22 de mar. de 2024

CNA lembra que o agronegócio ajudou a evitar uma alta maior da inflação em 12 meses

IMAGEM: ASSESSORIA FPA

O agronegócio desempenhou um papel fundamental em conter a alta da inflação nos últimos 12 meses, com o índice de preços dos alimentos e bebidas subindo 2,62%, abaixo da inflação geral de 4,5%.

A informação é do diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, durante a reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília. Lucchi lembrou, no entanto, que o clima e a importação de leite subsidiado da Argentina ainda representam desafios para o setor.

De acordo com o diretor, os alimentos formam a grande maioria dos produtos que tiveram maior queda de preço no período. Citando como exemplo os combustíveis, enquanto a gasolina teve uma das maiores altas nos últimos 12 meses, o etanol fez parte da relação dos itens com maior queda.

“Enquanto um combustível fóssil foi um dos que mais subiu, uma fonte renovável foi um dos produtos que mais caíram de preço”, explicou.

Entre os produtos com maior alta recente como o arroz, Lucchi explicou que as questões climáticas afetaram a produção do cereal.


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Ele ressaltou, que embora as recentes estimativas de colheita para a safra 2023/2024 tenham diminuído em relação às previsões iniciais, a oferta de arroz deve ser 5,2% maior na comparação com a safra anterior.

O diretor da CNA acrescentou que, somada à safra maior, a colheita deve se intensificar em março e abril, o que pode conter a alta dos preços. Ele também atribuiu ao clima a alta dos preços de itens como a batata inglesa e a manga.

Lucchi propôs, ainda, a adoção de algumas medidas para mitigar os efeitos do clima e conter a inflação.

As propostas incluem pontos como ampliação do orçamento para o seguro rural, a disponibilidade de mais crédito, a redução do ICMS dos alimentos nos estados, a manutenção da desoneração da cesta básica na reforma tributária e a renegociação de dívidas.

Lucchi defendeu, ainda, a intensificação de medidas para conter as importações de leite subsidiadas da Argentina, que nos últimos meses provocaram uma queda expressiva nos preços do produto nacional no mercado interno.

Agricultura familiar: Projeto relatado por Alan Rick vira lei



Assessoria - Inovação e desenvolvimento tecnológico passam a fazer parte da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais.

Foi sancionada nesta semana a Lei 14.828, de 2024, que amplia as ações atendidas pela Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. O texto inclui a modernização sustentável, a inovação e o desenvolvimento tecnológico.

A lei é resultado de um projeto da Câmara dos Deputados (PL 5.826/2019), aprovado pelo Senado em fevereiro, com relatório favorável do senador Alan Rick (União-AC).

Com a nova regra, os bancos públicos poderão financiar a aquisição de equipamentos e ferramentas tecnológicas. "Essa possibilidade de financiamento vai permitir que os agricultores familiares tenham acesso ao desenvolvimento sustentável, inovação e ao uso de tecnologias para melhorar a produção de alimentos", explica Alan Rick.

Poderão ser financiados equipamentos como GPS, drones e sensores para a chamada agricultura de precisão com a finalidade de otimizar o uso da terra, água e fertilizantes. Por esta linha de crédito, os agricultores familiares também poderão adquirir aplicativos móveis para monitorar o clima, gerenciar o plantio e a colheita; sistemas de monitoramento de gado e rebanhos; estufas inteligentes, tecnologias de conservação de água, como irrigação por gotejamento e captação de água da chuva; e fontes de energia renovável, como painéis solares e aerogeradores.

Bolsonaro, parlamentares e jornalistas reagem após ‘descoberta’ de 261 móveis no Alvorada: ‘Lula...

 

Justiça acolhe pedido do ex-prefeito Vando para excluir seus dados pessoais do Cadastro Nacional de Improbidade


Nesta quinta-feira, 21, a Juíza da Comarca de Tarauacá, Rosilene de Santana Souza, decidiu favorável ao ex-prefeito Vando Torquato, determinando a exclusão dos seus dados pessoais da base de dados do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

O objetivo da plataforma chamada “Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade – CNCIAI”, é manter público o nome dos agentes públicos condenados por ato de improbidade. No caso de Torquato, ele já cumpriu a pena, e por isso tem direito à exclusão do seu nome.

Na quarta-feira, 20, o Ministério Público já havia se manifestado favorável em três processos que tramitavam contra o ex-prefeito. Com os pareceres favoráveis ao ex-gestor, presume-se que a Justiça julgará todas as penas extintas e determine a retificação dos dados pessoais de Torquato junto à Justiça Eleitoral.

Em sua decisão, a juíza destacou que “Conforme dispõe o artigo acima citado, a normativa autoriza a exclusão do cadastro daqueles condenados cuja pena tenha sido integralmente cumprida. Esta situação permite afirmar que o objetivo deste banco de dados não é manter, modo eterno, uma listagem de todos aqueles que já foram condenados pela prática de ato ímprobo, mas listar aqueles cuja pena ainda esteja pendente de cumprimento integral. Em outras palavras, o objetivo da normativa não é constituir um cadastro eterno de condenados pela prática de ato de improbidade (o que de fato seria inconstitucional), mas alertar acerca da existência de ordem judicial pendente de cumprimento, dando vigência ao princípio da moralidade administrativa. Pelo exposto, DEFIRO o pedido formulado e, por conseguinte, DETERMINO A EXCLUSÃO do nome do requerente Erisvando Torquato do Nascimento do Cadastro Nacional de Condenações por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade – CNCIAI”.

Com a decisão favorável à Torquato, o processo judicial pelo qual foi condenado, deixa de ser entrave ao registro de sua candidatura, passando a ser elegível.

21 de mar. de 2024

Móveis autopropulsados

Móveis 'mermu' heim?

Móveis que deveriam ser imóveis são móveis. Há vai... coloca sua mente pra se mover!


Imagem: Pinterest

Por Reginaldo Palazzo - Esse insulto a inteligência alheia beira a cafajestagem intelectual ao qual alguns estão acostumados no seu dia a dia, como se isso fosse normal.

E realmente [eles] acham normal, é doença!

Até tenho certeza, portanto (não acho), que os móveis que deveriam ser imóveis, como um piscar de olhos da Jeannie é um Gênio reapareceram no Palácio do Alvorada.

Não foi algo feito  despropositadamente, não! mas não foi mesmo!

Mas se alguém tem um mínimo de dignidade tem que vir a público pedir desculpas e informar onde estavam esses "imóveis móveis" cujo os quais Bolsonaro foi acusado de ... Vocês sabem né? Aquilo!

Digo isso porque fontes do planalto me disseram em off que esses móveis não eram alados, não tinham esteiras, rodas e muito menos tomavam Red Bull.

Alguns tinham pés, mas a velocidade seria pequena e dava pras câmeras de vigilância pegar os danadinhos.

Brasil, China e Peru voltam discutir Ferrovia Bioceânica que corta a Amazônia e passa pelo Acre

Interesse dos chineses é usar o Brasil e Peru como rotas capazes de diminuir distância náuticas entre a América do Sul e a Ásia através da ligação dos oceanos Atlântico e Pacífico

Ferrovia Bioceânica/Foto: Reprodução

Tião Maia - O Acre está no caminho e faz parte de uma nova rota de transporte capaz de ligar definitivamente os continentes da América Latina com a Ásia, segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária. A ligação será possível a partir de um novo projeto que promete revolucionar não apenas as relações comerciais, mas também a logística entre a América do Sul e a Ásia, com novas rotas e oportunidades para os dois continentes. O projeto, que custaria alguns bilhões de dólares, seria financiado pelo capital da China.

O assunto vem sendo discutido de forma ousada e visionária pelo Brasil, o Peru e a China, países que vem anunciando para breve parceria estratégica para o desenvolvimento da Ferrovia Transoceânica que ligará os oceanos Atlântico ao Pacífico, na costa peruana. Do Peru à China, via Oceano Pacífico, o transporte de cargas diminuirá, em relação às viagens através do Oceano Atlântico, na costa brasileira, pelo menos 15 mil milhas náuticas entre a América do Sul e o continente asiático, o que facilitaria as relações comerciais em relação ao tempo e redução nos valores de fretes.


A Ferrovia Transoceânica surge como uma resposta à crescente influência econômica da China na América do Sul, refletindo sua busca por unir o Atlântico ao Pacífico e criar uma nova via comercial e cultural entre os hemisférios. O empreendimento é impulsionado pela iniciativa Cinturão e Rota da China, cujo objetivo é fortalecer os laços econômicos entre a Ásia e a América do Sul, prevendo investimentos em infraestrutura que podem mudar radicalmente a dinâmica econômica da região. A complexa geografia sul-americana, que inclui a vastidão da Floresta Amazônica e a grandiosidade dos Andes, representa obstáculos significativos a serem superados.

Apesar dos desafios, a experiência da China em megaprojetos de infraestrutura sugere que esses obstáculos podem ser enfrentados com sucesso. A relação econômica entre a China e a América do Sul tem registrado um crescimento substancial nos últimos anos, com o comércio bilateral ultrapassando a marca de US$ 490 bilhões.

Nesse contexto, a Ferrovia Transoceânica surge como um passo adiante nessa parceria em expansão, oferecendo uma alternativa logística que pode reduzir custos e tempos de transporte. A construção pretende beneficiar não só os países diretamente envolvidos, mas toda a região sul-americana ao melhorar o acesso aos mercados asiáticos.

Além disso, a presença crescente de empresas chinesas no Brasil desde 2007 demonstra o interesse e o compromisso do país asiático com o desenvolvimento econômico da região. Empresas como, por exemplo, a State Grid e a China Three Gorges têm desempenhado papeis importantes na infraestrutura energética do Brasil.

O estabelecimento do Fundo China-Brasil em 2017, com recursos de US$ 20 bilhões destinados principalmente à infraestrutura, é um exemplo tangível desse compromisso mútuo. A Ferrovia Transoceânica simboliza não apenas um avanço na conectividade global, mas também uma visão compartilhada entre nações, capaz de superar desafios físicos e geopolíticos.

A iniciativa ainda promove o desenvolvimento sustentável, além do crescimento econômico mútuo, em uma era marcada pela cooperação e interdependência entre as nações. A Ferrovia Transcontinental – EF-354, também conhecida como Ferrovia Transoceânica, é uma iniciativa entre Brasil e Peru para conectar o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico, cruzando o continente Sul-americano de Leste a Oeste. A ferrovia terá uma extensão total estimada em 4.400 km no território brasileiro.

A ideia de um corredor bioceânico no Brasil data da década de 1950 com a proposta da Ferrovia Transulamericana, destinada a conectar os oceanos Atlântico e Pacífico. A proposta incluía a construção de um porto em Campinho (BA), escolhido por suas condições oceânicas favoráveis. O percurso entre o litoral da Bahia e o oeste foi promovido por Vasco Azevedo Neto, destacado por seu trabalho como deputado federal, engenheiro civil e professor universitário. Outras iniciativas anteriores e alternativas incluem estudos de 1938 sobre a Estrada de Ferro Brasil-Bolívia e a ferrovia Paranaguá–Antofagasta, parte do Eixo Capricórnio da IIRSA.


Após décadas de estagnação, o projeto foi incluído no Plano Nacional de Viação em 2008, sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, sob a denominação de Ferrovia Transoceânica. Foi dividido principalmente em: Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) e um trecho de Campinorte até o Porto do Açu.


Designada como EF-354, a ferrovia se divide em três grandes segmentos no Brasil:


Do Porto do Açu até a Ferrovia Norte-Sul;

De Campinorte até Porto Velho, às margens do Rio Madeira;

De Porto Velho a Cruzeiro do Sul, na fronteira Brasil-Peru.

Até 2009, apenas o trecho entre Campinorte e Vilhena teve seu pré-projeto finalizado, com estimativa de 1.641 km a um custo de 5,25 bilhões de reais, permitindo velocidades de até 120 km/h. Em 2014, um acordo foi firmado entre o governo brasileiro e os governos do Peru e da China para financiamento e estudos da ferrovia. Em 2015, o governo chinês comprometeu-se a financiar parte do projeto, excluindo o trecho até o Porto do Açu. A construção, prevista para iniciar em 2015, atrasou.


Após reuniões do G20 em 2016, a China prometeu investimentos no Brasil, incluindo a Ferrovia Transoceânica, que já tinha estudo de viabilidade econômica concluído, visando reduzir custos de exportação para a Ásia.


O impeachment da presidente Dilma e o período de instabilidade política que se seguiu inviabilizou a continuidade de qualquer projeto de infra-estrutura mais audacioso. Com a vitória de Lula em 2022, os estrategistas de infra-estrutura do Brasil, Peru e China voltaram a se mobilizar para levar adiante o projeto da ferrovia bio-oceânica, transcontinental ou transoceânica.

Abate de bovinos no Acre cresce mais de 38% e estado vive expansão no setor agropecuário, avalia Idaf

Abate de bovinos cresceu em mais de 38% no Acre. Foto: Arquivo/Secom

Tácita Muniz - O Acre tem avançado quando o assunto é carne bovina. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no último dia 14, mostram um aumento de 38,2% no número de abatimentos de bovinos no estado entre 2022 e 2023.

O levantamento revela que esse número passou de 337.834 para 466.875 de um ano para outro. Quando esse valor é avaliado em carcaças, ou seja, em toneladas, a variação é de 34,7%, saindo de 85.750 toneladas para 115.543 toneladas.

Se considerarmos o quarto trimestre de 2022 e 2023, o Acre teve um aumento de 57,7% no abate bovino, saindo de 83.41 cabeças para 131. 257.

Já com relação a toneladas, esse número saltou de 20.724 toneladas para 31.680 toneladas nesse período, resultando em 52,9% de aumento. Os dados da pesquisa também contabilizam o abatimento de suínos, mas somente nos três últimos meses de 2022, com 10.095 cabeças.


Ações e expansão

Jonas Celestrini Junior, que é auditor fiscal estadual agropecuário, chefe da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa)/Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal no Estado do Acre (SIE) do Instituto de Defesa Animal e Florestal (Idaf-AC), avalia que o setor agropecuário está em expansão.

“Esse aumento expressivo também é principalmente devido à abertura de duas novas plantas frigoríficas com registro no Serviço de Inspeção Federal [uma no município de Tarauacá e outra em Senador Guiomard], saltando de duas para quatro plantas frigoríficas com SIF [Serviço de Inspeção Federal]. Também houve aumento no volume de abate nas plantas frigoríficas com registro no Idaf [Serviço de Inspeção Estadual – SIE], demonstrando um aumento no consumo interno”, destaca.

O auditor lembra ainda o reforço no efetivo do Idaf, a partir de 2021, com o chamamento dos servidores que passaram em concurso público. Foram feitos investimentos também com aquisição de veículos e computadores e reforma nos escritórios.

“Nesse período também o Acre teve o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, houve a adesão do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal no Estado do Acre [SIE] ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal [Sisbi-POA], que, em poucas palavras, abre a possibilidade para que as indústrias com registro SIE possam expandir seu mercado para além do território acreano”, explica.

Já o comércio exterior desse produto é de competência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com os acordos e tratativas comerciais entre as indústrias exportadoras e os mercados importadores.

O papel do Idaf é ser responsável, entre outras coisas, em garantir a sanidade dos rebanhos do Acre, mantendo-os livres de doenças que causam restrições de países importadores.

“Para isso, executamos diversos programas sanitários às vistas de atender normativas do Mapa, fazendo visitas e fiscalizações em propriedades rurais em todos os municípios, sendo um dos órgãos com escritórios para atendimento até nos municípios isolados”, complementa.

Ainda são realizadas ações de educação sanitária, levando conhecimento para os produtores rurais e à sociedade em geral. “Informamos a importância de se manter os rebanhos bem cuidados e sempre informar ao Idaf a suspeita do surgimento de qualquer doença em seus animais ou lavouras.  Paralelamente cito, como uma política do atual governo para desenvolvimento dos pequenos produtores do estado, a criação do Selo D’Colônia pelo Idaf, que desburocratiza o registro de miniagroindústrias familiares que processam produtos de origem animal em pequena escala”, afirma.


Exportação para o Canadá

Em fevereiro deste ano, o governo do Acre comemorou o reconhecimento para exportação de carne bovina maturada, desossada e sem linfonodos do Acre para o Canadá. A autorização foi efetuada por meio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), após uma análise criteriosa realizada pela Agência Canadense de Inspeção Alimentar (CFIA), que reconheceu também os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia, além de 14 municípios do Amazonas e cinco de Mato Grosso.

Na época, o titular da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Assurbanípal Mesquita, destacou a união de esforços para fortalecer a cadeia produtiva no estado.

“A indústria de proteína animal acreana vive o seu melhor momento, se destacando cada vez mais na produção bovina e suína. O dever de casa foi feito quando conquistamos, com o esforço do governador Gladson Cameli e o apoio do governo federal, o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. O principal desafio agora é fomentar investimentos para que novas plantas se habilitem para conquistar o mercado internacional”, analisou.

Segundo a Seict, atualmente, de 18 plantas frigoríficas, três estão habilitadas a fazer exportação.


Dados nacionais

Em 2023 foram abatidas 34,06 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal), representando um aumento de 13,7% em relação ao ano anterior, dando sequência à tendência de crescimento verificada em 2022.

Esse é o segundo maior resultado obtido no histórico da pesquisa, atrás apenas daquele registrado em 2013. Todos os meses apresentaram variação positiva em relação aos respectivos períodos de 2022, com destaque para novembro, quando foi registrado um aumento comparativo de 25,9%. Os principais destinos dessas exportações foram: China, Chile, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e Egito.

023- Fox 3 Kill Podcast - Tenente-Coronel Marcio

  


Uma das mais tradicionais e antigas unidades de caça da FAB é o 1º/10º GAV "Esquadrão Poker".

Criado em 1947 na Base Aérea de São Paulo com a tarefa de cumprir missões de ataque e bombardeio, em 1952 o esquadrão iniciou de forma inédita a missão de reconhecimento fotográfico ampliando a capacidade operacional da Força Aérea. 

Nesta entrevista com o Tenente-Coronel Marcio conversamos sobre o esquadrão e o seu leque de missões voando o AMX em Santa Maria. 

Apoio - Revista Tecnologia & Defesa | Esquadrões de Combate Ouça também pelo Apple Podcasts, Deezer, Google Podcasts, Spotify e Youtube 

Acesse o nosso website: https://www.f3kpodcast.com.br 

Conheça os nossos livros em https://www.esquadroesdecombate.com.br

Ministério Público se manifesta favorável ao restabelecimento dos direitos Políticos de Vando


Por José Gomes - Nesta última quarta-feira, 20, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO ACRE, por seu Promotor de Justiça se manifestou favorável ao pedido de exclusão do apontamento/registro dos dados pessoais do ex-prefeito Vando Torquato, do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade – CNCIAI.

Em um dos pareceres, o promotor justificou afirmando que “o juízo deixou de aplicar a sanção de suspensão dos direitos políticos em face do requerido Erisvando Torquato do Nascimento, bem como em razão do efetivo cumprimento de todas as sanções impostas e o arquivamento definitivo da execução no dia 27/04/2016.”

O Ministério Público se manifestou favorável em três processos que tramitavam contra o ex-prefeito. Com o parecer, os processos deverão ser julgados extintos nos próximos dias, com os dados pessoais de Torquato retificados junto à Justiça Eleitoral.

20 de mar. de 2024

Entra em apreciação Resolução que antecipa pagamento de servidores residentes em áreas diretamente atingidas por inundação

O PL Nº 008/2024 também entrou em apreciação


CMT/Reginaldo Palazzo - Sensibilizado com as perdas materiais e desgaste psicológico pelo quais passaram alguns servidores do parlamento mirim, o Presidente Pedro Claver propôs e hoje (20) na Sessão Ordinária, colocou em votação para apreciação o Projeto de Resolução Nº 001/2024 que dispõe sobre a antecipação do pagamento do adicional de férias e de parcela da gratificação natalina aos servidores do Poder Legislativo Municipal, residentes em áreas diretamente atingidas por inundação no exercício de 2024. 

Aprovado por unanimidade entre os presentes a Resolução agora segue o trâmite legal.

Em apreciação também entrou o Projeto de Lei Nº 008/2024 oriundo do Executivo Municipal, que cria o cargo de 'Agente de Contratação Comissão de Contratação e Equipe de apoio' nos moldes da Lei Federa Nº 14.133/2021.

Espero com essa Resolução, poder amenizar a dor e o sofrimento desses servidores atingidos pela última enchente em nosso município. Graças a Deus não houve perdas de vida somente perda material, e o que pudermos fazer para ajudar, com certeza faremos. Disse o presidente Pedro Claver.

Todos os arquivos aqui referidos podem ser acessados no final desta matéria.


Proposições


Do Gabinete do Vereador Lulu Neri veio o Pedido de Providência Nº 015/2024 para que a Prefeitura através da Secretaria de Meio Ambiente, providencie a limpeza no Igarapé Buchão.

O pedido justifica - se, tendo em vista que irá desobstruir com a retirada do lixo, facilitando assim o escoamento da agua nesse período chuvoso. [SIC] 

Ainda do Gabinete do Vereador Lulu Neri veio o Requerimento Nº 011/2024 para que a prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação realize a reforma e ampliação da Escola Municipal Aurelino Pereira de Brito localizada na BR364, comunidade do Boto.

O pedido justifica-se tendo em vista, que a escola está com sua estrutura precária, deixando assim os alunos e funcionários em situação de risco. [SIC] 

Finalizando as proposições, do Gabinete do Vereador Chico Batista veio Requerimento Nº 004/2024 solicitando a reiteração do requerimento Nº 052/2023 ao qual não obteve resposta e acrescentando o pedido de informações sobre a empresa terceirizada que presta serviço a esta Casa Legislativa.



Para ter acesso a todos os arquivos clique (aqui).

Ponte de Tarauacá pode ser denominada Odilon Vitorino, em homenagem a ex-prefeito: Câmara vota hoje


Por Wanglézio Braga - A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados marcou para essa quarta-feira (20) sessão para discutir e votar o Projeto de Lei N° 2491/2023, de autoria do deputado Gerlen Diniz (PP), que denomina “Odilon Vitorino de Siqueira”, à ponte sobre o Rio Tarauacá, localizada no km 535 da BR-364, em Tarauacá, interior do Acre.

Em sua justificativa, o parlamentar comenta que Odilon Vitorino de Siqueira, “por sua garra, determinação e espírito público, representa a essência do município”. O homenageado foi comerciante reconhecido na região, seringalista por quase 50 anos.

“Odilon Vitorino está entre as personalidades que participou da formação política do Estado do Acre, tendo sido vereador tarauacaense de 1963 a 1967, ocupando a cadeira de Vice-Presidente daquela Câmara Municipal. Ocupou, ainda, o cargo de Prefeito de Tarauacá, de 1986 a 1989, consolidando a democracia e o desenvolvimento do município. Pelos motivos expostos, esperamos contar com o apoio dos eminentes Pares, para a aprovação deste projeto de lei”, justificou.

A relatoria do PL é do deputado Júlio Arcoverde (PP-PI) que optou pela aprovação. “O projeto de lei em questão atende, portanto, aos aspectos de natureza técnica e jurídica, quanto aos pressupostos do Sistema Nacional de Viação, tema objeto da análise desta Comissão. O mérito da homenagem cívica deverá ser avaliado na Comissão de Cultura”, informa.

A votação e a discussão do PL foram convocadas para a sessão de hoje, marcada para às 13h30m (horário de Brasília), juntamente com outros 40 requerimentos.

Embraer exibe C-390 Millennium e A-29 Super Tucano em visita inédita a Melbourne, na Flórida

As duas aeronaves estiveram em exposição na sede da Embraer Executive Jets, ao lado do jato médio Praetor 600 e do jato leve Phenom 300E

 

A Embraer apresentou pela primeira vez nos Estados Unidos o C-390 Millennium e o A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB). A visita inaugural das duas aeronaves ocorreu nos dias 18 e 19 de março, na sede da Embraer Executive Jets, perto do Aeroporto Internacional de Orlando, em Melbourne, na Flórida e contou com a presença de autoridades governamentais, oficiais militares, potenciais clientes e parceiros.

Além das aeronaves de defesa, a Embraer também apresentou o Praetor 600, o jato executivo médio mais tecnologicamente avançado do mundo, e o Phenom 300E, o jato executivo leve mais vendido por 12 anos consecutivos. O evento de dois dias permitiu aos participantes conhecer de perto essas avançadas aeronaves e suas capacidades.

“Estamos orgulhosos de receber o C-390 Millenium e o A-29 Super Tucano em nossas instalações em Melbourne. Pudemos interagir com um público importante e diversificado, além de apresentar uma aeronave construída em Jacksonville, a poucas horas de distância”, afirma Bosco da Costa Junior, Presidente & CEO da Embraer Defesa & Segurança. “O A-29 Super Tucano tem sido uma parte importante da nossa presença industrial na Flórida, há mais de 10 anos, e vemos grandes oportunidades para ambas as aeronaves no mercado, incluindo a possibilidade de trazer o C-390 para cá também”.

O C-390 é uma plataforma versátil com uma combinação imbatível de tecnologias comprovadas e inovadoras, com baixos custos operacionais, facilidade de manutenção e máxima prontidão operacional, permitindo a interoperabilidade e a conectividade em ambientes de rede e múltiplos domínios.

Assim, a aeronave oferece às forças aéreas de todo o mundo um desempenho excepcional da frota, máxima eficiência de custos e elevada disponibilidade. Um avião moderno, que não deixa nada a desejar. O C-390 pode transportar mais carga útil (26 toneladas) em comparação com outras aeronaves de transporte militar de médio porte e voa mais rápido (470 nós) e mais longe, sendo capaz de realizar uma ampla gama de missões, como transporte e lançamento de cargas e tropas, evacuação aeromédica, busca e salvamento, combate a incêndios e missões humanitárias, operando inclusive em pistas não pavimentadas, em superfícies como terra compactada e cascalho. A aeronave foi selecionada pela Coreia do Sul, República Tcheca, Áustria, Holanda, Portugal e Brasil.

A atual frota de aeronaves em operação acumulou mais de 11.500 horas de voo, com uma disponibilidade operacional de cerca de 80% e taxas de conclusão de missão superiores a 99%, demonstrando uma produtividade excepcional na categoria.

O A-29 Super Tucano é um avião turboélice de ataque leve utilizado por 16 forças aéreas em todo o mundo e já ultrapassou as 500.000 horas de voo em todo o mundo, com 60.000 horas em combate. A aeronave pode desempenhar várias funções, desde o apoio aéreo aproximado à interdição aérea, juntamente com uma gama diversificada de armamentos, dependendo do ambiente.

Projeto de Alan Rick visa aumentar teto de receita para Microempreendedores Individuais

A proposta eleva de R$ 81.000,00 para R$ 120.000,00 o limite que pode ser recebido por ano



Assessoria - O Senador Alan Rick apresentou, nesta terça-feira, 19, o Projeto de Lei Complementar 24/2024, que eleva o limite de receita bruta anual para Microempreendedores Individuais (MEIs) de R$ 81.000,00 para R$ 120.000,00.

“O projeto não apenas propõe um aumento substancial no teto, mas também estabelece um mecanismo de correção anual desse valor, com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a partir do ano-calendário de 2025, garantindo assim que o limite se mantenha alinhado com a realidade econômica do país”, explica o Senador.

Alan Rick destaca que o enquadramento como MEI tem contribuído para reduzir a informalidade no Brasil, trazendo benefícios significativos, inclusive no âmbito previdenciário. Mas ressalta que há espaço para melhorias na legislação. “Nossa proposição é um apelo dos empreendedores que não desejam voltar para a informalidade, mas que também não conseguirão se ajustar às regras aplicadas ao contribuinte comum do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas optantes pelo Simples Nacional”, explica Alan Rick.

Atualmente, o Brasil conta com aproximadamente 11,7 milhões de MEIs, que representam cerca de 69,7% do total de empresas em atividade. Além disso, eles constituem uma parte significativa da força de trabalho formal, sendo que dois em cada dez trabalhadores formais são classificados como MEIs. A proposição do Senador Rick é um passo importante para fortalecer o empreendedorismo nacional, oferecendo melhores condições para que os pequenos negócios prosperem e contribuam ainda mais para a economia brasileira.

Estado investe na instalação de aparelho de ressonância magnética para o Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul

Equipes estiveram no Hospital do Juruá planejando a etapa de instalação do equipamento. Foto: cedida


Eliel Mesquita  - O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), está realizando um importante investimento na regional do Juruá, com a instalação de moderno aparelho de ressonância magnética para o Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul.

Na última quinta-feira, 18, as equipes das empresas responsáveis pela aquisição do aparelho fizeram um levamento no hospital para dar início ao serviço de instalação nas próximas semanas. O investimento feito pelo governo para adquirir e instalar a máquina foi de quase R$ 7 milhões.

A nova aquisição vai proporcionar o aprimoramento no tratamento de Saúde aos pacientes do Juruá, que ocupa o segundo lugar como regional mais populosa do Acre, além de oferecer mais precisão no diagnóstico de doenças neurológicas, pediátricas, ortopédicas, entre outras.

Rafael Gomes, assessor técnico da Coordenação Regional de Saúde do Juruá, Tarauacá e Envira, enfatizou os avanços que o investimento trará à região. “A instalação da ressonância em Cruzeiro do Sul atende a política estadual da economicidade, ou seja, vai reduzir os gastos públicos com a oferta de serviços de saúde especializados, que antes eram disponibilizados somente na capital, Rio Branco. O equipamento de ponta vai beneficiar todos os municípios do Juruá e também os de região de fronteira”, pontuou.

Com o investimento, população do Juruá terá acesso a serviços especializados na região. Foto: cedida


O gestor reforçou que a medida é mais um importante passo da gestão no projeto de descentralização do setor. “O governo do Estado segue avançando com a meta de levar os serviços especializados para bem pertinho dos acreanos, investindo na aquisição de modernos equipamentos e profissionais qualificados. Uma das nossas metas é elevar a qualidade de vida no nosso estado”, ratificou Rafael Gomes.

General polonês: ‘Estimo que as perdas das Forças Armadas Ucranianas devem ser contadas em milhões, não em centenas de milhares’



O General Rajmund Andrzejczak, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, enfatizou a necessidade urgente de preparação diante da crescente ameaça de guerra. Em suas declarações, ele mencionou que temos um prazo de dois a três anos para nos prepararmos e apontou especificamente para a situação precária em que Kiev se encontra, destacando que a Ucrânia está perdendo a guerra. Andrzejczak expressou que, enquanto alguns esforços deveriam ser voltados para acalmar e explicar a situação, é crucial que preparativos sérios sejam realizados.

Ao discutir a situação dramática na Ucrânia, o general Andrzejczak descreveu o cenário de conflito como extremamente grave. Ele destacou que não há milagres na guerra e que a mudança de comandantes não alterou a situação estratégica do país. Com mais de 10 milhões de pessoas faltando para a mobilização e luta, a Ucrânia enfrenta desafios significativos em completar suas unidades e lidar com a mobilização e o fornecimento de equipamentos. As perdas, segundo Andrzejczak, deveriam ser contadas em milhões, não em centenas de milhares, refletindo a profunda crise de recursos humanos e materiais que o país enfrenta.

Um ponto crítico abordado foi a ameaça de que a Ucrânia ficará sem mísseis antiaéreos até o final de março, o que significaria mais ataques eficazes contra ela, resultando em mais vítimas e destruição da infraestrutura estatal. Essa situação ressalta a vulnerabilidade do país em defender seu espaço aéreo e a gravidade contínua da sua posição no conflito.

Andrzejczak também comentou sobre a inadequação da estratégia de defesa polonesa, considerando a maioria de suas disposições desatualizadas e a necessidade de uma reavaliação completa e atualização. Ele apontou a necessidade de uma mudança radical na estratégia de produção de munição na Polônia, enfatizando a importância de produzir mais munição de forma mais rápida e em instalações diversificadas. Isso, segundo ele, requer decisões políticas difíceis e um trabalho árduo para garantir a segurança e defesa efetiva do país.

Por fim, o general discutiu a possibilidade da Polônia adquirir armas nucleares, argumentando que isso colocaria o país em uma “liga completamente diferente” em termos de capacidades de defesa e dissuasão, especialmente em relação à Rússia. A conversa sobre a Ucrânia e a segurança da Polônia reflete a complexidade e a gravidade das questões de segurança na região, sublinhando a necessidade de preparação e fortalecimento das capacidades de defesa frente às ameaças emergentes.


FONTE: www.polsatnews.pl

19 de mar. de 2024

Menina assassinada no Marajó sentiu muita dor, diz relato policial

 


Lula faz ministra chorar

 

Acre está entre os dez estados com maior potencial de mercado do país

 

Wesley Moraes - O Ranking de Competividade dos Estados de 2023, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), classificou o Acre como a 10ª unidade da federação com o maior potencial de mercado do país.

Neste indicador da pesquisa, foram considerados o tamanho e a dinâmica de crescimento nos últimos quatro anos, Produto Interno Bruto (PIB) de cada estado brasileiro, além do crescimento potencial da força de trabalho nos próximos dez anos.

A partir desta edição, o estudo também passou a incluir dados relacionados ao mercado de crédito, como o comprometimento de renda, qualidade de crédito para pessoa física, volume de crédito e inadimplência.

Com notas que variam de 0 a 100 pontos,  o estado se destacou no crescimento potencial da força de trabalho (85.20), comprometimento de renda (78.20), qualidade de crédito para pessoa física (65.27) e volume de crédito (65.99). Na avaliação geral, o Acre obteve 68.04 pontos.

Para o governador Gladson Cameli, o resultado alcançado reafirma o compromisso da atual gestão em proporcionar um ambiente favorável de negócios e com mais oportunidades para a população. “Estamos focados na geração de emprego e renda. O governo está empenhado em criar todas as condições para que novos empreendimentos invistam e contribuam com o desenvolvimento da nossa terra”, afirmou.

O estado acreano tem se destacado nacionalmente pelo aumento da produção agrícola, principalmente no cultivo de soja e milho. As áreas plantadas estão em franca expansão e comprovam uma nova e próspera guinada econômica.

O Acre encerrou 2023 com saldo positivo na geração de empregos e com a menor taxa de desemprego do Brasil. No período, foram criados 4.562 postos formais de trabalho. Os segmentos de serviços, comércio e construção civil foram os que mais contrataram. Nos últimos anos, o governo do Estado foi responsável pela contratação de mais de 3,3 mil novos servidores públicos.

Marinha do Brasil realiza lançamento do sexto míssil MANSUP com apoio da SIATT


Guilherme Wiltgen - Em 21 de fevereiro último, a Marinha do Brasil realizou um novo lançamento do Míssil Antinavio MANSUP, o sexto deles considerando as fases de desenvolvimento e pré-série do programa. O disparo foi realizado a partir da Fragata Defensora (F 41), com apoio da Fragata Liberal (F 43) e de dois helicópteros, um UH-12 Esquilo e um AH-11B Super Lynx.


O lançamento obteve pleno sucesso, com o míssil alcançando impacto direto contra o alvo. A SIATT, empresa responsável pelo desenvolvimento e fabricação do SGNC (Sistema de Guiagem, Navegação e Controle) do míssil, bem como todo o sistema de telemetria, realizou os preparativos abrangendo a integração final e testes do armamento no Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha (CMASM).

CLM – Console Lançador de Míssil utilizado no lançamento do MANSUP e sua tela operacional


Já no período embarcado, apoiou a Marinha com testes a bordo e com a utilização de uma versão compacta de seu CLM (Console Lançador de Míssil) instalado junto ao sistema de lançamento da fragata Defensora.

MANSUP em seu tubo lançador, sendo carregado na Fagata Defensora

O ensaio foi realizado em condições climáticas adversas, com um ciclone tropical próximo à zona de lançamento nos dias da missão. Neste cenário, um outro recurso de apoio desenvolvido pela SIATT foi de grande auxílio para a viabilização da operação: o SIATEX, um sistema de módulos de posicionamento global (GPS) e comunicação a longa distância associados a um software de consciência situacional.

SIATEX

Com mar alto, tempo fechado e pouca visibilidade, muitas vezes impedindo a decolagem dos helicópteros de apoio, o SIATEX possibilitou o posicionamento dos navios nas condições desejadas e monitoramento em tempo real de diversos parâmetros preparativos.

Módulo de GPS e Comunicação do SIATEX e seu software de consciência situacional do lançamento.

O Eng. Robson Duarte, sócio diretor da SIATT e Gerente do Programa MANSUP na empresa, salienta que “neste lançamento foi verificado o perfeito funcionamento do Sistema de Guiagem, Navegação e Controle (SGNC) desenvolvido pela SIATT. O míssil realizou todas as manobras que foram simuladas e testadas em laboratório e, com isto, o SGNC está pronto para utilização operacional e produção em série. Está clara a competência da SIATT em integrar sistemas complexos como o MANSUP, projeto de fundamental importância para a autonomia do Brasil na produção de mísseis. Este sexto lançamento representou uma oportunidade única e inédita, jamais vista no Brasil, de termos um míssil antinavio realizando impacto direto contra o alvo!”

18 de mar. de 2024

Pronto, uma AI (inteligência artificial) pode substituir um escravo, já resolve consideravelmente o problema

Imagem: Exame

Por Reginaldo Palazzo - Há uns dias publiquei um pequeno texto pedindo um puxa-saco urgente pra o "ex", ah esqueci, ele voltou a ser presidente o luzinássio.

Um texto totalmente desnecessário, equivocado ao meu ver nesse momento histórico pelo qual passa a bananolândia.

Segundo sua fala em 08/03 luzinássio diz...: 

...que está “cansado” de ouvir falar em AI (inteligência artificial). Segundo ele, não há necessidade de investimento nesse tipo de tecnologia em um país com “tanta gente inteligente”. (Hã?)

luzinássio poderia perder a vergonha (perder no sentido de perder mesmo, entende?), e virar o rosto um pouquinho à direita (na proa oeste presidente), lá tem um país que começa com 'C' e termina com 'Hina' com umas 11 horas na frente do Brasil (só no fuso luzinássion, não fique confuso e diga mais asneiras), que não vai concordar muito com Vossa Excelência não.

Vou te contar um segredo presidente, eles estão usando IA até em simulações de guerra, sabia não? A ABIN essa agência governamental tão importante não tá usando a AI não? 

Uma coisa eu tenho certeza, com uma AI no Palácio do Planalto com certeza Vossa Excelência falaria menos e a proporção de vergonha que passaríamos iria diminuir consideravelmente.


AI minha canela!

Quem é que gosta mesmo de falar em força desproporcional?

Isto é o que os terroristas do Hamas fizeram aos civis israelenses em 7 de outubro 👇



Embraer continua perdendo engenheiros para a Boeing. Número já passa de 100 engenheiros. A matéria é do Brasil Journal



Geraldo Samor e Pedro Arbex - Embraer na hora da colheita; CEO vê novo projeto em um ano e meio 18 de março de 2024 Depois de um turnaround de mais de três anos e de investimentos bilionários nas últimas décadas, a Embraer entrou agora no que o CEO Francisco Gomes Neto chama de ‘harvest season’. 

“Já temos um portfólio de produtos modernos e competitivos, e estamos eficientes. Agora, nossa ideia é crescer a receita, melhorar a rentabilidade e voltar a pagar dividendos,” o CEO disse ao Brazil Journal.  Segundo ele, a Embraer só deve voltar a apresentar um novo projeto de aeronave no segundo semestre de 2025 ou começo de 2026.  “Já temos estudos de novos aviões tanto na área comercial quanto executiva. Mas não temos nenhum ainda que já seja um business case [que é quando o projeto está pronto para ser encaminhado ao conselho],” disse Francisco.  

O CEO disse que a Embraer espera crescer este ano mid-to-high double digits em todas as suas unidades de negócio — aviação comercial, executiva, serviços e defesa — mesmo com os desafios que a indústria aeronáutica ainda enfrenta na cadeia de suprimentos.  

A Embraer divulgou agora de manhã seu guidance para este ano. A empresa espera aumentar a receita em 13% a 20%, com o top line subindo para entre US$ 6 bi e US$ 6,4 bi, em comparação aos US$ 5,3 bilhões do ano passado.  

Já a margem EBIT deve ficar entre 6,5% e 7,5%, em comparação aos 6,5% do fechamento de 2023. A fabricante de aviões também disse que espera entregar entre 72 e 80 aeronaves comerciais e entre 125 e 135 jatos executivos este ano. 

O guidance para o fluxo de caixa livre é de pelo menos US$ 220 milhões. A ação da Embraer decolou 8,6% na semana passada depois que a empresa recebeu da American Airlines uma ordem de até US$ 7 bilhões do modelo E175, e depois que o Morgan Stanley colocou a ação como top pick do setor aeronáutico global.

A empresa fechou a semana valendo R$ 21,5 bilhões, com o papel perto de sua máxima histórica. O CEO da Embraer falou com o Brazil Journal sobre o momento da empresa e os planos para o futuro. 

Das quatro unidades de negócio da Embraer, qual tem o maior momentum para 2024? 

A aviação comercial. Já temos muitas vendas este ano, que só falta entregar. A produção deste ano já está vendida, então o crescimento é previsível. 

A única coisa que pode falhar é a gente não entregar os aviões por faltarem peças, como já aconteceu em anos passados.  

Qual é o tamanho das dificuldades na cadeia de suprimentos hoje, comparado ao que já foi? 

Tem melhorado. 2023 em geral foi melhor do que 2022. Percebemos uma evolução na cadeia. Mas ainda tem componentes críticos que limitam nossa produção. O motor é um exemplo. Não temos todos os motores que precisamos. 

Em outras peças, os fornecedores às vezes entregam – mas entregam atrasado – e aí não conseguimos montar o avião. Vai atrasando e aí chega uma hora que temos que falar que não vamos entregar um certo número de aviões no prazo. 

Tem um número que você possa dar que mostre o tamanho da ruptura do supply chain hoje? 

Na verdade, nosso problema está concentrado em poucos fornecedores, mas são peças relevantes para fazer a montagem. Tem algumas válvulas, alguns equipamentos e os motores que eu comentei, que são fundamentais. 

Se você não monta na hora certa, você não pode tirar o avião e colocar na pintura, e aí isso cria um gargalo na produção. 

Mas – só como exemplo – no pós-pandemia você precisava de 100 peças e só tinha 50? 

Aí no ano passado melhorou e você passou a ter 80 peças? Tem como você traçar a evolução da melhora? 

Você vai entender por que está tão difícil. Vou pegar seu exemplo. No ano 1, depois da pandemia, em 2021, faltavam 50 peças. 

Chegou o ano 2 e falamos ao fornecedor que agora precisávamos de 70 peças, porque o mercado cresceu, e aí cresceu a produção. 

No ano 3, precisávamos de 90, porque cresceu mais ainda. Então o fornecedor, que durante a pandemia reduziu quadro, com pessoas experientes se aposentando, quando a produção cresceu ele teve que contratar gente de volta, mas aí trouxe muita gente que não tem a experiência dos que saíram… e a produção ainda cresce. É muito complicado. 

Mas essa situação está se normalizando? 

Não é algo generalizado. A maior parte dos fornecedores está normal, mas tem uma parte importante que ainda não está.  

Por que vocês dizem que a Embraer está agora na ‘hora da colheita’? 

Os produtos que estamos vendendo agora e vamos vender nos próximos anos foram desenvolvidos de dez anos para cá. Vou te dar exemplos: a família E-2 foi lançada em 2018, há seis anos. 

O C-390 foi lançado em 2019. O Phenom 300-E, em 2017. 

Ano passado lançamos o Phenom 100 EX, uma versão mais moderna do Phenom 100. Estamos desenvolvendo o E-VTOL. 

O portfólio da Embraer hoje é moderno. 

Mas você acha que o mercado espera mais ainda em termos de projetos? 

Talvez, mas olha só: a Embraer investiu bilhões de dólares para lançar esses produtos. O que estamos fazendo é colher, por isso chamamos esse momento de ‘harvest season’. 

Porque completamos o turnaround financeiro do negócio. Saímos do ano difícil de 2020, que foi complicadíssimo, e em 2021 a companhia deu lucro. 

Em 2022, deu lucro e gerou caixa. 2023, ainda melhor. E agora temos um portfólio de produtos moderno e competitivo. 

E agora que estamos eficientes, vamos crescer a receita, melhorar a rentabilidade e voltar a pagar dividendos. 

Mas enquanto você está colhendo, você já tem que semear de novo… 

É isso que estamos fazendo.  

Vocês têm algum novo projeto em desenvolvimento hoje? De novos aviões? Temos estudos de novos aviões tanto na área comercial quanto executiva. Mas não temos nenhum que tenha virado um business case ainda. São estudos que nossos engenheiros estão sempre trabalhando, e também estamos investindo em novas tecnologias para poder aplicá-las em novos aviões. Trabalhamos em sete verticais de inovação para otimizar os investimentos. Essas tecnologias incluem sistemas de propulsão com baixa emissão de carbono. Estamos estudando propulsão elétrica, híbrida, e com hidrogênio – que pode ser usada num avião no futuro. Voos autônomos e inteligência artificial são outras duas frentes, assim como competitividade da fuselagem do avião, e a manufatura 4.0. São sete verticais que estamos estudando para usar quando formos desenvolver novos aviões. Porque aí já vamos ter esses gaps tecnológicos mais fechados. 

Mas vocês esperam apresentar ao conselho ainda este ano um novo business case?  

Este ano não. Provavelmente vamos fazer isso no segundo semestre do ano que vem. E aí pode ser de qualquer unidade de negócios. Por enquanto, estamos fazendo estudos de mercado e avançando nas sete verticais de inovação – e focando em vender o que já temos.  Nosso plano é em um ano e meio, dois anos, estarmos prontos para termos um novo caso de negócios.  

A Airbus fez investimentos muito grandes em novos projetos e vem tomando mercado da Boeing e de vocês. Como competir com uma empresa que ficou tão grande, com uma rede de manutenção no mundo todo, e que tem produtos de ponta em todos os segmentos? 

Nossa equipe de inteligência de mercado fez uma avaliação de que até 2034 tem um potencial de mais de 8 mil aviões no segmento em que atuamos, o avião regional e o small narrow bodies, que é onde está o E2. Se a Embraer mantiver seus 30% de share mais ou menos, a gente completa nosso plano estratégico de crescimento nos próximos sete anos só pelo crescimento do mercado. O nosso produto é o avião mais eficiente do mercado, o avião com menor custo de manutenção no segmento, e o mais confiável. Achamos que uma boa parte do mercado vai reconhecer isso, já está reconhecendo. A canadense Porter Airlines está voando para várias cidades dos Estados Unidos com o E2 da Embraer.  

Mas a Airbus está tirando mercado de vocês? 

Se você pegar o produto deles que compete com a gente, o A-220, ele vendeu muito mais que a gente. O backlog é maior. Mas ele entrou alguns anos antes que a gente no mercado e ele pegou umas vendas grandes, como a feita para a Delta, que foram feitas quando era Bombardier ainda, antes da compra pela Airbus em 2019.  E a Airbus tem uma vantagem competitiva: quando ela vai num cliente que compra diferentes modelos, ela pode oferecer o portfólio completo. A gente tem mais dificuldade aí. Mas não são todos os negócios que resolvem assim. Temos 200 aviões de E2 de backlog. 

Mas o A-220 tem quanto de backlog? 

Em torno de 600.  

Qual é a resposta de vocês para esse diferencial competitivo da Airbus? 

Nós entendemos que nosso avião é melhor, mais eficiente, com o menor custo de manutenção e é mais confiável. E é um avião perfeito para abrir novas rotas, porque é um pouco menor que os grandes. Não tem nenhum nesse segmento mais eficiente que o nosso. E ele também é perfeito para oferecer uma frequência maior de voos. Então tem vários lugares do mundo onde isso se aplica bem. A Azul, por exemplo, voa com o E2 para Fortaleza, Natal. Para o Brasil inteiro. E quando aquela rota demanda mais, ela coloca um avião maior. Então a combinação é boa.  O A-220 é maior que o nosso. Tem mais assentos, tem 8 mil quilos a mais de peso. Então tem algumas vantagens por ter mais assentos. Mas o nosso é mais econômico e eficiente. Então tem mercado para os dois. E esse mercado de aviões um pouco menor que os grandes, que são os narrow bodies, vem crescendo.  

Vocês pensam em desenvolver aviões com mais assentos, para competir mais com a Airbus e Boeing? 

Ou vocês acham que o segmento onde vocês estão é o filé mignon? 

O filé mignon é a categoria acima da nossa, de aviões maiores. É a mais rentável e a que tem muito mais aviões.  

Mas vocês têm planos de ir para esse segmento acima? 

Não temos planos neste momento. Estamos numa fase preparatória, mas ainda não está no momento. Estamos fazendo os estudos de mercado.  

Vocês decidiram investir num mercado ainda incerto, que é o dos eVTOLs, que ainda não tem tecnologia nem regulamentação. Qual o racional disso? 

Não é um risco grande demais estar muito cedo nesse mercado? Toda inovação disruptiva é um risco, mas justamente por isso pode ter um enorme upside. Estamos confiantes no eVTOL porque achamos que vai ter uma demanda muito grande. Os estudos mostram isso. Há um potencial para ele substituir os helicópteros e complementar o transporte dos automóveis nas grandes metrópoles. E a Embraer está colocando a experiência da nossa engenharia para desenvolver esse veículo.  

Na prática, é a entrada da Embraer num mercado equivalente ao do helicóptero? 

O eVTOL não é bem um helicóptero. Ele vai além disso. Ele tem asa. Nosso eVTOL é para voos mais curtos, de até 100 km. Mas é 100% elétrico. O ruído é 90% abaixo de um helicóptero. Imaginamos que o custo por assento vai ser também 70-80% mais baixo que o helicóptero. Então vai atrair muita gente.  Já temos 2.850 unidades de cartas de intenção de compra. É a maior do setor. E a previsão é entrar em serviço até o final de 2026. 

Mas essas cartas não são pedidos firmes ainda, né? 

Não. Agora temos que trabalhar para elas virarem pedidos firmes. 

E só vai virar pedido firme quando tiver um protótipo? 

Vai ajudar muito. Estamos trabalhando agora na construção do protótipo escala 1:1. Esperamos voar no começo do ano que vem. Isso vai ajudar bastante. Mas estamos apertando a turma de vendas também para fazer virar pedidos firmes antes disso. 

Qual o dano que a Boeing causou à Embraer do ponto de vista de tentar roubar talentos? 

Nada que coloque em risco o futuro da companhia, mas sempre é ruim perder engenheiros com experiência. Sempre é ruim… E a gente perde não só para a Boeing. Tem empresa de fora que contrata engenheiros pagando em dólar e euro para trabalhar de casa no Brasil. Isso acontece. E com a Boeing aconteceu mais. 

Mas vocês tiveram que tomar medidas internas? Dar aumentos para segurar gente? 

A gente fez alguns programas de bônus de retenção e outros programas de engajamento. Engenheiro gosta de projeto. Então tem vários projetos em que eles estão trabalhando. Tem o eVTOL, tem a modernização dos produtos atuais, tem os estudos. Tem bastante coisa que ocupa eles. Temos mais de 3.000 engenheiros, e todos estão ocupados.  

Quantos engenheiros vocês perderam para a Boeing? 

Umas cento e poucas pessoas. 

E esse ataque que ela fez foi logo depois do deal ser cancelado?

Foi depois da transação ser cancelada.  

Nos EUA tem um negócio chamado ‘cease and desist’. Você vai no juiz e pede para ele obrigar o sujeito a parar. Você consegue fazer isso aqui? 

Nós não fizemos nenhuma ação contra a Boeing. Mas tem duas associações de empresas do setor, das indústrias de defesa e das indústrias do setor aeronáutico, que têm uma ação civil pública na Justiça Federal para tentar suspender isso. Mas não foi julgado ainda. Está em processo.  

Os problemas de execução que a Boeing está enfrentando hoje nos EUA poderiam ser um motivo para ela tentar voltar a ter uma JV com a Embraer? 

Você teria que perguntar para eles… O que sei da Boeing é o que a gente lê na mídia. Mas estamos muito felizes do jeito que estamos aqui. Temos um plano. A Embraer está caminhando muito bem com as próprias pernas. Está crescendo. Temos um plano estratégico para os próximos sete anos. A companhia vai crescer muito.  Geraldo Samor e Pedro Arbex Estratégia corporativa

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