6 de jun. de 2021

Public Call 2

AEB -This edict aims to identify national or foreign companies interested in carrying out suborbital and orbital launch operations using the Alcantara Space Center (CEA), as well as providing information on the contractual process, including licensing processes and authorization for space launch.

Specifically with respect to the Alcantara Space Center (CEA), the Aeronautical Command is responsible for its management. Thus, in Cooperation Agreement nº 01/2020, signed between the Air Force Command and AEB, the Agency received the competence to carry out initial negotiations with national or foreign companies interested in using the goods and services for the launch of non-military space vehicles employing CEA.

The CEA consists of the set of goods and services used to launch non-military space vehicles in the national territory, providing the necessary infrastructure to support the specific activities of launch companies. This condition is necessary to insert Brazil into the international and regional market in the space area.

In comparative terms, the Alcantara Space Center has unique characteristics, such as: the privileged location of the available sites, approximately 2º18‘ south of the Equator Line; proximity to the sea, which makes it possible to launch into polar and equatorial orbits; low population density; absence of earthquakes and hurricanes; low density of air traffic; and ideal location for responsive launches, among others.

Quick Access:

Documents

Stages

Schedule

Frequently Asked Questions 



Chamamento Público 2

A Agência Espacial Brasileira (AEB) é uma autarquia pública federal vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), com a finalidade de promover o desenvolvimento das atividades espaciais de interesse nacional.

Este edital tem o objetivo de identificar as empresas nacionais ou estrangeiras que tenham interesse em realizar operações de lançamentos suborbitais e orbitais empregando o Centro Espacial de Alcântara (CEA), bem como prover informações sobre o processo contratual, incluindo os processos de licenciamento e autorização para lançamento espacial.

Especificamente com relação ao CEA, o Comando da Aeronáutica é o responsável por sua gestão. Assim, no Acordo de Cooperação nº 01/2020, firmado entre o Comando da Aeronáutica e a Agência Espacial Brasileira, foi delegado à Agência competência para realizar as tratativas iniciais com as empresas nacionais ou estrangeiras interessadas em utilizar os bens e serviços para o lançamento de veículos espaciais não militares empregando o CEA.

O Centro consiste no conjunto de bens e serviços utilizados para o lançamento de veículos espaciais não militares em território nacional, proporcionando infraestrutura necessária para dar suporte às atividades específicas de empresas de lançamento. Essa condição é necessária para viabilizar a inserção brasileira no mercado internacional e regional na área espacial.

Em termos comparativos, o Centro Espacial de Alcântara possui características únicas, tais como: a localização privilegiada dos sítios disponíveis, a aproximadamente 2º18’ ao sul da Linha do Equador; proximidade do mar, o que possibilita lançamentos em órbitas polares e equatoriais; baixa densidade demográfica; ausência de incidência de terremotos e furacões; baixa densidade de tráfego aéreo; e localidade ideal para lançamentos sob demanda (responsive launches), entre outras.

Ministro da Defesa da Argentina diz que compra do Guarani é geopoliticamente estratégica

                          Luiz Padilha

defesaaereanaval - O Ministro da Defesa, Agustín Rossi, participou da entrega de mais de setenta veículos novos e equipamentos modernizados ao Exército argentino, em uma cerimônia realizada na Diretoria de Arsenais, localizada na cidade portenha de Boulogne Sur Mer. Lá, ele se referiu ao reaparelhamento das Forças Armadas argentinas ao mencionar o Fundo de Defesa Nacional:

“Significa um enorme impacto no desenvolvimento da indústria nacional”, destacou ao explicar que “o primeiro passo da Lei do FONDEF (Fundo Nacional de la Defensa) planeja estender a vida útil dos equipamentos disponíveis; se isso não for feito, em cinco anos esse material será vendido como sucata”.

E continuou:“ É isso que o reaproveitamento de um sistema operacional como é o TAM2C, onde empresas nacionais colaboraram no processo de modernização”.

Além disso, Rossi expressou sua satisfação com a “participação da Fábrica de Aeronaves Argentina (FAdeA) nas tarefas de modernização dos helicópteros AB 206 e INVAP no desenvolvimento de radares para as três Forças”.

“Este processo de recuperação de capacidade permitirá às Forças Armadas cumprirem de forma adequada a missão prescrita pela Constituição Nacional”, disse o ministro e previu: “Em dez anos teremos uma indústria de defesa capaz de suprir as exigências do sistema nacional e com exportação capacidades”.

“É uma indústria estratégica, afirmou, multiplicando fortemente a atividade económica, gerando emprego e, além disso, com um vínculo marcante com o processo de investimento em investigação, mais desenvolvimento, mais inovação (I+D+I)”.

Da mesma forma, o ministro destacou a importância de gerir “uma política de defesa reativa, cooperativa, dissuasiva e autônoma, subsidiária da política externa” no marco de “um mundo multipolar, com papel importante para países como Estados Unidos, Rússia e a China, onde a América Latina, e particularmente a Argentina, não estão descartadas, mas um território disputado onde as potências buscarão alinhamentos automáticos, ou adesões, ou espaços de influência.

Daniel Scioli, Embaixador da Argentina no Brasil com Agustín Rossi, Ministro da Defesa da Argentina

Nesse ambiente de cooperativismo com os países da região, Rossi, acompanhado do embaixador Daniel Scioli, especificou: “A possibilidade de nosso Exército adquirir o Guarani, mesmo veículo blindado que o Brasil possui e produz é uma condição geopoliticamente estratégica”. Vale destacar que foi exposto o VCBR Guarani, da empresa Iveco Veículos de Defesa do Brasil, que está em fase de avaliação técnico operacional por especialistas do Exército Argentino. O motor deste veículo de combate, modelo Cursor 9 de 6 cilindros, é fabricado em nosso país na fábrica da Iveco em Córdoba.

Por sua vez, o Chefe do Exército, General de Divisão Agustín Humberto Cejas, agradeceu a gestão com o “país irmão” e celebrou “a ação política que se transforma em ideias materiais” referindo-se ao “vínculo estratégico que o Exército mantém com o nacional. indústria, uma relação que com o tempo permitirá reduzir a dependência externa”.

MD argentino observa o interior do Guarani

Além disso, destacou a implementação do FONDEF que promove “a evolução” da arma “com diversos programas fundamentais para os equipamentos”. Nela mencionou “a renovação dos veículos de roda que, além das funções de combate, se destinam a estender a ajuda aos concidadãos afetados por esta pandemia, que vivem nos cantos mais remotos do país”.

O material recém-adquirido inclui 33 caminhões, entre eles 7 do tipo Oshkosh com seus respectivos reboques; 28 ambulâncias todo o terreno; 13 microônibus com capacidade para 19 passageiros cada, e 22 motocicletas todo-o-terreno, adequadas para solos hostis.

Em relação aos equipamentos recondicionados, 23 caminhões Unimog foram reformados; 6 M-113 e 2 helicópteros AB-206.

A atividade contou com a presença da Chefe de Gabinete do Ministério, Ana Clara Alberdi; as Secretarias de Pesquisa, Política Industrial e Produção de Defesa, Daniela Castro; o Secretário de Assuntos Internacionais da Defesa, Francisco Cafiero; os Subsecretários de Coordenação Administrativa, Leonardo Garay; da Investigação Científica e Política Industrial de Defesa, Mariano De Miguel; e a subsecretária de Planejamento Operacional e Serviço de Logística de Defesa, Lucía Kersul. Além disso, estiveram presentes o Chefe do Estado-Maior Conjunto, Major General Juan Martín Paleo e outras autoridades militares.

Também estiveram presentes os deputados nacionais Carlos Fernández e Germán Martínez, respectivamente Presidente e Vice-presidente da Comissão de Defesa da Câmara dos Deputados da Nação.

FONTE: Ministério da Defesa da Argentina

5 de jun. de 2021

Governo publica decreto que regulamenta Nova Lei do Gás

Gazeta Brasil - O governo federal publicou nesta sexta-feira (04), no Diário Oficial da União, o decreto que regulamenta a Nova Lei do Gás. Um dos pontos de destaque do decreto é a classificação de gasodutos de transporte por critérios técnicos de diâmetro, pressão e extensão.

Isso permite que, na prática, gasodutos de interesse local e sem potencial impacto ou conflito com estudos de planejamento não sejam classificados como gasodutos de transporte pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

“O decreto fornece à ANP meios adequados para classificação dos gasodutos, de forma a distinguir gasodutos de transporte daqueles que tenham por finalidade exclusiva a prestação de serviço local de gás canalizado”, disse o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), José Mauro Coelho, em comunicado. “Permite ainda que investimentos em infraestruturas sejam realizados de forma a expandir as malhas de gasodutos, levando gás natural a mais brasileiros”.

O decreto também aborda outras questões relevantes para a indústria, como a equiparação do biometano ao gás natural, e a interconexão entre o sistema de transporte e as instalações de gás natural comprimido (GNC).

O texto cria, ainda, instrumentos para articulação do MME e da ANP com estados e Distrito Federal para “harmonização e aperfeiçoamento das normas da indústria”.

“Sendo uma indústria de rede, é fundamental que a regulação e a operação do sistema ocorram em harmonia, sob as duas esferas de competência. São as redes de transporte e de distribuição que, juntas, permitem a conexão entre fontes de suprimento e usuários finais”, completou o secretário.

A nova lei traz, entre suas inovações, a troca do regime de outorga pelo de autorização para explorar serviços de transporte dutoviário e de estocagem subterrânea, o que reduz a burocracia para expansão da malha de transporte de gás natural.

Outra novidade é a garantia de acesso não discriminatório a infraestruturas como gasodutos de escoamento da produção, instalações de tratamento ou processamento e terminais de gás natural liquefeito (GNL).

O texto prevê a desverticalização do transporte em relação às demais atividades concorrenciais e a previsão de mecanismos de redução da concentração na oferta.

Capitania dos Portos da Amazônia Oriental recebe doação de 20 coberturas de eixos

Capitão dos Portos da Amazônia Oriental recebeu doação das coberturas de eixo

MB - A Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) recebeu, no dia 27 de maio, a doação de 20 coberturas de eixos para serem instalados gratuitamente em embarcações de comunidades ribeirinhas, durante as ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário, no estado do Pará. A entrega dos equipamentos foi feita pelo engenheiro naval Arnaldo Sinésio Guerreiro da Costa, acompanhado do Cônsul Estrangeiro do Japão em Belém, Hiroaki Aizawa.    

A ação de combate ao escalpelamento faz parte do Programa de Segurança da Navegação na Amazônia, que tem como objetivo desenvolver campanhas voltadas para a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição junto à comunidade ribeirinha. Assim, atua de forma preventiva para alertar sobre os riscos de acidentes em embarcações que navegam com o eixo do motor exposto.

Curso Gestão de Hortas Pedagógicas está com as inscrições abertas. O objetivo da capacitação é formar gestores do Projeto Hortas Pedagógicas para atuarem em escolas públicas ou privadas nos municípios de todo o país


Comandante da Aeronáutica recebe Embaixador dos Estados Unidos

A visita, que ocorreu nesta quarta-feira (2), foi pautada pelas histórias de bons relacionamentos entre o Brasil e os Estados Unidos da América

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, reuniu-se, nesta quarta-feira (02), em Brasília (DF), com o Embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd C. Chapman. A visita institucional foi pautada pelas histórias de bons relacionamentos entre o Brasil e os Estados Unidos da América, desde os fatos históricos da Segunda Guerra Mundial, bem como assuntos correlatos.

Na oportunidade foi debatida a possibilidade da ampliação do Programa Espacial Brasileiro junto com os Estados Unidos. Neste contexto, o Comandante ressaltou, inclusive, que pretende participar, no mês de agosto deste ano, em Colorado Spring, do Space Symposium, principal encontro da comunidade espacial global.

Dentre os assuntos, foi abordado acerca do avanço do Brasil no desenvolvimento de aeronaves de maior porte, onde foram estabelecidas conversações iniciais para futuras parcerias que possam implementar o relacionamento da indústria aeronáutica de ambos os países. Por fim, conversaram a respeito do aumento de intercâmbios entre as duas Forças Aéreas voltados ao preparo da defesa aérea e, principalmente, no combate ao narcotráfico, no que se refere à troca de informações de inteligências.

Participaram da visita o Adido de Defesa e Exército Americano no Brasil, Coronel Lorenzo Harris; o Chefe de Assuntos Políticos e Militares da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Mark R. Mineo; o Adido Aeronáutico Interino da Embaixada dos Estados Unidos, Jensen Ryan Kevin; além do Chefe da Segunda Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Brigadeiro do Ar Paulo Roberto de Carvalho Júnior.

Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Wanessa Liz

Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Capitão Oliveira Lima

Fotos: Suboficial Nery/ CECOMSAER

Ataque cibernético na JBS? como alertado, durou pouco!

Nesta última sexta-feira (4/6), a @fiocruz alcançou a marca de 50,9 milhões de vacinas contra o covid entregues ao PNI com a liberação de mais 3,3 milhões de doses do imunizante

 

4 de jun. de 2021

O 1º ataque autônomo de um drone contra humanos – A porta foi aberta! E agora?

Brasil é o primeiro do BRICS e o segundo da AméricaLatina que mais vacinou contra covid-19

Embalagem de alta permeabilidade ao vapor de água, conhecida como special bag, foi considerada uma boa estratégia para acondicionar carnes que vão passar pelo processo de maturação a seco, segundo pesquisa da @embrapa Pecuária Sudeste


Navio da Marinha iraniana leva 7 barcos de ataque rápido para a Venezuela

                           Luiz Padilha 

Imagem de satélite mostrando a embarcação iraniana carregando barcos de ataque rápido. Imagem MAXAR via USNI News

O novo navio avançado da Marinha iraniana, IRINS Makran, foi visto no dia 28 de abril deixando seu porto de origem com sete barcos de ataque de mísseis de alta velocidade a bordo e está sendo considerado um carregamento suspeito de armas para a Venezuela.

Imagens de satélite obtidas pelo USNI News da Maxar mostram embarcações, combinando com as características da família Peykaap de embarcações de ataque rápido de médio porte (FAC) operadas pela Marinha do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGCN).

IRINS Makran

Tanto o Irã quanto a Venezuela estão sob sanções do governo dos EUA e foram impedidos de acessar o mercado global.

“Com poucos amigos, Maduro se apoiou em seu relacionamento com o Irã e o IRGC está tentando capitalizar a situação. O Irã conseguiu desenvolver uma série de armas e sistemas militares que poderiam ser úteis para estados menores. Não é surpreendente que a Venezuela possa buscar para obter alguns”, disse o especialista em Irã, Afshon Ostovar, professor do Departamento de Assuntos de Segurança Nacional da Escola de Pós-Graduação Naval e autor de Vanguarda do Imam: Religião, Política e Guardas Revolucionários do Irã, ao USNI News na terça-feira.

Lancha de ataque rápido Peykaap

Tem havido preocupação de que a Venezuela possa tentar adquirir tecnologia de mísseis balísticos do Irã. Algumas áreas do convés já estão cobertas, portanto não foi possível avaliar a carga completa do navio. O navio pode estar carregando outro equipamento militar não aparente nas imagens, disse o relatório.

Na segunda-feira, funcionários do Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmaram seus direitos de operar em todo o mundo quando questionados sobre a ida de Makran para a Venezuela.

“O porta voz Saeed Khatibzadeh enfatizou o direito legal do Irã de atravessar todos os mares internacionais”, de acordo com um resumo de uma entrevista coletiva na segunda-feira da Agência de Notícias de Imprensa do Irã, controlada pelo estado. Khatibzadeh também alertou as autoridades americanas sobre quaisquer ações contra os navios iranianos.

Embora não esteja claro se as embarcações vistas a bordo do Makran são destinadas à Marinha venezuelana como parte das vendas de armas em andamento. A presença dos barcos e a crença de oficiais dos EUA de que o navio iraniano é a caminho da América do Sul sugere aumento da cooperação militar entre Caracas e Teerã

O último suposto embarque de embarcações ocorreu quase um ano depois que surgiram relatórios do presidente venezuelano Nicolas Maduro mostrando interesse em comprar mísseis do Irã. No ano passado, o governo de Maduro trocou nove toneladas de ouro por assistência na melhoria de suas refinarias de petróleo, enquanto o Irã também enviou petróleo para a Venezuela.

Se entregues, os barcos de ataque têm potencial para formar o núcleo de uma força de guerra assimétrica dentro das Forças Armadas da Venezuela, focada em interromper as rotas de navegação perto da costa venezuelana, como um meio de conter as forças navais superiores. As rotas de embarque de e para o Canal do Panamá estão próximas à costa venezuelana.

“No ano passado, o Irã expandiu a cooperação econômica e de segurança com a Venezuela em transferência de combustível, alimentos básicos e assistência militar, possivelmente expandindo a presença da Força Quds na região”, disse o comandante do Comando Sul dos EUA, almirante Craig Faller em uma declaração ao Comitê de Serviços Armados do Senado.

As sete embarcações de mísseis a bordo do Makran têm cada uma aproximadamente 57 pés (17,5 metros) de comprimento. Existem diferentes variações dessas embarcações no serviço iraniano, embora todas sejam geralmente semelhantes. A mais recente Peykaap-II (também conhecido como classe Bavar) tem 57 pés de comprimento e pode carregar dois mísseis anti-navio e dois torpedos de 12,75 polegadas. Os mísseis podem ser do tipo Kowsar ou Nasr, que são derivados de modelos chineses com um alcance bastante modesto de cerca de 18 milhas náuticas.



O Makran, com 755 pés de comprimento, foi projetado para ser uma base marítima móvel para pequenos barcos e aeronaves capazes de operar em qualquer lugar do mundo. O petroleiro convertido está equipado com um grande convés de voo, com capacidade para transportar barcos e outros equipamentos no convés e carga adicional abaixo.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: Defenseworld

XXXI Encontro monárquico nacional

Hoje inaugura a Agroshop, nova empresa de agropecuária taraucaense que promete revolucionar o mercado

 

Localizada ao lado do laticínio Jaburu abre as portas hoje a Agroshop nova empresa de agropecuária e atendimento veterinário para seu querido animal de estimação que promete um atendimento diferenciado com padrão ISO 1.000.000 de amor pra dar.

Compareça e desfrute da variedade de produtos para seu pet!

Anvisa decide hoje sobre importação da Sputnik V e Covaxin

Reunião extraordinária analisará novos pedidos de importação das vacinas russa e indiana contra covid-19

       Vacina russa Sputnik V contra a covid-19, que está sob análise da Anvisa

          REUTERS/AKHTAR SOOMRO

R7 - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai decidir nesta sexta-feira (4) sobre a importação das vacinas contra convid-19 Sputnik V e Covaxin. Reunião extraordinária analisará novos pedidos de importação do imunizante russo, apresentado por governadores, e outra solicitação semelhante feita pelo governo federal para importação da vacina indiana.

Ao todo, os governadores do Nordeste têm pré-contratos para aquisição de 65 milhões de doses da Sputnik, à espera da aprovação pela Anvisa. O governo federal planeja comprar outras 10 milhões de doses.

A primeira decisão da Anvisa sobre a importação emergencial da Sputnik V aconteceu no final de abril, quando a agência negou o pedido do Maranhão e outros estados sob a alegação de que não havia documentos que comprovassem a segurança da vacina.

Os governadores do Consórcio Nordeste encaminharam à Anvisa um relatório técnico pela aprovação da Sputnik V feito pelo Ministério da Saúde da Rússia, cumprindo uma das exigências da agência para autorização excepcional. Mas a documentação ainda foi considerada incompleta e novos materiais foram encaminhados para análise.

O Maranhão, assim como os demais estados, entraram com novos pedidos de importação, e a Anvisa sinalizou que poderia rever a decisão, desde que nova documentação fosse apresentada, respondendo às questões de segurança levantadas pela agência.

A decisão da Anvisa deveria ter sido apresentada até a última terça-feira (1º), mas a agência ganhou mais cinco dias depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, em ação impetrada pelo governo do Maranhão, deu um novo prazo para responder à ação.

Na ação no STF, o governo do Maranhão questiona a quantidade de documentos pedidos pela Anvisa, alegando que a agência mistura os processos de importação, mais simples, com a autorização de produção da Sputnik V no Brasil pela União Química, e pede mais documentos do que o necessário. 

Vacina indiana

Já sobre a vacina indiana Covaxin, a Anvisa não aprovou inicialmente a qualidade do laboratório produtor da vacina, a Bharat Biotech, após uma inspeção, e depois de alterações, a proposta de importação também será reavaliada.

O governo federal tem um acordo para aquisição de 20 milhões de doses da Covaxin. Nesta semana, o Ministério da Saúde atingiu a marca de mais de 100 milhões de doses de vacinas dos laboratórios contratados distribuídas às Unidades Federativas.

Veja as vacinas contra covid aplicadas no Brasil

- Pfizer

Mais de 5,8 milhões de doses foram entregues ao Ministério da Saúde pela farmacêutica desde o fim de abril. Até o momento, a pasta recebeu e já distribuiu para todos os estados e DF mais de 3,5 milhões de vacinas da Pfizer. Dois contratos firmados entre o governo federal e a farmacêutica garantem 200 milhões de doses da vacina da farmacêutica até o fim do ano.

- Oxford/AstraZeneca

A vacina AstraZeneca, desenvolvida a partir de um projeto da Universidade de Oxford, é produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no Brasil, por meio do Bio-Manguinhos (Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos). A produção até agora foi com IFA (ingrediente farmacêutico ativo) importado da China. Mas, após assinatura de contrato de transferência de tecnologia nesta semana, os insumos também serão produzidos no país. Até agora foram entregues para distribuição 47 milhões de doses da vacina, sendo 4 milhões produzidas na Índia.

- CoronaVac

O imunizante produzido pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac, foi o primeiro a ser distribuído no país, no início do PNI (Plano Nacional de Imunização), do Ministério da Saúde, em 18 de janeiro. O instituto já entregou mais de 47 milhões de doses e mantém a previsão de entrega de 100 milhões de doses até 30 de setembro. Por falta de insumos importados da China, o Butantan teve que interromper a produção em maio por 13 dias. A expectativa é entregar mais 5 milhões de doses da vacina ao PNI, na próxima semana.

Ainda:

3 de jun. de 2021

Pesquisadores da @embrapa, @ufg_oficial e @USDA descobriram uma nova abordagem para controle biológico do Aedes aegypti, importante vetor de vírus causadores de dengue, febre amarela, chikungunya e zika

 

Tropa Aeromóvel certificada! Força de Prontidão do Exército Brasileiro termina seu adestramento

A "democracia" do Partido Comunista chinês

 

Presidente da CPI - O que você não sabia (ou sabia, mas esqueceu) sobre seu Omar

Governo distribuiu mais de 100 milhões de vacinas contra covid-19

Marca foi atingida ontem, segundo o Ministério da Saúde


Agência Brasil/Luciano Nascimento - O Brasil ultrapassou ontem (2) a marca de 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas.

A expectativa para o mês de junho, segundo o Ministério da Saúde, é distribuir 40 milhões de doses de imunizantes, um recorde até o momento. Em maio, foram entregues a estados e municípios 33 milhões de doses das vacinas disponíveis no país.

O Ministério da Saúde disse ainda que 600 milhões de doses de vacinas covid-19 já foram encomendadas e que a maior parte dos imunizantes deve chegar até o fim do ano. "A quantidade é suficiente para imunizar toda a população acima de 18 anos de idade", informou a pasta.

O ministério ressaltou ainda o fato de o país ter condições de iniciar a produção da vacina AstraZeneca com insumos 100% nacionais. Ontem (1º) a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para a produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima para a produção dos imunizantes, no Brasil.

"Esse é um importante passo rumo à autossuficiência e à soberania produtiva da vacina. Essa conquista nos posiciona estrategicamente na luta contra a pandemia", disse o Ministério da Saúde.

O 1º lote de doses da Oxford/AstraZeneca foi importado. Em seguida, a Fiocruz passou a fazer o envase e a finalização do processo a partir do recebimento do IFA vindo do exterior (China).

De acordo com a fundação, a estrutura de fabricação já recebeu certificado de boas práticas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A fase seguinte é o treinamento e a preparação do IFA a ser produzido no Brasil.

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica tem número recorde de inscritos na edição de 2021

Tema desperta ainda mais interesse dos estudantes, com realização de atividades em formato híbrido (presencial e virtual)

AEB - A edição deste ano da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada nos dias 27 e 28 de maio, teve formato diferente dos anos anteriores. Os alunos realizaram as provas tanto de forma presencial como virtual. Foram mais de 900 mil inscritos, o maior número desde o lançamento da OBA, em 1998. Destes, cerca de 450 mil participaram por meio do formato digital. Mais de duas mil cidades estiveram representadas. Paralelamente, foi realizada também a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), que comemora 15 anos de existência.

“Vencemos as dificuldades e acreditamos que tivemos um bom desempenho com a participação de mais de dez mil escolas”, conta o coordenador nacional da OBA, professor João Batista Garcia Canalle. A Olimpíada Brasileira de Astronomia conta com uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB), além de ter apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (UNIP).

Prof. Canalle, coordenador da OBA

Na edição deste ano, além da aplicação das provas em formato digital, algumas escolas realizaram os testes presencialmente seguindo protocolos de segurança, com distanciamento social e marcação de horário. O formato digital também foi aprimorado, com o aperfeiçoamento da plataforma de gerenciamento das provas, a MOBTEX. É a mesma usada pela Olimpíada Nacional de Ciência, disponível também por meio de aplicativo. “Algumas escolas pediram a mudança, pois existem muitos alunos sem acesso à internet, principalmente em áreas rurais”, revela Canalle.

Em mensagem de vídeo enviada aos alunos inscritos, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Moura, ressaltou a importância do projeto para inspirar novos talentos: “Tenho certeza que vocês se motivam por algo extremamente valoroso, que é o conhecimento, a oportunidade de ser desafiado e de conhecer mais sobre a atividade tecnológica, o que nos permite fazer uma ligação melhor com aquilo que a gente aprende na escola”, destacou.

A primeira edição da OBA ocorreu em 1998, com o objetivo de despertar o interesse pela Astronomia. As provas são distribuídas em quatro níveis de dificuldade, com a duração de duas horas para o nível fundamental e de três horas para o nível médio. Além dos simulados dentro do próprio aplicativo da OBA, houve também o lançamento de outro aplicativo, chamado OBA SIMULADO, por meio do qual os alunos puderam fazer provas de edições passadas. Foram mais de 44 mil downloads realizados, de materiais usados em edições anteriores.

Ao longo das edições da OBA já realizadas, também foi possível fazer visitas simuladas a um planetário, utilizando a plataforma Zoom. Desde 1998, pelo menos 22 painelistas participaram de 500 simulações por semana, com uma média de 30 a 40 alunos em cada uma. Um total de 25 mil participantes desde o início do projeto. O recorde de inscritos na edição deste ano levou o professor João Canalle a considerar a possibilidade de manter a opção de formato híbrido para as próximas. “Vai ficar muito a critério das escolas, mas acredito que devemos manter o formato”, completou.

Há 15 anos, a OBA criou, dentro da programação da Olimpíada, a Mostra Brasileira de Foguetes, a MOBFOG. Também nasceram as Jornadas Espaciais, as Jornadas de Foguetes, os Acampamentos Espaciais e os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA). Este último, promovido desde 2009, já capacitou mais de 10 mil professores, passando por mais de 80 cidades brasileiras. O EREA é realizado por meio de parcerias regionais e com recursos obtidos junto ao CNPq.

A Mostra Brasileira de Foguetes também teve que se adaptar, oferecendo a possibilidade da construção de foguetes em plataforma virtual. Com base nas especificações fornecidas pelos alunos, um programa de computador calcula o apogeu do foguete nas simulações. Algumas escolas também realizam lançamentos reais de foguetes experimentais. Prefeituras de algumas cidades ofereceram espaços destinados especificamente aos lançamentos físicos dos foguetes experimentais, especialmente foguetes de propulsão sólida, que adquirem maior tração e necessitam de área maior para serem lançados.

A MOBFOG é uma olimpíada inteiramente experimental. Consiste na construção e no lançamento de foguetes, a partir de um local específico para realização da atividade. Foguetes e locais de lançamentos devem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes. A escola deve informar os alcances dos foguetes junto com os nomes dos participantes previamente inscritos. Ao final, todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado. Os estudantes que alcançarem melhores resultados recebem medalhas.

PRF realiza a maior apreensão de madeira ilegal já feita em uma única ação no país. Policiais apreenderam 221m³ de carga no município de Imperatriz

 

2 de jun. de 2021

Cluster Aeroespacial dá início ao Programa de Qualificação em Manutenção, Reparo e Operações de aeronaves

O Programa é subsidiado pelo Cluster e foi criado a partir de uma demanda identificada durante a Oficina de Planejamento Estratégico Participativo do Cluster

Foto: Embraer/Divulgação

DEFESATV - O Cluster Aeroespacial Brasileiro deu início ao Programa de Qualificação em Manutenção, Reparo e Operações (MRO) de aeronaves, com o objetivo de preparar e capacitar as associadas a acessarem novos mercados e clientes.

Na primeira fase,  contará com a avaliação do nível de maturidade de 12 empresas. Serão consideradas informações sobre organização empresarial, engenharia de serviço, suporte técnico, gestão de materiais e execução de serviços de manutenção.

Participam do programa as associadas: Aernnova Aerospace do Brasil; Aerocris; Alltec Materiais Compostos;  Globo Usinagem; LACE; Latécoère do Brasil; Legado Usinagem; Nadai Usinagem; Pan-Metal; Tecplas; Thyssenkrupp Autômata e Winnstal.

A Winnstal já passou pela avaliação e aderiu ao programa em busca de novas oportunidades de negócio nesse segmento.

“O mercado de MRO tem previsão de crescimento nos próximos anos e fatores como a pandemia e o agronegócio devem acelerar este processo. Esta iniciativa do Cluster é muito importante para a base nacional de fornecedores”, diz coordenador de processos, Sergio Borges.

O Cluster Aeroespacial Brasileiro tem como um de seus objetivos identificar oportunidades diante de desafios do mercado, sempre em busca de sustentabilidade e competitividade para as associadas.

“O segmento de MRO é interessante, na área de transporte de cargas, na necessidade de adequação de aeronaves e também considerando estratégia brasileira em expandir a base de aeroportos”, avalia Marcelo Nunes, coordenador do Cluster.

Na visão de Diogo Bortolin Barbosa, key account manager da Latécoère do Brasil, o programa ajudará a multinacional a atender seus clientes em menor tempo: “Estamos participando do programa com o intuito de ramificar ainda mais nossas atividades na América do Sul. Atualmente, o grupo Latécoère já trabalha com MRO na Europa e, com este apoio, pretendemos oferecer suporte after marketing, com agilidade e dentro do mesmo fuso horário”.

Após a avaliação do grau de maturidade, será criado um relatório individual para cada negócio, com informações sobre a aderência aos requisitos necessários para obter a certificação RBAC nº 145 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que regulamenta e classifica empresas como Organizações de Manutenção de Produto Aeronáutico.

Carne bovina Argentina e Mercosul: O jogo está jogado!


E mais! SOJA: VIRA VIRA VIRA... VIROU!
 

Brasil chega a uma nova fase com o reconhecimento de mais seis estados como áreas livres de Febre Aftosa sem vacinação

 Foto: mfrural

Porto de Imbituba volta a operar materiais siderúrgicos, recebendo o navio que trouxe aproximadamente 33 mil t de bobinas e barras de aço

 

Equipe do projeto IFF4BR realiza ensaios de integração no GDDN

Defesa Aérea e Naval/Guilherme Wiltgen  - Na semana de 26 a 30 de abril de 2021, a equipe do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) responsável pelo Projeto IFFM4BR, realizou ensaios de integração mecânicos e eletrônicos dos atuais modelos de criptocomputador CM4-B junto a integrantes da empresa Kryptus S.A. no GDDN (Gripen Design and Development Network) em Gavião Peixoto-SP, como parte das atividades de integração do Criptocomputador nacional CM4-B no novíssimo caça SAAB Gripen E/F.

“Foi incrível ver a aviônica Gripen e o simulador de vôo S-RIG prontos e extremamente capazes de fornecer os testes de integração necessários com o Criptoemulador funcional e o Mock-up de Criptocomputador mecânico. É de grande valia, ter conseguido adquirir os primeiros resultados dos testes funcionais na primeira hora após a chegada no GDDN, o que mostra a sua excelente preparação e ambiente de trabalho. Os brasileiros da Embraer, Atech e equipe da Saab operavam os dispositivos de emulação Gripen e ferramentas de simulação com grande conhecimento e habilidade, mostrando uma experiência real de Transferência de Tecnologia”, disse o Capitão Engenheiro Jozias Del Rios Vieira Granado Santos, Coordenador Técnico do Projeto IFFM4BR no IAE.

Criptoemulador EM4-B inserido no Transponder M428 em ambiente de Laboratório (S-RIG)

A Gerente do Projeto na Kryptus S.A, Thais Ribeiro, ressaltou que este é um projeto estratégico para empresa, em parceria com o IAE, tendo em vista aplicação na segurança nacional.

Para Vinícius Barros, engenheiro de sistemas da Embraer, responsável pela execução do pacote de trabalho do IFF na GDDN, “O nível dos testes de integração de sistemas que realizamos essa semana foi muito significativo, o que comprova a capacidade do GDDN em conceber, desenvolver, validar e verificar sistemas de alta complexidade do Gripen, no que se refere a pessoas, infraestrutura e tecnologia.”

Planejamento do Setup de Teste do Criptoemulador EM4-B

O representante da Saab no GDDN para Sistemas Tácticos, Per Tibell, destaca que “Pela primeira vez no GDDN, pudemos testar a cadeia funcional IFF Mode 4 NSM completa desde a Interface Homem-Máquina (HMI) do piloto até o computador Crypto através do Transponder. Os problemas técnicos foram resolvidos graças à grande cooperação entre as equipes de Desenvolvimento de plataforma e Aviônica da Saab, a equipe de software da Embraer, bem como o IAE e a Kryptos. Sabemos que nem tudo funcionará perfeitamente na primeira vez, mas é muito importante encontrar as avarias e problemas o mais cedo possível no desenvolvimento. Por essa razão, esta semana foi um sucesso do meu ponto de vista”.

Setup de Teste do Criptoemulador EM4-B

Segundo o 1º Tenente Engenheiro Vinícius (IAE), Coordenador da Engenharia de Sistemas e Gerente de Riscos do Projeto, “O ensaio realizado nesta semana foi fundamental para apresentar o potencial funcionamento em plataformas reais e mitigar riscos tecnológicos. O êxito logrado indica que o Projeto está no caminho certo e que o criptocomputador, futuramente, poderá ser empregado nas diversas plataformas das Forças Armadas brasileiras”.

Mock-up do CM4-B, fabricado na empresa Kryptus, inserido no 
Interrogador instalado no Gripen 4100, o primeiro da FAB

A equipe do GDDN disponibilizou todo suporte necessário durante a realização dos ensaios. Todos os protocolos sanitários por conta da pandemia de COVID-19 foram rigorosamente seguidos. A equipe foi segregada em diferentes salas a fim de delimitar um número máximo de pessoas em diferentes salas e ambientes, garantindo a segurança de todos.

Setup de Teste

O Gerente-Adjunto do Projeto IFFM4BR, Capitão Aviador Daniel Rondon Pleffken, destacou a importância do evento e a alta motivação dos envolvidos: “Nessa semana demos um passo importantíssimo para o sucesso do projeto. Foi um sentimento de profunda satisfação e orgulho ver as equipes superando as expectativas” – e concluiu – “Nosso objetivo é consolidar a interoperabilidade entre as Forças Armadas Nacionais e não descansaremos antes de ver nossa tecnologia voando no F-39 Gripen”.

Covid-19: estudo diz que infectados podem gerar anticorpos permanentes

Estudo foi publicado na revista Nature

RTP - Washington

Estudo publicado na revista Nature revelou, pela primeira vez, que pessoas que contraíram a doença de forma ligeira ou moderada desenvolvem uma célula imunológica capaz de produzir anticorpos contra o SARS-CoV-2 para o resto da vida.

Uma das observações em pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 mostra que o nível de anticorpos – proteínas capazes de impedir o vírus de infectar as células – começa a diminuir após quatro meses. O importante é perceber se, apesar da queda de anticorpos, o doente desenvolveu também uma resposta imunológica completa, que inclui a criação de glóbulos brancos capazes de eliminar o vírus, muitos meses e até anos após a primeira infecção. 

Vários estudos têm indicado que as pessoas que passam pela infecção e aquelas que são vacinadas geram uma resposta celular imune que as protege de reinfecções.

O estudo publicado pela Nature traz boas notícias. Os especialistas analisaram 77 doentes que tiveram a doença de forma ligeira ou moderada (grupo sobre o qual existiam dúvidas). Na maioria, eles notaram que os anticorpos diminuem acentuadamente após quatro meses, mas a redução é mais lenta e essas moléculas ainda estão presentes no sangue 11 meses após a doença. O estudo foi o primeiro a analisar a presença de células plasmáticas de longa vida na medula óssea.

As células plasmáticas são geradas quando um patógeno entra no organismo. No caso da covid-19 é, por exemplo, a proteína S que o vírus usa para infectar as células humanas.

Após a infecção, essas células imunes viajam pela medula óssea, onde permanecem em estado latente. Se o vírus reaparecer, as células regressam à corrente sanguínea e começam novamente a produzir anticorpos. O estudo mostra que a grande maioria dos doentes que conseguiram recolher amostras de medula óssea – 15 de 18 – gerou células plasmáticas no sistema imunológico.

Ali Ellebedy, imunologista da Escola de Medicina da Universidade de Washington e pesquisador principal do estudo, destaca, em declarações ao jornal espanhol El País: “As células plasmáticas podem durar a vida inteira. Essas células vão continuar e produzir anticorpos para sempre”.

Anticorpos e imunidade

A presença de anticorpos nem sempre significa que a pessoa está “imune” à reinfecção, embora seja provável que isso aconteça.

Ellebedy esclarece que se os anticorpos produzidos por células de longa vida não forem suficientes, o sistema imunológico ativa as células B de memória, capazes de produzir ainda mais anticorpos.

Esse estudo encontrou esses tipos de células em doentes, uma descoberta que é consistente com estudos anteriores que sugerem que a imunidade contra o SARS-CoV- 2, mediada por diferentes tipos de linfócitos e células do sistema imunológico, provavelmente dura anos.

O mesmo ocorre com outras infecções. Os anticorpos e células de memória contra o SARS, um coronavírus que provocou a morte de pelo menos 800 pessoas no início da última década, duram pelo menos 17 anos. Com a varíola, mais de 50 anos após a vacinação, as pessoas retêm células B capazes de produzir anticorpos se o vírus reaparecer no organismo.

“Essas células continuarão a produzir anticorpos eternamente", acrescenta Ali Ellebedy ao jornal.

Uma das questões que se coloca é se esse tipo de célula do sistema imunológico é capaz de neutralizar as novas variantes que têm surgido. “Tudo depende de quanto muda a sequência genética do vírus”, afirma Ellebedy.

Estudos anteriores mostraram que o sistema imunológico dos infectados e vacinados neutraliza suavemente as variantes mais graves detectadas até agora. Existem alguns tipos de anticorpos que não conseguem neutralizar o vírus, mas o sistema imunológico nunca aposta tudo numa jogada e produz anticorpos contra muitas proteínas diferentes do vírus e das células de memória com as mesmas capacidades, de modo que é muito difícil que a variante escape a todas e, sobretudo, faça alguém adoecer, a ponto de causar graves problemas de saúde ou até a morte.

“É razoável que esse tipo de célula forneça imunidade vitalícia”, afirmou Manel Juan, chefe do serviço de Imunologia do Hospital Clinic em Barcelona.

“Essas células de longa vida são uma ajuda na imunidade contra outras doenças por muitos anos”, acrescenta.

Terceira dose

Uma das questões que se coloca é apurar se uma terceira dose da vacina será realmente necessária, conforme propõem as farmacêuticas. “Para mim está claro que não é necessário, assim como não seria necessário vacinar quem já teve a doença”, explicou Manel Juan.

África González e Marcos López-Hoyos, da Sociedade espanhola de Imunologia consideram ser “muito cedo para pensar em terceira dose”.

“É bem provável que a proteção pela doença ou pela vacina seja para toda a vida, embora seja algo que terá que ser analisado”, explicou López-Hoyos.

Para o imunologista, “é necessário estar muito atento ao que acontece com as pessoas mais velhas e com doenças de base. Em todo caso, pensamos que a necessidade de uma terceira dose não é tanta quanto dizem os CEOs da Pfizer e Moderna. Em qualquer caso, a primeira coisa é vacinar toda a população pela primeira dose. Estudos como esses mostram que a imunização gerada pela infecção é mais protetora do que se pensava”.

“O sistema imunológico gera células de curta, média e longa duração em resposta a uma infecção”, afirma África González, imunologista da Universidade de Vigo.

Segundo a especialista, “traduzidas em vacinas, existem algumas que fornecem proteção apenas temporárias para anticorpos humorais, por cerca de seis meses. São eles que carregam os carboidratos de bactérias e não ativam os linfócitos T”.

“Outras vacinas induzem respostas celulares e humorais que se mantêm por alguns anos, como a do tétano, que é recomendada de dez em dez anos. Com outras não é necessário vacinar mais, depois das três doses recebidas na infância”, conclui.

Confira o #ValecEm1Minuto, o programa de notícias da VALEC

 

Governador do Amazonas é alvo de operação da Polícia Federal

Ação atinge secretário de Saúde por desvios de recursos da covid-19

Karine Melo - O governador do Amazonas, Wilson Lima, é um dos alvos da quarta fase da Operação Sangria, da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (2). Na ação, que apura supostas fraudes em licitação e desvios de recursos públicos durante a pandemia da covid-19, estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e seis de prisão temporária nas cidades de Manaus e Porto Alegre, além de sequestro de bens e valores.

As buscas estão sendo feitas na casa de Wilson Lima, na sede do governo do Amazonas, na Secretaria de Saúde, na casa do secretário de Saúde, Marcellus Campêlo. A casa do dono do Hospital Nilton Lins e o hospital também estão na lista.

Crimes

Segundo a PF, há indícios de que funcionários da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta para favorecer um grupo de empresários locais para a construção de um hospital de campanha, sob orientação da cúpula do governo do estado. “Esse local não atende às necessidades básicas de assistência à população atingida pela pandemia covid-19, bem como coloca em risco de contaminação os pacientes e os funcionários da unidade”.

Os contratos assinados em janeiro de 2021 com o governo do Amazonas para serviços de conservação e limpeza, lavanderia hospitalar e diagnóstico por imagem no hospital de campanha têm indícios de irregularidades no processo licitatório, prática de sobrepreço e não prestação de serviços contratados.

Fraudes

Os indiciados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação, peculato e pertencimento a organização criminosa e, se condenados, poderão cumprir pena de até 24 anos de reclusão.