25 de fev. de 2021

Mac Jee recebe visita do Príncipe de Abu Dhabi na IDEX 2021

Defesa Aérea e Naval - Guilherme Wiltgen - O Grupo Mac Jee, composto por empresas 100% brasileiras da indústria de defesa e aeroespacial, encerra hoje sua participação na International Defence Exhibition And Conference (IDEX), em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) com uma avaliação positiva.

O stand da empresa foi visitado pelo Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo Adjunto das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, além de vários grupos e delegações.

Também prestigiaram a Mac Jee, o diretor de projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Paulo Albuquerque e o e o representante do Escritório da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), em Abu Dhabi, Rafael Solimeo.

O presidente do Conselho de Administração da Mac Jee, Simon Jeannot, afirmou que a IDEX é o primeiro grande evento presencial realizado durante a pandemia do coronavírus e trouxe um respiro para todos da indústria do setor. “Aqui apresentamos pela primeira vez a Mac Jee como um grupo. Conversamos com diversas autoridades e tivemos a grande honra de receber o príncipe Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, mostrando todo o potencial da indústria de defesa do Brasil”.

O gerente Comercial, Maurício Antoniazzi afirmou que na IDEX foi possível estreitar contato com as delegações e clientes em potencial. “Também tivemos a oportunidade de fortalecer ainda mais a parceria com a ABIMDE e as demais empresas da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) e autoridades brasileiras”.

A Mac Jee Defesa apresentou as BGBs (MK),a BPB 2000 (BLU 109), além do material energético HMX, que em breve terá sua primeira linha de produção na América Latina, na unidade de Paraibuna (SP).

O desenvolvimento ou aprimoramento (retrofit) das linhas de produção de TNT, RDX e Propelentes single-base, double-base e triple-base foram o foco das soluções demonstradas pela Mac Jee Tecnologia.

Já a Equipaer expôs seus lançadores de foguetes 70 mm e alvos aéreos, utilizados hoje pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Série Amazonia 1: evolução do Programa CBERS

Agência Espacial - A parceria entre Brasil e China foi renovada em 2002, para a construção de mais dois satélites no âmbito do Programa CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite - Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Os CBERS 3 e 4 foram projetados para ter novas cargas úteis e investimentos igualmente divididos entre os dois países.

No entanto, para viabilizar o lançamento do terceiro artefato da parceria sino-brasileira, seria necessário o encerramento das atividades do CBERS 2, visando evitar perdas de informações para os países e demais usuários do satélite.

Assim, entre 2004 e 2007, o Programa CBERS optou pelo lançamento do satélite CBERS 2B, destinado ao monitoramento e captação de imagens terrestres. O artefato esteve operante até 2010.

Na sequência, a produção dos satélites CBERS 3 e 4 incorporou a evolução tecnológica do setor. Por isso, ambos foram projetados com quatro câmeras: Câmera Pancromática e Multiespectral (PAN); Câmera Multiespectral Regular (MUX); Imageador Multiespectral e Termal (IRS); e Câmera de Campo Largo (WFI). O Brasil é responsável pelas câmeras MUX e WFI, enquanto a China é responsável pelas câmeras IRS e PAN. Os quatro imageadores conferem aos CBERS 3 e 4 uma complexidade em termos de imageamento. Ao mesmo tempo, esses imageadores complementam-se e fornecem aos usuários uma gama de atributos muito interessante. A órbita dos dois satélites é a mesma dos CBERS 1, 2 e 2B.

CBERS 3 e 4

O CBERS 3 foi lançado em 9 de dezembro de 2013, porém, houve uma falha no veículo lançador Longa Marcha 4B, o que impediu que o satélite fosse colocado na órbita prevista. O resultado disso foi a reentrada na atmosfera da Terra. O incidente fez com que Brasil e China antecipassem, em quase dois anos, o lançamento do quarto satélite, o CBERS 4.

Assim, em 7 de dezembro de 2014, o CBERS 4 foi lançado com sucesso da base chinesa localizada em Taiyan, a 700 km de Pequim.

Sem interrupção

Para evitar ou minimizar a interrupção no fornecimento de dados para os usuários de imagens do Programa CBERS, Brasil e China assinaram, em 19 de maio de 2015, o protocolo de desenvolvimento e lançamento de um novo satélite, o CBERS 4A. A medida foi necessária em razão da vida útil do CBERS 4 (três anos).

Para o desenvolvimento do satélite CBERS 4A, novamente o Brasil contribuiu com 50% da missão, ou seja, metade dos investimentos foram de responsabilidade brasileira. As empresas brasileiras forneceram diversos equipamentos, tais como os de geração e condicionamento de energia a bordo do satélite (painéis solares, unidade de condicionamento e baterias), a estrutura do satélite, o sistema de comunicação e respectivas antenas, o computador de bordo e as câmeras MUX e WFI, além de equipamentos de teste e de suporte, como os contêineres para o transporte do satélite.

Embora a premissa para o desenvolvimento do CBERS 4A fosse manter as características técnicas tão próximas quanto possíveis àquelas dos satélites CBERS 3 e 4 e fazer uso de equipamentos remanescentes desses satélites, houve significativas melhorias no projeto do CBERS 4A. As câmeras PAN e IRS dos CBERS 3 e 4 foram substituídas pela câmera WPM. Com isso, foi necessária a fabricação de uma nova estrutura do módulo de carga útil (PM), uso de um novo transmissor de dados (DT), aumento da capacidade do gravador de dados (DDR), aumento da precisão de apontamento (AOCS) e mudanças no subsistema de supervisão de bordo (OBDH), com o uso do protocolo de comunicação CCSDS/AOC. Além disso, devido à altitude mais baixa do CBERS 4A, em comparação ao CBERS 4, constatou-se que as resoluções espaciais de suas câmeras são melhores. O satélite CBERS 4A produz imagens nas bandas do visível e do infravermelho próximo, em média e alta resolução, que são adequadas para o monitoramento de vegetação em geral e, particularmente, de desmatamento.

No quarto texto da série Amazonia 1, entenda como a Copa do Mundo de Futebol influenciou o desenvolvimento do primeiro satélite de telecomunicações do Brasil.

Santos é homologado para receber navios de 366 metros

Investimento do Governo Federal possibilita atracação das maiores embarcações da Costa Leste da América do Sul

Ministério  da Infraestrutura - O Porto de Santos recebeu, nesta terça-feira (23), a homologação da Marinha do Brasil para receber navios de 366 metros, as maiores embarcações previstas para a Costa Leste da América do Sul. A entrega do termo ocorreu na sede da Santos Port Authority (SPA). O Ministério da Infraestrutura (MInfra) investiu na dragagem do canal, possibilitando aumentar o calado, condição necessária para a chegada dos navios de maior porte.

“Foram investidos R$ 360 milhões por parte do Governo Federal, que trarão ao Porto de Santos, o maior e mais importante do País, uma nova perspectiva”, destacou o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários do MInfra, Diogo Piloni. “Com a atração de navios de 366 metros, e com as boas perspectivas trazidas pelo BR do Mar, se permite que Santos se torne de fato um porto concentrador, com grandes perspectivas de redução de custos para a carga”, afirmou.

A autorização para receber navios de 366 metros amplia a vocação de Santos como hub port da América do Sul. Com quase 30% da corrente de comércio nacional, o complexo portuário santista já se prepara para maiores movimentações de contêineres, com as ampliações previstas dos terminais já existentes e o planejamento da destinação de outras duas áreas, no Saboó, margem direita, uma para terminal portuário e outra para retroportuário.

CABOTAGEM - O crescimento previsto é de 3,3% ao ano para este tipo de carga, saindo hoje de cerca de 4,4 milhões de TEU para 7,9 milhões em 2040, conforme projeção do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto de Santos, aprovado no ano passado. TEU é a medida padrão, equivalente a um contêiner de 20 pés. Após a aprovação do programa de incentivo à cabotagem, BR do Mar, no Congresso, o crescimento da movimentação de carga deve ser ainda maior.

Hoje o Porto de Santos recebe embarcações de até 340 metros de extensão, com capacidade para cerca de 9 mil TEU. Com a homologação pela Marinha de novo tamanho máximo para navios, será possível aumentar a capacidade para 14 mil TEU, considerando um navio porta contêiner com 366 metros de comprimento e 52 metros de boca (classe New Panamax). A SPA, em processo que envolveu também a Praticagem de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP), estudou e realizou simulações manobrabilidade, interação hidrodinâmica e planos de amarração, comprovando a viabilidade de tráfego dessas embarcações no canal de navegação.

Os pesquisadores utilizaram simulações matemáticas em que foram levados em conta o cenário atual do canal, com profundidade de 15 metros, e um cenário futuro, com profundidade de 17 metros, viável para navios de até 15 mil TEU. A Brasil Terminal Portuário (BTP), a DP World e a Santos Brasil fizeram, cada uma, um estudo sobre a manobrabilidade e viabilidade de chegada de embarcações desse tamanho em seus terminais e os entregaram à SPA, que consolidou os trabalhos, submetendo à análise da Capitania dos Portos de São Paulo e à Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha do Brasil.

O acompanhamento que a SPA faz do mercado aponta que a movimentação de contêineres vem aumentando de forma constante ao longo dos anos. Houve um recuo pontual na primeira metade do ano passado, com recuperação a partir de julho que chegou ao recorde mensal em dezembro. O ano de 2021 já começa com recorde estabelecido em janeiro e a perspectiva é de que o crescimento seja ainda maior, com a autorização da chegada de navios 366 metros.

Arrecadação de impostos em janeiro somou R$ 180,221 bilhões

A informação foi divulgada hoje pela Receita Federal

agenciabrasil.ebc/Luciano Nascimento - A Receita Federal informou hoje (25) que arrecadação de impostos e contribuições federais em janeiro somou R$ 180,221 bilhões, um recuo real de 1,5% na comparação com o mesmo mês de 2020, já descontada a inflação. Em janeiro do ano passado, a arrecadação foi de R$ 174,991 bilhões.

De acordo com a Receita, o resultado foi influenciado por pagamentos atípicos e compensações tributárias, feitas por empresas que pagaram tributos a mais no passado, que somaram R$ 23,097 bilhões em janeiro.

Sem esses pagamentos, o Fisco disse que haveria um aumento real de 3,72% da arrecadação no mês de janeiro de 2021.

Esse desempenho seria explicado pelo comportamento da economia e pelo crescimento da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre Lucro Liquido (CSLL), especialmente, das empresas que fecharam seus balanços no mês de dezembro de 2020.

Juntos, os dois tributos somaram uma arrecadação de R$ 57.591 milhões, com crescimento real de 5,78%.

O Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) apresentou uma arrecadação de R$ 3,5 bilhões, representando crescimento real de 63,75%.

Segundo a Receita Federal, o Imposto sobre a Importação e o IPI Vinculado arrecadaram, me conjunto, R$ 7,34 bilhões, representando crescimento real de 20,26%.

“Esse resultado é explicado pela conjugação dos seguintes fatores: elevação de 29,08% na taxa média de câmbio, de 11,71% na alíquota média efetiva do Imposto Importação e de 27,99% na alíquota média efetiva do IPI-Vinculado, combinada com a redução de 16,76% no valor em dólar (volume) das importações”, disse a receita.

23 de fev. de 2021

Chora Macron! Sobra cada vez menos soja par o Sr. Macron levar para casa!

 

AEB e Equador estreitam laços para parceria

A possibilidade de parcerias voltadas para o setor aeroespacial foi o tema do encontro na sede da Agência Espacial


A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu, nesta segunda-feira (22), a visita do Adido de Aeronáutica da República do Equador no Brasil, Sr. Coronel Víctor Nieto Barros. O encontro apontou novas perspectivas de parceria entre Brasil e Equador.

 Na ocasião, as instituições apresentaram informações de cada país e identificaram pontos em comum para promoverem possíveis atividades e ações conjuntas voltadas para o setor espacial. Segundo o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, Alessandro Carvalho, o foco da conversa foi estreitar oportunidades de cooperação no setor, incluindo a capacitação de recursos humanos e o desenvolvimento de projetos e aplicações, entre outros assuntos relevantes.

Saab entrega terceira aeronave GlobalEye para os Emirados Árabes Unidos

defesaaereanaval.com.br/Colton Jones - A Saab anunciou que entregou a terceira aeronave GlobalEye aos Emirados Árabes Unidos em 20 de fevereiro de 2021. A aeronave segue as entregas anteriores deitas pela Saab em abril e setembro de 2020. Os Emirados Árabes Unidos encomendaram um total de cinco aeronaves GlobalEye.

“Concluir três entregas de uma solução tão avançada como a GlobalEye em menos de um ano prova a sólida experiência da Saab como fornecedora de soluções de alta tecnologia e nosso foco em cumprir nossos compromissos, especialmente dadas as circunstâncias atuais. Ao lidar com todo o processo, incluindo o desenvolvimento e integração do sensor, estamos exclusivamente no controle de cada parte crítica deste programa complexo”, disse Micael Johansson, presidente e CEO da Saab.


O GlobalEye é a solução mais recente de controle e alerta antecipado aerotransportado da Saab. Oferece vigilância aérea, marítima e terrestre excepcional em uma única plataforma. O GlobalEye combina o radar de longo alcance Erieye da Saab e uma variedade de sensores avançados adicionais com a aeronave Global 6000 de alcance ultralongo da Bombardier.

Luiz Padilha/TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: Defence Blog

ABIMDE participa da abertura da Idex, em Abu Dhabi

ABIMDE - O estande da ABIMDE na International Defence Exhibition And Conference (IDEX), em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) teve grande movimentação na abertura do evento, ocorrida no último domingo (21). Além da entidade, estão presentes no “Pavilhão Brasil” empresas da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) e uma delegação de autoridades formada por integrantes dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e representantes das Forças Armadas Brasileiras.

A delegação é composta pelo Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD), Marcos Degaut, e também contou com a presença do Diretor do Departamento de Promoção Comercial do MD, General de Divisão Luis Antônio Duizit Brito, do chefe da Divisão de Produtos de Defesa (DIPROD) do MRE, César Nascimento e do Coordenador de Projetos da Apex-Brasil, Paulo Silva. O grupo foi recebido pelo presidente da ABIMDE, Dr. Roberto Gallo, e pelo diretor de projetos da entidade, Paulo Albuquerque.

A IDEX acontece no Centro Nacional de Exposições de Abu Dhabi (ADNEC) até a próxima quinta-feira (25). É o primeiro grande evento presencial de Defesa a ser realizado desde o início da pandemia do Coronavírus. “É um marco para o setor de defesa, pois é o registro de um retorno gradativo às atividades”, afirma  o Albuquerque. 

O evento

A IDEX 2021 apresentará os últimos desenvolvimentos, tecnologias e inovações na indústria de defesa. Além de apoiar o desenvolvimento do setor, o evento estabelece novas relações entre grandes empresas internacionais. Também participam da exposição as associadas Atech, Avibras, Avionics, CBC, Condor, Embraer, Gespi, Kryptus, MacJee, M&K Logistics, Siatt e Taurus.

Saiba mais sobre o evento em: https://idexuae.ae/.

Decreto lista rodovias, portos e aeroportos a serem desestatizados

Medida pode ser aplicada a 24 aeroportos no país

agenciabrasil.ebc/Pedro Peduzzi - O Diário Oficial da União de hoje (23) publica decreto presidencial que qualifica empreendimentos rodoviários, portuários e aeroportuários para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Ele dispõe, ainda, sobre a inclusão de empreendimentos públicos federais dos setores portuário e aeroportuário no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A medida se aplica a 24 aeroportos (um no Amapá, dois no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, três em Minas Gerais, três no Mato Grosso do Sul, cinco no Pará e oito no Amazonas). Caberá ao Ministério da Infraestrutura fazer os estudos de modelagem. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pelos atos executivos necessários à desestatização.

“Dependendo de decisão futura baseada nos referidos estudos, as concessões poderão ser feitas separadamente ou em blocos”, informou, por meio de nota, a Secretaria Geral da Presidência da República. Acrescenta que essas medidas visam a “ampliação e modernização da infraestrutura mediante parcerias com a iniciativa privada”, de forma a dar maior competitividade ao país.

Entre os empreendimentos aeroportuários qualificados no PPI e incluídos no PND estão os aeroportos Santos Dumont e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo; os aeroportos Tenente Coronel Aviador César Bombonato (Uberlândia), Mário de Almeida Franco (Uberaba) e Mário Ribeiro (Montes Claros), ambos em Minas Gerais.

Outros terminais

A lista inclui, ainda, os aeroportos Val-de-Cans (Belém), Maestro Wilson Fonseca (Santarém), João Correa da Rocha (Marabá), Carajás (Parauapebas), Altamira (em Altamira), no Pará; os de Corumbá, Ponta Porã, e de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e o Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, em Macapá (AP).

O Amazonas é o estado com maior número de aeroportos incluídos na lista: os de Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués.

O decreto qualifica também trechos das BRs 414, 080, 101, 116, 465, 493, 040, 495 em Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo; e inclui no Programa Nacional de Desestatização trechos das BRs 163 (MT), 230 (PA) e 040 (RJ).

Já no setor portuário, os empreendimentos qualificados no âmbito do PPI são os terminais PEL01 (no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul); VDC10A (no Porto do Vila do Conde, Pará); MAC14 (no Porto do Maceió, Alagoas); SUA07, (no Porto de Suape, Pernambuco); e STS11 (no Porto de Santos, São Paulo). Completam a lista a Companhia das Docas do Estado da Bahia; e os portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia.

19 de fev. de 2021

Esquadrão Falcão leva vacinas a aldeias indígenas Yanomami

O objetivo dessas missões é viabilizar a assistência de saúde a regiões de difícil acesso, onde apenas aeronaves de asas rotativas conseguem pousar

Fonte: BANT, por Tenente Juliana Lopes

Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Flávia - Revisão: Capitão Oliveira Lima

Militares do Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV), Esquadrão Falcão, sediado na Ala 10, em Parnamirim (RN), operando uma aeronave H-36 Caracal, realizaram o transporte de vacinas para a população indígena em aldeias Yanomami. Nesta etapa, as ações ocorreram de 03 a 13 de fevereiro. As missões foram realizadas como parte da Operação COVID-19, deflagrada pelo Ministério da Defesa, em apoio às ações do Governo Federal para o combate à pandemia causada pelo novo Coronavírus e suas consequências.

Engajadas na Operação COVID-19, equipagens (helicópteros e tripulações) do Esquadrão Falcão foram deslocadas para Surucucu (RR) desde o dia 1º de fevereiro, quando os militares passaram a transportar profissionais de saúde, vacinas e insumos médicos para atender aos povos indígenas que habitam a região montanhosa da floresta Amazônica, entre o norte do Amazonas e de Roraima e o sul da Venezuela.

No dia 03 de fevereiro, o helicóptero de matrícula FAB 8513 realizou duas surtidas, decolando de Surucucu (RR) com destino às Aldeias Araciki e Hewetheou, respectivamente, transportando seis profissionais de saúde e 560 quilos de carga, entre insumos médicos e vacinas contra a COVID-19. No dia 05, foi realizada a retirada das equipes de saúde, que permaneceram dois dias nas aldeias Yanomami. Em seguida, mais voos foram acionados nos dias 8, 9 e 10, contemplando as aldeias de Araciki 1 e 2, Turemau, Hewetheou, Wathou e Xiothou, distribuindo um total de 387 doses de vacinas, número correspondente ao total de habitantes das aldeias.

Regiões de difícil acesso

O objetivo dessas missões é viabilizar a assistência de saúde a esses povos que ocupam regiões de difícil acesso, locais em que apenas aeronaves de asas rotativas conseguem pousar. "As aldeias ficam em locais extremamente distantes e isolados. Muitas delas com áreas restritas para aproximação e pouso até mesmo de helicópteros. A região de serras exige que as tripulações façam um planejamento extenso para configurar a aeronave corretamente e colocá-la na potência adequada para a altitude da região. Diversos são os cuidados, tais como manter distância adequada das malocas, atenção à temperatura e altitude das serras e a volatilidade das condições meteorológicas", explica o Capitão Aviador Leir Gomes de Oliveira.

Segundo o Capitão Leir, operando nessa região, percebe-se que o emprego de aeronaves de asas rotativas é a única opção para a chegada da vacina a essas comunidades indí­genas. "A Força Aérea está fazendo a sua missão, ao integrar as comunidades indígenas, levando tratamento contra a COVID-19 a esses povos que habitam os rincões mais distantes do nosso País", completa.

Esquadrão Falcão na Operação COVID-19

Realizar missões humanitárias e de integração nacional, como as da Operação COVID-19, é parte do propósito do Esquadrão Falcão, permitindo que suas tripulações coloquem em prática todas as habilidades e competências que treinam exaustivamente. "Além de contribuir para o controle da pandemia, esse tipo de missão permite aos pilotos e demais tripulantes exercitar todo o treinamento realizado pela Unidade Aérea. Os pousos em localidades remotas exigem planejamento, estudo, julgamento e capacidade de decisão de todos os integrantes da tripulação", completou o Comandante do 1º/8º GAV, Tenente-Coronel Aviador Wankley Lima de Oliveira.


Acompanhe a página especial sobre a atuação da FAB na Operação COVID-19.
Confira mais fotos da Operação COVID-19 no Flickr oficial da FAB.
Reportagem: Tenente Juliana Lopes / BANT e Tenente Flávia / CECOMSAER
Fotos: Sargento Expedito e Sargento Alves / 1º/8º GAV 

Continuam os preparativos para o lançamento do satélite Amazonia 1

Em trabalho conjunto com os técnicos da Agência Espacial Indiana (ISRO), a equipe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e que integra o Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), concluiu com sucesso mais uma importante etapa, o carregamento do tanque com hidrazina.

Nessa etapa, o tanque de combustível do Amazonia 1 foi pressurizado com gás hélio, na pressão de 22 bar, sendo essa pressão mantida por 24 h. Esse é o procedimento de segurança adotado pela ISRO como passo que antecede o carregamento com hidrazina. Com isso, se tem total segurança de que o subsistema de propulsão cumpre com os requisitos de estanqueidade.

Após ser aprovado no teste de estanqueidade, o tanque foi despressurizado e o processo de ventilação, com nitrogênio, realizado para se remover os resíduos de hélio. O satélite Amazonia 1 passou pelo processo de medida de massa a seco. Como o requisito de massa de hidrazina que pode ser carregada no tanque é bastante restrito, o processo de medida de massa necessita ser extremamente criterioso.

A atividade de carregamento do tanque com hidrazina foi iniciada, com posterior pressurização até 22 bar, que é a pressão inicial de operação do subsistema de propulsão. Com o tanque carregado, foram aplicados os procedimentos de segurança, para se assegurar que não existia nenhum tipo de vazamento. Após a conclusão dos procedimentos de segurança, o Amazonia 1 teve novamente sua massa medida e foi liberado para que fossem realizadas as verificações de saúde do satélite e também a verificação da medida do sensor de pressão.

O Amazonia 1 está preparado para ser integrado, juntamente com os satélites secundários, no dispositivo do veículo lançador PSLV chamado MSA (Multi Satellite Assembly). Após essa integração, o Amazonia 1 e as cargas secundárias serão transportados para a torre de lançamento e integrados ao quarto estágio do veículo lançador PSLV. Dessa forma, até o momento, todas as atividades planejadas estão sendo executadas conforme o cronograma e concluídas com sucesso. O Amazonia 1 segue seu caminho rumo ao lançamento, no dia 28 de fevereiro de 2021.

O satélite Amazonia 1, primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil é um projeto coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI).

18 de fev. de 2021

Soja e milho? Estoques zerados no mundo!

Em inédita cooperação internacional, Marinha e Polícia Federal interceptam embarcação carregada com cocaína

 Neste domingo (14JAN2021), a Marinha do Brasil (MB) e a Polícia Federal (PF) interceptaram e apreenderam embarcação carregada com cocaína em águas jurisdicionais brasileiras. A interceptação foi realizada pelo Navio-Patrulha Oceânico Araguari, a cerca de 270 KM da costa de Recife-PE.

A inédita operação foi realizada com ampla coordenação internacional, envolvendo o Centro de Análise e Operações Marítimas - Narcótico (MAOC-N), sediado em Lisboa/Portugal, a Drug Enforcement Administration (DEA/EUA) e a National Crime Agency (NCA/Reino Unido), permitindo a identificação de grande quantidade de entorpecente em um veleiro catamarã que teria partido do Brasil com destino a Europa.

No interior da embarcação foram presos cinco tripulantes brasileiros, que foram conduzidos para a Superintendência da Polícia Federal no Estado de Pernambuco. A embarcação apreendida está sendo escoltada pelo Navio-Patrulha da Marinha do Brasil para Recife, com apoio de Policiais Federais do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) que participaram das ações.

Trata-se de operação de cooperação internacional, inédita na história do Brasil, com a utilização pela Marinha do Brasil de um Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) para ação conjunta com a Polícia Federal na interceptação de embarcações utilizadas para o narcotráfico.

A ação reforça a cooperação e troca de informações com as instituições internacionais, visando a identificação de grandes organizações criminosas, assim como a importância do permanente monitoramento e controle dos 5,7 milhões de km² de águas jurisdicionais brasileiras, por meio do constante aprimoramento do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul.

Recife: Ancoradouro registrou crescimento de 69,04% comparado ao mesmo período do ano passado, mais que o dobro do percentual estimado para o mês.


Imagens de satélite de alta resolução reforçam o combate à criminalidade em todo o país

15 de fev. de 2021

EUA e Emirados Árabes efetuaram exercício em grande escala Iron Union 14

Ilustração via redação OD com foto do Sgt. Daryl Bradford/U.S. Army.

Exercício aéroterrestre faz parte de treinamentos que visam manter preparo interoperacional com aliados regionais e dissuasão contra ameaças iranianas. O exercício ainda segue diretrizes do pacote de apoio aos aliados do Oriente Médio contra o Irãn, determinados ainda pela administração do ex- presidende Trump.

A Task Force Spartan do U.S. Army e as Forças Terrestres dos Emirados Árabes Unidos se reuniram de 24 de janeiro à 16 de fevereiro de 2021, no Centro de Treinamento Al Hamra nos Emirados Árabes Unidos para o exercício Iron Union 14, o primeiro exercício de treinamento bilateral entre as forças desde o início da pandemia COVID-19.

Esse exercício recorrente, projetado para fortalecer as relações entre militares, permitiu que as forças treinassem como poderiam enfrentar os desafios de segurança regional. Porém, devido ao COVID-19, o evento deste ano trouxe seus próprios desafios.

Os Emirados Árabes Unidos são um parceiro significativo para os EUA na região, e exercícios como o Iron Union demonstram o compromisso de todas as nações participantes em promover a estabilidade regional.

O treinamento e o planejamento são uma oportunidade para ambos os países desenvolverem proficiência tática em áreas de missão crítica, obter uma compreensão das forças de cada um e apoiar a estabilidade regional de longo prazo.

Este exercício é importante por muitos motivos: parceria, segurança e interoperabilidade são apenas alguns exemplos. A importância subjacente a esses tipos de exercícios é transmitir uma mensagem unificada de que os relacionamentos são importantes e o treinamento junto com os parceiros envia uma mensagem de prontidão e letalidade em um esforço para deter adversários em potencial.

Quando a Iron Union 14 chegou ao fim, o major-general Patrick Hamilton, comandante geral da Força-Tarefa Spartan, reconheceu o valor de continuar treinando com segurança com nossos parceiros.

Mesmo após a COVID-19, o exercício continuará não apenas a moldar a segurança na região, mas também a aumentar os laços de parcerias entre militares.

“Como algumas restrições do COVID foram atenuadas e podemos conduzir mais treinamento face a face, estamos vendo que é como se não tivéssemos perdido o ritmo”… “Estou grato aos nossos anfitriões dos Emirados esta semana e extremamente impressionado com seu profissionalismo e dedicação como parceiro na região. Estou ansioso para muitas outras oportunidades no futuro. ”; disse o Major-General Patrick Hamilton.

Com informações do U.S. Army/Task Force Spartan e texto adaptado do Staff Sgt. Daryl Bradford, via redação Orbis Defense Europe.

2 mil médicos brasileiros assinam manifesto em defesa do tratamento precoce contra covid-19

Rovena Rosa | Agência Brasil

Raul Holderf Nascimento - Um grupo de cerca de 2 mil médicos assinou um manifesto em defesa do tratamento precoce contra a Covid-19.

O documento foi divulgado na última sexta-feira (12). Nele, os profissionais de Saúde defendem a autonomia para atuar com determinados tipos de medicamentos, uma vez que tais substâncias estão sendo desprestigiadas pelos governantes, partidos políticos e veículos de comunicação.

O texto destaca a importância em minimizar os efeitos da Covid-19, que muitas vezes se agrava devido à demora em tratar pacientes infectados com o vírus. Os médicos afirmam que os medicamentos citados no manifesto podem e devem ser utilizados para o enfrentamento da Covid-19.

“Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma destas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”, diz o documento.

Em outro trecho da nota, os profissionais frisam os resultados positivos em cidades e estados que fizeram uso das substância, apresentando, segundo eles, redução em redes hospitalares.

“Uma das maneiras de se validar o efeito de um tratamento é fazer com que ele seja reprodutível. Os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce na Covid-19 têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde”, acrescenta.

Por fim, os médicos afirmam que além do embasamento científico, há também o parecer do Conselho Federal de Medicina e a Declaração de Helsinque que reiteram a necessidade de agir atitudes em situações graves como a crise da pandemia, mediante consentimento do paciente.

“Quando métodos profiláticos, terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado ao paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida”, declara o grupo pró-tratamento precoce.

O Conexão Política teve acesso ao documento, disponibilizado em arquivo PDF (leia aqui).

“Cada vez mais jovens vêm aderindo à Causa, e tantos outros se mostram simpáticos por concordarem com os valores e princípios de um regime monárquico"

 

Municípios em faixa de fronteira vão receber apoio para desenvolvimento social e econômico

KC-390 Millennium realiza testes no frio extremo do Alasca

A missão tem como foco verificar a integração de todos os subsistemas e a robustez do novo cargueiro da FAB em ambiente hostil, com condições de temperatura extremamente baixas

Fonte: COPAC e IPEV

Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Tenente-Coronel Santana

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Embraer iniciaram, no dia 08 de fevereiro, os ensaios de frio extremo, Cold Soak, da aeronave KC-390 Millennium nos Estados Unidos (EUA). A missão tem como foco verificar a integração de todos os subsistemas e a robustez do novo cargueiro da FAB em ambiente hostil, com condições de temperatura extremamente baixas.

A atividade é gerenciada pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) e conta com representantes do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), engenheiros de ensaio do Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo (IPEV) e integrantes da Embraer. Já a operação da aeronave teve o apoio de tripulação do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT) – Esquadrão Zeus.

Diferentemente de uma qualificação ambiental quanto a componente, o ensaio de Cold Soak tem por objetivo investigar, no quesito sistema, o efeito da exposição da aeronave a temperaturas extremamente baixas, por um intervalo de tempo considerável em solo, situação na qual a falha de sistemas pode levar a eventos de Dificuldades em Serviço, nas quais a aeronave fique sem condições de operação.

O início da atividade se deu com a chegada do KC-390 à cidade de Jacksonville (FL), no dia 08 de fevereiro, onde a equipe especializada da Embraer e da FAB, entre engenheiros, técnicos e tripulantes se reuniram. No mesmo dia, a aeronave decolou para Moses Lake (WA) para realizar o primeiro trajeto do traslado para Fairbanks (AK). Vale notar que essa etapa teve duração de 6h28min, que representa o maior tempo de voo operacional do KC-390, em percurso único, já realizado e explicita a autonomia e o alcance da aeronave, fatores essenciais para o cumprimento da missão de transporte aéreo logístico.

Já em Fairbanks, a aeronave foi exposta, por um longo período, a um ambiente climático favorável aos testes, atingindo um pico de -37,8°C com sensação térmica de - 47,8°C. Após o tempo de exposição requisitado, foram conduzidos cheques operacionais da aeronave para verificar a correta funcionalidade de diversos sistemas, tais como: aviônicos, elétrico, hidráulico, controles de voo, combustível, motores, Auxiliary Power Unit (APU) e radar.

O Tenente-Coronel Aviador Carlos Vagner Ottone Veiga, do Esquadrão Zeus, está na missão e destacou a importância dos testes. “Os resultados dos testes serão importantes para seguir com a certificação da aeronave nesta condição, um grande passo para que as missões do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) com o KC-390 possam ocorrer em um futuro próximo. Cabe ressaltar que o Esquadrão alcançou a marca de voo mais longo com essa aeronave, no trecho entre Jacksonville e Moses Lake, evidenciando a enorme capacidade desse vetor”, explicou.

Para o Tenente-Coronel Engenheiro Emerson Gonçalves de Souza, da COPAC, que também faz parte da equipe, o ensaio Cold Soak é mais um passo na certificação da aeronave. "A realização do ensaio representa um marco importante no processo de desenvolvimento e certificação militar da aeronave KC-390, que visa garantir que esse importante vetor da Força Aérea estará apto a operar eficientemente em condições de baixa temperatura, atendendo aos requisitos estabelecidos pela Força Aérea para seu emprego”, disse.

Devido à exposição ao extremo frio, os cheques ocorreram de forma cadenciada e minuciosa, a fim de garantir a segurança da equipe de ensaios e a qualidade dos resultados obtidos. A longa jornada de testes permitiu a coleta de dados diversos que serão utilizados para comprovar a robustez da aeronave, bem como para o aprimoramento e maturação dos sistemas avaliados.

“Foi uma grande alegria para o time de engenheiros e mecânicos da Embraer observar o resultado de anos de desenvolvimento. A aeronave operou muito bem e, com o resultado do ensaio, poderemos aumentar a segurança e a eficiência quando o KC-390 operar em baixas temperaturas”, comentou o engenheiro da Embraer Guilherme Moreschi Valente dos Santos.

O sucesso da missão foi um passo fundamental para prosseguir na certificação da aeronave KC-390 Millennium, garantindo a integração dos sistemas, a robustez e a segurança em todo o envelope operacional. Destaca-se, ainda, que tais características auxiliarão no cumprimento das missões estratégicas do PROANTAR.

Fotos: Tenente-Coronel Emerson/COPAC

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14 de fev. de 2021

Congresso Reformista?

 

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Actriz chilena pide desesperadamente a su país que la saque de Cuba

Senado americano absolve Trump em processo de impeachment

Em julgamento de cinco dias, apoio de republicados impediu condenação


O Senado dos Estados Unidos absolveu Donald Trump neste sábado (13) em seu segundo julgamento de impeachment em um ano. Colegas republicanos impediram a condenação pelo papel do ex-presidente no ataque de seus apoiadores ao Capitólio dos EUA.

A votação do Senado de 57 a favor e 43 contra o impeachment ficou aquém da maioria de dois terços necessária para condenar Trump, que era acusado de incitamento à insurreição. O julgamento durou cinco dias e foi feito no mesmo prédio saqueado por seus seguidores em 6 de janeiro. Para os democratas, ataque foi estimulado por Trump em um comício.

Na votação, sete dos 50 republicanos do Senado juntaram-se aos democratas unificados da Câmara em favor da condenação.

Trump deixou o cargo em 20 de janeiro, então o impeachment não poderia ser usado para removê-lo do poder. Mas os democratas esperavam obter uma condenação para responsabilizá-lo por um cerco que deixou cinco pessoas mortas, incluindo um policial, e preparar o terreno para uma votação que o impedisse de voltar a ocupar cargos públicos. Dada a chance de ocupar um cargo no futuro, eles argumentaram, Trump não hesitaria em encorajar a violência política novamente.

Os advogados de Trump argumentaram que suas palavras no comício estavam protegidas por seu direito constitucional à liberdade de expressão e disseram que ele não teve direito ao devido processo.

Os republicanos salvaram Trump no voto de 5 de fevereiro de 2020 em seu primeiro julgamento de impeachment, quando apenas um senador de suas fileiras - Mitt Romney - votou para condená-lo e destituí-lo do cargo.

Neste sábado, Romney votou pelo impeachment junto com seus colegas republicanos Richard Burr, Bill Cassidy, Susan Collins, Ben Sasse, Pat Toomey e Lisa Murkowski.

O líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, fez comentários mordazes sobre o ex-presidente após o veredicto. "Não há dúvida de que o presidente Trump é prática e moralmente responsável por provocar os acontecimentos do dia", disse ele. "As pessoas que invadiram este prédio acreditaram que estavam agindo de acordo com os desejos e instruções de seu presidente."

O presidente democrata Joe Biden assumiu o cargo em 20 de janeiro após derrotar Trump na eleição de novembro.

*Com informações da agência Reuters.

13 de fev. de 2021

ONG falsifica dados oficiais para vigiar empresas brasileiras

Pastagem de gado na Amazônia

Conjur - Empresa voltada para a defesa do agribusiness do Hemisfério Norte, a Global Witness assinou, esta semana, um artigo na Folha de S.Paulo. O objetivo da "réplica!" sem autor foi confrontar outro texto, publicado em dezembro do ano passado no mesmo jornal.

Na ocasião, consultor no ramo do agronegócio, Otávio Cançado tentou desconstruir ataques da empresa anglo-americana à indústria brasileira de proteína. Em síntese, os concorrentes estrangeiros sustentam que as maiores empresas brasileiras produzem em área desmatada, enquanto os nacionais negam.

No campo jurídico, o debate se dá em torno de uma tese: se as Guias de Trânsito Animal (GTAs) são documentos públicos ou se são protegidas como documentos fiscais e outros dados particulares das empresas. A Global Witness, para amparar sua tese, invocou dois fundamentos: um voto do ministro Edson Fachin (STF) e um link que, teoricamente, exporia o banco de dados das GTAs ao público.

O especialista em Direito Agrícola, Eduardo Diamantino, rechaça o primeiro fundamento. "O ministro Fachin não fez juízo de valor sobre o caráter público das GTAs", afirma. O voto em questão tratava de acusação contra o senador Renan Calheiros e uma imputação de recebimento de propina — da qual ele foi absolvido (leia o voto).

Diamantino vai além. A questão sobre o caráter das GTAs, diz ele, já foi solucionada em 2017 pelo Ministério da Agricultura em consulta do Ministério da Transparência. A Nota Técnica esclarece que "tanto os dados cadastrais quanto de GTAs contêm informações de natureza pessoal, de modo que não são de interesse coletivo ou geral". Tampouco, portanto, de concorrentes para fins de espionagem industrial.

Outro especialista no campo, o advogado Celso Luchesi, referenda o tratamento das guias: "É um mecanismo de controle e rastreabilidade do ministério, não teria sentido a divulgação pública automática e com todos os detalhes", argumenta, para concluir. "Teria que haver uma solicitação expressa e, ainda assim, duvido que ocorreria a entrega dos dados."

A proteção, no âmbito privado, das GTAs, argumenta o advogado Gustavo Vaz Faviero, ocorre até mesmo sob a égide da Lei Geral de Proteção de Dados, quando estende seu manto ao "tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural".

A pergunta a ser respondida agora não é sobre o tratamento jurídico das GTAs, mas sobre como a Global Witness obteve os dados privados da produção agrícola de suas concorrentes no Brasil.

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EUA aprova venda do centro de treinamento de combate aéreo de F-16 para a Jordânia

Os pilotos de caça F-16 Fighting Falcon da Força Aérea Real da Jordânia voam ao lado de uma aeronave Stratotanker KC-135 da Força Aérea dos EUA enquanto aguardam a conexão de combustível sobre a Jordânia. (Foto: U.S. Air Force / Tech. Sgt. Caycee Cook)

Fernando Valduga  - A Agência de Cooperação para a Segurança da Defesa dos EUA (DSCA) notificou o Congresso sobre a potencial venda militar estrangeira (FMS) de um centro de treinamento de combate aéreo F-16 (ACTC) para a Jordânia.

Aprovado pelo Departamento de Estado dos EUA, o FMS estimado em US$ 60 milhões inclui dispositivos relacionados, como treinadores de missão, treinadores de táticas de combate, estações de instrutor/operador, simuladores de ambiente tático e estações de brief/debrief.

Também estão incluídos na venda estações de geração de banco de dados, centros de observação de missão, bem como suporte técnico e documentação, engenharia contratada, serviços técnicos e logísticos e outros serviços de apoio.

A Lockheed Martin Corporation Rotary & Mission Systems servirá como contratante principal para a venda.

Um piloto da Força Aérea Real da Jordânia saúda seu chefe de tripulação.
(Foto: U.S. Air Force / Tech. Sgt. Wolfram M. Stumpf)

Fabricado pela Lockheed Martin, o F-16 Fighting Falcon é uma das principais aeronave de caça multifuncional de quarta geração da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Atualmente, mais de 2.000 jatos F-16 estão em operação na USAF e 2.500 em operação em 25 outros países.

O F-16 ACTC permitirá que a Jordânia forneça treinamento de pilotos eficaz e melhore a capacidade de enfrentar ameaças presentes e futuras.

A DSCA disse em um comunicado: “Este aviso de venda potencial é exigido por lei. A descrição e o valor em dólares referem-se à maior quantidade estimada e valor em dólares com base nos requisitos iniciais.

“O valor real em dólares será menor dependendo dos requisitos finais, autoridade orçamentária e acordo(s) de vendas assinado(s), se e quando concluído.”

Da Série: Monarquia - 13/02/2021- Países mais democráticos do mundo em 2019