15 de dez. de 2018

Prefeitura de Tarauacá realiza terceira edição da ação itinerante 'Prefeitura no seu bairro'.no bairro Epepaconha


Nesta última quinta-feira, 13 de dezembro, a Prefeitura de Tarauacá realizou a terceira edição do programa social ‘Prefeitura no seu Bairro + Cidadania’


A atividade foi realizada em conjunto pelas Secretarias Municipais de Assistência Social, Saúde, Educação, Obras, Agricultura, Administração, Meio Ambiente,  e  Cultura.

O evento contemplou os bairros Ipepaconha e Esperança, oferecendo diversos serviços como testes rápidos, cortes de cabelo, atividades recreativas, cadastro Bolsa Família e BPC, som ao vivo com o cantor Japão, lanche, sorteios de brinquedos, bombons, e atividades recreativas com crianças e adultos, como corrida pedestre, além de atendimento médico e cuidados de enfermagem, distribuição de medicamentos.

A Prefeita Marilte Vitorino e o Vice-Prefeito Chico Batista fizeram questão de participar do evento, além de secretários, assessores e servidores. Uma moradora da comunidade, Sra. Nilza de Souza, parabenizou a iniciativa da Prefeitura de Tarauacá e disse que “A pavimentação da rua traz dignidade para todos nós moradores. A Prefeita Marilete Vitorino estar de parabéns pela ação e por essa atividade em nosso bairro”.

“Muito bom poder estar junto à população e ouvir seus anseios. O nosso objetivo é continuar atendendo a todos os moradores da melhor forma possível, levando até eles um produto de qualidade”, afirmou a Prefeita Marilete Vitorino.

13 de dez. de 2018

Calote da Abril: dívida de R$ 65 mil pode virar parcelas de R$ 20 em 15 anos


Fornecedores do grupo com CNPJ por trás não têm os mesmos direitos previstos para trabalhadores CLT  


Em meio ao processo de recuperação judicial (RJ), a Editora Abril, responsável pela publicação de títulos como Veja e Exame, propôs a credores um pagamento das dívidas com descontos que, em alguns casos, correspondem a 92% do valor devido.


O plano criado pela empresa, com consultoria da Alvarez e Marçal, só será posto em prática se aprovado em assembleia de credores e homologado na Justiça. Em teoria, qualquer categoria de credores, desde os bancos até os funcionários, tem possibilidade de barrar o plano. Essa assembleia tinha prazo de até 150 dias do pedido de RJ para acontecer, mas já foi adiada uma vez e pode ter a data modificada sem limites. Qualquer pagamento a partir de agora só ocorrerá a posteriori. 

Dentro do escopo previsto no plano, a maior parte dos pagamentos sofrerá descontos relevantes, a depender do tipo de dívida que a empresa tem com cada credor. Dívidas que chegam a R$ 65 mil se transformaram em parcelas irrisórias de R$ 20, conforme um dos credores revelou ao InfoMoney. Também há proposta de correção monetária indexada à Taxa Referencial (TR), que atualmente está zerada e tem valor anual abaixo da inflação desde 2000: ou seja, uma correção praticamente inexistente. 

Como funciona a proposta
O InfoMoney teve acesso à proposta de pagamento enviada pela companhia. Nela, o grupo separa as dívidas em 4 categorias: créditos trabalhistas (classe I); créditos com garantia real (classe II); créditos de quirografários (classe III); créditos de microempresas e empresas de pequeno porte (classe IV).

A primeira categoria engloba ex-funcionários contratados dentro do regime CLT, aos quais o grupo garantirá o pagamento de até 250 salários mínimos por pessoa, o que atualmente corresponde a R$ 238.500, sem deságio. Essas pessoas receberão este valor ao longo de 12 meses a partir da aprovação do plano de RJ. Dívidas que superarem este montante entram em outra regra.

Na segunda lista encontram-se os créditos assegurados por direitos reais de garantia, como penhor e hipoteca. Nesta entram, por exemplo, os grandes bancos, como Bradesco, Itaú e Santander.

As classes III e IV correspondem, respectivamente, a créditos sem garantia de pessoas físicas e créditos sem garantia contratados através de um CNPJ. Dentro desta última categoria encontram-se pequenas empresas, como gráficas e transportadoras, mas também há profissionais pessoa física. Isso porque a editora costumeiramente trabalhava com repórteres, fotógrafos, designers e videomakers freelancers, contratando-os através de um CNPJ. Essa prática não é ilegal se o trabalho for eventual e não houver vínculo empregatício.

O repórter especial Lourival Sant’Anna está dentro desta regra. Ele é freelancer para diversos veículos e produzia conteúdo para publicações do grupo. No momento da recuperação, teve uma dívida de R$ 65,3 mil reconhecida pela empresa. Deste valor, o primeiro pagamento seria uma moratória de no máximo R$ 20 mil nos primeiros 3 anos, com deságio de 20%, totalizando R$ 16 mil.

Quando houver dívida acima deste valor, de R$ 45,3 mil neste caso, é considerado um novo deságio de 20%. Após esse desconto, a empresa pagaria 10% do total restante em mais 15 anos, contabilizados a partir do término do período da moratória. No final de 18 anos, portanto, o profissional recebe mais R$ 3.629 (8% do valor bruto) em parcelas de R$ 20 mensais – com juros e correção monetária pela TR.

Como uma espécie de “bônus”, os outros 90% da dívida restante não precisariam ser pagos pela empresa caso estas 180 parcelas sejam quitadas em dia, de acordo com o plano.

Além do calote que é a transformação de uma dívida de R$ 65 mil em um pagamento total de aproximadamente R$ 20 mil, o jornalista calcula outros prejuízos. “Para trabalhar como freelancer, tive de abrir um CNPJ e já paguei os impostos [referentes aos contratos com a Abril]”. Os impostos corresponderam 8,4% do valor contratual, o que totalizou, de acordo com seus cálculos, R$ 5.885.

CLT com dívidas maiores
Outros casos emblemáticos podem ser encontrados na lista pública de credores. Mesmo dentro da categoria I, a mais protegida dentro da proposta, há prejuízos relevantes – já que só é assegurado sem grandes descontos um valor limitado. 

Nesta categoria, o maior montante listado entre os credores é o de R$ 2,4 milhões, referente à dívida de uma ex-funcionária. Neste caso, conforme as regras propostas pela editora, garante-se nos primeiros 12 meses após a aprovação da proposta o pagamento de 250 salários mínimos - ou seja, R$ 238.500. Este é o valor líquido máximo a ser pago para todos os funcionários CLT em um primeiro momento, e só será pago após a assembleia. 

Depois disso, a regra aplicada para a categoria I é a mesma da categoria IV. A profissional citada acabaria recebendo, portanto, mais R$ 156,9 mil em 180 parcelas de R$ 871, sem juros ou correção monetária. Outros ex-funcionários com dívidas menores também receberiam desta forma – primeira parcela com deságio e 8% do restante em até 18 anos.

Em todos os casos, os demitidos de todas as profissões estão sem receber boa parte do que lhes cabe até o momento. O prazo para o pagamento será de 12 meses após a aprovação do plano, o que significa que muitos jornalistas, profissionais administrativos, distribuidores e trabalhadores de gráfica estão sem receber desde a solicitação da RJ há 4 meses. Nas categorias mais sensíveis, há famílias a perigo de ficarem desabrigadas e passar fome. 

Na semana passada, a Justiça de São Paulo determinou que a Abril faça a readmissão de "todos os trabalhadores e trabalhadoras demitidos em massa desde julho do ano passado”, mas ainda cabe recurso.

"Tem que pagar tudo"
Para Paulo Zocchi, presidente do Sindicato dos Jornalistas e funcionário da empresa, é descabido que a Abril considere trabalhadores CLT e freelas com CNPJ como categorias distintas. "A gente [sindicalistas] acha que a empresa tem de pagar tudo que deve sem nenhum deságio tanto para CLT como freelas", disse. "Essa é uma verba que a Justiça do Trabalho considera 'verba alimentar', usada para pagar as contas e botar comida na mesa", explica. 

Uma série de vídeos denominada "Vítimas da Abril" vem mostrando alguns casos particulares de pessoas com problemas decorrentes da falta de pagamentos. Um gráfico conta estar praticamente sem recursos para arcar com um tratamento necessário para seu filho, que tem necessidades especiais. Outro demitido tem tumor na hipófise e se viu desamparado sem o plano de saúde que a empresa oferecia. 

Embora garanta que "ninguém prefere a falência da Abril", Zocchi entende que os Civita, família controladora da empresa, poderiam ter realizado uma RJ mais "humanizada" se garantisse o pagamento aos trabalhadores desde o início. "Há empresas que entraram em recuperação judicial e não colocaram as verbas rescisórias no plano. Eles optaram por dar calote nos funcionários que fizeram a fortuna da família", lamenta.

Em 2016, os três herdeiros de Roberto Civita apareceram na lista da Forbes de maiores fortunas brasileiras, com patrimônio combinado estimado de US$ 3,3 bilhões. 

Histórico e termos da recuperação judicial
Com dívidas totais de aproximadamente R$ 1,6 bilhão, o Grupo Abril entrou com pedido de RJ em agosto deste ano. Antes disso, já contava com os serviços da Alvarez e Marçal e havia empossado um dos sócios da consultoria, Marcos Haaland, como presidente.

Como razões do problema, a companhia fala em perda de parte relevante da receita publicitária e a falta de predisposição do consumidor brasileiro de “pagar adequadamente pelo consumo de notícias de qualidade divulgadas por meios digitais”

Estima-se que, no total, cerca de 900 funcionários foram demitidos durante o momento de dificuldade da companhia. Diversos títulos, como a revista Info, já foram descontinuados. Casa Cor, VIP, Boa Forma, Viagem e Turismo, Placar, Minha Casa, Mundo Estranho e Arquitetura e Construção estão listados na RJ como frentes das quais quer se desfazer, assim como a gráfica e as empresas Dilogpar, Tex Courier e Casa Cor.

Do total da dívida, os bancos Itaú, Bradesco e Santander são os maiores credores, detendo debêntures de cerca de R$ 1 bilhão. A dívida trabalhista (categoria I), está em aproximadamente R$ 90 milhões. 

Nesta segunda-feira (10), o Valor publicou que a empresa está em negociações com Fábio Carvalho, da Legion Holdings, para uma possível venda. A priori, o advogado ele negou a informação.

Contatada, a Abril não quis comentar os termos da proposta de RJ.

A PF cumpre mandado de busca e apreensão contra um sujeito que ameaçou Jair Bolsonaro e xingou Hamilton Mourão nas redes sociais.


“São postagens que incitaram a subversão da ordem política fomentando a morte do então candidato à Presidência da República, Sr. Jair Bolsonaro”, diz a nota da PF.

Daniel Adjuto informa que se trata de um jovem de 23 anos morador do Maracanã, no Rio de Janeiro.

11 de dez. de 2018

Sem remédio e até oxigênio para os pacientes, médico denuncia que o ‘Acre virou a Venezuela’


"Estamos tirando do próprio bolso para ajudar os pacientes. Estamos todos revoltados aqui", diz o profissional da medicina


Salomão Matos - O médico Rodrigo Santiago, que trabalha no Hospital Wildy Viana, que leva o nome do pai do governador, Tião Viana e do senador Jorge Viana, gravou um vídeo para o Portal O Alto Acre, mostrando o descaso naquela unidade hospitalar e dizendo que a saúde no Estado assemelha-se ao país venezuelano, dado a falta de insumos, remédios, ambulâncias e até oxigênio para os pacientes.

Segundo o médico, não somente ele, bem como seus colegas de profissão, já não tem mais vergonha de eles próprios solicitarem dos pacientes a compra da medicação prescrita, simplesmente porque o Estado não compra o básico necessário.



Outra reclamação diz que sequer na unidade hospitalar Wildy Viana, são servidas as refeições básicas aos servidores e até o café da manhã foi cortado.

“Esse hospital virou um grande ‘Elefante Branco’. De que adianta um hospital tão bonito se não tem nada? Nem os equipamentos básicos para a gente atender a população que precisa tem. Nem gasolina tem para as ambulâncias. Estamos tirando do próprio bolso para ajudar os pacientes. Estamos todos revoltados aqui”, denuncia o profissional da medicina.

PF investiga Aécio e mais 5 parlamentares por recebimento de propina da J&F


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira nova operação que investiga seis parlamentares por suspeita de recebimento de ao menos 100 milhões de reais de propina entre os anos de 2014 e 2017, inclusive para fins da campanha presidencial de 2014 e também para a obtenção de apoio político, informou a PF.

A chamada Operação Ross é um desdobramento da Operação Patmos, uma fase da Lava Jato deflagrada em maio de 2017 que teve como base a delação de executivos da J&F, acrescentou.

Segundo a PF, foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 24 mandados de busca e apreensão e 48 intimações para depoimentos contra os suspeitos, que não foram identificados de imediato de acordo com as regras da Polícia Federal.

Os políticos investigados são, segundo a TV Globo, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN), e os deputados Benito Gama (PTB-BA), Cristiane Brasil (PTB-RJ) e Paulinho da Força (SD-SP).

Por Pedro Fonseca

O PT não salvou a Amazônia?



A Folha destaca que a Amazônia brasileira tem 453 garimpos ilegais.

Mas o PT não salvou a Amazônia?

10 de dez. de 2018

Médicos do Hospital do Juruá decidem manter greve até a próxima sexta-feira


Divida do governo do Acre com a Ansal é de R$ 13 milhões de reais


Saimon Martins - Com salários atrasados há mais de dois meses, os profissionais do Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, ameaçaram rescindir seus contratos de forma definitiva, porém no último sábado (8), após um comunicado oficial do médico Teobaldo Dantas, muitos deles desistiram da rescisão. Contudo, a greve vai continuar até o dinheiro cair em suas contas.

Profissionais do Hospital do Juruá esperam por salários atrasados

Dívida do governo do Acre com a Ansal é de R$ 13 milhões de reais

De acordo com a nota divulgada, a Associação Nacional de Saúde (Ansal) ficou de repassar os valores pendentes aos profissionais na próxima sexta-feira (14). “Garantiram verbalmente que repassarão os valores referentes aos meses de outubro e novembro”, informa parte da nota.

No entanto vários acordos verbais já foram feitos e nenhum deles cumpridos. A Ansal depende dos repasses do atual governo para poder funcionar.

“Apesar da promessa verbal, durante esse processo a gestão não cumpriu os acordos feitos verbalmente, rompendo a confiança. Os prestadores de serviços médicos e laboratorial votaram para manter a suspensão dos serviços não essenciais prestados ao HRJ”, frisa um trecho do comunicado, que ainda diz: “Os serviços voltarão a normalidade após a confirmação do repasse, se os valores estiverem depositados nas contas das prestadoras de serviços médicos e laboratorial. Até isso acontecer, o movimento continuará”.

Veja a nota, na íntegra:

Bom dia. Ontem a noite, dia 07/12/2018, informaram que o repasse para ANSSAU, ocorrerá na próxima semana até dia 14/12/2018. Garantiram verbalmente que repassarão os valores referentes aos meses de outubro e novembro. No entanto, apesar da promessa verbal, durante esse processo a gestão não cumpriu os acordos feitos verbalmente rompendo a confiança, os prestadores de serviços médicos e laboratorial, votaram manter a suspensão dos serviços não essenciais prestados ao HRJ. Os serviços voltarão a normalidade após a confirmação do repasse e os valores estiverem depositados nas contas das prestadoras de serviços médicos e laboratorial. Até isso acontecer, o movimento continuará. Manteremos os serviços de urgência clínica, de cirurgia e ortopedia, UTI funcionando, assistência aos internados. Exames laboratoriais apenas para os serviços de urgência e emergência e internados.
Ressalto que manteremos os serviços essenciais funcionando.
Assim decidiram as prestadoras de serviços médicos e laboratorial.
Como ato de boa fé, e acreditando na possibilidade da gestão cumprir o acordo com a ANSSAU e conosco, decidimos, momentaneamente suspender a ruptura contratual coletiva.
Mas manteremos apenas os serviços essenciais funcionando.
Ressalto que o movimento continua até o dinheiro cair nas contas. Nós suspendemos o ato de ruptura coletiva dos contratos empresas médicas- ANSSAU.

Prefeita Marilete entrega sete veículos novos para o município de Tarauacá



Com a presença da população, o Município de Tarauacá recebeu oficialmente sete veículos novos. As conquistas são fruto da articulação política da Prefeita  Marilete Vitorino, do Vice-Prefeito , Chico Batista. Foram entregues dois caminhões, duas caminhonete, duas Fiat Toro e um micro- ônibus.

Durante a Solenidade de entrega, a prefeita falou sobre o trabalho que vem sendo realizado pela gestão e disse que continuará avançando pelo crescimento de  Tarauacá. “Acredito que cada oportunidade que temos de equipar melhor a administração pública é válida. A aquisição desses automóveis, além de dar uma condição de trabalho mais digna aos servidores, também tem um papel de melhorar o serviço público ofertado. São muitas as dificuldade, mas com luta, trabalho e comprometimento temos feito as coisas acontecerem, cumprindo com a nossa responsabilidade que é administrar os recursos para oferecer um serviço público de qualidade”, afirmou a Prefeita.

Decreto de intervenção federal em Roraima é publicado no Diário Oficial



O governo federal publicou nesta segunda-feira no Diário Oficial da União o decreto de intervenção federal em Roraima até o dia 31 de dezembro, pelo qual o presidente Michel Temer nomeou o governador eleito Antonio Denarium (PSL) como interventor para enfrentar a crise financeira e de segurança no Estado.

Segundo o decreto, o objetivo da intervenção é acabar com “grave comprometimento da ordem pública”, e o interventor fica subordinado diretamente ao presidente da República, não estando sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.

“O interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção, ressalvada a competência do Presidente da República para o emprego das Forças Armadas”, diz o decreto.

7 de dez. de 2018

Ponte sobre o Rio Madeira está quase pronta


A ponte sobre o Rio Madeira que adiantará em muito a saída dos acreanos para o restante do Brasil está quase pronta. Nessa obra que gerou muito emprego foi gasto mais em torno de R$ 140 milhões.

'Operação Inverno': Prefeitura de Tarauacá continua com força-tarefa e atende diversos bairros



A Prefeitura Municipal de Tarauacá,  por meio de um trabalho integrado das secretariais municipais, continua atuando com os serviços de recuperação de ruas e avenidas da cidade. A ação está sendo realizada através da Operação Inverno. A Prefeita Marilete Vitorino, determinou que uma força-tarefa fosse executada nos bairros, com a finalidade de recuperar rapidamente ruas e avenidas danificadas pelas chuvas.

Os serviços envolvem desde a limpeza e recuperação de ruas, com retirada de lama, lixo, caminhões de areia acumulada nas áreas e entulhos.  Na maior parte das ruas, os problemas são históricos, principalmente em trechos que necessitam de um trabalho bem mais amplo e que envolve grande volume de investimentos, a exemplo das drenagens.

A  Prefeita Marilete Vitorino, destaca a sua grande preocupação em buscar recursos para resolver essa problemática, principalmente em trechos com alagamentos. Mesmo diante dessa realidade, a cidade vem sendo atendida prontamente, nas áreas onde se exige maior prioridade neste momento.

As provas contra Lula


O depoimento de Antonio Palocci à Zelotes, acusando Lula de ter recebido propina do setor automotivo por meio de Luleco, é corroborado por quebras de sigilo, perícias e e-mails.

O Valor citou trechos da denúncia do MPF, segundo a qual a LFT Marketing Esportivo, que pertence a Luleco, teve evolução patrimonial de 770% em nove meses, “sem explicação lícita”.

“Lula recebeu dinheiro por intermédio do filho Luis Cláudio, tornando-o um milionário num intervalo de apenas nove meses (junho de 2014 a março de 2015), valendo-se de uma organização criminosa que formou com o casal Mauro Marcondes e Cristina Mautoni”.

E mais:

“Em computadores de Mauro Marcondes e Cristina apreendidos com autorização judicial pela Polícia Federal (PF), os investigadores encontraram milhares de e-mails. Há registros de que Luis Cláudio foi quatro vezes à sede da M&M e que Lula, seu filho e Mauro Marcondes também mantiveram encontros em quatro oportunidades no Instituto Lula, em São Paulo (…).

Um dos e-mails relaciona compromissos de Lula e a marcação de uma reunião do ex-presidente e de seu filho com Mauro Marcondes, em 18 de março de 2014 no Instituto Lula. ‘Desse encontro, na presença física de Lula, saíram as diretrizes dos pagamentos ao filho e a forma de ocultação da natureza desses repasses’, afirma a acusação”.

5 de dez. de 2018

Hospital das Clínicas está sem kit de coleta de exames há mais de 8 meses


Pela sexta vez em seu mandato, o deputado volta a pedir a demissão da diretora do hospital, Juliana Queiroz

Hospital das Clínicas/Foto: Reprodução

Saimo Martins - O deputado estadual Heitor Júnior (Podemos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para fazer um desabafo contra o descaso da saúde pública no Acre, em especial, ao Hospital das Clínicas. Heitor disse que, a cerca de oito meses, a unidade não dispõe de equipamentos necessários para atender a população, como por exemplo, kit de ligadura e materiais de coleta de exames.

“Para se ter uma ideia, nós estamos sem kit de ligadura para fazer varizes de esôfago para a pessoa portadora de hepatite não ir a óbito há mais de oito meses”, explicou.  Segundo ele, a situação já ocasionou mortes de pacientes no hospital.

Além disso, no local está faltando material para coleta de exames dos pacientes, sem medicamentos na unidade do câncer, “isso traduz a situação caótica da Fundação Hospitalar”, frisou.

Para aliviar as pesadas críticas feitas ao órgão que é gerido pelo governo, o deputado enalteceu os investimentos feitos por Tião Viana (PT), no entanto, pela sexta vez durante seus quase quatro anos de mandato, Heitor pediu a demissão da diretora da unidade, a enfermeira Juliana Queiroz. “Pela sexta vez e agora não adianta mais, eu venho aqui pedir a demissão da superintendente da Fundação Hospitalar, doutora Juliana”, declarou o parlamentar que já havia pedido outras cinco vezes, ambas sem sucesso.

O abate de criminosos com armas pesadas


O general Guilherme Theofilo, futuro Secretário Nacional de Segurança Pública, defendeu o abate de criminosos com armas pesadas.

Leia um trecho de sua entrevista à Folha de S. Paulo:

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, defendeu o abate de indivíduos portando armas pesadas. O senhor pensa como ele?

Depende da situação. O indivíduo está com arma pesada em que situação? E se ele, em um confronto, apontar a arma pesada?

Então, só comprovando que seja um criminoso?

Claro, comprovado que o indivíduo seja perigoso e que fará resistência à atividade policial.

RIo Branco - Socorro Neri extingue 5 secretarias

Vereadores aprovam reforma administrativa que extingue cinco secretarias e prevê a exoneração de 132 pessoas


Luciano Tavares - A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou por unanimidade na sessão desta terça-feira, 27, a reforma administrativa da prefeitura que prevê a extinção de cinco secretarias municipais e a exoneração de 132 ocupantes de cargos em comissão.

A prefeitura passa a ter em sua estrutura, 12 secretarias. Antes eram 17. Com os cortes em gratificações, exonerações e diminuição de custos administrativos, a prefeitura prevê uma economia de quase R$ 13 milhões.

Mais cedo, antes da votação, 20 presidentes de bairros de Rio Branco estiveram na sede do parlamento municipal protestando contra a extinção da Semacs, a Secretaria de Articulação Comunitária, que será reduzida a departamento. A pressão dos líderes comunitários, entretanto, foi em vão. A reforma foi aprovada em sua totalidade e por unanimidade.

“O propósito dessa reforma é se adequar a essa nova realidade financeira” e priorizar setores essenciais como saúde, educação, infraestrutura e transporte público, disse o líder da prefeita, vereador Eduardo Farias (PCdoB).

Redução de secretarias
As secretarias de Esporte, Direitos Humanos, Igualdade Racial, Juventude e Mulher que foram criadas em 2013 quando o ex-prefeito Marcus Viana assumiu pela primeira vez a prefeitura, foram reduzidas a departamento.

A Secretaria Municipal de Articulação Comunitária e Social – SEMACS, um fio condutor de política entre o ex-prefeito e os presidentes de bairro e, foi extinta e suas atividades, agora reduzidas, passam a funcionar a partir da Casa Civil.

Criado em abril de 2017 após aprovação da Câmara Municipal de Rio Branco em meio a protestos da oposição, o Instituto de Tecnologia perdeu o status de secretaria e funcionará vinculado à Secretaria de Administração.

A Subchefia de Assuntos Jurídicos também instituída pelo ex-prefeito foi extinta, além da Coordenadoria do Trabalho e Economia Solidária.

Igarapé Buchão recebe serviço de desobstrução e limpeza em Tarauacá



A Prefeitura de Tarauacá continua com serviços de limpeza e desobstrução de bueiros e córregos nos pontos mais críticos da cidade para melhorar o sistema de escoamento para evitar possíveis danos à saúde da população.


Na manhã desta terça-feira (04), trabalhadores da Secretária de Obras iniciaram os serviços de desobstrução do Igarapé ‘Buchão’ que passa pelo Bairro Triângulo e deságua no Rio Tarauacá.

A ação prevê as melhorias no escoamento das águas pluviais, principalmente, por onde passa o igarapé, a saber; Bairro Novo, Triângulo e outros pontos da cidade.

Esse trabalho está sendo realizado pela segunda vez no ano. A prefeitura pede mais consciência por parte da população, já que toneladas de lixo foram retirados e isso é um grande problema pois impossibilita a escoação da água, sem falar na poluição que é algo muito grave.

Como o Ministério do Trabalho se tornou uma máfia dos sindicatos


O roteiro de "criar dificuldades para vender facilidades" já é conhecido, mas a oportunidade de mudar este quadro é inédita
 Manifestação sindicato - (André Tambucci/ Fotos Públicas)

No meio do ano, a Polícia Federal desbaratou um esquema de corrupção no Ministério do Trabalho. Os envolvidos propositalmente atrasavam o registro de novos sindicatos. Legítimos ou não, só quem prestava “favores” tinha seu pleito atendido.


Desconfiado, foi para conversa munido de um gravador. Os seus interlocutores pediram R$ 4 milhões para os grupos político e técnico enfim trabalharem. Nas palavras de um dos lobistas, “se você não paga, não sai”.

O roteiro de “criar dificuldades para vender facilidades” já é conhecido, mas a oportunidade de mudar este quadro é inédita.

Com o fim do Ministério do Trabalho, a secretaria responsável por sindicatos foi transferida para o Ministério da Justiça, sob controle direto de Sérgio Moro.

Em um seminário em Madri, o ex-juiz disse que largou a toga por estar “cansado de levar bola nas costas” do sistema político. Agora, ele tem a oportunidade de fazer um gol contra a corrupção e o que há de pior no Brasil.

Moro vai ter a oportunidade levar as relações trabalhistas brasileiras para o século XXI e extinguir a unicidade sindical.

Criada na Ditadura comandada por Getúlio Vargas, a unicidade impede a concorrência, proibindo dois sindicatos de disputarem a representatividade dos trabalhadores de uma mesma categoria.

Dentro e fora do Ministério do Trabalho, a unicidade se tornou uma arma para os criminosos e grupos de pressão como a família Mata Roma. Durante 5 décadas, pai, mãe e irmãos se revezaram no comando do sindicato dos comerciários do Rio de Janeiro. Sem poder escolher outro órgão de representação, os trabalhadores cariocas pagaram até as viagens à Disney da família.

Para Sérgio Moro, brigar contra todos esses interesses significará dar fim a uma máquina de gerar de escândalos de corrupção e defender interesses partidários. Algo que nunca é fácil.

Em fevereiro, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) arguiu Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade do fim do imposto sindical. A discussão não dizia respeito a unicidade, mas para a confederação, “Não há escolha!!!”, o trabalhador deve estar filiado a um único sindicato da sua região.

É provável que o aparato sindical venda a narrativa que o fim da unicidade é uma arma dos patrões para ludibriar os trabalhadores. Desunidos, seriam mais fracos. Essa já é a posição de uma das maiores centrais sindicais do país.

No mundo real, no entanto, Moro terá bons exemplos ao seu lado.

Na Dinarmaca, a 3F, maior confederação de sindicatos no país, oferece seguros, descontos, ajuda legal, um fundo para cobrir dias descontados na ocasião de uma greve, ajuda assistencial, previdência privada e uma miríade de outros serviços que podem ser encontrados também em inglês no site da instituição. A preocupação com a língua não é desmotivada, num mercado concorrencial, cada detalhe conta.

Sérgio Moro pode dar um pontapé para uma revolução contra a corrupção e a ineficiência. A oportunidade é boa demais para simplesmente deixarmos passar.

4 de dez. de 2018

Chance zero



Algumas das melhores fontes de O Antagonista garantem que há “chance zero” de Lula ser solto hoje à tarde.

Confiamos em nossas fontes, mas desconfiamos da Segunda Turma do STF.

Acre e mais seis estados não sabem se vão pagar o 13º dos servidores




 Ray Melo - A crise financeira que vem se arrastando há meses poderá atrapalhar as festas de final de ano dos servidores públicos do Acre e de outros setes estados que estariam com dificuldades para fechar as contas no final deste ano,

Segundo reportagem da Globo News, o Acre é um dos sete estados brasileiros que estariam sem previsão para o pagamento do décimo terceiro dos servidores públicos. A informação foi divulgada pela emissora nesta segunda-feira (3).

Alguns estados citados na reportagem ainda estariam devendo parcelas do décimo terceiro do ano passado. Em outros, como é o caso do Rio de Janeiro, o pagamento dos servidores estaria dependendo da arrecadação de Refis.

No Acre, segundo informações da assessoria do governo repassadas para Globo News, a expectativa é que o pagamento do 13o aconteça até o dia 24 de dezembro, mas o executivo aguarda repasses federais para fechar as contas.

Além do Acre, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, não sabem se vão pagar o 13o dos servidores e estariam dependendo de repasses da união para quitar o bônus.

Bolsonaro corta publicidade em jornais, revistas, TVs e rádios

Jair Bolsonaro vai cortar os gastos publicitários do governo em jornais, revistas, TVs e rádios, diz O Globo.

“Serão mantidos os patamares atuais para sites, e será mantido ou ampliado o gasto com redes sociais”.

O Antagonista, que recusa propaganda estatal, aplaude a iniciativa e defende que o corte seja radical e generalizado, sem beneficiar a imprensa chapa branca.

3 de dez. de 2018

E o Macron virou Micron


Foto: RFI

O presidente da França, Emmanuel Macron que se preocupa mais com o governo dos outros do que com seu próprio, foi obrigado a prender mais de 400 pessoas em Paris no sábado além de 133 que ficaram feridas. Agora, manifestantes pedem que ele renuncie. A primeira ação foi  pedir que se preparassem forças de segurança em prevenção contra futuros protestos e depois para continuar tentando manter o diálogo. 

Agora seu prejuízo aumenta onde terá que sustentar tanta gente presa além claro de ter que repor seus estoques de gás lacrimogênio e granadas de efeito moral, sem contar os canhões de água desperdiçados o que não é nada ecológico. 

Macron é aquele que resolve os problemas dos outros países mas não consegue resolver o do seu. Parece ser mais um daqueles que seu discurso é diferente de suas ações. Era só chamar pra conversar antes presidente.

Macron está mais enrolado que carretel de linha de estilista famoso. Quando "outros povos" estiverem passando por baixo do Arco do Triunfo ele vai virar seus olhos para o oeste novamente. 

Trump notificará Congresso no futuro próximo que vai encerrar o Nafta



Roberta Rampton - A BORDO DO AIR FORCE ONE (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no sábado que notificará formalmente o Congresso dos EUA num futuro próximo que vai encerrar o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), dando seis meses para que os parlamentares aprovem um novo acordo comercial assinado na sexta-feira.

“Encerrarei formalmente o Nafta em breve”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One a caminho de casa, vindo da Argentina.

“Só para vocês entenderem, quando eu fizer isso - se por qualquer razão não pudermos fazer um acordo por causa do Congresso, então o Congresso terá uma escolha” do novo acordo ou do retorno às regras de comércio anteriores a 1994, quando o Nafta entrou em vigor, ele disse.

Trump afirmou aos repórteres que as regras comerciais antes do Nafta “funcionam muito bem”. O Nafta permite que qualquer país se retire formalmente com seis meses de antecedência.

Trump, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau e o presidente mexicano Enrique Peña Nieto assinaram um novo acordo comercial na sexta-feira conhecido como Acordo Estados Unidos-México-Canadá.

A decisão de Trump ocorre em meio a um certo ceticismo dos democratas, que vão assumir controle da Câmara dos Deputados, sobre o novo acordo comercial.

1 de dez. de 2018

Governo do Acre exonera quase 800 cargos comissionados de uma só vez; veja a lista


Nomes foram publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta sexta-feira (30), ao fim do dia


Nany Damasceno - O Diário Oficial, que costuma ser publicado nas primeiras horas do dia, foi diferente nesta sexta-feira (30). Assinada pela vice-governadora, Nazareth Araújo, a publicação saiu apenas no fim da tarde. O objetivo talvez fosse para que passasse despercebido pela imprensa, já que trouxe a exoneração de centenas de cargos comissionados. São 10 páginas com nomes e, diferente das outras publicações, os cargos que ocupavam não foram detalhados, mas ao todo, são mais de 800.


A parceria entre Bolsonaro e Moro é boa para ambos


Só Sergio Moro é tão popular quanto Jair Bolsonaro, segundo a pesquisa Ipsos-Estadão.

O presidente eleito é aprovado por 61% dos brasileiros; seu superministro, por 59%. O primeiro é rejeitado por 30%, o segundo por 31%.

A parceria entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro foi extremamente positiva para a imagem de ambos.

Dodge pede a devolução de R$19,4 milhões usados por Lula durante a campanha presidencial


Procuradora-geral diz que dinheiro usado enquanto Lula ainda era candidato deve voltar aos cofres públicos


Rayanderson Guerra - A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge , pediu nesta sexta-feira que a coligação  O Povo Feliz de Novo , que teve Fernando Haddad (PT) como candidato à Presidência, devolva ao Fundo Partidário os valores gastos para financiar a campanha presidencial enquanto o ex-presidente Lula figurou como candidato.

O pedido foi feito na ação que analisa as contas de campanha apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela coligação. De acordo com Dodge, parte do dinheiro público foi utilizado "indevidamente e representa gastos ilegais, uma vez que — como já havia sido condenado em segunda instância — Lula sabia que era inelegível e assumiu o risco ao requerer o registro de candidatura". A coligação informou que no período em que o ex-presidente encabeçou a chapa presidencial foram gastos R$ 19,4 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

A procuradora-geral pediu que o valor utilizado no período em que Lula era candidato seja restituído com juros e correção monetária. O objetivo da medida, segundo a PGE, é evitar que recursos públicos sejam utilizados por candidatos "manifestamente inelegíveis".

No documento, a PGE diz que são passíveis de devolução os valores dos fundos usados "para promoção político-eleitoral direta e indireta". De acordo com a PGE, o dinheiro gasto com o deslocamento, com os eventos do então candidato a vice-presidente, Fernando Haddad, despesas com telefonia, pesquisas e testes eleitorais são considerados como “utilização indevida” de recursos do fundo. Para a procuradora-geral Eleitoral, a obrigação de restituir os recursos é evidenciada "pelo fato de que a campanha ilegal foi prorrogada o máximo possível: somente no último dia de prazo recursal foi solicitada a substituição de Lula".

Dodge ainda sustenta que houve má-fé por parte de Lula ao concorrer ao cargo.Para a PGE, o pedido de registro de candidatura teve efeito apenas protelatório. O ex-presidente já estava preso, cumprindo pena pela condenação em segunda instância, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O objetivo, segundo Raquel Dodge, era manipular os eleitores pela eventual continuidade do futuro candidato substituto e viabilizar o gasto desnecessário de verba pública. O entendimento é de que tudo foi feito “em prejuízo da isonomia entre os candidatos, da normalidade e legitimidade do pleito e da salvaguarda do erário, bem como do exercício consciente do sufrágio”.

Raquel Dodge também destaca que os atos de campanha, como a caravana feita pelo interior do país na pré-campanha, não "o exime de responsabilidade" pelo gasto de verbas públicas.

“Tornar legítimo o dispêndio de verbas públicas com a candidatura ilegal seria solapar de vez o princípio republicano e criar inédita hipótese de irresponsabilidade na gestão de verbas públicas”, enfatiza a PGE.