29 de jul. de 2026

O macadame da insensatez

Quando o Vale do Juruá vai se livrar de tanta falta de raciocínio?


Por Reginaldo Palazzo – Cantado em verso e proza a “nova tecnologia” em curso de implementação só vem ratificar o que eu venho falando há tempos.

Falta visão, falta investimento sério.

Dinheiro não falta, segundo economistas governamentais estamos de motor em popa, então como falam os acreanos estamos bamburrando!

É inadmissível gastar-se uma tonelada de dinheiro pra fazer trecho perto da capital sendo que quem é mais prejudicado são os que trafegam pela “BR” -364 no vale do Juruá.

Pra início de conversa o trecho do Jurupari/Juritipari nunca foi terminado como andam propagando por aí.


Veja o que diz o diretor do DNIT em entrevista ao portal Contilnet em 27/05/2017


Coluna – Você acha justas as críticas que pessoas ligadas ao PT vêm fazendo?


Thiago Caetano – Não acho justas. São cobranças demasiadas e desproporcionais ao DNIT, pois nunca nesse Estado houve esse nível de cobrança, especialmente durante a construção da rodovia, quando era a fase mais importante, pois problemas executivos durante a construção trazem graves consequências durante a utilização da rodovia, que é o que temos vivido nesses dias. Valendo destacar que durante a construção da rodovia o país vivia o tempo das “vacas gordas”, e atualmente vivemos o tempo das “vacas magras”, por isso temos tido o máximo de cuidado e critério na execução de cada serviço, para que não seja mais aplicado nenhum recurso público de forma equivocada.


Não podemos mais desperdiçar nem um real a mais nessa rodovia. Às vezes as pessoas não entendem que, para se executar os serviços com qualidade e aplicar corretamente os recursos públicos, temos que seguir normativos rígidos e atender a procedimentos que muitas vezes são excessivamente burocráticos. Contudo, mesmo com um dos quadros mais reduzidos do DNIT (a nível nacional), com uma Superintendência recém-criada, temos conseguido avançar muito rapidamente em tudo. Só para você ter uma ideia, ano passado fomos nós que analisamos e aprovamos os projetos de restauração. Eram seis projetos, normalmente se demora de 1 a 2 meses para se concluir cada um. Nós analisamos e aprovamos os 6, em 10 dias, trabalhando até meia-noite em alguns dias. Por tudo isso, apesar de entender a impaciência e descrença da população, pelo próprio histórico da rodovia (que vale dizer, não fomos nós que demos causa), acho que essa cobrança tem sido desproporcional.

Para ler a matéria completa, clique AQUI.


Não aceitamos desculpas

Nem venham com o papo que a verba foi destinada pra trecho tal.

Existe uma bancada federal pra isso, decidir as PRIORIDADES, as coisas mais urgentes, fazer macadame em rodovia pra aeroporto colado em cidade é escárnio.

Fizessem a colcha de retalho que estamos tão acostumados a ver ao invés de deixar o povo de Manoel Urbano até Mâncio Lima na peia, (surra).

Sem duplo sentido, acredito piamente que se um deles precisasse da estrada pra ganhar dinheiro esse problema já teria sido resolvido.

Buraco que atravessa toda a estrada está há 180 km TK/RB


Ciência & tecnologia


Não, o macadame não é se adequar  a nossa realidade, o macadame é falta de investimento sério há anos em Ciência&Tecnologia bem como na defesa


Falando em falta de prioridade isso tudo que ocorre há anos é reflexo da falta de investimento em ciência e tecnologia, pois se isso já tivesse caído nas mãos de um japonês, coreano, chinês, alemão etc. essa tabatinga tão criticada já teria sendo usada a favor.


Só nos resta a inveja

O Japão construiu um aeroporto em cima do mar, o  Aeroporto Internacional de Kansai.

Conversando com um chinês no Rio de Janeiro o mesmo me contou que o ministério mais importante lá é o da ciência & tecnologia, pois é dali que sai dinheiro pra educação, saúde, infraestrutura, fomento etc.

Isso faz todo sentido.

Ele me adiantou que na China saiam (à época que conversamos), da faculdade por ano, nada mais nada menos que 1,2000.000 (um milhão e duzentos mil engenheiros das universidades), e com alta qualificação.

Hoje já deve tá beirando 1,5 milhões.

Agora a pergunta que não quer calar:

Quantos saem no Brasil? 

Eles já conseguem na ferrovia Qinghai–Xizang, com 20 anos de existência, combinar trem de passageiros com vagões que transportam carro.

Lá as pessoas conseguem transportar seus carros particulares por trem, o que é o certo. 

Assista ao vídeo abaixo e morra de inveja!



Pelo andar das carruagens, ou melhor dos pobres freteiros, ‘ex-trada’ vai ficar pronta lá pelo ano 2.113.

Que tal sair do século XIX e chegar no século XXI?


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