21 de ago. de 2020

Cães de guerra atuam em operações da Marinha na Amazônia Ocidental


Cães têm rotina de treinamento como preparação para as missões


Empregados em ações de guarda e proteção nas organizações militares, na detecção de narcóticos durante as patrulhas navais ou em apoio à tropa como agentes intimidadores ou repressores diretos em ações de controle de distúrbios, os cães de guerra prestam uma importante contribuição na condução de operações da Marinha na Amazônia Ocidental.

O Comando do 9º Distrito Naval, por intermédio do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas, emprega os cães de guerra na região desde 2005. De modo a estarem aptos a participar efetivamente dessas operações, os cães realizam treinamento de patrulhamento ostensivo, busca e varredura, além de ações a partir de embarcações.

A Seção de Cães de Guerra conta com cães da raça Pastor Belga Malinois, direcionados para atuar na detecção de narcóticos; Rottweiler, na função de guarda e proteção; e o Rastreador Brasileiro, para busca e resgate de pessoas. Todos os cães são acompanhados por Oficiais e Praças com habilitação no emprego da cinotecnia em operações militares.

Outra vertente importante é o emprego dos cães na doação de sangue e plasma, destinados ao Hemopet/Unipet da cidade de Manaus-AM, visando atender a demanda de sangue dos animais vítimas de traumas, acidentes ou mesmo, acometidos por outras enfermidades. No mês de julho, seis cães de guerra doaram cerca de 2,7 litros de sangue canino.



Cão realizam doação de sangue beneficiando outros animais vítimas de traumas, acidentes ou outras enfermidades

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