27 de fev. de 2020
Presidente Bolsonaro publica relação das cidades atendidas com Escolas Cívico-Militares em 2020
- Escola Cívico-Militar: Muitos têm perguntado quais escolas, cidades e Estados serão atendidos em 2020. Segue a relação.— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) February 27, 2020
- Campinas ainda aguarda definição jurídica. Caso Campinas não ocorra, a próxima cidade na lista será Sorocaba.
. @MEC_Comunicacao @AbrahamWeint pic.twitter.com/RFyNp1q7e4
Naval Group entrega 1º lote de torpedos F21 para a Marinha do Brasil

Xavier Vavasseur - O anúncio foi feito durante a conferência de imprensa sobre os ganhos anuais da empresa em 21 de fevereiro de 2020. Um lote inicial de 6 torpedos foi entregue à Marinha Francesa em novembro de 2019.
Cerimônia de entrega do primeiro lote de (6) torpedos pesados F21 para a Marinha Francesa em novembro de 2019, na fábrica de torpedos do Grupo Naval em St Tropez.
Outro lote de torpedos F21 foi entregue à Marinha do Brasil em janeiro deste ano. O número exato de torpedos não foi divulgado. O Brasil é o primeiro cliente de exportação do F21, que será instalado a bordo dos novos submarinos da classe Riacuelo.
Na marinha francesa, o F21 está programado para substituir o envelhecido F17. O F21 será instalado a bordo da frota SSBN da classe Le Triomphant, o novo SSN do tipo Barracuda (classe Suffren) e mais adiante, a futura frota SSBN conhecida como “SNLE 3G”. Vários SSNs atuais da classe Rubis receberão o novo torpedo, já que pelo menos um submarino da classe foi usado para realizar testes de validação e qualificação do F21 nos últimos anos. O requisito inicial da Marinha Francesa é para 93 torpedos pesados F21, que serão conhecidos como “Artémis” na MN.
F21 para a Grécia e a Índia?
O Naval Group também procura fornecer seu torpedo pesado F21 para a Marinha Helênica, que precisa equipar sua frota de quatro submarinos Tipo 214 e um Tipo 209. A necessidade é de torpedos pesados de 36×21 polegadas (533 mm) para substituir os antigos SUT Mod0 e SST-4. Um concurso internacional deve ser lançado pelo MOD grego este ano.
Também existe um requisito de torpedo pesado na Índia, para os seis submarinos da marinha indiana da classe Scorpene. O Ministério da Defesa da Índia emitiu uma licitação em junho de 2019 para a aquisição de cerca de 100 torpedos pesados.
De acordo com o Naval Group, o F21 apresenta desempenhos excepcionais, cumprindo os rigorosos requisitos da Marinha Francesa: modo autoguiado avançado, capacidade de águas rasas e confinadas, resistência de contramedidas de última geração e conformidade com as normas de segurança de submarinos nucleares. Graças à sua inteligência, alcance e poder de fogo, oferece à marinha uma vantagem tática incomparável, aumentando o espectro de cenários operacionais.

O F21 tem um diâmetro padrão da OTAN (533 mm), um comprimento de 6 metros e pesa 1.550 kg. Tem uma velocidade superior a 50 nós e um alcance de mais de 50 km (27 milhas náuticas). Sua profundidade de ataque operacional é compreendida entre -33 pés (10 m) e +1.630 pés (500 m).
O torpedo é guiado inicialmente por fio e, em seguida, usa retorno acústico. Seu motor elétrico é acionado por uma bateria de óxido de prata de alumínio (AgO-Al). O back-end do torpedo é fornecido pela Atlas Elektronik (e provém do SeaHake mod4), que permitiu que os engenheiros franceses da DGA e do Naval Group concentrassem totalmente seu tempo e orçamento durante a fase de pesquisa e desenvolvimento na inteligência, orientação e recursos de rastreamento do F21.
FONTE: Naval News
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN
Preocupação com coronavírus aumenta e derruba mercados pelo mundo: o que fazer agora?
Equipe de análise da XP destaca importância de um portfólio diversificado para lidar com forte volatilidade do mercado
(Crédito: Cleber Mendes/ Agência O Dia/ Estadão Conteúdo)

Lara Rizério - A sessão desta quarta-feira (26) é de baixa bastante expressiva para a bolsa brasileira na volta do Carnaval. Durante as duas sessões em que a bolsa brasileira esteve fechada, o índice de ADRs brasileiro Brazil Titans 20 registrou forte queda de 6,71%, enquanto o ETF brasileiro EWZ teve baixa de 6,33% em meio aos temores cada vez maiores com a disseminação do coronavírus. Os ativos brasileiros negociados no exterior acompanharam os mercados globais, que também tiveram queda entre 6% e 7% nas duas últimas sessões (veja mais clicando aqui).
Após semanas de recorde, as altas nas bolsas americanas começaram a deteriorar à medida que as cadeias de suprimento globais se mostraram mais impactadas do que o inicialmente previsto e com o brusco crescimento dos casos confirmados fora da China. No fim de semana, a preocupação aumentou depois que uma onda de casos foi relatada na Coreia do Sul, Irã e Itália, gerando paralisação de algumas atividades nos países, enquanto as autoridades tentam manter os recentes surtos sob controle.
Conforme destacou em relatório a XP Investimentos, tal movimento dos mercados mostrou uma corrida clara para ativos de menor risco, sendo quatro os principais indicadores dessa elevada aversão. Tratam-se de i) procura por títulos americanos, fazendo com que o rendimento de dez anos atingisse o menor nível da história, a 1,328%, ii) o forte rali no ouro, que atingiu na segunda-feira o maior valor em sete anos, próximo de US$ 1.700, iii) grande aumento da volatilidade, com o índice VIX atingindo o seu nível mais alto desde 2018, em 26,6% e iv) a alta do dólar, por conta de fluxos elevados de capitais para mercados de menor risco.
A equipe de análise da XP ressalta que, nos últimos dias, moedas de países como África do Sul, Turquia, Rússia, Chile e outras perderam entre 1% e 2% de valor frente ao dólar, o que também pode se repetir por aqui. “Esperamos que a cotação do dólar siga pressionada frente ao real brasileiro, dado que os fundamentos seguem suportando a moeda americana”, avalia.
Em meio ao surto de coronavírus se espalhando por outros países e elevando os temores sobre os efeitos na economia global, Alberto Bernal, estrategista macro global da XP, destacou que os governos no mundo devem agir para conter não só a propagação da doença, mas os severos impactos na atividade no primeiro trimestre. Assim, tanto Europa quanto China devem elevar o nível de estímulos à economia no curto prazo, podendo aliviar os impactos quando forem anunciados.
Nesta quarta-feira, o governo de Hong Kong já anunciou um pacote de auxílio de quase US$ 1.300 para cada residente permanente que tiveram suas finanças impactas pelo vírus e pelos protestos que se alastraram por Hong Kong no final de 2019, totalizando quase US$ 10 bilhões de injeção de liquidez na economia local. “Esse pode ser apenas o primeiro sinal de vários outros estímulos que virão em outros países”, destaca Bernal.
Leia também
Volatilidade e impacto para o investidor
Durante esse período de forte volatilidade e aversão ao risco do mercado, o que o investidor deve fazer? Conforme destaca a XP, é muito importante manter uma carteira diversificada, com exposição não apenas a renda variável, ajudando o investidor a tolerar a volatilidade de preços no curto prazo.
No curto prazo, a expectativa é de que haja fortes baixas das ações da Bolsa. Porém, empresas com bons fundamentos devem se manter sólidas no longo prazo.
Enquanto o coronavírus se propaga, a principal preocupação para as empresas no prazo mais curto se refere ao potencial impacto que uma desaceleração econômica, a partir das economias impactadas pelo coronavírus, possa ter em seus resultados. Os principais sinais foram dados no setor de tecnologia na última semana, após a Apple afirmar que não atenderá às projeções de receita para o trimestre por conta do coronavírus.
Para o mercado brasileiro, caso os impactos do surto se prolonguem no médio prazo, a pressão deve continuar principalmente para ações ligadas à economia global, como empresas de commodities – caso de Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) -, frigoríficos exportadores – caso de JBS (JBSS3), Marfrig (MRFG3), BRF (BRFS3) -, companhias aéreas e de turismo- como Gol (GOLL4), Azul (AZUL4) e CVC (CVCB3) -, além de empresas domésticas de consumo que possam ter seus resultados deteriorados a depender do impacto para a economia brasileira.
Por outro lado, avalia a equipe de análise, ações de empresas reguladas, como elétricas e saneamento, podem ser boas oportunidades, já que não são dependentes da economia e pagam dividendos robustos.
Conforme destacou Warren Buffett em entrevista à CNBC e em carta aos investidores da Berkshire Hathaway, o longo prazo não mudou com o coronavírus. Porém, o curto prazo deve ser de forte volatilidade para os mercados.
Fies: candidatos já podem acessar resultados
O programa oferece 70 mil vagas para financiamento universitário


Andreia Verdélio -O resultado da seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) para o primeiro semestre de 2020 já está disponível. A lista de pré-selecionados da chamada única pode ser consultada no site do programa ou nas instituições de ensino participantes.
Na modalidade Fies, o estudante deve complementar a inscrição pelo site do programa no período de 27 de fevereiro a 2 de março. Já os pré-selecionados na modalidade P-Fies deverão comparecer à instituição de ensino para validação das informações de sua inscrição e contratação do financiamento.
Os estudantes não pré-selecionados na modalidade Fies foram automaticamente incluídos na lista de espera e devem acompanhar sua eventual pré-seleção entre 28 de fevereiro e 31 de março de 2019, na página do Fies. Na modalidade P-Fies não existe a etapa de lista de espera.
Neste semestre, o programa vai oferecer 70 mil vagas para financiamento estudantil em instituições privadas de ensino superior. Ele está dividido em duas modalidades: o Fies a juros zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o P-Fies para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos, com juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino. Essa última modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes.
Cronograma de inscrição do Fies 2020 - arte-EBC
Mudanças no financiamento
Em dezembro de 2019, o comitê gestor do Fies fez mudanças no programa que só valerão a partir do segundo semestre deste ano.
Uma das alterações é a possibilidade de cobrança judicial de contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.
Hoje a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada, só continua a se enquadrar nesse campo quem tiver dívida menor que R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.
Para o P-Fies, o comitê definiu independência em relação ao Fies, para, segundo o Ministério da Educação (MEC), “dinamizar a concessão do financiamento nessa modalidade”. Não haverá exigência do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como pré-requisito (hoje, é idêntico ao do Fies) e nem será imposto limite máximo de renda (atualmente, é para alunos com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos). Também será possível contratar o P-Fies durante todo o ano.
As mudanças também atingiram o uso da nota do Enem como forma de ingresso no Fies. Hoje é preciso ter nota média mínima de 450 pontos e apenas não zerar a redação para pleitear o financiamento. O comitê estabeleceu uma nota de corte também para a parte discursiva - 400 pontos -, que está abaixo da nota média nacional, de 522,8. Essas mudanças valem a partir de 2021.
A nota do Enem também servirá para limitar transferências de cursos em instituições de ensino superior para alunos que possuem financiamento do Fies. Será necessário ter obtido, no Enem, resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.
O comitê ainda aprovou o plano trienal 2020 a 2022 para o Fies. Nele, as vagas poderão cair de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Mas esses valores serão revistos a cada ano, podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC.
26 de fev. de 2020
Movimentos monárquicos crescem no Brasil, e a esquerda se borra de medo
institutoconservador/Marcelo Hipólito - A esquerda se assusta com o crescimento do movimento monarquista brasileiro, clique aqui.
Se antes procuravam negar essa ressurgência como forma de melhor combatê-la, os esquerdistas agora demonstram um progressivo alarme diante da ameaça crescente representada por um potencial restabelecimento imperial futuro, o qual eles, sabiamente, compreendem como um severo entrave ao avanço do seu projeto de poder materialista/revolucionário , exibindo, por enquanto, um misto de incredulidade e deboche.
Contudo, à medida que os brasileiros redescobrem suas raízes monárquicas e começam a vislumbrar nestas uma resposta cada vez mais plausível para a resolução dos grandes problemas nacionais (políticos, culturais e morais), não demorará aos vermelhos involuírem ao seu estágio natural de ódio e paranoia o qual sempre dirigem aos seus adversários preferenciais.
Quem viver verá…
Este gráfico mostra as 100 marcas mais valiosas do mundo em 2020
No topo do ranking estão marcas bastante conhecidas, como a Amazon (US$ 221 bilhões), o Google (US$ 160 bilhões) e a Apple (US$ 141 bilhões)
Amazon - (Shutterstock)

A América do Norte, a Ásia e a Europa dominam a lista das 100 marcas mais valiosas do mundo em 2020. A única companhia de outro continente é a Saudi Aramco, estatal de petróleo da Arábia Saudita.
As informações foram divulgadas pela Brand Finance e compiladas em um infográfico do HowMuch. Para fazer o levantamento, os analistas levaram em conta uma variedade de medidas diferentes da força da marca, incluindo investimentos em marketing, patrimônio das partes interessadas e suas contribuições para o desempenho financeiro.
Por isso, os números são bem diferentes do valor de mercado das empresas (quanto valem, juntas, todas as ações negociadas em bolsa), que reflete as expectativas de ganhos futuros e, portanto, pode ser bem maior.
No topo do ranking estão marcas bastante conhecidas, como a Amazon (US$ 221 bilhões), o Google (US$ 160 bilhões) e a Apple (US$ 141 bilhões). Veja abaixo o gráfico completo com todas as 100 marcas mais valiosas do mundo.

Veja a lista das 10 marcas mais valiosas do mundo, segundo a Brand Finance:
Amazon: US$ 221bilhões (varejo)
Google: US$ 160 bilhões (tecnologia)
Apple: US$ 141 bilhões (tecnologia)
Microsoft: US$ 117 bilhões (tecnologia)
Samsung: US$ 94 bilhões (tecnologia)
ICBC: US$ 81 bilhões (financeiro)
Facebook: US$ 80 bilhões (mídia)
Walmart: US$ 78 bilhões (varejo)
Ping An: US$ 69 bilhões (seguros)
Huawei: US$ 65 bilhões (tecnologia)
Marcas de certos países dominam as 100 principais marcas do mundo e há a predominância de empresas de tecnologia graças a avaliações altíssimas e ao reconhecimento global das marcas.
Cinco das dez principais empresas mais valiosas do mundo são de tecnologia, e isso não inclui a Amazon, que a Brand Finance classificou como uma empresa de varejo.
Parlamentares lançam Frente em defesa do Programa Espacial Brasileiro

A Frente Parlamentar Mista para o Programa Espacial Brasileiro foi lançada nesta quarta-feira (19.02), na Câmara dos Deputados, com o objetivo de fortalecer, desenvolver e defender os interesses do setor espacial no âmbito do território nacional. A Frente também funcionará como um canal de diálogo entre Congresso Nacional, diversos atores da área espacial e a sociedade.
O deputado federal Daniel Freitas (PSL-SC), presidente da Frente, destacou em seu discurso que o nível de desenvolvimento e a autonomia tecnológica de um país contribuem para o fortalecimento de sua soberania e maior crescimento econômico e social. “O espaço é um ativo considerado estratégico e com potencial foco de investimentos, a tecnologia espacial tem como característica a transversalidade, isto é, perpassa quase todas os setores econômicos de um país, contribuindo para a geração de valor e renda em distintas áreas”, concluiu.
O ministro interino da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Júlio Semeghini falou do desafio e da importância da Frente na liberação de recursos orçamentários para o Programa Espacial Brasileiro. “O MCTIC conta com o trabalho dessa Frente para desenvolver o Programa Espacial”, ressaltou.
Perspectivas-2
“A articulação de nascer como uma Frente Mista é uma grande oportunidade para o Brasil impulsionar esse programa, e mostrar a importância do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) com os Estados Unidos, firmado em março do ano passado. Como o Brasil está preparado e precisa fortalecer o PEB, essa é a oportunidade para desenvolver a pesquisa, a indústria e a academia. É bonito observar como o Congresso Nacional está comprometido com a ciência e tecnologia e com a política espacial”, afirmou Semeghini.
O presidente da AEB, Carlos Moura, ressaltou: “ É o início de uma nova fase do Brasil no setor espacial. A Frente Parlamentar atuará como apoio fundamental para alcançarmos conquistas e oferecermos serviços que atendam às necessidades do cidadão. O trabalho do deputado Daniel Freitas e de todos os envolvidos que se dedicaram a lançar a Frente Parlamentar foi essencial para concretizar em tão pouco tempo esta ação em prol do Programa Espacial Brasileiro”, concluiu.
Perspectivas-3
O deputado Aluisio Mendes (PSC-MA) apontou os benefícios de o Brasil se dedicar e valorizar o setor espacial. “Iniciativas como o lançamento da Frente Parlamentar e a aprovação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas são oportunidades de o País entrar no mercado espacial mundial que hoje movimenta bilhões de dólares. Com o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) em plena atividade, o mercado de mão de obra qualificada, formada por estudantes, pesquisadores e técnicos brasileiros será automaticamente impulsionado”.
Para o diretor de Política Espacial e Investimento Estratégico da AEB-MCTIC, Cristiano Augusto Trein, a construção e o lançamento da Frente mostraram a convergência de vontades entre os diversos atores do setor espacial, além de traduzir a necessidade de avançar na consolidação do Programa Espacial Brasileiro. Segundo Trein, ainda é preciso fortalecer as interações, de formas objetivas e exequíveis para o País. A atuação da AEB-MCTIC junto ao Poder Legislativo, no âmbito da Frente, priorizará essa busca por sinergias. A FPMPEB realçará o protagonismo do Congresso Nacional na construção de um Programa Espacial efetivamente brasileiro.
25 de fev. de 2020
Brasil tem 1º caso confirmado de coronavírus, mas ainda falta novo teste
Homem tem 61 anos, é de São Paulo, e fez uma viagem à Itália, país que teve um salto no número de casos nesta semana
Estadão Conteúdo
Passageiros com máscaras desembarcam no Brasil: país ainda não tinha casos confirmados (Pilar Olivares/Reuters)

O Brasil teve nesta terça-feira, 25, um primeiro teste positivo de coronavírus. Trata-se, segundo o Ministério da Saúde, de um homem de 61 anos, residente em São Paulo, com histórico de viagem para a Itália, na região da Lombardia (norte do país), a trabalho, sozinho, no período de 9 a 21 de fevereiro. Ainda falta novo teste, que ocorrerá nesta quarta-feira, 26, para tratar o diagnóstico como confirmado.
Na tarde desta terça, o caso foi relatado pelo Hospital Israelita Albert Einstein como suspeito de coronavírus. Com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova.
Este processo de validação dos resultados está em curso e o Ministério da Saúde divulgará o laudo final da investigação oportunamente, segundo a pasta. A pasta recomenda, portanto, cautela sobre quaisquer informações que não sejam as oficiais, uma vez que a investigação não está concluída.
Outros casos
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo investiga outros três casos suspeitos de coronavírus no Estado, todos adultos.
Todos são viajantes que vieram de algum dos países que entraram na lista de vigilância do Ministério da Saúde. Além da Itália, de onde veio o paciente com confirmação do caso, figura no rol de países que demandam atenção a Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes.
O Ministério da Saúde incluiu oito desses países na segunda-feira, 24, no rol de suspeitos depois que eles começaram a apresentar novos casos da doença.
O Brasil recebeu pelo menos 5,3 mil voos, no ano passado, desses países. O número de passageiros que vieram da Itália, França Alemanha e Emirados Árabes soma 1,3 milhão de pessoas, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
De acordo com a secretaria, 26 casos já foram descartados em São Paulo.
Veja também
Ações de farmacêutica disparam após anúncio de vacina contra coronavírus
MERCADOS
Ações de farmacêutica disparam após anúncio de vacina contra coronavírus
query_builder25 fev 2020 - 09h02
O órgão de saúde lembra que pessoas que apresentarem sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza e que tenham histórico de viagem em área com circulação do vírus ou contato próximo com algum caso suspeito ou confirmado par ao vírus devem procurar o serviço de saúde. A prevenção pode ser feita com uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal.
Em todo o Brasil, já foram descartados 54 casos suspeitos. Até segunda-feira, o Ministério da Saúde indicou que, além dos casos paulistas, havia mais um no Rio. Os secretários estaduais de saúde avaliam ser questão de tempo até o Brasil ter um caso confirmado do novo coronavírus.
Apesar disso, consideram que o País está pronto para conter o avanço da doença e tratar os pacientes, disse ao Estado, Alberto Beltrame, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Efeitos nos mercados
O crescimento dos casos de coronavírus em locais fora da China continental, como a Europa, fizeram os mercados financeiros fecharem em queda nesta terça-feira. Na véspera, os índices europeus já haviam despencado.
Além do enfraquecimento das ações de companhias aéreas e de turismo, o surto tem levantado questões sobre o quanto a China conseguirá crescer neste ano após praticamente parar sua economia nos último mês.
Uma possível desaceleração global também levantou especulações sobre os próximos movimentos do Federal Reserva System, o banco central americano, que pode cortar os juros nos Estados Unidos para aquecer a economia do país.
Todos são viajantes que vieram de algum dos países que entraram na lista de vigilância do Ministério da Saúde. Além da Itália, de onde veio o paciente com confirmação do caso, figura no rol de países que demandam atenção a Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes.
O Ministério da Saúde incluiu oito desses países na segunda-feira, 24, no rol de suspeitos depois que eles começaram a apresentar novos casos da doença.
O Brasil recebeu pelo menos 5,3 mil voos, no ano passado, desses países. O número de passageiros que vieram da Itália, França Alemanha e Emirados Árabes soma 1,3 milhão de pessoas, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
De acordo com a secretaria, 26 casos já foram descartados em São Paulo.
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O órgão de saúde lembra que pessoas que apresentarem sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza e que tenham histórico de viagem em área com circulação do vírus ou contato próximo com algum caso suspeito ou confirmado par ao vírus devem procurar o serviço de saúde. A prevenção pode ser feita com uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal.
Em todo o Brasil, já foram descartados 54 casos suspeitos. Até segunda-feira, o Ministério da Saúde indicou que, além dos casos paulistas, havia mais um no Rio. Os secretários estaduais de saúde avaliam ser questão de tempo até o Brasil ter um caso confirmado do novo coronavírus.
Apesar disso, consideram que o País está pronto para conter o avanço da doença e tratar os pacientes, disse ao Estado, Alberto Beltrame, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Efeitos nos mercados
O crescimento dos casos de coronavírus em locais fora da China continental, como a Europa, fizeram os mercados financeiros fecharem em queda nesta terça-feira. Na véspera, os índices europeus já haviam despencado.
Além do enfraquecimento das ações de companhias aéreas e de turismo, o surto tem levantado questões sobre o quanto a China conseguirá crescer neste ano após praticamente parar sua economia nos último mês.
Uma possível desaceleração global também levantou especulações sobre os próximos movimentos do Federal Reserva System, o banco central americano, que pode cortar os juros nos Estados Unidos para aquecer a economia do país.
BR-163 foi destaque na mídia internacional
Pavimentação da BR-163 foi destaque na mídia internacional, informa @MInfraestrutura. “Brasileiros concluem projeto de pavimentação para rodovia da soja”, destaca artigo publicado no site americano #FarmProgress ➡️https://t.co/eAyCOEJTDQ Com @FarmFutures— TV BrasilGov (@tvbrasilgov) February 25, 2020
📷Reprodução pic.twitter.com/CM612JYXCs
Guedes demite servidores do INSS por improbidade
Entre as aposentadorias que foram suspensas está a de uma servidora que inseria dados falsos no sistema do INSS
Saulo Moreira - O ministro da Economia, Paulo Guedes, puniu nada menos que cinco servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acusados de improbidade administrativa. Helena Mader, na Crusoé, revelou que alguns dos servidores foram demitidos. Já os que estavam aposentados, tiveram os benefícios cassados.
Entre as aposentadorias que foram suspensas está a de uma servidora que inseria dados falsos no sistema do INSS. Ela foi condenada em 2015 a dez anos de prisão. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a funcionária cobrava até 6,5 mil reais para liberar aposentadorias irregulares em Pernambuco.
Hoje, o INSS realiza uma força-tarefa para acabar com filas de espera. Para isso, o governo planeja contratar 9.500 servidores para o órgão.
A estimativa mais recente é que o governo realize o chamamento de 8.000 militares inativos e aposentados do serviço público federal e 1.500 servidores aposentados do INSS, totalizando o quantitativo de 9.500 servidores.
Pedido de novo concurso para INSS é para 7.888 vagas
Está em análise no Ministério da Economia, o novo pedido de concurso para nada menos que 7.888 vagas, distribuídas entre as funções de Técnico do Seguro Social (nível médio – 3.984 vagas), Analista – diversas especialidades (nível superior – 1.692 vagas) e Perito Médico (nível superior – 2.212 vagas).
Prepare-se: Apostila Concurso INSS – Atualizada
Para concorrer ao cargo de Técnico do Seguro Social do INSS, o candidato deverá ter certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio (antigo segundo grau) ou curso técnico equivalente, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo MEC. O cargo tem missão de realizar atividades internas e externas relacionadas ao planejamento, à organização e à execução de tarefas de competências constitucionais e legais do INSS que não demandem formação profissional específica; coletar informações, executar pesquisas, levantamentos e controles, emitir relatórios e pareceres; e exercer, mediante designação da autoridade competente, outras atividades relacionadas às finalidades institucionais do INSS, além das atividades comuns mencionadas no edital. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
Já o Analista do Seguro Social requer diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Serviço Social, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), e registro no órgão de classe específico. O cargo tem missão de prestar atendimento e acompanhamento aos usuários dos serviços prestados pelo INSS nas Agências da Previdência Social – APS e aos seus servidores, aposentados e pensionistas; elaborar, executar, avaliar planos, programas e projetos na área de Serviço Social e Reabilitação Profissional; supervisionar e homologar os programas profissionais realizados por terceiros ou instituições conveniadas; entre outras atribuições. A jornada de trabalho também é de 40 horas semanais.
Por fim, o cargo de Perito Médico Previdenciário requer diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior em Medicina, fornecido por Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC, Registro regular no Conselho Regional de Medicina. O cargo deverá exercer, privativamente, no âmbito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Ministério da Previdência Social (MPS), as atividades Médico-Periciais inerentes ao Regime Geral da Previdência Social de que tratam as leis, em especial a: I – emissão de parecer conclusivo quanto à capacidade laboral para fins previdenciários; II – inspeção de ambientes de trabalho para fins previdenciários; III – caracterização da invalidez para benefícios previdenciários e assistenciais; e IV – execução das demais atividades definidas em regulamento. Os ocupantes do cargo de Perito Médico Previdenciário poderão executar, ainda, nos termos do regulamento, as atividades Médico-Periciais relativas à aplicação da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
O cargo de analista tem remuneração de R$ 7.954,09, enquanto que o perito Médico tem ganhos de R$ 10.616,14 mensais. Os rendimentos já contam com o auxílio-alimentação de R$ 458.
Último concurso do INSS abriu apenas 950 vagas
O último concurso do órgão, aberto em 2015 para técnicos e analistas, contou com 950 vagas. Foram 1.087.804 candidatos inscritos. Desses, 1.043.815 eram para o cargo de técnico (com 800 vagas) e 43.989 para analista (com 150 vagas).
As oportunidades foram divulgadas da seguintes forma:
-Nível Médio: Técnico do Seguro Social (800 vagas). Salário de R$4.886,87 (chegando a R$ 5.259,87, após seis meses), já incluso as gratificações. Jornada de trabalho de 40 horas semanais.
-Nível Superior: Analista do Seguro Social (150 vagas). Salário de R$7.496,09 (até R$ 7.869,09), já com as gratificações. Jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Técnico: São Paulo (113), Acre (5), Alagoas (14), Amapá (5), Amazonas (34), Bahia (76), Ceará (22), Distrito Federal (10), Espírito Santo (4), Goiás (40), Maranhão (33), Mato Grosso (26), Mato Grosso do Sul (12), Minas Gerais (82), Pará (84), Paraíba (4), Paraná (37), Pernambuco (35), Piauí (2), Rio de Janeiro (17), Rio Grande do Norte (20), Rio Grande do Sul (49), Rondônia (22), Roraima (3), Santa Catarina (32), Sergipe (7) e Tocantins (12);
Analista: São Paulo (18), Acre (6), Alagoas (2), Amapá (3), Amazonas (3), Bahia (22), Ceará (7), Goiás (4), Maranhão (4), Mato Grosso (6), Mato Grosso do Sul (7), Minas Gerais (15), Paraíba (4), Rio Grande do Sul (12), Pará (6), Paraná (3), Pernambuco (3), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Rondônia (5), Roraima (2), Santa Catarina (6), Sergipe (1) e Tocantins (5), além do Distrito Federal (1).
Bancos passam a cobrar dólar do dia da compra com cartão
Medida começa valer a partir de 1º de março, conforme circular do BC
Kelly Oliveira - A partir de março, compras feitas em moeda estrangeira com cartão de crédito devem vir na fatura com o valor equivalente em reais do dia em que foram realizadas. Os bancos podiam oferecer essa forma de cobrança se quisessem, mas a maioria das instituições preferia cobrar o valor referente à data do fechamento da fatura.
Com entrada em vigor da Circular nº 3918, os bancos serão obrigados a oferecer a opção de utilizar a taxa de câmbio do dia de cada gasto. Caso não queira optar por essa sistemática, o cliente poderá pagar com base na taxa de câmbio do dia de fechamento da fatura.
Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que a sistemática de pagamento pela data de fechamento da fatura deixa os clientes expostos a flutuações das taxas de conversão no período entre o dia do gasto e o pagamento. Isso porque a variação cambial ocorrida entre a data do gasto e o efetivo pagamento é atualmente ajustada na fatura do mês posterior, podendo gerar crédito ou débito para o cliente.
Assim um único gasto pode resultar em duas obrigações em momentos distintos. Com a nova regra, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente. O BC também destacou, na época, que apesar de ser possível oferecer aos clientes a taxa de câmbio do dia de cada gasto, a maioria dos bancos preferia o fechamento da fatura.
“A situação atual para a maioria dos clientes é de: dificuldade para prever o valor em reais a ser desembolsado no dia do pagamento da fatura; fatura sem uniformidade nas informações e de difícil compreensão; e reduzida possibilidade de comparação das taxas de conversão praticadas pelos emissores de cartão, o que desestimula a competição”, informou o BC em documento de exposição de motivos para a edição da circular com as novas regras.
A partir de 1º de março deste ano, cada fatura deve ter: a discriminação de cada gasto, com no mínimo sua data, a identificação da moeda estrangeira e o valor na referida moeda; o valor equivalente em dólar na data de cada gasto; a taxa de conversão do dólar para reais na data de cada gasto; e o valor em reais a ser pago pelo cliente.
Em outubro de 2019, o BC divulgou uma carta circular para detalhar como a medida deveria se aplicada. Para que o cliente possa ter informações sobre as melhores taxas de câmbio utilizadas pelos emissores no mercado, os bancos são obrigados a tornar disponível em todos os seus canais de atendimento ao cliente a taxa de conversão do dólar para reais utilizada no dia anterior referente aos gastos em moeda estrangeira de seus clientes; e publicar informações sobre o histórico das taxas de conversão.
Além de se atentarem às taxas de câmbio, os consumidores devem observar que as compras no exterior com cartão de crédito têm incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 6,38%.
Com entrada em vigor da Circular nº 3918, os bancos serão obrigados a oferecer a opção de utilizar a taxa de câmbio do dia de cada gasto. Caso não queira optar por essa sistemática, o cliente poderá pagar com base na taxa de câmbio do dia de fechamento da fatura.
Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que a sistemática de pagamento pela data de fechamento da fatura deixa os clientes expostos a flutuações das taxas de conversão no período entre o dia do gasto e o pagamento. Isso porque a variação cambial ocorrida entre a data do gasto e o efetivo pagamento é atualmente ajustada na fatura do mês posterior, podendo gerar crédito ou débito para o cliente.
Assim um único gasto pode resultar em duas obrigações em momentos distintos. Com a nova regra, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente. O BC também destacou, na época, que apesar de ser possível oferecer aos clientes a taxa de câmbio do dia de cada gasto, a maioria dos bancos preferia o fechamento da fatura.
“A situação atual para a maioria dos clientes é de: dificuldade para prever o valor em reais a ser desembolsado no dia do pagamento da fatura; fatura sem uniformidade nas informações e de difícil compreensão; e reduzida possibilidade de comparação das taxas de conversão praticadas pelos emissores de cartão, o que desestimula a competição”, informou o BC em documento de exposição de motivos para a edição da circular com as novas regras.
A partir de 1º de março deste ano, cada fatura deve ter: a discriminação de cada gasto, com no mínimo sua data, a identificação da moeda estrangeira e o valor na referida moeda; o valor equivalente em dólar na data de cada gasto; a taxa de conversão do dólar para reais na data de cada gasto; e o valor em reais a ser pago pelo cliente.
Em outubro de 2019, o BC divulgou uma carta circular para detalhar como a medida deveria se aplicada. Para que o cliente possa ter informações sobre as melhores taxas de câmbio utilizadas pelos emissores no mercado, os bancos são obrigados a tornar disponível em todos os seus canais de atendimento ao cliente a taxa de conversão do dólar para reais utilizada no dia anterior referente aos gastos em moeda estrangeira de seus clientes; e publicar informações sobre o histórico das taxas de conversão.
Além de se atentarem às taxas de câmbio, os consumidores devem observar que as compras no exterior com cartão de crédito têm incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 6,38%.
24 de fev. de 2020
Produção irrigada já abrange um área de 530 mil hectares
Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), a iniciativa Polos de Produção Irrigada já abrange uma área de 530 mil hectares. As parcerias entre produtores e gestores públicos alcançam 39 municípios na Bahia, Goiás e Rio Grande do Sul. pic.twitter.com/kV1V4zgZ1t— Ministério do Desenvolvimento Regional (@mdregional_br) February 24, 2020
O eterno carnaval do pixuleco
Escolas de samba resolvem fazer por algumas horas uma manifestação política vestindo Bolsonaro de palhaço.
O povo veste o ex presidente Lula de presidiário por causa do carnaval que o PT e seus partidos satélites fizeram com o Brasil durante 17 anos.
Qual das duas vestimentas você preferiria que vestissem em você?
Falta de assunto ou perseguição? Grande Mídia brasileira está entre as piores do mundo
Uma simples camisa que Carlos Bolsonaro usa vira matéria na extrema imprensa brasileira, o que denota o baixo nível histórico pela qual passa a informação ao cidadão brasileiro. E mesmo que fosse o caso, onde estavam os jornalistas quando autoridades usavam e ainda usam a estampa do assassino Tche Guevara, ou pior, gente que tatua o sanguinário dito revolucionário que matava gays, crianças e até mulheres grávidas?
A sanha de desgastar Jair Bolsonaro já beira o ridículo e faz com que ele seja cada vez mais reconhecido internacionalmente. Veja aqui.
“O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”, frase de Martin Luther King que a extrema imprensa deveria se preocupar, já que o povo graças ao Whatsapp está cada vez mais falante.
Mesmo durante o carnaval homens do Exército, e Ministério da Infraestrutura trabalharam
Durante o carnaval, os homens do @exercitooficial , @DNIToficial , @MInfraestrutura , não descansam para tornar a vida dos motoristas e usuários das BRs do Brasil mais segura. Foram décadas de abandono! O trabalho continua.. @tarcisiogdf pic.twitter.com/9BmMjOQVI3— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) February 24, 2020
Samarco e Renova atrasam dragagem de usina; multa soma R$ 46 milhões

Léo Rodrigues - A mineradora Samarco e a Fundação Renova já acumulam multa de R$ 46 milhões devido aos sucessivos descumprimentos de prazos na dragagem da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, conhecida popularmente como Usina de Candonga. O levantamento do valor foi realizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a pedido da Agência Brasil.
O reservatório da hidrelétrica, situada no município de Santa Cruz do Escalvado (MG), funcionou como uma barreira após o rompimento da barragem que ocorreu em Mariana (MG) em novembro de 2015. A estrutura impediu que um volume ainda maior de rejeitos de mineração escoasse pelo Rio Doce em direção à sua foz no Espírito Santo.
A barragem que se rompeu liberou no ambiente cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos. Cerca de 10,5 milhões de metros cúbicos foram absorvidos pela Usina de Candonga. Em março de 2016, quatro meses após a tragédia, foi assinado um Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Trata-se do acordo que elencou as ações de reparação a serem implementadas. Ele também estabeleceu as bases para a criação da Fundação Renova, entidade que tem as três mineradoras como mantenedoras e que é responsável pela gestão de todas as medidas necessárias.
Um dos compromissos elencado no TTAC é o desassoreamento e a recuperação das condições de operação da Usina de Candonga. O acordo ainda fixou a data de 31 de dezembro de 2016 como prazo para conclusão da dragagem obrigatória dos primeiros 400 metros da hidrelétrica. Retirar a lama do reservatório era considerada uma medida necessária para afastar o risco de seu rompimento. Temia-se que, no período chuvoso seguinte, um novo carreamento da lama que estava dispersa no ambiente pudesse levar a Usina de Candonga ao colapso. A preocupação aparece em documentos do Comitê Interfederativo, que foi criado para fiscalizar todas as ações de reparação da tragédia. Ele é composto por órgãos públicos e liderado pelo Ibama.
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Trecho do rio Doce na região de Periquito - Tânia Rêgo/Agência Brasil
O TTAC também reiterou a necessidade de se observar o acordo judicial que a Samarco celebrou com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e com o governo mineiro em fevereiro de 2016. Esse acordo previa que a mineradora deveria apresentar, em uma semana, um plano para retirada e destinação ambientalmente adequada da lama depositada na Usina de Candonga. Além disso fixava a data de 30 de março como limite máximo para que a dragagem fosse efetivamente iniciada.
Prazos descumpridos
Nenhum desses prazos foi cumprido. Em abril de 2016, a Samarco anunciou o início de trabalhos prévios para dragar, em um primeiro momento, 500 mil metros cúbicos. Mas o processo seguiu um ritmo lento. Questionado pelo MPMG na época, a Samarco se justificou dizendo que o assoreamento do reservatório, que estava com excesso de rejeitos e baixo nível de água, dificultava o acesso das dragas. O Consórcio Candonga, responsável pela operação da hidrelétrica, mantinha suas comportas abertas para não comprometer a sua estabilidade. Havia o temor de que a estrutura projetada para armazenar água pudesse entrar em colapso com a presença do rejeito de mineração, que é mais denso. Assim, assegurar o baixo volume do reservatório era uma medida de precaução.
Diante da situação, um novo acordo foi costurado em junho de 2016. Estudos encomendados pelo Consórcio Candonga deram segurança para que o nível de água fosse elevado até três metros de altura conforme solicitava a Samarco. Assim, foi pactuado o fechamento das comportas por cinco dias. Um novo prazo de uma semana foi concedido para que a mineradora concluísse o plano de dragagem. A partir de sua apresentação, a Samarco teria mais uma semana para colocá-lo em prática.
Em outubro de 2016, ao apresentar um balanço público das ações de reparação, o Ibama chamou atenção para os atrasos na dragagem de rejeitos da Usina de Candonga. Nesse mesmo mês, um memorial do Comitê Interfederativo apontava que havia uma "cota de lâmina d'água ótima" que permitia a dragagem dos primeiros 400 metros do reservatório e deu sete dias para que a Samarco apresentasse um plano de ação.
Um mês depois, foi a vez do MPMG criticar a morosidade da retirada dos rejeitos. A Samarco afirmou na ocasião que já tinha removido os primeiros 500 mil metros cúbicos e que, até julho de 2017, concluiria a primeira fase da dragagem na qual se alcançaria um total de 1,3 milhão de metros cúbicos.
Com o fim de 2016 e o não cumprimento da meta prevista no TTAC de dragagem dos primeiros 400 metros da hidrelétrica, o Comitê Interfederativo aplicou multa à Samarco. A decisão, de fevereiro de 2017, estabeleceu o valor de R$1 milhão, mais R$50 mil por dia de atraso na remoção dos sedimentos.
Manejo
A partir de 2017, o compromisso com as ações de dragagem foram assumidos pela Fundação Renova. A entidade convocou especialistas para formular um Plano de Manejo de Rejeitos, que indicaria o que fazer com toda a lama dispersa no ambiente. Em algumas áreas, avaliou-se que retirá-la causaria mais impactos e foram planejadas ações para que o solo fosse recuperado mesmo com a presença do rejeito. Ainda assim, a Fundação Renova se comprometeu em recolher ao menos 11 milhões de metros cúbicos de lama, incluindo o que seria dragado da Usina de Candonga.
Com a formulação do Plano de Manejo de Rejeitos, o Comitê Interferativo concordou em suspender, a partir de 25 de maio de 2017, a multa diária que vigorava. Até aquele momento, a Samarco já devia R$5,95 milhões e quitou o valor. Por decisão do Comitê Interfederativo, o montante foi aplicado em medidas compensatórias adicionais em quatro municípios mineiros atingidos: Mariana, Barra Longa, Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado. Ao mesmo tempo, ficou acertado que a Fundação Renova deveria concluir a dragagem e iniciar o enchimento definitivo do reservatório da Usina de Candonga até julho de 2018.
Mais uma vez, no entanto, o prazo não foi cumprido. A Fundação Renova justificou a situação afirmando ter descoberto uma falha geológica na Fazenda Floresta, em Rio Doce (MG), local que estava sendo preparado para a disposição sustentável do rejeito dragado.
O Comitê Interferativo, no entanto, decidiu restabelecer a multa diária retroativamente à 25 de maio de 2017, data em que ela havia sido suspensa. Determinou ainda a incidência da multa de R$10 mil por dia por descumprimento de suas deliberações. Assim, a multa soma cerca de R$46 milhões. De acordo com o Ibama, como R$5,95 milhões já foram pagos, e penalidade já supera o texto máximo de R$50 milhões que pode ser cobrado por infração ambiental. O órgão ambiental federal diz ainda que a multa deverá ser "contabilizada até que a Fundação Renova apresente oficialmente o escopo de ações atualizado e o respectivo cronograma de execução do enchimento do reservatório e da retomada da operação da Usina Hidrelétrica Candonga e a resolução do Plano de Manejo de Rejeitos".
Dragagem paralisada
Um relatório divulgado pela consultoria Ramboll em novembro do ano passado revelou que a retirada de lama na Usina de Candonga está paralisada desde agosto de 2018. "No momento, o trabalho de remoção de rejeitos está sendo reformulado", diz o documento. A Ramboll foi uma das consultorias contratadas para avaliar as ações de reparação, conforme acordo firmado em janeiro de 2017 entre o Ministério Público Federal (MPF), a Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton.
A situação preocupa o MPMG, pois as intensas chuvas em Minas Gerais provocaram enchentes no Rio Doce. A prefeitura de Governador Valadares (MG) afirmou que os danos foram agravados pela presença de lama da Samarco. No início do mês, o MPMG cobrou da Fundação Renova explicações para saber se o rejeito depositado na Usina de Candonga está novamente escoando pelo Rio Doce em direção à foz.
Por sua vez, a Fundação Renova sustentou que não há evidências de que isso esteja ocorrendo e informou que amostras de resíduos da enchente em Governador Valadares foram recolhidas para análise. A entidade afirma em nota que já retirou um milhão de metros cúbicos do material que estava depositado nos primeiros 400 metros do reservatório da hidrelétrica. "A limpeza das três turbinas da usina, chamadas Unidades Geradoras de Energia (UGE), está concluída. Esse trabalho envolveu a atuação de mergulhadores que ajudaram a identificar e a retirar manualmente os detritos que comprometiam o funcionamento dos equipamentos", acrescenta a Fundação Renova.
De acordo com a entidade, a empreiteira que vai executar os trabalhos, Cesbe Engenharia e Empreendimentos, já foi contratada e a conclusão das dragagem está prevista para o fim de 2021. Questionada sobre as metas de retirada, a Fundação Renova não se posicionou. Na época da aprovação do Plano de Manejo de Rejeitos, a entidade chegou a declarar que poderia dragar todos os 10,5 milhões de metros cúbicos depositados na Usina de Candonga. "Na hidrelétrica, temos o compromisso de remover até 10,5 milhões de metros cúbicos. É um trabalho que começou com a Samarco e que a Fundação Renova está assumindo", disse a líder de programas socioambientais da Fundação Renova, Juliana Bedoya, em março de 2017. Nos últimos informes sobre a dragagem, não há menção a qualquer meta da retirada total.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), está previsto que a Fundação Renova apresente, até o dia 29 de fevereiro, um pedido de Licença de Operação Corretiva (LOC). Este procedimento é necessário para que a usina possa voltar a funcionar. Através da LOC, todas as licenças ambientais que foram suspensas em decorrência da tragédia podem ser novamente liberadas. A Semad considera que terá condições de fazer uma análise quanto ao volume a ser retirado do reservatório apenas após receber os estudos que serão anexados a esse pedido.
23 de fev. de 2020
Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil
Ministra Tereza Cristina diz que a notícia traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram nesta sexta-feira (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.
"Hoje recebemos com muita satisfação uma notícia esperada há muito tempo: a reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos. Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano", disse a ministra Tereza Cristina.
O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.
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Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados.
As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.
Desde o início do ano passado, a ministra tem feito diversas reuniões com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, para tratar do assunto. Em junho de 2019, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos. A missão retornou em janeiro deste ano.
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