar para que veio, não tiveram competência se quer para criar novas lideranças.

Por outro lado, novos opositores preparados e com futuro promissor aparecem a cada eleição.

Lula conseguiu destruir ele, o PT e na Balsa vai levar toda a esquerda brasileira.

Já dizia um moribundo cacique político:

Um pouco de canja de galinha e autocrítica não faz mal pra ninguém

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