É com grande pesar que comunicamos o falecimento do Vereador Roberto de Souza Freire, ocorrido hoje às 05:15hs (26). O Vereador lutava contra uma hepatite que se agravou no último mês vindo a ser acometido também por um câncer.
Na oportunidade, prestamos nossas condolências e solidariedade aos familiares. O corpo será velado no salão da Câmara Municipal. Mais informações no decorrer do dia.
Quatro municípios do Acre – Sena Madureira, Plácido de Castro, Bujari e Senador Guiomard -tiveram o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueado por não terem feito a regularização junto ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS). Por isso, o segundo decêndio, depositado no dia 20, também está bloqueado.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) orienta esses entes municipais a procederem a homologação dos dados sobre gastos em Saúde referentes ao 6.º bimestre de 2014. O prazo legal para estes esclarecimento foi até o dia 30 de janeiro e depois foi prorrogado até o dia 2 de março.
Enquanto não houver a devida homologação dos dados citados ao Siops, o Município ficará com o bloqueio do FPM de todas as parcelas subsequentes ao realizado ao 1.º decêndio do mês de março, alerta a CNM.
Em 2014, 245 Municípios tiveram o FPM bloqueado por não cumprimento da norma. A Confederação explica que a obrigação é uma determinação da Lei Complementar 141/2012. Os dados devem ser preenchidos por software do Departamento de Informática do Sistema Unico de Saúde (SUS), o DataSus.
O deputado Jesus Sérgio (PDT) apresentou na sessão de quarta-feira, 18, indicação ao Governo do Estado solicitando que o mesmo viabilize o retorno do programa de subsídio de passagens aéreas para os municípios isolados, como Jordão e Santa Rosa, através do Programa Rotas Aéreas. A indicação, segundo o parlamentar, atende uma reivindicação dos moradores dos municípios de difícil acesso como Jordão, Santa Rosa, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.
“Gostaria que o governador Tião Viana atendesse minha indicação, a população dessas cidades isoladas sofrem com o alto valor das passagens aéreas. Esses moradores merecem uma atenção especial do governo por morarem em locais de difícil acesso”, disse.
O parlamentar parabenizou, ainda, o governador Tião Viana (PT) por ter enviado à Aleac o projeto de lei que isenta os mototaxistas e taxistas do Acre do Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotores (IPVA). “São trabalhadores que merecem o nosso respeito. Estou muito feliz com a atitude do governador Tião Viana, isso demonstra o carinho que ele tem com o povo acreano”, enfatizou.
Jesus Sérgio destacou ainda o projeto de lei de autoria da deputada Doutora Juliana (PRB), que “Dispõe sobre a obrigatoriedade da tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais “Libras” das sessões plenárias ordinárias, solenes e especiais da Aleac, transmitidas pelos meios de comunicação visual da Casa”.
“Trata-se de um projeto de inclusão social que com certeza terá o meu voto, a tradução das sessões em Libras possibilitará que aqueles que não podem ouvir fiquem por dentro do que acontece no plenário do Legislativo”, complementou.
RESCOLA/RENATO CARVALHO - A campainha toca, mas, em vez da aula de História, começa a aula de “Primeira Guerra Mundial”, planejada em conjunto pelos professores especialistas em História, Geografia, Línguas Estrangeiras e (por que não?) pelo professor de Física que achou que seria uma boa oportunidade para trabalhar os conceitos de Balística.
À tarde, outro sinal, mas os alunos não vão ter aula de Biologia. Hoje a aula é sobre “Ecossistema Polar Ártico”, ministrada pelos professores especializados em Biologia, Química, Geografia e o de Matemática, que percebeu que os dados sobre o derretimento das geleiras seriam úteis para o estudo de Estatística.
Em pouco tempo, cenários como esse, que já são comuns nas principais escolas da capital Helsinki, poderão ser encontrados em toda a rede de ensino do município e nas cidades do interior. O objetivo é claro:
A Finlândia quer ser o primeiro país do mundo a abolir completamente a tradicional divisão do conteúdo escolar em “Matérias” e adotar em todas as suas escolas o ensino por “Tópicos” multidisciplinares (ou “Fenômenos”, conforme a terminologia adotada pelos educadores finlandeses).
Há anos, a educação finlandesa vem sendo considerada a melhor do mundo. Com “segredos” como valorização dos professores, atenção especial aos alunos com mais dificuldades, valorização das artes e de diferentes formas de aprendizagem e uma radical redução no número de provas e testes, o país tem consistentemente dividido as mais altas posições nos rankings do PISA (Programme for International Student Assessment, ou Programa para Avaliação Internacional de Estudantes) com Cingapura, mas com as vantagens de oferecer uma educação universalmente gratuita e livre dos tremendos níveis de estresse aos quais os estudantes asiáticos são submetidos.
Apesar dos excelentes resultados (ou talvez por causa deles), a Finlândia pretende continuar repensando e aprimorando seu sistema educacional. “Não é apenas Helsinki, mas toda a Finlândia que irá abraçar a mudança”, afirma Marjo Kyllonen, gerente educacional de Helsinki. “Nós realmente precisamos repensar a educação e reprojetar nosso sistema, para que ele prepare nossas crianças para o futuro com as competências que são necessárias para o hoje e o amanhã. Nós ainda temos escolas ensinando à moda antiga, que foi proveitosa no início dos anos 1900 – mas as necessidades não são mais as mesmas e nós precisamos de algo adequado ao Século 21.”
Naturalmente, a ideia de substituir “Matérias” por “Fenômenos” como forma de dividir o conteúdo escolar e apresentá-lo aos alunos sofreu resistência inicial, principalmente dos professores e diretores que passaram suas vidas se especializando e se preparando para ensinar matérias.
Mas com suporte do governo – inclusive incentivos financeiros através de bonificações para os professores que aderissem ao método – os professores foram gradualmente se envolvendo e hoje aproximadamente 70% dos professores das escolas de ensino médio da capital já estão treinados e adotando essa nova abordagem.
Atualmente, as escolas finlandesas já são obrigadas a oferecer ao menos um período de ensino multidisciplinar baseado em Fenômenos por ano. Na capital Helsinki, a reforma está sendo conduzida de forma mais acelerada, com as escolas sendo encorajadas a oferecer dois períodos. A previsão de Marjo Kyllonen é de que em 2020 a transição estará completa em todas as escolas do país.
mexidodeideias -Atire a primeira pedra quem nunca fez esta mesma pergunta. O café fica pronto, todo mundo está feliz, mas o que fazer com o que restou da bebida? Eu mesma confesso nunca ter pensado em outros usos para a borra do café, mas agora tentarei me redimir neste post. A palavra de ordem é reaproveitamento. Se analisarmos com cuidado, podemos listar no mínimo cinco usos variados para o pó de café já utilizado. Vasculhando a internet, encontrei dicas bem interessantes na Revista Cafeicultura.
1 – Você pode utilizar para lavar galheteiros, vidros de azeite, para lavar e clarear pias brancas e o chão da cozinha. Basta misturá-lo com sabão de sua preferência e esfregar com a ajuda de uma bucha. Enxague et voilá! Fica limpinho!
2 – Depois da faxina, esfregue um pouco do pó de café usado em suas mãos para deixá-las claras e macias.
3 – Coloque um pouquinho do pó de café usado caminho das formigas dentro de seu armário para espantá-las (mas não vale coar o café com açúcar na água… daí é pedir para ser anfitriã das danadinhas).
4 – Também é recomendado como bom adubo em vasos de flores e plantas.
5 - O pó de café, colocado num copinho dentro da geladeira, ajuda a eliminar os maus cheiros.
Jenilson quer debater impacto das cheias e mudanças climáticas
Luciano Tavares - Uma audiência pública sobre as mudanças climáticas e o impacto das últimas enchentes dos rios nas cidades do Acre. É o que está propondo o deputado Jenilson Lopes (PC do B), na Assembleia Legislativa. O evento terá a participação de membros da sociedade civil organizada, políticos e pesquisadores da área ambiental. Para o parlamentar comunista é necessário debater a fundo o assunto para que na prática medidas emergenciais sejam tomadas com o objetivo de prevenir novas catástrofes como as que ocorreram este no ano no Acre.jenilson050215
Só em Tarauacá, por exemplo, cidade de Jenilson Lopes, ocorreram entre novembro e março deste ano, 11 enchentes. Em algumas delas a cidade ficou mais da metade debaixo d’água. Já em Brasiléia, a destruição foi quase que total, com a cidade toda devastada pelas águas do rio Acre, além de Rio Branco, que enfrentou a maior cheia de sua história com 51 bairros atingidos.
Jenilson diz que o tema não deve ser esquecido e defende a participação efetiva de especialistas na área ambiental.
“O povo acreano já vivia essas enchentes e isso era uma coisa que estava no currículo dos acreanos todos os anos. No entanto, nós vimos que do final de 2014 e começo de 2015 houve uma das maiores catástrofe que o povo acreano já passou. A alagação e enchentes em vários municípios. Tarauacá viveu onze enchentes até agora. E em Rio Branco foram 51 bairros afetados. Então é preciso que a população acreana comece a discutir isso dentro de um ponto de vista científico também. É necessário chamar uma grande audiência pública, onde os entes que lidam com essa questão climática possam participar dela pra gente discutir impacto ambiental, mudanças climáticas e o replanejamento das cidades acreanas”, argumenta o parlamentar.
O deputado observa que é preciso planejar a reconstrução das cidades observando o Plano Diretor, com investimentos prioritários em áreas afastadas das regiões com riscos de alagamentos.
“O olhar do encontro é esse: pactuar que as cidades passem a crescer para as áreas mais seguras. É preciso ver isso, onde é que será investido o dinheiro do povo acreano”, conclui. Nota do blog 1: Eu disse que se for pensar pra frente pode contar comigo. Está ai a postagem. Nota do blog 2: O subtítulo é o título original.
Deduzir custos com saúde, educação, contribuições à previdência e pensões alimentícias é a melhor forma de reduzir o tamanho da mordida do Leão.
Resultado de imagem para ir 2015Ao informar esses custos, o contribuinte reduz a base de cálculo do imposto de renda e diminui o valor devido, ou engorda sua restituição.
Na hora de preencher o formulário do IR, o contribuinte pode optar entre fazer a declaração simplificada, que conta com um desconto padrão de 20% da renda tributável; e a completa, que beneficia quem teve um volume maior de despesas dedutíveis. No IR de 2015, o desconto padrão da declaração simplificada está limitado a R$ 15.880,89, valor 4,5% maior do que o do ano passado.
O advogado Augusto Andrade, especialista em imposto de renda do escritório Domingues e Pinho Contadores, explica que o próprio programa do IR, no resumo, mostra quais as possibilidades de restituição ou pagamento de imposto para cada um dos modelos. "O que o contribuinte precisa fazer é preencher a restituição no modelo completo e observar se a restituição será melhor dessa maneira", afirma.
Confira os tipos de despesas que podem ser deduzidas e seus limites:
- Dependentes:
Até R$ 2.156,52 por pessoa. Confira quem pode ser considerado dependente.
- Pensão alimentícia:
Quando a pensão é judicial ou acordada em divórcio, a pessoa que paga esse valor pode deduzir o valor integral de seu imposto de renda. Vale notar que valores extras e despesas pagas por fora da pensão não podem ser descontados. É importante ressaltar que não vale deduzir o valor da pensão e ainda por cima incluir o filho como dependente do mesmo contribuinte.
- Gastos com educação:
Até R$ 3.375,83 por ano para cada membro da família. Mensalidades em creches, escolas de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, curso superior, cursos de especialização e profissionalizantes podem ser inclusas. Cursinhos, cursos livres e aulas de idioma ficam de fora.
- Despesas médicas:
Não há limite. Valem incluir gastos com exames, consultas e até com o plano de saúde. Caso o contribuinte tenha um plano de saúde subsidiado pela empresa, mas que ele pague uma parte da mensalidade pode incluir a parcela que fica ao seu encargo. As despesas médicas dos filhos que estão cadastrados como dependentes também são dedutíveis. O importante é só declarar despesas médicas das quais a pessoa tenha o recibo ou o relatório de reembolso do plano de saúde, já que despesas médicas têm levado muita gente à malha fina.
- Contribuição à Previdência Social:
Todas as contribuições pagas à Previdência Social em 2014 podem ser deduzidas sem limite. Vale incluir contribuições como trabalhador empregado ou como contribuinte individual ou facultativo.
- Contribuição à Previdência Privada:
Pessoas que contribuem com o INSS e fazem uso de previdência privada nos planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual) em valores que correspondam a até 12% da sua renda tributável podem deduzir esse investimento do imposto de renda.
- Contribuição à Previdência Social do empregado doméstico:
Quem paga contribuições patronais à Previdência Social referente a um empregado doméstico pode deduzir até R$ 1.152,88 (incluindo 13º salário e férias). O valor corresponde à contribuição de 12% paga pelo empregador ao INSS.
- Livro-caixa:
Profissionais autônomos podem deduzir despesas escrituradas em seu livro-caixa como remuneração de terceiros com vínculo empregatício e os respectivos encargos trabalhistas e previdenciários. Vale, por exemplo, declarar o salário pago ao contador, o aluguel do escritório e demais despesas que, na visão da Receita, garantam que esse autônomo tenha condições de trabalhar.
- Aposentadorias e pensões de maiores de 65 anos:
Pode ser deduzida a quantia de R$ 1.787,77 por mês, incluindo o 13º salário, correspondentes à parcela isenta dos rendimentos das aposentadorias e pensões pagas pelos setores públicos ou privados a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade.
- Doações:
Pessoas físicas que fizeram doações a entidades de amparo à criança e ao adolescente autorizadas pelo governo durante o ano de 2014 podem deduzir essas doações de seu imposto, respeitando o limite de até 6% do imposto devido. Quem não fez doações durante o ano também pode optar por doar até 3% do imposto devido para essas entidades na hora de declarar o IR, reduzindo o valor a ser pago ou incrementando sua restituição.
Professora de literatura que dá aulas há mais de quatro décadas é a primeira ganhadora do Global Teacher Prize
Nancie Atwell, professora de Southport, Maine, EUA, posa com o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, à esquerda, e o Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos e Governante de Dubai
A professora americana Nancie Atwell foi eleita a melhor docente do mundo e ganhou prêmio de 1 milhão de dólares. Ela foi a vencedora da primeira edição do Global Teacher Prize (Prêmio de Professor Global, em tradução livre). A cerimônia de premiação aconteceu em Dubai, no último dia 15.
"Acho que é um reconhecimento da profissão", disse Nancie à CNN. Ela diz que seu objetivo como professora é fazer da sala de aula um lugar de conhecimento e alegria, em vez de um local de stress e frustração.
O prêmio foi criado e concedido pela Fundação Varkey, uma organização sem fins lucrativos dedicada à educação de crianças carentes, a docentes de todo o mundo.
Professora de literatura na pacata cidade de Edgecomb, no estado americano do Maine, Nancie dá aulas desde 1973. Há 25 anos ela fundou o Centro de Ensino e Aprendizado, uma escola sem fins lucrativos em que todas as salas possuem biblioteca, todos os feriados religiosos são celebrados e as provas são personalizadas.
Para estimular o interesse pela leitura, Nancie permite que seus estudantes escolham os temas de suas redações e dos livros que leem. E eles são leitores vorazes: cada aluno da escola lê, em média, 40 livros por ano - no Brasil, esse número gira em torno de 4 livro. Muitos já publicaram seus próprios livros.
Nancie é autora de nove livros sobre educação. Seu livro de estreia, In The Middle, vendeu meio milhão de exemplares.
A professora anunciou que todo o prêmio de 1 milhão de dólares será dedicado ao Centro de Ensino e Aprendizado.
O Deputado Estadual Jesus Sérgio preocupado com a desestabilização econômica causada pelas últimas enchentes, apresentou na última Sessão um pedido de Audiência Pública envolvendo órgãos públicos e legisladores, com o objetivo de debater ações urgentes para amenizar o que for possível os prejuízos que a população, empresários e empreendedores, isso inclui os pequenos agricultores, tiveram com as últimas cheias que assolaram o Estado do Acre.
O Deputado Jesus Sérgio acredita que algumas atitudes precisam ser tomadas urgentemente, como por exemplo:
•A disponibilização de uma linha de crédito para pessoas físicas e jurídicas as quais inclui comerciantes, produtores rurais, empresários e servidores públicos, com taxas de juros mais baixas e prazos especiais.
•Adiamento da cobrança de empréstimos.
•A prorrogação de prazos de financiamento.
•Possibilidade de carência de seis meses nos novos empréstimos e nas renovações.
De acordo com o Deputado essas atitudes amenizarão em muito o sofrimento tanto físico como psicológico que passam essas pessoas, pois algumas podem não estar nem dormindo pensando em como vai honrar suas dívidas.
Alcançado esse objetivo proposto pelo Deputado, isso seria o primeiro passo da grande jornada de recuperação econômica das cidades, haja vista, que o planejamento prévio proporcionaria aos governos saberem exatamente quais os setores mais necessitados para se recuperar dependendo das prioridades.
FORTE - Investigadores do Escritório do Procurador Nacional da Holanda completaram a primeira fase do trabalho que tinha como objetivo apurar as causas da explosão, a 17 de julho de 2014, do jato Boeing 777 da Malaysian Airlines que cumpria o voo MH-17, com destino a Kuala Lampur, e foi destroçado no ar quando se encontrava no espaço aéreo da Ucrânia.
Entre tripulantes e passageiros morreram 298 pessoas, a maior parte delas cidadãos de nacionalidade holandesa.
A apuração concluiu que, conforme se suspeitava desde a época da tragédia, a aeronave foi destruída pela explosão de um míssil do sistema antiaéreo autopropulsado de médio alcance Buk-M1-2, pertencente ao Exército russo – e, mais importante, que essa arma, por sua complexidade técnica, só poderia ter sido operada por militares russos.
A força terrestre da Rússia possui mais de uma centena de sistemas Buk. Eles operam a partir de uma viatura blindada 9k38, de tração 6×6. A bateria antiaérea que se encontrava no lado oriental do território ucraniano, reforçava a defesa dos rebeldes separatistas pró-Rússia que controlam a região.
Alcance - O Buk foi projetado e desenvolvido na década de 1970, com a missão de substituir o míssil Vympel 2K12 Kub, designado SA-16 pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), nos anos de 1960.
A versão M1-2 do Buk – que os especialistas ocidentais da Aliança Atlântica redesignaram SA-17 Grizzly – incorporou um míssil 9M317, de 40 cm de diâmetro, capaz de cortar o espaço impulsionado por propelente sólido, à velocidade de 1.230 metros por segundo. Orientando-se por radar semi-ativo, esse vetor mostrou-se apto a alcançar alvos a distâncias de até 45.000 metros.
A reputação do sistema russo cruzou fronteiras. No segundo semestre de 2012, um grupo de sete militares venezuelanos viajou à cidade de Ulyanovsk, na região central da Rússia, para ser treinado na operação de um sistema Buk M2E (nomenclatura do equipamento destinado à exportação).
A arma russa chegou ao território venezuelano no primeiro trimestre de 2013, montada sobre uma viatura MZKT-69221 – de maior porte e mobilidade que a usada pelo governo de Moscou em apoio aos separatistas ucranianos.
Evidências – Reunidos em uma base aérea holandesa, investigadores, especialistas em acidentes aeronáuticos e militares qualificados em defesa antiaérea que trabalharam na primeira fase de diligências, examinaram mais de um milhão de evidências – destroços do avião, fotografias e videos, bem como testemunhos orais e escritos, acerca da tragédia com o Boeing malaio.
De acordo com o apurado, a bateria antiaérea empregada para derrubar a aeronave havia sido levada para território ucraniano pouco antes de ser usada.
Na segunda fase dos trabalhos, o Escritório do Procurador holandês pretende identificar os responsáveis pela derrubada da aeronave, fato que teria acontecido devido a uma análise tragicamente equivocada acerca do tipo de alvo que sobrevoava a fronteira da Ucrânia com a Rússia no dia 17 de julho do ano passado.
Essas diligências vão querer respostas para as seguintes perguntas:
A) Que pessoas operavam a bateria antiaérea responsável pela ação contra o voo MH-17 ?
B) Quem, no território ucraniano, detectou o tráfego do Boeing malaio e concluiu (erradamente) que se tratava de um avião militar ucraniano, ordenando, em consequência disso, o disparo do míssil?
C) Quais autoridades do Exército russo aprovaram e ordenaram o envio da bateria antiaérea para a Ucrânia?
D) Quem, no governo de Moscou, respaldou, aquela época, a intervenção do Exército no conflito interno da Ucrânia?
Há muitas perguntas que ainda estão sem resposta. Entre elas: como era feita a localização e identificação dos alvos aéreos dos separatistas ucranianos? Os investigadores ocidentais acreditam que, sozinhos, os rebeldes pró-Rússia não teriam qualificação técnica para monitorar o tráfego em altitudes elevadas.
De qualquer forma, as conclusões da primeira fase da investigação – cujo destino final é a apresentação perante a Corte Internacional de Haia – claramente envolvem o governo do presidente Vladimir Putin na morte das 298 pessoas que viajavam no voo MH-17.
Como uma da dez maiores economias do mundo, o Brasil tem responsabilidades internacionais e, por isso, a Marinha comanda, desde 2011, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, em inglês) lá mantendo permanentemente uma de suas fragatas. Para isso, em 14 de novembro de 2011 a fragata União foi a primeira a ser incorporada a essa missão de paz das Nações Unidas. O comando desta Força Naval de Paz vem sendo de um almirante brasileiro, que exerce suas atividades a bordo da fragata.
Mas a realidade é dura. As fragatas nacionais, com 35 anos de serviço, já mereceriam aposentadoria, e a União, sem muito alarde, pifou. Parte de seu sistema de propulsão parou e a fragata está inoperante. As peças sobressalentes vão ser levadas pelo navio patrulha oceânico Apa, que, até o fim do conserto, ficará no lugar da fragata.
NPaOc Apa P121
O Apa é apenas a opção que sobrou. Embora novo, comprado da inglesa BAe Systems e incorporado em 2012 ao Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, se destina apenas ao policiamento naval, não sendo capaz de substituir uma fragata, esta dotada de mísseis, torpedos e radares de uso militar. Isso traz à tona uma parte dos problemas da Marinha agravados pela sistemática falta de orçamento. A opinião pública sabe da construção de submarinos e pensa estar tudo bem, mas a realidade é outra, pois a soberania no mar está ameaçada. Cada vez mais, o combativo pessoal dessa Força Armada continua a ter que acreditar no velho ditado: “Deus é brasileiro e tem um filho na Marinha”.
FONTE: www.monitormercantil.com.br/Via Poder Naval
Policiais Militares do Acre iniciaram nesta sexta-feira, 20, a campanha # Sou Policial Não Sou Vagabundo, em resposta a uma jovem de 19 anos que compartilhou um vídeo no Facebook e chamou todos da corporação de vagabundos.
Amanda Araújo compartilhou um vídeo de uma ocorrência no município de Santa Rosa e como a maioria das pessoas fez, expressou julgamento sem ouvir as duas partes, mas diferente dos demais chamou todos da instituição de vagabundos.
O print da postagem dela circulou as redes sociais e os policiais indignados iniciaram a campanha, postando fotos fardados, com a família, amigos e texto com várias histórias, usando a hashtag (#) Sou Policial Não Sou Vagabundo.
Marcos Kinpara Tenente Coronel (Tc) comandante do 1° BPM foi um dos primeiros policiais a pedi respeito a instituição. “Não concordo com você Amanda Araújo, somos considerados a Polícia mais honesta do Brasil, não somos vagabundos”.
O Tenente Coronel ainda falou, “as pessoas pensam que podem sair falando o que querem sem serem responsabilizados criminalmente”.
Associação dos Militares do Estado do Acre (AME-Ac) se pronunciou através de seu Presidente Sargento Joelson Dias. “Não exitaremos e não mediremos esforços para responsabilizar todos aqueles que agridam a honra e a moral de nossa polícia militar”. Finalizou.
No português culto, quem ainda não atingiu a maioridade é chamado “menor de idade” – ou apenas “menor”, forma abreviada que, a depender do contexto, pode ser suficiente para transmitir a mensagem desejada.
Evidentemente, isso vale para menores de qualquer idade, e os 14 anos mencionados por Edilson servem apenas como exemplo.
“De menor” é uma expressão popular brasileira que deve ser evitada. Tem registro no Houaiss, no Aurélio e até em dicionários portugueses (como brasileirismo), mas quase sempre acompanhada da observação de que é uma expressão informal.
Esse “de menor” não veio do nada. É provavelmente a forma abreviada da expressão “de menor idade”, que tem raízes fundas e bom lastro cultural no idioma: “Fulano é de menor idade”, uma forma alternativa de dizer “Fulano é menor de idade”.
Embora isso ajude a compreender “de menor”, permanece inalterado o fato de que a expressão é identificada pela maioria dos falantes com um uso inculto ou desleixado da língua.
Envie sua dúvida sobre palavra, expressão, dito popular, gramática etc. Às segundas, quartas e quintas-feiras o colunista responde ao leitor na seção Consultório. E-mail: sobrepalavras@todoprosa.com.br
Pode Aéreo - O site noticioso americano Flightglobal informou nesta sexta-feira (20.03), que o governo brasileiro finalmente liberou a verba necessária à conversão de três jatos civis Boeing 767-300 em aviões-cisterna (também chamados de aviões-tanque ou reabastecedores) para a Força Aérea Brasileira.
A reportagem, assinada por Arie Egozi, correspondente do site em Tel Aviv, lembra que a empresa IAI (Israel Aerospace Industries) foi selecionada para fazer o serviço ainda em 2013, “mas as eleições no Brasil em outubro passado haviam congelado o processo, que se manteve lento mesmo após a formação de um novo governo”.
De acordo com o texto, o reabastecimento em voo (REVO) de aeronaves militares brasileiras, feito, até o início desta década, por quadrimotores Boeing 707 convertidos à função de aviões-tanque, está há mais de um ano dependendo de dois KC-130H (versão do Hercules com kit para REVO).
Pelo menos um dos 767 será transformado em avião-tanque pela companhia Bedek, uma divisão da IAI. O serviço nos outros aparelhos será feito no Brasil, por uma equipe da empresa TAP Manutenção e Engenharia, sob estrita supervisão da IAI.
O trabalho incluirá a instalação de mangueiras especiais nas aeronaves, bem como dos chamados drogue pods, que são naceles com equipamentos transferidores de combustível (mangueira e cesta) que serão fixadas sob as asas.
Edison Urbano criou uma minicisterna de baixo custo e agora ensina outros a construí-la
Edison Urbano ainda estranha ser chamado de professor, mesmo quando está diante de uma turma em uma sala de aula em um centro cultural na zona norte de São Paulo.
Na quinta-feira, ele ensinava moradores da região a captar água da chuva para usar se a torneira secar -algo comum em muitas partes da capital paulista desde meados do ano passado, quando foi aplicada uma diminuição da pressão na rede de abastecimento.
Urbano aprendeu por conta própria a fazer uma minicisterna com tonéis, tubos de PVC e telas de mosquito para coletar, filtrar e armazenar a água da chuva.
Há cinco meses, dedica-se quase integralmente a ensinar como montar este sistema como um dos coordenadores do Movimento Cisterna Já, uma das várias organizações sociais criadas em São Paulo desde que a água começou a faltar, no ano passado.
Os reservatórios baixaram a níveis inéditos e, neste domingo, o Estado passa pelo segundo Dia Mundial da Água -celebrado todo 22 de março- consecutivo em meio a uma crise hídrica sem precedentes.
"Quis agir para reverter ou amenizar a situação. Temo que, sem água, a gente acabe em uma guerra civil, porque vai faltar alimento também. É esse medo que me move", afirma Urbano.
"Já o que me move é o desespero", diz a psicóloga Camila Pavanelli, autora do Boletim da Falta D’Água, um blog em que ela reúne e comenta em postagens semanais as mais recentes informações sobre a crise hídrica.
Esse trabalho começou em outubro passado, quando Pavanelli decidiu listar em um post no Facebook o que havia lido sobre o assunto. Em meio a curtidas e compartilhamentos, também vieram pedidos para que disponibilizasse a pesquisa de uma forma que fosse mais fácil encontrá-la. Para quem já tinha um blog pessoal, fazer outro sobre a falta de água foi natural.
"Fazer o blog me faz sentir viva. Não cogito morar em São Paulo e não discutir este problema", diz Pavanelli.
Sinal de alerta
Depois da maior estiagem em décadas, Sistema Cantareira baixou a níveis inéditos
Estas iniciativas são recentes em São Paulo. A cidade já tinha ONGs voltadas para temas como moradia, combate à violência, mobilidade, educação e saúde, entre outros.
Mas tamanha mobilização social em torno da água é novidade, porque “só agora se faz necessária”, como explicou Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas da USP, em aula sobre a crise hídrica realizada no fim de fevereiro no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp), palco de nove em cada dez manifestações na região central da cidade.
O primeiro alerta soou em dezembro de 2013, quando choveu 72% abaixo do normal. Aquele foi o verão mais quente desde 1943, quando começaram as medições. Nos dois meses seguintes, a média de chuvas foi 66% e 64% menor, respectivamente, fazendo com que São Paulo enfrentasse a estiagem mais intensa desde o início do registro de chuvas, em 1930.
Em fevereiro de 2014, o nível do Sistema Cantareira, que abastece 6,2 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo, atingiu 14,6%, o mais baixo desde sua criação, em 1974.
A Sabesp, empresa de abastecimento de São Paulo, informou à BBC Brasil que vem realizando uma série de medidas para ampliar a disponibilidade de água e reduzir a dependência da região metropolitana do Cantareira. Em comunicado, a empresa ainda afirma "seguir rigorosamente as determinações de órgãos reguladores".
Uma destas medidas foi a autorização para usar duas cotas do volume morto do Cantareira, nome dado à água que ficava abaixo do nível de captação. Mas, na ausência de chuvas capazes de recompor o sistema, seu nível continuou a baixar a patamares inéditos.
Mobilização
No entanto, para Ortellado, existe uma percepção por parte de alguns de que as autoridades não agiram de modo adequado em relação à crise, o que teria catalisado a mobilização social em torno da água.
"Se as pessoas acreditam que não é possível contar com o governo, isso cria um sentimento de urgência que faz a sociedade civil agir por conta própria, usando suas habilidades em prol desta causa", afirma Ortellado.
Para a urbanista Marussia Whately, isso significa coordenar o trabalho de mais de 40 ONGs reunidas pela Aliança pela Água, organização criada em outubro passado para cobrar ações do governo, elaborar projetos para atenuar o impacto da falta de água e informar a população de seus desdobramentos.
Marussia Whately coordena a Aliança pela Água, organização que reúne mais de 40 ONGs
Especializada em gestão de recursos hídricos, ela já atuou como consultora de ONGs, como a Imazon e o Instituto Socioambiental, e à frente da Aliança Pela Água tornou-se uma das principais vozes da mobilização da sociedade civil em torno da crise.
"Tínhamos organizações muito dispersas. A Aliança cria o espaço para elas interagirem e criarem uma agenda mínima de ações e propostas, além de uma força-tarefa para monitorar o respeito aos direitos dos cidadãos e impedir um retrocesso das conquistas", diz Whately.
Para ela, o fato de São Paulo passar por uma situação sem precedentes torna a solução ainda mais complexa, na qual a participação de cidadãos é imprescindível.
"O debate não pode ficar restrito ao que a Sabesp planeja fazer. O problema vai muito além das represas”, diz Whately.
"Temos que engajar a sociedade e fazer com que as pessoas revejam sua postura política e seus hábitos. Por ser uma crise grave, a solução não virá de um único ator."
Minicisterna
Urbano diz acreditar que está fazendo sua parte com os cursos sobre a minicisterna. Nesta semana, ele deu dois dias de aula para uma turma de 20 pessoas, entre jovens, adultos e idosos, que moram na Zona Norte de São Paulo, uma das regiões mais afetadas pela falta de água.
Primeiro, Urbano ensina a teoria, que inclui conceitos de sustentabilidade, saúde pública e hidrologia, enquanto vai construindo a minicisterna diante dos alunos. “Não fiquem esperando uma ação do governo. Tomem uma atitude, porque é nossa saúde que está em risco", diz para a turma.
Urbano criou este sistema por necessidade. Técnico em eletrônica, ele viu seu trabalho minguar com a "chegada dos aparelhos da China". Acabou demitido e, com dificuldade para conseguir um emprego, decidiu criar formas de economizar dinheiro.
Inventou um aquecedor de água com energia solar, um sistema de horta caseira e uma série de outros projetos que passou a divulgar por meio do site Sempre Sustentável, enquanto também dava cursos.
No ano passado, aceitou a sugestão de um amigo, o engenheiro Guilherme Castagna, de adaptar a minicisterna de acordo com as normas técnicas de reuso de água e ensinar como construí-la. Cinco meses depois, exibe com orgulho as fotos enviadas por ex-participantes do curso com suas próprias minicisternas.
"Fico muito grato. Sinto que estou fazendo alguma coisa. Se você reunir todas as minicisternas já feitas, vira uma cisterna gigante que eu não conseguiria construir sozinho", diz ele.
Já Camila Pavanelli diz que contribui para sanar a crise ao organizar a "loucura de informações" em torno da crise hídrica. No início, ela publicava seu boletim diariamente, mas, desde o início do ano, mudou a tática. Passou a reunir reportagens e documentos por meio de uma conta no Twitter e a dedicar o domingo e parte da segunda-feira a escrever um post semanal.
"Não existe um interesse em se informar e há uma dificuldade em perceber que faltam políticas públicas para a água,assim como ocorre com a violência, por exemplo. Quero que as pessoas se mobilizem mais", afirma Pavanelli.
"Seria arrogante pensar que vou conseguir fazer isso. Tem quem me critique. Mas também há muita gente que me agradece por usar meu tempo para fazer este trabalho."
Desafios
A psicóloga Camila Pavanelli publica semanalmente um boletim com as informações mais recentes da crise
Pablo Ortellado, da USP, diz que a mobilização social é importante para canalizar a insatisfação da sociedade civil e impedir que ela gere uma "selvageria, com quebra-quebra e saque de água", como ocorreu em Itu, no interior de São Paulo, no ano passado. No entanto, também afirma que as organizações criadas em torno da crise hídrica enfrentam algumas dificuldades.
"É difícil mobilizar a população quando a insatisfação está mal distribuída pela cidade, já que falta água em alguns bairros e não em outros. E, como nunca vivemos uma crise assim, falta um grupo de referência, com legitimidade para mobilizar, como ocorre com outras questões sociais", afirma o especialista.
"As pessoas só vão para rua quando confiam nas organizações que se manifestam por isso. É importante que estes grupos comecem a construir essa legitimidade para representar a insatisfação da população."
Em meio à crise e a mobilização provocada por ela, surgiram boas notícias. Chuvas acima da média histórica em fevereiro fizeram o nível dos principais sistemas que abastecem São Paulo voltar a subir. Atualmente, os reservatórios do Cantareira estão em 16%. Com isso, a Sabesp afirmou que a região metropolitana está livre de racionamento até o segundo semestre.
No entanto, Urbano, do Cisterna Já, diz ter "plena consciência de que a situação vai piorar” -opinião compartilhada por Whately, da Aliança pela Água. "Vamos chegar à estação da seca numa situação igual ou pior do que no ano passado, porque as represas estarão com um nível mais baixo”, diz Whately.
O desafio para estas organizações agora é conseguir mobilizar a população, já que o interesse pelo tema diminui diante de um aparente risco menor de restrição no abastecimento. O Movimento Cisterna Já teve de cancelar um curso, porque o número de inscritos foi insuficiente. Por sua vez, o Boletim da Falta D’Água, que chegou a ter posts compartilhados 1,5 mil vezes, hoje não atinge 200.
"Ninguém mais quer saber de falta de água. Não consegui nem convencer meus vizinhos a instalar uma cisterna no prédio", diz Pavanelli, que ainda assim não pretende abandonar o blog.
"Sinto-me um fracasso completo, mas isso me motiva. Outro dia, encontrei um vídeo dizendo que o Cantareira está cheio e que a crise é uma farsa. Foi visto por mais de 1 milhão de pessoas. Enquanto isso existir, é sinal de que preciso continuar. Se eu não fizer, quem vai fazer?"
Urbano planeja aumentar o número de cursos gratuitos para driblar a falta de interesse e aumentar a divulgação do projeto.
Por sua vez, Whately se diz otimista: "Trabalho há vários anos com a questão da água e finalmente começo a ver pessoas sabendo que Cantareira não é apenas o nome de uma serra, revendo seus hábitos e mais ligadas em um assunto tão importante. Ainda temos mais dois anos de crise pela frente pelo menos. A mobilização só começou."
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O QUE DIZ O QUADRO ABAIXO
"O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência.
As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver por conta pública."
Brasil/Acre -
Monarquista, nasci no Rio de Janeiro, consegui realizar meus dois maiores sonhos que foram ser Paraquedista Militar e Piloto de Avião. Vim parar no Acre por força da profissão, Estado que aprendi a amar e respeitar. Agora também jornalista, ajudo o próprio Acre e o nosso país a tentar crescer. O Acre tem uma história gloriosa, um presente em ascensão e um futuro promissor, desde que façam a coisa certa. Tarauacá tem certas peculiaridades, por esse motivo não é para qualquer um. Sou casado com uma tarauacaense, pai e avô de uma. Se você é de fora e vem pra cá, primeiro tente entender a cultura e o passado desse povo hospitaleiro, para depois lançar críticas ao vento.
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