25 de out. de 2024
Cinco desembargadores de MS são afastados em investigação que apura venda de sentenças
Por Terra
Cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul foram afastados nesta quinta-feira, 24, devido a uma investigação que apura corrupção e venda de sentenças. Segundo informações da TV Globo, o presidente do TJ-MS, Sérgio Fernandes Martins, também foi afastado.
A determinação foi feita pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a Polícia Federal a cumprir, junto da Receita Federal, 44 mandados de busca contra os alvos. Outros servidores públicos, 9 advogados e empresários suspeitos de se beneficiarem do esquema também são alvos da investigação.
Foram afastados pelo STJ, por 180 dias, os desembargadores Sérgio Fernandes Martins, presidente do TJ-MS; Vladimir Abreu da Silva; Alexandre Aguiar Bastos; Sideni Soncini Pimentel e Marco José de Brito Rodrigues.
Também foram afastados o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de MS Osmar Domingues Jeronymo e seu sobrinho, também servidor do TJ-MS, Danillo Moya Jeronymo, segundo a emissora.
Um juiz de primeira instância, dois desembargadores aposentados e um procurador de Justiça também estão entre os investigados. Os mandados são cumpridos em Campo Grande, Brasília, São Paulo e Cuiabá.
Os cinco desembargadores devem usar tornozeleira eletrônica e estão proibidos de acessar as dependências de órgãos públicos, e se comunicarem com outras pessoas investigadas. Entre os crimes cometidos pelo grupo estão lavagem de dinheiro, extorsão, falsificação e organização criminosa.
A operação é resultado de três anos de investigações da Polícia Federal, e foi chamada “Ultima Ratio”, um princípio do Direito segundo o qual a Justiça é o último recurso do Poder Público para parar a criminalidade.
Em nota, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) informou ter ciência sobre a operação deflagrada na manhã de hoje, 24 de outubro, nas dependências desta Corte.
“Até o presente momento, o TJMS não teve acesso aos autos e ao inteiro teor da decisão que motivou a ação. Em virtude disso, não dispomos de subsídios suficientes para emitir qualquer declaração ou posicionamento sobre os fatos.
Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a legalidade, e assim que tivermos mais informações, estaremos à disposição para atualizações”, diz o comunicado.
FOTOS: A-29 Super Tucano com pintura especial do P-47 Thunderbolt da FAB na Segunda Guerra Mundial
Alexandre Galante - A Força Aérea Brasileira (FAB) homenageou o legado dos P-47 Thunderbolt, utilizados na Segunda Guerra Mundial, com uma pintura especial no A-29 Super Tucano.
Essa pintura celebra os feitos dos pilotos brasileiros na guerra, enquanto o A-29, conhecido por sua versatilidade e robustez, continua defendendo o espaço aéreo brasileiro em missões de ataque leve e patrulhamento.
O 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB) desempenhou um papel de destaque na Segunda Guerra Mundial, integrando as forças aliadas na Campanha da Itália. Com o icônico caça Republic P-47 Thunderbolt, o grupo foi responsável por importantes missões de ataque ao solo e apoio aéreo às tropas aliadas entre 1944 e 1945. Conhecidos como Jambocks, com o lema e grito de guerra “Senta a Pua!”, esses pilotos brasileiros demonstraram grande habilidade e coragem ao enfrentar as forças alemãs, tornando-se símbolo de bravura e tenacidade na história militar do Brasil.
Operando a partir da base de Pisa, o 1º Grupo de Caça realizou mais de 400 missões, desempenhando papel fundamental na destruição de linhas de comunicação inimigas, veículos blindados e infraestruturas estratégicas. O P-47 Thunderbolt, uma aeronave robusta e poderosa, foi um aliado formidável para os pilotos brasileiros, que utilizavam seus armamentos pesados e blindagem resistente para atacar posições fortificadas e realizar bombardeios de precisão. Em operações como a de Monte Castelo, o 1º Grupo de Caça contribuiu significativamente para o avanço aliado, recebendo elogios de comandantes e colegas de outras nações.
A participação do 1º Grupo de Caça na Segunda Guerra Mundial foi um marco na história da FAB e consolidou o Brasil como aliado importante no cenário global. Após o conflito, os pilotos retornaram ao Brasil como heróis, sendo homenageados pela coragem e pelo profissionalismo que demonstraram no teatro europeu. Hoje, a história do 1º Grupo de Caça é lembrada como um exemplo de dedicação e competência, inspirando gerações de militares e cidadãos brasileiros.
Em Mato Grosso, nova lei promete mudar o jogo da venda de soja no Brasil
Governo estadual vai retirar benefícios fiscais de empresas que participarem de um acordo ambiental que existe desde 2006, a “Moratória da Soja”
Por Rikardy Tooge - Mato Grosso promete alterar a dinâmica da venda de soja que vigora há quase 20 anos no Brasil. O principal Estado produtor de grãos deu sua cartada mais incisiva para acabar com a “Moratória da Soja” no país. A Moratória é um acordo comercial que existe desde julho de 2006, em que as maiores indústrias agrícolas do mundo se comprometem a não comprar soja de áreas desmatadas da Amazônia.
Em retaliação a esse acordo, o governador Mauro Mendes (União Brasil) sancionou nesta sexta-feira (25) a lei 12.709, que determina que as empresas que quiserem benefícios fiscais no Estado não poderão “estar organizadas em acordos comerciais que ocasionem restrição de mercado”. A medida passará a valer em janeiro de 2025.
Na prática, se a indústria instalada em Mato Grosso participar da Moratória da Soja, não terá acesso a um desconto em torno de 50% no ICMS para a venda de farelo e óleo de soja, além de não contar mais com incentivos para instalação de fábricas e compra de equipamentos.
A Moratória prevê que as empresas deixem de comprar soja ou ofereçam crédito a agricultores que desmataram áreas do bioma a partir de julho de 2008. Atualmente, cerca de 250 mil hectares – um hectare é igual a um campo de futebol – da região estariam em desacordo com o programa, e a maior parte disso (191 mil hectares) está em Mato Grosso.
ADM, Bunge, Cargill, Amaggi e Caramuru Alimentos, que hoje operam no Estado e fazem parte da Moratória, serão afetadas diretamente no bolso, caso permaneçam no acordo. As indústrias signatárias da Moratória representam mais de 90% das compras dos grãos produzidos no Estado.
As exportações de farelo e óleo, subprodutos da soja que contam com o benefício fiscal, somaram US$ 2,53 bilhões de janeiro a agosto deste ano, segundo levantamento mais recente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). A estimativa é que seriam retirados R$ 1,5 bilhão em isenções das empresas.
Com uma cifra tão expressiva em jogo, a ideia, explica Mauro Mendes, é fazer com que as tradings “revejam suas posições”. “Espero que essas empresas respeitem a lei brasileira, e não se atenham a uma regra não prevista na legislação brasileira como forma de pressionar o mercado”, disse o governador. A alegação de Mendes é que existe uma lei federal sobre o tema, o Código Florestal, que já determina a ocupação de espaço no bioma Amazônia (explicaremos isso mais adiante).
Para o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, “os produtores têm o direito legítimo de usar o Código Florestal a seu favor”. “Se as empresas preferem fazer isso [a Moratória], elas não querem cumprir a lei. Se não querem cumprir a lei, não precisam ter incentivo fiscal”, disse Fávaro, ao participar de um evento em São Paulo nesta semana.
A iminente aprovação da lei em Mato Grosso atende a um pedido antigo dos produtores de soja. Há pelo menos cinco anos, os agricultores se mobilizam nas esferas federal e estadual para barrar a Moratória, com direito a uma reclamação direta ao então presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, a maior pressão ocorre nas assembleias legislativas estaduais, com Rondônia tendo aprovado lei semelhante recentemente, enquanto Pará, Maranhão e Tocantins também estão com projetos similares em curso.
O consultor Thiago Rocha, que está apoiando a investida legislativa das Associações de Produtores de Soja (Aprosoja) desses estados, afirmou ao portal AgFeed que os projetos de lei não citam diretamente a extinção da Moratória da Soja, “apesar deste ser o objetivo”. A Aprosoja de Mato Grosso estima que a Moratória afeta mais de 65 municípios produtores do Estado e que, com isso, mais de R$ 35 bilhões deixaram de circular na economia estadual.
Do lado das multinacionais, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que representa formalmente o setor, ainda não se manifestou.
Já Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) diz que a Moratória da Soja foi o “único programa em curso que se revelou capaz de evitar o desflorestamento”. “Opor-se a esses 18 anos de luta nos parece um risco enorme, capaz de comprometer a imagem do país de grande provedor de alimentos para o mundo”, acrescentou Sérgio Mendes, presidente da Anec.
A Moratória da Soja
O cabo de guerra entre produtores rurais e indústrias é antigo e tem como pano de fundo a produção de soja na Amazônia. A Moratória da Soja surgiu em uma época em que o desmatamento no bioma amazônico estava em uma escalada recorde.
Com a pressão de compradores internacionais, em especial os da Europa, em cima do Brasil, as empresas exportadoras decidiram adotar a política de desmatamento zero: não comprar de agricultores que desmataram um milímetro sequer na Amazônia. O monitoramento é feito via satélite e atualizado ano após ano. A medida busca sufocar os sojicultores que desmatam na região tirando seus compradores e o acesso a crédito.
Mas, em maio de 2012, o governo federal atualizou o Código Florestal, a legislação que regula a ocupação de áreas no Brasil. Na lei, ficou determinado que todo agricultor do bioma Amazônia poderá desmatar 20% de sua área para a produção agrícola – em outros biomas, esse percentual é bem maior.
Voltando ao exemplo de hectares e campos de futebol. Se um agricultor possui uma fazenda com 100 campos de futebol na Amazônia, 20 deles poderão ter árvores derrubadas e uma lavoura de soja, ou qualquer outra atividade agropecuária que seja – esse é o chamado desmatamento legal.
Mas, como a Moratória da Soja impõe desmatamento zero, não é tolerado nem desmatamento legal e, muito menos, o desmatamento ilegal.
Foi esse descasamento entre lei brasileira e acordo comercial que azedou a relação dos agricultores com as tradings agrícolas, que são aquelas indústrias que compram o grão para vender no mercado internacional.
Do lado dos produtores, há a sensação de serem penalizados mesmo seguindo a lei. Já, do lado dos compradores, a avaliação é que qualquer flexibilização na Moratória poderia passar uma mensagem errada ao mercado, especialmente em um momento em que a União Europeia busca restringir a importação de produtos vindos de áreas desmatadas.
Para tentar achar um meio-temo, a lei assinada pelo governador de Mato Grosso prevê que as empresas que adotarem “requisitos distintos dos previstos na legislação brasileira” para cumprir exigências internacionais não seriam “consideradas em desacordo com a legislação vigente”.
“Certamente, eles vão chegar a bom termo para não punir produtores que fizeram tudo dentro da legalidade”, completou o ministro Carlos Fávaro.
Rio Branco - Vereadores aprovam PL que proíbe nomeação em cargos públicos de pessoas condenadas por violência contra mulheres
Os vereadores de Rio Branco aprovaram na manhã desta quinta-feira, 24, um Projeto de Lei que gerou muita discussão. O PL é da vereadora Elzinha Mendonça (PP) e proíbe a nomeação, para cargos públicos administrativos e políticos, de pessoas condenadas por violência doméstica e familiar contra a mulher, bem como por crimes contra a dignidade sexual, no município de Rio Branco.
A restrição se aplica, segundo a proposta, a cargos públicos administrativos e políticos no âmbito da Administração Pública direta e indireta, incluindo autarquias e fundações públicas do município.
A vedação contempla condenações conforme a Lei Federal nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, e artigos 213 a 234 do Código Penal, referente a crimes sexuais.
Tarauacá é o 5º município acreano em produção de leite
Veja o ranking dos municípios que mais produziram leite no Acre
Por Wanglézio Braga - De acordo com a pesquisa Pecuária Municipal de 2023, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última segunda-feira (21), a produção de leite no Acre atingiu 35,7 milhões de litros ao longo do ano. Esse volume representa um aumento de 1,8% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 35,114 milhões de litros.
O levantamento aponta Acrelândia como o município que mais produziu leite em 2023, com 3.996 litros. Em seguida, está Plácido de Castro, que produziu 3.726 litros, seguido por Senador Guiomard com 3.689 litros. Epitaciolândia aparece em quarto lugar com 3.287 litros, enquanto Tarauacá fecha o top cinco com uma produção de 2.720 litros.
O crescimento na produção de leite reflete os esforços dos produtores locais e as condições favoráveis que permitiram a expansão da pecuária leiteira no estado. A pesquisa destaca o papel relevante desses municípios na economia local, especialmente no abastecimento de laticínios e derivados para o mercado acreano.
República Tcheca encomenda duas aeronaves multimissão Embraer C-390 Millennium
- República Tcheca é o quarto membro da OTAN a adquirir o C-390 Millennium
- Aquisição beneficiará tanto a Força Aérea Tcheca quanto a indústria aeroespacial local
Praga, República Tcheca, 25 de outubro de 2024 - Hoje, o Ministério da Defesa da República Tcheca (MoD) assinou um contrato para a aquisição de duas aeronaves de transporte multimissão Embraer C-390 Millennium.
Essas duas aeronaves, padrão OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), irão modernizar e ampliar as capacidades operacionais da Força Aérea Tcheca. Elas serão capazes de realizar uma ampla gama de missões, como transporte tático de tropas, veículos e equipamentos, evacuação médica, combate a incêndios, gerenciamento de desastres, apoio humanitário e reabastecimento aéreo.
O contrato fortalece não somente a Força Aérea Tcheca, mas também terá um impacto positivo na indústria aeronáutica local com um aumento significativo da sua participação na produção do programa.
"O passado e o presente nos mostram claramente que as forças militares precisam ser capazes de transportar pessoas e cargas pesadas por grandes distâncias. As missões de evacuação realizadas no Afeganistão e no Sudão são uma clara evidência disso. Portanto, estou muito satisfeita em adquirir aeronaves para nossa Força Aérea que são capazes de realizar essas missões", disse a ministra da Defesa, Jana Černochová.
"Esse pedido da República Tcheca, uma nação membro da OTAN, é uma marca de confiança inestimável para a Embraer e serve de estímulo para implementarmos a melhor tecnologia disponível, de modo a fornecer aos nossos clientes as capacidades operacionais necessárias para cumprir as missões mais desafiadoras. Com isso, a Embraer reforçará seus laços com a indústria aeroespacial tcheca local, que há décadas é reconhecida por sua expertise e pela qualidade de seus produtos", disse Bosco Da Costa Junior, Presidente & CEO da Embraer Defesa & Segurança.
Além da aeronave, a Embraer fornecerá um pacote abrangente de treinamento e suporte para a Força Aérea Tcheca a fim de assegurar a integração harmoniosa da aeronave em sua frota.
Com uma carga útil máxima de 26 toneladas, uma velocidade máxima de 470 nós e aviônicos de última geração, o C-390 é a melhor aeronave de sua categoria. Seus potentes motores, amplo compartimento de carga equipado com rampa traseira e trem de pouso robusto permitem realizar as missões mais exigentes em pistas não pavimentadas.
A atual frota de aeronaves em operação em todo o mundo acumula mais de 15.000 horas de voo, disponibilidade operacional em 93% e taxas de conclusão de missão acima de 99%, demonstrando produtividade excepcional na categoria. Além da República Tcheca, o C-390 foi escolhido pela Holanda, Hungria e Portugal, três membros da OTAN, bem como pela Áustria, Brasil e Coreia do Sul.
Imagens: Embraer DAM (bynder.com)
24 de out. de 2024
SIATT, o presente e o futuro da casa do MANSUP e do MAX. Inovação e Tecnologia avançada mudarão o BR
Base Militar Vídeo Magazine nos presenteou com uma 'Live' imperdível
Não percam, curtam e compartilhem.
Vamos fazer o tema Defesa importante e relevante para nossa nação.
A Agência de Gestão e Inovação Tecnológica do Exército promoveu, recentemente, um importante evento de discussão sobre inovação que contou com a presença de muitos palestrantes importantes, entre eles estava Carlos Alberto Carvalho, da SIATT que apresentou o estado atual da empresa e para o novo patamar onde os novos contratos assinados com o Exército e com a Marinha do Brasil, além da entrada do EDGE Group entre seus sócios, devem conduzir a empresa brasileira nos próximos anos.No AM: produtor inova com plantio de melancia trepadeira, técnica comum do Japão
Por João Carlos Moraes, da Alvorada de Parintins - Parintins não é só terra de artistas, mas também de agricultores criativos, isso porque, o município desponta como pioneiro no estado do Amazonas com a técnica agrícola de plantio vertical de melancia. Essa inovação está sendo aplicada na comunidade Flor de Maio, localizada na zona rural do município.
A comercialização da safra começou a ser realizada no Sítio São Lázaro, na estrada do Projeto de Assentamento Vila Amazônia. O solo argiloso passou por correção, adubação química, adubação orgânica no plantio de base e de cobertura.
Os ramos da trepadeira rastejante se espalham em posição vertical em relação ao solo, as frutas se desenvolvem protegidas da exposição ao sol, com maior facilidade de manejo até o período da colheita.
A agricultora Brena Magalhães teve incentivo da mãe, Iradimir, para colocar em prática a ideia e produzir melancia o ano inteiro com melhor aproveitamento. Ela conta como surgiu a ideia da aplicação da técnica aqui em Parintins.
“Surgiu de uma dificuldade, como não tínhamos irrigação, era difícil encontrar um pé da planta para molhar. Então comecei a pesquisar, e já tinha visto essa técnica no Japão, apresentei essa ideia para minha mãe, e ela simplesmente apoiou. Dificuldade a gente teve no começo, sim, mas conforme os anos vão passando, vamos adaptando e inovando cada vez mais”, ressaltou.
Iradimir Magalhães, mãe da Brena, fala dos benefícios que cultivo da melancia suspensa tem trazido para a produção.
“Não tem perca. Ela é 100% eficaz, ela tem a doçura muito concentrada, é uma melancia de qualidade. A gente produz qualidade, não quantidades. A suspensa, ela dá menos trabalho. A convencional tem muito trabalho por que tem que estar cuidando para que a praga não afete a plantação. Aqui só fazemos observar”, disse.
Com os primeiros resultados sendo promissores, já se discute a possibilidade de expandir o projeto e conciliar com outras técnicas, é o que destaca William Magalhães, filho de dona Iradimir.
“Estou estudando para aperfeiçoar e quero melhorar juntamente com a minha irmã o que ela começou. Ela tem o projeto vertical, mas quero ir além disso, expandir a nossa marca e melhorar o que temos, já que queremos produzir o ano inteiro. Então, estou pensando em colocar um meliponário, porque as abelhas vão ajudar a polonizar as flores da melancia e assim vai manter o ano inteiro, e vamos conseguir manter as melancias”, comentou.
Conforme o engenheiro agrônomo da Secretaria Municipal de Pecuária, Agricultura e Abastecimento (Sempa), Ronald Gonçalves, a técnica japonesa adaptada a região amazônica agrega valores a melancia.
“É um manejo muito adequado para frutos, tipo da melancia, que são frutos grandes, frutos pesados, e tem em contato com o solo, tende a sofrer injúrias do manejo, de pragas. Então, para o fruto da melancia, está suspenso é muito bom, principalmente a questão do grau Brix. Por incrível que pareça, a melancia suspensa, ela fica mais doce que as plantadas convencionalmente. Parintins sai na frente, tendo um sistema desse implantado, primeiramente nessa região. E sabemos que é um mérito da produtora”, enfatizou.
Imigrantes muçulmanos queimam a bandeira francesa na França
Muslim immigrants burn the French flag in France.
— Europe Invasion (@EuropeInvasions) October 18, 2024
If you hate Europe so much, why are you here? pic.twitter.com/yKTCDbHayF
Prefeito eleito de Xapuri, Maxsuel Maia, reforça que a base da economia local será o Agronegócio
Por Wanglézio Braga - Em entrevista ao Programa Alto Acre Entrevista, do jornal O Alto Acre, o prefeito eleito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP), destacou nesta terça-feira (22) que o desenvolvimento da cidade estará diretamente ligado ao fortalecimento do agronegócio. Segundo ele, a economia local precisa passar por uma transformação, uma vez que o modelo atual, baseado no extrativismo, já não atende mais às necessidades da população.
“Quem me ouviu durante a campanha sabe que eu sempre enfatizei isso: o desenvolvimento da nossa cidade passa obrigatoriamente pelo agro. A economia de Xapuri sobrevive quase que exclusivamente do contracheque, com dinheiro circulando na cidade apenas quando há o pagamento do estado, da prefeitura ou dos aposentados”, afirmou Maxsuel durante perguntas solicitadas pelo portal Acre Mais.
Ele pontuou que o extrativismo, base histórica da economia local, como a coleta de castanha e a produção de borracha, já não é mais sustentável ao longo do ano. “O modelo rural, principalmente no que diz respeito ao extrativismo, precisa ser revisto. A castanha não dá o ano inteiro, a borracha também não, e não há como o povo da zona rural, especialmente os que vivem na reserva extrativista, sobreviver apenas disso. É um modelo que não desenvolve mais Xapuri”, disse.
Para Maxsuel, o fortalecimento do agronegócio trará benefícios amplos para o município, indo além da economia. Ele acredita que isso refletirá em setores como educação e segurança pública, já que, ao gerar renda e oportunidades, é possível reduzir os índices de criminalidade. “Com o fortalecimento do agro, fortalecemos a nossa economia, a educação e aumentamos a segurança no nosso município”, afirmou.
O prefeito eleito também destacou a importância de parcerias com o governo estadual e com secretarias de agricultura para investir em mecanização, destoca e irrigação, visando aumentar a produção rural. “O agro estará no centro da nossa gestão, porque dele desembocam o desenvolvimento de outros setores. Precisamos fortalecer culturas que já são fortes em Xapuri, como a macaxeira, farinha, banana e hortaliças, além de fomentar novas culturas, como o café e o cacau, que já estão sendo plantados no município”, destacou.
Maxsuel finalizou dizendo que parcerias estratégicas, tanto no nível municipal quanto estadual, serão essenciais para o sucesso do agronegócio em Xapuri, garantindo a mecanização e apoio aos pequenos produtores, principalmente aos que vivem dentro da reserva extrativista. “É preciso dar aos pequenos produtores a possibilidade de gerar renda e fortalecer o desenvolvimento de suas comunidades”, concluiu.
Veja a entrevista comandada pelo jornalista Marcus José, do O Alto Acre, na íntegra:
Simpósio de Inteligência Artificial na Expressão Militar do Poder Nacional, edição 2024
Por Sérgio Araújo - O Instituto Militar de Engenharia – IME realizará mais uma edição da SAI-EMPN, Simpósio de Inteligência Artificial na Expressão Militar do Poder Nacional. O evento ocorrerá nos dias 7 e 8 de novembro, com objetivo de fomentar a integração entre diferentes setores que atuem direta e indiretamente em áreas impactadas por tecnologias de IA, prioritariamente as que dizem respeito à atividade militar.
Será uma excelente oportunidade para profissionais, alunos e amantes da computação ou setores tecnológicos de conhecer, aprender e debater os rumos e aplicações da inteligência artificial na defesa da soberania brasileira.
A reunião terá várias mesas de discussão, palcos e muito mais. Alguns dos temas a serem abordados: Segurança e Guerra Cibernética, Aplicações e Gestão da IA e Desenvolvimento de Tecnologias Nacionais. O evento é gratuito para todos, basta realizar seu cadastro neste link, conferindo todos os dados. Militares deverão respeitar os requisitos do evento. O simpósio começará a partir de 08:40, a programação completa poderá ser acessada aqui e terá formato hibrido (presencial e online).
O Forças de Defesa contará com correspondentes no local e trarão todas as informações do evento.
Sobre o IME
Localizado na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, o IME é a escola de engenharia do Exército Brasileiro. Sua história remonta às origens do ensino da engenharia no Brasil, com a fundação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho em 1792, considerada a primeira escola de engenharia das Américas e terceira de todo o mundo.
Em alinhamento aos objetivos do Exército, o IME tem fortalecido suas atividades de ensino e pesquisa em Inteligência Artificial, com foco especial em aplicações militares. O IME possui longa tradição de excelência acadêmica e tecnológica, formando e aperfeiçoando engenheiros militares e civis em diferentes áreas de atuação.
23 de out. de 2024
Voos da Gol Linhas Aéreas para Cruzeiro do Sul serão diurnos a partir de 27 de outubro
Os voos ocorrerão em dias específicos da semana: domingos, segundas, quartas e sextas. O retorno desses voos diretos para Brasília representa um importante avanço para a mobilidade dos acreanos.
O governador Gladson Cameli agradeceu o apoio da bancada federal na retomada dos voos e destacou os benefícios para o estado: “Brasília é o maior centro de conexões de voos do país. Ter voos diários para lá facilita a vida do acreano em suas viagens e, o mais importante, gera uma possibilidade na redução dos valores que, infelizmente, seguem muito altos”.
Serviço:
– Partida de Brasília (BSB): 08:45
– Chegada em Rio Branco (RBR): 10:05
– Partida de Rio Branco (RBR): 10:45
– Chegada em Cruzeiro do Sul (CZS): 12:00
– Partida de Cruzeiro do Sul (CZS): 12:40
– Chegada em Rio Branco (RBR): 13:55
– Partida de Rio Branco (RBR): 14:40
– Chegada em Brasília (BSB): 20:05
Dias de operação: Segundas, quartas, sextas e domingos.
FAB intercepta aeronave vinda do Peru que ameaçava o espaço aéreo nacional
Força Aérea - A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, nesta terça-feira (22/10), no município de Lábrea – interior do Estado do Amazonas – uma aeronave PA-28 Cherokee, que ingressou clandestinamente no espaço aéreo brasileiro, vinda do Peru.
Sob supervisão do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), aeronaves de defesa aérea A-29 Super Tucano, bem como E-99, de inteligência, vigilância e reconhecimento, foram acionadas imediatamente quando o tráfego ilícito foi detectado pela rede de radares do Sistema de Defesa Aérea Brasileiro (SISDABRA).
A aeronave foi interceptada às 10h50 (horário de Brasília) e, durante a realização das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA), a Defesa Aérea ordenou de forma progressiva a realização das Medidas de Averiguação (Reconhecimento à Distância e Interrogação), Intervenção (Mudança de Rota e Pouso Obrigatório) e Persuasão (Tiro de Aviso). Após a última, a aeronave sem plano de voo e qualquer intenção de colaborar, ignorou as ordens e optou por realizar um pouso forçado em área descampada ao sul da pista de Lábrea, próximo à Rodovia Transamazônica. Em solo, o tripulante suspeito foi observado ateando fogo no avião e fugiu do local. A Polícia Federal (PF) foi ao local para a realização das Medidas de Controle no Solo e investigações correlatas.
O Chefe do Estado-Maior Conjunto do COMAE, Major-Brigadeiro do Ar João Campos Ferreira Filho, comentou sobre a prontidão. “As tecnologias de monitoramento embutidas em nossos radares, juntamente com a prontidão das tripulações e controladores, aumentam a nossa capacidade de mapear as rotas dos traficantes e agir para impedir que a droga chegue em seu destino”, destacou o Oficial-General.
As ações fazem parte da Operação Ostium, interligada ao Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), com o objetivo de coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a FAB e Órgãos de Segurança Pública (OSP), em cumprimento ao Decreto nº 5.144 de 16 de julho de 2004.
Com emenda do senador Alan Rick, casa de recuperação ganha equipamentos de informática
Itens serão usados na montagem de um laboratório para a capacitação profissional dos internos
Fotos: Gustavo Bardales
Assessoria - Nesta quarta-feira, 23, o senador Alan Rick visitou o Centro Terapêutico Reconstruindo Vidas, instituição que trabalha a recuperação de dependentes químicos e a ressocialização de egressos do sistema prisional, coordenada pelo pastor José Ribeiro. O centro recebeu computadores, nobreaks, teclados, impressoras, celulares, TV´s, vários itens comprados com emenda destinada pelo parlamentar que vão compor o laboratório de informática.
“O laboratório é mais um espaço para apoiar esse trabalho que faz esses jovens enxergarem possibilidades de um futuro melhor. Já temos a nossa padaria, que é o projeto de capacitação autossustentável, temos a marcenaria, que é o “Projeto Refazer”, e agora nós ganhamos também os equipamentos para a sala de informática. Só temos a agradecer o apoio do senador Alan Rick, que tem nos ajudado desde o início desse trabalho. Faz pelo menos 10 anos.” – disse o coordenador do Centro, pastor J. Ribeiro.
Atualmente, o Centro abriga 12 internos. N.C., de 21 anos, dependente químico em recuperação relatou que o Centro tem mudado sua história. “Faz quatro meses que estou aqui sendo acompanhado pelo pastor e aprendi que só existem dois caminhos na vida: Que é o caminho largo e o caminho estreito. E a gente deve fazer uma escolha. Eu decidi caminhar com Cristo, porque quando eu vivia no mundo das drogas, no mundo do álcool, da prostituição, da coisa errada, nunca deu certo pra mim. Aqui no Centro eu encontrei a esperança de uma vida melhor.” – relatou.
“Mesmo antes de ser parlamentar, antes de ser deputado federal, a gente já visitava as entidades terapêuticas. Conheci o Reconstruindo Vidas tem mais de 10 anos e desde então tenho apoiado. Hoje, dia do meu aniversário, estou muito feliz de entregar esses computadores, esses equipamentos, também entregamos uma tenda novinha para que eles continuem fazendo esse papel fundamental na sociedade. Ajudar a reconstruir vidas, restaurar cidadãos, reintegrá-los à sociedade, às suas famílias, para que eles tenham uma vida plena, uma vida no caminho que Jesus tem para eles, o melhor caminho, que é o caminho da salvação. Eu louvo a Deus pela vida do Zé Ribeiro e de todos os colaboradores aqui do Reconstruindo Vidas.” – colocou o senador Alan Rick.
4 mortos e 14 feridos em ataque terrorista na Turquia
🚨🇹🇷BREAKING NEWS
A major terrorist attack took place in the capital of Turkey.
Several terrorists hit the TUSAŞ aviation and space base with heavy weapons and bombs.
There are many dead. pic.twitter.com/LBrWIhEiU0— Europe Invasion (@EuropeInvasions) October 23, 2024
JUST IN: Additional footage of the major terrorist attack in Ankara, Turkey. pic.twitter.com/ykY5ipMuAU
— Match Point (@MatchPoiint) October 23, 2024
Projeto de Ulysses que muda as regras das audiências de custódia recebe parecer favorável na CCJ da Câmara
Prazo para a realização da audiência de custódia aumenta para 72 horas após a prisão
BRASÍLIA (23.10.2024) – Projeto de Lei (o PL 714/2023) do deputado Coronel Ulysses (União–AC), que torna obrigatória a decretação de prisão preventiva na audiência de custódia em casos de crimes hediondos, roubo, associação criminosa e quando for configurada reincidência, receber parecer favorável pela aprovação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara. O projeto altera o art. 310 do CCP (Código de Processo Penal), que regulamenta as audiências de custódia.
Além da chancela na CCJ, o PL tem pedido de urgência, com apoio de mais de 400 deputados, para ser votado no plenário da Câmara. A votação depende de sua inclusão na pauta pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
“A proposta representa um avanço significativo no fortalecimento dos princípios e da equidade”, destaca o deputado Kim Kataqui (União–SP), relator do PL de Ulysses na CCJ. Ainda, conforme o relator, o projeto de Ulysses “ao estabelecer exigências específicas sobre a liberdade provisória, promove a transparência e a responsabilização do Judiciário”. Além disso, o projeto aumenta a confiança da população nas instituições, reduzindo o sentimento popular de que “a polícia prende, mas a Justiça solta”.
O projeto de Ulysses, além da decretação de preventiva, prevê, também, torna obrigatório a oitiva de agentes policiais responsáveis pela prisão em flagrante, nas hipóteses de alegações de excesso ou ilegalidade. Segundo o relator, tal providência é salutar para a garantia da ampla defesa e do contraditório, uma vez que a segurança pública e a proteção dos direitos individuais são interligadas.
Ainda, conforme o parecer, a ideia de Ulysses de garantir a oitiva de policiais nas audiências de custódia permite uma análise mais equilibrada dos fatos, evitando, desse modo, que a narrativa do acusado prevaleça sem contestação. Ademais, o depoimento dos policiais pode fornecer informações cruciais sobre a abordagem, a legalidade da detenção e as circunstâncias em que os fatos ocorreram, ajudando o juiz a formar uma visão mais completa do caso.
“Incluir os policiais na audiência [de custódia] assegura que as suas versões e condições de atuação sejam consideradas, reforçando a proteção dos direitos humanos no sistema prisional”, destaca o relator do PL 714/2023, de Ulysses, em seu parecer na CCJ. Atualmente, face à falta de previsibilidade de oitava dos policiais responsáveis pela prisão, criminosos de alta periculosidade [reincidentes em crimes hediondos, roubo e associação criminosa], são liberados, com facilidade, nas audiências de custódia, com a alegação de suposto excesso praticado por policiais.
Prazo para a realização da audiência de custódia aumenta para 72 horas após a prisão
Além de acatar o projeto de Ulysses, o relator dilatou o prazo para a realização dessas audiências de custódia para 72 horas. Atualmente, a pessoa detida enquanto cometer um de crime ou após cometê-lo e deve ser apresentada a um juiz em até 24 horas após a prisão, conforme a resolução 213/2015 do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), para ser submetida à audiência de custódia. Na opinião do relator, a dilação do prazo coaduna com as boas práticas internacionais em matéria de justiça penal, e tem a finalidade de evitar a sobrecarga das autoridades policiais e judiciárias, além de ensejar um prazo mais razoável para a elaboração da defesa técnica [por advogado ou defensor público] do acusado.
Para Ulysses, o fato de o relator da CCJ dar parecer favorável ao seu projeto, o PL 714/2023, “é, sem dúvida, prova cabal de que estamos no caminho certo em lutar para endurecer as leis penais e processuais penais para dificultar a vida de bandidos, particularmente de integrantes do crime organizado”. Ainda, segundo Ulysses, o atual modelo das audiências de custódia, além de beneficiar criminosos, desacredita o sistema de justiça criminal, pois fortalece na sociedade e no público policial a sensação de impunidade.
Na opinião da Ulysses, hoje a ausência de regras limitando o relaxamento da prisão ou concessão de liberdade provisória no art. 310, do CCP, nos casos de crimes hediondos, roubo, associação criminosa, ou quando configurada a reincidência criminal, reforça cada vez mais os questionamentos da sociedade quanto à atuação do Poder Judiciário, externados no dito popular de que “a polícia prende, mas o Judiciário solta”.
A ausência desses limites, observa Ulysses, “além de impulsionar a percepção de impunidade na sociedade, desestimula a ação diária dos operadores de segurança pública no combate ao crime”. “Nosso projeto vem para mudar essa realidade”, explica Ulysses, ao comemorar o parecer favorável ao PL 714/2023 na CCJ da Câmara.
Diretor do IDAF diz que o Acre está conseguindo debelar no Juruá focos de Monilíase, praga no cacau e cupuaçu
Por Wanglézio Braga - O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF-AC) realizou hoje (22) um evento voltado para a conscientização e educação sobre a Monilíase, uma doença fúngica que afeta as culturas do cacau e do cupuaçu, reunindo agricultores, técnicos e especialistas em um esforço coletivo para combater essa praga. O evento contou com a participação massiva de técnicos com foco nas ações realizadas no Acre.
Segundo Alexandre Fernandes, diretor técnico do IDAF-AC, o principal objetivo da iniciativa é capacitar técnicos tanto dentro quanto fora do estado. “Nosso objetivo é capacitar pessoas técnicas dentre e fora do Acre. Abordamos as ações que o Acre faz para conter essa praga na região de Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul “, disse Fernandes que acrescentou: “Nós estamos conseguindo debelar todos os focos que lá existem”.
A caravana realizada pelo IDAF tem um forte viés de sensibilização da sociedade, destacando a importância da vigilância contínua para evitar a propagação da Monilíase na região do Juruá. Durante o evento, o IDAF também destacou como ocorre a transmissão do fungo e as medidas necessárias para evitá-la, incluindo a proibição do transporte das plantas infectadas do Juruá para os outros vales do Acre.
“Nossa parte de educação sanitária vem crescendo. O IDAF vem investindo nisso, por meio de palestras, oficinas e caravanas. Isso tudo para sensibilizar e dar conhecimento à população”, completou Fernandes.
A DOENÇA E CONSCIENTIZAÇÃO
A Monilíase é uma doença altamente prejudicial que pode causar sérios danos à produção agrícola, afetando diretamente a economia local. A conscientização da sociedade e o fortalecimento da educação sanitária são vistos como os principais caminhos para conter a praga e proteger as plantações de cacau e cupuaçu no Acre e em toda a Amazônia.






































