2 de abr. de 2020

Governo do Brasil destina R$ 50 milhões para pesquisas sobre coronavírus

Chamada Pública será lançada ainda nesta semana pelos ministérios da Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Podem participar pesquisadores de instituições públicas ou privadas


O Governo do Brasil vai financiar pesquisas sobre novos métodos de diagnóstico, tratamento e interrupção da transmissão no país do coronavírus (Convid-19). Serão destinados R$ 50 milhões pelos ministérios da Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Podem participar pesquisadores vinculados a instituições científicas, tecnológicas ou de inovação tanto públicas quanto privadas. A Chamada Pública Nacional de Pesquisa em Saúde sobre o Coronavírus será publicada ainda nesta semana na plataforma do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).


A iniciativa englobará pesquisas relacionadas a história natural da doença; desenvolvimento e avaliação de testes, de alternativas terapêuticas e de vacinas contra à Covid-19; avaliação da atenção à saúde nos três níveis de complexidade frente à epidemia; uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas ações de prevenção, controle e manejo; adesão e cumprimento das medidas de prevenção e controle, entre outros temas relacionados à doença.

Itens relacionados
Brasil registra 6.836 casos confirmados de coronavírus e 241 mortes
As linhas de pesquisa foram definidas a partir de diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), alinhadas às prioridades nacionais em discussão entre o Ministério da Saúde e especialistas de todo o país, considerando a necessidade de resposta rápida e investimentos em estudos mais promissores.

Além disso, o Ministério da Saúde criou e-mail para receber contribuições externas de pesquisa e inovação por meio do e-mail pesquisacovid19@saude.gov.br. Nesta quarta-feira (1º) serão definidos os fluxos de funcionamento deste canal.

Desde o final de janeiro, após declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os protocolos de pesquisas relacionados ao coronavírus submetidos à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) estão sendo analisados em caráter de urgência. Desde então, foram submetidos na Plataforma Brasil aproximadamente 100 projetos de pesquisa no Brasil relacionados ao coronavírus.

ENSAIO CLÍNICO SOLIDARITY DA OMS
O Ministério da Saúde está participando do “ensaio clínico Solidarity”, da Organização Mundial da Saúde (OMS) para investigar a eficácia de quatro medicamentos no tratamento da Covid-19. O ministério convidou o Instituto Nacional de Infectologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para coordenar o ensaio clínico. Desde a última segunda-feira (30), pacientes diagnosticados e hospitalizados em 18 hospitais de 12 estados do país já começaram a fazer uso de um dos quatro medicamentos que fazem parte da pesquisa.

"Essa pandemia, mais do que nunca, reforça a importância das pesquisas e da tomada de decisão informada por evidências científicas. Esse estudo, um mega trial multicêntrico, irá trazer informações robustas que resultarão em uma maior segurança sobre o tratamento da COVID-19. O Ministério da Saúde reconhece e valoriza a comunidade científica, que está engajada no enfrentamento a essa pandemia, atendendo prontamente as prioridades do SUS com rapidez e qualidade", afirma Camile Giaretta, diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia, da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

Os medicamentos que terão a sua eficácia testada no tratamento de coronavírus são: Cloroquina e a Hidroxicloroquina, usadas contra a malária e doenças autoimunes; Combinação de remédios contra HIV, formada por Lopinavir e Ritonavir; Combinação de Lopinavir e Ritonavir em conjunto com a substância Interferon beta-1b, usada no tratamento de esclerose múltipla; Antiviral Remdesivir, desenvolvido para casos de ebola, sendo este último o único a não possuir registro no Brasil.

Além do Brasil, participam da iniciativa da OMS outros 45 países, como Argentina, França, Noruega, Espanha e Suíça. Os dados coletados de milhares de pacientes serão centralizados em uma plataforma única, gerenciada pela OMS.

Empresa de navegação portuguesa acusa Marinha venezuelana de colidir contra seu navio, negando informação oficial


A companhia de navegação portuguesa envolvida em um incidente com um barco de patrulha da Marinha venezuelana em 30 de março divulgou esta declaração


Marcas da colisão na proa do Resolute

 Declaração preliminar sobre o incidente da RESOLUÇÃO RCGS

Luiz Padilha - Nas primeiras horas da manhã de 30 de março de 2020 (horário local), o navio de cruzeiro RCGS RESOLUTE foi objeto de um ato de agressão da Marinha Venezuelana em águas internacionais, a cerca de 13,3 milhas náuticas da Ilha Tortuga. Com 32 tripulantes e sem passageiros a bordo.

No momento do evento, o RCGS RESOLUTE se encontrava à deriva por um dia na costa da ilha para realizar manutenção de rotina do motor em sua viagem com destino a Willemstad / Curaçao.

Enquanto a manutenção era realizada no motor principal de boreste, o motor principal de bombordo era mantido em espera para manter uma distância segura da ilha a qualquer momento. Logo após a meia-noite, o navio de cruzeiro foi interrogado pelo navio patrulha Naiguatá (GC 23) da marinha venezuelana, que por rádio questionou as intenções da presença do RCGS RESOLUTE, dando ordem de seguir para Puerto Moreno na Ilha de Margarita.


Como o RESOLUTE se encontrava em águas internacionais, o capitão queria reconfirmar esse pedido específico, que resultaria em uma saída da rota programada do navio com a empresa DPA. Enquanto o capitão estava em contato com o escritório central, ocorreram disparos por parte do navio venezuelano e, pouco tempo depois, o navio da Marinha da Venezuela se aproximou por boreste a uma velocidade de 135° e colidiu deliberadamente com o RESOLUTE.

O navio da Marinha continuou a atingir o arco de boreste, em uma aparente tentativa de virar a prôa do navio em direção às águas territoriais da Venezuela. Embora o RESOLUTE tenha sofrido pequenos danos, sem afetar a navegabilidade do navio, o navio da Marinha da Venezuela sofreu graves danos devido ao contato com o arco bulboso reforçado do navio de cruzeiro e começou a fazer água.

OPV Naiguatá

Pronto para apoiar a qualquer momento, o RESOLUTE permaneceu por mais de uma hora próximo ao local e se aproximou do Centro de Coordenação de Resgate Marítimo de Curaçao (MRCC). Este é um organismo internacional que supervisiona qualquer emergência marítima. Todas as tentativas de contatar os que estavam a bordo do navio da Marinha da Venezuela foram infrutíferas.

Somente depois de receber a ordem para retomar seu curso pelo MRCC e de que não seria mais necessária a assistência, o RESOLUTE, atualmente atracado em segurança no porto de Willemstad, continuou a navegar para seu destino em Curaçao. Uma investigação completa das circunstâncias em torno do incidente será conduzida.

FONTE: Reporte Confidencial
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

Entenda por que a vacina contra covid-19 ainda não foi produzida


Pesquisador do Instituto Butantan explica etapas para produção de vacinas e qual a previsão para a população ser imunizada contra o novo vírus

Vacinas contra a covid-19 estão sendo testadas por diversos países
EFE/EPA

Enquanto a OMS (Organização Mundial de Saúde) confirmava mais de meio milhão de infectados e 20 mil mortos pelo novo coronavírus, as previsões mais otimistas para a conclusão da fabricação das vacinas indicavam apenas para meados de 2021.

Por que, num cenário de pandemia e preocupação generalizada, sua distribuição pode demorar mais de um ano? E quais são as etapas do processo de criação de uma vacina? Para Renato Mancini Astray, pesquisador científico de vacinas virais do Instituto Butantan, em São Paulo, o prazo dado foi razoável.

“São necessários alguns anos [para se concluir a fabricação de uma vacina]. Normalmente, mais de cinco”, diz Astray. O cientista explica que é possível separar estas etapas em três processos principais: descoberta, desenvolvimento e testes clínicos.

Entenda as etapas de fabricação da vacina

Na descoberta, segundo o cientista, são testados diversos antígenos (substâncias para produção de anticorpos), parte que confere a imunidade ao agente viral. Nessa etapa, se inclui a forma como esse antígeno poderá ser produzido, como ele poderá ser formulado e qual a sua quantidade ideal. O teste mais determinante desta fase, como explica Astray, “é a prova de conceito, na qual se demonstra que animais de laboratório uma vez imunizados com a preparação tornam-se imunes ao patógeno (causador da doença) relacionado”.


A fase de desenvolvimento se dá quando o protótipo vacinal é estudado com a intenção de se criar um produto a partir dele. São abordados, durante a etapa, aspectos como a produtividade, pureza final e estabilidade da vacina em diferentes condições. O passo importante desta fase é o TPP (Target Product Profile, em inglês), que indica e descreve qual será o público alvo do produto, suas características desejáveis e sua estratégia de administração, entre outras coisas.

Ao chegar à fase de testes clínicos o protótipo já tem características próprias de um potencial produto. Ela se divide em três etapas finais: demonstrar ausência de toxicidade; mostra imunogenicidade (potencial de uma medicação em provocar estas respostas imunes); demonstrar eficiência.

Segundo o cientista, são muitos os cuidados ao longo destes processos, “desde o cuidado escolher uma forma viável de produzir a vacina para os testes, significando uma preparação segura e economicamente viável, até cuidados com a toxicidade e efetividade da preparação”.

Quais burocracias fabricadores devem cumprir

Existem, ainda, alguns trâmites burocráticos ao longo do processo de criação, fabricação e distribuição de uma vacina. Renato Astray explica que há uma legislação específica e revisada com frequência pela Anvisa, além da necessidade de se produzir a vacina em condições de Boas Práticas de Fabricação (Inmetro), o que, de acordo com ele, “exige investimentos altos para a construção de uma fábrica de vacinas”.


A Anvisa afirma que sua regra para a fabricação de vacinas é “basicamente a mesma dos países que são referência em medicamentos e vacina no mundo”. Após os produtos estarem prontos, a agência faz a análise dos dados da vacina para validar suas informações de segurança e eficácia.

Em nota, a Anvisa assegurou que os produtos e insumos voltados para o combate à covid-19 tem recebido prioridade total de análise pela agência.

Busca pela vacina contra a covid-19

Para se chegar a uma vacina contra o novo coronavírus, explica Astray, é preciso entender a imunologia relacionada à infecção por coronavírus. Em um primeiro momento, segundo ele, os estudos se baseiam no que se sabe sobre outras versões do coronavírus que causaram epidemias, como o SARS e o MERS.

Em seguida, deve ser feita uma preparação precisa para mostrar a eficiência em testes em animais, seguindo para os testes em humanos. Por fim, conclui, “a construção de estrutura produtiva e aprovação por agências reguladoras”.

Na busca pela vacina contra a covid-19, institutos e indústrias de diversos países aceleraram suas pesquisas e encurtaram os prazos para a fabricação de uma vacina para entre 12 a 18 meses.


Entretanto, uma nova previsão animou aqueles que esperam pela chegada mais breve das vacinas: na última segunda-feira (30), a Johnson & Johnson anunciou que cofinanciará, ao lado da Barda (Biomedical Advanced Research and Development Authority), agência dos Estados Unidos, uma vacina que poderá estar pronta ao início de 2021.

Também nos EUA, o KPWHRI (Kaiser Permanente Washington Health Research Institute) foi a primeira organização a realizar pesquisas por uma vacina contra o vírus. Os trabalhos em Seattle são financiados pelo NIH (National Institutes of Health). Na Alemanha, o laboratório Pfizer e a startup BioNTech trabalham juntos em busca do antídoto.

A China provavelmente terá mais de uma pesquisa por vacinas contra a covid-19. Anunciada pelo governo chinês, a Academia Militar de Pesquisa Médica, ligada à Academia Militar de Ciências, lidera um dos estudos, e, a partir de abril, outras instituições iniciarão trabalhos em busca de uma vacina.

No Brasil, pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) lideram uma pesquisa por vacinas feitas por meio de partículas artificiais parecidas com o novo coronavírus. Ainda não há, porém, previsão para a conclusão dos trabalhos. Entretanto, os cientistas esperam que a vacina já seja testada em animais nos próximos meses.

Edição destaca promoção dos Oficiais-Generais e participação da FAB na Segunda Guerra


O Jornal Notaer de abril destaca o currículo dos Oficiais-Generais promovidos nesta terça-feira (31). No mês em que é comemorado o Dia da Aviação de Caça, confira, também, uma matéria sobre os 75 anos da participação da Força Aérea Brasileira (FAB) na Segunda Guerra Mundial. A reportagem aborda as primeiras missões dos militares brasileiros na Itália, com a prodigiosa trajetória do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), presente nos combates sob o comando do então Major Nero Moura.

Esta edição traz, ainda, informações sobre a produção dos primeiros lotes do medicamento para tratamento do câncer de mama, produzido pelo Laboratório Químico-Farmacêutico da Aeronáutica (LAQFA).

Leia a edição completa do Notaer de abril.

Fonte: Agência Força Aérea, Aspirante Letícia Faria
Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Major Monteiro

Logística de exportação de soja, petróleo e minério de ferro não foi afetada por coronavírus, diz governo



Marcelo Barros  - Os impactos específicos pelo coronavírus podem refletir principalmente em questões logísticas relacionadas ao fluxo das exportações, mas os embarques de bens como soja, petróleo e minério de ferro não foram afetados, afirmou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão.

“Em algum momento, exportadores relataram preocupação com falta de contêineres para embarcarem seus produtos, mas não tivemos confirmação de que isso ocorreu”, afirmou ele à imprensa por ocasião da divulgação da balança comercial de março.

Texto que dá lição em todos os “isentões” que atacam Bolsonaro, viraliza na rede



Na realidade o texto contundente serve como lição não só para os propalados “isentões”, mas para todos os esquerdistas, aqueles que aplaudiram durante 20 anos o desmonte do país pela esquerda e que agora demonstram ódio pelo presidente da República.

Eis o artigo cirúrgico, magistral, de autoria de Henri Schipper:

“Alemanha tem quase 30 mil casos de Coronavírus e pouco mais de 120 mortes, dando 0,42%. Porque?

Porque na Alemanha não se morre como no resto do mundo?

Será que os alemães têm um sistema imunológico diferente?

Porque são mais fortes?

Será que a teoria da 2ª Guerra estava certa?

Hitler estava certo?

NÃO !!!!!
A Alemanha tem um índice de infecção alto e um número de mortes baixa porque eles investiram em saúde. Simples assim!!!

Não trocaram hospitais por estádios.

Não trocaram médicos, por olimpíadas.

Não desviaram bilhões.

Não quebraram suas estatais.

Eles investiram em educação segurança e principalmente SAÚDE !!!!

Não estamos em quarentena pra não nos infectarmos nunca.

Estamos em quarentena pra dar tempo do sistema de saúde absorver a todos.

Não estamos aqui pra quebrar a famosa curva, “mas pra achatá-la”.

Porque, na verdade, mais da metade da população brasileira irá pegar, isso é inevitável.

A vacina vai demorar pelo menos um ano e não existe ficar em quarentena por um ano.

Você que está aí, que grita orgulhoso ser de esquerda, ou só anti-Bolsonaro, anti-fascista, que diz q sempre lutou por justiça;

Você que diz ser contra esse governo, mas também foi contra outros governos, Eu desafio você:

Me mostre um post com sua revolta contra governos de Lula ou Dilma, como você demonstra hoje.

Me mostre a sua indignação sobre fazer estádios e o povo morrendo de fome, me mostre...

Você mesmo que votou em Haddads e Ciros da vida. Que se calou com Mantega e Padilha como 
ministro.
Me mostre seu post de anos atrás revoltado como você está hoje.

Estamos em quarentena, tempo pra procurar não falta.

Sim, o presidente erra.

Sim ele fala merda, sempre soubemos disso.

Ele erra mais nas palavras do que nos atos.

Montou uma equipe incrível e não se pode comparar com nada, porque o mundo nunca viveu algo assim.

Então, não compare.

Engolimos por 20 anos tudo, porque respeitamos as urnas, então respeitem também.

O que estamos vivendo hoje, é culpa de anos e anos de crimes cometidos.

De amigos como ministros, De favores. De países aliados que querem ver seu povo morrer.

Você aplaudiu, gritou é GOLPE !!!!.

Defendeu o indefensável, então faça-me um favor, enfie suas panelas embaixo da pia, continue calado como fez nos últimos 20 anos e enfie o rabo entre as pernas, porque o seu momento passou e foi terrível.

OU então...
Me mostre seu post (Democracia não é só quando você ganha, é quando você perde também.”

Da Série: Monarquia - 02/04/2020

China escondeu extensão do surto de vírus, afirma inteligência dos EUA


China Concealed Extent of Virus Outbreak, U.S. Intelligence Says

Airport employees wear full body protective suits at Pudong International Airport in Shanghai on March 28. Photographer: Qilai Shen/Bloomberg

By Nick Wadhams and Jennifer Jacobs - China has concealed the extent of the coronavirus outbreak in its country, under-reporting both total cases and deaths it’s suffered from the disease, the U.S. intelligence community concluded in a classified report to the White House, according to three U.S. officials.

The officials asked not to be identified because the report is secret and declined to detail its contents. But the thrust, they said, is that China’s public reporting on cases and deaths is intentionally incomplete. Two of the officials said the report concludes that China’s numbers are fake.

The report was received by the White House last week, one of the officials said.

The outbreak began in China’s Hubei province in late 2019, but the country has publicly reported only about 82,000 cases and 3,300 deaths, according to data compiled by Johns Hopkins University. That compares to more than 189,000 cases and more than 4,000 deaths in the U.S., which has the largest publicly reported outbreak in the world.

Communications staff at the White House and Chinese embassy in Washington didn’t immediately respond to requests for comment.

While China eventually imposed a strict lockdown beyond those of less autocratic nations, there has been considerable skepticism of China’s reported numbers, both outside and within the country. The Chinese government has repeatedly revised its methodology for counting cases, for weeks excluding people without symptoms entirely, and only on Tuesday added more than 1,500 asymptomatic cases to its total.

Stacks of thousands of urns outside funeral homes in Hubei province have driven public doubt in Beijing’s reporting.

Deborah Birx, the State Department immunologist advising the White House on its response to the outbreak, said Tuesday that China’s public reporting influenced assumptions elsewhere in the world about the nature of the virus.

“The medical community made -- interpreted the Chinese data as: This was serious, but smaller than anyone expected,” she said at a news conference on Tuesday. “Because I think probably we were missing a significant amount of the data, now that what we see happened to Italy and see what happened to Spain.”

China is not the only country with suspect public reporting. Western officials have pointed to Iran, Russia, Indonesia and especially North Korea, which has not reported a single case of the disease, as probable under-counts. Others including Saudi Arabia and Egypt may also be playing down their numbers.

U.S. Secretary of State Michael Pompeo has publicly urged China and other nations to be transparent about their outbreaks. He has repeatedly accused China of covering up the extent of the problem and being slow to share information, especially in the weeks after the virus first emerged, and blocking offers of help from American experts.

“This data set matters,” he said at a news conference in Washington on Tuesday. The development of medical therapies and public-health measures to combat the virus “so that we can save lives depends on the ability to have confidence and information about what has actually transpired,” he said.

“I would urge every nation: Do your best to collect the data. Do your best to share that information,” he said. “We’re doing that.”

— With assistance by Justin Sink

1 de abr. de 2020

VENEZUELA URGENTE: EUA anunciam envio de militares para costa da Venezuela



Guilherme L. Campos - O governo de Donald Trump anunciou hoje o envio de forças militares para a região costeira da Venezuela; entre os recursos a serem enviados estão destróieres, navios de combate costeiro, embarcações da Guarda Costeira americana, aviões-espiões e helicópteros da Força Aérea.

O anúncio foi feito durante a coletiva de imprensa diária da Casa Branca originalmente convocada para tratar do coronavírus. O presidente Donald Trump estava presente na coletiva juntamente com seu secretário de Defesa, Mark Esper e o secretário de Justiça, William Barr.

“Não devemos deixar que os cartéis de drogas explorem a pandemia para ameaçar vidas americanas”, disse Trump. “Em cooperação com as 22 nações parceiras, o Comando Sul dos EUA aumentará a vigilância, interceptação e apreensão de remessas de drogas e fornecerá apoio adicional aos esforços de erradicação, que estão ocorrendo agora a um ritmo recorde”.

A missão das forças militares americanas será a de combater o narcotráfico na região e vem uma semana após os EUA acusarem formalmente o ditador Nicolás Maduro de transformar a Venezuela em um estado narcoterrorista e de anunciarem uma recompensa de US$ 15 milhões por informações que levem à prisão do ditador.

O reforço vai dobrar a capacidade militar dos EUA na região. A missão faz parte do compromisso anunciado anteriormente pelos EUA de aprimorar as operações antidrogas no hemisfério.


Mas a estratégia ganhou maior urgência após a acusação, na semana passada, do líder socialista da Venezuela e membros de seu círculo interno e militares. Eles são acusados ​​de liderar uma conspiração narcoterrorista responsável por contrabandear até 250 toneladas de cocaína por ano para os EUA, cerca da metade por via marítima.

A movimentação americana ocorre no mesmo momento em que Maduro intensifica ataques contra seu rival apoiado pelos EUA, Juan Guaidó, que foi intimado a testemunhar na quinta-feira como parte de uma investigação sobre uma suposta tentativa de golpe.

O legislador, que é reconhecido como líder da Venezuela por quase 60 países, não deve comparecer. Os EUA temem que Guaidó seja preso. Os EUA insistem há muito tempo que não tolerariam nenhum dano a Guaidó.

O fim da história - Pátria Educadora - Capítulo 1 - Filme Completo

E aí Macron, quando é que nós vamos internacionalizar a China?


Vai pensando aí, a gente espera, não tem problema não.

Carolina Cox Chilena Comunista Ruega a Gobierno Capitalista Opresor de Chile que la Rescate de Cuba

O remédio que a mídia quer proibir


O mundo adota a hidroxicloroquina, enquanto a imprensa brasileira esconde ou minimiza o uso do medicamento


Lucas Ribeiro - Jair Bolsonaro vinha buscando e regularização e a aprovação da hidroxicloroquina em função de seus animadores resultados preliminares. Mas bastou haver o endosso do presidente da República para que boa parte do establishment midiático passasse a buscar os “poréns” da medicação. 

Obviamente que um medicamento para uma doença que surgiu faz tão pouco tempo não teria tempo para passar pelos processos normais de aceitação da Anvisa; muitas vidas deixariam de ser salvas por essa excessiva formalidade. A partir de resultados preliminares, o Ministério da Saúde do Brasil passou a fazer uma aposta nessa nova medicação. A conta é muito simples: se a medicação tiver bons resultados, muitos pacientes conseguirão se recuperar, sobrarão mais respiradores mecânicos e o caos na saúde será minimizado. 

Os resultados até então preliminares de estudos começaram a aparecer de forma cada vez mais contundentes. O médico Didier Raoult publicou novos resultados sobre o uso da cloroquina. Outro indício otimista é do CEO da Novartis, Vas Narasimhan, que declarou: “A hidroxicloroquina é a maior esperança da empresa contra o coronavírus”.

Além desses fortes indícios de grandes players da medicina e setores farmacêuticos, diversos países e governos estão passando a adotar a medicação. 

Kits de teste chineses para coronavírus foram encontrados contaminados com COVID-19

Coronavirus testing kits heading to the UK found to be contaminated with Covid-19
Testing kits which were headed to the UK have been found to be contaminated with coronavirus

An expert has said the UK should be mass testing the population for the strain ( Getty Images )

The Government has said that it aims to boost the rate of tests to 25,000 every day by the end of April at the latest and has asked private companies to help drive up test production.


But one production firm, Luxembourg-based manufacturer Eurofins, told UK labs on Monday that deliveries would be delayed as core parts had been contaminated with coronavirus, the Telegraph reported.

This shouldn't significantly affect the UK's testing efforts, Government sources told the paper.

Large-scale testing can help prevent the spread of coronavirus

The news comes after days of confusion over how much testing the UK is doing.

Cabinet minister Michael Gove said on Sunday that the UK had met its target for this stage of the coronavirus response with 10,000 tests done that day.

But Public Health England later released figures showing that just over 8,000 tests had been done in the previous 24 hours, although the NHS had capacity for more than 10,000.

Meanwhile a former director of the World Health Organisation has criticised the UK's testing efforts .

Professor Anthony Costello, who now works at University College London, told BBC Radio 4's 
Today programme that the UK isn't using its resources as efficiently as countries like Germany - which is doing 70,000 tests per day.

Listen to this episode of The Leader: Coronavirus Daily podcast

He said: "We have 44 molecular virology labs in the UK. If they were doing 400 tests a day we would be up to Germany levels of testing and that is perfectly feasible...

"If you look at Korea, they have done 490,000 tests. Their death rate is three per million and they have suppressed the virus.

“I don’t see why we can’t get these 44 labs up and running, finding cases and testing.

“We must go to mass testing and when we remove the lockdown... then we will have a control mechanism which will enable us to wait, without socially distancing the whole country, for drugs or a vaccine for herd immunity.

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O Governo disse que pretende aumentar a taxa de testes para 25.000 todos os dias até o final de abril, no máximo, e pediu às empresas privadas que ajudem a aumentar a produção de testes.

Mas uma empresa de produção, a Eurofins, fabricante com sede em Luxemburgo, disse aos laboratórios do Reino Unido na segunda-feira que as entregas seriam adiadas, pois as partes centrais haviam sido contaminadas com coronavírus, informou o Telegraph.

Isso não deve afetar significativamente os esforços de teste do Reino Unido, disseram fontes do governo ao jornal.

A notícia vem depois de dias de confusão sobre o quanto o Reino Unido está fazendo.

O ministro do Gabinete Michael Gove disse no domingo que o Reino Unido havia atingido sua meta para esta etapa da resposta ao coronavírus com 10.000 testes feitos naquele dia.

Mas a Public Health England mais tarde divulgou números mostrando que pouco mais de 8.000 testes haviam sido feitos nas últimas 24 horas, embora o NHS tivesse capacidade para mais de 10.000.

Enquanto isso, um ex-diretor da Organização Mundial da Saúde criticou os esforços de teste do Reino Unido.

Hoje o Reino Unido não está usando seus recursos de forma tão eficiente como países como a Alemanha - que está fazendo 70.000 testes por dia.

Ele disse: "Temos 44 laboratórios de virologia molecular no Reino Unido. Se eles estivessem fazendo 400 testes por dia estaríamos até a Alemanha níveis de testes e isso é perfeitamente viável...

"Se você olhar para a Coreia, eles fizeram 490.000 testes. A taxa de mortalidade deles é de três por milhão e eles suprimiram o vírus.

"Não vejo por que não conseguimos colocar esses 44 laboratórios em funcionamento, encontrando casos e testando.

"Temos que ir para testes em massa e quando removermos o bloqueio... então teremos um mecanismo de controle que nos permitirá esperar, sem distanciar socialmente todo o país, por medicamentos ou uma vacina para imunidade de rebanho.

A militarização do Mar do Sul da China segue a pleno vapor

Infelizmente ele está com o pé na porta do Planalto

Ação do governo barra alta de remédios que passaria a valer hoje


Medida é uma das ações para mitigar efeitos do novo coronavírus e está publicada em MP que suspende reajuste de medicamentos por 60 dias

Medicamentos ficariam mais caros a partir desta quarta-feira (1º) no país/AloisioMauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo 

A suspensão do reajuste anual dos preços de medicamentos anunciada pelo governo foi formalizada nesta terça-feira (31) na Medida Provisória 933/2020, publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A medida é uma das ações do governo federal para mitigar os efeitos econômicos do novo coronavírus no País. O reajuste ficará suspenso pelo prazo de 60 dias.

Nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro disse que decisão foi acertada com a indústria farmacêutica. "Em comum acordo com a indústria farmacêutica decidimos adiar, por 60 dias, o reajuste de todos os medicamentos no Brasil", escreveu o presidente em uma rede social.

Inicialmente, a ideia do governo era adiar o reajuste anual apenas dos medicamentos direcionados a pacientes com o novo coronavírus. Mas, com o acordo, a medida foi ampliada e contemplou mais remédios.

O ajuste anual dos preços é definido pela Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (CMED) e passa a valer a partir de 1º de abril. O preço de diversos medicamentos no Brasil é tabelado. Há diferenças de valores para compras públicas e do setor privado. Muitos medicamentos isentos de prescrição, ou seja, que não exigem receita médica, têm os preços liberados dessa regulação.

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Tucker Carlson, âncora da Fox News, defende Jair Bolsonaro ao vivo e ressalta a importância dos estudos e da dúvida para se chegar às respostas científicas


OPV da Guarda Costeira da Venezuela afunda após colisão com navio de cruzeiro



 Naiguatá (GC-23) Foto: Luis García Curado

Guilherme Wiltgen - O Ministério da Defesa da Venezuela informou que no dia 30 de março de 2020, às 00:45, o OPV da Guarda Costeira Naiguatá (GC-23), estava realizando missão de patrulha naval no mar territorial venezuelano, a noroeste da ilha de La Tortuga, quando foi abalroado pelo navio de passageiros Resolute, de 122 metros de comprimento e 8.300 toneladas de deslocamento, de bandeira portuguesa, no momento em que passava por um procedimento de controle de tráfego marítimo, causando danos de grande monta ocasionando o naufrágio do Naiguatá.

Imagens de satélite mostram manchas de óleo na área da colisão

Segundo o comunicado do Ministério da Defesa, que classificou a ação do navio Resolute de “covarde e criminosa”, tendo em vista que o navio de cruzeiro não teria realizado o resgate da tripulação a deriva, violando os código Internacional de resgate da vida no mar.

Após o acidente, o navio rumou para Curaçao onde atracou, na manhã dessa terça-feira (31), no porto de Willemstad.


RCGS Resolute Foto Island Aerial Media

Imediatamente, a Armada Venezuela iniciou uma missão SAR efetuando o resgate de toda tripulação do OPV. Não foi informada a condição dos tripulantes.

Ainda segundo o comunicado, o Estado venezuelano realiza as ações legais correspondentes.

RedeVírus MCTIC mobiliza instituições em resposta ao coronavírus


Desde a primeira reunião da Rede Viroses Emergentes (RedeVírus MCTIC), em fevereiro, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) tem mobilizado unidades de pesquisa, Institutos de Ciência e Tecnologia e laboratórios em resposta à emergência do novo coronavírus (Covid-19). A Rede é um comitê que reúne especialistas, representantes de governo, agências de fomento do ministério, centros de pesquisa e universidades com o objetivo de integrar iniciativas em combate a viroses emergentes.

O ministério está destinando R$ 20 milhões a iniciativas para desenvolver kits de diagnóstico, vacinas, tecnologias para seleção de medicamentos e para estruturação de um banco de amostras do vírus. Da mesma forma, a infraestrutura consolidada por investimentos da pasta permitiu aos centros de pesquisa desenvolver capacidade e montar um corpo especializado para conduzir estudos de ponta.

Sequenciamento

Ganhou destaque o trabalho das pesquisadoras da Universidade de São Paulo (USP) Ester Sabino e Jaqueline Goes de Jesus, que, em 48 horas após o primeiro caso no Brasil, fizeram o sequenciamento do genoma do vírus. A estrutura que tornou o trabalho possível veio com o investimento destinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTIC), no combate à crise do vírus Zika. É o que afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), Fernando Rosado Spilki.

“Logo no primeiro isolamento foi notável, uma vitória da ciência brasileira que em pouquíssimo tempo já foi possível para grupo sediado em SP realizar o sequenciamento genômico completo do vírus. Essa conquista teve ampla repercussão na mídia e demonstra o quanto o fomento qualifica a pesquisa do país. Foi o investimento prévio voltado ao enfrentamento do Zika vírus que permitiu essa conquista, por exemplo”.  Ele complementa que a iniciativa permite acompanhar mutações do vírus e localizar cadeias de transmissão para aprimorar estratégias de combate à pandemia.

Vacinas

Na área de imunologia, o coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Investigação em Imunologia (INCT-iii), Jorge Elias Kalil Filho, conta o trabalho realizado pela instituição, criada em 2001, para produzir uma vacina contra a Covid-19.

“O que o INCT-iii e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração estão fazendo é a construção de partículas ocas com os pedaços do coronavírus para testar em animais e ver se eles produzem anticorpos neutralizantes. Ao termos resultados positivos, seguiremos com os experimentos até conseguirmos chegar com testes pré-clínicos definitivos para iniciar os testes humanos”, descreve. Ele também fala sobre a rede criada pelo ministério.

“A nossa relação como ministério é muito grande, não só porque ele vai prover recursos, mas, ao criar uma rede, nós temos acesso aos pesquisadores mais competentes no Brasil  para interação para que possamos avançar o mais rapidamente”, pontua.

Fármacos

No Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), componente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social do MCTIC, estão concentradas pesquisas para possíveis tratamentos ao novo coronavírus. Por meio de ferramentas de biologia computacional e inteligência artificial, os pesquisadores já avaliaram cerca de 2 mil fármacos. Desses, 5 foram considerados promissores e seguem em testes com células infectadas com o vírus.

Rafael Elias Marques, especialista em virologia do CNPEM, detalha: “No LNBio nós juntamos esforços com o CNPEM e profissionais da Universidade de Campinas (Unicamp) para montar uma estratégia  de identificar outros remédios que já existem na farmácia que possuam propriedades protetoras contra a infecção pelo coronavírus. Isso a gente chama de reposicionamento de fármacos, pegar um remédio desenvolvido para uma aplicação e tentar achar outras aplicações para ele, justamente para tornar o acesso ao medicamento algo muito mais rápido do que o desenvolvimento tradicional começando do zero”.

Diagnóstico

Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Ana Paula Fernandes, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia, fala da importância do trabalho para o desenvolvimento de testes para o diagnóstico da Covid 19 em parceria com o INCT Vacinas, em atuação desde 2017.

“Nós traçamos estratégias emergenciais para ampliação da capacidade de diagnóstico, geração de testes rápidos para tipagem em larga escala. Embora já se tenha diagnóstico desenvolvido em outros países é importantíssimo que o Brasil detenha a capacidade de desenvolver esses testes e seja autossuficiente nos insumos necessários, até porque temos capacidade técnica, pesquisadores, instituições que podem fazer essa produção no Brasil”, afirma.

RedeVírus MCTIC

A Rede Vírus MCTIC, criada pela portaria MCTIC nº 1010/2020, funcionará como um comitê de assessoramento estratégico que irá atuar na articulação dos Laboratórios de Pesquisa, com foco na eficiência econômica e na otimização e complementaridade da infraestrutura e de atividades de pesquisa que estão em andamento, em especial com o coronavírus e influenza.

O Comitê da Rede Vírus contará pesquisadores especialistas em viroses, além de representantes do Ministério da Saúde e das agências de fomento do MCTIC. Os nomes ainda estão sendo confirmados, mas a Rede terá representantes da Fiocruz, Butantan, USP, Unicamp, UFMG, UFC, CNPEM/LNBio, UFRJ, entre outros.

Indo ao supermercado na Coreia do Sul