25 de mai. de 2012

PREFEITURA DE TARAUACÁ DESTINA RECURSOS PRÓPRIOS E USA ASFALTO FRIO PARA TAPAR BURACOS

AC 24 Hs - A prefeitura de Tarauacá iniciou uma operação tapa buraco para recuperar as ruas da cidade. O trabalho vem sendo feito com recursos próprios, e a novidade, é que está sendo utilizado asfalto a frio.

Segundo a prefeita Marilete Vitorino, o asfalto convencional, usado frequentemente em temperatura ambiente, acaba virando pedra. Já o asfalto frio, que também é aplicado em temperatura ambiente, não se solidifica porque em sua composição contém detergente.

Além disso, após alguns testes com esse tipo de asfalto, a Prefeitura optou por um produto que traz para a cidade o melhor custo benefício. Além disso, verificou-se uma maior agilidade no serviço, que vai garantir melhorar a trafegabilidade.

Na manhã de ontem (24) metade da rua Doutor Sansão, uma das principais, havia sido concluída em meio dia de serviço.


O calendário prevê obras até o segundo semestre, mas leva em consideração o período de chuvas.

PRESIDENTE DO TCE NÃO ACATA PEDIDO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS SOLICITADO POR PROCURADOR E GASTSOS DO LEGISLATIVO CONTINUAM GUARDADOS A SETE CHAVES

Ray Melo/ da redação de ac24horas - O procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Izidro de Melo, declarou nesta quinta-feira, 24, que não vai desistir da instauração de procedimento para investigar supostas irregularidades e abusos cometidos pelos deputados estaduais com uso indiscriminado da verba indenizatória, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Em reunião com o colegiado dos procuradores de contas, Izidro de Melo decidiu reiterar o pedido para que o Tribunal de contas do Acre – TCE se pronuncie sobre a questão. O representante do MP disse ainda, que teria dado ciência ao presidente do TCE, Ronald Polanco, através de ofício, do novo pedido protocolado.

Diante de uma possível negativa da corte do TCE, João Izidro destacou que a ação do Ministério Público de Contas seria restrita ao âmbito dos processos de contas do tribunal, mas ele procuraria outras autoridades, para que analisem se a omissão da corte representaria algum tipo de responsabilidade a ser investigada.

 “Estes órgãos deverão avaliar e decidir que procedimentos deveriam adotar. A princípio seriam representações a órgãos fora do tribunal”, destacou Izidro, que citou o Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal (MPF), que de acordo com ele, teriam competência sobre a matéria e seriam acionados.

“Esperamos que a corte se pronuncie a respeito da matéria. Não vai haver prejuízo nenhum para a corte ou para o processo de investigação. Também dei ciência ao presidente sobre este protocolo e, vamos aguardar um prazo de 15 dias. Improrrogáveis, desta maneira”, enfatiza o procurador-geral do MP.

Um pedido semelhante foi negado pelo presidente do TCE, Ronald Polanco, que não notificou os deputados estaduais para prestação de contas, conforme a solicitação de Izidro de Melo. “A corte não atendendo, vamos levar ao conhecimento do colegiado do MP e vamos adotar as medidas que lá forem decididas”, diz Izidro.

Ao final da sessão do TCE, o presidente Ronald Polanco se solidarizou com Izidro de Melo, pelos ataques pessoais sofridos, na ofensiva dos parlamentares. Polando declarou ainda, apoio aos deputados estaduais, que de acordo com ele, estariam sofrendo pré-julgamento.

O presidente do TCE acreano, Polanco foi deputado estadual (2003 a 2006)  quando o primeiro secretário da Mesa Diretora da Aleac.  A conselheira Naluh Gouveia também foi deputada (PT)  na mesma legislatura de Polanco. A fiscalização é sobre os últimos cinco anos.

Segundo o procurador o objetivo de seu pedido é que as contas dos deputados sejam apresentadas. “O que nós pedimos desde o início é que estes processos sejam abertos. Quando eles forem instaurados e as prestações de contas forem entregues, nós vamos analisa os fatos. Todos terão direito ao contra ditório”, destaca.

João Izidro pretende levar a questão até o julgamento na corte do TCE. “Depois de todos os procedimentos a questão vai a julgamento e o tribunal vai decidir se o recurso foi aplicado regularmente e, em cada caso vai propor a solução devida. O importante é que as contas sejam apresentadas e julgadas”.

O promotor lembrou que não está pedido nada mais que o cumprimento da constituição. “Ao TCE compete julgar contas, aos gestores públicos prestarem contas dos recursos por eles geridos. Nós contamos com a aprovação desta medida e que a corte possa exercer seu papel e cumpra suas obrigações para tirar a questão a limpo”.

Competência para atuar

Questionado sobre as afirmações do presidente da Aleac, deputado Elson Santiago (PP), de que o MP do TCE não teria competência para pedir a prestação de contas dos parlamentares estaduais, Izidro de Melo foi enfático: “o MP tem competência sim, e esta competência é constitucional”, declarou.

“Os membros do Ministério Público de Contas despontam como agentes imprescindíveis para execução do controle externo no Brasil, tal quais os demais órgãos da instituição ministerial são para a função jurisdicional do Estado, tradicionalmente identificadas nas competências do Poder Judiciários”, justifica o promotor.

Os procuradores do MP teriam ainda, plena independência de atuação, perante os poderes do Estado, segundo Izidro de Melo, que apresenta decisões do STF, sobre a atuação de procuradores públicos em diversos órgãos públicos do país.

Prestação de contas da Aleac

Segundo o procurador João Izido, as contas da Aleac não estariam sendo apreciadas pela corte do TCE. “Nos últimos quatro anos, as contas do legislativo foram simplesmente registradas e autuadas e não foram analisadas. Em todas as sessões o MP, tenho pedido transparência e a prestação de contas adequada das instituições”.

O procurador reiterou que as prestações de contas dos deputados não estariam chegando ao TCE e os conselheiros não estariam requisitando as peças.

“Como a lei, neste aspecto, não está sendo cumprida e as prestações de contas não estão chegando ao tribunal e era obrigação chegar, sendo que o tribunal não requisitou estas prestações de contas e era obrigação requisitar, nós estamos pedindo o cumprimento desta legislação. Chegando aqui, elas seguirão os procedimentos regulares, serão instruídas, analisadas ofertadas a ampla defesa e, então serão julgadas. Nós queremos é o cumprimento da constituição”.

O presidente da Assembléia Legislativa do Acre, deputado Élson Santio (PP) não quis falar com a reportagem sobre o assunto.

CHINA LIBERTA MANIFESTANTE DETIDO EM 1989

Membro da comunidade chinesa em Londres mostra a famosa imagem, que marcou os protestos de 1989, na Praça Celestial, na China
 
O Governo chinês concedeu liberdade ao ativista Li Yujun, um dos 20 manifestantes da Praça da Paz Celestial de 1989 que ainda estava preso, sob a premissa de ser submetido a um controle policial até 2020, informou nesta quarta-feira (23) a organização China Human Rights Defenders (CHRD).

Li Yujun, um vendedor ambulante que foi detido quando tinha pouco mais de 20 anos, deixou uma prisão de Pequim no começo deste mês e foi levado para casa, onde deverá terminar de cumprir sua pena. Apesar de ter deixado a cadeia, Yujun não poderá sair da capital chinesa e deverá se apresentar na delegacia uma vez ao mês. Além das restrições citadas, as autoridades comunistas também proibiram Yujun de conceder entrevistas à imprensa e de expressar suas opiniões na internet, mesmo em redes sociais.

Dissidente chinês Chen Guangcheng desembarca nos Estados Unidos

Li, que agora tem 45 anos, era um dos últimos 20 presos políticos que ainda cumprem pena por ter participado das manifestações pacíficas que foram iniciadas na China em abril de 1989. Segundo a CHRD, pelo menos 906 manifestantes foram presos depois do massacre. Alguns destes seguem presos até hoje, como Jiang Yaqun, 75 anos; Miao Deshun, 48 anos; Yang Pu,47 anos, e Chang Jingqiang ,43 anos.

Yujun foi condenado por atear fogo em um tanque para tentar impedir a passagem dos soldados à famosa praça pequinesa na tarde de 3 de junho de 1989, quando as autoridades centrais decretaram a lei marcial. Apesar de ter sido condenado a morte com um período de revisão de dois anos, a sentença de Yujun foi reduzida para prisão perpétua em 1993 e, três anos depois, acabou sendo reduzida para 20 anos, que foram inteiramente completos neste mês de maio.

A libertação de Yujun ocorre menos de duas semanas depois do 23º aniversário das manifestações de Praça da Paz Celestial, que, na ocasião, foi ocupada por mais de um milhão de estudantes e trabalhadores, foi o maior protesto na história da China comunista. As manifestações, que se estenderam por seis semanas, terminaram com o massacre de 3 e 4 de junho, quando as forças de segurança chinesas já haviam matado entre 400 e 3 mil pessoas.

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24 de mai. de 2012

FILHO DO EX-GOVERNADOR WANDERLEY DANTAS LANÇA SEU BLOG - O SERINGUEIRO


BLOG O SERINGUEIRO - Há 30 anos - 24/05/1982 - falecia o Professor Francisco Wanderley Dantas, meu pai. Minhas lembranças daquela distante manhã são marcantes. Era véspera do meu aniversário de 9 anos. Meu pai falecia 5 dias antes da comemoração da data natalícia daquele rapazinho que tão pouco o conhecera. Ele viajava muito e minha mãe, Leila Dantas, foi quem assumiu a maior parte da responsabilidade sobre a minha criação. Eu era o único filho e caçula, acompanhado de duas irmãs, Jeanine e Viviane.

Três ou quatro lembranças muito fortes acompanham-me até os dias de hoje: a primeira e mais antiga, eu chegando em casa da escola, ouvindo minha mãe dizer que meu pai já chegara de uma de suas viagens e que estava no quarto. Corri para lá, menino pequenino, mochila nas costas e uma lancheira de lata numa das mãos. Chegando no quarto, meu pai estava sentado na velha poltrona e me coloquei bem na frente dele. Larguei a lancheira e deixei cair a mochila no chão, pulando bem em seus braços que já se encontravam abertos para me receber. A segunda lembrança foi resultado de uma provocação que fiz, desdenhando-o bem na frente dele. Isso o tirou do sério e ele saiu correndo atrás de mim com o cinto já em sua mão. Entrei debaixo da cama, mas de nada adiantou me jogar de um lado para o outro, a surra veio certeira (e merecida!). A terceira foi quando, depois de uma discussão entre meu pai e minha mãe, esta me pediu que fosse até o quarto ficar com papai. Aproximei-me da cama bem devagarzinho, recostei-me sobre seu peito e fui abraçado por ele. Quando ergui a cabeça, vi uma lágrima que descia pelo rosto do meu pai; enfim, outra cena marcante daquela infância foi quando meu pai pediu que o porteiro do prédio enchesse o pneu da minha bicicleta caloi verde. Estava feliz com aquele presente, mas quando vi o porteiro vindo sentado e pedalando na bicicleta, quase que deixo transparecer toda minha ira infantil e egoísta.

Há outras lembranças, contudo nenhuma imagem está tão fortemente marcada como a daquela manhã. Jeanine entrando e saindo do meu quarto, abri os olhos e, pela janela, lembro que me chamou a atenção as nuvens baixas e carregadas que pareciam quase tocar na janela daquele apartamento, sexto andar, no bloco em que morávamos em Brasília. Fechei novamente os olhos e dormi. Mas Jeanine, repentinamente, segurou-me nos braços e deu a notícia: “Fábio, Fábio, acorda... Papai morreu! Papai morreu!”, dizia aos prantos, enquanto me abraçava.

Há 30 anos meu pai faleceu. Hoje, começo um blog que vai trazer algumas histórias sobre ele, o Acre, minha família. Um resgate histórico, uma homenagem ao meu pai, que sempre fora o desejo de Viviane realizar, mas que a morte precoce impediu-lhe o empreendimento. A autoria “Prof. Wanderley Dantas" é também uma homenagem a ele, mas também representa um outro lado meu, uma perspectiva diferente sobre a minha própria vida, os meus pensamentos e a história do meu país.

Enfim, meu pai, sua história, sua trajetória, suas polêmicas e sua vida ocuparão a página deste blog chamada “A terra”. Porque assim vejo meu pai – terra: o imenso latifúndio de uma terra distante – Acre. Um Brasil que não testemunhei, mas que espero resgatar pela pesquisa e pelo testemunho dos sobreviventes daquele tempo. Inauguro, portanto, o Blog "O Seringueiro" prestando a homenagem aos 30 anos de ausência do meu pai. A história começa!

Prof. Wanderley Dantas

PRA ATRAPALHAR ELES SERVEM.

Escrito por Luiz Calixto  -  
PT  pede vista a Projeto do Fuso do Executivo

O deputado Nazareno Fonteles (PT/PI) pediu vista , na sessão desta terça-feira(22) da Comissão de Constituição e Justiça(CCJ) da Câmara dos Deputados, do projeto de lei n° 3.078/2011.

O projeto, de autoria do Executivo, restabelece os fusos horários do Acre e parte do Amazonas.

Em seu relatório, o deputado Eliseu Padilha( PMDB/RS) reforçou a conveniência do retorno ao fuso anterior  em virtude da realização de referendo, de autoria do deputado Flaviano Melo(PMDB), onde a maioria da população optou pela volta ao antigo horário.

Eliseu ressaltou ainda que o Congresso Nacional já havia aprovado o projeto de lei n° 1.669/2011, para o retorno ao horário antigo. No entanto, a matéria foi vetada pela Presidência da República  sob o argumento  que  extrapolava o resultado da consulta popular realizada.

Com isto, coube ao próprio  Executivo elaborar novo projeto de lei a fim de restaurar o horário acreano de 2 horas a menos de Brasília de modo a prestigiar a vontade popular.

Na sessão desta terça-feira, havia uma nítida tendência de aprovação do projeto do Executivo pela CCJ da Câmara dos Deputados. Politicamente, o pedido de vista  pode protelar ou mesmo dificultar a aprovação do projeto, contrariando frontalmente a vontade popular manifestada nas urnas.

Agora, serão necessárias 2 (duas) sessões ordinárias do plenário  da Câmara dos Deputados para que o projeto volte à votação pela CCJ.

Da Assessoria do senador Sergio Petecão- PSD

PARABÉNS A TODOS DA INFANTARIA PELO DIA - ABAIXO O POEMA DO INFANTE

Soldado Brasileiro na 2ª Guerra Munidial
Imensa formação de brancas cruzes,
Desfile mortuário de fantasmas,
Exótico mercado de miasmas,
Exposição de ossadas e de urzes…


Calado e mudo queda-se o canhão,
Apenas trevas cobrem a amplidão,
Que outrora foi um campo batalha…
Calada e muda queda-se a metralha,

É morta na garganta a voz do obus,
O sabre traiçoeiro não reluz
Dilacerando, ensangüentado a terra…
A paz voltou, é terminada a guerra.

Os heróis tombaram das alturas,
Os covardes e os bravos olvidados,
Seus feitos aos livros relegados,
Nada mais resta, apenas sepulturas.

E eu? Quem sou? Perguntam eu quem sou?
Pois bem, eu lhes direi: sou um soldado,
Igual a qualquer outro
que avançou, combateu, foi derrubado.

Cruzes iguais… Terrivelmente iguais…
Exército que cresce mais e mais,
No festim diabólico da morte.
Aqui jaz o covarde. Ali o forte.

Aqui dorme um estranho. Ali estou eu…
Mas ninguém sabe como ele morreu…

Não se lembram do campo de batalha,
Nunca ouviram o riso da metralha…

Não sentiram tremer o corpo inteiro
Ante o rugido brutal de um morteiro…

Não viram a cor dos olhos do inimigo.
Não sentiram o medo do perigo,
Que vos faz desejar a morte breve.
Nunca sonharam. Nunca, nem de leve.

Mas…
Nem todos se esqueceram do soldado
Que está longe, bem longe sepultado…

Mamãe, minha boa mãe, se tu soubesses
Que tua imagem adornei com flores,
Que tuas flores foram minhas preces,
Preces colhidas no jardim das dores…

Minha querida mãe, se te contasse
O medo que senti sem teu carinho,
Um medo horrível de morrer sozinho.
Medo mesmo que o medo me matasse…

Mas deixei meu abrigo e avancei
Julgando ver a morte a cada passo
Ao ouvir o sibilar de um estilhaço…
Parei… Pensei em ti… Continuei…

Minha querida mãe se te dissesse
Que quando derrubou-me uma granada
Atirando-me na terra enlameada,
Foi por ti que chamei desesperado.

Por um momento deixei de ser soldado
E fui novamente uma criança
Sentindo na morte a esperança
De ainda adormecer no teu regaço.
Mamãe. Matou-me um estilhaço…

Minha querida noiva, por que choras?
Relembras por certo as boas horas
Que passamos juntos. Só nós dois…
Íamos casar. Lembra-te ? E depois…

E depois uma casa retirada.
Cortinas nas janelas enfeitadas,
Tu me esperando… eu vindo do quartel…
A nossa casa um pequenino céu,
Aberto a vinda de um herdeiro…
Meu sonho, meu sonho derradeiro,
Foi de beijar-te antes de morrer.

Mas ao golpe frio da granada,
Beijei apenas a terra ensangüentada.

Mamãe, minha noiva, aqui se encerra
Uma história de sangue, esta é a guerra.
Não chorem. Tudo é terminado
Rápido como coisa de soldado…

Mas mamãe…
Se novamente a pobre humanidade
Mais uma vez em busca da verdade
Rufar seus tambores sobre a Terra
Anunciando mais sangue e outra guerra,
Se outro filho a Pátria te exigir,
Sem lágrimas mamãe, deixe-o ir…
Embora te destrua o coração,
Ainda que te alquebre a agonia
Faça-me um favor mamãe,
Peça a esse irmão,
Para que seja também da INFANTARIA!

EX-SOLDADOS DO HAITI ATACAM TROPAS BRASILEIRAS

Ex-soldados marcharam na sexta-feira em Porto Príncipe: ordem para evacuar campos de treinamento não tem sido cumprida
Contingente afastado em 1995, sob acusações de infrações aos direitos humanos, pede a reativação do Exército haitiano
  
Gazeta do Povo - O feriado prolongado no Haiti foi marcado por confrontos entre ex-soldados do antigo exército do país e tropas brasileiras que integram a Minustah – as forças de paz da ONU, que são comandadas militarmente pelo Brasil. A Minustah auxiliou uma operação da Polícia Nacional Haitiana (PNH) que resultou na prisão de cerca de 50 ex-militares.

Os ex-soldados aproveitaram as comemorações do feriado do dia da bandeira, na sexta-feira, para protestar em todo o país pela volta do exército haitiano. Nos últimos meses, esses ex-militares voltaram a se reunir e a treinar com armas, pressionando o governo do presidente Michel Martelly. Eles haviam dado um prazo até a última sexta-feira para que o governo anunciasse planos para as Forças Armadas.

Em protesto, os militares foram as ruas em marchas cívicas na capital Porto Príncipe e outras três cidades do interior. Na capital, em frente ao Palácio Nacional, algumas centenas de ex-soldados, grande parte deles uniformizados e armados, atacaram os soldados brasileiros da Minustah, que faziam a segurança no local.

“Esse grupo atacou as tropas brasileiras, que responderam e contornaram a situação com armas não letais”, informou o porta-voz da parte militar da missão, o americano Jim Hoeft. Segundo ele, não houve feridos.

A PNH aproveitou o momento de turbulência e, com a ajuda da Minustah, realizou uma operação na principal base ocupada pelos ex-soldados, em Camp Lamantin, em Carrefour, distrito na região de Porto Príncipe. O local era considerado o quartel-general dos ex-militares.

As forças de paz invadiram a antiga base militar, e as estimativas iniciais apontam que cerca de 50 ex-soldados foram presos por porte irregular de armas.

NOTÍCIAS DA POLÍTICA ACREANA - 24/05/2012



Para Petecão, as denúncias exigem uma tomada de posição da diplomacia brasileira “e do próprio Governo Federal



Além do endividamento dos servidores, o novo bloco de parlamentares irá levantar debates sobre a energia elétrica, exploração de menores e outros temas de interesse da sociedade.

FOTO DO DIA - 24/05/2012

MARUCÍCIO DE SOUZA
Foto:Blog do Altino Machado

23 de mai. de 2012

TRIBUTO AO PASSADO: VISTA PARONÂMICA DO CENTRO DE RIO BRANCO NA DÉCADA DE 20

Vista panorâmica do centro de Rio Branco. 
À direita o Palácio Rio Branco em madeira e à esquerda o grupo escolar 07 de Setembro.
Data: Década de 20
Fonte: Revista Comemorativa dos 104 anos de Rio Branco, pág. 07.
Acervo Digital: Memorial dos Autonomistas

ENQUANTO ISSO NO PAÍS DA COPA - 23/05/2012

21 de mai. de 2012

SEGUNDO O CRICA, LUZ PARA TODOS ENTRA NA CONTA DO VIGÁRIO

O CONSELHO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA CONVIDA A POPULAÇÃO TARAUACAENSE PARA O 1º FÓRUM REGIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Confira toda programção aqui.


A NOVA DESCULPA

Dilma deve definir licitação dos caças ainda neste ano

CONTAS DO ACRE ESTÃO NO VERMELHO

Em 13 anos, administrações da FPA já contraíram 1,7 bilhão de empréstimos; Dívidas do estado com os bancos e precatórios somam mais R$ 1,9 bi
 
Luciano Tavares, da redação de ac24horas - A Assembleia Legislativa autorizou e o governador Sebastião Viana sancionou a Lei que autoriza o Acre a fazer mais um empréstimo com o Banco Mundial. Dessa vez no valor exato de R$ 13.280.700,00 (treze milhões, duzentos e oitenta mil e setecentos reais).

Na redação enviada ao poder Legislativo o governo informa que o dinheiro é destinado a apoiar as ações de monitoramento, prevenção e combate ao desmatamento, decorrentes de incêndios florestais e queimadas não autorizadas.

O empréstimo soma-se a gigantesca dívida do Acre contraída junto ao BNDES, bancos do Brasil, Mundial e Caixa Econômica, que atualmente está acima de R$ 1,7 bilhão.

Dados da Secretaria de Fazenda revelam que em 1999, quando o então governador Jorge Viana (PT-AC) assumiu o estado, a dívida do governo do Acre com a União, era de R$ 680 milhões, incluindo, às trabalhistas, como a dos servidores do extinto Banco do Estado do Acre (Banacre), que possuía um débito R$ 150 milhões. Parte dessa dívida com valores atualizados foram pagas. Porém ao longo de 13 anos, os governos da Frente Popular do Acre contraíram mais de R$ 1,7 bilhão só com empréstimos e financiamentos.

Isso tudo tem um prazo para pagamento: entre 10 e 15 anos, que é o tempo que as instituições financeiras disponibilizam para amortização do débito.

Além do débito bancário, o estado deve de precatórios R$ 160,4 mi. Ou seja, somada a dívida ultrapassa R$ 1,9 bi.

O aviso foi dado: TCE já alertou governo sobre endividamento

Em 2009, o TCE (Tribunal de Contas do Estado) revelou que o governo do Acre ultrapassou a sua capacidade de endividamento ao extrapolar em 16% suas receitas correntes líquidas com operações de crédito. Naquele ano as operações chegaram a 18,49%.

Em 2009, o percentual da dívida chegou a 36,54% da receita corrente. A norma federal determina que a dívida dos Estados não pode exceder em duas vezes a receita líquida anual, que naquele ano chegou a mais de R$ 2,4 bilhões.  Por receita líquida, a resolução especifica a arrecadação tributária própria, mais os recursos das transferências constitucionais.

MAIS UMA VEZ O EXÉRCITO BRASILEIRO DÁ LIÇÃO DE MORAL

18 de mai. de 2012

TRIBUTO AO PASSADO - FUTEBOL TARAUACAENSE NA DÉCADA DE 60


Acima, a foto em seu estado original.

Aluísio Catão, Dalhem do BASA, Carlos Angelim (Chegou a ser Prefeito), Chagas Araújo, Bulcão do BASA, Profº Vitor e Hélio Viana,
Pompílio Viana, Sgt. Carlos da TASA, Edson Barroso, Milton Lins e Raimundo fotógrafo.
Abaixo, a foto ajustada para uma  melhor visualisação

COMISSÃO DA VERDADE: Quando a suposta dialética da história vira discurso esquizofrênico. Ou: A grande falha lógica do discurso de Dilma. Ou: Conteste se for capaz!

Reinaldo Azevedo - Leitores me pediram para manter este texto no alto por mais um tempo. Aqui está.
Caras e caros, de braços dados com a história e a lógica, acho que escrevi o meu melhor texto sobre a Comissão da Verdade. Avaliem.

A presidente Dilma Rousseff realizou hoje a solenidade de instalação da dita “Comissão da Verdade” (ver post anterior). Escrevi nesta manhã um longo texto a respeito. Também a mim não me moveu o revanchismo! Até porque tomei algumas bordoadas na luta pela redemocratização do país e tive de aguentar um “agente do regime” no meu pé quando tinha meros 16 anos… Não fui torturado como Dilma nem me tornei o burguês das lutas alheias, como o companheiro “ApeDELTA”, que nunca sofreu, felizmente, um arranhão, embora receba pensão permanente por ter sido “molestado” pela ditadura. A grana deve andar, aí, em torno de R$ 6 mil por mês. Continuo o apaixonado de sempre pelos fatos — aos 16, a minha perspectiva era certamente outra, mas já me incomodava a ideia de que o Estado pudesse sufocar os indivíduos com as suas verdades, a despeito dos… fatos! Por isso me fiz, vamos dizer assim, um “rebelde”. Por isso continuo, vamos dizer assim, um “rebelde”.

Eu me dei conta esses dias de que fui crítico, a cada hora numa trincheira, de todos os governos de Geisel pra cá. E, hoje, costumo bater boca, ainda que indiretamente, com sumidades que apoiaram todos os governos — de Geisel pra cá!!! São mais inteligentes do que eu, claro! O “progressismo” já fez verdadeiros milionários no Brasil. Fui de esquerda quando dava prejuízo. Deixei de sê-lo quando passou a dar lucro! Sujeito burro!!!

Sim, o tempo foi me convencendo, e já há muito é uma convicção da qual não abro mão, de que a democracia é mesmo o pior regime de governo possível, com a exceção de todos os outros, como disse aquele do uísque com charuto… Não é o modelo perfeito, mas é o que permite, ao menos, tratar as diferenças sem ter de avançar no pescoço alheio. Na democracia, “pacta sunt servanda“. E fim de papo! Vale o combinado. Os acordos têm de ser cumpridos. Os contratos não podem ser desrespeitados.

É o contrário do que pensa boa parte — se é que não se fala da totalidade — das esquerdas. Costumam apelar à chamada “dialética da história” para sustentar que leis, mesmo democraticamente instituídas, podem e devem ser desrespeitadas se essa for “a vontade da sociedade”. Chamam de “vontade da sociedade” a pauta que elas próprias definem. Dos 16 aos, mais ou menos, 21, também cheguei a acreditar nisso. Quando descobri que era a porta de entrada de todos os males do mundo; quando me dei conta de que essa perspectiva correspondia à morte do humanismo — à medida que ela não comporta qualquer princípio inegociável —, caí fora! Constatei que se tratava de um mal superior àqueles outros que eu combatia (e que continuo a combater) porque, em nome da resistência e de um mundo alternativo, então tudo era possível. Se me era dado combater o que considerava “imoralidade alheia” com a ausência da moral (coisa de “burgueses”), então a diferença entre “nós” e “eles” é que o mal que preconizávamos não tinha limites. A nossa vantagem comparativa estava em surpreendê-los usando seus métodos detestáveis e indo muito além. É claro que passei a repudiar essa visão de mundo de modo absoluto.

Pois bem. Dilma instalou nesta quarta a Comissão da Verdade. Negou a perspectiva revanchista, embora as declarações de pelo menos três membros do grupo — Maria Rosa Cardoso da Cunha, Paulo Sérgio Pinheiro e Maria Rita Kehl — afrontem de forma clara o texto da lei. Dizem com todas as letras — e contra a letra legal, reitero — que o objetivo da comissão é apurar as transgressões aos direitos cometidas apenas por um dos lados. A Comissão da Verdade não reconheceria (e não reconhecerá), assim, as mais de 120 vítimas que as esquerdas também fizeram no país. É mentira, mentira absoluta, que toda a cadeia de comando que resultou nessas mortes tenha sido identificada. Ao contrário até: assassinos notórios, ou seus partidários, passaram a receber, diretamente ou por meio de familiares, indenização do estado. Não adianta me xingar, me ofender, nada disso. Se puderem, neguem a evidência. Se não puderem, tenham ao menos a coragem de defender que alguns são maus assassinos, e outros, bons assassinos.

No discurso de instalação da comissão, afirmou a presidente:
“Ao instalar a Comissão Nacional da Verdade, não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de forma diferente do que aconteceu, e sim a necessidade imperiosa de conhecê-la em sua plenitude, sem ocultamentos, sem vetos. É a celebração da transparência da verdade de uma nação que vem trilhando um caminho da democracia. O Brasil deve render homenagens a mulheres e homens que lutaram pela revelação da verdade histórica. O direito à verdade é tão sagrado quanto o direito de famílias de prantear pelos seus entes queridos. Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado e também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.

Parece bom, mas é a esquizofrenia histórica se fingindo de dialética. Se é mesmo uma história “sem ocultamentos”, então a verdade sobre alguns grupos tratados como defensores da democracia tem de ser devidamente caracterizada. Não é possível que organizações como Colina, VPR e VAR-Palmares, que a presidente conhece muito bem, sejam alçadas à condição de heroínas do regime democrático. Atenção! Nada, nada mesmo, justifica que um agente do estado resolvesse fazer “justiça” com as próprias mãos! Condenar esse expediente, no entanto, não muda a convicção daqueles que queriam uma ditadura socialista no Brasil. E, em nome disso, também mataram. Se a inocência não era um limite para os torturadores e agentes dos porões, foi, por acaso, limite para muitos daqueles militantes?

Dilma diz reverenciar os que “lutaram contra a truculência legal”. Certo! Quando Larmarca, volto ao caso, esmagou o crânio de um tenente da Polícia Militar, depois de um “julgamento” feito no meio do mato por seus pares de terror, ele estava lutando “contra a truculência legal”? Quando uma associação de grupos de esquerda decidiu jogar um carro-bomba contra um quartel, fazendo em pedaços um jovem de 18 anos — Mário Kozel Filho —, tratava-se tal ação de “luta contra a truculência legal”? Quando os próprios esquerdistas assassinaram alguns dos seus, suspeitos de colaboracionismo, era “luta contra a truculência legal”?

A linguagem trai
Como é mesmo? As palavras fazem sentido!!! A gramática existe não apenas para expor a ignorância do JEG. Também é um instrumento para aclarar pensamentos. Prestem atenção a este trecho da fala da presidente:
“Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado e também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.

Sabem os gramáticos — e preciso sempre tomar cuidado porque tenho um dos melhores entre meus leitores, Luiz Antônio Sacconi, dono de vastíssima obra na área — que a conjunção aditiva “e” pode ser empregada como conjunção adversativa, pode valer por um “mas”, a exemplo do que faz Dilma. Sua fala pode ser reescrita assim, sem que mude o sentido do que disse:
Reverencio os que lutaram contra a truculência ilegal do estado, mas também reconheço e valorizo os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”.

Resta evidente em sua peroração a existência de uma contradição entre “os que lutaram contra a truculência” e “os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”. Ao optar por esse discurso, ela se revela e se trai  também na esfera da linguagem. Ela se revela ao admitir que entende a Lei da Anistia como algo que caminhou no sentido contrário aos interesses daqueles supostos heróis “que lutaram contra a truculência”. Mas ela também se trai ao assumir que, satisfeita a visão de mundo daquela turma, certamente não se alcançariam os “pactos políticos que nos levaram à redemocratização”. Vale dizer, por dedução lógica inescapável: se a Lei da Anistia era incompatível com aquela turma, aquela turma era incompatível com a Lei da Anistia.

Não posso fazer nada: eu opero com categorias lógicas. Eu me nego a me deixar enrolar pela retórica oca, pela grandiloquência do… ocultamento!

Algum retórico do Planalto emprestou um coquetel de figuras de linguagem à presidente, que afirmou:
“A ignorância sobre a história não pacifica. Pelo contrário, mantém latentes mágoas e rancores. A desinformação não ajuda a apaziguar. O Brasil merece a verdade. As novas gerações merecem a verdade. Merecem a verdade factual também aqueles que perderam amigos e parentes. O Brasil não pode se furtar a conhecer a totalidade de sua história. Se tem filhos sem pais, túmulos sem corpos, nunca pode existir uma história sem voz”.

Perfeito! Se é o Brasil pacificado que instala essa “Comissão da Verdade”, então, por definição, toda a verdade tem de ser contada, também a das vítimas dos grupos terroristas — ainda que a “comissão” queira chamá-los “revolucionários” ou “amantes da democracia” (o que é mentira!). À diferença do que dizem os petralhas, aceito, sim, pontos de vista diferentes dos meus. Desde que se apontem as falhas lógicas ou as falsidades deste texto. 

Nota do Blog: Sem imparcialidade, não pode haver verdade.

17 de mai. de 2012

CHARGE - 17/05/2012

A MINORIA DOS MENORES PRIVILEGIADOS DO BRASIL

Veio em boa hora esse Decreto da Dr.ª Joelma Ribeiro em relação aos menores de Tarauacá.

Nas noites de Tarauacá quem tenta comer sossegadamente em uma lanchonete, trailer ou restaurante, depara-se com uma cena corriqueira. Crianças pedindo dinheiro de mesa em mesa às altas horas da noite. 

Não costumo dar dinheiro, porque sei que muitos pais obrigam essas crianças a pedirem na rua para saciar sua vontade de beber cachaça, ou comprar drogas, ofereço algo para comer, mas mesmo assim, em alguns casos, somos xingados por não fazermos o que eles querem.

Alguns meninos, (os que não querem vadiar), não podem trabalhar porque não deixam. Quantos jovens e adolescentes trabalharam e hoje são homens formados, dando graças a Deus por terem conseguido ajudar, mesmo com pouco suas famílias. Se ainda fosse atrapalhar seus estudos não diria nada, mas ficar até altas horas da noite pedindo, e andando pela rua como vemos, é que não os ajuda didaticamente em nada, isso eu garanto.

Por outro lado, e, diga-se de passagem, um lado obscuro e inexplicável, vemos todo dia artistas mirins em todas as redes de televisão. As leis não são pra todos? O que diz a Constituição em relação a isso? Cadê os Humanos Direitos?

Chega a ser cômico artistas globais fazendo propaganda em televisão, e esses mesmos artistas trabalham com crianças.

Com a Palavra os Direitos Humanos.

DISCURSO DO ORADOR DE DIREITO UFSC - A IMAGEM NÃO ESTÁ MUITO BOA, MAS DÁ PARA OUVIR


RIO BRANCO - TIÃO BOCALOM CONTINUA LIDERANDO PREFERÊNCIA DO ELEITORADO PARA PREFEITURA

Contilnet - Na disputa, Marcus Alexandre (PT) aparece em segundo lugar com quase um terço dos votos do primeiro, Fernando Melo (PMDB) é o terceiro, Jamyl Asfury (DEM) o quarto e Luiz Calixto (PSL) o quinto.
Da Redação da Agência ContilNet

O jornal A Tribuna divulgou, na noite de quarta-feira (16), em sua página na internet, a primeira rodada de pesquisas eleitorais registrada neste ano no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O pré-candidato Tião Bocalom (PSDB) continua liderando a preferência do eleitorado com 44,6% dos votos dos entrevistados. Marcus Alexandre (PT) aparece em segundo, com 16,2%, Fernando Melo (PMDB) como terceiro, com 7%, Jamyl Asfury (DEM) em quarto, com 3,7% e Luiz Calixto em quinto, com 1,9%.

A pesquisa A Tribuna/Data Control foi realizada de 26 a 28 de abril e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 002/2012. O Instituto Data Control ouviu 1.050 pessoas. De acordo com o registro no TRE, a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

A pesquisa também revela os índices de rejeição dos pré-candidatos. Calixto, Bocalom e Marcus Alexandre estão quase empatados. O líder do PSL tem 17,6%, o tucano 16,4% e o petista 15,6%. O peemedebista tem 8% e o democrata é o pré-candidato com menos rejeição.

Ainda de acordo com o jornal A Tribuna, a pesquisa também apontou que os entrevistados querem que o próximo prefeito dê prioridade aos investimentos na área de saúde.  Foi o que disseram 29,1% dos entrevistados. Já 8,8% querem prioridade na segurança pública e mais de 6% na geração de emprego.

VISITANTE ILUSTRE - 17/05/2012

CÚPULA DO PMDB AMEAÇA CONVOCAR LULA PARA DEPOR NA CPI DO CACHOEIRA