26 de mai. de 2025

Da série: Imigração desenfreada - Polícia francesa atacou e foi forçada a fugir após entrar em uma zona islâmica proibida em Paris

 


23 de mai. de 2025

EUA oferecem recompensa de 10 milhões de dólares por informações sobre Hezbollah na região da Tríplice Fronteira



US State Department

Tradução provida pela Embaixada Americana em Brasília. Texto original abaixo nesta página

O Editor


O programa Rewards for Justice (RFJ) do Departamento de Estado dos Estados Unidos, administrado pelo Serviço de Segurança Diplomática, oferece uma recompensa de até 10 milhões de dólares por informações que levem à interrupção dos mecanismos financeiros da organização terrorista Hezbollah. Como parte dessa oferta, o RFJ está solicitando informações sobre redes financeiras da organização na região da Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai.

Nessa região, financiadores e facilitadores do Hezbollah arrecadam recursos para a organização terrorista por meio de lavagem de dinheiro; tráfico de entorpecentes; contrabando de carvão e petróleo; comércio ilegal de diamantes; contrabando de itens como dinheiro em espécie, cigarros e produtos de luxo; falsificação de documentos; e falsificação de dólares americanos. Além disso, a organização obtém receitas de atividades comerciais em toda a América Latina, incluindo construção civil, importação e exportação de mercadorias e vendas de imóveis.

As recompensas podem ser pagas por informações que resultem na identificação e neutralização de:

Fontes de receita do Hezbollah ou de seus principais canais de facilitação financeira;

Doadores ou facilitadores financeiros da organização;

Instituições financeiras ou casas de câmbio que facilitem transações do Hezbollah;

Empresas ou investimentos pertencentes ou controlados pela organização ou seus facilitadores financeiros;

Empresas de fachada envolvidas na aquisição internacional de tecnologia de dupla utilização em nome do Hezbollah; e

Esquemas criminosos que envolvam membros ou apoiadores e que beneficiem financeiramente a organização.

Mais informações sobre essa oferta de recompensa estão disponíveis em www.rewardsforjustice.net. Qualquer pessoa que tenha informações sobre redes financeiras do Hezbollah na região da fronteira é incentivada a entrar em contato com o programa por meio do Signal, Telegram, WhatsApp no número +1-202-702-7843 ou por nosso canal de denúncias via Tor. Todas as informações serão mantidas em sigilo absoluto.

O Hezbollah é uma organização terrorista sediada no Líbano que recebe armas, treinamento e financiamento do Irã, país designado pelo secretário de Estado, em 1984, como Estado patrocinador do terrorismo. Estima-se que a organização gere aproximadamente um bilhão de dólares por ano, somando o apoio financeiro direto do Irã, negócios e investimentos internacionais, redes de doadores, corrupção e atividades de lavagem de dinheiro.

O Departamento de Estado dos EUA designou o Hezbollah como Organização Terrorista Estrangeira (FTO) em outubro de 1997, pela Lei de Imigração e Nacionalidade, e como Terrorista Global Especialmente Designado (SDGT), em outubro de 2001, sob a Ordem Executiva (E.O.) 13224.

Desde 1984, o programa Rewards for Justice já pagou mais de 250 milhões de dólares a mais de 125 pessoas em todo o mundo cujas informações ajudaram a neutralizar ameaças à segurança nacional dos EUA. Siga-nos no X: https://x.com/rfj_usa.

Comissão aprova acordo sobre serviços aéreos entre Brasil e Israel


Saulo Cruz/Agência Senado

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou nesta quinta-feira (22) o texto de um acordo sobre serviços aéreos entre Brasil e Israel, assinado em Jerusalém em março de 2019. O projeto de decreto legislativo que trata desse acordo, o PDL 465/2022, recebeu parecer favorável do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). Agora o projeto segue para o Plenário do Senado.

O senador Astronauta Marcos Pontes foi
o relator do projeto que trata desse acordo

O acordo disciplina o transporte aéreo de passageiros, de cargas e mala postal, especificando, entre outros pontos, a designação de empresas, rotas, tarifas e segurança. Segundo o texto, cada país concede ao outro direitos para operar serviços aéreos internacionais em determinadas rotas, além de permitir às empresas aéreas designadas alguns direitos, como sobrevoar o território da outra parte sem pousar e fazer escalas no território do outro país para fins não comerciais, entre outros.

— O acordo tem o objetivo de incrementar os laços de amizade, entendimento e cooperação entre Brasil e Israel, que agora passam a contar com um marco legal estável para a operação de serviços aéreos entre seus territórios — disse Pontes.

Fonte: Agência Senado

Escalada marítima: impasse entre Estônia e Rússia intensifica vigilância no Báltico

Green Admire


O recente confronto entre a Estônia e a Rússia no Mar Báltico sinaliza uma escalada nas tensões marítimas na região, destacando a disposição de Moscou em proteger sua “frota sombra” — uma rede de navios utilizados para contornar sanções internacionais.

Em 13 de maio, a Marinha da Estônia tentou interceptar o navio-tanque Jaguar, de bandeira gabonesa, suspeito de transportar petróleo russo em violação às sanções ocidentais. A embarcação recusou-se a cooperar, levando a Estônia a mobilizar helicópteros e aeronaves de vigilância. Em resposta, a Rússia enviou um caça Su-35, que teria violado brevemente o espaço aéreo estoniano, intensificando o impasse.

Dias depois, em 18 de maio, a Rússia deteve brevemente o navio-tanque Green Admire, de propriedade grega e bandeira liberiana, após sua partida do porto de Sillamäe, na Estônia. O navio foi interceptado em águas russas e desviado para a ilha de Gogland. Autoridades estonianas consideraram a ação uma retaliação direta à tentativa de inspeção do Jaguar.


Especialistas veem esses eventos como parte de uma estratégia mais ampla da Rússia para proteger sua frota sombra, essencial para sua economia em tempos de sanções. Sebastian Bruns, do Instituto de Política de Segurança da Universidade de Kiel, afirmou que “a Rússia está mais disposta a usar força militar para proteger sua frota sombra”.

A União Europeia e o Reino Unido responderam com novas sanções, visando navios associados à frota sombra russa. Estônia e Lituânia defendem medidas mais rígidas, incluindo a proibição de entrada desses navios em zonas econômicas exclusivas da UE.

22 de mai. de 2025

"O Acre precisa ser reconhecido como o principal corredor logístico entre o Brasil e o Peru, por meio da BR-364, com destino ao porto de Chancay". Diz Senador Alan Rick


Por Reginaldo Palazzo - Nesta última terça-feira (20), o senador Alan Rick solicitou que o ministro Renan Filho abrace a causa da construção da estrada do Acre ao porto de Chancay, uma estrada com responsabilidade ambiental, preservando nossas florestas sem comprometer o desenvolvimento do povo acreano.

Essa solicitação deu-se durante a audiência na Comissão de Infraestrutura contribuindo assim para chamar a atenção para a importância de se superar entraves ideológicos travestido de questão ambiental.

“O Acre precisa ser reconhecido como o principal corredor logístico entre o Brasil e o Peru, por meio da BR-364, com destino ao porto de Chancay”. Disse o Senador. 

Restam somente 240 km de asfalto, de Cruzeiro do Sul, no Acre, até Pucallpa, no Peru.

Esse pequeno trajeto nos concederia uma vantagem logística reduzindo em até 20 dias o tempo de transporte marítimo, como é feito hoje.

“O futuro logístico do Brasil passa pelo Acre! Precisamos vencer esse bloqueio e garantir a tão necessária integração sul-americana”. Finalizou o senador.

Segundo o vídeo no instagram do senador, o ministro parece estar sensível à causa, mas de antemão disse que tem dúvidas se tem orçamento fiscal para o investimento.

Mas deixou a "porta aberta" para entrarem em um diálogo para viabilização desse recurso.

Brasil foi usado como base para criação de espiões russos, revela investigação


Uma investigação do jornal The New York Times, divulgada nesta quarta-feira (21), revelou que a Rússia utilizou o Brasil como uma “fábrica de espiões”, onde agentes de inteligência russos criavam identidades falsas como cidadãos brasileiros para, posteriormente, se infiltrarem em países como Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.

Segundo a reportagem, esses agentes, conhecidos como “ilegais”, apagavam seus passados russos e construíam novas vidas no Brasil, abrindo empresas, fazendo amizades e mantendo relacionamentos amorosos. Com documentos brasileiros autênticos, incluindo certidões de nascimento e passaportes, eles conseguiam estabelecer identidades verossímeis que lhes permitiam atuar em missões de espionagem no exterior.

A Polícia Federal brasileira, em colaboração com agências de inteligência de países como Estados Unidos, Israel, Holanda e Uruguai, conduziu a “Operação Leste” para desmantelar essa rede de espionagem. A investigação identificou pelo menos nove agentes russos com identidades brasileiras falsas. Um dos casos mais notórios foi o de Sergey Cherkasov, que usava o nome Victor Muller Ferreira e tentou se infiltrar no Tribunal Penal Internacional, na Holanda. Após ser barrado pela imigração holandesa, Cherkasov retornou ao Brasil, onde foi preso por uso de documentos falsos.

O uso do Brasil como base para criação de identidades falsas se deve, em parte, à aceitação internacional do passaporte brasileiro e à diversidade étnica do país, que facilita a integração de estrangeiros sem levantar suspeitas.

A revelação dessa operação levanta preocupações sobre a segurança nacional e a necessidade de reforçar os mecanismos de controle de identidade no Brasil para evitar que o país seja utilizado como plataforma para atividades de espionagem internacional.

Colheita de café especial agita Sítio Paraná e coloca Brasiléia no mapa da qualidade


Por Wanglézio Braga - A colheita do café especial de 2025 já começou na região de Brasiléia, com os primeiros frutos sendo retirados dos 32 mil pés do Sítio Paraná, localizado no km 59 da BR-317. A propriedade, que investe em cafés clonais, inicia o trabalho com uma equipe de cinco pessoas e mira alto: a expectativa é colher cerca de 400 sacas nos 10 hectares plantados.

O produtor Silva conta que a experiência tem sido um aprendizado constante. “Já mexíamos com café, mas o especial, clonal, é outro universo. A gente vem aprendendo no dia a dia. Já tivemos boas colocações em concursos e isso motiva ainda mais”, afirmou, lembrando que no ano passado a produção foi vendida para a Três Corações, uma das maiores torrefadoras do país, com destino a Minas Gerais.

Com resultados concretos e mercado garantido, o exemplo do Sítio Paraná reforça o potencial do Acre para se destacar na produção de cafés de alta qualidade. A escolha por cultivares clonais e manejo adequado tem elevado a produtividade e, principalmente, o valor agregado do grão.

Projeto regulamenta uso de drones por órgãos de segurança pública e forças armadas

Proposta está em análise na Câmara dos Deputados

Zeca Ribeiro


O Projeto de Lei Complementar 36/25 define regras para o uso de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs) ou drones em operações de órgãos de segurança pública e das Forças Armadas. As normas não se aplicam a equipamentos totalmente autônomos, que não requerem intervenção humana após o início do voo.

Pelo texto, que está em análise na Câmara dos Deputados, o governo federal deverá editar regulamento para classificar os equipamentos, considerando a função, o poder de fogo e outros critérios relevantes.

A proposta estabelece que os drones poderão ser utilizados em:


operações policiais;

patrulhamento;

manutenção da ordem pública;

policiamento em diferentes áreas (marítima, aeroportuária, fronteiras);

combate ao tráfico de drogas e armas;

reconhecimento de locais de crime;

investigações criminais;

cumprimento de mandados;

perícia;

perseguições policiais;

busca e salvamento; entre outras atividades.

Em todos os casos, o uso deverá preservar a integridade física, a intimidade e a privacidade das pessoas.

O projeto prevê que o uso de veículos aéreos não tripulados depende de documentos como: certidão de cadastro, certificado de aeronavegabilidade e licenças dos operadores.

"A utilidade militar e securitária dos drones é inegável. Na área de defesa, podem ser empregados em missões de observação aérea, inteligência, reconhecimento, mapeamento e ataque", diz o autor da proposta, deputado Sargento Portugal (Pode-RJ). "Do ponto de vista policial, o uso inclui o apoio ao cumprimento de mandados de busca e apreensão, observação de regiões arriscadas, monitoramento de tumultos, fiscalização ambiental e das fronteiras, entre outros", acrescenta.


Armamento letal

O texto permite que os drones sejam equipados com armamento letal ou instrumentos de menor potencial ofensivo em algumas operações, desde que envolva casos de legitima defesa ou o objetivo seja neutralizar instrumentos usados na prática do crime.

As ações de neutralização dependem de autorização judicial e devem utilizar, preferencialmente, medidas que interfiram nos sistemas cibernéticos ou de comunicação do alvo.

Sobrevoos em áreas de segurança, como refinarias, as plataformas de exploração de petróleo, estabelecimentos prisionais, complexos militares, aeroportos e sedes de governos, dependerão de autorização prévia do responsável pela área.


Próximas etapas

A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para discussão e votação no Plenário.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Existem 57 países de maioria muçulmana, e nenhum deles acolheu refugiados palestinos. Já se perguntou por quê?

 

21 de mai. de 2025

Tarauacá será beneficiada com R$ 342,4 mil para ações de Proteção e Defesa Civil


Por José Gomes - O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional autorizou o repasse de R$ 342.415,00 ao município de Tarauacá (AC) para a execução de ações emergenciais de Defesa Civil. A decisão foi oficializada por meio da Portaria nº 1.395, publicada no Diário Oficial da União em 14 de maio de 2025.

Os recursos foram disponibilizados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, com base na natureza emergencial das ações previstas e na solicitação do município. O montante será transferido na modalidade de Transferência Obrigatória, conforme a legislação vigente.

A portaria foi assinada por Wolnei Wolff Barreiros, atual secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, e já está em vigor.

Contexto da medida

Tarauacá é um dos municípios mais afetados por eventos climáticos extremos no estado do Acre, especialmente durante o período chuvoso. A liberação dos recursos busca fortalecer a capacidade de resposta e prevenção frente a essas ocorrências, garantindo mais segurança à população.

Neste ano, o município enfrentou duas enchentes, o que levou o prefeito Rodrigo Damasceno a decretar estado de emergência através do Decreto nº 056, de 16 de março de 2025. Em resposta à situação, o Diretor Municipal de Defesa Civil solicitou apoio financeiro ao governo federal, resultando na liberação dos recursos.

O diretor da Defesa Civil municipal, Leandro Simões, destacou a importância do repasse: "Esse apoio federal é fundamental para reforçarmos a capacidade de resposta do município em momentos de crise e garantirmos mais segurança para a nossa população."


Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Tarauacá.

Mais de 30 carretas percorrerão o Estado de São Paulo oferecendo mais de 46 cursos profissionalizantes

O  objetivo é promover o empreendedorismo.

 

Macron, o dissimulado antiquado, retorna ao século XIX e ataca novamente ao estilo “Farms here, forests there”

Champagne  lá prisões aqui

"Quartier - Disciplinaire", St. Laurent. 1954

Opinião/Reginaldo Palazzo – Com a falta de vergonha na cara que lhe é peculiar, o “presidente ambientalista” Mané M‘i’cron para os íntimos, dá mais um tapa na cara dos enganados jovens que votam nele.

A França anuncia a construção de um presídio na Guiana Francesa na cidade de Saint-Laurent-du-Maroni.


O Martinière, um navio-prisão
usado para a deportação da França
para a Guiana Francesa

Não é novidade 

Essa pouca vergonha próxima a linha do equador não é novidade.

Em 1880 já existia um presídio (comuna prisional), que foi fechada em 1946.



Direitos humanos

Não vou nem falar do fato em si que é notório, só atentar para o fato de que a composição étnica da cidade é de quilombolas!

Fico imaginando ele saboreando um delicioso foie gras com geleia de uva e rindo da cara dos “novinhos” que insistem em cair na teia maquiavélica de seus instintos, e continuam votando nele.

Teia é que não falta há décadas para políticos entreguistas ajudarem esses dissimulados a engessarem o Brasil.

Foi o caso daquela panela de pressão do fazendas aqui floresta lá, que explodiu justamente na época da criação do tal Código Florestal. 

Lembram? Aquela parafernália de papel não reciclado mais rígida de todos os tempos com alvo no maior país agrícola em crescimento do mundo.

Apoiado obviamente pelo tal do “ocidente”.

Tudo pra aumentar o faturamento dos brothers entre 190 e 260 bilhões de dólares até 2030.

A contabilidade é simples a nossa vantagem é a preservação dos outros. 

E ainda tem gente que quer virar fígado de pato.

A pergunta que não quer calar para os eleitores ambientais de Macron:

Quanto de floresta ele vai derrubar para construir um presídio de 400 milhões de euros!!! Quase 2,5 bilhões de reais?

Eu realmente não quero ter a resposta de vocês nas próximas eleições.

Ah Parri Parri! A ilha do diabo é logo ali!

Continua cheirando mal, e ainda tem francês que tem a petulância de falar mal de Tarauacá.

Senado aprova fim da reeleição para prefeitos, governadores e presidente; confira novo calendário

Aprovação agora depende de votação em plenário para ir à Câmara dos Deputados; no Acre, senador Márcio Bittar é a favor das mudanças; veja quais serão

O novo texto propõe mandato de cinco anos para prefeito, vereador, senador, governador e presidente e unifica as eleições em 2034/Foto: Reprodução


Tião Maia - A Comissão de Constituição e Justiça do Senado CJ do Senado aprovou, nesta quarta-feira (21), a Pec (Proposta de Emenda Constitucional) que trata do fim da reeleição para cargos no âmbito do Poder Executivo (prefeitos, governadores e presidente da República). O novo texto propõe mandato de cinco anos para prefeito, vereador, senador, governador e presidente e unifica as eleições em 2034.

Depois de diversas alterações no texto e alguns adiamentos, a PEC foi aprovada de forma simbólica. A matéria vai ao plenário do Senado e, caso seja aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

O texto do fim da reeleição, relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), ganhou força no Senado ainda na gestão do ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Senadores de diferentes espectros apoiam a medida. O relator afirma que o Brasil precisa “corrigir um erro” que foi cometido ao autorizar a reeleição. No Acre, o senador Márcio Bittar (UB) é um dos militantes a favor do fim da reeleição.

De acordo coma proposta aprovada, prefeitos eleitos em 2024, o presidente da República e os governadores eleitos em 2026 poderão se candidatar à reeleição na eleição seguinte se estiverem em um primeiro mandato. Já prefeitos eleitos pela primeira vez em 2028, o presidente e os governadores eleitos em 2030 pela primeira vez não terão direito à reeleição. Se a proposta avançar, o Brasil deixará de ter eleição a cada dois anos e passará a ter um pleito para todos os cargos a cada cinco anos.

Em 2034, a eleição passa a ser para todos os cargos, e o mandato de vereadores, prefeitos, deputados federais e estaduais, senadores, governadores e presidente passa a ser de cinco anos. Inicialmente, o mandato de senadores seria de 10 anos, mas, na discussão desta quarta, o relator diminuiu o tempo de mandato para cinco anos.

Para que as eleições sejam unificadas, houve também a necessidade de fazer uma transição do período dos mandatos de diferentes cargos nas próximas eleições.


Como fica o calendário eleitoral com a PEC?


2026:

presidente e governadores – podem concorrer à reeleição; e

senadores – disputam pela última vez um mandato de oito anos.

2028:

prefeitos – concorrem para um mandato de seis anos, e os novos prefeitos eleitos não vão poder tentar a reeleição; e

vereadores – concorrem para um mandato de seis anos.

2030:

presidente e governadores – os eleitos não podem mais concorrer à reeleição; já os que estiverem sido eleitos em 2026 para um primeiro mandato poderão tentar a reeleição; e

senadores – concorrem para mandato de nove anos.

2034:

unificação da eleição de todos os cargos;

fim da reeleição para o Executivo; e

início da disputa por mandatos de cinco anos para todos os cargos.

Tarauacá ganhará parque urbano e escola rural com recursos garantidos pelo senador Alan Rick


Assessoria - O município de Tarauacá recebeu, esta semana, dois novos repasses garantidos pelo senador Alan Rick (União Brasil/AC), que vão beneficiar diretamente as áreas de infraestrutura urbana e educação do município. O montante de quase R$ 1,2 milhão já está na conta da Prefeitura. 

A primeira liberação ocorreu na segunda-feira, no valor de R$ 960 mil, referente à emenda destinada para a construção da primeira etapa do Parque do Bairro Copacabana. Fase em que serão construídos uma praça, a pista de caminhada, quiosque e áreas de convivência, oferecendo mais qualidade de vida, lazer e segurança para a comunidade. A segunda etapa do projeto, que já tem R$ 1,6 milhão em emenda garantida, prevê a construção de uma quadra de grama sintética coberta, com banheiros e vestiários.

Segundo a Secretaria de Planejamento do município, a prefeitura já entrou em contato com a empresa para assinatura do contrato e, na sequência, da ordem de serviço para o início das obras. 

Já nesta terça-feira (20), foi pago o valor de R$ 208 mil para a continuidade das obras da Escola Eduardo dos Santos Morais, localizada na comunidade do Socó, na zona rural. A unidade, que terá seis salas de aula, está orçada em R$ 1.278.892,74 e já teve mais de R$ 913 mil liberados, recursos viabilizados pelo senador junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Sobre essa obra, a Secretaria de Planejamento de Tarauacá informou que ela já está com cerca de 90% de execução. Com a nova liberação de recursos, a expectativa é finalizar a construção e entregar a escola à comunidade.

“O nosso mandato trabalha para garantir investimentos concretos que transformem a vida das pessoas. Já já essas obras vão sair do papel e trarão mais qualidade de vida, educação e dignidade, tanto para quem vive na cidade quanto na zona rural de Tarauacá”, destacou o senador Alan Rick.

Somando os mandatos de deputado federal e agora como senador, Alan Rick já destinou R$ 23,7 milhões em emendas parlamentares para o município.

Funcionário da GOLLOG é detido após quase 100 kg de maconha flagrados em operação no Aeroporto de Manaus


     Imagem gerada por IA
                    

Juliano Gianotto - Um colaborador da empresa de logística da GOL Linhas Aéreas, a GOLLOG, foi detido em flagrante no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, no Amazonas, após uma carga contendo 97 quilos de maconha do tipo skunk ser apreendida na noite da última segunda-feira (19). A identidade do suspeito não foi divulgada pelas autoridades.

A apreensão foi resultado de uma ação conjunta entre a Receita Federal e a equipe K9, especializada no uso de cães farejadores para identificação de substâncias ilícitas. Durante uma análise de rotina, foi localizada uma caixa com 90 tabletes da droga. O material tinha como destino final o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, conforme noticiou o g1.

O suspeito, junto com a carga, foi encaminhado à custódia da Polícia Federal, responsável pela condução das investigações. Segundo a Receita Federal, esta é a quinta remessa considerada suspeita movimentada pelo funcionário ao longo de 2025.a

O órgão ressaltou que o trabalho de fiscalização da Alfândega no Aeroporto de Manaus visa coibir o trânsito de mercadorias ilegais que possam causar danos à saúde pública e ao meio ambiente. Além disso, a atuação busca combater práticas criminosas que afetam a economia, como a sonegação de impostos, a concorrência desleal e a geração de desemprego.

A colheita mais nobre do agricultor José, de Tarauacá: A educação que formou sua filha


Por Wanglézio Braga - José Rodrigues conhece o peso da enxada, o cheiro da terra molhada e a alegria simples do açaí colhido no tempo certo. Aos 54 anos, ele nunca imaginou que a roça em Tarauacá um dia renderia um fruto tão digno: uma filha formada em Perícia Criminal. Entre um frete e outro, entre uma negociação de baldes de açaí, ele alimentava em silêncio o sonho que brotava no olhar curioso de Maria Jeniffer, sua única filha mulher.

Ela cresceu vendo a luta dos pais para garantir comida e dignidade. Quando decidiu que queria estudar, o pai não hesitou, nem a mãe, dona Edna Rodrigues. “É diferente da nossa vida, mas a gente apoia”, disse ele, com aquela firmeza de quem planta sabendo que a colheita, mais cedo ou mais tarde, vem. Maria estudou, lutou, venceu. E mesmo sem a presença física dos pais na cerimônia de formatura seu José se fez presente na força que ela carregava no coração.

Legenda: Jeniffer é ovacionada na entrada da cerimônia

Em Rio Branco, enquanto a jovem recebia aplausos e ouvia seu nome ecoar como a única mulher a se formar naquela turma, do interior, seu José vendia mais um litro de açaí. E sorria. Porque, para ele, cada saco de polpa vendido, cada hora de frete, foi um tijolo para aquele diploma. Ele não sabia falar de perícia ou termos técnicos, mas sabia, como todo agricultor, que sem suor não há colheita. E aquela, ali, era a mais doce de todas.

Maria, hoje, trabalha no administrativo da Associação dos Produtores Rurais de Tarauacá (ASPRT), ajudando outros produtores, pecuaristas e agricultores, com sua simpatia e competência. Não esqueceu de onde veio. E talvez esse seja o maior diploma que ela carrega: o de ser filha de um homem simples, de uma mãe batalhadora, que acreditou na educação como caminho para mudar destinos. E mudou.

Legenda: Maria Jeniffer foi a única formanda de Tarauacá no curso

Quem conhece a família afirma que a história da jovem tem sido vista como um exemplo de superação e inspiração para muitos do interior que sonham com uma carreira profissional. Maria Jeniffer é a única da família a conquistar o diploma de ensino superior.

“Ela tomou a iniciativa, e nós só apoiamos. É uma profissão bem diferente da minha, mas a educação é um bem importante para qualquer ser humano”, disse o pai, emocionado. Agora, a expectativa da família é a aprovação da jovem em um concurso público para seguir carreira na área em que se formou.

Legenda: José não foi à formatura, mas plantou para a filha cada passo até o palco

No fim das contas, entre plantios e comercializações, seu José colheu um título que não cabe em moldura, nem precisa de reconhecimento público. Ele colheu o orgulho de ver a filha receber o canudo de formatura. “Nós temos muito, muito orgulho dela. Minha família é um presente divino”, concluiu.

20 de mai. de 2025

Da série: Povo desenvolvido é povo limpo - 20/05/2025

Síria de 18 anos, Ryan al Najjar, foi amarrada com fita e afogada em uma vala na Holanda por seu pai e irmãos por ser muito "ocidentalizada"

 

19 de mai. de 2025

A bicicleta do 'Dr. Thomé', um patrimônio preservado da história tarauacaense

Quando a esperança vinha sobre duas rodas



Por Reginaldo Palazzo – Tarauacaenses antigos contam diversas histórias sobre o ‘Dr. Thomé’, como era chamado o médico irlandês, Thomas Henry Geddis, que atravessou o oceano e mais 4.400 Kms para atender durante 18 anos como único médico e um número de enfermeiras que se podia contar em uma das mãos, na maior das abnegações, e porque não dizer puro altruísmo, a população de Tarauacá, município equidistante 400 Km da capital Rio Branco no Acre.

Doutor Thomé usava em suas visitas domiciliares, uma pequena bicicleta aro 16” que trouxe da Irlanda, a mesma bicicleta que usava para ir trabalhar rotineiramente, hoje essa bicicleta é de propriedade do Bolinha, como é conhecido aqui em Tarauacá o empresário do ramo ciclístico.


É uma bicicleta da marca Raleigh Nottingham, fabricante inglesa de bicicletas desde 1880, portanto lá se vão quase 150 anos.

Essa bicicleta é provavelmente dos anos 70 conforme uma breve pesquisa.

Imagina como ela deve ter aguçado a curiosidade do tarauacaense à época, por ter 3 marchas e farol com fonte proveniente de um dínamo na roda dianteira.

Detalhe do dínamo acoplado à roda


É fácil imaginar o quanto era difícil atuar como médico em idos tempos com ruas precárias de Tarauacá, onde asfalto era apenas uma palavra no dicionário, um sonho.

Quantas enfermidades curadas com ela? Quantas vidas salvas? Quantos partos?

Um patrimônio preservado na terra do abacaxi gigante.

O empresário Bolinha em cima da bicicleta
dá ao leitor uma ideia da proporção do seu tamanho

Sua primeira esposa já falecida, Ethel Muriel Gedis, empresta o nome para a maternidade no município.


Acima o logotipo da fabricante em uma melhor resolução


Nota do Blog: Em breve uma matéria especial sobre esse médico que tanto ajudou a população tarauacaense.

Como funcionaria o protecionismo nos EUA? Olhe para o Brasil, o país das barreiras comerciais

Enquanto pesadas tarifas de importação protegem empregos, elas também elevam preços e contribuem para a ineficiência da indústria

             Por The Wall Street Journal


O iPhone é montado no Brasil, a maioria dos carros que circulam pelas ruas brasileiras sai de fábricas locais, e os grandes empregadores são gigantes nascidos aqui.

Mas uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot custa US$ 110 (R$ 645). Uma caixa de saquinhos de chá britânico PG Tips, US$ 53 (R$ 310). Maple syrup? US$ 35 (R$ 205).

Tudo isso faz parte de uma economia que aplica algumas das tarifas de importação mais altas do mundo e ergue uma série de outras barreiras comerciais. O Brasil oferece um vislumbre de um sistema econômico semelhante à visão de Donald Trump: a de impor as tarifas elevadas a quase todos os países.

A política protecionista do Brasil, que remonta à Segunda Guerra Mundial, manteve empregos, mas também encareceu os produtos para os consumidores e, segundo economistas, sufocou a concorrência e a inovação.

‘A agenda em discussão hoje é do Brasil velho’, diz Marcos Lisboa

A estratégia pouco fez para impulsionar a produção industrial do Brasil. Pelo contrário, reduziu a produtividade e levou a alguns escândalos notórios de formação de cartel para determinar preços. A indústria representava 36% do PIB em 1985; hoje responde por 14%, o pior exemplo de “desindustrialização prematura” do mundo, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, com sede em São Paulo.

“As ideias de Trump sobre como fortalecer a indústria dos EUA são semelhantes ao que pensávamos na América Latina logo após a Segunda Guerra Mundial”, diz Maílson da Nóbrega, que foi Ministro da Fazenda no fim dos anos 1980 . “A ideia era a que tarifas protecionistas fortaleceriam a indústria doméstica, se espalhando para serviços e agricultura, e enriqueceriam o país. Bem, não funcionou.”

Crescendo pouco mais de 2% ao ano, em média, nas últimas duas décadas, o Brasil nunca se tornou a potência econômica que seus líderes imaginaram, limitando sua influência no cenário global.

Economistas afirmam que as empresas precisam elevar a produtividade para reforçar a produção industrial — o que se consegue ao aumentar a competitividade e baratear cadeias de suprimentos por meio do comércio, em vez de isolar o mercado. A produtividade do trabalho no Brasil é cerca de um quarto da dos EUA, de acordo com o Our World in Data, banco de dados da Universidade de Oxford.

A economia dos EUA também tem suas ineficiências, mas nada que se compare ao caso do Brasil. As empresas americanas geralmente se beneficiam de uma infraestrutura melhor, menos burocracia e um sistema tributário mais simples.

Disputas fiscais no Brasil, que valem bilhões de dólares e se arrastam por anos, podem quebrar uma companhia, segundo advogados e pesquisadores — é parte do chamado “Custo Brasil”, o alto preço de fazer negócios no país. Tanto que aquele iPhone 16 fabricado no Brasil custa quase o dobro do modelo chinês vendido nos EUA por US$ 799 (R$ 4.700). [Nota: só os modelos básicos do aparelho são feitos por aqui, na fábrica da Taiwanesa Foxconn, em Jundiaí (SP); as versões Pro e Pro Max vêm da China]

No Brasil, o comércio responde por apenas 18% do PIB, bem abaixo dos 35% da outra grande economia da América Latina, o México. Nos EUA, o comércio equivale a 25% do PIB.

A tarifa média de importação do Brasil é de 11,2%, mostrou um relatório recente do Escritório do Representante de Comércio dos EUA, e chega a 35% em muitos casos. Cotas de importação, exigências de licenças complexas e procedimentos aduaneiros lentos e burocráticos são outras barreiras.

O vasto mercado interno já provou ser bênção e maldição. O Brasil recorreu ao consumo doméstico em crises externas, dos choques do petróleo nos anos 1970 à crise financeira de 2008‑09. Mas também criou complacência e protecionismo em tempos prósperos, tornando os produtos mais caros para os consumidores.

“Eles nunca sentiram a pressão competitiva para inovar, reduzir custos e encontrar uma forma de sobreviver em um mercado competitivo”, diz Alberto Ramos, chefe de pesquisa econômica da América Latina no Goldman Sachs.

Brasileiros que podem pagar por produtos importados normalmente desembolsam várias vezes o preço que pagariam nos EUA. A diferença de valores é tão grande que os ricos do país passam boa parte das férias no exterior fazendo compras.

O Brasil abraçou o protecionismo pela primeira vez na década de 1930, sob o presidente Getúlio Vargas, que assumiu o poder e instaurou uma longa ditadura.

Como outros países latino-americanos, o Brasil adotou uma estratégia de substituição de importações para estimular a manufatura local e reduzir a dependência de produtos estrangeiros, elevando tarifas e impondo outras barreiras.

As tarifas, porém, trouxeram alguns benefícios.

Grande parte do Brasil moderno foi construída com o apoio de políticas protecionistas, que fomentaram as chamadas indústrias nascentes, as quais teriam sido esmagadas pela concorrência estrangeira. A mineradora Vale e a fabricante de aviões Embraer — outrora estatais protegidas por subsídios — tornaram-se hoje empresas privadas de sucesso e líderes globais em seus setores.

O problema, porém, é que o Brasil continuou a sustentar indústrias pouco competitivas muito além de sua fase inicial, injetando dinheiro público na fabricação de automóveis e em estaleiros em dificuldades, por exemplo. O país não definiu prazos para esses apoios nem o vinculou a metas de exportação, como alguns países asiáticos fizeram.

Em uma viagem recente ao Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as políticas comerciais de Trump, dizendo: “Precisamos superar o protecionismo e garantir que o livre‑comércio possa crescer.”

Mas seu Partido dos Trabalhadores, de esquerda, defende o protecionismo há décadas, revertendo parte do progresso obtido na abertura da economia nos anos 1990.

“É um pouco hipócrita”, disse Lucas Ferraz, ex‑secretário de comércio exterior do Ministério da Economia do Brasil. “Eles adotaram exatamente o modelo que Trump tem em mente.”

Traduzido do inglês por InvestNews