26 de jun. de 2021

Sargentos do Exército brasileiro se destacam em curso nos Estados Unidos

Militares do Exército Brasileiro foram destaque em um curso voltado para sargentos realizado em Fort Benning, nos Estados Unidos da América. Encerrado no último dia 24 e conduzido em espanhol, o Noncommissioned Officer Professional Development Course (NCOPD), realizado pelo Western Hemisphere Institute for Security Cooperation (WHINSEC), reuniu 29 militares do Brasil, México, Guatemala, Costa Rica, Honduras, Chile e Colômbia. Os sete sargentos brasileiros que participaram foram os sete primeiros colocados do curso. 

Os militares brasileiros que participaram foram os Segundo-Sargentos Paulo Henrique, Cássio de Freitas, Erenilson Freitas, Thiago Rebonatto, Luiz Paulo, Robson Maciel e Pablo Ziani. Os brasileiros que ocuparam as seis primeiras posições da classificação geral integraram ainda a lista do comandante, formada por 20% do efetivo que apresentou rendimento escolar acima da média. O Segundo-Sargento Paulo Henrique, que obteve a primeira colocação no NCOPD, recebeu a graduação de honra e o prêmio de melhor aptidão física.

NCOPD

O NCOPD prepara militares para o cargo de adjunto de pelotão e para outras funções relacionadas à graduação de primeiro-sargento. Conduzido ao longo de 10 semanas, o curso foi dividido em seis módulos: administrativo; profissão das armas; desenvolvimento profissional; competências do líder; operações e doutrina; e combate. A atividade ocorreu no MSG Roy Benavidez NCO Academy.

Crédito: Sgt Hermano

Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército

25 de jun. de 2021

Chicago abandona fundamentos e vira cassino!

 

Correios realizou sua 1ª operação por cabotagem no Brasil

 

Divulgada imagens de incidente com destroyer britânico publicada pela FSB russa

 

Cerimônia de Apresentação da Tecnologia 5G para o Agro

ABIMDE se torna Organismo de Certificação de Produtos de Defesa e Segurança

Trata-se de uma grande vitória para Base Industrial de Defesa e Segurança, que terá processos otimizados para lançamentos de novos produtos, potencializando a competitividade no mercado

A ABIMDE se tornou oficialmente um Organismo de Certificação de Produtos (OCP), acreditando-se dessa forma a certificar Produtos Controlados pelo Exército (PCE). A partir de agora todo o fluxo de certificação dos produtos poderá ser feito pela Entidade. “Esse é um presente para a Base Industrial de Defesa e Segurança, que passa a contar com uma opção de prazos reduzidos e previsíveis, além de custos acessíveis”, ressalta o presidente da associação, Dr. Roberto Gallo

O processo realizado pela ABIMDE, para se tornar um OCP, levou quatro meses, bem abaixo do tempo médio, que oscila entre 7 a 8 meses. Além disso, o processo foi concluído sem nenhuma não-conformidade.

“Este feito coloca a ABIMDE em um novo ambiente regulatório. Esse passo é possível graças às novas regulamentações lançadas pelo Exército e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública”, analisa o diretor técnico da entidade, Coronel Armando Lemos. “Isto vai agilizar o lançamento de novos produtos no mercado reduzindo os prazos e aumentando a competitividade da indústria”.

Entre os PCEs que poderão ser certificados pela ABIMDE estão armas de fogo, munições, coletes e capacetes balísticos, blindagens automotivas, armas e munições menos letais, espargidores de pimenta, explosivos e pirotécnicos.

Foi em março deste ano, que o INMETRO iniciou o programa para acreditar OCPs para Produtos Controlados pelo Exército (PCE).

“A intenção do programa de acreditação da certificação de produtos controlados pelo Exército é trazer dinamismo para este mercado. Frente ao crescimento desta demanda ao longo dos anos, alguns fabricantes encontravam dificuldade em acessar o mercado brasileiro pela capacidade limitada de aprovação de seus produtos pelo Exército”, analisa Maurício Pereira, chefe da Divisão de Acreditação de Organismos de Certificação e Verificação (DICOR) do INMETRO.

O selo Inmetro é um símbolo de qualidade para qualquer produto, pois demonstra que ele foi testado, aprovado e segue todas as especificações necessárias. Ou seja, os produtos que apresentam o selo têm a qualidade comprovada e fornecem a segurança ideal aos consumidores.

A certificação de produtos controlados é compulsória. Um fabricante ou importador que não tiver o produto certificado não poderá comercializá-lo.

A partir de setembro de 2022 todos os PCE importados terão que ser certificados, seguindo as mesmas normas aplicadas aos produtos nacionais. Isto sempre foi um reclamo da indústria nacional e motivo de diversas propostas da ABIMDE aos órgãos governamentais. O novo ambiente regulatório trará isonomia de tratamento dos produtos nacionais com os produtos importados e que foi possível com o apoio e atuação diligente da Secretaria de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa.

A ABIMDE com seu corpo técnico altamente qualificado e trazendo todo o conhecimento e prestígio acumulado nos seus mais de 36 anos de existência poderá fornecer o selo de conformidade de produtos ao mercado de Defesa e Segurança, agregando confiabilidade e mais valor aos produtos nacionais.

O Mapa estabeleceu, na Portaria nº 177, novos procedimentos e critérios para emissão do Certificado Fitossanitário de vegetais e produtos de origem vegetal.

 

Novo lote com 936 mil doses de vacina da Pfizer chega a Viracopos

Outro lote com o mesmo número de doses deve chegar domingo


Bruno Bocchini - Um novo lote com vacinas contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech chegou por volta das 20h30 de ontem (24) no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A remessa, que partiu de Miami, nos Estados Unidos, tem 936 mil doses do imunizante. 

Na última terça-feira (22), a Pfizer já havia entregue, também em Viracopos, um lote com 528 mil doses da vacina. A farmacêutica prevê o envio de uma nova remessa no próximo domingo (27), de 936 mil imunizantes. 

De acordo com a farmacêutica, as entregas desta semana fazem parte do acordo firmado em 19 de março, de disponibilização de 100 milhões de vacinas ao Brasil até o final do terceiro trimestre deste ano. 

Com a remessa de hoje, já são 16 lotes recebidos pelo país por esse contrato. Segundo balanço da Pfizer, cerca de 13 milhões de doses terão sido entregues até o próximo domingo. 

Em maio, o Ministério da Saúde e o laboratório assinaram um segundo contrato que prevê mais 100 milhões de doses para o país, com previsão de chegada até dezembro de 2021, totalizando a entrega de 200 milhões de doses ao Brasil.

24 de jun. de 2021

Batalhão de Engenharia homenageia veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB)

EB - Natividade da Serra (SP) – O 2º Batalhão de Engenharia de Combate realizou, no dia 17 de junho, uma homenagem ao veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB), Primeiro-Tenente Florentino Zandonadi, visitando-o em sua residência em Natividade da Serra.

O Subcomandante do Batalhão, Major Rosenberg, realizou uma pequena solenidade com os militares presentes, que prestaram a continência devida quando o corneteiro executou o toque Presença de Ex-Combatente. A homenagem contemplou não apenas o veterano, mas também os mais de 25 mil brasileiros que integraram a Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Ainda na ocasião, o Major Rosenberg entregou ao veterano a Medalha Comemorativa do 75º Aniversário do Batalhão Borba Gato, unidade criada em 15 de maio de 1946.

Florentino Zandonadi nasceu em 3 de fevereiro de 1923, em Conceição do Castelo, no Espírito Santo, e incorporou no 2º Batalhão do 5º Regimento de Infantaria, atual 2º Batalhão de Engenharia de Combate. Antes de ser convocado para compor a tropa da FEB, Zandonadi serviu no batalhão por dois anos. No dia 29 de junho de 1944, ele embarcou na cidade do Rio de Janeiro, desembarcando na cidade de Nápoles, Itália, em 16 de julho de 1944. Zandonadi participou de diversos combates, dentre eles a importante Tomada de Monte Castelo, e retornou ao Brasil após o término da guerra.

Fonte: 2º Batalhão de Engenharia de Combate

Crédito: Sd Abreu e Sd França

Onyx acusa deputado de fraudar documento e mentir sobre Covaxin

Segundo ministro, Luís Miranda e seu irmão, servidor Ricardo Miranda, fizeram denunciação caluniosa e serão investigados


Folha Política - O ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, acusou o deputado Luís Miranda (DEM-DF) de falsificar documento e mentir sobre o contrato para a compra da vacina indiana contra a covid-19 Covaxin, em entrevista coletiva convocada para rebater as denúncias.

Segundo o ministro, Miranda e seu irmão, Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, fizeram denunciação caluniosa e serão investigados. Onyx negou qualquer irregularidade no contrato e afirmou que não houve compra nem superfaturamento.

"São mentiras e construção de narrativa para tentar afetar a imagem do governo Bolsonaro. Quero alertar ao deputado Luís Miranda que o que ele fez é denunciação caluniosa. Não houve favorecimento a ninguém porque essa é a prática desse governo, não houve sobrepreço e não houve compra alguma, não há nenhum centavo de dinheiro público que tenha sido gasto nesse contrato", disse o ministro.

Ele afirmou que o governo já pediu à Polícia Federal abrir investigação sobre declaração do deputado e sobre atuação de seu irmão. A Controladoria-Geral da União também vai investigar a conduta do servidor, já que existe indícios de adulteração no documento apresentado, segundo Onyx. "Vamos solicitar perícia do documento à PF e vamos junto à Porcuradoria-Geral da República pedir a abertura de investigação contra o deputado e o servidor por fraude processual. Além disso, o servidor será investigado por prevaricação."

 

O ministro da Secretaria-Geral afirmou que uma empresa citada pelo deputado como intermediária para a compra da vacina é, na verdade, uma subsidiária do laboratório indiano Bharat Biotech. Segundo ele, um pedido de pagamento adiantado da Bharat citado pelo deputado como suspeita de irregularidade foi posteriormente modificado pela empresa indiana. "É evidente que vamos pedir que peritos da PF façam análise desses documentos, mas são evidentes as diferenças nos documentos apresentados."

A denúncia

O deputado Luís Miranda disse que levou em março ao presidente Jair Bolsonaro indícios de superfaturamento e pedido de pagamento antecipado em contratos do Ministério da Saúde para a compra da vacina indiana Covaxin.

Os indícios de problemas foram detectados pelo irmão do deputado, servidor concursado do Ministério da Saúde em 2011, Ricardo Miranda. Além do preço e de pedido de pagamento antecipado, havia indícios de que as vacinas estavam próximas do prazo da validade o que tornaria a aplicação nos brasileiros quase impossível, e "pressão anormal" para os pagamentos.

Luís Miranda disse que levou as informações do irmão ao presidente no dia 20 de março, no Palácio da Alvorada, e que o presidente disse que iria encaminhar o material à Polícia Federal.

O parlamentar falou ainda que resolveu tornar públicas nesta quarta-feira (23) as informações porque um áudio do seu irmão, que respondia perguntas ao Ministério Público sobre outra investigação em curso, foi vazado.

Segundo Miranda, desde 2020 o servidor Ricardo sofria pressões para realizar certos contratos que ele, após avaliação técnica, não concordava, e chegou a ser exonerado do cargo, situação revista pelo ministro da Saúde após intervenção do deputado. Ricardo Miranda participava de investigação sobre atos que considerava suspeitos, ilícitos e conversava com o Ministério Público.

Após leilão da FIOL I, VALEC e BAMIN fazem visita técnica ao trecho concedido

A expectativa é que as obras remanescentes da ferrovia sejam retomas em breve, gerando empregos na região

Durante esta semana (21 a 24), equipes da VALEC e da BAMIN fazem visita técnica ao trecho ferroviário leiloado em abril deste ano, a FIOL I. A assinatura do contrato está marcada para o final do mês de agosto, mas a equipe técnica da estatal, liderada pelo diretor de Negócios, Jeferson Cheriegate, promoveu a visita para dar início aos trâmites de transferência do ativo à subconcessionária.

 O trecho ferroviário em questão, denominado FIOL I, vai de Ilhéus/BA a Caetité/BA e foi arrematado pela mineradora BAMIN pelo valor de outorga de R$ 32,7 mi, com previsão de R$ 3,3 bi em investimentos, sendo R$ 1,6 bi destinados à conclusão das obras do trecho leiloado. De acordo com a modelagem da subconcessão, ficou a cargo da BAMIN a execução de 25% remanescentes da FIOL e, posteriormente, a operação do trecho. A expectativa é que as obras sejam retomadas em breve, gerando empregos e movimentando de imediato a economia, e que o transporte de cargas tenha início nos próximos cinco anos.  

Para Cheriegate, trata-se de um momento marcante, especialmente para a área de Negócios, criada recentemente na VALEC. “Após anos trabalhando nesta obra, nossa empresa consegue vislumbrar a concretização deste grande ativo de infraestrutura. Como concessionária, a VALEC tem um papel importante não só do ponto de vista contratual, mas na transmissão do conhecimento que adquirimos nesses quase 50 anos de dedicação ao setor ferroviário, e é isso que estamos fazendo aqui”.

FIOL II 

As obras da FIOL II, trecho que liga Caetité/BA a Barreiras/BA, tem 485,4 km de extensão e são executadas pela VALEC. A fim de trazer maior celeridade ao empreendimento, para que se torne um ativo viável para a subconcessão, a estatal firmou convênio com o Exército Brasileiro para atuar no lote 6, próximo a Correntina/BA, onde o Batalhão Ferroviário da corporação está mobilizado na construção de 18 km de ferrovia.

O sistema de catapulta eletromagnética do novo porta-aviões chinês Type 003

Alexandre Galante - Segundo informações disponibilizadas em fóruns de discussão chineses, o desenvolvimento do sistema de catapulta eletromagnética para o próximo porta-aviões da China durou 13 anos.

O desenvolvimento de sistema semelhante nos EUA durou mais de 25 anos.

O sistema para o porta-aviões chinês já entrou em produção em série e o projeto recebeu diretriz do mais alto escalão do governo, incluindo o atual e o anterior presidente.

A catapulta eletromagnética venceu o sistema de catapulta a vapor em uma competição em 2016.

A construção do Type 003 continua acelerada, com o lançamento ao mar previsto para o primeiro ou segundo trimestre de 2022. A entrada em serviço na Marinha Chinesa deve ocorrer em 2025.

A imagem acima capturada pela Airbus Defence and Space em 20 de junho de 2016 já mostrava que um progresso significativo tinha sido feito pela China, com duas trilhas de catapultas terrestres para testes e treinamento, uma a vapor e outra eletromagnética

Modelo do sistema de catapulta eletromagnética da China em um estande

Por dentro de uma catapulta eletromagnética EMALS dos EUA

Mais imagens da construção do Type 003


Concepções artísticas em 3D do Type 003

Plano Safra 2021/2022, disponibilizou R$ 251,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. O valor reflete um aumento de R$ 14,9 bilhões (6,3%) em relação ao Plano anterior

 

Ouça o Momento Agro sobre o Plano Safra 2021/2022, que disponibilizou R$ 251,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. O valor reflete um aumento de R$ 14,9 bilhões (6,3%) em relação ao Plano anterior.

Estados Unidos doam 3 milhões de doses da Janssen para o Brasil

Previsão é que lote chegue ao país na sexta-feira

Os Estados Unidos doaram para o Brasil um lote de 3 milhões de doses da vacina da Janssen contra a covid-19. O carregamento será recebido na sexta-feira (25) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e um representante da embaixada americana, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). 

Segundo informou o Ministério da Saúde no início da noite de hoje, o Brasil aplicou 90 milhões de doses de vacina contra a covid-19, com 65 milhões de adultos imunizados com a primeira dose. Segundo a pasta, o número representa 40% do público-alvo, composto por diversas faixas etárias acima de 18 anos.

23 de jun. de 2021

Escola Naval realiza Juramento à Bandeira e entrega de Espadins

Turma “Almirante Bosísio”

No dia 19 de junho, foi realizada a tradicional Cerimônia de Juramento à Bandeira Nacional e Entrega de Espadins da Turma “Almirante Bosísio”.

O evento marca a incorporação dos novos Aspirantes à Marinha do Brasil (MB), com o recebimento dos espadins, símbolo dos “Sentinelas dos Mares”, pelos 177 integrantes da Turma “Almirante Bosísio”, dos quais 170 brasileiros, sendo 12 do sexo feminino, bem como 7 oriundos de Camarões, Namíbia e Senegal.

Juramento à Bandeira Nacional

Em um gesto de simbolismo para os aspirantes, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, fez a entrega do espadim ao Aspirante 1001 Silveira, Chefe de Classe.

O Presidente Jair Bolsonaro entrega o Espadim ao Aspirante 1001 Silveira

Ao se dirigir à Turma Almirante Bosísio, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, registrou o valor da entrega dos espadins para a Marinha e a expectativa da Força com os seus novos aspirantes. “Este momento de relevante significado representa o esforço vitorioso de 177 jovens (...). A Marinha sabe a importância do seu pessoal. Oferece oportunidades, mas exige resultados. A MB quer os melhores, esforcem-se”.

O Ministro da Defesa, Walter Braga Netto, reforçou a esperança depositada pelos brasileiros nos seus novos militares. “Caros aspirantes da Turma ‘Almirante Bosísio’, o povo brasileiro deposita confiança e esperança em vocês. Os militares da nossa Marinha, do nosso Exército e da nossa Força Aérea são indispensáveis para o progresso, para a liberdade e para a democracia”.

Comandante da Marinha falou aos Aspirantes

A Cerimônia contou, ainda, com a presença dos Almirantes de Esquadra Julio Soares de Moura Neto e Eduardo Bacellar Leal Ferreira, ex-Comandantes da Marinha, representando as Turmas “Mendes” e  “Esperança”, que comemoraram, respectivamente, os 60 e 50 anos de recebimento de seus espadins. Também prestigiaram o evento o Vice-Presidente da República, Antônio Hamilton Martins Mourão, membros do Almirantado e outras autoridades militares, civis e estrangeiras.

1200 Kg de maconha apreendidos em Eldorado/MS


Indonésia aprova US$ 700 milhões em empréstimos estrangeiros para compra de dois aviões de reabastecimento

Airbus A330 MRTT da RAAF, em imagem meramente ilustrativa

Fernando Valduga  - O Ministério das Finanças da Indonésia concedeu aprovação ao país para obter até US$ 700 milhões em empréstimos estrangeiros para adquirir dois aviões-tanque para a Força Aérea da Indonésia em 2021.

Isso foi revelado em um aviso emitido pelo ministério em 26 de abril listando um total de 31 programas do Ministério da Defesa para os quais o financiamento por meio de empréstimos estrangeiros foi aprovado.

Emitida após consultas com o Ministério da Defesa e o Ministério do Planejamento do Desenvolvimento Nacional (BAPPENAS), a lista, inicialmente classificada, foi fornecida a Janes por uma fonte governamental. O documento mostra ainda que foram rejeitados 56 pedidos de financiamento externo.

Ilyushin Il-78

A Janes foi informado pela primeira vez por uma fonte no Singapore Airshow 2018 que a Força Aérea da Indonésia (Tentara Nasional Indonésia Angkatan Udara: TNI-AU) havia nomeado a GMF AeroAsia, uma subsidiária da transportadora nacional Garuda Indonesia, para assistência com um estudo aprofundado sobre as capacidades de reabastecimento aéreo da Indonésia.

Entre os assuntos que foram explorados no estudo estavam os custos do ciclo de vida, as capacidades locais de manutenção das fuselagens, a compatibilidade dos métodos de reabastecimento com a frota de aeronaves da TNI-AU e a interoperabilidade com os ativos existentes e futuros da TNI-AU.

Boeing KC-46 Pegasus

Como parte de suas descobertas, a TNI-AU e a GMF AeroAsia recomendam que os novos reabastecedores sejam equipados com os métodos de reabastecimento aéreo de mangueira e cesto e de lança, de acordo com a Janes.

Antes do estudo conjunto com a GMF AeroAsia, a TNI-AU realizou seu próprio estudo preliminar comparando o A330 Multi Role Tanker Transport (MRTT) da Airbus, o Boeing KC-46A Pegasus e o Ilyushin Il-78 da Rússia.

Fonte: Jane's

O Show do Osmar Terra e muitas coisas mais

 

Transformação digital possibilitou a economia de R$ 660 milhões em serviços para a sociedade e para o governo, passando conjuntamente por diversos processos de desburocratização