25 de jun. de 2022

XIV Cúpula do BRICS

MRE - Realizou-se, em 23 e 24 de junho, em formato virtual, a 14ª Cúpula do BRICS, sob a presidência de turno da China, com o tema “Promover uma Parceria de Alta Qualidade e Inaugurar uma Nova Era para o Desenvolvimento Global”.

No dia 23, os Presidentes Jair Bolsonaro, do Brasil, Xi Jinping, da China, Cyril Ramaphosa, da África do Sul, Narendra Modi, da Índia, e Vladimir Putin, da Rússia, debateram temas como governança global, combate à pandemia da COVID-19, recuperação econômica, desenvolvimento sustentável, cooperação intra-BRICS e aprimoramento institucional do grupo. Também aprovaram a Declaração Final do encontro.

O Presidente Jair Bolsonaro enfatizou a importância que o Brasil atribui ao BRICS como foro de diálogo e cooperação, que reforça a relevância do multilateralismo e de uma ordem internacional mais justa e inclusiva. Reiterou a visão do Brasil de que o BRICS deve orientar sua parceria para o desenvolvimento sustentável e por resultados concretos que gerem benefícios para todos.

Os líderes expressaram satisfação com os resultados da cooperação intra-BRICS, da qual decorreu o lançamento, neste ano, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas do BRICS, e reforçaram os avanços nas áreas de economia, finanças e comércio; saúde e vacinas; combate ao terrorismo e a crimes transnacionais; e ciência, tecnologia e inovação.

Trataram, ainda, da situação na Ucrânia e recordaram suas posições nacionais sobre o tema, conforme defendidas nos foros pertinentes das Nações Unidas. O Brasil defendeu a solução pacífica e negociada do conflito, clamou pela busca urgente de solução para a crise humanitária e ressaltou a necessidade de respeito ao Direito Internacional e aos princípios da Carta da ONU.

No dia 24, o Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, representou o Brasil no “Diálogo de Alto Nível sobre o Desenvolvimento Global”, iniciativa que visa a ampliar o diálogo do BRICS com outros países em desenvolvimento e demonstrar a vocação do grupo para fortalecer o papel das economias emergentes na governança global. A convite da presidência de turno chinesa, participaram desse segmento os líderes da Argélia, da Argentina, do Camboja, do Cazaquistão, do Egito, da Etiópia, de Fiji, da Indonésia, do Irã, da Malásia, do Senegal, da Tailândia e do Uzbequistão.

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