23 de set. de 2025

Relator do projeto da doação de alimentos, Alan Rick é homenageado em evento da ABRAS


Assessoria - O senador Alan Rick foi um dos homenageados no Jantar do Poder – Edição Magna, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), durante a ABRAS’25 Food Retail Future. O encontro reuniu as principais lideranças do varejo alimentar do país e contou com autoridades como o vice-presidente Geraldo Alckmin que participou por videoconferência (o avião não pousou devido o mau tempo em Campinas), além de deputados e os senadores Alan Rick e Efraim Filho.

Em seu discurso, Alan Rick destacou a aprovação do Projeto de Lei nº 2.874/2019, de sua relatoria, que institui a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos (PNCPDA). A nova legislação estabelece regras claras para a doação de alimentos, garante segurança jurídica aos doadores e cria mecanismos de incentivo, como benefícios fiscais e o Selo Doador de Alimentos.

O senador ressaltou que a medida era urgente, já que a falta de segurança jurídica levava muitas empresas a descartar alimentos, próprios para o consumo, para evitar  tributação, em vez de doá-los. “O país que alimenta o mundo ainda convive com milhões de famintos. Trabalhamos para transformar o desperdício em dignidade, criando condições para que supermercados e empresas possam doar sem medo de penalidades ou insegurança jurídica” .

Alan Rick também reconheceu a importância do setor supermercadista, que representa mais de R$ 1 trilhão do PIB e emprega cerca de 9 milhões de brasileiros, chamando-o de “vitrine da modernidade e da força produtiva do país” .

Ao encerrar, enfatizou que a sanção da lei é “apenas o começo”, defendendo que o Brasil precisa unir tecnologia, eficiência e justiça social:

“Esperamos que este seja um marco para muitas outras vitórias contra a fome. O Brasil que queremos é o da tecnologia no campo, da eficiência no varejo, mas, acima de tudo, da justiça social na mesa do trabalhador.”

Notas Estratégicas BR – Militarização do Arquipélago de Fernando de Noronha


                  Nelson During

                  Editor-Chefe DefesaNet


A Militarização do Arquipélago de Fernando de Noronha


A Marinha do Brasil precisa ocupar militarmente Fernando de Noronha, ou corre risco de perder sua estratégica posição avançada no Atlântico Sul. Uma Estação Aeronaval capaz de lançar caças de ataque naval e drones de reconhecimento e vigilância precisa ser instalada com urgência na ilha. Essa deveria ser a primeira prioridade da Marinha do Brasil, a frente de qualquer outra. Trata-se de assunto de importância estratégica e de Segurança Nacional.


Cabe uma pergunta. O feroz lobby ambientalista permitirá?

Anteriormente publicamos uma matéria que foi considerada como ficção. Porém a ficção poderá tornar-se realidade em futuro próximo.


Não falta dinheiro 1.

Diferente do que foi anunciado pelo Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica em audiência pública no Senado, a FAB lançou um aviso de inexigibilidade para aquisição de 11 células usadas de helicópteros UH-60L Blackhawk, e a modernização de um total de 24 aeronaves.

O contrato, sem licitação, deverá ser feito com uma empresa dos Estados Unidos. A modernização está sendo bastante criticada por diversos setores tanto da caserna quanto da indústria por desprezar critérios como: alinhamento político, participação da Base Industrial de Defesa, e a instalação de sistemas eletrônicos civis. Com a instalação de um glass cockpit Garmin as aeronaves só poderão executar missões de caráter civil, conhecidas como atividades subsidiárias, não sendo possível integrar nenhum tipo de armamento.

Segundo as mesmas fontes, diversas empresas americanas poderiam executar o mesmo serviço, não havendo necessidade de um processo de inexibilidade.  Essas mesmas fontes afirmam que a melhor solução seria comprar um pacote de aeronaves e de modernização via Foreign Military Sales, que seria mais econômica e com mais transparência.


Não falta dinheiro 2.

A FAB estaria discutindo a compra de caças usados suecos Gripen C/D, após investir vários bilhões de Reais no desenvolvimento do Gripen E/F.  Os Gripen C/D não cumpriam os requisitos básicos do F-X1, há mais de 20 anos, por isso a versão E/F foi oferecida pela SAAB no F-X2.

Segundo fontes da própria FAB, e sua aquisição poderá prejudicar o futuro dos novos Gripen cujo desenvolvimento foi inteiramente financiado pelo contribuinte brasileiro.  Comprar aviões usados, no final do seu ciclo de vida, cuja produção foi feita em pequena quantidade será um pesadelo logístico pior que o AMX. Parece que a FAB não aprendeu com seus próprios erros. Como disse uma fonte da FAB, a responsabilidade pela tomada de decisão recai ao Comandante da Aeronáutica, ao Chefe do Estado-Maior e ao Comandante Geral de Apoio (COMGAP).


Ainda mais dinheiro?

Lula quer verba suplementar para apoiar o que seriam os três principais projetos das FFAA:

– SISFRON, que nunca trouxe qualquer benefício operacional para a Força Terrestre ou para a sociedade brasileira. Apelidado pelos próprios militares de Linha Maginot Tecnológica do Brasil;

– ⁠Gripen, que na sua versão E/F é uma excelente aeronave, mas um projeto que enfrenta sérios desafios;

– ⁠Submarino Nuclear, cujo projeto está literalmente afundando com a própria Marinha.

Não existem mais outras necessidades operacionais nas Forças Armadas? Se são essas as necessidades, vamos resumir a FAB em apenas 1 Grupo de Defesa Aérea, a MB a uma única Força de Submarinos e o EB, dissolver definitivamente as Armas Base e ficar sob o “comando e controle” das Comunicações.


Cascavel modernizado

Nos grupos de WhatsApp do Exército se tornou assunto da semana o processo de modernização das VBR Cascavel. Comentários chamando o projeto de gambiarra ou sem sentido, ou até de SISFRON móvel. O Exército planeja investir mais de um bilhão de reais na modernização de 98 veículos produzidos há 50 anos pela extinta Engesa.

Segundo fontes da própria caserna, o consórcio vencedor da licitação não consegue comprar nem os motores para continuar a modernização. Segundo as mesmas fontes, o resultado final da modernização não tem qualquer viabilidade operacional e técnica e deverá representar um pesadelo logístico. O EB deveria canalizar esses recursos para uma nova e moderna família de blindados sobre lagarta para substituir as frotas de Leopard e os M113, ou aumentar a quantidade de Centauro 2.


Protótipo Viatura Blindada Cascavel NG – Foto AKAER


Quem quer fazer negócio com o Brasil?

Empresas estrangeiras ameaçam desistir de fazer negócios com o Brasil. O motivo seria a enorme burocracia, arrogância, desinteresse dos militares e a falta de orçamento que atrapalham a concretização dos negócios. Enquanto isso, o mundo está em guerra e o que não falta são clientes que encomendam e pagam no ato.

Vale a pena ver de novo ou a novela dos caças tampão na FAB

Desde os anos 2000, a FAB adquiriu três lotes de caças tampão:

Entre 2005 e 2006 comprou da África do Sul um lote de 14 caças Impala Mk2, o Xavante produzido naquele país, que já foram desativados.

Entre 2005 e 2008 comprou 12 caças Mirage 2000 da França, que também já foram desativados, embora tenha sido a melhor aquisição feita nos últimos anos.

Em 2009 comprou 11 células de caças F-5 da Jordânia. As versões F (biplace) foram modernizadas, e parte delas se transformou em monumento.

Em 2025 a FAB negocia um lote de 12 caças Gripen C/D com a Suécia. Produzidas nos anos 80/90 as células possuem mais de 30 anos. Por quantos anos eles vão voar antes de serem colocados em pilares para enfeitar alguma praça pública ou museu?


Visto com preocupação

A análise de Defesanet publicada nesta semana se tornou viral nos círculos castrenses. Militares estão preocupados e fazem mea culpa já que possuem responsabilidade no problema.


O inimigo mais temido pelos militares.

Não são ICBMs, caças F35, porta-aviões ou submarinos nucleares. Nada assusta mais um militar brasileiro do que colocar seu Cadastro de Pessoa Física ou o CPF em um contrato. Alguns passam o comando, outros deixam de usar o recurso disponível. É por isso que as Forças Armadas agora só querem negócios G2G (CovToGov). Enquanto isso a guerra continua e os quartéis do Brasil ficam sem meios e  munição.


De olho na China

Fontes diplomáticas afirmam que o Brasil está negociando a aquisição via G2G de drones e material de defesa da China.


Sem visto

Fontes diplomáticas disseram que os Ordenadores de Despesa que assinarem contratos com empresas de Defesa da China poderão perder o Visto Americano, com a medida sendo extensiva as suas famílias. Mais uma intimidação dos EUA quando o Governo Brasileiro busca uma aproximação com a indústria militar chinesa.

22 de set. de 2025

Programação da VI Tarauacá Rural Show - Evento ocorre de 25 à 28 de setembro




 

EOS apresenta ‘Apollo’, seu canhão laser de alta energia para defesa contra drones


A australiana Electro Optic Systems (EOS) revelou oficialmente o nome de sua arma a laser de alta energia de 100 kW: “Apollo”, sistema concebido para neutralizar ameaças aéreas – especialmente drones – “à velocidade da luz”. O anúncio ocorre um mês após a empresa conquistar o primeiro contrato de exportação mundial para um laser desta classe, firmado com um país-membro da OTAN na Europa, e antecedeu a feira internacional de defesa DSEI UK 2025, em Londres.

O nome Apollo simboliza “luz, visão e proteção”, atributos que, segundo a EOS, refletem o papel do sistema em oferecer uma nova camada de defesa antiaérea. O canhão laser é escalável para 150 kW, capaz de cobertura 360°, incluindo engajamentos verticais, e pode realizar tiros ilimitados quando conectado a energia externa, além de mais de 200 disparos armazenados em modo isolado.

Projetado para destruir drones dos Grupos 1 a 3 e interferir em sensores de longo alcance, o Apollo pode ser empregado como sistema autônomo ou integrado a defesas em camadas, combinando-se a armamentos cinéticos, como o sistema de armas remoto Slinger, e defesas baseadas em mísseis. Ele também se conecta a sistemas de comando e controle da OTAN já em operação.

Segundo o CEO do grupo EOS, Dr. Andreas Schwer, a empresa investiu anos no desenvolvimento para atender à demanda urgente por defesas contra enxames de drones, com um sistema livre de restrições ITAR, pronto para ser adotado, customizado e mantido por parceiros internacionais.

Plantio da soja liberada no Acre: chega ao fim o período de combate à ferrugem asiática


Por Wanglézio Braga - Neste sábado (20) chega ao fim o vazio sanitário da soja em todo o Acre. O período, que proíbe o plantio e a manutenção de plantas vivas da cultura, é uma medida obrigatória para combater a ferrugem asiática, considerada a doença mais grave da sojicultura, responsável por grandes perdas de produtividade no Brasil e no mundo.

A partir deste domingo, 21 de setembro, os produtores estão autorizados a retomar a semeadura da soja. A expectativa é de que a safra deste ano seja mais eficiente, já que o vazio sanitário reduz a sobrevivência do fungo que causa a doença, diminuindo os riscos de infestação logo no início do ciclo produtivo.

Durante os meses de vazio, técnicos da área de agricultura reforçaram a importância de respeitar a medida, que garante a sustentabilidade da produção. O controle da ferrugem asiática depende dessa estratégia coletiva, já que uma única lavoura em desacordo pode comprometer áreas inteiras de plantio.

“Essas medidas são importantes para interromper a chamada ponte verde entre as safras, que é justamente o que permite a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática da soja no período de entressafra”, destaca Tiago Pereira, assessor técnico da CNA.

Agora, com a liberação, o clima de preparação toma conta das propriedades rurais. Em Porto Acre, Senador Guiomard, Rio Branco e Capixaba as máquinas já estão a postos e sementes armazenadas aguardam o início do plantio. Para muitos agricultores, começa um novo ciclo de esperança, trabalho e expectativa de bons resultados na safra 2025/2026.

9 de set. de 2025

Guyana: Funcionários dos Departamentos de Estado e da Guerra visitam o país para fortalecer e expandir a parceria estratégica


Altos funcionários dos Departamentos de Estado e da Guerra visitaram a Guiana para fortalecer e expandir a parceria estratégica do país com os Estados Unidos. A Secretária Adjunta de Estado Barbara Feinstein (Assuntos do Caribe e Haiti) e o Secretário Adjunto da Guerra Joseph Humire (Assuntos do Hemisfério Ocidental) compareceram à posse e se encontraram com líderes guianenses, e o Secretário Adjunto da Guerra, Humire, se encontrou com Sua Excelência, o Presidente Ali.

A parceria EUA-Guiana remonta a 1966, e estamos ansiosos para fortalecer nossa cooperação em segurança e defesa para promover a paz na região e apoiar a integridade territorial da Guiana.


Crédito da foto: Gabinete do Presidente e GDF


Com tarifaço dos EUA, Acre não exporta nada em agosto e lidera perdas no Brasil

Por Marcela Jansen, do Correio Online


O primeiro mês de vigência do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump trouxe um impacto imediato nas exportações brasileiras. Dados da balança comercial de agosto mostram que 21 dos 27 estados, incluindo o Distrito Federal, venderam menos para os Estados Unidos em comparação com julho. Entre os mais afetados estão cinco estados do Nordeste e um do Norte, o Acre, que lidera as perdas proporcionais.

Em julho, o Acre havia exportado pouco mais de US$ 74 mil em madeira, carvão vegetal e derivados. Em agosto, o valor caiu para zero, deixando o estado no topo da lista das maiores quedas percentuais. No Nordeste, o destaque negativo foi Alagoas, que depende fortemente da venda de açúcar para os EUA. O produto ficou fora da lista de isenções e puxou uma redução de quase 100% nas vendas do estado. Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará também sentiram os efeitos da sobretaxa, com reduções que variaram de 69% a 80% em apenas um mês.

Embora a maior perda proporcional tenha sido registrada pelo Acre, em termos absolutos quem mais sentiu foi São Paulo. O estado exportou US$ 1,39 bilhão em julho, mas em agosto esse valor caiu para menos de US$ 960 milhões, uma redução de mais de US$ 400 milhões em um único mês. Minas Gerais, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul também aparecem entre os maiores recuos em valores.

Entre os produtos mais afetados pelo tarifaço estão o minério de ferro, que praticamente deixou de ser embarcado para os EUA, o açúcar, com queda de 88%, além de aeronaves, máquinas, carne bovina fresca, madeira e celulose.

No Nordeste, o impacto foi tão forte que o Ceará, estado com maior dependência das exportações para os Estados Unidos, decretou situação de emergência e anunciou medidas de apoio a exportadores. No primeiro semestre deste ano, mais da metade das vendas externas cearenses tinham os EUA como destino.

Apesar das perdas com o mercado norte-americano, a balança comercial brasileira fechou agosto com superávit de US$ 6,1 bilhões, resultado puxado pela agropecuária e pela indústria extrativista. Em comparação ao mesmo mês de 2024, houve crescimento de quase 4%. Ainda assim, as exportações para os EUA recuaram 18,5% no período, deixando claro o peso da nova tarifa para os produtores e indústrias do país.

Brasil torna-se o primeiro usuário sul-americano do míssil Javelin em contrato de US$ 900 milhões do Exército dos EUA

Javelin FGM-148F

 Exército dos Estados Unidos anunciou a assinatura de um contrato de produção de até US$ 900,5 milhões com a Javelin Joint Venture (JJV), parceria entre a Raytheon e a Lockheed Martin, para o fornecimento de mísseis anticarro Javelin e equipamentos associados. O acordo marca um marco inédito: o Brasil foi incluído no pacote de Vendas Militares Estrangeiras (FMS), tornando-se o primeiro país da América do Sul a adquirir o sistema. A Tunísia, também contemplada, é a primeira nação do Norte da África a integrar o grupo de operadores.

O contrato segue o modelo indefinite-delivery, indefinite-quantity (IDIQ), inicialmente firmado em maio de 2023, e reforça a capacidade da JJV em atender à crescente demanda global. Para aumentar a produção, novas ferramentas e equipamentos de teste já estão sendo implementados nas linhas industriais.

“O Javelin continua sendo o sistema anticarro mais eficaz e comprovado em combate do mundo”, afirmou Brian Burton, vice-presidente de Precision Fires and Maneuver da Raytheon. “Estamos trabalhando de perto com o Exército dos EUA e com nossos clientes internacionais, investindo em nossas instalações para atender à demanda global.”

Além do Brasil e da Tunísia, o contrato contempla encomendas de aliados da OTAN, como Estônia e Bulgária, e da Austrália, destacando a importância do sistema também no Indo-Pacífico. Atualmente, mais de 25 países utilizam o Javelin, presente em todos os continentes, com exceção da Antártida.

Rich Liccion, vice-presidente da JJV e diretor do programa Javelin na Lockheed Martin, destacou que o acordo reforça a confiança internacional no sistema: “Essa conquista demonstra a confiabilidade do Javelin e o compromisso de entregarmos uma solução crítica de defesa diante de ameaças em constante evolução.”

Desde o início do programa, já foram produzidos mais de 55 mil mísseis Javelin e 12 mil unidades de lançamento reutilizáveis.

Fim da novela: Marfrig e BRF oficializam fusão a partir de 22 de setembro

Companhias vão desembolsar R$ 200 milhões para pagar os acionistas que decidirem sair do novo grupo

Crédito: Adobe Stock


Após o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na reunião extraordinária da sexta-feira (9), a Marfrig e a BRF, finalmente, vão oficializar o casamento. As companhias já marcaram a data: será em 22 de setembro.

Os grupos anunciaram que a incorporação das ações da BRF na nova estrutura foi ratificada após a realização de reuniões dos conselhos de administração. Nos encontros, foram deliberados pontos como o direito de retirada de acionistas dissidentes e a implementação das condições necessárias para a fusão.

As empresas vão desembolsar quase R$ 200 milhões para pagar os diretos de retirada de acionistas minoritários que não concordaram. Segundo o fato relevante, o direito de retirada dos dissidentes vai custar R$ 198.535.674,87 para a BRF e R$ 16,60 para a Marfrig.

A partir de 23 de setembro de 2025, as ações da Marfrig serão negociadas na B3 sob o ticker MBRF3.

No comunicado, as empresas informaram que vão manter as distribuições de dividendos e juros sobre capital próprio a serem pagos no final de setembro, com valores específicos para cada ação. A Marfrig e a BRF ressaltaram ainda que a troca de ações está prevista para ocorrer sem necessidade de ajustes adicionais na relação de substituição, ou seja, não será necessária a emissão de novos papéis.


Capítulo final

A saga da fusão teve como último obstáculo uma solicitação de revisão da decisão do Cade feita pela concorrente Minerva Foods. A rival recorreu com receio de concentração e apontou risco concorrencial via Salic (que tem 24,49% da Minerva e 11,03% da BRF). A gestora Latache (do Fundo Nova Almeida) reforçou os questionamentos à governança.

Por outro lado, a Marfrig acusou Minerva de boicotar fornecimentos; a BRF argumentou que o controle já estava sob Marcos Molina desde 2021. A Salic rebateu as suspeitas, diz ser investidor passivo e classificou as preocupações como “hipotéticas”.

Esse embate levou o presidente do Cade a sugerir rito ordinário, mais demorado, mas a maioria dos conselheiros preferiu manter o rito sumário e que agora tem maioria absoluta pela aprovação, mas sem a chancela formal por conta dos ritos do Cade.

Na quarta-feira (3), BRF e Marfrig protocolaram uma petição urgente pedindo que o colegiado do Cade convocasse uma sessão extraordinária em até 24 horas, sob argumento de que já havia maioria clara e unanimidade encaminhada.

Os grupos argumentaram que a definição era urgente porque o prazo para exercício do direito de recesso dos acionistas da BRF se encerrava na nesta sexta-feira. Sem decisão, investidores poderiam optar pela saída, obrigando a empresa a provisionar recursos bilionários e gerando instabilidade no caixa e no mercado.

O Cade realizou o julgamento no último dia útil da semana passada e ratificou a aprovação de incorporação de ações. Desse modo, a Marfrig e a BRF, dona das marcas Sadia e Pedigão, agora se unem na MBRF, um conglomerado global de alimentos, com atuação em mais de 100 países e receita anual estimada em R$ 150 bilhões.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

8 de set. de 2025

Nota de esclarecimento sobre distorção divulgada acerca do Plebiscito de 1993 e sobre imagens de membros da Casa Imperial do Brasil geradas por ferramenta tecnológica




COP 30 Amazônia: O que não será debatido no evento!

 

A República dos Golpes: Um Legado de Corrupção, Desilusão e Espoliação Perene


             Por Marco Túlio Cícero, se vivesse entre nós

             Redação e pesquisa Jose Gomes do Acre Manchete


Quando a toga da monarquia foi rasgada em 15 de novembro de 1889, o Brasil não testemunhou o florescer de uma era de virtude cívica, mas o início de um ciclo vicioso de golpes, corrupção e desordem. A Proclamação da República, longe de ser um movimento natural do povo em busca de liberdade, foi um golpe urdido por uma elite militar e agrária, insatisfeita com os ventos de mudança do Império.

Como Cícero, defensor da res publica em sua essência, clamo com indignação: onde está a virtude? Onde está o interesse do povo? A República brasileira, desde seu berço, é uma farsa que trocou a estabilidade por ambições mesquinhas, a ordem por um caos travestido de progresso e a liberdade por uma espoliação legal que, como denunciou Frédéric Bastiat, transforma a lei em instrumento de opressão.

O Império, sob Dom Pedro II, não era isento de falhas. A centralização do poder, as tensões com a Igreja e a abolição da escravatura, que deixou os senhores de terras sem seu ignóbil sustento, geraram descontentamento. Mas o que veio após 1889 não foi a cura, e sim a doença. O golpe, liderado por Deodoro da Fonseca, não consultou o povo, não ouviu as massas, mas impôs, pela força das baionetas, uma ordem que serviu aos interesses de poucos. A deposição de um imperador culto e moderado, que mantinha o Brasil unido, abriu as portas para um ciclo de rupturas: 1930, 1937, 1964 e, mais recentemente, as convulsões políticas que culminaram nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Cada golpe, cada crise, reforça a verdade amarga: a República brasileira nasceu de um conluio, não de um ideal. A corrupção, esse veneno que corrói a alma de uma nação, encontrou na República um solo fértil.

A Primeira República, dominada por oligarquias cafeeiras, transformou o poder em mercadoria, com o voto de cabresto e o clientelismo como alicerces. Não havia res publica, mas uma res privata, onde o bem comum era sacrificado aos interesses de coronéis e políticos. A instabilidade, com revoltas como a da Armada, a Revolução Federalista e a Guerra de Canudos, expôs a fragilidade de um sistema que prometia liberdade, mas entregava opressão.

A República Velha caiu em 1930, vítima de outro golpe, perpetuando um ciclo que não reforma, apenas substitui os tiranos. E que dizer das consequências para a sociedade? A exclusão do povo permaneceu intocada. A abolição, ato nobre do Império, foi seguida por uma República que abandonou os libertos à miséria, sem terras ou direitos. As elites, livres da moderação monárquica, consolidaram seu domínio, enquanto o povo, alheio ao golpe de 1889, continuou marginalizado, iludido por promessas de progresso.

A educação, pilar de uma nação virtuosa, foi negligenciada; a desigualdade, aprofundada; e a corrupção, institucionalizada. Cada golpe subsequente — de Vargas a 1964 — apenas aprofundou essas feridas, com o Estado servindo aos poderosos, enquanto a plebe clama por justiça. Pior ainda, a República trouxe consigo a espoliação legal, tão bem descrita por Frédéric Bastiat em A Lei: “A lei pervertida! E com ela, os poderes de polícia que deveriam protegê-la! Não é apenas uma injustiça, mas a mais completa inversão da justiça.

A lei transformada em instrumento de espoliação! O que pode ser mais monstruoso do que isso? […] Quando a lei, sob o pretexto de proteger, impõe tributos que despojam o cidadão de seus bens, ela não apenas falha em sua missão, mas se torna o próprio agente da opressão, violando o direito natural à propriedade e à liberdade.” No Brasil, essa verdade ressoa com força. A carga tributária, uma das mais altas do mundo, sufoca o cidadão comum, enquanto os recursos, extorquidos sob o pretexto do bem público, frequentemente alimentam esquemas de corrupção ou privilégios para as elites.

A lei, que deveria proteger, tornou-se um instrumento de confisco, traindo a liberdade e a justiça natural. Em 8 de setembro de 2025, as crises atuais mostram que o Brasil ainda não escapou das sombras de 1889. A polarização política, intensificada após os eventos de 2023, quando uma turba invadiu as instituições em Brasília, reflete a fragilidade de uma democracia que nunca se consolidou plenamente. A corrupção, longe de ser erradicada, adapta-se: escândalos bilionários, como os revelados pela Lava Jato, deram lugar a novos esquemas, enquanto a confiança nas instituições desmorona.

A economia, marcada por inflação persistente e desemprego, castiga os mais pobres, enquanto as elites políticas e econômicas prosperam. A violência, com índices alarmantes em cidades e no campo, é um grito de uma sociedade fraturada, onde o Estado falha em proteger seus cidadãos. As crises ambientais, com o desmatamento da Amazônia e as mudanças climáticas, expõem a negligência de um sistema que prioriza o lucro imediato sobre o futuro. E, acima de tudo, o peso dos impostos, que Bastiat tão eloquentemente condenou, continua a esmagar o povo, desviando riquezas para os cofres de uma máquina estatal muitas vezes ineficiente e corrupta.

Como Cícero, que denunciou Catilina por conspirar contra Roma, acuso esta República de trair seus ideais. Não nasceu do povo, mas de um conluio. Não trouxe virtude, mas corrupção. Não uniu, mas dividiu. Não protegeu, mas espoliou. As crises de 2025 são o espelho das falhas de 1889: um sistema que, em vez de evoluir para o bem comum, perpetua a exclusão, a desconfiança e a espoliação. Cada convulsão política, cada escândalo, cada protesto é um lembrete de que a República brasileira, fundada por um golpe, vive de golpes — seja pela força, seja pela manipulação das instituições, seja pelo confisco legal dos bens do povo.

Até quando, brasileiros, toleraremos este ciclo? Até quando permitiremos que a res publica seja sequestrada por ambições privadas e por uma lei que, em vez de proteger, despoja? A virtude de uma nação não está em sua forma de governo, mas na coragem de seu povo para exigir justiça, igualdade e um Estado que sirva a todos, não a poucos. Enquanto não enfrentarmos as raízes de 1889, enquanto não construirmos uma verdadeira república, seguiremos condenados a repetir os erros do passado, com crises que não cessam, promessas que não se cumprem e uma liberdade sufocada pelo peso da espoliação legal. Que o povo, enfim, desperte e reclame o que lhe foi roubado: uma nação digna de seu potencial.

5 de set. de 2025

7.441 km - De Salt Lake City para o Havaí no Praetor 600 | Jatos Executivos da Embraer

 

Fonte: EMBRAER

Banco Central sem autonomia paga a conta com juros maiores, alerta Campos Neto

Para ex-BC, cenário global combina endividamento, inflação e incerteza, exigindo cautela dos investidores

Roberto Campos Neto, vice-chairman do Nubank e ex-presidente do Banco Central (Divulgação)


Por Juliana Machado e Sérgio Tauhata - A autonomia do Banco Central é uma pauta recorrente — e é o que proporciona um custo mais baixo para atingir as metas de política monetária e combater a inflação no Brasil. É o que afirma o vice-chairman do Nubank e ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Primeiro presidente do Banco Central brasileiro com autonomia, Campos Neto enfrentou uma situação inédita: comandar a autoridade monetária durante o mandato de um governo que não o havia indicado, precisando conciliar a missão de controlar a inflação com as pressões políticas.

“Quando existe um ataque à autonomia do BC, isso enfraquece o canal da política monetária, o que faz com que tenhamos de realizar um movimento maior nos juros para garantir o mesmo objetivo”, disse Campos Neto, que participou nesta quinta-feira (4) do evento Fronteiras do Investimento, realizado pela Nu Asset em parceria com o InvestNews.


Ajuste fiscal

Ainda no evento, Campos Neto voltou a defender um ajuste fiscal mais robusto. Para ele, diante do nível elevado de endividamento do país, a conta sempre chega — a diferença está em como ela será paga.

“Quando você tem uma dívida tão grande, o ajuste vem sempre. A questão é que ele pode vir pela inflação, por um imposto regressivo em que quem está embaixo paga mais a conta, pode vir via impostos penalizando o capital ou até pela desorganização do mercado, um custo que recai sobre quem financia o governo”, afirma.

Campos Neto avalia que há um quadro de instabilidade que, inevitavelmente, será resolvido de alguma forma. O desafio seria o de “escolher o caminho menos doloroso”. 

“No final das contas, uma instabilidade tende a se resolver. A questão é qual a melhor forma de resolver isso: de uma forma organizada, cortando gastos. Se o governo não conseguir entender que tem que cortar gastos agora, vai acabar tendo que fazer isso numa situação muito pior do que hoje”, reforça.

O ex-presidente do BC lembra que o problema não é exclusivamente do Brasil. “Incluo os Estados Unidos, que hoje, em muitas décadas, têm um debate fiscal mais acirrado”, disse, ao lembrar que o endividamento acelerou após a pandemia e agora pressiona os governos a encontrar soluções.

O vice-presidente da gestora BlackRock, Nathan do Nascimento afirmou que o Brasil tem se beneficiado com a saída parcial de recursos do mercado dos EUA para os emergentes, motivado pelo enfraquecimento do dólar diante das incertezas causadas pelas tarifas do presidente americano Donald Trump e pelo crescimento mais acelerado do endividamento do país.

Mas a má notícia é que a questão da sustentabilidade da dívida brasileira ao longo do tempo pode voltar a afastar o capital estrangeiro. O executivo ressalta que “não podemos subestimar o desafio fiscal que enfrentamos”.

Nascimento explica que o resultado fiscal que o governo precisa entregar para apenas estabilizar a dívida ao redor de 80% do PIB, ou seja, só evitar que cresça,seria um superávit entre 2% e 2,5% do PIB. O problema é que a missão se torna muito difícil, porque o orçamento público é “90% engessado”.


BCs pelo mundo

Campos Neto também compartilhou sua visão sobre o endividamento no mundo. Para ele, a dívida global já cobrou seu preço após o crescimento expressivo no período da pandemia. Nos mercados desenvolvidos, chegou a 10% do PIB; nos países mais pobres, a 4%. E isso em cima de números que já vinham piorando antes mesmo de 2020.

A partir daí, os impactos deixaram de ser apenas fiscais e passaram a ser também monetários. Ou seja: governos gastando muito mais, ao mesmo tempo em que os bancos centrais cortaram fortemente os juros. O efeito colateral foi claro: a disparada da inflação.

“Depois disso, não só a dívida ficou maior, como os juros tiveram de subir muito, o que fez o custo de rolagem [da dívida] aumentar, sugando liquidez de outros lugares”, explicou. “Começaram os impactos mais graves na economia, com déficit maior.”

A solução para equilibrar as contas seria aumentar impostos ou cortar gastos — e as experiências globais têm apontado para um crescimento da arrecadação. “Temos um equilíbrio de médio prazo que não parece ser estável, e isso se reflete nas taxas de juros longas [contratos futuros negociados em bolsa com vencimento de maior prazo]”, afirmou. “O desafio é crescer a partir daqui.”


Juros nos EUA

Campos Neto também destacou outros temas que estão no radar dos investidores. Um deles é a política monetária nos Estados Unidos. Para ele, a sinalização de corte de juros em setembro é clara, apoiada por dados que apontam enfraquecimento da economia americana — uma visão alinhada à maioria das apostas do mercado para a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) neste mês nos dias 16 e 17.

O ex-presidente do BC comentou ainda o efeito das tarifas comerciais impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contra diversos países. Segundo ele, olhando o histórico de tarifas, é fato que há um tratamento assimétrico, em que os americanos cobram menos do que os países costumam cobrar deles.

Ainda assim, o nível de incerteza durante o período em que essa discussão esteve em pauta só aumentou — e toda incerteza, seja qual for, é negativa. “Se você não sabe a tarifa que vai pagar, você freia o seu investimento”, declarou.

Comissão organizadora da VI Tarauacá Rural Show disponibiliza link para inscrição da cicleata


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4 de set. de 2025

Panamá assina contrato para a aquisição do Super Tucano como nova plataforma aérea do Serviço Nacional Aeronaval

Panamá se torna oitavo país latino-americano a escolher o A-29 Super Tucano como principal aeronave para a vigilância e proteção do país.


A Embraer (NYSE: ERJ/ B3: EMBR3), uma das líderes globais na indústria aeroespacial, e o Panamá, concluíram a assinatura do contrato para a aquisição de quatro aeronaves A-29 Super Tucano. A frota será operada pelo Serviço Nacional Aeronaval do Panamá (SENAN) como nova plataforma de vigilância e proteção.

“É uma honra para a Embraer ver mais um país da América Latina escolher o A-29 Super Tucano para alavancar as suas capacidades de vigilância, reconhecimento e proteção. A escolha do Panamá pelo Super Tucano, líder mundial em sua categoria, com certeza será um forte aliado para apoiar o país na sua missão de manter a soberania nacional”, afirma Bosco da Costa Junior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

O anúncio faz parte do programa de estruturação e expansão da capacidade operacional da entidade e beneficiará amplamente o projeto de segurança nacional em andamento no país. Com a assinatura do contrato, o Panamá se torna a oitava nação da América Latina a escolher o A-29 Super Tucano, junto a Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e República Dominicana.

O Super Tucano é líder global em sua categoria com mais 600.000 horas de voo. Atualmente, 22 forças aéreas já selecionaram o Super Tucano e outras nações já mostraram seu interesse pela plataforma devido à combinação de confiabilidade, disponibilidade, robustez e baixos custos operacional.

O Super Tucano é projetado para forças aéreas que buscam uma solução comprovada, abrangente, eficiente, confiável e econômica em uma única plataforma, aliada a uma grande flexibilidade operacional. A aeronave atua em uma ampla gama de missões, como patrulha aérea, operações especiais, coordenador aéreo e tático (TAC), IVR, vigilância e monitoramento de fronteiras, controle de atividades ilícitas, reconhecimento, escolta aérea, treinamento básico, operacional e avançado de Pilotos.

3 de set. de 2025

Com emenda do senador Alan Rick bairros Avelino Leal e Copacabana ganharão praça compartilhada

Amplo espaço recreativo para crianças brincarem chega na hora certa



Por Reginaldo Palazzo – A Prefeitura Municipal de Tarauacá já está preparando o terreno onde será construída uma praça que interligará os bairros Avelino Leal (bairro novo), e o bairro da Copacabana.

Essa praça é oriunda de uma emenda do senador Alan Rick e tem um valor global de R$ 961.000,00.


Os moradores dos bairros Avelino Leal e Copacabana estavam realmente necessitados para suas crianças terem um espaço confortável e seguro para se divertirem.

Além de um parque infantil, a população locar poderá contar com uma academia e quiosque que atenderão pessoas de todas as idades.


Imagens cedidas

A qualidade de vida dos residentes naquela área vai melhorar consideravelmente.

Crianças, jovens e adultos podendo caminhar ao ar livre ou sentar e conversar só aumentará o convívio social entre os vizinhos.

Sem dúvida uma outra forma de relaxar.


Igrejas sob ataque pelo mundo, só no Canadá mais de 100 já foram queimadas e vandalizadas


 



 

EUA atacam embarcação no Caribe



2 de set. de 2025

Chuvas no centro e leste do Acre

Imagem de satélite mostram diversos pontos de cumulunimbus principalmente na região central e leste do Acre


Por Reginaldo Palazzo – Cumulonimbus são nuvens mais conhecidas como CB, principalmente no meio aeronáutico.

É uma nuvem de desenvolvimento convectivo (vertical) com trovoada, pode produzir fortes tempestades, chuva torrencial, relâmpagos, trovões e até granizo.

Nuvem cumulunimbus

Com o aparecimento dessas primeiras formações desde ontem, já podemos dizer que o inverno (período chuvoso na região), já se avizinha nesse mês de setembro.

Uma boa hora, haja vista que os rios estão em seus níveis mais baixos, prejudicando todo um ecossistema.

Deputado Eduardo Ribeiro mostra preocupação com o desemprego em Rio Branco


Em discurso nesta terça-feira (2/9), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD) defendeu a geração de emprego no Acre. Ele trouxe dados da pesquisa Data Control que mostram o endividamento dos acreanos e a necessidade de se criar oportunidades de trabalho.

“Nós precisamos cada vez mais incentivar o caminho do emprego e esse caminho passa pela iniciativa privada. Nós precisamos fortalecer cada vez mais a iniciativa privada. Temos a lei de educação financeira, mas nós temos que pensar um projeto de médio e curto prazo para o incentivo do emprego. Volto a afirmar a importância da Comprac. O estado está comprando do comércio local, da indústria local. Essa casa cumpre o papel de alerta o poder público da importância de gerar emprego”, afirmou Ribeiro.

Entre as informações apresentadas por ele, constam que 72% da população de Rio Branco, que está empregada, ganha um salário mínimo. Apenas 27% ganham acima disso. A pesquisa revela ainda que 63% dos rio-branquenses terminam o mês no vermelho, ou seja, sem dinheiro. Outros 43% estão no Serasa e SPC, por exemplo. O desemprego na capital acreana chega próximo de 45%.

F1 em negociação bilionária: Equipe McLaren é avaliada em US$ 4,1 bilhões

Fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat, e a CYVN Holdings, sediada em Abu Dhabi, assumirão o controle da McLaren

Imagem da equipe da MaLaren de Formula 1, com engenheiros de macacão preto e laranja em volta de um carro de corrida

                       Por Bloomberg


A McLaren Racing, equipe de Fórmula 1 que atualmente lidera o campeonato, será avaliada em mais de £ 3 bilhões (US$ 4,1 bilhões) em uma venda de participação, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto, ressaltando o otimismo contínuo dos investidores em relação ao esporte.

Os proprietários do Grupo McLaren — o fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat, e a CYVN Holdings, sediada em Abu Dhabi — assumirão o controle total da equipe de corrida, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas ao discutir o acordo.

O negócio envolve a compra de 30% da participação que era da MSP Sports Capital e outros acionistas minoritários que compraram a McLaren em 2020 por £ 560 milhões.

O herdeiro do Walmart, Rob Walton, também foi um investidor durante a rodada, conforme relatado anteriormente pela Bloomberg.

A McLaren e a MSP não quiseram comentar. A venda de participação foi noticiada pela Sky News.

Trata-se da mais recente avaliação excepcional para uma equipe de F1, em meio ao crescente interesse de fãs e investidores no esporte.

A equipe da Aston Martin também está à venda. As negociações giram em torno da avaliação de £ 2,4 bilhões em sua última venda de participação, mesmo estando bem atrás das líderes na tabela do campeonato.


McLaren em dificuldades

Liderada pelo CEO Zak Brown, a McLaren conquistou o campeonato de equipes no ano passado pela primeira vez em 26 anos. Os pilotos da equipe — Oscar Piastri e Lando Norris — são atualmente os dois principais candidatos ao título de pilotos pela McLaren pela primeira vez desde 2008.

Embora a equipe de F1 esteja em alta, há muito trabalho a ser feito na fabricante de carros esportivos de luxo McLaren Automotive, que faz parte do grupo.

A McLaren teve que recorrer a acionistas para obter financiamento em diversas ocasiões nos últimos anos.

Além disso, a marca teve que vender parte de sua coleção de carros históricos, se desfazer de seu braço de tecnologias avançadas e concluir a venda e arrendamento de sua sede em Woking.

1 de set. de 2025

O tarauacaense sentiu na pele como passam as pessoas que não tem ar-condicionado em casa

Rearborização da cidade deve ser uma das prioridades


Por Reginaldo Palazzo – O tarauacaense que tem o privilégio de ter ar-condicionado em casa sentiu na pele ontem com a falta de energia, o calor sufocante que passam as pessoas que não tem condições de comprar o tão sonhado aparelho.

Lembrando que não basta só comprar, tem que manter e ter dinheiro para pagar a conta mensal que só aumenta.

Ruas que eram bastante arborizadas há 20 ou 30 anos atrás hoje carece desse tão importante ‘ativo’, sim sombra hoje em dia já pode ser considerado um ativo.

Como exemplo podemos citar a João Pessoa, Justiniano de Serpa, Benjamin Constant etc.

A própria Coronel Juvêncio de Menezes, cartão postal da cidade, está sem árvores.

Tarauacá precisa ser rearborizada urgentemente, do contrário, o sofrimento dos menos favorecidos será diretamente proporcional ao passar dos anos.


Agravante

Na contramão do que deve ser feito, presenciamos a destruição de mananciais que poderiam amenizar sofrimentos.

Alguns proprietários de terra estão destruindo “olhos d’água” em suas propriedades rurais.

Outros, pequenos, médios ou grandes, acabando com o que resta de mata ciliar em nossos rios e igarapés.

O ponto de inflexão (de não retorno), pode estar próximo e pessoas com um mínimo de intelectualidade precisam começar a dar a cara à tapa, principalmente os ligados ao agro.

Existem maneiras técnicas de ajudar sem prejudicar as finanças, passou da hora de algumas pessoas colocar a mão na consciência.

Se não começar a agir, muito gado vai morrer de sede e o prejuízo vai ser maior.

Países como a China, (aquele país que a Greta Thumberg nunca irá fazer uma manifestação porque ela não é boba),  o maior poluidor do mundo, e outras super potências que não estão nem aí pra isso deverão começar a sinalizar uma preocupação maior com as mudanças climáticas para dar exemplo a países reticentes.